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Rota do Artesanato reúne 90 expositores no Anexo do Buriti até sexta (3)

Bolsas, toucas e cachecóis de tricô, tapetes de fuxico, bonecas de pano, doces caseiros… A lista de itens artesanais expostos na segunda edição da Rota do Artesanato é extensa e diversificada. Nesta sexta-feira (3), 60 artesãos e 30 manualistas, selecionados por edital público, mostram seus trabalhos no Anexo do Palácio do Buriti, das 9h às 17h. São dois dias de evento – o primeiro foi nesta quinta-feira (2). Uma extensa e diversificada lista de itens artesanais está em exposição na segunda edição da Rota do Artesanato, no Palácio do Buriti | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A exposição é promovida pela Secretaria de Turismo (Setur) e será realizada uma vez por mês, até dezembro. Até o final da programação, mais de 700 trabalhadores serão beneficiados com divulgação e espaço para comercialização de produtos. [Olho texto=”“A criação da Rota do Artesanato contribui com a retomada financeira dessa categoria, gerando emprego e renda. Esse é nosso compromisso com os artesãos e manualistas da capital, seguindo a gestão defendida pelo governador Ibaneis Rocha”” assinatura=”William Almeida, secretário de Turismo” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o secretário de Turismo, William Almeida, a proposta da exposição é justamente oferecer recursos para incluir os artesãos na cadeia produtiva. “A criação da Rota do Artesanato contribui com a retomada financeira dessa categoria, gerando emprego e renda. Esse é o nosso compromisso com os artesãos e manualistas da capital, seguindo a gestão defendida pelo governador Ibaneis Rocha”, completa. A mestre artesã e coordenadora do Programa de Artesanato da Setur, Roze Mendes, explica que a feira será realizada sempre no início do mês para ajudar o faturamento dos produtores. “Estamos vindo de uma pandemia em que o artesão ficou sem espaço, sem o contato com o público”, afirma. Ela acrescenta que a data “foi escolhida a dedo porque é quando cai o pagamento”. A mestre artesão esclarece ainda que “são produtos diferenciados, com muito valor agregado à identidade local de Brasília, e que vão fazer a diferença na casa de quem compra”. A artesã Luzineide da Silva começou no ramo quando a necessidade financeira bateu na porta Artesã desde criança, Lucineide Ferreira, 54 anos, acredita que iniciativas como a da Setur são essenciais para a visibilidade dos produtores. “Antigamente, não tínhamos espaço para vender em Brasília. Hoje, temos um local que nos conecta com pessoas interessadas nos nossos produtos, que gostam de cultura, querem entender a história por trás”, alega Lucineide, que produz bolsas, luvas e toucas em crochê há mais de dez anos. “Às vezes, as pessoas gostam do que veem mas não compram porque estão sem dinheiro no momento, porque querem com cores ou tamanho diferentes. É como uma vitrine. Temos a oportunidade de personalizar o produto para a pessoa, conforme o que ela realmente deseja, e vender. Isso é bom demais”, completa a artesã. Ediná Valeriano, 50 anos, fabrica bonecos em papel machê e faz coro às palavras de Lucineide. “A Setur está realmente trazendo um novo horizonte para o artesanato. É uma nova visão de empreendedorismo, de valorização do trabalho. Estamos chegando a outros lugares, de maior visibilidade, de maior aceitação do público em relação ao produto”, diz. Depois de aposentada, Adeilce Rodrigues passou a vender as peças de tricô e crochê que faz Agulhas, laços e fitas É comum que a prática do artesanato passe entre gerações, como uma troca de conhecimento e afeto, mas que também pode servir de trabalho. É o caso da artesã Luzineide da Silva, 45 anos, que começou no ramo quando a necessidade financeira bateu na porta. Em 2020, com a chegada da pandemia do novo coronavírus, ela e os três filhos tiveram que buscar novas formas de obter renda e, para Luzineide, a solução foi o artesanato. “Sempre fui muito curiosa para aprender as coisas. Hoje faço laços e tiaras de fita ou de tecido, fuxico, de tudo um pouco que envolve tecido”, revela. Já Adeilce Rodrigues, 56 anos, aprendeu a tricotar e a fazer crochê quando criança, mas, conforme foi crescendo, parou de praticar devido à falta de tempo. Tudo mudou quando ela se aposentou do funcionalismo público, há três anos, e passou a ter tempo livre de sobra. Atualmente, se dedica integralmente ao ramo e, por dia, consegue produzir três bolsas de crochê de dimensões pequenas ou duas de tamanho mediano. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Estava muito parada, então minha família gostou. Agora não paro mais. Se deixar, passo o dia todo tricotando, fazendo crochê. É bom pra cabeça, porque você esquece da vida. Nem sinto que tô trabalhando, acredita?”, brinca Adeilce. A Rota do Artesanato foi a primeira experiência de exposição ao público para ela e Luzineide. Próximos eventos Artesãos interessados em participar das próximas edições da Rota do Artesanato devem estar com a Carteira Nacional do Artesão válida. A Setur admite inscrições de manualistas pré-cadastrados no site da pasta, por meio do formulário contido na aba “Cadastramento de Manualistas”. *Com informações da Secretaria de Turismo do DF

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Rota do Artesanato leva atrações ao Anexo do Palácio do Buriti

Arte: Setur Brasília receberá a segunda edição da Rota do Artesanato entre 2 e 3 de junho. A ação, da Secretaria de Turismo (Setur), será realizada uma vez por mês, até dezembro. Para esta edição, foram selecionados, por meio de edital público, 30 artesãos e 30 manualistas, que poderão expor os seus trabalhos e vender suas peças. Os produtos a serem comercializados vão conter, nas embalagens, informações sobre atributos culturais e naturais referentes a Brasília. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os trabalhos estarão expostos no Anexo do Buriti das 9h às 17h. De acordo com a Setur, mais 700 trabalhadores serão beneficiados com o lançamento da Rota do Artesanato até o final do programa, abrindo espaço para a comercialização dos seus produtos. Para participar das próximas seleções, basta estar com a Carteira Nacional do Artesão válida. Serão admitidas inscrições de manualistas que estivem pré-cadastrados no site da Setur, por meio do formulário contido na aba “Cadastramento de Manualistas”. *Com informações da Secretaria de Turismo

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Rota do Artesanato reúne 100 expositores no Anexo do Buriti

[Olho texto=”“O projeto visa contemplar os artesãos que ficaram parados e prejudicados com a pandemia. A ideia é dar um espaço para que eles exponham e vendam suas peças, para levantar um capital”” assinatura=”Roze Mendes, coordenadora do Programa de Artesanato da Secretaria de Turismo” esquerda_direita_centro=”direita”] O programa Rota do Artesanato está de volta. Depois de dois anos sem ocorrer por causa da pandemia, o evento terá sua nova edição nesta quinta (5) e na  sexta-feira (6), no Anexo do Palácio do Buriti, com a participação de 100 artistas. “O projeto visa contemplar os artesãos que ficaram parados e prejudicados com a pandemia. A ideia é dar um espaço para que eles exponham e vendam suas peças, para levantar um capital. Escolhemos uma data de início do mês, próximo ao pagamento, para facilitar ainda mais a venda das peças”, observa a mestre artesã e coordenadora do Programa de Artesanato da Secretaria de Turismo (Setur), Roze Mendes. Por meio de edital público, foram selecionados 50 artesãos e 50 manualistas que poderão expor e vender suas peças. Os produtos a serem comercializados vão conter atributos culturais e naturais referentes a Brasília. Arte: Setur-DF Kátia Gonçalves foi uma das contempladas. Há 40 anos trabalhando com artesanato, nesta edição da Rota, ela trará peças de tapeçaria, ponto cruz e fuxico, tendo como foco  presentes para o Dia das Mães, comemorado no domingo (8). “Ficamos dois anos sem a Rota e estamos voltando com força total. O projeto abre muita frente de trabalho para a gente porque, além das vendas no local, a gente recebe muitas encomendas”, comemora. Entre as peças dela estão almofadas, tapetes, quadros decorativos e flores, com preços que variam entre R$ 10 e R$ 80. Pela primeira vez na exposição, a artesã Maria Beatriz de Oliveira também está animada com o projeto. “Estou grata por poder expor meu trabalho em um espaço como o Palácio do Buriti. Vou levar itens de mesa posta, corações, sachês e chaveiros”, conta ela, que há 30 anos faz peças de artesanato, como caixas, bandejas e aplicações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Nesta edição, os trabalhos estarão expostos no Anexo do Palácio Buriti das 9h às 17h. De acordo com a Setur, mais 700 trabalhadores serão beneficiados com o lançamento da Rota do Artesanato até o fim do programa, ganhando espaço para a comercialização dos seus produtos. A data e o local para a próxima edição serão definidos posteriormente. Para participar das próximas seleções, o profissional precisa estar com a Carteira Nacional do Artesão válida. Serão admitidas inscrições de manualistas que estivem pré-cadastrados no site da Setur, por meio do formulário contido na aba “Cadastramento de Manualistas”. Serviço – Data: quinta e sexta (5 e 6) – Horário: das 9h às 17h – Local: Anexo do Palácio do Buriti

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Rota do Artesanato começa no Palácio do Buriti

Arte: Setur-DF O Palácio do Buriti receberá a primeira edição da Rota do Artesanato entre os dias 5 e 6 de maio. A Rota é um projeto elaborado pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) e ocorrerá uma vez por mês, até dezembro. Para o lançamento, 100 artistas foram selecionados por meio de edital público, sendo 50 artesãos e 50 manualistas, que poderão expor e vender suas peças. Os produtos a serem comercializados vão conter atributos culturais e naturais referentes a Brasília. Nesta primeira edição, os trabalhos estarão expostos no Anexo do Buriti das 9h às 17h. De acordo com a Setur, mais 700 trabalhadores serão beneficiados com o lançamento da Rota até o final do programa, ganhando espaço para a comercialização dos seus produtos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para participar das próximas seleções, o artesão precisa estar com a Carteira Nacional do Artesão válida. Serão admitidas inscrições de manualistas que estivem pré-cadastrados no site da Setur, por meio do formulário contido na aba “Cadastramento de Manualistas” (http://www.turismo.df.gov.br/cadastramento-manualistas-2/). Serviço – Data: 5 e 6 de maio – Hora: 9h às 17h – Local: Anexo do Palácio do Buriti *Com informações da Setur-DF

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Mais 30 artesãos com produtos na loja Artesanato

Localizada no térreo, loja disputa a atenção dos clientes com grifes nacionais e internacionais | Foto: Setur-DF No meio de lojas famosas que revendem produtos comercializados no país e no mundo inteiro está a Artesanato de Brasília, que funciona no térreo do Pátio Brasil, área central da capital. Lançada pela Secretaria de Turismo (Setur-DF) em dezembro de 2019, a loja quebrou o paradigma de que shopping é local somente de grifes. A iniciativa faz parte do programa itinerante Rota do Artesanato, que percorre regiões administrativas para incentivar a produção local. A loja já recebeu a exposição de 90 artesãos de Brasília em três ciclos – no local, os ciclos de exposição se renovam a cada três meses para venda de produtos. Cada turma reúne, no máximo, 30 artesãos. [Olho texto=”“Essa é uma conquista porque é um espaço muito privilegiado. Uma oportunidade que o shopping nos deu. Desejo que vocês tenham muito sucesso e comercializem absolutamente tudo”” assinatura=”Vanessa Mendonça, secretária de Turismo” esquerda_direita_centro=”centro”] Todos os artesãos são selecionados por meio de chamamento público feito a cada três meses. O espaço é oferecido pelo Shopping Pátio Brasil, que não cobra o aluguel da loja, apenas a despesa com iluminação. O projeto-piloto ocorreu em novembro de 2019 e teve duração de cinco meses. O segundo ciclo seria encerrado em março, mas, devido à pandemia de Covid-19, foi estendido até este mês de dezembro, pois os shoppings ficaram fechados entre março e maio deste ano. Gilda: “É a primeira vez que alguém abre esse espaço para a gente. Muito boa a iniciativa da Setur” | Foto: Setur-DF Secretária de Turismo, Vanessa Mendonça conferiu de perto os produtos que essa nova turma de artesãos expõe na Artesanato de Brasília. No estabelecimento, que fica no térreo do shopping, há bordado, cartonagem, cerâmica, três modalidades de costura (patchwork, retalho e confecção de boneca de pano), crochê, flores do Cerrado, entalhe em madeira, marcenaria, marchetaria, mosaico, ourivesaria, pintura à mão livre, renda macramê, renda renascença e tapeçaria arraiôlo. Ao chegar à Artesanato de Brasília, Vanessa elogiou mais uma vez o aspecto visual da loja. “Todas as vezes venho aqui e vejo essa fachada, penso: ‘Meu Deus, que conquista”’, comemora a secretária. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ela também comentou o significado do espaço, para os artesãos, em um importante shopping center da cidade. “Essa é uma conquista porque é um espaço muito privilegiado. Uma oportunidade que o shopping nos deu. Desejo que vocês tenham muito sucesso e comercializem absolutamente tudo.” Entre um olhar na secretária, que dava as boas-vindas ao grupo do novo ciclo, e outro nos clientes, Gilda de Sousa, 53 anos, disse que já havia feito oito vendas naquela tarde de segunda-feira (7). Artesã com experiência de 20 anos, ela sempre expunha seus produtos de cartonagem em feiras de artesanatos, sem muita estrutura. “É a primeira vez que alguém abre esse espaço para a gente. É muito boa a iniciativa da Setur”, elogia Gilda. Uma das clientes atendidas naquele momento era Isabela Silva, 37 anos. A moradora do Lago Sul também concordou com Gilda sobre a oportunidade que os artesãos têm em mostrar seu trabalho naquele popular centro de lojas. “Eu amo artesanato. Muito legal essa iniciativa de dar dinheiro para quem está fabricando”, destaca.   * Com informações da Secretaria de Turismo

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Setur orienta artesãos do DF para retomada de atividades

  Abertura gradual do comércio impulsiona o artesanato local; orientações de preservação da saúde são seguidas à risca | Foto: Luís Tajes / Setur O artesanato do DF, pauta prioritária para a Secretaria de Turismo (Setur), ganha ainda mais atenção nesse momento.  Na reabertura gradual do comércio, quarta-feira (27) foi a vez de duas lojas de produtos artesanais voltarem a funcionar. Localizados no Pátio Brasil e no Alameda Shopping, os dois pontos comerciais fazem parte do projeto Rota do Artesanato, criado pela secretaria. Todos os profissionais que comercializam seus produtos nessas lojas são selecionados por meio de editais de chamamento público da Setur e devem possuir carteira do artesão válida. O documento é emitido pela secretaria. [Numeralha titulo_grande=”1.366″ texto=”Número de artesãos do DF cadastrados junto à Setur” esquerda_direita_centro=”direita”] Além da importância cultural e artística, o artesanato se destaca como atividade de apelo econômico. Só em Brasília, são 11 mil artesãos – desse total, 1.366 cadastrados na área que abrange Plano Piloto, Guará, Riacho Fundo II e Santa Maria. O setor movimentou, no ano passado R$ 871 mil em todo o Distrito Federal. Secretaria acompanha Em razão da pandemia de coronavírus, as lojas, aos poucos, retomam suas atividades, seguindo todos os procedimentos de segurança necessários para evitar a contaminação – como o horário reduzido e as escalas de trabalho. A cada 15 dias, os artesãos devem fazer o teste para o coronavírus oferecido gratuitamente pelo GDF em parceria com a Fecomércio Durante o período de isolamento social, a Setur tem atuado junto à categoria com orientações para que os artesãos trabalhem em casa. As ações incluem parcerias com instituições, como o BRB, para disponibilizar linhas de crédito especiais que garantem apoio financeiro aos trabalhadores. Outra medida importante incentivada pela secretaria é o comércio eletrônico, que possibilita aos artesãos venderem seus produtos pela internet. Apoio oportuno “Estamos vivendo um momento que exige medidas de precaução, mas o GDF e a Setur continuam atuando para construir políticas públicas para passarmos por essa pandemia e olharmos para o futuro”, diz a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça. “Vamos continuar prestando o apoio necessário para que os artesãos continuem sendo parte importante da cadeia turística do DF.” Dorines França, artesã há mais de 15 anos, comemora a reabertura gradual do comércio. “Amo o que faço, e hoje só tenho a agradecer, porque agora temos de volta esse espaço tão esperado que a Secretaria de Turismo nos proporcionou para comercializar nossos produtos”, afirma. “Ter apoio e incentivo faz toda a diferença, principalmente em meio a esse momento tão difícil”.     * Com informações da Setur

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Artesanato no DF se consolida e valoriza produção local

Almofadas, jóias, objetos de decoração, roupas e brinquedos, entre outros produtos, são vendidos nas lojas | Foto: Luís Tajes / Setur-DF A produção artesanal está presente em todo o território nacional e é reconhecida como uma expressão importante da identidade local e da diversidade cultural brasileira, além de representar uma atividade econômica que movimenta 50 bilhões de reais por ano no país. Em Brasília, os artesãos já têm um lugar garantido para expor o seu trabalho: a loja Artesanato de Brasília, que já tem duas unidades desde sua implementação, em 1º de novembro do ano passado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Localizadas no Pátio Brasil (Asa Sul) e no Alameda Shopping (Taguatinga), os espaços fomentam a economia criativa e dão visibilidade ao trabalho de artesãos da cidade. Brasilienses e turistas podem encontrar de acessórios a itens de decoração, entre outros objetos. O projeto faz parte da Rota do Artesanato. A primeira loja foi inaugurada em novembro de 2019, na Asa Sul, e conta com o trabalho de 30 artesãos selecionados por meio de um chamamento público da Secretaria de Turismo (Setur). No mês seguinte, o espaço chegou à primeira região administrativa, Taguatinga, com 19 artesãos também escolhidos por meio de um chamamento público. Loja “Artesanato de Brasília” no Pátio Brasil Shopping | Foto: Luís Tajes / Setur-DF Quem vai ao espaço encontra colchas em patchwork (colcha de retalhos), almofadas, os biquínis da moda confeccionados em tricô, jóias, objetos de decoração, roupas e brinquedos para crianças, entre outros produtos. Segundo a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, ter um ponto de venda é fundamental para gerar renda e promover o reconhecimento do trabalho dos artistas da capital. “Os artesãos são credenciados com a entrega da carteira do artesão pela secretaria, o que representa uma formalização importante. Desde o início do nosso governo contam com uma política pública e comercial para que possam vender seus produtos”, ressalta. Para Maria de Fátima Lima, artesã que expõe seu trabalho em Taguatinga, o espaço valoriza o que é produzido pela comunidade local. “A loja reconhece o trabalho manual, beneficiando a nossa atuação”, disse. Carteira profissional Por meio da carteira profissional, os artesãos podem pleitear espaço para expor seus produtos em eventos promovidos pela Setur e pelo Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). No Distrito Federal existem 11.431 artesãos cadastrados. Desde o início deste ano a Setur tem trabalhado junto aos organizadores desses eventos no sentido de garantir espaço para que profissionais do DF comercializem seu trabalho. A iniciativa já apresenta resultados. Em 29 eventos locais e nacionais, 402 artesãos movimentaram quase R$ 500 mil. Espaço foi concebido para valorizar produção local, que tem variedade de símbolos religiosos | Foto: Luís Tajes / Setur-DF Editais de chamamento Os editais de chamamento são publicados no site da Secretaria de Turismo na aba “Artesanato”. Os profissionais que se interessarem em expor seus produtos devem possuir carteira do artesão válida. O documento é emitido pela Setur e o agendamento para renovar ou emitir nova carteirinha também pode ser feito no site.   * Com informações da Secretaria de Turismo

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Governo abre novos espaços para artesãos do DF

Artesã desde 1974 e presidente da Associação Sudoeste/Octogonal de Artesanato Solidário, Lúcia Cruz comemora o novo local para expor seus produtos, no terceiro piso do Pátio Brasil. Cedida pelo shopping à Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer, a loja faz parte do projeto Brasília Criativa e servirá de apoio aos 9,9 mil profissionais registrados na pasta. Segunda loja de artesanato do projeto Brasília Criativa abre as portas para atender à demanda de quase 10 mil profissionais cadastrados na Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer. O espaço fica no 3º piso do Pátio Brasil. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Eles integram o cadastro da Unidade de Gestão do Artesanato. “Para nós, é complicado ter espaço em um shopping, o custo é muito alto. Uma oportunidade dessa traz nova experiência de público”, analisa Lúcia, que tem registro no governo desde 1993. Essa é a segunda loja em centro comercial destinada à comercialização de trabalhos de artesãos cadastrados na secretaria. Aberto desde março de 2016, o espaço no Liberty Mall atende atualmente 15 profissionais que se revezam por temporadas, com duração de três meses. A novidade no Pátio Brasil seguirá o mesmo esquema. Os 19 artesãos, selecionados por meio de edital, ficarão até 30 de maio, quando outros trabalhadores manuais ocuparão o local com seus produtos. [Olho texto=”A iniciativa faz parte da política de fortalecimento do artesanato em Brasília e não tem custo para o governo” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o secretário adjunto de Turismo, Jaime Recena, essa é uma oportunidade para o artesão comercializar em área de grande fluxo de pessoas. “Vamos continuar trabalhando para inaugurar em breve outras unidades semelhantes em áreas movimentadas”, afirma. A iniciativa faz parte da política de fortalecimento do artesanato em Brasília e não tem custo para o governo. A expectativa da secretaria é que a segunda loja repita o sucesso da primeira, que vende cerca de R$ 40 mil por trimestre. Artesanato produz peças com motivos de Brasília Ana Paula Rocha, de 43 anos, trabalha há mais de cinco com utensílios em MDF. Na prateleira para comercialização, as peças se destacam por compartilharem duas características em comum. Pintadas em azul, elas carregam a tipografia de Brasília. De porta-chaves a símbolos religiosos, a artesã inclui sempre sua marca nos produtos. Dos famosos ipês aos ícones de Athos Bulcão, Ana Paula conta que a referência com a cidade é um diferencial. “Sempre procuro trazer peças que são de utilidade, não apenas bibelô. Isso ajuda o consumidor a escolher.” [Olho texto='”Foi uma terapia. Em menos de um ano já tive alta da psicóloga e atualmente faço dessa arte meu sustento”‘ assinatura=”Antônio Augusto Moraes, artesão” esquerda_direita_centro=”direita”] Já a carioca Lúcia Cruz, de 60 anos, ressalta a beleza das flores do Cerrado com peças feitas de tecido. O colorido do arranjo chama a atenção e oferece uma opção para decoração de espaços fechados. Com peças delicadas, as joias em prata de Antônio Augusto Moraes, de 55 anos, encantam. Brincos, colares e anéis remetem a símbolos da capital federal. Moraes conta que o trabalho minucioso ajudou a superar a depressão. “Foi uma terapia. Em menos de um ano já tive alta da psicóloga e atualmente faço dessa arte meu sustento”, relata o artesão. A professora Lilian Câmara, de 48 anos, ficou admirada com a loja no Pátio Brasil. “Gosto muito de artesanato. Sempre que quero comprar, tenho que ir a alguma feira. Agora posso vir mais vezes”, conta a consumidora, que nunca imaginou encontrar espaço de artesanato em shopping. Acompanhada da filha, ela já encomendou dois anéis de Augusto, que ficou satisfeito com o reconhecimento. Edição: Vannildo Mendes

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Rollemberg conversa com artesãos no Buriti

Artesanato e turismo foram temas de mais uma Roda de Conversa na tarde desta sexta-feira (20). O encontro de artesãos para dialogar com o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, ocorreu no Palácio do Buriti, sede do governo local. Representantes de oito grupos de artesanato apresentaram reivindicações ao governador Rollemberg. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Por mais de uma hora, o espaço esteve aberto para que eles apresentassem reivindicações diretamente ao chefe do Executivo. Oito representantes de grupos de artesanatos de várias regiões administrativas, inscritos previamente, levaram solicitações como novos pontos de comercialização do que produzem e local específico para trabalharem. Rollemberg manifestou-se muito feliz com o diálogo e destacou a importância de investir em modelos de gestão para melhorar a qualidade de vida desses profissionais. O governador lembrou que, nos 2 anos e 10 meses de mandato, já foram entregues mais de 3 mil carteiras de artesãos. “Fortalecemos a Rota do Artesanato, que, só neste ano, teve mais de 84 eventos apoiados pelo governo de Brasília.” Também participaram do debate os secretários das Cidades, Marcos Dantas, o de Economia, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Antônio Valdir Oliveira Filho, e o adjunto de Turismo, da pasta do Esporte, Turismo e Lazer, Jaime Recena. Para Recena, esse momento de conversa com os artesãos reafirma o compromisso que o governo de Brasília tem com o ramo. “A gente sabe que, quando alguém visita um lugar, o artesanato que a pessoa leva representa um pouquinho do passeio que ela fez naquele local. É importante que estejamos unidos para dar mais oportunidade à produção daqui”, disse o secretário adjunto de Turismo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O presidente da Federação das Associações dos Artesãos do Distrito Federal, Edimar Pereira, listou diversas reivindicações para melhor atender a categoria. Entre os pedidos feitos ao governador está a implementação de uma parada de ônibus e de faixa de pedestre em frente à Torre de TV, além da criação do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF) para artesanato. Todas as demandas foram registradas pelo governo para análise. Uma nova rodada de diálogo será marcada nos próximos meses para acompanhamento dos pleitos. Edição: Raquel Flores

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Inscrições para a Rota do Artesanato no Setor Comercial Sul se encerram nesta quinta (27)

Produtores de Brasília com carteira de artesão expedida pela Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer podem se inscrever até quinta-feira (27) para a próxima edição da Rota do Artesanato, que será no Setor Comercial Sul, de 1º a 3 de agosto. São 25 vagas. Próxima edição da Rota do Artesanato será no Setor Comercial Sul de 1º a 3 de agosto. São 25 vagas. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília O cadastro deve ser feito pelo site da Secretaria Adjunta de Turismo, e o anúncio dos selecionados será na sexta-feira (28), também no endereço eletrônico da pasta. Organizada pela secretaria, a Rota do Artesanato foi criada para oferecer espaço de exposição e venda para trabalhadores manuais da cidade. São feitas edições de dois ou três dias na Galeria dos Estados, no Palácio do Buriti, no Setor Bancário Norte e no Setor Comercial Sul. Toda a renda vai para os artesãos, sem que tenham de pagar imposto pela venda ou pelo uso da área pública. Produtores tiram a carteira de artesão na Secretaria Adjunta de Turismo Maria Margarida da Fonseca, artesã de tricô e de crochê de 65 anos, é um dos produtores brasilienses incentivados com a iniciativa. “No máximo, eu vendia uma peça aqui e outra ali. Então me inscrevi e participei das feiras da rota. Não posso reclamar de quanto vendo”, comemora. Ela participou da última feira na Galeria dos Estados e já se inscreveu para a edição de agosto do Setor Comercial. [Numeralha titulo_grande=”23″ texto=”Número de edições da Rota do Artesanato previstas para o segundo semestre de 2017″ esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para emitir a carteira e poder participar das edições do evento, ela entrou em contato e agendou uma visita na Secretaria Adjunta de Turismo (Eixo Monumental, Centro de Convenções Ulysses Guimarães), onde mostrou o material que produz. “Fui com agulha, linha e lã e fiz três peças na frente deles. Eles queriam ter a certeza de que sou eu quem produz o que vendo.” Quando é impossível carregar o material para a sede, a equipe técnica visita os locais de produção. “Se uma pessoa usa tecelagem, não dá para trazer aqui porque é muito pesado. Nesses casos, a gente agenda a visita externa”, explica a gerente de Comercialização da pasta, Edna Kinoshita. Rota do Artesanato rendeu R$ 131.473 no primeiro semestre de 2017 Uma média de 62 artesãos por mês participou da Rota do Artesanato no primeiro semestre de 2017. Com o projeto,  as vendas renderam R$ 131.473 aos produtores de Brasília de fevereiro a junho. No segundo semestre, os artesãos de Brasília já tiveram três oportunidades de participar das feiras. Apenas em julho, foram arrecadados R$ 22,4 mil em edições no Setor Comercial Sul (dias 4, 5 e 6 de julho), no Palácio do Buriti (dias 11, 12 e 13) e na Galeria dos Estados (dias 20 e 21). Segundo Edna Kinoshita, a previsão é que haja 23 edições da Rota do Artesanato na segunda metade de 2017, que devem ser organizadas até dezembro. Edição: Marina Mercante

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