Divulgada terceira chamada do processo seletivo estudantil 2026 da UnDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) divulgou, nesta sexta-feira (7), o resultado da terceira chamada do Processo Seletivo Estudantil 2026 para o preenchimento das vagas do processo. Os candidatos convocados devem fazer a matrícula, exclusivamente pelo site da universidade, até o dia 10 de agosto. Início das aulas está previsto para 19 de agosto | Foto: Divulgação/UnDF Nesta etapa, foram convocados candidatos para os cursos de nutrição, ciências econômicas, engenharia de software, ciência da computação, pedagogia, psicologia, gestão pública, serviço social, sistemas de informação e gestão da tecnologia da informação. O início das aulas do segundo semestre letivo está previsto para 19 de agosto. Os novos estudantes terão aulas no Campus Ceilândia, na QNN 31, Áreas Especiais. *Com informações da UnDF
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Maio Laranja: Hospital da Criança fortalece rede de proteção contra o abuso e a exploração sexual
Durante o Maio Laranja — campanha nacional de conscientização e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, instituída pela Lei nº 14.432/2022 — o debate em torno da saúde pediátrica ganha ainda mais visibilidade. Inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) consolida sua atuação institucional como estratégica para a proteção da infância e da adolescência. Hospital da Criança de Brasília atua com protocolos que priorizam segurança, escuta protegida e responsabilização adequada dos casos | Foto: Divulgação/HCB Isso se dá por meio da estruturação de fluxos assistenciais e de governança voltados à identificação, acolhimento e encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual de pacientes. O HCB compõe a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) e opera com protocolos técnicos que priorizam a segurança, a escuta protegida e a responsabilização adequada dos casos. A identificação dessas situações ocorre, em grande medida, a partir da sensibilidade clínica e social das equipes assistenciais, que estão capacitadas para reconhecer sinais físicos, comportamentais e contextuais compatíveis com situações de violência. O atendimento desses casos no HCB é conduzido de forma multiprofissional, com o protagonismo das áreas assistenciais — como o serviço social e a psicologia hospitalar — e administrativa, por meio do Departamento Jurídico, que desempenham papel central na avaliação, acolhimento e encaminhamento. Identificação de violência Para que esse ecossistema de cuidado e proteção das crianças e adolescentes atendidos funcione com eficácia, a premissa reside na agilidade da identificação de violência por qualquer profissional de saúde, atuando em conjunto e considerando que não é preciso ter certezas ou comprovações jurídicas para se dar início à notificação. O fluxo institucional do HCB foi desenhado a partir do princípio de proteção integral de pessoas menores de idade previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A supervisora do serviço social do HCB, Damares Santos, lembra que a suspeita, por si só, é o gatilho necessário para a ação. “A gente não precisa comprovar ou confirmar que realmente a violência aconteceu”, explica. “A partir de uma suspeita, a gente já dá início ao processo de notificação”. O primeiro profissional a receber o relato ou notar a evidência preenche a ficha de notificação compulsória, um documento que preserva a identidade do notificador e exige o preenchimento detalhado de todos os campos para alimentar o sistema de proteção. A psicologia hospitalar também desempenha um papel fundamental no acolhimento e na escuta qualificada das possíveis vítimas e de suas famílias. “A escuta deve ser cuidadosa, sem induções, respeitando o tempo e a condição emocional da criança”, pontua o psicólogo João Lucas Assunção, do HCB. “A prioridade é preservar sua integridade psíquica e contribuir com informações técnicas que subsidiem a rede de proteção”. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica” Damares Santos, supervisora do serviço social do HCB No cotidiano hospitalar, explica ele, os sinais de alerta e de risco podem surgir de diferentes formas. Algumas situações são identificadas por exames físicos; outras, por mudanças de comportamento, desenhos, brincadeiras ou relatos feitos por crianças e adolescentes durante o vínculo com as equipes da unidade de saúde. “Às vezes, o paciente consegue estabelecer uma relação de confiança com um profissional e verbaliza o que está acontecendo; em outros casos, o comportamento já desperta atenção da equipe”, relata o psicólogo. “A gente vai fortalecendo esse vínculo e trabalhando com a criança ou adolescente, ou mesmo com o familiar, para que eles consigam compreender o que estão vivendo e possam acessar apoio.” Atuação coordenada O HCB possui fluxos próprios para lidar com quaisquer suspeitas de violência e violações de direitos que possam causar impactos e sequelas à saúde dos pacientes atendidos. “A violência também precisa ser notificada, da mesma forma que outras doenças e agravos à saúde”, lembra Damares Santos. “O hospital não atua apenas no atendimento clínico”, detalha a gestora. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica.” A produção de informações qualificadas é o que permite ao poder público mapear o crescimento das demandas e estruturar políticas públicas direcionadas e eficientes para o combate e tratamento dessas situações. “Se a gente não notificar, o Estado não sabe que precisa cuidar disso”, pontua Damares. Assim, a notificação interna cumpre um papel estratégico na saúde coletiva, servindo de base para o planejamento de ações de prevenção e assistência em larga escala. A notificação compulsória de violência do HCB não tem a atribuição de ser um registro de ocorrência policial: seu objetivo é o monitoramento epidemiológico e geração de dados quantitativos e qualitativos; além de configurar uma evidência importante para o acionamento dos equipamentos públicos de proteção da infância. Conforme dados do serviço social da unidade de saúde, de 2024 a 2025, houve a redução de aproximadamente 35,8% no número de notificações de violência a pacientes atendidos no HCB; no entanto, de janeiro a março deste ano, 35% das notificações de violência contra os pacientes se referem a situações de abandono e negligência; e outros 30% de ordem psicológica e moral. “Nós só procuramos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece com aquela família” Priscila Lima, gerente jurídica do Hospital da Criança A partir da formalização da suspeita de violência, o hospital adota dois caminhos simultâneos e complementares para garantir a segurança da criança ou do adolescente. No primeiro, o serviço social e a psicologia hospitalar encaminham a ficha de notificação compulsória ao Serviço de Vigilância Epidemiológica do HCB, que se encarrega de encaminhá-la ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), responsável pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória. O segundo caminho foca a proteção imediata e direta do paciente, mobilizando o departamento jurídico do hospital para acionar os órgãos externos competentes. “Nós só procuramos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece com aquela família”, explica a gerente jurídica do hospital, Priscila Lima. A articulação com a rede de proteção externa é o que viabiliza a interrupção do ciclo de violação de direitos, pois o ambiente hospitalar não possui o escopo para conduzir investigações ou acompanhamentos sociais de longo prazo. “Quando acontece a situação de violência, a gente não tem nem braço, nem expertise para poder atender o caso em toda sua complexidade e especificidade; por isso é que a gente precisa fazer esse contato com a rede de proteção da infância, porque ela tem instituições que são específicas para tratar de violência”, enfatiza Damares Santos. Esse acionamento ocorre de maneira territorializada, ou seja, o caso é direcionado para equipamentos públicos próximos à residência da família, como o Conselho Tutelar e as unidades dos centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav), de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado. Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde” João Lucas Assunção, psicólogo do HCB O hospital mantém um canal de comunicação imediato com órgãos essenciais, por meio do qual aciona instituições como a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde 2022, o HCB possui um Termo de Colaboração com a 1ª Vara da Infância e Juventude (VIJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que visa dar celeridade na comunicação de casos suspeitos e à criação de mecanismos de proteção dos pacientes e famílias. Para Priscila Lima, a interlocução que o HCB conduz, de forma estruturada e contínua com outras instituições, assegura que as autoridades competentes disponham das informações necessárias para a defesa dos direitos dos pacientes atendidos, incluindo o afastamento do possível agressor, o acompanhamento familiar e a responsabilização criminal, quando necessário. Conscientização e vigilância coletiva A educação em saúde é outro foco do HCB, que busca orientar pais, mães, responsáveis e cuidadores sobre a importância da prevenção. Para João Lucas Assunção, é fundamental que as famílias estejam atentas a mudanças bruscas no comportamento das crianças, como isolamento excessivo, regressão de marcos do desenvolvimento, medo inexplicável de pessoas específicas ou alterações no padrão de sono, comunicação e alimentação. [LEIA_TAMBEM]O olhar atento para essas situações faz parte da compreensão de que saúde infantil envolve aspectos físicos, emocionais e sociais. Violências e violações de direitos impactam diretamente a adesão ao tratamento, a recuperação clínica e a qualidade de vida dos pacientes. “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado”, ressalta o psicólogo. “Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde”. Os especialistas do hospital recomendam que, diante de qualquer suspeita de abusos contra crianças e adolescentes, é importante não silenciar. A atuação responsável da sociedade, aliada ao trabalho técnico das instituições, é determinante para interromper situações de violência e garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento infantil. Os profissionais lembram ainda que o Disque 100 é um serviço nacional gratuito e anônimo, disponível para qualquer pessoa que presencie ou suspeite de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de qualquer telefone fixo ou móvel (celular). *Com informações do Hospital da Criança de Brasília
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Seminário debate sobre os direitos da criança e do adolescente
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) foi palco, nesta quinta-feira (17) para o I Seminário de Direitos da Criança e do Adolescente, promovido pela equipe de Serviço Social da unidade. O objetivo do evento foi discutir o papel da rede intersetorial na garantia da proteção aos direitos da criança e do adolescente. “Este evento representa um marco importante na busca do fortalecimento das políticas públicas e voltadas para a defesa do direito das nossas crianças e adolescentes. A infância e a adolescência são fases cruciais da vida, nas quais a proteção e o cuidado são essenciais para garantir o desenvolvimento saudável e a plena cidadania. E, para que essa proteção se concretize, o trabalho articulado entre os diferentes setores, especialmente profissionais do serviço social, é imprescindível” Luciana Guimarães Gomes, gerente Multiprofissional do HRSM “Este evento representa um marco importante na busca do fortalecimento das políticas públicas e voltadas para a defesa do direito das nossas crianças e adolescentes. A infância e a adolescência são fases cruciais da vida, nas quais a proteção e o cuidado são essenciais para garantir o desenvolvimento saudável e a plena cidadania. E, para que essa proteção se concretize, o trabalho articulado entre os diferentes setores, especialmente profissionais do serviço social, é imprescindível”, explica a gerente Multiprofissional do HRSM, Luciana Guimarães Gomes. Segundo ela, o Serviço Social, com seu compromisso com a justiça social, tem sido uma peça-chave na luta por direitos, garantindo que as vozes dos mais vulneráveis sejam ouvidas e que as políticas públicas se tornem efetivas na promoção do bem-estar e da proteção da infância e da juventude. Além disso, destaca que o simpósio oferece a oportunidade de aprofundar as discussões, compartilhar experiências e, sobretudo, renovar o compromisso com a promoção de um futuro mais seguro para as crianças e adolescentes. Representando o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Pauleana Nunes destacou em sua fala a importância de que todos os segmentos estejam juntos pela mesma causa. “Que a gente entenda que a proteção do direito da infância e da juventude é um dever de todos, não só das famílias, mas também dos profissionais que atendem, que atuam nos serviços públicos, dos profissionais que atuam nas redes, todas elas, sejam privadas, não governamentais e governamentais. É um dever de toda a sociedade”, afirma. Durante o evento, houve apresentações culturais da Vila das Crianças, poesia declamada e grupo Grafite Zero Cinco. Também houve a apresentação de dança do Instituto Mãos Solidárias. Os participantes ficaram encantados com a desenvoltura das crianças | Foto: Divulgação/IgesDF A assistente social e conselheira tutelar da Asa Sul, Nathália Vieira, abordou em sua palestra os direitos da criança e do adolescente e o papel da rede intersetorial na garantia da proteção e promoção desses direitos. Em dados apresentados por ela, segundo o Censo Demográfico de 2023 do IBGE, 12 milhões de crianças no Brasil vivem sem acesso ao esgoto. “A gente não precisa ir muito longe, mas a região de Santa Luzia, na Estrutural, essa é uma realidade constante e fica apenas a 15 ou 20 minutos de distância do Lago Sul, cidade com o maior renda per capita do Brasil. Segundo a Unicef, no mundo, cerca de 600 milhões de crianças e adolescentes irão viver em áreas de extrema escassez de água até 2040, isso é fortíssimo. A criança nem nasceu, ela já está predestinada a não ter água, vale muito a reflexão sobre a desigualdade. É necessário fazer algo pela pauta da criança e do adolescente, que é a pauta da união”, afirma. Durante o evento, houve apresentações culturais da Vila das Crianças, poesia declamada e grupo Grafite Zero Cinco. Também houve a apresentação de dança do Instituto Mãos Solidárias. Os participantes ficaram encantados com a desenvoltura das crianças. Defesa da criança e do adolescente Ocorreu ainda uma palestra sobre o papel da Vara da Infância e da Juventude do DF na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Ministrada pela assistente social Cristiane Rodrigues e a psicóloga Maíra Cristina de Lima, ambas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Elas abordaram principalmente a importância da rede de proteção e quais casos em que os profissionais de saúde necessitam judicializar. “O esforço da rede é evitar o acolhimento de crianças e adolescentes em instituições porque, apesar de lá elas estarem protegidas pela lei, quebra-se o vínculo, na maioria das vezes com o berço familiar”, destaca Maíra. Segundo a ex-chefe do Serviço Social do HRSM, Lidiany Azevedo, o evento foi mais para falar sobre os direitos da criança e adolescente e para também trazer o que é responsabilidade do profissional de saúde. “O HRSM é um hospital referência na pediatria e também no materno infantil. A gente lida com violência física, sexual e psicológica contra a criança e adolescente, é uma demanda corriqueira nossa aqui, né, e aí a gente precisa que todo mundo entenda qual é a sua parte nessa proteção, trazer a responsabilidade de cada um para atuar na rede intersetorial”, explana. Naiara Félix é assistente social da pediatria e conta que, infelizmente, o HRSM recebe crianças que já vêm de um contexto muito frágil, muito vulnerável e, muitas vezes, elas só encontram algum tipo de refúgio e proteção dentro do hospital, que é onde os profissionais acionam a rede para que elas tenham os direitos garantidos. Já Marina Magalhães, assistente social da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) e Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin), informou que vários órgãos da Justiça, como Ministério Público, da Educação, Conselho Tutelar, assistentes sociais que atuam em diversas áreas, foram reunidos para debater a pauta tão importante, que é a garantia do direito da criança e do adolescente, não só no contexto hospitalar, mas no todo. “Queremos falar sobre a proteção, de casos de negligência e pensar propostas, como que a gente pode fazer, tanto no âmbito do serviço social dentro do hospital, para proteger, para essa garantia de direito dessas crianças, como no todo”, conclui. Ao final do seminário ocorreu uma mesa redonda para debater várias questões acerca do tema. Também houve sorteio de brindes para os participantes e um coffee break. *Com informações do IgesDF
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Prorrogado o prazo para a seleção estudantil da UnDF
As inscrições para o Processo Seletivo Estudantil 2024 da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes/UnDF foram prorrogadas até o dia 19 de maio. Interessados em participar devem fazer a inscrição exclusivamente pela internet no endereço deste link. O novo cronograma da seleção está disponível no site da universidade. O processo seletivo deste ano oferece 620 vagas distribuídas em um total de 14 cursos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com o edital, a seleção dos candidatos será feita com base na nota de uma das últimas cinco edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023. A nota a ser considerada ficará a critério do candidato. Para o processo seletivo deste ano são ofertadas 620 vagas distribuídas entre os seguintes cursos: Pedagogia, Matemática, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, Gestão Ambiental, Produção Cultural, Serviço Social, Gestão Pública e Gestão da Tecnologia da Informação. Há vagas também para as cinco novas graduações lançadas pela UnDF: Letras-Inglês, Atuação Cênica, Letras-Português, Dança e Ciência da Computação. Confira a tabela completa da oferta e distribuição dos cursos. O edital foi publicado no dia 22 de abril e, segundo a norma, os candidatos poderão concorrer nas modalidades ampla concorrência (30% das vagas) e sistemas de cotas. “Neste ano de 2024, teremos a reserva de 40% das vagas destinadas aos estudantes que tenham cursado integralmente os ensinos fundamental e médio em escola pública. Vamos reservar, ainda, 30% das vagas para pessoas com deficiência, pessoas negras (pretas e pardas), indígenas e quilombolas”, detalha João Felipe de Souza, presidente da Comissão Permanente de Processo Seletivo para o Ingresso de Estudantes – COPSIE. Todas as informações e formulários sobre o processo seletivo estudantil para ingresso nos cursos de graduação da UnDF no segundo semestre de 2024 estão disponíveis no site https://www.universidade.df.gov.br/edital-1o-2024/. Serviço Prorrogadas as inscrições para a seleção estudantil da UnDF – Novo prazo: até 19/05/2024 – Link da inscrição: https://academico.undf.edu.br/core/selecao_simplificada – Dúvidas sobre a seleção estudantil deverão ser encaminhadas para o e-mail: selecao@undf.edu.br – Acesso ao edital e formulários: https://www.universidade.df.gov.br/edital-1o-2024/ – Perguntas e Respostas sobre a seleção estudantil: https://www.universidade.df.gov.br/perguntas-e-respostas-processo-seletivo-estudantil-2/ *Com informações da UnDF
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Profissionais do HRSM participam de curso sobre direitos da criança
Os colaboradores de vários setores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) participaram, nesta quinta-feira (8), do curso Direitos do bebê e da criança e amamentação na assistência de enfermagem, promovido pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP). O objetivo do encontro, promovido no auditório do hospital, foi esclarecer os profissionais da área de enfermagem sobre os direitos do bebê e da criança no âmbito do serviço social, além de sensibilizar os colaboradores sobre a importância da amamentação e seu papel na proteção da saúde do bebê e da criança. “As inscrições do curso estão abertas e estamos convidando todos os nossos colaboradores a se capacitarem, pois ainda haverá outras três turmas. Os próximos cursos serão na própria DIEP”, explicou Milta Silva, assistente social e uma das palestrantes do curso. Além do curso realizado nesta quinta (8), haverá outras três turmas nos dias 19, 22 e 29 de fevereiro | Foto: Jurana Lopes/IgesDF Além dos direitos dos bebês e das crianças, a amamentação foi um tema bastante explorado. Foram citados todos os benefícios do aleitamento materno, tanto para os recém-nascidos como para as mães, as fases do leite materno, o papel dos profissionais da enfermagem na hora de acalmar o bebê e as mães durante o processo de amamentação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Nós, da enfermagem, somos essenciais na hora de incentivar as mães a amamentarem seu bebê, ajudá-las e orientá-las com relação aos benefícios do leite materno tanto para seu bebê quanto para outros recém-nascidos. Também contribuímos neste processo quando prevenimos fissuras através da pega correta do bebê”, destacou a enfermeira intensivista neonatal e pediátrica Luiza Melo, que ministrou uma parte da capacitação. O curso tem duração de três horas e será emitido certificado para quem realizá-lo. As próximas turmas vão ocorrer nos dias 19, 22 e 29 de fevereiro na DIEP, localizada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). *Com informações do IgesDF
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Acolhimento de Gestantes tira dúvidas de mulheres em visita a hospital
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) promoveu nesta quinta-feira (1º) o Acolhimento de Gestantes do mês de fevereiro, uma visita guiada às instalações da unidade de saúde com todas as gestantes que fazem pré-natal na região administrativa e que têm indicação de realizarem o parto na unidade. O Acolhimento de Gestantes no HRSM ocorre na primeira quinta-feira de cada mês, sempre das 14h às 18h, e é ofertado a todas as gestantes de Santa Maria ou que possuem indicativo de fazerem o parto na unidade | Foto: Jurana Lopes/IgesDF A visita é voltada para gestantes acima de 30 semanas e acompanhantes que provavelmente estarão presentes no dia do parto. Além de conhecerem as principais partes do bloco materno-infantil do HRSM, todos participaram de uma palestra no auditório. “A palestra é realizada com nossa equipe multidisciplinar e explica todo o serviço ofertado e assistência prestada aqui no HRSM para mães e bebês. Por isso, realizamos a palestra com a equipe multidisciplinar para tirar todas as dúvidas”, explica a chefe do Centro Obstétrico, Priscila Lana Farias. [Olho texto=”“Aqui, explicamos para elas que temos vários profissionais disponíveis para ajudá-las com o processo de amamentação e até mesmo incentivamos a doação de leite materno. O Banco de Leite do HRSM atende qualquer paciente que esteja com dificuldades ou dúvidas”” assinatura=”Maria Helena Santos, chefe do Serviço do Banco de Leite Humano” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Durante a palestra no auditório do HRSM, as gestantes e acompanhantes tiveram esclarecimentos das equipes da Farmácia, Nutrição, Psicologia, Centro Obstétrico, Fisioterapia, Serviço Social, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Maternidade e Banco de Leite Humano. “Aqui, explicamos para elas que temos vários profissionais disponíveis para ajudá-las com o processo de amamentação e até mesmo incentivamos a doação de leite materno. O Banco de Leite do HRSM atende qualquer paciente que esteja com dificuldades ou dúvidas”, destaca a chefe do Serviço do Banco de Leite Humano do HRSM, Maria Helena Santos. Para as gestantes, a tarde pelos corredores do Hospital Regional de Santa Maria foi bastante produtiva. Nathally Mendes, de 20 anos, está com 32 semanas e acredita que o acolhimento fez toda a diferença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Tive meu primeiro filho aqui e não teve essa visita. Faz muita diferença estar aqui antes de ganhar neném e saber como será meu parto. Agora sei que tem equipe de fisioterapeuta para acompanhar no parto, as equipes do Banco de Leite pra ajudar nos casos do bebê não pegar o peito direito. Esse hospital é excelente”, afirma. A futura vovó e acompanhante Deusuita Santos aprovou o acolhimento. “Eu gosto muito deste hospital, é todo mundo muito alegre, atendem todas as pessoas direitinho, com respeito. Quando meu outro neto nasceu não tivemos essa visita. Mas, agora que teve, eu gostei muito porque esclareceu bastante. Agora virei ser acompanhante novamente e sabendo muito mais coisas”, destaca. O Acolhimento de Gestantes ocorre na primeira quinta-feira de cada mês, sempre das 14h às 18h, e é ofertado a todas as gestantes de Santa Maria ou que possuem indicativo de fazerem o parto na unidade. *Com informações do IgesDF
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Serviço social do HRSM ajuda idoso a voltar para a família após 30 anos
A equipe do serviço social do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), além de ajudar os pacientes que precisam de orientações sobre benefícios sociais e melhoria da condição de vida por meio das políticas sociais, realiza um trabalho de escuta e acolhimento. Foi com o trabalho das assistentes sociais da enfermaria do serviço de clínica médica do HRSM que a história de José (nome fictício), de 85 anos, tomou um rumo diferente. Sem contato com a família há mais de 29 anos, ele vivia nas ruas do Distrito Federal em situação de vulnerabilidade social. O empenho da equipe do serviço social do HRSM foi elogiado pela família de José, idoso que estava há 30 anos longe da família | Foto: Jurana Lopes/ IgesDF Por cerca de dez anos, ele recebeu o apoio de um bancário, no Setor Comercial Sul, mas desde 2021 ele desapareceu e o bancário decidiu fazer um boletim de ocorrência na Polícia Civil. Em 15 de novembro de 2023, José foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento do Riacho Fundo desorientado. As equipes do SAMU o encontraram andando no meio dos carros e o levaram até a unidade. Depois de alguns dias internado, em 23 de novembro, ele foi transferido para a clínica médica do HRSM. “José chegou completamente desorientado e com quadro de infecção urinária. Cuidamos dele e entramos em contato com a Polícia Civil para vir até aqui colher as impressões digitais e conseguir fazer a identificação dele”, relata a assistente social do serviço de clínica médica do HRSM, Edileia Santana. Após descobrir a identidade de José, por meio do nome da mãe dele e do local de nascimento, a equipe do serviço social entrou em contato com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Formiga (MG), cidade natal do idoso. Por fim, a esquipe conseguiu encontrar a família dele. Depois foram retirados novos documentos para o idoso. [Olho texto=”“Nosso trabalho é desafiante porque estamos num hospital e estamos limitados. Fazer um idoso retornar para a família depois de quase 30 anos é um desfecho muito feliz”” assinatura=”Edileia Santana, assistente social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Nosso trabalho é desafiante porque estamos num hospital e estamos limitados. Precisamos de ajuda externa, nem sempre existe um suporte imediato. Mas, quando tudo acaba bem é gratificante. Fazer um idoso retornar para a família depois de quase 30 anos é um desfecho muito feliz”, afirma Edileia. Segundo a assistente social, em alguns casos os familiares se recusam a aceitar a pessoa de volta e o hospital encaminha o paciente a uma instituição, o que evita a ida do paciente para a rua. A família de José ficou muito feliz e satisfeita com a dedicação e empenho da equipe do serviço social do HRSM. José sofre de demência e necessita de acompanhamento médico contínuo com psiquiatra e neurologista, além de cuidados 24h por dia. No dia 18 de janeiro, ele recebeu alta hospitalar e foi levado para Minas Gerais pela família. Atuação [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os assistentes sociais atuam no campo das políticas públicas com o objetivo de viabilizar os direitos dos indivíduos nas mais variadas expressões do cotidiano. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), atualmente, são 22 assistentes sociais distribuídos nos seguintes setores: Unidade de Terapia Intensiva adulto (UTI); clínica cirúrgica; ortopedia; clínica médica; maternidade; retaguarda; unidade de cuidados prolongados pediátricos (UCPPed); Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN); Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN); pediatria; centro obstétrico; pronto-socorro adulto e infantil; e ambulatório. *Com informações do IgesDF
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Serviços e opções de lazer no feriado de Proclamação da República
Nesta quarta-feira, dia 15 de novembro, é celebrada a Proclamação da República. A data marca a derrubada da monarquia no Brasil, com a assinatura do Decreto 1° pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Por conta do feriado, o funcionamento de alguns órgãos e serviços do Governo do Distrito Federal (GDF) sofrerá mudanças. Veja, a seguir, o que abre e o que fecha na capital do país. Os serviços de urgência e emergência da Secretaria de Saúde (SES-DF) estarão disponíveis à população com funcionamento normal | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Saúde No feriado da Proclamação da República, os serviços de urgência e emergência da Secretaria de Saúde (SES-DF) estarão disponíveis à população com funcionamento normal. As unidades básicas de saúde, ambulatórios e farmácias de alto custo não abrem neste dia 15, mas retomam o atendimento na quinta-feira (16). Confira o funcionamento dos equipamentos de saúde. ? Samu: Atendimento 24 horas, pelo telefone 192 ? Emergências: As emergências dos hospitais regionais, as unidades de pronto atendimento (UPAs) e a Casa de Parto de São Sebastião atendem de forma ininterrupta, em plantão 24h ? Emergência odontológica: A emergência odontológica do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) funciona em plantão 24h, de forma ininterrupta, inclusive no feriado. Saiba mais sobre o serviço de saúde bucal no site da SES-DF ? Unidades básicas de saúde: As UBSs estarão fechadas na quarta (15) e voltam a atender normalmente na quinta (16), a partir das 7h. Localize sua UBS de referência no Infosaúde ? Vacinação: O serviço não funcionará no feriado. Já na quinta (16), as salas de vacina abrem normalmente. Acesse a lista completa dos locais de atendimento no site da secretaria ? Ambulatórios e policlínicas: Não abrem na quarta (15), atendendo normalmente na quinta (16) ? Farmácias de alto custo: As unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, conhecidas como Farmácias de Alto Custo, fecham no feriado, mas voltam a atender normalmente na quinta (16). Acesse mais informações no site da SES-DF ? Caps: Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do tipo III e os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas III (Caps AD III) funcionarão de forma ininterrupta. Os Caps tipos I e II, o Caps AD II e o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi) não abrem no feriado, voltando a atender normalmente na quinta (16). Localize seu Caps de referência aqui ? Serviço Veterinário Público do Distrito Federal: O Hvep estará fechado na quarta (15), mas volta a atender na quinta (16), das 8h às 17h Os centros de Referência de Assistência Social (Cras), de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e de Convivência (Cecon) fecham no feriado da Proclamação da República | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília ?Serviço Social Os centros de Referência de Assistência Social (Cras), de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e de Convivência (Cecon) fecham no feriado da Proclamação da República. Já o Centro Pop, Unidades de Acolhimento, Unidade de Proteção Social (UPS) e Central de Atendimento funcionarão normalmente, sem interrupção. Por fim, apenas os restaurantes comunitários do Recanto das Emas, do Pôr do Sol, de Planaltina e de Arniqueira atenderão nesta quinta. Os demais estarão fechados. ?Forças de segurança ? Polícia Militar: Trabalha 24 horas por dia, sem interrupção, com esquema especial nos locais de realização de eventos ? Polícia Civil: Todas as 31 delegacias circunscricionais da Polícia Civil (PCDF) funcionarão em regime de plantão ininterrupto, assim como as duas delegacias de Atendimento à Mulher (Deam I e II) e as duas delegacias da Criança e do Adolescente (DCA I e II). Funcionam como Centrais de Flagrante as seguintes unidades: 1ª DP, 5ª DP, 6ª DP, 12ª DP, 13ª DP, 15ª DP, 16ª DP, 18ªDP, 20ª DP, 21ª DP, 24ª DP, 26ª DP, 27ª DP, 30ª DP e 33ª DP ? Corpo de Bombeiros Militar: O serviço de emergência da corporação funcionará 24 horas, ininterruptamente ? Departamento de Trânsito: Não haverá atendimento ao público nas unidades do Detran-DF. Os servidores que atuam na educação, engenharia e fiscalização de trânsito trabalharão em regime de escala normal. Os serviços online, disponíveis por meio do aplicativo Detran Digital e do Portal de Serviços do Detran-DF, funcionarão normalmente ? Defesa Civil: O atendimento será em regime de plantão. Em caso de qualquer intercorrência, o cidadão pode acionar pelos telefones 193 ou 199 Não haverá atendimento presencial nos conselhos tutelares, no Centro Integrado 18 de Maio e nos Núcleos do Programa Pró-Vítima | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Justiça e Cidadania A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) informa que não haverá atendimento presencial nos conselhos tutelares, no Centro Integrado 18 de Maio e nos Núcleos do Programa Pró-Vítima, bem como nas unidades do Na Hora e do Procon. As demandas urgentes dos conselhos tutelares podem ser registradas pelo telefone 125, contato do Cisdeca. Já as urgências do Centro Integrado 18 de Maio serão atendidas pelo telefone (61) 9 8314-0636, das 8h às 20h. Por fim, os Núcleos do Programa Pró-Vítima funcionarão em regime de plantão pelo número (61) 9 8314-0620. ?Transporte O Metrô-DF funcionará conforme a tabela de feriado, de 7h às 19h. O mesmo ocorre com os ônibus, que vão rodar nos horários praticados em domingos/feriados – para consultar quais são, basta acessar o site DF no Ponto DER-DF? De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), as operações de mobilidade na Estrada Parque Ceilândia (DF-095/Estrutural), na Estrada Parque Contorno (DF-001), no trecho entre os viadutos de Samambaia e Pistão Sul, e na BR-070 não serão realizadas. Além disso, não haverá expediente no Setor de Multas e Penalidades e Protocolo. Já o Eixão do Lazer, no Eixo Rodoviário (DF-002), estará liberado para o público, das 6h às 18h, e fechado ao trânsito de veículos no mesmo período. O Zoológico de Brasília funcionará normalmente na quarta (15), das 8h30 às 17h (a bilheteria fecha às 16h30). O Planetário de Brasília também não terá mudanças no atendimento e receberá o público das 7h às 19h30 | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília Lazer O Zoológico de Brasília funcionará normalmente na quarta (15), das 8h30 às 17h (a bilheteria fecha às 16h30). O Planetário de Brasília também não terá mudanças no atendimento e receberá o público das 7h às 19h30. O Jardim Botânico de Brasília também abrirá as portas para visitação pública em horário normal, das 9h às 17h (com entrada permitida até às 16h30). A entrada é gratuita para pedestres e ciclistas entre 7h30 e 8h50. ??Cultura Segundo a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), estarão abertos o Centro Cultural Três Poderes e o Espaço Oscar Niemeyer, das 9h às 17h; o Memorial dos Povos Indígenas, das 9h às 17h; o Espaço Cultural Renato Russo, das 10h às 20h (exceto a Gibiteca); o Museu Nacional da República, das 9h às 18h30, o Cine Brasília, seguindo a programação normal de exibições; e o Complexo Cultural de Planaltina, das 9h às 17h. ?Estarão fechados o Eixo Cultural Ibero-Americano, o Centro de Dança, o Complexo Cultural de Planaltina e a Biblioteca Pública de Brasília. Ceasa A Ceasa funcionará normalmente. Os Pavilhões Permanentes abrem das 4h30 às 17h; o Mercado Livre do Produtor atende de 4h30 às 12h; e o Mercado Orgânico, das 6h às 12h. Apenas a Central Flores estará fechada. BRB? As agências do banco estarão fechadas na quarta (15), voltando a funcionar na quinta (16) em horário normal, das 11h às 16h. Já o mirante da Torre de TV abrirá normalmente, das 9h às 18h45, tanto no feriado, quanto no restante da semana. O Jardim Botânico de Brasília também abrirá as portas para visitação pública em horário normal, das 9h às 17h (com entrada permitida até às 16h30) | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília Água e energia A Caesb informa que não haverá expediente no dia 15 de novembro, assim como não haverá atendimento nos escritórios e postos do Na Hora. As equipes de manutenção seguirão trabalhando em regime de plantão. O aplicativo da Caesb, o site e o telefone 115 funcionarão 24 horas por dia, sem interrupções. Por meio dos canais virtuais, é possível solicitar revisão ou segunda via de contas, alteração de titularidade e vencimento de conta, verificação do consumo de água, consulta de protocolos, parcelamento de débitos, pedido para 1ª ligação ou religação de água, autoleitura, ressarcimento de danos, solicitação de manutenção de redes. A concessionária Neoenergia comunica que os serviços presenciais não estarão disponíveis na Proclamação da República. Os canais digitais para atendimento seguem disponíveis, a qualquer hora do dia, pelo WhatsApp (61) 3465-9318, pelo aplicativo da empresa, por meio da Agência Virtual e pelo telefone 116. ?Limpeza urbana Não haverá alterações no funcionamento dos equipamentos do órgão, segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Parques O Instituto Brasília Ambiental informa que todas as unidades de conservação administradas pela autarquia funcionam normalmente nesta quarta (15). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] ? Parque Ecológico do Anfiteatro Natural do Lago Sul: das 6h às 18h ? Parque Ecológico de Águas Claras: das 5h às 22h ? Parque Ecológico Areal: das 6h às 18h ? Parque Ecológico da Asa Sul: das 6h às 20h ? Parque Distrital das Copaíbas: das 8h às 18h ? Parque Ecológico Cortado: das 6h às 20h ? Monumento Natural Dom Bosco: das 6h às 20h ? Parque Ecológico Ezechias Heringer: das 6h às 22h ? Parque Recreativo do Gama: das 6h às 18h ? Parque Ecológico do Lago Norte: das 6h às 18h ? Parque Ecológico do Paranoá: das 6h às 18h ? Parque Ecológico Península Sul: das 6h às 22h ? Parque Ecológico do Riacho Fundo: das 6h às 18h ? Parque Ecológico Saburo Onoyama: das 6h às 18h ? Parque Ecológico Sucupira: das 6h às 20h ? Parque Ecológico Três Meninas: das 7h às 18h ? Parque Ecológico Veredinha: das 6h às 22h ? Parque Ecológico Olhos d’Água: portão principal das 5h30 às 20h e portões laterais das 6h às 18h
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Quebra de sigilo em entrega de bebê para adoção voluntária acarretará multa
O vazamento de informações em processo de entrega voluntária de bebês para adoção terá também penalidades administrativas no DF. O Governo do Distrito Federal (GDF) sancionou a Lei nº 7.282/2023, que impõe multas de até R$ 20 mil em caso de descumprimento das medidas que asseguram o direito da gestante ao sigilo. A decisão de entrega voluntária da criança para adoção é um procedimento legal. De acordo com o disposto na legislação, de autoria do deputado distrital Robério Negreiros, os serviços de saúde e de assistência social públicos e privados são obrigados a manter o sigilo das informações. Isso vale tanto para situações em que a gestante optou pela entrega antes do parto quanto para decisões logo após o nascimento do bebê. A lei sancionada reforça que as mulheres grávidas sejam tratadas com cordialidade e urbanidade por todos os profissionais envolvidos durante o parto e no processo de entrega do bebê | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Descumprir a medida acarretará em processo administrativo em caso de denúncia, que pode ser feita pela gestante, familiar ou pessoa que tenha conhecimento do ocorrido. As multas partem de R$ 5 mil e chegam a R$ 20 mil, em caso de reincidência. Caso haja uma terceira infração, o local pode sofrer uma suspensão da licença distrital para funcionamento de até 30 dias. O valor das multas é revertido em favor da vítima e pode ser elevado em até dez vezes, caso se verifique que será ineficaz. As penas não se aplicam a órgãos e empresas públicas, já que, nesses casos, os responsáveis são punidos de acordo com a Lei Complementar nº 840/2011, que determina penalidades administrativas na esfera pública. Atendimento humanizado [Olho texto=”“O sigilo é importante, pois resguarda o direito da mulher, uma vez que não se trata de um crime, a preservando de julgamentos por parte da equipe e de outros pacientes”” assinatura=”Priscila Nolasco de Oliveira, gerente de Serviço Social da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] No âmbito da saúde pública, os profissionais exercem um papel primordial, pois precisam acolher o desejo da mãe pela entrega e prestar as orientações necessárias para que o procedimento ocorra de forma humanizada, explica a gerente de Serviço Social da Secretaria de Saúde (SES), Priscila Nolasco de Oliveira. “É importante que qualquer profissional que atenda gestantes esteja sensibilizado e informado sobre o tema”, afirma. “Isso porque a entrega de bebês em adoção ainda é um tabu na sociedade e tem efeitos emocionais e sociais para a mulher e para o bebê. O sigilo é importante, pois resguarda o direito da mulher, uma vez que não se trata de um crime, a preservando de julgamentos por parte da equipe e de outros pacientes”, destaca. A lei sancionada pelo GDF segue as diretrizes de outras normativas já consolidadas, como o artigo 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei nº 13.509/2017, que reassegura o direito e determina que a mãe ou gestante seja encaminhada à Justiça da Infância e da Juventude para o correto procedimento da entrega voluntária. Orientações para profissionais da saúde Documento elaborado pela SES, em colaboração com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), reúne orientações técnicas sobre o procedimento de entrega para adoção voluntária. Para os profissionais de saúde, é determinado que a gestante – ao falar sobre o interesse pela entrega do bebê para adoção voluntária – seja acolhida, avaliada e acompanhada em relação aos aspectos socioemocionais. Caso confirme o desejo, ela deve ser encaminhada à Vara da Infância e Juventude. A lei sancionada pelo GDF segue as diretrizes de outras normativas já consolidadas, como o artigo 19 do ECA e a Lei nº 13.509/2017 | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde Essa comunicação é necessária para que a mulher tenha um atendimento com uma equipe multidisciplinar que, além de proteger os direitos dela, garanta a proteção à criança. “Este acompanhamento é fundamental para evitar o que é conhecido como ‘adoção à brasileira’, em que ocorre a entrega direta da criança a terceiros de forma indiscriminada”, pontua a gerente de Serviço Social da pasta. Além disso, a cartilha destaca que a equipe da maternidade não pode comentar o assunto em voz alta na frente de outras pacientes e pessoas da equipe que não precisam saber da informação. O sigilo está previsto para evitar que a mulher seja assediada, maltratada e/ou julgada por colaboradores da instituição, outras pacientes e acompanhantes. No Distrito Federal, a gestante é acompanhada pela Seção de Colocação em Família Substituta da Vara da Infância e da Juventude, que desde 2006 tem um programa de acompanhamento a gestantes. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Universidade do DF divulga a oferta de quatro novos cursos
A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) publicou no Diário Oficial do DF a aprovação e a autorização da oferta de cursos inéditos para a instituição. São eles: serviço social, tecnologia em produção cultural, sistemas de informação, e engenharia de software. Além destes, a UnDF já havia divulgado, nesta semana, a criação do curso de gestão ambiental e do Programa de Assistência Estudantil (PAE/UnDF). [Olho texto=”“É importante que os estudantes de ensino médio e demais interessados da sociedade civil atentem-se aos cronogramas e calendários que o Ministério da Educação está pactuando para essas seleções”” assinatura=”Simone Benck, reitora pro tempore da UnDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Com isso, a instituição já conta com sete cursos que se somam às graduações em medicina e enfermagem, ministrados na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), e aos cursos superiores em tecnologia da gestão pública (CSTGP) e tecnologia em gestão da tecnologia da informação (CSTGI), ambos desenvolvidos na Escola Superior de Gestão (ESG). Essas graduações recebem certificação da UnDF, no âmbito distrital, como preconizado pela Lei nº 987. O curso de pedagogia, também anunciado recentemente, já pode ser conferido na página do e-MEC. A sua missão é promover a formação qualificada de profissionais que atuem junto ao desenvolvimento infantil na educação básica, alicerçada em uma perspectiva inovadora e inclusiva. As aulas deste e dos demais cursos estão previstas para começarem em julho, com a semana de acolhimento aos estudantes. Não haverá cobrança de mensalidade na UnDF e o ingresso se dará por meio da utilização da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além de outras propostas da universidade relacionadas ao recorte por notas. “É importante que os estudantes de ensino médio e demais interessados da sociedade civil atentem-se aos cronogramas e calendários que o Ministério da Educação está pactuando para essas seleções”, explica a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck. As aulas na UnDF estão previstas para começarem em julho, com a semana de acolhimento aos estudantes | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Para que essa oferta ocorra de maneira plena, os professores da UnDF estão sendo selecionados pelo primeiro concurso para a carreira de magistério superior promovido no DF, que encontra-se na quarta e última etapa, da prova de títulos, de caráter classificatório. Serão 350 vagas imediatas e mais 1.050 vagas para cadastro reserva. Política de Assistência Estudantil A resolução que institui a Política de Assistência Estudantil (PAE) da UnDF foi publicada na última semana. A assistência é composta por um conjunto de programas, projetos e ações orientados à democratização do acesso, permanência e ao êxito de estudantes na educação superior pública e de qualidade. Elemento que perpassa os direitos humanos, a assistência estudantil no âmbito da universidade deverá vincular-se ao mundo do trabalho, à cultura, à ciência, ao esporte, ao lazer, à autonomia, aos movimentos sociais e à participação estudantil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em um primeiro momento, serão abertos os editais de auxílio permanência, auxílio transporte para moradores de fora do DF e auxílio creche, todos para estudantes com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. Também está prevista a abertura do edital de iniciação científica e tecnológica para estudantes já matriculados. Cursos e abordagens metodológicas Os cursos promovidos pela UnDF priorizam as necessidades e os problemas locais, abordados na formação profissional, conectados às práticas desenvolvidas no mundo do trabalho, como explica a pró-reitora de Graduação, Alessandra Edver. “Um dos nossos objetivos e desafios no Distrito Federal e na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno, entre muitos outros, é o de dirimir ou diminuir as desigualdades sociais”, destaca. *Com informações da UnDF
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