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Preconceito contra pacientes com HIV ainda afasta pessoas de diagnóstico e cuidado

Mais da metade das pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV, sigla em inglês) no Brasil já enfrentou algum tipo de discriminação ao longo da vida. O estigma pode, muitas vezes, retardar o diagnóstico e o tratamento.  Diagnóstico precoce é crucial para evitar que a pessoa adoeça e transmita o vírus | Fotos: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde "Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV" Fabiana Borges, assistente social da Secretaria de Saúde Entre os 1.275 entrevistados para compor a segunda edição do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV de 2025, 22,8% disseram ter evitado realizar o teste por medo da reação de outras pessoas, enquanto 8,5% deixaram de procurar serviços de saúde após vivenciarem situações de discriminação.  "O preconceito é uma barreira para a adesão ao tratamento antirretroviral e para o acompanhamento no serviço de saúde. Pode romper laços familiares e afetivos, fragilizar a rede de apoio e prejudicar o acesso ao trabalho e ao emprego, apesar de existir legislação relacionada à questão", destaca a assistente social da Secretaria de Saúde (SES-DF) Fabiana Borges.  HIV e aids No Distrito Federal, os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico da SES-DF apontam que foram registrados mais de 3,8 mil casos de HIV entre 2020 e 2024. Nesse período, a maior concentração ocorreu entre pessoas de 20 a 29 anos, faixa etária que representou 42,6% das notificações. Apesar de frequentemente associados, HIV e aids não são a mesma coisa. O HIV é um vírus que destrói as células de defesa T (CD4/CD8), tornando a pessoa vulnerável a doenças e infecções. Já na aids, a pessoa com HIV apresenta, por meio de exame laboratorial, uma contagem de células de defesa T (CD4/CD8) abaixo de 350 por milímetro cúbico de sangue. Somado a isso, o indivíduo passa a ter um conjunto de sintomas ou enfermidades.  Isso significa que a pessoa portadora do HIV, quando diagnosticada cedo e acompanhada adequadamente, não vai, necessariamente, desenvolver a aids, e pode ter uma vida de qualidade. “Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV”, reforça Borges.  Preconceito continua sendo um dos principais desafios no enfrentamento à infecção, uma vez que o estigma gera vergonha e medo em torno do vírus Mitos e públicos Embora os avanços científicos tenham transformado o tratamento do HIV, ainda persistem mitos e informações equivocadas sobre a infecção. O desconhecimento contribui para situações de discriminação em ambientes familiares, sociais e até mesmo nos serviços de saúde. “Ainda existem mentiras reproduzidas há mais de 50 anos. Uma delas é que o vírus só infecta pessoas de determinados grupos populacionais, quando na verdade pode atingir qualquer pessoa, a depender da situação de risco vivenciada”, enfatiza a assistente social.  Ainda de acordo com o boletim da SES-DF, apesar de os casos de HIV e aids serem predominantes entre a população masculina do DF, observou-se que as mulheres são as mais afetadas pelo adoecimento e óbitos por aids. O dado sugere, segundo o documento, a hipótese de diagnóstico mais tardio entre o público feminino, agravando o quadro.   Na rede pública, é possível ter acesso gratuito a preservativos internos e externos, além de testagem rápida, por meio das unidades básicas de saúde (UBSs) Prevenção [LEIA_TAMBEM]A rede pública do DF oferece gratuitamente diferentes estratégias de prevenção e cuidado. Nas unidades básicas de saúde (UBSs), a população tem acesso a preservativos internos e externos, testes rápidos para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de acompanhamento especializado quando necessário. Também estão disponíveis a profilaxia pré-exposição (PrEP), indicada para pessoas com maior risco de exposição ao vírus, e a profilaxia pós-exposição (PEP), utilizada em situações de possível contato com o HIV, como casos de violência sexual ou acidentes ocupacionais. A orientação é que qualquer pessoa sexualmente ativa realize testagens periódicas. O diagnóstico precoce permite iniciar rapidamente o tratamento, proteger a saúde e interromper a cadeia de transmissão do vírus. “Ter medo do desconhecido é normal. A melhor forma de se livrar do medo é saber o que acontece no seu corpo e ter acesso à informação de qualidade e cientificamente comprovada. É importante fazer o teste, saber do diagnóstico e ter a certeza de que o tratamento é muito eficiente, gratuito, com poucos comprimidos ao dia e com direito garantido em lei ao sigilo do diagnóstico”, detalha Borges.   *Com informações da SES-DF  

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Governadora cria SUS Candanga para ampliar consultas e cirurgias

A governadora Celina Leão assinou, nesta quinta-feira (28), o projeto de lei que institui a Tabela SUS Candanga. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) busca fortalecer a saúde pública e ampliar a capacidade de atendimento da rede, uma vez que institui um mecanismo complementar de financiamento e contratação de serviços de saúde. “Com a Tabela SUS Candanga, nós vamos conseguir agilizar os atendimentos, operar mais especialidades e reduzir as filas. Antes, nós levávamos de seis meses a um ano para fazer um credenciamento por especialidade. Agora, a nossa expectativa é diminuir em até 80% a fila da saúde nos próximos seis meses, garantindo mais dignidade e cuidado para a população do Distrito Federal”, afirmou. Celina Leão: "Antes, nós levávamos de seis meses a um ano para fazer um credenciamento por especialidade. Agora, a nossa expectativa é diminuir em até 80% a fila da saúde nos próximos seis meses, garantindo mais dignidade e cuidado para a população do Distrito Federal” | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O programa foi desenvolvido pela Secretaria de Saúde (SES-DF) como uma medida estratégica para reduzir as filas de consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos especializados na rede pública. Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, o programa representa um grande passo na gestão da saúde pública. “Nós precisamos buscar caminhos para não deixar a população sofrendo com o tempo de espera. Com a Tabela SUS Candanga, vamos credenciar a rede privada e acionar esses serviços de forma mais rápida, sem precisar abrir um edital para cada procedimento. Isso vai reduzir o tempo de espera, dar mais equilíbrio às filas e garantir um atendimento mais digno para a população”, destacou.   Rede complementar Por meio desse mecanismo complementar de financiamento e contratação de serviços de saúde, o GDF poderá ampliar os atendimentos por meio de parcerias com instituições privadas e filantrópicas, de forma regulada e transparente. Pelo modelo, a SES-DF poderá realizar contratações complementares quando houver insuficiência comprovada da rede pública ou impossibilidade de ampliação imediata da capacidade própria do Estado. "Com a Tabela SUS Candanga, vamos credenciar a rede privada e acionar esses serviços de forma mais rápida, sem precisar abrir um edital para cada procedimento", destacou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Mais agilidade A iniciativa prevê a criação de uma tabela distrital complementar para determinados procedimentos especializados. O objetivo é corrigir defasagens históricas nos valores praticados pela tabela nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar a capacidade de contratação e execução dos atendimentos. Entre as principais diretrizes do programa estão a redução do tempo de espera na regulação e o fortalecimento da capacidade operacional da rede pública. O programa também prioriza especialidades com maior demanda reprimida. Controle público A regulamentação do SUS Candanga estabelece critérios técnicos para credenciamento das unidades parceiras, metas de atendimento, parâmetros assistenciais e fluxos de regulação. O programa ainda prevê acompanhamento institucional permanente, com divulgação de informações no Portal da Transparência, avaliação periódica dos resultados assistenciais e fiscalização dos quantitativos realizados.

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UBS 3 de Sobradinho promove força-tarefa com exames, contraceptivos e prevenção

Neste sábado (16), a Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 de Sobradinho, localizada na Nova Colina, promoveu uma força-tarefa com diversos serviços de saúde voltados à família. A ação ofereceu exame preventivo, inserção de dispositivo intrauterino (DIU) e implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (implanon), testes rápidos, além de cadastro para exames, como mamografia, e inserção na lista de cirurgias de laqueadura e vasectomia. Louise Soares, enfermeira da família da UBS 3 de Sobradinho: “O sábado é mais abrangente para muitas pessoas que trabalham no meio da semana” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF O objetivo foi ampliar o acesso aos cuidados de saúde, especialmente para pessoas que têm dificuldade de buscar atendimento durante a semana. “O sábado é mais abrangente para muitas pessoas que trabalham no meio da semana”, explicou a enfermeira da família da unidade, Louise Soares. “É um dia em que a unidade se dedica só a esses serviços, então podemos dar uma atenção dedicada aos pacientes”. Alessandra Batista, de 42 anos, reforçou a colocação da enfermeira: “Achei ótima a ação. Fui avisada ontem que ia ter a força-tarefa. Hoje, fiz a prevenção e testes rápidos. Acho importante ser no final de semana para quem trabalha, porque durante a semana é muito difícil”. Implanon Contraceptivo Implanon, de longa duração, apresentou grande procura na unidade de saúde  Um dos destaques da iniciativa foi a inserção do implanon, método contraceptivo de longa duração que tem apresentado alta procura na unidade. Ao longo da ação, a equipe se organizou para fazer o procedimento em até 30 mulheres. “O implanon é uma excelente opção de contracepção”, explicou a enfermeira Juliana Lemos. “Muitas pacientes têm elogiado e relatado que o implante é menos incômodo e a inserção e a eficácia são muito boas.” [LEIA_TAMBEM]Denise Soares, 41, optou pelo método após investigação médica. “Estava realizando os exames para colocar o DIU, porque sentia muita cólica e sangramento”, contou. “Investigando, descobri uma endometriose. Então, me explicaram que era um bom método e pode tratar as cólicas muito intensas”. Após o procedimento, que durou cerca de cinco minutos, Denise aprovou a experiência: “Maravilhoso, não senti nada”.  Atualmente, o implanon é ofertado a meninas e mulheres de 14 a 49 anos e segue alguns critérios de prioridade, como grupos de maior vulnerabilidade social, indígenas, imigrantes, refugiadas, privadas de liberdade, profissionais do sexo e residentes em áreas rurais. Também estão incluídas mulheres com condições de saúde específicas, como HIV/Aids, tuberculose multirresistente, endometriose profunda, entre outros. “Hoje, o implanon também nos auxilia a controlar a busca pela fila de laqueadura”, enfatizou a enfermeira Louise Soares. Maria Clara Damasceno, 21 anos, escolheu esse dispositivo após experiências com outros métodos aos quais não se adaptou. “Eu usei o DIU por um tempo, mas senti muitos efeitos colaterais, cólica, sangramento, e ele saiu do lugar umas três vezes; então, optei por trocar por ele”, disse.   *Com informações da Secretaria de Saúde        

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Família em Ação chega ao Recanto das Emas neste sábado (27)

Após a estreia em Taguatinga, no último sábado (20), a Secretaria da Família e Juventude (SEFJ-DF) leva o projeto Família em Ação ao Recanto das Emas para mais um dia de lazer e convivência, neste sábado (27), a partir das 10h. O evento ocorrerá na Quadra 406 e os interessados em participar devem preencher formulário de inscrição online para facilitar a organização. O Família em Ação oeferece serviços de saúde, lanche e atividades para as crianças, incluindo brinquedos infláveis | Foto: Divulgação/SEFJ-DF De acordo com o secretário da SEFJ-DF, Rodrigo Delmasso, a iniciativa nasceu da percepção de que as famílias têm sofrido os impactos da rotina moderna e da interferência do uso excessivo de telas. "A pobreza de tempo, embora menos visível, é igualmente prejudicial para as famílias. Ela se refere à dificuldade que muitos pais, especialmente as mulheres, enfrentam em conciliar trabalho e cuidados com os filhos, idosos e outros dependentes. Muitas vezes, a jornada dupla de trabalho remunerado e doméstico deixa pouco ou nenhum tempo para descanso, lazer e para a convivência familiar saudável. Essa sobrecarga afeta diretamente o bem-estar dos membros da família e pode contribuir para o estresse, o desgaste emocional e até mesmo para a desestruturação familiar", analisou. Durante o Família em Ação, são oferecidos serviços de saúde, lanche e atividades para as crianças, incluindo brinquedos infláveis e outras atrações. Confira abaixo a programação nas próximas regiões: Recanto das Emas • Dia: 27/9 • Horário: 10h às 14h • Local: Quadra 406 • Inscrição aqui Guará II • Dia: 28/9 • Horário: 8h às 12h • Local: QE 40, Rua 02, Lote 7, Polo de Moda • Inscrição aqui Santa Maria • Dia: 4/10 • Horário: 9h às 13h • Local: CL 101 Lote A – Santa Maria Sul • Inscrição aqui [LEIA_TAMBEM]São Sebastião • Dia: 5/10 • Horário: 10h às 13h • Local: Rua Bela Vista, Casa 181 • Inscrição aqui Samambaia • Dia: 11/10 • Horário: 9h às 13h • Local: QS 108 Sul, CL 1, Lote 1 • Inscrição aqui Sobradinho • Dia: 11/10 • Horário: 9h às 13h • Local: Quadra 14, Área Especial 32 • Inscrição aqui Ceilândia • Dia: 12/10 • Horário: 9h às 13h • Local: QNM 28, Área Especial • Inscrição aqui Planaltina • Dia: 19/10 • Horário: 9h às 13h • Local: Via WL 04, Lote P – Setor Educacional • Inscrição aqui Sobradinho • Dia: 25/10 • Horário: 9h às 13h • Local: Área Especial 02, Quadra 08 • Inscrição aqui Itapoã • Dia: 26/10 • Horário: 9h às 13h • Local: Quadra 02, Conjunto O, Lote 37 • Inscrição aqui Recanto das Emas • Dia: 8/11 • Horário: 10h às 14h • Local: QD 310, Lote 05 • Inscrição aqui Arniqueira • Dia: 15/11 • Horário: 10h às 14h • Local: ADEAR, CJ 02 – Canteiro Arniqueira • Inscrição aqui *Com informações da Secretaria da Família e Juventude (SEFJ-DF)

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Unidades de pronto atendimento agilizam socorro à população e ampliam acesso a serviços de saúde

O atendimento ágil e preciso da unidade de pronto atendimento (UPA) do Gama foi essencial para que o comerciante João Idelfoncio do Amorim, 66 anos, sobrevivesse a um infarto. “Quando cheguei, já tinha infartado havia três dias. Achava que eram dores normais. Aqui, foi tudo muito rápido”, revela ele, que hoje tem três pontes de safena e não ficou com sequelas. “Moro no Novo Gama. Cheguei aqui em 20 minutos e pouco depois já estava sendo atendido, passando pelos exames e depois pelo tratamento. Salvaram a minha vida, agradeço por terem construído uma coisa tão boa para nós”. A construção das novas UPAs, como a do Gama, cumpriu determinação do governador Ibaneis Rocha para desafogar os prontos-socorros e os ambulatórios dos hospitais da rede pública da capital | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A UPA do Gama foi uma das sete unidades inauguradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2021. Os equipamentos foram construídos em pontos estratégicos de Brazlândia, Ceilândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Riacho Fundo II e Vicente Pires. R$ 139 milhões Investimento na construção de sete novas UPAs O empenho deste GDF mais do que dobrou o número de espaços disponíveis – antes havia apenas seis estabelecimentos – fortalecendo o acesso da população a serviços de saúde. Todas oferecem atendimento 24 horas com estrutura com aparelho de raio-X, eletrocardiograma, laboratório de exames e leitos de observação. A construção das novas UPAs cumpriu determinação do governador Ibaneis Rocha para desafogar os prontos-socorros e os ambulatórios dos hospitais da rede pública da capital federal, com investimento de mais de R$ 50,3 milhões em obras, mobiliário hospitalar e maquinários. A atenção à saúde dos cidadãos é um dos temas destacados na série de reportagens Esta é a Nossa História. Os depoimentos coletados pela Agência Brasília mostram como os projetos executados por este governo melhoraram a vida de pessoas e comunidades inteiras nos últimos anos. “Salvaram a minha vida, agradeço por terem construído uma coisa tão boa para nós”, destacou João Idelfoncio Além de João Idelfoncio, outro exemplo da eficácia do pronto atendimento oferecido pelas UPAs é o empresário Lúcio Eduardo Carvalho, 43. “Tive um infarto no dia 1º de novembro de 2024. Cheguei aqui com quadro bem grave, sentindo muitas dores. Mas como a UPA do Gama tem um protocolo para atendimentos cardíacos, tudo foi muito rápido e logo eu estava sendo medicado. Isso salvou a minha vida”, conta. Todos os exames necessários para o diagnóstico do infarto, bem como a medicação e internação relacionada à doença, foram disponibilizados pela unidade. “A UPA fica em um local de fácil acesso e a poucos minutos da minha casa. Depois que cheguei, em 40 minutos eu já estava medicado. A rapidez foi muito importante”, disse. Este foi o segundo atendimento de Lúcio no espaço. Na primeira vez, o desconforto era renal. “Sempre que preciso, sou bem-atendido. Esse investimento melhorou muito a qualidade de vida da população”. “Cheguei aqui com quadro bem grave, sentindo muitas dores. Mas como a UPA do Gama tem um protocolo para atendimentos cardíacos, tudo foi muito rápido e logo eu estava sendo medicado”, afirma Lúcio Eduardo Carvalho Segundo o coordenador de enfermagem da unidade, Otávio Maia dos Santos, são promovidos cerca de 5 mil atendimentos por mês. “Temos uma equipe multiprofissional, composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas, oferecendo um cuidado amplo ao paciente”, afirma. “Essa UPA faz a diferença não só para o Gama, mas também para Santa Maria e para a população da Ride, que são os municípios ao redor do DF que procuram atendimento aqui”. Para ampliar ainda mais a cobertura de saúde, este GDF construirá mais sete novas UPAs, estrategicamente em Água Quente, Arapoanga, Guará, Sol Nascente/ Pôr do Sol, Estrutural, Taguatinga Sul e Águas Claras. Nenhuma dessas regiões dispõem dos equipamentos atualmente. A medida atende a crescente demanda por serviços de saúde em cidades com grande densidade populacional e mobiliza investimento de R$ 139 milhões. O aviso de licitação para a execução das obras foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) em agosto do ano passado. Quando procurar Enquanto os hospitais realizam atendimento de alta complexidade e as unidades básicas de saúde (UBSs) são voltadas à atenção primária, as UPAs são definidas como estabelecimentos de saúde de nível secundário, ou seja, atendem os casos de emergência e urgência. Os equipamentos estão ligados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), com funcionamento 24 horas, todos os dias da semana. Cada uma é equipada com salas verde, amarela e vermelha, conforme quadro clínico dos pacientes, sala de classificação de risco e consultórios. Os cidadãos devem procurar a UPA em caso de parada cardiorrespiratória, dor no peito – dor cardíaca, falta de ar – dificuldade para respirar, convulsão, vômitos ou diarreias que não param, vômitos com sangue, dor abdominal de moderada a grave, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, queda súbita de pressão, elevação de pressão arterial a partir de 160×100 mmHg, dor aguda, alergia severa (coceira e vermelhidão intensa pelo corpo), envenenamento e tentativa de suicídio, entre outros motivos. Acesse aqui o endereço e telefone para contato de cada unidade.

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Distrito Federal compartilha experiência sobre gestão de custos e recursos com outros estados

A Secretaria de Saúde (SES-DF) tem compartilhado experiência exitosas com outros estados sobre gestão de custos e recursos visando aperfeiçoar o Sistema Único de Saúde (SUS). Nessa quarta-feira (12), equipes da SES-DF apresentaram o processo de implantação de gestão de custos a representantes da Secretaria de Saúde de Minas Gerais (MG). O DF é reconhecido nacionalmente como referência na gestão de custos nos três níveis de atenção – primário, especializado e hospitalar – e com mais de 200 unidades de custos apurados no ApuraSUS. O subsecretário de Planejamento em Saúde da SES-DF, Rodrigo Vidal, destaca que “a gestão eficiente dos custos em saúde é essencial para garantir que cada real investido seja utilizado da melhor forma possível, permitindo uma análise mais precisa sobre onde e como os recursos são aplicados.” Nesta quarta (12), equipes da SES-DF apresentaram o processo de implantação de gestão de custos a representantes da Secretaria de Saúde de Minas Gerais | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Um dos projetos-pilotos do Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC), do Ministério da Saúde, foi na SES-DF, em 2010. O diretor de Monitoramento e Avaliação em Custos em Saúde, Guilherme Carvalho, destacou que nos últimos 15 anos a pasta tem trabalhado na implementação do programa, que fomenta a utilização mais eficiente dos recursos. “Isso permite conhecer melhor como é o custo, como está sendo o gasto, qual o nível de necessidade de cada atenção de forma detalhada”. Para Felipe Galgani, superintendente de Planejamento e Finanças da SES-MG, além de adquirir mais conhecimento sobre gestão de custos, o encontro é uma forma de manter uma linha de comunicação aberta para ambas as partes. “Estamos aqui para pensar em quais camadas precisamos acrescentar. Também esperamos manter um diálogo aberto para ser contatado pela SES-DF, quando quiserem, ser um ambiente de troca”, reforçou. Gestão de recursos A SES-DF apresentou evolução de 55,7% de faturamento de média e alta Complexidade, partindo do valor médio em 2018 de R$ 30,5 milhões para R$ 47,5 milhões mensais em 2024 A SES-DF também tem transmitido conhecimento à Controladoria-Geral do Piauí (CGE-PI) sobre gestão de recursos do SUS, visando aprimorar a governança e os controles internos no Estado do Piauí. Os resultados da colaboração foram apresentados ao secretário de Saúde do Piauí, Antônio Luiz Soares, no último mês. Realizados no final de 2024, os encontros abordaram o Plano de Recuperação do Faturamento, implementado desde 2018 na saúde do DF. O plano foi crucial para a melhora contínua do faturamento da SES-DF nos últimos anos e permitiu a extrapolação do teto da Média e Alta Complexidade (Teto MAC), facilitando o pleito de aumento desse teto junto ao Ministério da Saúde (MS). Nos últimos anos, a SES-DF apresentou evolução de 55,7% de faturamento de média e alta Complexidade, partindo do valor médio em 2018 de R$ 30,5 milhões para R$ 47,5 milhões mensais em 2024. Esse mecanismo é um dos principais instrumentos de recursos do SUS e define os valores destinados ao financiamento federal de procedimentos médicos mais especializados, como consultas, cirurgias, internações e exames. O diretor da Unidade de Controladoria da CGE do Piauí, Kilmer Távora, ressaltou as expectativas em relação ao trabalho realizado: “Esperamos aprimorar os procedimentos relacionados à gestão do SUS no estado, aumentando o controle e o volume de recursos recebidos do Ministério da Saúde, reduzindo a dependência do Tesouro Estadual. Isso permitirá direcionar mais investimentos para a própria Saúde ou para outras áreas prioritárias”. Ampliação do Teto MAC O Teto MAC, um dos principais mecanismos de financiamento do SUS, define os repasses do Ministério da Saúde para serviços de média e alta complexidade. Para aumentá-lo, é necessário ampliar os serviços e comprovar a necessidade de mais recursos, considerando fatores como expansão da rede, aumento na produção e mudanças nos critérios de financiamento. Segundo o diretor de Controle de Serviços de Saúde da SES-DF, Eduardo Vaz, a redução de glosas, otimização dos registros, atualização do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e fortalecimento da auditoria foram fundamentais para o aumento do Teto MAC no DF. Além disso, a habilitação de 96 novos leitos de UTI e a inauguração de centros especializados contribuíram para essa ampliação. O subsecretário de Planejamento em Saúde da SES-DF, Rodrigo Vidal, destaca que a estratégia de recuperação do faturamento possibilitou mais recursos para internações, cirurgias, exames e tratamentos especializados, reduzindo a sobrecarga do orçamento local e fortalecendo o SUS no DF. *Com informações da SES-DF  

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Ação de Dia das Mulheres do GDF leva serviços de saúde e beleza à comunidade feminina do Paranoá

Localizado no Paranoá, o Núcleo do Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), foi palco de um evento especial para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Nesta segunda-feira (10), cerca de 90 mulheres da comunidade tiveram a oportunidade de receber diversos serviços gratuitos de cuidados pessoais. Além da área de estética, a ação também focou no atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica com assistência jurídica e ofertou serviços de saúde como a aferição de pressão e checagem da glicemia das participantes. Mulheres do Paranoá tiveram acesso, nesta segunda (10), a serviços gratuitos de beleza e de saúde| Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A iniciativa, chamada “Momento da Beleza”, faz parte do projeto Papo Delas e contou com a participação de voluntárias e profissionais que ofereceram serviços como manicure, limpeza de pele, corte de cabelo, hidratação, design de sobrancelhas, entre outras atividades. Além dos atendimentos, o encontro serviu como um espaço de acolhimento e troca de experiências entre as mulheres, reforçando a importância do autocuidado e do fortalecimento da autoestima. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, afirmou que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem uma programação de atenção e recepção das mulheres durante todo o ano, que se fortalece durante eventos especiais e temáticos que buscam mais parceiros para o trabalho realizado. Ela ressaltou, ainda, que o Núcleo do Direito delas do Paranoá tem um atendimento alto por ser uma região em vulnerabilidade, onde a atuação do Estado é importante. “Para que a gente consiga chegar nessas mulheres, a gente traz uma roda de conversa e oferece vários serviços. E muitas vezes, através dessa busca ativa, a gente consegue identificar ciclo de violência em mulheres que nem se reconhecem como vítimas. A partir desse momento a gente inicia um tratamento, uma orientação e um acolhimento para que essa mulher possa se fortalecer emocionalmente e romper com o ciclo da violência”, observou a gestora. Valorização e autoestima “Muitas vezes, através dessa busca ativa, a gente consegue identificar ciclo de violência em mulheres que nem se reconhecem como vítimas. A partir desse momento a gente inicia um tratamento, uma orientação e um acolhimento”, diz a secretária Marcela Passamani “Me sinto muito empoderada e com valor. Você vê que não é qualquer outra coisa que passou na vida que te define, mas sim o que você está vivendo e adquirindo agora. Então estou muito feliz, valorizada e grata por essa oportunidade”. Esse foi o sentimento da confeiteira Eline Nascimento de Sousa, 41, que aproveitou o evento para fazer a sobrancelha e as unhas, além de também fortalecer a rede de contatos. “Tem pessoas que conhecemos para aumentar o leque de clientes e de amizades, então foi bom para acrescentar na vida mesmo”, completou. Uma das cabeleireiras voluntárias, Goreti Fernandes, 41, destacou a satisfação de participar da ação em prol das mulheres: “É muito satisfatório poder ajudar o próximo e ser bem-recebida por essas guerreiras maravilhosas. Sair do nosso salão para atendê-las é uma gratidão, estou muito feliz pelo convite. É muito gratificante ver o sorriso no rosto delas e o maior motivo de participar, porque levanta a autoestima delas e a nossa como profissionais”. Goreti Fernandes foi uma das cabeleireiras voluntárias na ação no Paranoá: “É muito gratificante ver o sorriso no rosto delas” Após aferir a pressão e checar a glicemia na área destinada à saúde do evento, a cuidadora de idosos Genilda Maria Oliveira, 46, disse ter ido para homenagear o Dia das Mulheres e ficou animada com as diversas opções de atendimento oferecidas no local. “Acho que muitas mulheres merecem essas possibilidades que tivemos hoje. É uma ação que gostei bastante em um lugar muito interessante que eu não conhecia, apesar de morar aqui no Paranoá a vida toda”, detalhou. As ações são realizadas em 11 núcleos localizados em Ceilândia, Estrutural, Guará, Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Gama e Samambaia. Direito Delas O programa Direito Delas foi criado pela Sejus-DF para atender vítimas diretas, que são mulheres em situação de violência e seus familiares, crianças e adolescentes de 7 a 14 anos vítimas de estupro e vítimas de crimes contra a pessoa idosa. A iniciativa oferece atendimentos social, psicológico e jurídico em nove núcleos existentes, sendo um em cada cidade: Ceilândia, Estrutural, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas e Samambaia.  

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Moradoras do Sol Nascente recebem serviços de saúde

Em uma ação conjunta entre a Secretaria de Saúde (SES-DF), a Secretaria da Mulher (SMDF) e o Serviço Social do Comércio (Sesc), a população feminina do Sol Nascente teve acesso a diversos serviços. Durante quinta (20) e sexta-feira (21), as equipes promoveram vacinação, testagem rápida contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), distribuição de kits odontológicos e preservativos, além de orientações.  Rosângela Maia se vacinou, fez teste rápido e usufruiu dos serviços de beleza: “Nunca tinha participado de eventos assim, e gostei bastante” | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde “É gratificante ter essa disponibilidade e ver a oferta dos serviços”, avaliou a gerente da Unidade Básica de Saúde (UBS) 10 de Ceilândia, Elisangela Santos. Além da equipe da UBS 10, profissionais das UBSs 1 e 16 de Ceilândia também atuaram na iniciativa. Outros serviços disponibilizados foram design de sobrancelhas, maquiagem, orientações jurídicas e marcar exames e consultas pelo Sesc. Rosângela Maia, 41, foi aos dois dias de evento. No primeiro, agendou consultas e exames. No segundo, aproveitou o intervalo entre as consultas para se vacinar e fazer a testagem rápida. “Nunca tinha participado de eventos assim, e gostei bastante”, contou. “Hoje me vacinei, porque ontem não tive tempo, e já já vou realizar o teste rápido”. Ela também aproveitou os serviços de beleza. “Viu que vou sair daqui até mesmo com um penteado novo?”, brincou. Enquanto aguardava a consulta ginecológica, a moradora do Sol Nascente Lina Pereira, 45, tomou vacina e pegou um kit odontológico. “Vim principalmente para ver o ginecologista, mas quero fazer a limpeza de pele também se der tempo”, relatou. A subsecretária de Promoção das Mulheres da SMDF, Renata D’Aguiar, agradeceu o papel da SES-DF no evento: “É uma pasta que está sempre presente, e temos gratidão pelo apoio. Afinal, com a saúde, a gente conquista tudo. Sinto que essa parceria vem para fortalecer as mulheres”. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Guia de Acolhimento aos Migrantes, Refugiados e Apátridas orienta sobre serviços de saúde

O Distrito Federal conta agora com um Guia de Acolhimento aos Migrantes, Refugiados e Apátridas sobre os serviços públicos de saúde. O objetivo é apresentar, direcionar e orientar essas pessoas acerca de seus direitos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O lançamento foi feito pela Secretaria de Saúde (SES-DF), durante a II Conferência Nacional de Migração (Comigrar), realizada nesta semana pela Universidade de Brasília (UnB). Equipe da Secretaria de Saúde entregou cartazes com QR Code para baixar o guia em idiomas como francês, inglês, crioulo haitiano e espanhol | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O guia traz várias orientações de como tirar o Cartão Nacional de Saúde (CNS), onde se vacinar, fazer prevenções e/ou atividades que promovam o bem-estar. Além de apresentar esses detalhes, a equipe da pasta também entregou QR Code para baixar o documento em idiomas como francês, inglês, crioulo haitiano e espanhol – os mais encontrados no território. Os cartazes de acesso ficarão expostos nas unidades básicas de saúde (UBSs). A versão em português pode ser lida neste link. “É também uma maneira de sensibilizar os profissionais de saúde sobre o tema. Primeiro porque o Brasil é favorável à vinda de estrangeiros. Segundo porque, como as crenças, o idioma e a cultura são diferentes, muitas vezes é difícil entender o tratamento e a orientação médica”, explica a representante da Gerência de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais (GASPVP), Ana Cristina Sampaio. “O apoio da Secretaria de Saúde foi muito importante quando cheguei. Sinto muita facilidade em acessar o que preciso”, relata a venezuelana Yajaira Del Carmen, há cinco anos no Brasil Como forma de aprofundar o assunto entre os profissionais da rede, há previsão de um seminário em 2025. “Já temos apoio de vários organismos internacionais como a Organização Mundial de Saúde e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), entre outros”, acrescenta Sampaio. A conferência abriu espaço também para uma feira de empreendedorismo, realizada por migrantes. No espaço, a venezuelana Yajaira Del Carmen exibiu artesanatos de crochê. Ela vive há cinco anos no Brasil e utiliza o SUS. “O apoio da SES-DF foi muito importante quando cheguei aqui e também enquanto me estabeleço. Faço tratamento de tireoide e nas costas. Sinto muita facilidade em acessar o que preciso”, relata. O guia foi elaborado para apresentar, direcionar e orientar estrangeiros acerca dos serviços públicos de saúde no DF Há dez anos a massoterapeuta Odete Nduwayezu saiu do Burundi, na África, para pousar em terras brasileiras. “Sinto-me em casa e amada em Brasília. Na pandemia, adoeci sozinha, mas cuidaram de mim e me deram lugar para ficar até me recuperar”, conta. Direito resguardado A Lei de Migração garante, em condição de igualdade a brasileiros, o direito de acesso à assistência pública, nos termos da lei, sem discriminação em razão da nacionalidade e da condição migratória. Segundo a norma, o atendimento deve ser feito mesmo sem os documentos de identificação. No entanto, para esse fim, estrangeiros podem utilizar: passaporte, Registro Nacional de Estrangeiros (RNE) e documento oficial de identificação emitido pelo país de origem. Dados do Sistema de Registro Nacional Migratório (Sismigra) apontam que, até 2023, havia quase 1,7 milhão de migrantes registrados no País. Desse quantitativo, cerca de 25 mil estão no Distrito Federal, sendo de 149 nacionalidades distintas. *Com informações da SES-DF  

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Sábado (21) de festa, vacinação e saúde para a população do Jardim Botânico

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) ampliou a oferta de vacinação neste fim de semana, incluindo as comemorações dos 20 anos do Jardim Botânico. Durante o evento, a população teve acesso a orientações sobre saúde bucal, com distribuição de kits odontológicos, e a vacinas do calendário adulto e infantil, exceto a da dengue. Entre os serviços oferecidos também estavam testes rápidos para hepatite B e C, e sessões de auriculoterapia, técnica que auxilia no controle da dor e na redução dos sintomas da ansiedade e depressão. A Secretaria de Saúde do DF disponibilizou 11 profissionais de saúde para vacinar a população no aniversário do Jardim Botânico | Fotos: Divulgação/ Agência Saúde-DF “Trouxemos uma equipe com 11 profissionais para garantir um bom atendimento à população do Mangueiral e assegurar que ninguém fique sem vacina”, afirmou a enfermeira Elaine da Oliveira Ros, que coordenou o estande de imunização. E foi o que fez a aposentada, Adalva Alcoforado, 58 anos, moradora do Jardim Mangueiral, que aproveitou o evento para se vacinar contra a gripe. “Essas ações deveriam acontecer pelo menos uma vez por mês. É maravilhoso ter a saúde e outros serviços que facilitam a vida tão perto de casa”, sugeriu. Outro morador do Mangueiral, Weimar Souza, 37, levou seu filho Felipe Gabriel, de 4 anos, para aproveitar as atividades. “Ele adora escovar os dentes, mas é sempre bom reforçar esse hábito. O evento foi incrível, e facilita muito quando reúnem vários serviços em um só lugar”, afirmou, após receber um kit odontológico. Morador do Mangueiral, Weimar Souza levou seu filho Felipe Gabriel para aproveitar a festa: “O evento foi incrível, e facilita muito quando reúnem vários serviços em um só lugar” A criação oficial do Jardim Botânico como região administrativa ocorreu em 1º de setembro de 2004, por meio da Lei nº 3.435. O nome da cidade faz referência ao Parque Jardim Botânico de Brasília, uma área de preservação ambiental muito frequentada pela população do Distrito Federal. A região ganhou sua primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) em maio de 2021, com capacidade para atender cerca de 24 mil pessoas. O espaço, orçado em R$ 3 milhões, possui 25 salas de atendimento clínico, incluindo serviços de medicina da família, odontologia, vacinação, coleta e triagem. Vacinação domingo  No domingo (22), haverá dois locais de vacinação, em Ceilândia: na 15ª Parada do Orgulho LGBT da cidade, que ocorre no estacionamento da agência do BRB, das 12h às 17h; e na Paróquia Bom Jesus, das 8h às 16h. É importante levar um documento de identidade e a caderneta de vacinação. As equipes da SES-DF vão fazer a atualização vacinal de cada pessoa, conforme o indicado para a faixa etária. Mudança na vacina contra a poliomielite Vale lembrar que a clássica “gotinha” contra a poliomielite (VIP) foi substituída pela vacina inativada, que agora é administrada de forma injetável. Essa mudança tem como objetivo aumentar a eficácia e a segurança do esquema vacinal, com base em critérios epidemiológicos, evidências científicas e recomendações internacionais. *Com informações da Secretaria de Saúde

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