Acolhe DF orienta usuários de drogas sobre acolhimento em comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pessoas de 18 a 59 anos que enfrentam problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e outras drogas, assim como seus familiares, podem procurar o Acolhe DF para receber orientação e conhecer as possibilidades de atendimento disponíveis na rede. Equipe de acolhimento oferece diversas atividades para quem quer se tratar | Foto: Divulgação/Sejus-DF Entre os serviços oferecidos está o encaminhamento para comunidades terapêuticas conveniadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). São espaços de acolhimento residencial temporário destinados a pessoas que, voluntariamente, decidiram buscar ajuda para interromper o uso abusivo de álcool e outras drogas. Durante o período de acolhimento, os usuários participam de uma rotina estruturada de atividades voltadas à recuperação, ao desenvolvimento pessoal e à reinserção social. São oferecidos atendimentos individuais e em grupo, atividades físicas e esportivas, ações recreativas, artísticas, culturais, artesanais, de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Também fazem parte da rotina orientações sobre dependência de substâncias psicoativas, ações de autocuidado e sociabilidade, capacitação e aprendizagem de novas habilidades, além de trabalhos relacionados à organização e manutenção dos espaços coletivos. Relações familiares O atendimento contempla o fortalecimento dos vínculos familiares. As famílias recebem orientação e podem ser encaminhadas a outros serviços da rede pública de saúde e assistência social, de acordo com as necessidades identificadas durante o acolhimento. As comunidades desenvolvem ainda ações voltadas à reinserção social, com atividades de educação, capacitação profissional e preparação para o retorno à convivência familiar e comunitária. O acolhimento é voluntário e não corresponde a uma internação hospitalar. A pessoa precisa manifestar o desejo de participar do processo e formalizar sua decisão. O período de permanência é temporário e segue o plano de atendimento estabelecido para cada acolhido. Para buscar o serviço, o usuário ou seus familiares podem entrar em contato diretamente com o Acolhe DF, que faz a orientação inicial e, no caso de indicação, providencia o encaminhamento para uma das comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF, conforme a disponibilidade de vagas. Acolhe DF → Telefone: (61) 2244-1132 | 2244-1127 → WhatsApp: (61) 98314-0639 → Endereço: Antiga Estação Rodoferroviária *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Santa Maria recebe encontro de mais de 300 participantes do programa Ginástica nas Quadras
Saúde física e mental: esses são os focos do programa Ginástica nas Quadras, fomentado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O programa é composto por professores de educação física da Secretaria de Educação, além de uma equipe multidisciplinar, e tem como objetivo desenvolver atividades físicas que ajudam a evitar doenças ligadas ao sedentarismo, bem como contribuem para a saúde mental e a sociabilidade aos seus participantes. O programa atende atualmente 4.500 pessoas nas 14 regionais de ensino do Distrito Federal | Foto: Mary Leal/SEEDF Em consonância à programação do Agosto Lilás, de enfrentamento à violência contra a mulher, a Coordenação de Santa Maria, em parceria com a Unidade Regional de Educação Básica, organizou, nesta quarta-feira (21), um encontro das participantes do programa Ginástica nas Quadras de Santa Maria, Samambaia e Gama no Ginásio do Centro de Educação Profissional de Santa Maria. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância do Ginástica nas Quadras para a saúde da mulher. “Esse programa não beneficia somente a parte física, mas também a mental, pois garante a essas mulheres que façam atividades físicas, mas que também encontrem ali um espaço de convívio e acolhimento”, ressaltou. Atualmente, o programa atende 4.500 pessoas nas 14 regionais de ensino do Distrito Federal. Uma delas é Domingas Pereira Chaves, 63 anos, moradora de Santa Maria. “Para mim esse programa é saúde física, mental, espiritual e emocional. Apesar da minha idade, eu não sinto dor nenhuma no meu corpo. Eu participo de todas as atividades. Então, eu só tenho que agradecer a Deus por esse programa e pela vida das professoras”, comentou. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e a deputada distrital Jaqueline Silva participaram do evento Professores de Santa Maria e Samambaia animaram o encontro com coreografias dançantes para as mais de 300 alunas presentes e o evento também contou com depoimentos e reflexões sobre a violência contra a mulher. *Com informações da SEEDF
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