Aprovados projetos de requalificação urbana para Asa Norte e SIA
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) aprovou a requalificação do Setor Terminal Norte, no trecho entre as quadras 716 e 916, da Asa Norte. Publicada nesta quinta-feira (9/7) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Portaria nº 105 trata de melhorias na infraestrutura urbana, com foco na mobilidade, na acessibilidade e na qualificação dos espaços públicos utilizados por moradores, comerciantes e frequentadores da região, contemplando uma área de 58.825,97 metros quadrados. Trecho entre as quadras 716 e 916 da Asa Norteterá mais de 4,3 mil metros quadrados de calçadas acessíveis | Foto: Divulgação/Seduh-DF As alterações previstas incluem a ampliação e a readequação das calçadas, bem como a implantação de rampas de acessibilidade e de travessias de pedestres. No total, serão 4.310 metros quadrados de calçadas acessíveis. O projeto contempla ainda a reconfiguração dos estacionamentos, com pavimentação em blocos de concreto e a previsão de 25 vagas para veículos, quatro para motocicletas e seis paraciclos. A proposta também inclui tratamento paisagístico, com o plantio de 21 árvores. Antes da aprovação, a proposta foi analisada pelas concessionárias de serviços públicos. Após a publicação, a iniciativa segue para a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), responsável pela elaboração dos projetos complementares de engenharia. SIA 6.169 m² Extensão prevista de áreas verdes no projeto do SIA Também publicada na quinta-feira, a Portaria nº 107/2026 aprova o projeto de sistema viário que prevê a requalificação dos trechos 5 e 6 do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). A medida amplia a oferta de estacionamento público, buscando viabilizar a redução das ocupações irregulares das vias e a melhoria das condições de mobilidade, segurança e acessibilidade na região. Elaborada pela Administração Regional do SIA, a intervenção prevê a implantação de 173 vagas para veículos, 25 para motocicletas e 20 para paraciclos, além de 4.930 metros quadrados de calçadas acessíveis, 6.169 metros quadrados de áreas verdes e o plantio de 31 árvores, em uma área total de 31.386 metros quadrados. Concluída essa etapa, a Administração Regional do SIA fará a gestão da elaboração dos projetos complementares de engenharia e das demais providências necessárias à execução das obras. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação
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Santa Luzia ganha mais iluminação pública e se prepara para receber asfalto e rede de esgoto
A comunidade de Santa Luzia, na Cidade Estrutural, alcança um novo ciclo de urbanização com a chegada de iluminação pública, rede de esgoto, drenagem e asfalto. Durante visita à região, a governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF), voltado à ampliação da infraestrutura urbana e à melhoria da qualidade de vida de milhares de moradores de uma das áreas mais vulneráveis do DF. Segundo a chefe do Executivo, a expansão da iluminação pública já representa uma transformação concreta para a população, enquanto as demais obras estruturantes começam a avançar. “A Chácara Santa Luzia está sendo transformada. Uma área que não tinha perspectiva de regularização fundiária agora começa a receber melhorias concretas, como iluminação, esgoto, drenagem e, em breve, asfalto”, afirmou Celina Leão. A governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF) | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Transformação urbana Santa Luzia está no centro de um conjunto de intervenções voltadas para urbanização e regularização da comunidade. A implantação da rede de esgoto e da drenagem vai melhorar as condições sanitárias e reduzir problemas históricos relacionados ao escoamento da água da chuva. Já a futura pavimentação chegará em breve para melhorar a mobilidade local, facilitando o deslocamento de moradores, pedestres e veículos, especialmente em períodos chuvosos, quando as vias sofrem com lama e erosão. Para a governadora, as obras simbolizam um novo momento para a região. “As melhorias não chegam sozinhas. Chegam com infraestrutura, com dignidade e com a perspectiva de um futuro melhor para as famílias que vivem aqui”, reforçou Celina Leão. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno Iluminação pública A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) já iniciou a implantação do novo sistema de iluminação em LED na comunidade. Ao todo, serão instalados cerca de 750 postes, em investimento de aproximadamente R$ 700 mil. A governadora ressaltou que essa era uma demanda histórica da comunidade: “É uma alegria para essa população que esperava há anos ter iluminação pública, ou seja, poder chegar em casa sem estar no escuro”. Segundo o presidente da CEB IPes, Elie Chidiac, parte da instalação já foi concluída e a expectativa é finalizar toda a comunidade nos próximos dias. “São 750 postes e um investimento na ordem de R$ 700 mil. Esperamos que entre 20 e 30 dias toda a comunidade esteja completamente iluminada”, afirmou. De acordo com ele, a nova iluminação vai ampliar a sensação de segurança e melhorar o cotidiano de trabalhadores, estudantes e famílias da região: “Isso, certamente, vai trazer qualidade de vida, sensação de segurança e bem-estar para a população”. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno. “A iluminação, sobretudo, trará segurança. As pessoas muitas vezes são obrigadas a voltar para casa à noite, depois do trabalho ou de outras atividades, e a escuridão traz insegurança muito grande”, destacou. Segundo ele, a intervenção também beneficiará os frequentadores da igreja, cujas celebrações ocorrem à noite. “Mesmo para participar das missas, as nossas celebrações são à noite. Para poderem se deslocar de casa até a igreja e depois voltar, eles terão mais proteção estando iluminados”, completou.
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Guará inicia obra de urbanização na QE 34 com foco em acessibilidade e mobilidade
Com apoio da Administração Regional do Guará, a Novacap deu início, nesta segunda-feira (23), a uma obra na QE 34 do Guará II que vai promover melhorias estruturais em uma das áreas mais movimentadas da região. Os serviços serão executados em uma área de aproximadamente 2.500 metros quadrados, com investimento de R$ 225 mil. Mobilidade, segurança e qualidade de vida são os focos dos trabalhos, reivindicados por meio de abaixo-assinado dos moradores | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará A obra atende a uma demanda que a comunidade vem discutindo há mais de 15 anos, formalizada por meio de abaixo-assinado de moradores e comerciantes da região. O local concentra intensa atividade econômica, além de escolas e igrejas, e passará por uma reforma completa, com foco na mobilidade urbana, segurança e qualidade de vida. Entre as melhorias previstas estão a construção de calçadas acessíveis, implantação de meios-fios, instalação de quebra-molas, plantio de árvores e conclusão do estacionamento, com sinalização completa do espaço com destinação de vagas para motocicletas, idosos e pessoas com deficiência. “É mais qualidade de vida para a população”, avalia o administrador do Guará, Artur Nogueira. [LEIA_TAMBEM]Os recursos para a execução da obra são originários do orçamento da própria Administração Regional do Guará. A descentralização do crédito para a Novacap foi formalizada por meio da Portaria Conjunta nº 05, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na semana passada. A medida garante mais agilidade na execução dos serviços. O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, também enfatiza a importância da intervenção: “Estamos atuando para garantir mais acessibilidade, organização e segurança, atendendo uma demanda antiga da comunidade com uma solução definitiva e estruturante”. Nesta primeira etapa, os trabalhos incluem a preparação do terreno e execução das estruturas iniciais. A intervenção será feita de forma gradual, com a etapa final dedicada ao plantio de novas árvores nativas do Cerrado. *Com informações da Administração Regional do Guará
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Distrito Federal ultrapassa 218 mil árvores plantadas desde 2019 e amplia meta até 2027
Brasília é historicamente marcada pela concepção de cidade-parque, com áreas verdes integradas ao desenho urbano. Nos últimos anos, essa característica vem sendo reforçada com a ampliação do plantio de mudas em todas regiões administrativas. A Novacap plantou mais de 218 mil árvores desde 2019 em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. O volume consolida uma política contínua de arborização urbana ao longo das duas últimas gestões e já conta com nova etapa contratada para nova etapa de expansão até 2027. Segundo o engenheiro florestal Matheus Marques Dy Lá Fuente Gonçalves, assessor do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, o acumulado mais recente supera 280 mil mudas produzidas no período, considerando plantios executados e contratos encerrados. O viveiro da Novacap abriga mudas de mais de 130 espécies | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O programa de arborização desde 2019 atingiu mais de 280 mil mudas. Agora fechamos novos contratos para execução em 2026 e 2027. A ideia é expandir. A gente saiu de 100 mil mudas e quer alcançar 200 mil neste próximo ciclo”, afirma Lá Fuente. A produção é majoritariamente própria, realizada nos viveiros da Novacap. Cerca de 97% das mudas são originadas de sementes coletadas no Distrito Federal e em expedições técnicas ao Cerrado, em Goiás e Minas Gerais. O viveiro trabalha atualmente com mais de 130 espécies. "A gente tem uma diversidade muito grande aqui. Cada espécie tem sua peculiaridade, seu tempo, seu recipiente adequado”, explica o engenheiro. As mudas permanecem entre oito meses e um ano em cultivo antes do plantio definitivo. Nesse período passam por rustificação, processo que as prepara para vento, variação térmica e estresse hídrico. “Elas ficam aqui amadurecendo, se adaptando. Quando vão para o campo, já estão aptas”, comenta. Entre as espécies mais plantadas estão o ipê-branco (Tabebuia roseo-alba), o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) e a pitangueira (Eugenia uniflora) Entre as espécies mais plantadas estão o ipê-branco (Tabebuia roseo-alba), o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) e a pitangueira (Eugenia uniflora). A diretriz atual prioriza espécies do bioma Cerrado ou adaptadas ao ambiente urbano. “O nosso norte hoje é priorizar espécies do Cerrado, mas entendendo que é arborização urbana. Não é recriar o campo natural no meio da quadra. A gente precisa se adaptar ao contexto da cidade.” Aprendizados de seis décadas de arborização O planejamento arbóreo da capital passou por revisões técnicas ao longo de mais de seis décadas. Espécies antes utilizadas deixaram de integrar o planejamento urbano à medida que novos estudos e experiências de campo indicaram ajustes necessários. Matheus Marques Dy Lá Fuente Gonçalves: "O nosso norte hoje é priorizar espécies do Cerrado, mas entendendo que é arborização urbana" A espatódia (xixi de macaco), por exemplo, deixou de ser utilizada devido ao impacto sobre as abelhas. O guapuruvu saiu do planejamento urbano por risco estrutural elevado. “São aprendizados de décadas. Hoje a gente evita espécies que dão problema de manutenção ou têm impacto ambiental negativo”, afirma o especialista. O modelo também evoluiu na forma de plantio. Quadras antes formadas por blocos homogêneos passaram a receber maior diversidade, reduzindo vulnerabilidades e custos de manejo. Desafio técnico: solo urbano, pragas e manutenção A etapa de plantio é apenas o início do ciclo. Nos dois primeiros anos, período considerado crítico para o pegamento da muda, a taxa técnica de perda aceitável varia entre 10% e 30%, com meta ideal próxima de 15%. O principal gargalo é o controle de formigas, especialmente em áreas onde o solo original do Cerrado foi alterado durante a urbanização. “Tem área que a gente perde mais de 50%. Em outras, não perde nada. Às vezes são dois quarteirões de distância. O nosso maior desafio hoje são as formigas”, revela o engenheiro. Após o período inicial, a gestão entra em fase de manutenção arbórea, que envolve podas programadas, controle fitossanitário e monitoramento estrutural. A arborização urbana exige acompanhamento permanente e contratos específicos para garantir segurança e qualidade paisagística. Planejamento e participação da população Qualquer pessoa pode pedir o plantio de árvores em sua região por meio dos canais oficiais do GDF O pedido de plantio de árvores nas ruas e praças pode partir dos próprios cidadãos. Qualquer pessoa pode registrar solicitação pelos canais oficiais do Governo do Distrito Federal, como a ouvidoria ou a administração regional da sua área. Cada demanda passa por avaliação técnica antes de ser incluída no planejamento. “A gente recebe os pedidos da população e faz a vistoria em campo. Avalia rede elétrica, calçada, meio-fio, presença de tubulação, espaço disponível e até se há previsão de obra naquela área. Nem sempre é possível plantar uma árvore de grande porte. Às vezes é preciso usar espécie arbustiva ou adaptar o projeto”, explica Matheus. Segundo o engenheiro, o plantio urbano envolve critérios técnicos que nem sempre são perceptíveis no dia a dia do morador. Árvores muito próximas à rede elétrica podem gerar podas frequentes. Espécies inadequadas ao espaço disponível podem comprometer calçadas ou estruturas subterrâneas. Não é simplesmente abrir uma cova e plantar: existe planejamento para evitar desperdício de recursos e conflitos com infraestrutura urbana. [LEIA_TAMBEM]A equipe também verifica se a área está incluída em projetos futuros de urbanização ou intervenção pública, para evitar que a muda seja retirada meses depois por causa de uma obra. O DPJ reforça que intervenções sem autorização são proibidas. O corte irregular de árvore é considerado crime ambiental e pode gerar multa. A orientação técnica é que o morador não realize plantios por conta própria em áreas públicas sem consulta prévia, justamente para evitar problemas com rede elétrica, encanamento ou manutenção futura.
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GDF entrega obras e leva acesso a energia elétrica, água tratada e pavimentação para comunidade da Estrutural
O Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu, nesta terça-feira (10), a urbanização da Quadra 2 do Setor Norte da Cidade Estrutural, o que assegura a cerca de 500 moradores acesso a água, energia elétrica e ruas pavimentadas. A obra incluiu ainda a implantação da galeria de águas pluviais, que conecta a drenagem da Cidade do Automóvel à rede geral do sistema — uma demanda aguardada há quase 30 anos por 362 empresas do setor. Milhares de bloquetes garantiram a pavimentação de ruas da Quadra 2 do Setor Norte da Estrutural | Foto: Arquivo/Agência Brasília O administrador regional Alceu de Mattos lembra que alguns trechos ficaram sem urbanização básica durante muito tempo. “Somente neste governo foi determinada a resolução desses problemas. Muitos empresários e moradores nem acreditavam mais em solução. Agora podem conferir os problemas resolvidos”, afirma. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) foi responsável pela terraplanagem e pelo levantamento topográfico, rua por rua. Foram instaladas as redes elétrica, de água e esgoto, além de milhares de bloquetes para a pavimentação. O serviço garantiu o nivelamento adequado das vias e o escoamento correto da água da chuva. Na área de saneamento, a regularização da rede foi feita em parceria com a Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb), por meio do programa Água Legal, que viabilizou a implantação de água e esgoto na região. A intervenção resulta de uma parceria entre diferentes órgãos do GDF. Os bloquetes foram produzidos por reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), em ação coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Dez participantes atuaram na execução, após receberem capacitação para a produção e a instalação do material. De acordo com a administração regional local, ainda há trechos da cidade, entre eles áreas da Chácara do Susano, que devem receber intervenções após o período chuvoso, com instalação de água, esgoto e iluminação. Já no Setor Oeste, onde nunca houve infraestrutura completa, a Caesb iniciou os procedimentos para implantar redes de abastecimento, esgotamento sanitário e drenagem, além de obras de calçamento. Alceu de Mattos, administrador regional da Estrutural: "Muitos empresários e moradores nem acreditavam mais em solução. Agora podem conferir os problemas resolvidos" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Galeria de águas pluviais A intervenção na Cidade do Automóvel corrige um problema histórico: por cerca de 30 anos, a região não contava com a conexão adequada de drenagem, o que provocava alagamentos frequentes e prejuízos aos empresários locais. A obra complementa a rede existente e garante o escoamento correto das águas pluviais. [LEIA_TAMBEM]Antes da interligação, a água da chuva se acumulava nas vias e atingia estabelecimentos, especialmente concessionárias e revendedoras de veículos. Com a nova galeria, a expectativa é reduzir riscos de novos prejuízos e melhorar as condições de funcionamento da área. A Cidade do Automóvel concentra cerca de 362 empresas, entre concessionárias, revendedoras e negócios ligados à construção civil, que passam a ser diretamente beneficiadas pela melhoria da drenagem e da infraestrutura local.
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De cara nova, Setor Comercial Sul recebe ações contínuas de limpeza e urbanização
O Governo do Distrito Federal (GDF) tem levado obras de requalificação, além de ações de limpeza e manutenção, ao Setor Comercial Sul, por onde passam diariamente cerca de 150 mil pessoas. Comerciantes, empresários e o público em geral comemoram as benfeitorias. A comerciante Ana Cláudia, proprietária de uma banca há cerca de 30 anos no local, é uma das que perceberam a mudança: “O Setor Comercial Sul passou por uma grande dificuldade, mas o governo nos ouviu e fez manutenções. Hoje eu não sofro mais com a água entrando na banca, com medo de alagamentos ou risco de choques pelos eletrodomésticos. Já teve limpeza, está sendo realizada a desratização e isso é muito bom para a gente”, conta. Com os serviços levados ao SCS, a população e os comerciantes se sentem mais seguros e mais confortáveis | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A força-tarefa envolve serviços de limpeza de calçadas e vias, poda de árvores, pintura de canteiros e bancos de praças, além do reforço da iluminação pública. Também está em andamento a atuação do caminhão hidrojato para lavagem das áreas públicas, além de ações de desratização e combate a mosquitos com fumacês. As ações são coordenadas pelo programa GDF Presente e guiadas pela Secretaria de Governo (Segov-DF), reunindo diversos órgãos, entre eles a Administração Regional do Plano Piloto, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a CEB IPes, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Vigilância Ambiental de Saúde. Segundo o coordenador do GDF Presente no Plano Piloto, Alexandro César de Oliveira, em uma semana de trabalho, já foram recolhidas 63 toneladas de lixo, entulho e materiais inservíveis. Ele lembra a importância da conscientização da população a respeito do descarte de lixo e preservação dos espaços públicos. “Aqui a limpeza tem que ser constante. Onde há lixo, há riscos à saúde pública. Então, esse serviço de higienização, controle de pragas e limpeza está sendo feito junto aos órgãos competentes. Muita gente recorre a esse setor para alimentação ou pausas do trabalho, então necessita muito desse cuidado. A operação atende a uma demanda de comerciantes e frequentadores da região, e o objetivo é trazer mais segurança e mais higienização para que as pessoas possam trabalhar, circular e aproveitar o Setor Comercial Sul com mais tranquilidade”, destaca. Mais segurança Os trabalhos ocorrem em diversos pontos do Setor Comercial Sul. Nesta semana, as equipes estão concentradas em frente à Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp), na Quadra 5. Ana Cláudia comenta a importância da unidade na região: “Com a Uisp e essas melhoras, a gente ganha mais visibilidade, credibilidade e tranquilidade — e as pessoas começam a voltar. Um local com mais cuidados facilita a vida dos comerciantes”. Abraão Farias: "Há muitos anos não tínhamos uma grande reforma como essa. Havia medidas paliativas, mas não resolviam o problema. Hoje, a gente tem uma estrutura muito boa de calçada, acessibilidade para deficientes visuais" [LEIA_TAMBEM]Além dos serviços de zeladoria, a operação inclui ações de paisagismo, poda de árvores, pintura de espaços públicos e organização das áreas mais críticas, onde há descarte irregular de lixo e concentração de resíduos. O dono de quiosque Abraão Farias vende acessórios de celular na região e exalta as mudanças que observou em seus 30 anos como comerciante no Setor Comercial Sul: “Esses trabalhos foram uma peça fundamental aqui para o setor. Há muitos anos não tínhamos uma grande reforma como essa. Havia medidas paliativas, mas não resolviam o problema. Hoje, a gente tem uma estrutura muito boa de calçada, acessibilidade para deficientes visuais. Então, temos progredido e é uma etapa nova para o Setor Comercial Sul. Esse governo colocou os olhos aqui novamente e trouxe mais estrutura para nós”.
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DF viveu ano de grandes obras, transformação urbana e compromisso com o futuro
À frente de projetos que mudaram a paisagem e a rotina de milhares de pessoas, a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) fechou o ano com um balanço robusto, marcado por investimentos expressivos, frentes de trabalho simultâneas e um compromisso claro: melhorar a vida da população em todas as regiões administrativas. “O que vimos ao longo de 2025 foi o resultado de muito planejamento, seriedade e trabalho duro”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Obras na Epig: corredor exclusivo de ônibus segue em andamento | Fotos: Divulgação/SODF Maior obra de infraestrutura urbana do Distrito Federal, o Sol Nascente simboliza a transformação promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos anos. Em 2025, o compromisso assumido foi cumprido: as obras avançaram e mudaram de forma definitiva a realidade da região. Na região da Colônia Agrícola Samambaia, as obras de infraestrutura representam a última etapa de um projeto que transformou completamente Vicente Pires. O local, que historicamente sofria com alagamentos e problemas viários, agora recebe os serviços finais de drenagem, pavimentação e urbanização. Corredores de ônibus A mobilidade urbana seguiu como uma das prioridades da SODF neste ano. O corredor exclusivo de ônibus da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) continuou avançando, com obras em andamento. “Essas obras fazem parte de uma visão de longo prazo, que exige estudos técnicos, responsabilidade fiscal e diálogo permanente entre os órgãos. Estamos preparando o DF para os próximos anos” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura Já o corredor exclusivo da Estrada Setor Policial Militar (ESPM), no Setor Policial, foi concluído e entrou em operação até o Terminal Asa Sul, trazendo mais conforto, segurança e dignidade para milhares de usuários do transporte público. Em 2025, o DF também avançou na implantação de calçadas acessíveis, ciclovias e espaços urbanos pensados para as pessoas. Espaços públicos Outro marco de 2025 foi a reformulação completa da Praça do Relógio, em Taguatinga. Ícone da cidade, o espaço foi totalmente requalificado, com nova pavimentação, drenagem, calçadas, paisagismo e a reforma do relógio, devolvendo à população um local moderno, seguro e acolhedor. As obras da W3 Norte também avançaram e estão na reta final. No Setor Comercial Sul (SCS), a Quadra 6 passa por uma requalificação completa, com novas calçadas, mobiliário urbano, paisagismo e reorganização dos espaços, valorizando uma área estratégica do centro da capital. As quadras 1 e 2 do SCS vão receber melhorias, assim como os setores Hoteleiros Sul e Norte e o Setor Hospitalar Norte. Intervenções urbanas visam, principalmente, à acessibilidade no DF Recuperação do pavimento A duplicação da via de ligação Guará–Bandeirante seguiu avançando em 2025. Parte da obra já foi entregue, reduzindo significativamente os congestionamentos na região. Atualmente, os trabalhos se concentram na construção da ponte sobre o Córrego Vicente Pires, uma etapa fundamental para a conclusão do projeto. “Essas obras fazem parte de uma visão de longo prazo, que exige estudos técnicos, responsabilidade fiscal e diálogo permanente entre os órgãos”, enfatiza o secretário de Obras. “Estamos preparando o DF para os próximos anos.” *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF)
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Conheça a importância do angico-farinha-seca para a arborização do DF
Símbolo da resistência do Cerrado e peça-chave nas ações de arborização promovidas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o angico-farinha-seca (Albizia niopoides) tem ganhado cada vez mais espaço em áreas urbanas do Distrito Federal. Com altura que pode chegar a 12 metros, a espécie é utilizada em projetos de paisagismo, recuperação ambiental e ampliação de áreas verdes nas regiões administrativas da capital. Árvore, que floresce entre julho e setembro e frutifica entre agosto e outubro, pode chegar a 12 metros de altura | Fotos: Carlos Vilaça/Novacap Para a chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Nitli Galdino Siqueira, a escolha do angico representa mais do que uma ação paisagística. “A cada muda que sai do nosso viveiro, plantamos esperança”, resume. “O angico-farinha-seca é uma espécie que representa muito bem o que buscamos: resiliência, resistência, e proporciona um sombreamento eficiente com elevado valor estético, configura-se como um importante abrigo para a fauna. É o Cerrado vivo em plena cidade”. Também conhecido como farinha-seca, camisa-fina ou angico-branco, essa árvore tem tronco reto e casca amarelada que se desfaz em pó fino, característica que inspira seu nome popular. Suas folhas verdes intensas e a copa em formato de V contribuem para um sombreamento eficiente e visual elegante, com flores brancas melíferas que se destacam entre os galhos. A espécie floresce entre julho e setembro e frutifica entre agosto e outubro. Benefícios à natureza Além do valor paisagístico, o angico-farinha oferece sombra, abrigo à fauna, melhora a qualidade do ar e contribui para a regulação térmica das cidades. Outro diferencial é o seu sistema radicular: as raízes não comprometem calçadas ou vias urbanas, o que torna a espécie uma excelente opção para arborização em áreas públicas. Desde a fundação de Brasília, em 1960, a Novacap atua na produção de mudas nativas e na arborização urbana. Hoje, estima-se que a cidade tenha cerca de 5,5 milhões de árvores, sendo o angico-farinha uma das mais de 200 espécies cultivadas nos viveiros da companhia. A árvore faz parte do cotidiano dos moradores da capital federal. A estudante de comunicação Ester Delfino Oliveira, de 18 anos, costuma parar em frente a um angico na 214 Sul durante o trajeto para a universidade. “É impossível não reparar”, conta. “Os saguis ficam ali, pulando de galho em galho. E a sombra dessa árvore faz toda diferença no calor que faz em Brasília. Essas árvores não só refrescam o caminho, como também acolhem vidas. É um carinho da natureza no meio da cidade”. Estratégia ambiental [LEIA_TAMBEM]Ainda não há dados precisos acerca da quantidade total da espécie. Recentemente, porém, a Novacap plantou 100 mudas no Bosque dos Constituintes, próximo ao STF, e mais seis unidades ao longo da ligação W3 Norte e Sul, ambas no Plano Piloto. Também há registros expressivos na Quadra 108, no Eixo Rodoviário Sul (entre as superquadras 202, 203, 206 e 216), na Estrada Parque Guará (próximo ao Zoológico) e em áreas de Ceilândia, Samambaia e no Parque Gatumé (em Samambaia). O trabalho é conduzido pelo Departamento de Parques e Jardins da Diretoria das Cidades da Novacap, que mantém os dois viveiros de plantas ornamentais – Viveiro I (desde 1960) e o Viveiro II (desde 1971). Nesses espaços é que o angico-farinha-seca é cultivado a partir de sementes, com taxa de germinação superior a 80%. Em campo definitivo, a espécie se desenvolve rapidamente, podendo atingir até quatro metros em apenas dois anos. De acordo com o presidente da Novacap, Fernando Leite, o plantio de espécies como o angico-farinha-seca é mais que um cuidado estético: é uma estratégia ambiental com benefícios de longo prazo, que fortalece a identidade do Cerrado e ajuda a construir uma cidade mais sustentável e acolhedora. “O angico-farinha deixa de ser apenas parte da paisagem para se tornar um símbolo da resistência ecológica e do esforço constante para fazer de Brasília uma capital cada vez mais verde, integrada à biodiversidade do Cerrado, e trabalhamos para fornecer o melhor à nossa capital”, enfatiza o gestor. *Com informações da Novacap
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Celina Leão anuncia licitação para o Pôr do Sol durante visita às obras no Sol Nascente
Agência Brasília · CELINA LEÃO ANUNCIA LICITAÇÃO PARA O PÔR DO SOL DURANTE VISITA ÀS OBRAS NO SOL NASCENTE A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, visitou, nesta quinta-feira (3), a obra de pavimentação asfáltica na Avenida 3, na descida do Trem Bão, no Sol Nascente/Pôr do Sol. Enquanto acompanhava os trabalhos, Celina Leão anunciou que a urbanização vai chegar ao setor do Pôr do Sol. O serviço de infraestrutura do Trecho 3 integra o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) de melhorar a cidade, que tem recebido atenção especial desde a criação em 2019. Ao todo, serão mais de R$ 500 milhões só em obras de infraestrutura e urbanização, sendo R$ 180 milhões no Trecho 3, R$ 80 milhões no Trecho 1 (ainda em execução) e R$ 70 milhões no Trecho 2 (concluído) – todos no Sol Nascente –, além de mais aproximadamente R$ 200 milhões nos dois trechos do Pôr do Sol. Os trabalhos geram mais de 200 empregos diretos e indiretos. Celina Leão: "Nós vamos entregar a cidade pronta, um brinco para a população daqui que merece todo o nosso respeito e trabalho" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Nós estamos finalizando essa obra [do Trecho 3], estamos com 80% de todas as obras concluídas. Terminando a obra de infraestrutura começa a urbanização, com o plantio de mudas”, explicou Celina Leão. “Nós vamos entregar a cidade pronta, um brinco para a população daqui que merece todo o nosso respeito e trabalho. Tenho muito orgulho de participar de um governo que cuida de quem mais precisa”, acrescentou. Atualmente, o GDF conduz três frentes de trabalho no Trecho 3. Além do pavimento na Avenida 3 e da instalação de uma rotatória no início da descida do Trem Bão, estão em execução terraplanagem e pavimentação na Chácara 75 e construção de calçadas, meios-fios e bocas de lobo na Chácara 73. O pacote de obras inclui, ainda, instalação de piso intertravado, rede de captação de águas pluviais e bacias de detenção, além de sinalização vertical e horizontal. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro ressaltou que a obra vai deixar a região do Sol Nascente novinha em folha “No ano passado, ainda vimos um certo transtorno aqui, porque não tínhamos ligado o sistema de drenagem. Ele tinha sido implantado o principal, mas não tinha ligado os ramais. Agora, tudo ligado, já estamos colocando as bocas de lobo, que são o sistema de captação dessa área. Com tudo isso urbanizado, vamos começar a parte do paisagismo para deixar aqui novinho em folha para a comunidade do Sol Nascente”, contextualizou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Após acompanhar o andamento das obras, Celina Leão deu detalhes sobre o edital de licitação das obras de infraestrutura no Pôr do Sol, previsto para ser lançado nos próximos dias. “Será feita a primeira etapa em um trecho para que a gente não tenha a cidade paralisada, como aconteceu quando assumimos o governo e pegamos Vicente Pires sem planejamento. Ou seja, toda essa região será transformada e, em breve, essa cidade estará com toda a infraestrutura pronta”, revelou. A governadora em exercício ainda citou que o governo tem planos para começar obras semelhantes no bairro Santa Luzia, na Estrutural; e no Morro da Cruz, em São Sebastião. Pôr do Sol A urbanização do Pôr do Sol contempla a pavimentação de 150 vias urbanas O projeto de urbanização do Pôr do Sol será executado em dois lotes, com a licitação do primeiro prevista para julho e a do segundo, em outubro. A iniciativa contempla a pavimentação de 150 vias urbanas, totalizando 27 quilômetros de novo pavimento. O tipo de revestimento será definido conforme a largura das ruas: asfalto para vias com mais de seis metros e blocos intertravados para as mais estreitas. “Na semana que vem a gente já publica o edital de licitação do Pôr do Sol. E ele será feito em duas etapas. A primeira etapa é um trecho, para que a gente não tenha toda a cidade paralisada. Ou seja, toda essa região aqui será transformada e, em breve, essa cidade estará com toda a infraestrutura pronta”, detalhou Celina Leão. Além da pavimentação, as intervenções incluem 22 quilômetros de redes de drenagem pluvial, 5 quilômetros de ciclovias e a construção de 93 mil metros quadrados de calçadas em concreto, com foco na segurança e acessibilidade de pedestres e ciclistas. O projeto é o primeiro do DF elaborado integralmente com tecnologia BIM (Building Information Modeling) “Fizemos a apresentação do projeto para a comunidade, conforme tínhamos nos comprometido. Esperamos que, no menor tempo possível, a gente consiga ter uma empresa contratada para iniciar as obras esse ano. É uma promessa do governador Ibaneis deixar toda essa região urbanizada, com drenagem, pavimentação e urbanização”, informou o secretário de Obras e Infraestrutura. “A ideia é replicar no Pôr do Sol tudo que tem sido feito no Sol Nascente, para que todo esse conjunto fique urbanizado e dê qualidade de vida para os moradores dessa região.” O projeto é o primeiro do DF elaborado integralmente com tecnologia BIM (Building Information Modeling), uma inovação que permite a criação de modelos tridimensionais inteligentes e integrados. A metodologia, adotada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura, aprimora o planejamento, orçamento e execução das obras, reunindo todas as informações em uma única base de dados. Sol Nascente em transformação Raimundo Carlos de Aguiar comemora: "Foram feitas muitas bocas de lobo, mudaram o escoamento de águas. Então quando chover, agora, vai ficar tranquilo" O GDF já investiu aproximadamente R$ 630 milhões para melhorar a qualidade de vida dos cerca de 95 mil moradores da cidade. Só em obras de infraestrutura e urbanização nos trechos 1, 2 e 3 foram destinados R$ 330 milhões. O restante dos recursos foram investidos em saneamento básico, fornecimento de água e de energia, moradia, educação e a criação de novos equipamentos públicos. [LEIA_TAMBEM]Morador do Sol Nascente há 18 anos, o aposentado Raimundo Carlos de Aguiar, 76 anos, vive às margens da Avenida 3, rua que ficou muitos anos conhecida pelos alagamentos. “Estava muito ruim aqui. A gente vinha sofrendo muito com a interdição. Mas estou vendo que vai ficar melhor ainda. O serviço está muito bem preparado. Foram feitas muitas bocas de lobo, mudaram o escoamento de águas. Então quando chover, agora, vai ficar tranquilo”, disse. O aposentado Antônio Braz da Silva, 77, lembra que a região não tinha nenhuma infraestrutura quando chegou há mais de 20 anos. Para ele, só agora, a cidade passou a ter melhores condições. “Isso aqui era o pior lugar que tinha para morar. Era muito difícil. Faltava tudo. Água para banhar, asfalto. Agora esse foi o único governo que olhou para nós. Melhorou muito e tem melhorado cada vez mais”, comemorou.
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Com rede de captação da chuva pronta, Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires, recebe pavimentação asfáltica
A urbanização de Vicente Pires entra em uma nova etapa importante: o início da pavimentação asfáltica da Avenida da Misericórdia, uma das principais vias que cortam a Colônia Agrícola Samambaia. O trecho, que interliga ruas e condomínios, já teve o sistema de drenagem concluído e agora recebe as primeiras camadas de asfalto novo. As obras integram o lote 2 do cronograma de infraestrutura da região e fazem parte do investimento de cerca de R$ 60 milhões destinados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para modernizar a região. “Essa é uma avenida muito demandada aqui em Vicente Pires. Ela já tinha um pavimento feito de forma improvisada, mas não contava com drenagem adequada. Implantamos toda a rede principal de captação de águas pluviais e a ligação com as ruas adjacentes. Agora, iniciamos a pavimentação definitiva”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Após a conclusão do asfalto, o projeto prevê a construção de calçadas, estacionamentos e sinalização. Após a conclusão do asfalto, o projeto prevê a construção de calçadas, estacionamentos e sinalização | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A obra na Avenida da Misericórdia também encerra o ciclo de obras de infraestrutura em toda Vicente Pires. “Com essa frente, finalizamos o último lote de intervenções na cidade, que agora passa a contar com um sistema completo de drenagem e pavimentação. É um ganho importante para a qualidade de vida e para o desenvolvimento da região”, afirma o secretário. A Avenida da Misericórdia é estratégica para o tráfego local, por conectar áreas residenciais a polos comerciais e serviços. Durante o período de chuvas, a via era um dos pontos mais críticos de alagamento. “Tinha um fluxo de água muito forte, que alagava casas e deteriorava o que os próprios moradores haviam construído ao longo dos anos. Agora, com o sistema de captação, a gente resolve esse problema em definitivo”, completa Casimiro. O secretário Valter Casimiro afirma que a obra representa "um ganho importante para a qualidade de vida e para o desenvolvimento da região" [LEIA_TAMBEM]Dividida em cinco trechos de aproximadamente 300 metros, a obra vem sendo executada de forma progressiva. A meta é reduzir os impactos no trânsito e na rotina dos moradores. “Essa é uma demanda antiga. A comunidade fez paliativos no passado, o governo também. Mas agora estamos resolvendo de verdade. O governador está focado em entregar essa obra e isso significa mais tranquilidade, mais qualidade de vida, valorização dos imóveis e crescimento para o comércio local”, afirma o administrador regional de Vicente Pires, Anchieta Coimbra. Para quem vive ali há décadas, o asfalto novo é sinônimo de dignidade, como é o caso do mecânico Revandelo Rodrigues da Rocha, 56 anos. “Eu moro aqui desde 1991. No começo nem estrada tinha. A gente mesmo pagou um carnê e fez um asfalto por conta própria só pra sair da poeira”, lembra. “Hoje, vejo esse transtorno da obra como algo necessário. Vai melhorar muito. Nunca vi tantas obras assim aqui em Vicente Pires. O governo está mesmo trazendo melhorias para a gente.”
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