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Decreto amplia integração do DF 360 e fortalece monitoramento estratégico em todo o DF

Foi publicado, no Diário Oficial do DF (DODF) desta quarta-feira (10), o decreto que determina a adesão obrigatória dos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta ao programa DF 360 – Segurança Integral, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). A medida regulamenta o compartilhamento contínuo de imagens e dados captados por câmeras de videomonitoramento, sensores e radares por secretarias, autarquias, fundações, empresas estatais e demais entidades da administração distrital, observados os requisitos técnicos e de segurança da informação definidos pela SSP-DF. Além de fortalecer a integração tecnológica entre os órgãos públicos, o decreto consolida o DF 360 como programa de governo, o que amplia o alcance do programa e consolida como uma política pública baseada no uso estratégico da tecnologia para apoiar ações de segurança pública, defesa civil, mobilidade urbana, fiscalização, proteção ambiental e preservação do patrimônio público. Além de fortalecer a integração tecnológica entre os órgãos públicos, o decreto consolida o DF 360 como Programa de Governo | Foto: Divulgação/SSP-DF “A integração das imagens à plataforma DF 360 representa um avanço importante para a segurança pública do Distrito Federal. Com informações compartilhadas em tempo real, ampliamos a capacidade de monitoramento, prevenção e resposta das forças de segurança, garantindo mais eficiência no combate à criminalidade e mais proteção para a população. Estamos usando a tecnologia para cuidar das pessoas e tornar nossa cidade cada vez mais segura”, reforça a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, o decreto representa um avanço na capacidade de atuação integrada do GDF. “O DF 360 é hoje uma das principais ferramentas estratégicas para a gestão integrada da segurança. Com este decreto, ampliamos significativamente a capacidade de monitoramento e análise em tempo real, conectando informações estratégicas de diferentes órgãos em uma única plataforma. Isso significa mais eficiência na tomada de decisões, maior eficiência na prevenção de incidentes e respostas mais rápidas às demandas da população. Estamos consolidando uma política pública baseada em tecnologia, inteligência e cooperação institucional”, destaca. “O DF 360 é hoje uma das principais ferramentas estratégicas para a gestão integrada da segurança" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública O decreto prevê, ainda, que novos contratos, convênios, aquisições ou expansões de sistemas de videomonitoramento realizados pelos órgãos públicos já contemplem a compatibilidade com a plataforma DF 360, garantindo a integração tecnológica desde a implementação dos equipamentos. Outro destaque é a possibilidade de adesão de instituições parceiras consideradas estratégicas para a segurança pública, como pessoas físicas, concessionárias de serviços públicos, instituições federais, hospitais, escolas, centros comerciais, condomínios, organizações sociais e entidades privadas interessadas em integrar voluntariamente seus sistemas à plataforma, mediante instrumentos específicos de cooperação. Além da definição dos requisitos técnicos, dos mecanismos de controle de acesso e das ações de treinamento e suporte aos órgãos participantes, a SSP-DF segue responsável pela administração, operação e manutenção do DF 360. O acesso às imagens e dados compartilhados permanecerá restrito a agentes públicos autorizados, observando a legislação de proteção de dados pessoais, segurança da informação e acesso à informação. Os órgãos e entidades abrangidos pelo decreto terão prazo de até 180 dias para promover as adequações necessárias à integração de seus sistemas, conforme cronograma a ser estabelecido pela SSP-DF.   *Com informações da SSP-DF

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Modernização e segurança marcam o primeiro ano de concessão da Rodoviária do Plano Piloto

Para as cerca de 700 mil pessoas que circulam diariamente pela Rodoviária do Plano Piloto, entre passageiros e trabalhadores locais, a rotina no terminal ganhou novos contornos de segurança e dignidade. Prestes a completar o primeiro ano de concessão, nesta segunda-feira (1º/6), o espaço administrado pela Concessionária Catedral registrou um salto expressivo de aprovação, passando de 45,61% para 86,13%, segundo levantamento do Instituto Opinião feito com usuários do terminal. As mudanças mais celebradas por quem vivencia o dia a dia do local incluem as estruturais na segurança, a recuperação da acessibilidade e a formalização do comércio local. A concessionária administra a infraestrutura, mas quem continua controlando o sistema de transporte é a Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF). Com a concessão, a Secretaria de Transporte e Mobilidade fiscaliza, avalia e remunera a empresa Catedral com base na entrega dos serviços | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com o novo contrato de 20 anos, a pasta assumiu o papel estratégico de concedente, migrando da antiga administração direta para um modelo de gestão por resultados. Após conduzir todos os estudos de viabilidade técnica da concessão, a pasta, agora, fiscaliza, avalia e remunera a Catedral com base na entrega dos serviços, monitorados por auditores do GDF e pelo feedback direto dos passageiros. A operação dos ônibus, a política tarifária e a regulação das linhas permanecem sob comando público, respeitando o status do terminal como o principal nó de integração da mobilidade no DF. Para que o GDF garanta a qualidade desse atendimento, a secretaria exerce uma robusta fiscalização digital e analítica, que vai além do trabalho presencial. O contrato obriga a integração tecnológica contínua do novo Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária com as bases de dados públicas da Semob. Por meio de acesso remoto, os técnicos do governo conseguem cruzar dados operacionais em tempo real, supervisionar os indicadores de desempenho e auditar o sistema para garantir que os usuários recebam informações precisas sobre plataformas, fluxos de embarque e horários de ônibus.   Aperfeiçoamento O administrador da rodoviária, Leonardo Moreira, porta-voz da Catedral, destaca que a rápida resposta às necessidades urgentes de mobilidade interna ajudou a conquistar a confiança da população. “Nós entregamos as escadas rolantes em funcionamento já no primeiro dia de trabalho. Já estamos com as 12 escadas rolantes modernizadas e com os elevadores também em funcionamento”, detalha o gestor. Ele ressalta que a manutenção atual é ininterrupta e, em caso de parada, a equipe coloca o equipamento para operar novamente em cerca de 10 minutos. Com a revitalização do terminal, a própria atitude dos passageiros mudou. "A população, à medida que vai vendo os benefícios e melhorias, também vai ajudando, vai colaborando. A gente diminuiu bastante o índice de vandalismo, está quase zero hoje", comemora. Demanda antiga dos usuários, as escadas rolantes foram prioridade para a nova gestão O cronograma avança com outras intervenções na infraestrutura. “Iniciamos a reforma dos banheiros. Nós teremos banheiros aqui padrão de shopping, de aeroporto”, anuncia Moreira, acrescentando que a recuperação dos pilares já foi finalizada e que as equipes trabalham nas vigas e lajes. “Melhor que números, é entregar os benefícios para a população. O que a gente está preocupado é em atender bem o usuário que passa por aqui todos os dias”, pondera. Acessibilidade e segurança Gargalos históricos que afetavam a rotina de passageiros e trabalhadores foram solucionados ao longo deste primeiro ano. Hoje, as 12 escadas rolantes e os elevadores operam normalmente sob um regime de manutenção preventiva 24 horas. Além disso, a implantação do novo CCO, integrado com 62 câmeras de videomonitoramento com reconhecimento facial, fez com que a avaliação positiva do quesito segurança crescesse mais de 53 pontos percentuais na pesquisa — de 32,70% para 85,89%. Moradora do Itapoã, Manoela Suzart elogia a mobilidade e a segurança da rodoviária: "Eu não tenho mais medo de roubo. Eu ando tranquila, sem medo nenhum" Para Manoela Suzart, que viaja com a filha cadeirante, a Elisa, de 6 anos, a transformação do terminal simplificou a mobilidade. “Facilitou e melhorou muito. Antes, tinha muitos ambulantes, ficava muito difícil passar com ela”, cita, ao relembrar que as mercadorias espalhadas pelo chão atrapalhavam o trânsito de pedestres, especialmente daqueles com mobilidade reduzida. “E também a questão do elevador, agora eu me sinto mais segura dentro do elevador, porque eu tinha medo, vivia quebrando. Eu também não tenho mais medo de roubo. Eu ando tranquila, sem medo nenhum", conta a moradora do Itapoã. A desobstrução dos corredores e o novo padrão da rodoviária também são celebrados por profissionais da educação inclusiva. Karina Gonçalves, professora de Orientação e Mobilidade do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), lembra que o cenário anterior era desafiador. A educadora auxilia alunos com deficiência visual a transitar de forma autônoma pela cidade. Com a modernização da rodoviária, o terminal passou a ser palco das salas de aula. "Antes, era um horror fazer esse ensinamento para os alunos aqui. Era inviável”, afirma, destacando a falta de elementos de acessibilidade. “Ainda tinha os camelôs, cujo som era muito alto. Sem os camelôs, o barulho excessivo diminuiu. Está muito melhor a travessia dos alunos aqui pela rodoviária e está mais fácil para eu dar aula", completa Karina. De ambulantes a lojistas formais A desocupação das áreas de circulação mencionada pelos passageiros é resultado de um trabalho humanizado. Em parceria com órgãos do GDF e do Sebrae, a concessionária abriu diálogo com antigos ambulantes e organizou reuniões para que eles pudessem se regularizar e manter o trabalho na rodoviária. 450 Número de trabalhadores empregados nas 150 lojas da Rodoviária do Plano Piloto A nova gestão mudou a realidade comercial do complexo: são 150 lojas, que geram emprego para cerca de 450 trabalhadores. Nessa transição de modelo para um ambiente de negócios mais moderno, os comerciantes, que antes atuavam sob a figura de permissionários, passaram a operar oficialmente como locatários. É o caso de Alex Alves, vendedor de açaí, que trabalhou de maneira informal na rodoviária por 15 anos. Com a ajuda da concessionária, ele hoje tem um carrinho padronizado e legalizado. "Essa fase de ambulante que passei aqui na rodoviária não foi fácil. Era correria, muito sofrimento, perdi mercadorias. [Regularizar] foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, acabou aquela correria, aquela discriminação. É só alegria, e as vendas dobraram", comemora o empresário, que construiu do zero o carrinho que usa, com dicas da arquiteta da Catedral. Agora empresário, o ex-ambulante Alex Alves festeja: "Regularizar foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, acabou aquela correria, aquela discriminação" Aduir da Silva, que vende salgados na rodoviária há 19 anos, concorda com a nova realidade. Com a tranquilidade e o aumento de fluxo gerado pela legalização, o lojista pode priorizar o investimento no quiosque legalizado: Aduir já instalou novo mobiliário e planeja colocar plantas ao redor das mesas e cadeiras. "A gente corria muito, perdia muita mercadoria, não tinha paz para trabalhar. E agora, graças a Deus, eu estou aqui na rodoviária dentro da lei, trabalhando normal e empregando seis pessoas. A gente trabalha sem se preocupar", conta. Próximos passos A rotina da rodoviária agregou novos serviços de acolhimento nos últimos doze meses, como a disponibilização de uma sala multissensorial para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), um fraldário e o Cantinho do Desabafo para suporte emocional gratuito. "Antes da nossa gestão, a gente percebia que as pessoas evitavam vir à rodoviária e, quando vinham, guardavam o celular. Hoje, você consegue ver as pessoas usando o celular tranquilamente, parando para lanchar" Leonardo Moreira, administrador da rodoviária Leonardo Moreira pontua que a mudança comportamental do público é o principal termômetro de aprovação. "Antes da nossa gestão, a gente percebia que as pessoas evitavam vir à rodoviária e, quando vinham, guardavam o celular. Hoje, você consegue ver as pessoas usando o celular tranquilamente, parando para lanchar", ressalta o gestor, que já anuncia as próximas etapas de modernização. "Iniciamos a reforma dos banheiros, finalizamos a recuperação estrutural dos pilares e depois iniciaremos a construção do novo terminal do BRT", conclui. A rodoviária dispõe de um canal de comunicação direta com a população, que pode enviar sugestões, elogios ou críticas. Para isso, basta enviar um email para a administradora (ouvidoria.rodoviaria@rzkconcessoes.com.br). Outras novidades A nova sala de amamentação da Rodoviária do Plano Piloto foi inaugurada em novembro do ano passado, após solicitação do GDF, por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). O objetivo é oferecer segurança, conforto e privacidade às mães que precisam alimentar os filhos antes ou depois do embarque no transporte público. O cômodo foi instalado no banheiro feminino do piso inferior, equipado com pia, chuveirinho, trocador, micro-ondas e assentos.

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Buraco do Tatu será interditado para manutenção do sistema de videomonitoramento nesta terça (19) 

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) fará manutenção preventiva no sistema de videomonitoramento do Buraco do Tatu. Para o serviço, o local será interditado das 22h desta terça (19) às 4h de quarta-feira (20). Interrupção do fluxo no Buraco do Tatu é essencial para a execução do serviço | Foto: André Lima/DER-DF  O Buraco do Tatu é monitorado por seis câmeras. A intervenção tem  o objetivo de garantir o bom funcionamento dos equipamentos instalados; e, no decorrer dos trabalhos, o fluxo precisa ser interrompido. Essa manutenção mensal é importante para assegurar que os equipamentos operem dentro das especificações, prevenindo assim problemas e garantindo a segurança dos usuários. Pelo local, trafegam 150 mil motoristas diariamente. Ao todo, o DER-DF conta com 96 câmeras de videomonitoramento. As imagens são monitoradas por agentes de trânsito rodoviário diretamente do Centro de Controle Operacional (CCO) do órgão. *Com informações do DER-DF

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DF 360 integra 201 câmeras privadas ao sistema de monitoramento

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) alcançou um novo marco na consolidação do programa DF 360 – Segurança Integral. Desde o lançamento da iniciativa, no final de fevereiro, 201 câmeras privadas já foram cadastradas e integradas ao sistema unificado de monitoramento. A inclusão desses equipamentos amplia, de forma estratégica, o alcance da vigilância em todo o território do DF. Com o reforço, sistema permite análise em tempo real e acesso às informações por todas as forças de segurança | Foto: Divulgação/SSP-DF A plataforma tecnológica permite a integração, em um ambiente único e inteligente, das imagens captadas por equipamentos públicos e privados, somando-se às 1.399 câmeras já instaladas pela SSP-DF e outras 150 de órgãos públicos locais e federais, como Supremo Tribunal Federal (STF), Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e Metrô-DF. “Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas, o que amplia nosso alcance de vigilância e potencializa a capacidade de prevenção e resposta a ocorrências em todo o território do Distrito Federal” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública interino O sistema, que passa a contar com 1.750 câmeras no total, possibilita análise em tempo real e acesso compartilhado pelas forças de segurança — Polícia Militar (PMDF), Corpo de Bombeiros (CBMDF) e Polícia Civil (PCDF) —, fortalecendo a atuação coordenada e baseada em evidências. A SSP-DF preparou um vídeo que ensina o passo a passo para cadastramento da população. Para o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, ressalta um avanço significativo na política de segurança integral: “Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas, o que amplia nosso alcance de vigilância e potencializa a capacidade de prevenção e resposta a ocorrências em todo o território do Distrito Federal, juntamente de outras tecnologias, como drones, e policiamento ostensivo. Além disso, reforça nosso conceito de atuação com base na integralidade, que inclui, além dos órgãos públicos, imprensa e população”. Centrais fortalecem resposta operacional O acesso às imagens também ocorre por meio das centrais de monitoramento remoto (CMRs), que ampliam a presença do Estado e a capacidade de resposta das forças de segurança. As CMRs garantem acesso descentralizado ao sistema de videomonitoramento, permitindo maior agilidade na tomada de decisão e no despacho de equipes em campo. Paralelamente, os servidores que vão operar as centrais estão em processo contínuo de capacitação, assegurando o uso qualificado das ferramentas tecnológicas. [LEIA_TAMBEM]“As imagens chegam em tempo real às centrais, permitindo acionamentos mais rápidos e decisões mais assertivas”, descreve o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. “Ao mesmo tempo, seguimos com a instalação das centrais de monitoramento remoto dentro do cronograma previsto, o que vai garantir maior presença operacional e acesso descentralizado às informações pelas forças de segurança.” Tecnologia em todo o DF Com a recente instalação de câmeras na região administrativa de Água Quente, o Distrito Federal passou a contar com cobertura integral do Programa de Videomonitoramento Urbano e Rural (PVU/PVR), consolidando a presença da tecnologia em todas as regiões administrativas. Criado em 2013, o PVU/PVR é uma das principais estratégias estruturantes da SSP-DF para o fortalecimento da segurança pública, com foco na prevenção de crimes, no monitoramento de áreas vulneráveis e no apoio a investigações. O sistema opera de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 31 órgãos e instituições dos governos local e federal, com aplicações que vão desde o controle do tráfego urbano e atendimento a emergências até ações de defesa civil.   *Com informações da Secretaria de Segurança Pública  

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Quatro passarelas subterrâneas do Plano Piloto passam a operar com videomonitoramento integrado

O projeto-piloto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto já se encontra em operação: as quatro passagens contempladas nesta primeira fase — uma na Asa Norte e três na Asa Sul — estão com as câmeras em pleno funcionamento. A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Companhia Energética de Brasília (CEB), reforça o uso estratégico da tecnologia para prevenção criminal e qualificação da segurança urbana. Cada uma das passarelas — nas quadras 103/203 Norte e, na Asa Sul, nas quadras 101/201, 103/203 e 105/205 — conta com quatro câmeras posicionadas de forma estratégica, proporcionando cobertura dos principais fluxos. Com a operação dos equipamentos, as imagens passam a ser acompanhadas em tempo real pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Isso amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e reforça a vigilância em pontos de grande circulação de pedestres. Foto: Divulgação/SSP-DF O avanço do projeto demonstra o compromisso com políticas públicas baseadas em evidências e integração institucional, como afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “A ativação das câmeras nas quatro passarelas representa mais um passo na consolidação de uma estratégia que une tecnologia e gestão urbana para prevenir crimes e proteger o cidadão. Ao ampliar a capacidade de monitoramento em áreas estratégicas, promovemos intervenções que impactam diretamente a segurança e a qualidade de vida da população. Ou seja, essa implementação contribui para inibir práticas delituosas e fortalecer a sensação de segurança da população que utiliza diariamente esses espaços”, destaca. A medida integra um conjunto de ações do GDF voltadas à ocupação qualificada dos espaços públicos, aliando tecnologia, urbanismo e gestão integrada. O projeto também dialoga diretamente com a política de Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente (Cpted), que orienta intervenções estruturais com base em evidências, reduz vulnerabilidades e promove ambientes mais seguros e organizados. [LEIA_TAMBEM]Além do monitoramento, as passarelas vêm passando por melhorias estruturais, como reforço na iluminação, manutenção e reforma dos espaços, em uma atuação coordenada. A expectativa é que, a partir dos resultados desta fase inicial, o modelo seja gradualmente expandido para outras passagens subterrâneas do Plano Piloto, consolidando o Distrito Federal como referência nacional na aplicação de soluções inovadoras e integradas na segurança pública. “O monitoramento das quatro passarelas consolida a integração desses ativos ao sistema de videomonitoramento da SSP-DF, com transmissão contínua de imagens para o Ciob e demais centros de comando. Os equipamentos foram posicionados com base em critérios técnicos de cobertura e fluxo, permitindo apoio à análise situacional e o acionamento mais ágil das equipes em campo”, conclui o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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GDF inicia projeto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu início a um projeto-piloto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto. A parceria entre a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) faz parte de um conjunto de ações voltadas à prevenção criminal e à ampliação da sensação de segurança para pedestres. A iniciativa prevê, nessa fase inicial, o monitoramento de quatro passarelas subterrâneas — uma na Asa Norte e três na Asa Sul — e está alinhada à estratégia do GDF de ampliar o uso de tecnologia como aliada da segurança pública, qualificando a resposta operacional das forças de segurança e promovendo ambientes urbanos mais seguros. As imagens captadas serão enviadas para o Ciob e para centros de monitoramento da SSP-DF e da Novacap | Fotos: Divulgação/SSP-DF Atualmente, a passarela localizada entre as quadras 103/203 da Asa Norte está em fase de teste, com quatro câmeras instaladas, integradas ao sistema de videomonitoramento da SSP-DF. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o projeto representa um avanço importante na ocupação qualificada dos espaços urbanos. “Estamos avançando na ampliação do videomonitoramento em áreas estratégicas da cidade, com foco na prevenção e na proteção do cidadão. As passarelas subterrâneas são equipamentos urbanos fundamentais para a mobilidade e precisam oferecer condições adequadas de segurança. Esse projeto-piloto nos permite testar soluções, aprimorar processos e, gradualmente, expandir o monitoramento para todas as passagens da Asa Norte e da Asa Sul”, afirma o secretário. Na Asa Sul, estão previstas 12 câmeras, distribuídas em três passarelas que conectam as quadras 101/201, 103/203 e 105/205. Os equipamentos foram instalados e aguardam conclusão da energização elétrica. Cada passarela contará com quatro câmeras posicionadas estrategicamente, garantindo cobertura dos principais fluxos de circulação de pedestres Cada passarela contará com quatro câmeras posicionadas estrategicamente, garantindo cobertura dos principais fluxos de circulação de pedestres. As imagens serão acompanhadas de forma conjunta pelos centros de monitoramento da SSP-DF e da Novacap, além do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Um acordo de cooperação técnica entre SSP-DF e Novacap está em estudo para consolidar ações permanentes de segurança e inibir a depredação das estruturas. O diretor-presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Fernando Leite, comenta a importância das ações conjuntas entre os órgãos para uma boa prestação de serviços à população. “Sabemos a complexidade que é a situação das passagens subterrâneas, e por isso estamos atentos, enquanto governo, em firmar parcerias para oferecer um serviço de excelência para a população, com o acordo de cooperação técnica entre SSP, com as câmeras de segurança, a CEB, na iluminação, e a Novacap, na manutenção e zeladoria constante dos espaços, através de pintura, recomposição do piso e substituição de grelhas danificadas”, destacou. A medida torna o DF pioneiro no país na adoção da metodologia como política de Estado [LEIA_TAMBEM]A revitalização das passarelas subterrâneas do Plano Piloto também está alinhada à política de Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente, instituída no Distrito Federal por meio de portaria publicada em janeiro deste ano, que criou oficialmente o Diagnóstico de Segurança Territorial como instrumento estratégico de apoio às políticas públicas de segurança. A medida torna o DF pioneiro no país na adoção da metodologia como política de Estado, orientando intervenções urbanas voltadas à redução de vulnerabilidades e à prevenção da violência. Sandro Avelar, reforça a importância do uso da metodologia para evitar crimes: “Estamos transformando a prevenção em política pública permanente, com método e evidência, atuando antes que a violência se instale e reorganizando os espaços urbanos para fortalecer, de forma duradoura, a proteção e a sensação de segurança da população.” *Com informações da SSP-DF  

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Hospitais e UPAs do DF ganham reforço na segurança

O sistema de videomonitoramento do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) começa, nesta terça-feira (3), a ser integrado à estrutura da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). A iniciativa conecta as centrais de monitoramento, para um acompanhamento conjunto nos hospitais e nas unidades de pronto atendimento (UPAs) administrados pelo instituto, ampliando o alcance preventivo e a capacidade de resposta em situações que demandem o acionamento das forças de segurança. O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, pontua que a integração aumenta a proteção de quem utiliza e atua nas unidades de saúde: “A integração dos sistemas permite resposta mais rápida, atuação preventiva e presença mais efetiva do Estado onde as pessoas estão mais vulneráveis, sempre com respeito aos protocolos legais e à privacidade”. Com a integração, a resposta de possíveis ocorrências pode ser mais rápida | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a medida reforça o zelo com a população. “Segurança também é cuidado. Essa integração representa mais proteção para nossas equipes e para quem busca atendimento. Estamos falando de ambientes que funcionam 24 horas por dia, com grande fluxo de pessoas, e que precisam de respostas rápidas diante de qualquer situação de risco”, destaca. “Estamos falando de ambientes que funcionam 24 horas por dia, com grande fluxo de pessoas, e que precisam de respostas rápidas diante de qualquer situação de risco” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Nesta primeira etapa, a operação contempla o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as UPAs. O compartilhamento das imagens permite identificar ocorrências dentro e no entorno das unidades, reduzindo o tempo de acionamento das forças de segurança e fortalecendo a rede pública de proteção no Distrito Federal. Segundo o superintendente de Operações do IgesDF, Sávio Cavallari, a integração foi planejada para unir tecnologia, eficiência e respeito aos usuários. “Integramos tecnologia e segurança pública para proteger quem cuida e quem é cuidado. A resposta fica mais rápida e a privacidade é totalmente preservada. Não há custo adicional e todo o processo foi desenhado para não interferir na assistência”, enfatiza. O sistema utiliza recursos de análise inteligente de vídeo, capazes de identificar movimentações atípicas, invasões de perímetro, aglomerações ou objetos abandonados, sempre com foco preventivo. As câmeras integradas abrangem áreas externas estratégicas e espaços internos de circulação comum. Todo esse processo segue a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). O projeto começa pelas UPAs e pelos hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF) e Regional de Santa Maria (HRSM) A estrutura de gestão do projeto prevê que os perfis de acesso às imagens e os protocolos de resposta sejam definidos em ato conjunto entre o IgesDF e a SSP-DF. Todo o fluxo foi construído de forma integrada, com respeito aos protocolos sigilosos, às responsabilidades institucionais e às legislações vigentes. Resposta integrada [LEIA_TAMBEM]O coordenador de Infraestrutura de Tecnologia da Informação da SSP-DF, Hélio de Farias, reforça que a medida possibilita que todos os órgãos de proteção possam ter acesso às imagens em caso de alguma ocorrência nos hospitais: “Os policiais terão acesso imediato tanto durante operações quanto nas atividades diárias. Sendo aberta a ocorrência, é deslocada uma viatura até o local e, havendo indício de crime ou outra situação que exija intervenção, o procedimento segue conforme as normas da Segurança Pública”. O gerente de Operações de Segurança do IgesDF, Lucas Lustosa, explica que a estrutura do instituto já se encontra ativa. “O contrato de vigilância eletrônica prevê mão de obra qualificada, o que permitiu a operação imediata por profissionais treinados. O monitoramento está ativo desde 22 de novembro nas nossas unidades, e a fase atual envolve apenas ajustes finos de angulação e posicionamento das câmeras”, detalha. Para o gerente, a cooperação com a SSP-DF eleva o padrão de segurança nas unidades de saúde. “É um sistema que reforça a segurança de pacientes, colaboradores e usuários, sem alterar a rotina assistencial ou expor a intimidade de quem busca atendimento”, ressalta. *Com informações do IgesDF  

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Empresa assume a gestão da Rodoviária do Plano Piloto neste domingo (1º/6)

O Consórcio Catedral assume neste domingo, 1º de junho, a gestão da Rodoviária do Plano Piloto pelo prazo de 20 anos. Inaugurado há quase 65 anos, pela primeira vez o local deixa de ser administrado diretamente pelo poder público e passa para o setor privado. O grupo empresarial venceu a concorrência nacional pela concessão e deverá investir R$ 120 milhões na recuperação, modernização, e conservação da rodoviária, além de manter o sistema operacional e de comunicação com os usuários. “As primeiras melhorias que a população deverá notar é a recuperação de equipamentos como as escadas rolantes e elevadores além do aspecto de segurança e organização do terminal”, disse o titular da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), Zeno Gonçalves. O grupo empresarial venceu a concorrência nacional pela concessão e deverá investir R$ 120 milhões na recuperação, modernização, e conservação da rodoviária | Fotos: Divulgação/Semob-DF Segundo o secretário, com as obras previstas no contrato, em breve a rodoviária de Brasília “terá um aspecto moderno e mais confortável, inclusive com uma nova estação do BRT. Será uma rodoviária mais segura e eficiente nos serviços prestados ao cidadão, do jeito que a capital do país precisa e a população merece”, afirmou Zeno. Mudanças imediatas Mesmo antes de assumir definitivamente a rodoviária, nos últimos 90 dias a concessionária atuou em gestão compartilhada com o GDF e realizou diversas melhorias no local. Uma das novidades é a sala multissensorial, ambiente dedicado ao acolhimento de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e outras neurodivergências. A sala foi projetada pela mesma empresa que implantou uma unidade semelhante no Aeroporto de Congonhas. O espaço oferece conforto, inclusão e bem-estar às pessoas com dificuldades sensoriais em ambientes com grande movimentação de público. A sala conta com iluminação, mobiliário e ambientação apropriados para a redução de estresse, amamentação e descanso. O local será sinalizado e aberto aos usuários nos próximos dias. Por meio de câmeras instaladas, é possível acompanhar em tempo real tudo que acontece na rodoviária, inclusive com reconhecimento facial Também já está funcionando a sala de controle operacional, com videomonitoramento, integrada com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Por meio de câmeras instaladas em toda a rodoviária, é possível acompanhar em tempo real tudo que acontece na rodoviária, inclusive com reconhecimento facial que permite identificar pessoas procuradas ou que estiverem com mandado de prisão em aberto. A concessionária também está concluindo o serviço de manutenção das escadas rolantes e dos elevadores para melhorar a acessibilidade. Cronograma de investimentos A concessionária terá o prazo de seis anos para executar os investimentos. De acordo com o cronograma do projeto, além da manutenção dos serviços essenciais, nos primeiros dois anos deverão ser investidos R$ 7 milhões na implantação de infraestrutura dos estacionamentos e do sistema operacional da rodoviária. Enquanto isso, o prédio estará passando por reforma, com investimentos de R$ 57,7 milhões e a previsão é de terminar essa fase em três anos. Já a recuperação geral da estrutura e modernização do complexo deverá estar pronta em quatro anos, com mais R$ 54,9 milhões em investimentos. O complexo concedido inclui os estacionamentos superiores e inferiores próximos ao Conjunto Nacional e ao Conic, no Setor de Diversões, que serão modernizados e passarão a ser rotativos. As três áreas somam 2.902 vagas, sendo 1.179 vagas no SDN, 1.015 vagas no SDS e 708 vagas na plataforma superior. A concessionária poderá explorar diretamente ou terceirizar a gestão dos espaços. Além de investir na recuperação e modernização do complexo da Rodoviária do Plano Piloto, a concessionária terá de pagar ao GDF o correspondente a 12,33% sobre a receita bruta da rodoviária. É o chamado valor de outorga, que será pago em parcelas anuais durante o período de 20 anos da concessão. As receitas da concessionária serão provenientes principalmente de aluguéis, publicidades e estacionamentos rotativos, entre outros serviços. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)

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Consórcio inaugura novo sistema de videomonitoramento na Rodoviária do Plano Piloto

A gestão da Rodoviária do Plano Piloto começou a ser transferida para a iniciativa privada na madrugada deste sábado (22). E uma das primeiras ações do Consórcio Catedral – liderado pela RZK Empreendimentos Imobiliários Ltda. –, responsável pelo espaço nos próximos 20 anos, foi inaugurar um sistema de videomonitoramento que contribuirá para a segurança de quem utiliza o local. A sala de videomonitoramento da Rodoviária do Plano Piloto é equipada com um videowall formado por quatro monitores; 62 câmeras fornecem imagens em tempo real | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O consórcio, entendendo a importância da segurança, instalou um centro de controle operacional inicial para já começar a fazer esse monitoramento. A segurança no transporte é fundamental. Esse é um assunto que, para nós, é da maior relevância, porque o usuário tem enfrentado dificuldades, principalmente aqui, onde temos ação de vandalismo, tráfico de drogas, pequenos furtos… O consórcio está atento e não vai deixar acontecer, junto com a nossa segurança”, destacou o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. O sistema conta com 62 câmeras – sendo 32 da própria Rodoviária e 30 da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) – com capacidade de fazer reconhecimento comportamental e leitura de placas veiculares. As imagens são exibidas em tempo real na sala de videomonitoramento, em um videowall formado por quatro monitores de 49 polegadas cada. “As câmeras ficarão espalhadas em pontos-chave de acesso. Se a pessoa estiver fazendo algo suspeito, a gente pode fazer a ativação e o chamamento tanto dos vigilantes quanto da Polícia Militar no local”, detalhou Renan Cavalcante, engenheiro da Brasília Segurança, empresa contratada para cuidar do videomonitoramento. “Vai possibilitar a ampliação da segurança do usuário aqui na Rodoviária do Plano Piloto”, emendou o diretor do Consórcio Catedral, Enrico Capecci. As imagens serão compartilhadas com a Secretaria de Segurança Pública do DF, uma contribuição que vai possibilitar à pasta, por exemplo, localizar pessoas desaparecidas ou com mandados de prisão em aberto. “O videomonitoramento é importantíssimo e a gente tem procurado aperfeiçoar cada vez mais, não só com a quantidade de câmeras, mas também com as tecnologias que vêm sendo aplicadas. Nós temos uma boa expectativa de, aumentando o número dessas câmeras no Distrito Federal, termos ainda melhores condições de proteger a nossa população”, enfatizou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.  Renan Cavalcante: “As câmeras ficarão espalhadas em pontos-chave de acesso. Se a pessoa estiver fazendo algo suspeito, a gente pode fazer a ativação e o chamamento tanto dos vigilantes quanto da Polícia Militar no local” “Nós temos inúmeras câmeras aqui, o serviço já é feito; a gente já consegue localizar pessoas, vários crimes já foram desvendados com a utilização dessas câmeras e, logicamente, as novas câmeras utilizadas pelo consórcio e a cessão dessas imagens serão um reforço”, arrematou o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. A assinatura da Ordem de Início marcou também o início das ações de melhoria na infraestrutura e de reforço na segurança da Rodoviária, por onde passam diariamente mais de 600 mil pessoas. Ainda na madrugada deste sábado (22), as vias de acesso e as plataformas foram lavadas, assim como áreas danificadas, incluindo trechos do pavimento, foram recuperados. Nos próximos dias, a previsão é que as escadas rolantes e os elevadores passem por manutenção. O Consórcio Catedral, responsável pela rodoviária, deu início a ações de melhoria nesta madrugada, como a recuperação de trecho do pavimentos que estavam danificados Transferência A transferência operacional da Rodoviária do Plano Piloto para o Consórcio Catedral começou na madrugada deste sábado (22), com a assinatura da Ordem de Início pelo governador Ibaneis Rocha. Nos próximos 90 dias, a gestão da rodoviária será compartilhada entre a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) e o consórcio, que trabalharão juntos no planejamento das ações para a transferência completa da administração do local. A área a ser concedida abrange todo o complexo rodoviário. Também estão incluídos os estacionamentos superiores e inferiores próximos ao Conjunto Nacional e ao Conic, no Setor de Diversões, que passarão a ser rotativos. O Consórcio Catedral vai administrar o local pelos próximos 20 anos, período em que prevê investir R$ 120 milhões no local. A concessão foi aprovada pela Lei Distrital nº 7.358/2023. Além do crivo da Câmara Legislativa (CLDF), o processo recebeu o aval do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Houve também um período de consulta e de audiência pública em que a Semob-DF recebeu diversas contribuições, todas analisadas para aprimoramento do projeto. O GDF assegura que não haverá aumento da tarifa paga pelo cidadão no sistema de transporte público. Já os permissionários terão preferência de permanecer com suas lojas e negócios. Ao longo desta semana, inclusive, uma unidade de atendimento móvel do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF) tem oferecido gratuitamente orientações e serviços aos micro e pequenos empreendedores. O trânsito das pessoas pelo local também permanecerá inalterado, sem qualquer tipo de cercamento.

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DF reduz em 93% o número de roubos em coletivos desde o pico da série histórica em 2016

Os roubos em coletivos no Distrito Federal seguem em queda. Em 2024, a capital federal registrou o menor número de ocorrências do crime dos últimos dez anos, um total de 229, segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Essa foi a maior redução desde o pico da série histórica em 2016 – quando foram registrados 3.130 casos –, uma queda de 93%. A diminuição também é relevante se comparada com o ano anterior, caindo quase pela metade: 49,3%. Sete regiões administrativas do DF não tiveram registros de roubos em coletivo em 2024: Gama, Brazlândia, Guará, Cruzeiro, Varjão, Vicente Pires e Fercal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Os dados mostram ainda que dez regiões administrativas apresentaram declínio das ocorrências, com destaque para quatro cidades: Samambaia, Estrutural, Ceilândia e Santa Maria. No caso da primeira, a redução foi de 71%. Em 2023, foram registradas 137 ocorrências na cidade, enquanto em 2024, o valor caiu para 40. Na Estrutural, o número reduziu de 62 para 23, queda de 63%. Ceilândia e Santa Maria tiveram diminuições de 45% e 41%, respectivamente. Além disso, sete das 35 regiões administrativas do DF sequer tiveram registros do crime dentro de transporte público em 2024: Gama, Brazlândia, Guará, Cruzeiro, Varjão, Vicente Pires e Fercal. Arte: Agência Brasília A queda dos índices ocorre em meio a uma série de medidas de segurança promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A começar pelo monitoramento das cidades por meio de câmeras de vigilância. O DF já conta com aproximadamente 1,3 mil equipamentos distribuídos em pontos estratégicos. O uso da tecnologia aliado às ferramentas de inteligência tem auxiliado a identificar padrões de atuação criminosa e direcionar as investigações. “O nosso transporte público está se tornando a cada dia mais seguro para o cidadão cumprir o direito de ir e vir” Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade “A redução expressiva reflete o impacto de um planejamento estratégico fundamentado em tecnologia e inteligência. Monitoramos as regiões de maior incidência criminal e direcionamos nossos recursos de forma precisa, garantindo uma atuação mais eficiente das forças de segurança. Esses resultados mostram que estamos no caminho certo para oferecer mais segurança e tranquilidade aos cidadãos que utilizam o transporte público no Distrito Federal”, declara o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Vigilância Em 2024, a Polícia Civil do DF deflagrou operações específicas para desarticular grupos criminosos de roubos a coletivos. A operação Linha Segura cumpriu mandados de prisão preventiva contra indivíduos envolvidos em ocorrências na Ponte JK. Já a ação Ponto Certo prendeu uma dupla que agia em pontos de ônibus próximos à 2ª Avenida Norte de Samambaia. Além disso, com auxílio das imagens dos circuitos internos dos coletivos, a PCDF tem feito prisões de suspeitos, como quando deteve um homem responsável por assaltos em ônibus de Planaltina após a divulgação da imagem do suspeito. Segundo a Semob-DF, em 2023, cerca de R$ 280 milhões circulavam dentro dos ônibus. Em 2024, com a digitalização do pagamento das passagens, o dinheiro representou apenas 1,2% dos acessos pagos “A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio de operações específicas e investigações das diversas delegacias, conseguiu desarticular grupos criminosos e identificar pontos críticos de atuação. Nosso foco permanece em aprimorar as investigações e garantir respostas rápidas para assegurar a segurança da população”, afirma o delegado Lúcio Valente, porta-voz da PCDF. Outra medida importante para a redução do crime é a menor circulação de dinheiro dentro dos ônibus. Em julho de 2024, o transporte público do Distrito Federal iniciou a digitalização do pagamento, com os coletivos deixando de aceitar dinheiro em espécie para adotar outros formatos: bilhete avulso, cartão de crédito ou débito, vale-transporte, passe livre estudantil e cartão BRB Mobilidade. “Desde o ano passado, quando começamos a transformar o pagamento, um dos objetivos era diminuir a atratividade dos furtos e crimes dentro dos coletivos eliminando a circulação do dinheiro em espécie, já que temos um número excessivos de viagens, um total de 22,5 mil em dias úteis”, comenta o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. Segundo o titular da pasta, em 2023, cerca de R$ 280 milhões circulavam dentro dos ônibus. Em 2024, o dinheiro representou apenas 1,2% dos acessos pagos. “O primeiro impacto que percebemos da não aceitação do dinheiro foi a queda dos roubos”, afirma. Zeno cita também o sistema de câmeras internas dos coletivos como outro ponto importante na redução dos índices. “Nenhum crime dentro dos ônibus fica impune. Todos nós conseguimos identificar, processar e ir atrás do suspeito – não só de furto, mas de assédio e outros crimes que ocorram contra os usuários dentro do sistema. O nosso transporte público está se tornando a cada dia mais seguro para o cidadão cumprir o direito de ir e vir”, complementa.

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