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visitas domiciliares

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Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets

Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.    *Com informações da Secretaria de Saúde

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Adultos do DF morrem menos de diabetes e AVC; câncer ainda demanda atenção

Dados de 2014 e 2024 mostram que adultos do Distrito Federal, entre 30 e 69 anos, morreram menos de diabetes, disparo de arma de fogo e acidente vascular cerebral (AVC). Câncer e dengue, contudo, tiveram crescimento. Infarto agudo do miocárdio liderou tanto em 2014 quanto em 2024. É o que mostra o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES-DF), com dados de 5.240 certidões de óbito de 2014 e 6.397 de 2024.  Uma das ações de destaque da Secretaria de Saúde é o mutirão de atendimento a casos de câncer | Foto: Jhonatan Cantaelle/Agência Saúde-DF “O aumento no ranking de algumas doenças é um alerta para sensibilizar as pessoas a buscar os serviços de saúde e para a necessidade de qualificar a rede na detecção precoce e no tratamento em tempo oportuno, como é o caso dos cânceres de mama, de brônquios e pulmões e cólon, bem como da doença isquêmica crônica do coração” Mélquia Lima, gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção à Saúde da SES-DF Um dos destaques foi a redução de mortes causadas por agressão com disparo de arma de fogo. De 2014 para 2024, o número caiu de 211 para 62 ocorrências na faixa etária de 30 a 69 anos, o suficiente para fazer essa causa de morte ir do segundo lugar para a 29ª posição. Também chama a atenção o registro dos óbitos decorrentes de diabetes mellitus: em 2014, foram 166 casos, ocupando o terceiro lugar; dez anos depois, 129 ocorrências fizeram a doença cair para a oitava posição.  Populares no ranking Mélquia Lima, gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção à Saúde da SES-DF, cita a redução dos casos de óbitos por diabetes, mostrando que o cuidado em saúde oferecido pelos serviços da rede pública pode ter contribuído. É preciso, também, avaliar os casos em que as doenças causaram mais óbitos. “O aumento no ranking de algumas doenças é um alerta para sensibilizar as pessoas a buscar os serviços de saúde e para a necessidade de qualificar a rede na detecção precoce e no tratamento em tempo oportuno, como é o caso dos cânceres de mama, de brônquios e pulmões e cólon [intestino], bem como da doença isquêmica crônica do coração”, explica a médica. Em 2014, o câncer de mama estava na quarta colocação do ranking; em 2024, apareceu na segunda posição. Já o câncer dos brônquios e dos pulmões subiu da sexta para a terceira colocação. Em 2024, o câncer de intestino (cólon) entrou para a lista das dez doenças com maiores causas de óbito, saindo da 19ª posição para a décima. O maior crescimento, porém, ficou com a dengue: saltou da 146ª posição, em 2014, para a 9ª em 2024. Ações concretas  No caso da dengue, a epidemia registrada no DF entre 2023 e 2024 foi combatida com ações para tratamento de pacientes, como tendas de atendimento, e de ações contra o mosquito transmissor da doença. A SES-DF promoveu desde visitas domiciliares ao uso de tecnologias como armadilhas, drones e mosquitos inoculados com uma bactéria para reduzir a capacidade de transmissão da doença. O resultado foi visível: em 2025, houve uma queda de 96% nos casos prováveis de dengue no DF. [LEIA_TAMBEM]Já o câncer tem sido foco de ações consistentes. O destaque é o programa “O Câncer não espera. O GDF também não”, criado em 2025 para agilizar a realização de exames e de consultas, com mudanças no fluxo de pacientes. “É uma iniciativa que atua diretamente sobre os principais gargalos da rede, reduz tempos de espera, promove equidade e fortalece a integralidade do cuidado”, avalia a coordenadora do comitê de planejamento da SES-DF, Paula Muraro.  No âmbito do programa, é possível mensurar as reduções: de março de 2025 a janeiro de 2026, a lista para consulta de oncologia caiu 52,3%, de 889 para 424 pessoas, considerando a inserção de mais de 300 novos casos por mês. O tempo de espera também caiu de 81 para 25 dias, 69,1% menor. Na radioterapia, por sua vez, a lista diminuiu 35,39%, passando de 630 para 407 pacientes, enquanto o tempo de espera caiu de 87 para 36 dias, 58,6% a menos.  Mortes prematuras Mélquia Lima explica que esse tipo de informativo epidemiológico, com recorte da população de 30 a 69 anos, é feito em vários países a fim de compreender melhor os óbitos de pessoas em faixas etárias abaixo da expectativa de vida da população. Por esse motivo, tratam-se de mortes chamadas prematuras. “Vale ressaltar que o DF possui a maior expectativa de vida do Brasil, com média de 79,7 anos, superando a média nacional [76,6 anos]”, detalha Mélquia. “Segundo dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], as mulheres têm expectativa de 82,9 anos e os homens 76,3 anos no DF.” Além de embasar a tomada de decisões sobre políticas públicas, o informativo epidemiológico também serve de alerta para a própria população. Os dados mostram a importância de adotar hábitos de vida saudáveis, como atividade física, alimentação equilibrada, controle do estresse e sono de qualidade e realização de exames de rotina frequentemente.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Cruzeiro Novo recebe ação de combate à dengue

De prédio em prédio, em ações contínuas, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) buscam possíveis criadouros do mosquito da dengue e orientam moradores e zeladores sobre como combater o Aedes aegypti. Nessa quinta-feira (19), a quadra 1307, no Cruzeiro Novo, passou por uma inspeção minuciosa. No alvo, vasos de plantas com pratinhos, bromélias, garrafas vazias, lixeiras, lonas, caixas d’água ou qualquer local ou objeto que pudesse abrigar água parada. Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde buscam possíveis criadouros do mosquito da dengue no Cruzeiro Novo | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “É fundamental que a população nos receba e faça a sua parte. A maioria dos focos estão dentro das casas. Por isso, prestar atenção aos detalhes pode fazer uma grande diferença nos casos de transmissão”, destacou o Avas Hugo Ayala, da Secretaria de Saúde (SES-DF).  A agente Edierte Alves concorda. Ela lembra que o período chuvoso aumenta os riscos de proliferação do inseto: “Na visita domiciliar, o objetivo é ressaltar pontos que a população já sabe, mas esquece. Nessa época, o mosquito se desenvolve muito mais rápido”.  O subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos, destaca o intenso empenho da pasta contra a dengue. “É nesse contato direto com as comunidades que fortalecemos a prevenção. A pasta tem o compromisso de se antecipar e combater o mosquito”, garantiu. Vasos de plantas com pratinhos, bromélias, garrafas vazias, lixeiras, lonas, caixas d’água ou objeto que possa abrigar água parada estão no alvo dos agentes Larvicida Caso os agentes detectem criadouros em uma das residências, o morador não recebe multa nem é censurado. Nessas situações, os profissionais da SES-DF realizam um tratamento específico com o larvicida Bacillus thuringiensis israelensis (BTi), seguro para humanos e animais domésticos. Quando aplicada na água, a substância é dissolvida e ingerida pelas larvas do mosquito. O inseticida interage com a parede intestinal das larvas e as rompe rapidamente. É esperada a morte dos insetos em até 24 horas após a aplicação do produto.  Zelador há nove anos, Pedro Ribeiro de Carvalho conta que dedica atenção redobrada quando o assunto é combater o mosquito da dengue. “Meu papel é manter tudo limpo. Não deixo poça de água, as escadas estão sempre limpas e as lixeiras secas e fechadas. A gente se preocupa com o bem-estar dos moradores e é meu local de trabalho. Nunca tive dengue e é um cuidado a mais para não ter”, relatou. Também zelador de um dos blocos da quadra, Ivo Vitalino da Silva Neto teve dengue há mais de 10 anos e conta não ter esquecido o mal-estar causado pela doença. “Fiquei ruim, com muita dor. Não quero mais pegar. Tanto aqui como em casa mantenho tudo limpo, não deixo acumular água, plástico. A prioridade é atender os agentes e deixar que eles entrem e confirmem que estamos seguros”. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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São Sebastião recebe agentes de vigilância ambiental para combate à dengue

Na casa da aposentada Miriam Ferraz, 67 anos, não há espaço para descuidos. Plantas sem pratinhos que acumulam água e as demais áreas da residência devidamente limpas são motivos de elogios dos Agentes de Vigilância Ambiental (AVAs). “Sempre recebo os agentes com alegria. Eles me orientam e, graças a Deus, minha casa está sempre protegida. Já tive dengue antes, quase morri, e não quero passar por isso de novo”, contou Miriam, que também adota o uso de repelentes para garantir a saúde da família. “Sempre recebo os agentes com alegria. Eles me orientam e, graças a Deus, minha casa está sempre protegida”, contou a aposentada Miriam Ferraz | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A casa de Miriam não é a única a ser visitada. Graças ao trabalho dos AVAs da Secretaria de Saúde (SES-DF), os moradores do Morro Azul, em São Sebastião, têm reforçado as medidas de prevenção contra o Aedes aegypti. As inspeções minuciosas, somadas às orientações frequentes, ajudam a comunidade a evitar criadouros do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. “Nosso trabalho vai além de eliminar focos. Ele também é educativo. Mostramos aos moradores que ações simples, como tampar caixas d’água, limpar calhas e evitar o acúmulo de água em objetos, fazem toda a diferença. O período de chuva exige ainda mais atenção”, afirmou a agente Gracineide da Costa. A agente Gracineide da Costa explicou que o trabalho dos AVAs vai além de eliminar focos: “Mostramos aos moradores que ações simples, como tampar caixas d’água, limpar calhas e evitar o acúmulo de água em objetos, fazem toda a diferença” Durante a visita, os agentes de vigilância identificaram uma caixa com latas acumuladas no quintal da autônoma Maria do Livramento, 43 anos. “Essa vistoria é muito importante, pois os agentes detectam focos que, às vezes, passam despercebidos por nós, moradores”, comentou. Além das residências, as escolas da região também são alvos das inspeções. Na visita à Escola Classe 303 de São Sebastião, os agentes trataram calhas e canaletas com água parada. “Nossa prioridade é proteger as crianças e os professores. Fazemos visitas frequentes, orientamos a equipe escolar e cuidamos de qualquer foco encontrado”, explicou a agente Josefa Ribeiro. Os AVAs também fazem visitas frequentes às escolas de São Sebastião: “Nossa prioridade é proteger as crianças e os professores”, ressaltou a agente Josefa Ribeiro Armas contra o mosquito O trabalho de combate ao Aedes aegypti feito pela SES-DF tem sido reforçado com diferentes técnicas, como a aplicação de larvicidas, o uso de armadilhas para monitorar o mosquito e ferramentas tecnológicas, como mapas de calor, para direcionar as ações mais rapidamente. Para o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, essas ações são essenciais para evitar a proliferação do mosquito. “O acúmulo de água em recipientes e áreas abertas aumenta exponencialmente os criadouros, e é por isso que precisamos intensificar nossas ações. Reforçar as medidas preventivas e educativas neste momento é essencial para evitar uma epidemia, proteger a saúde da população e reduzir a sobrecarga no sistema de saúde do DF”. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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GDF monta força-tarefa para combate à dengue em Brazlândia

Brazlândia é uma das regiões do Distrito Federal com maior número de casos de dengue em 2023. De acordo com o Boletim Epidemiológico nº 12 , entre 1º de janeiro e o dia 25, a região registrou 851 casos prováveis da doença. Diante desse cenário, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem desenvolvido ações integradas entre órgãos para combater o mosquito Aedes Aegypti, que também transmite o zika vírus, chikungunya e a febre amarela (urbana). Uma dessas iniciativas ocorreu nesta quinta-feira (30), quando as equipes da Vigilância Ambiental e militares do Corpo de Bombeiros visitaram residências com vistorias e orientações para a população. Iady Barros recebe a visita do fiscal: “Me sinto mais segura” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Moradora da cidade, Iady Barros, 65, ficou satisfeita com a força-tarefa empreendida pelas equipes.“Me sinto mais segura”, disse. “Eu morro de medo desse mosquito. Deu de tardezinha coloco repelente, amanheço no repelente. As pessoas têm que se prevenir igual eu faço, deixar tudo tampado. Um ajuda o outro; se eu quero o meu bem, quero o bem dos meus vizinhos. Recebo as equipes e acho muito bom, porque é um cuidado que eles estão tendo com a gente”. Nem todos, porém, agem com o mesmo zelo de Iady. É o que conta o chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Brazlândia, Alessandro dos Santos: “Infelizmente, alguns moradores ainda têm aquele costume de estar acumulando água, guardando baldes, bacias, caixas-d’água no nível do solo, esperando a água da chuva cair para eles ‘economizarem’ água, e aí é que está o problema. Os bombeiros têm encontrado muitos focos durante o dia. A gente tem levado para as análises e constatado que são focos do Aedes aegypti mesmo”. Ações educativas O supervisor lembra que o problema não é acumular água, mas fazer o acondicionamento errado. “Se de alguma forma você tem a necessidade de estar acumulando água, que você tampe, guarde de forma que o mosquito não tenha acesso”, orienta. “Em baldes, bacias que não têm tampa, com certeza vai ter foco. O ideal é não ter água acumulada, porque nós estamos em Brazlândia, um local onde a gente tem saneamento básico, tem água todos os dias, raramente falta água aqui nessa localidade. Então, não há essa necessidade de estar acumulando água da chuva”. De acordo com Alessandro, a Vigilância Ambiental tem trabalhado com ações educativas, por enquanto sem a aplicação de multas. O tenente Nivaldo Ribeiro, do Grupamento de Bombeiros Militar de Brazlândia, descreve como tem sido a abordagem nas casas da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Vamos de porta em porta conversando com os moradores e informando as maneiras certas de evitar a proliferação do mosquito da dengue”, conta o tenente Nivaldo Ribeiro, do Grupamento de Bombeiros Militar de Brazlândia. “A abordagem é tranquila, o Corpo de Bombeiros vem atuando nessas regiões há muito tempo e a aceitação é boa. Pelo menos uma vez por semana, se a pessoa fizer uma vistoria no seu quintal, na redondeza, vai evitar a proliferação do mosquito. Se cada um fizer um pouquinho, acaba tornando a cidade livre do mosquito.” Durante a visita, alguns focos foram encontrados em descampados próximos às residências e áreas de comércio, onde havia recipientes e pneus com acúmulo de água parada. Em outras vistorias, os servidores flagraram pessoas com bacias de acúmulo de água em áreas abertas da casa. Os trabalhos de conscientização seguem nos próximos dias. Também haverá recolhimento de inservíveis com as equipes do SLU e apoio da administração da cidade, além aplicação de UBV pesado (fumacê) em diversas quadras da região.

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Visitadores são os ‘anjos da guarda’ do programa Criança Feliz

Gestos de humanismo e altruísmo que alimentam almas de conforto e calor humano. Assim é o trabalho dos visitadores do programa Criança Feliz Brasiliense, da Secretaria de Desenvolvimento Social. São elas que fazem o atendimento direto a 3,2 mil famílias do DF, objetivando promover a ampliação psicomotora, cognitiva, comunicativa, psicológica e socioemocional de crianças em situação de vulnerabilidade social. É o caso do pequeno Enzo, de quase 2 anos, assistido pela agente Ivanilda Ramos em Samambaia Norte. O pequeno Enzo, de 2 anos, com a mãe, Joyce Rodrigues, e a visitadora Ivanilda Ramos, participa de atividades interativas que vão desde cantigas clássicas até brincadeiras com jogos lúdicos improvisados com papelão, pedaços de cartolina e muita criatividade | Fotos: Tony Oliveira / Agência Brasília “A importância do programa é de realmente promover o desenvolvimento de crianças vulneráveis da primeira infância por meio de brincadeiras e atividades interativas”, explica Ivanilda. “É importante estimular esse lado lúdico da criança para que ela não fique atrasada nessa parte da comunicação, do desenvolvimento social. Meus filhos fizeram parte deste programa e eu vi como foi importante esse incentivo social”, salienta. [Olho texto=”“Como a gente trabalha com famílias vulneráveis, acaba que a visita vai além do atendimento à primeira infância, porque podemos saber as necessidades e demandas que esse grupo familiar tem”” assinatura=”Ivanilda Ramos, visitadora social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para uma família fazer parte do Criança Feliz Brasiliense, prioritariamente precisa estar registrada no Cadastro Único, com este registro sempre atualizado. O público-alvo são gestantes e crianças de até três anos, crianças afastadas do convívio familiar e crianças beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada, ambas de até seis anos. No momento, 106 visitadores sociais comparecem, diariamente, às zonas urbanas e rurais de 16 regiões administrativas do DF. Atuam como anjos da guarda sociais nas cidades de Taguatinga, Estrutural, Planaltina, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Varjão, Itapoã, Paranoá, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Santa Maria, Samambaia, Fercal e Sobradinho. Só em Samambaia, norte e sul, conta Ivanilda Ramos, são dez visitadores, mais uma supervisora, que acompanha o serviço em toda a região administrativa. Ela mesma chega a percorrer, num dia, entre cinco e oito lares das 15 famílias que abraça socialmente há um ano. Na segunda-feira (16), o encontro foi na casa da mãe solo Joyce Rodrigues, 35 anos, mãe de seis filhos e prestes a dar à luz um novo rebento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Como a gente trabalha com famílias vulneráveis, acaba que a visita vai além do atendimento à primeira infância, porque podemos saber as necessidades e demandas que esse grupo familiar tem”, observa a visitadora social. “Hoje pode estar tudo ok, mas na próxima visita pode estar faltando uma cesta, um cadastro único que desatualizou. Então, sempre que a gente chega, fazemos essa primeira acolhida”, explica. Durante as atividades interativas para estimular o pequeno Enzo, vale tudo, desde cantigas clássicas interativas que levam toda a família a participar, até brincadeiras com jogos lúdicos improvisados com papelão, pedaços de cartolina e muita criatividade. “A gente fica muito agradecida com esse apoio social”, elogia Joyce. “Depois que o Enzo começou a participar do Criança Feliz, está mais solto, teve um desenvolvimento muito bom, hoje em dia fala tudo, é uma criança mais feliz”, diz.

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DF multiplica as inspeções domiciliares para eliminar a dengue

A Secretaria de Saúde (SES) já inspecionou 1,7 milhão de lares no Distrito Federal em busca de focos do mosquito Aedes aegypti. São mais de 1,3 mil agentes comunitários de saúde distribuídos por todas as regiões do DF com o objetivo de orientar a população, identificar e eliminar os pontos de reprodução. [Olho texto=”“Nossos agentes de saúde fazem um trabalho de instrução da população e correção de qualquer possível foco do mosquito, mas a população deve estar atenta a fatores que são propícios à proliferação do mosquito, como o acúmulo e descarte incorreto de lixo doméstico”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Este ano nosso trabalho foi potencializado com a contratação de mais 500 agentes de saúde que vão ajudar muito. O objetivo das visitas domiciliares é a questão educativa da população e também a corretiva, com a aplicação de produto para eliminar os focos encontrados”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. De acordo com ele, cerca de 90% dos ovos do mosquito Aedes aegypti estão dentro das residências. Conforme o último Boletim Epidemiológico, de janeiro a junho deste ano foram registrados 55.063 casos prováveis de dengue. “Nossos agentes de saúde fazem um trabalho de instrução da população e correção de qualquer possível foco do mosquito, mas a população deve estar atenta a fatores que são propícios à proliferação do mosquito, como o acúmulo e descarte incorreto de lixo doméstico”, completa Divino. Os 1,3 mil agentes comunitários lembram à população de reforçar os cuidados em casa, como limpar e esvaziar os pratos dos vasos de plantas, além de manter as caixas-d’água, cisternas e outros recipientes de armazenamento d’água bem fechados | Fotos: Sandro Araújo / Agencia Saúde-DF Além das visitas domiciliares, a SES conta com outras ações para eliminar o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Entre elas, destaca-se a borrifação espacial. “Este ano, 2,5 milhões de imóveis já foram contemplados com a borrifação em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, além de 358 mil depósitos que precisaram ser tratados”, contabiliza o subsecretário. Segundo ele, as equipes utilizam uma metodologia criteriosa para a aplicação do produto, que é adquirido pelo Ministério da Saúde. “Essa é uma das ações mais eficientes no combate ao Aedes Aegypti, juntamente com o cuidado que cada cidadão pode ter dentro de casa”, completa Divino Valero. O fumacê, como é popularmente conhecido, atinge uma área de mais de 2 mil imóveis por aplicação. O produto é borrifado no final do dia e durante a madrugada, quando há menos corrente de vento e melhor aproveitamento do serviço. Outras medidas estratégicas estão sendo desenvolvidas, como é o caso da parceria com a Secretaria de Educação. “Estamos levando a educação para dentro das escolas públicas. Assim, as crianças e jovens serão nossos ‘agentes’ em suas casas. Eles terão um olhar crítico em seus lares e podem levar essas instruções para o resto da vida”, ressalta o subsecretário. Importância da prevenção É necessário que a população não se esqueça de reforçar os cuidados em casa, como limpar e esvaziar os pratos dos vasos de plantas, além de manter as caixas-d’água, cisternas e outros recipientes de armazenamento d’água bem fechados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outra recomendação é evitar deixar garrafas e pneus em locais onde possam acumular água. “O mosquito Aedes aegypti voa 1 m de altura e costuma estar presente em lugares mais escuros da casa, como quarto e cozinha. Então, abra as cortinas e as janelas”, reforça Divino Valero. Para aqueles que não escaparam do mosquito, o coordenador de Atenção Primária da SES, Fernando Erick Damasceno, explica que 80% dos casos de dengue são resolvidos sem a necessidade de internação hospitalar. “A Atenção Primária faz o acolhimento e atua nos casos suspeitos com diagnóstico clinico-epidemiológico. Depois dessa avaliação, passamos para a hidratação e manutenção adequada, favorecendo o melhor prognóstico do paciente com dengue”, explica Fernando Erick. “Esse manejo clínico é o mais importante. É o que chamamos de ‘hidratação adequada em tempo oportuno’, que evita que os casos fiquem mais graves”, acrescenta. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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A leitura infantil como ferramenta de desenvolvimento e aprendizado

[Olho texto=”“Essa capacitação é mais uma ferramenta para os visitadores, trazendo mais desenvoltura nas atividades com as crianças, porque a leitura é uma estratégia simples, divertida e informal. Além de ajudar no desenvolvimento, na compreensão de escuta e de fala e na alfabetização”” assinatura=”Danielle Cerqueira, multiplicadora do Criança Feliz Brasiliense” esquerda_direita_centro=”direita”] O Criança Feliz Brasiliense segue em expansão no leque de atuação familiar. O próximo passo do programa é capacitar as equipes, preparando-as para conduzir as visitas domiciliares também com a temática da leitura familiar para crianças. Para isso, foi apresentado, nesta sexta-feira (21), durante reunião remota com os gestores, o curso de Literacia Familiar, uma capacitação gratuita promovida pelo Ministério da Cidadania em parceria com o Ministério da Educação. De acordo com a multiplicadora do Criança Feliz Brasiliense Danielle Cerqueira, o curso é de grande importância para os profissionais por prepará-los para orientar e praticar a leitura com pais e filhos. “Essa capacitação é mais uma ferramenta para os visitadores, trazendo mais desenvoltura nas atividades com as crianças, porque a leitura é uma estratégia simples, divertida e informal. Além de ajudar no desenvolvimento, na compreensão de escuta e de fala, e na alfabetização”, pontua Danielle. A reunião desta sexta-feira para monitoramento do Criança Feliz Brasiliense envolveu os visitadores, supervisores e representantes da Agência de Transformação Social (Iecap), organização da sociedade civil parceira da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) na execução do programa | Imagem: Sedes-DF Após a capacitação das equipes, o Distrito Federal inicia um formato piloto dessas ações junto às famílias. Há a previsão de que algumas recebam kits com livros infantis vindos do governo federal. A reunião desta sexta-feira para monitoramento do Criança Feliz Brasiliense envolveu os visitadores, supervisores e representantes da Agência de Transformação Social (Iecap), organização da sociedade civil parceira da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) na execução do programa. Ainda durante o evento, foram apresentadas a secretária executiva do programa, Ana Caroliny Sousa, e as novas multiplicadoras da iniciativa. Literacia Familiar [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As atividades de leitura para crianças durante visitas domiciliares do programa Criança Feliz são o objeto de uma terceira qualificação disponível no Portal Capacitação Cidadania. O curso é resultado de parceria entre o Departamento de Formação e Disseminação, da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação, Secretaria Nacional de Atenção à Primeira Infância, do Ministério da Cidadania,  e Secretaria de Alfabetização, do Ministério da Educação. A intenção é oferecer formação complementar às equipes do Criança Feliz, em especial nas visitas domiciliares ligadas à temática da Literacia Familiar. São dez aulas que abordam a importância da leitura, os programas do governo federal em torno do tema, os desafios e abordagens e orientações específicas. A carga horária é de dez horas. As inscrições podem ser feitas até 20 de fevereiro de 2022. A conclusão do curso precisa ser feita até 28 de fevereiro. *Com informações da Sedes-DF  

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Integração em prol da primeira infância

Representantes de secretarias do GDF desenvolvem planejamento conjunto / Foto: Divulgação / Sedes O Comitê Gestor do Programa Criança Feliz Brasiliense reuniu-se, nesta segunda-feira (22), com representantes técnicos das secretarias de Desenvolvimento Social, Justiça, Saúde, Mulher, Cultura e Esporte do Distrito Federal. Para Fernanda Ramos Monteiro, secretária executiva do Comitê Gestor do Programa, esses momentos de planejamento conjunto entre as secretarias permite conhecer uma infinidade de ações do governo em prol da primeira infância e, assim, e integrar e potencializar a atuação do Governo do Distrito Federal (GDF). “Ações isoladas não causam o impacto de mudança no ciclo geracional da pobreza”, completou Monteiro. “Juntos somos mais fortes e mudaremos a perspectiva de futuro de muitas famílias”, concluiu. [Olho texto=”As crianças com deficiência não foram esquecidas neste grande projeto” assinatura=”Mayara Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Planejamento estratégico A ação é primordial para nortear e integrar as pastas que lidam com a temática, com o intuito de elaborar o planejamento estratégico das ações de primeira infância para o ano de 2021, bem como a perspectiva de ações para 2022/2023. “O trabalho realizado pelo comitê gestor em parceria com os demais técnicos das secretarias é de suma importância para organizar as ações do governo para a Primeira Infância. Atuação de forma articulada e efetiva.”, acrescentou Mayara Rocha, primeira-Dama, secretária de Desenvolvimento Social e madrinha do programa Criança Feliz Brasiliense pelo Distrito Federal. Para Vera Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da Secretaria de Educação, é importante integrarmos os programas e projetos do GDF no tocante à primeira infância, dessa forma conseguimos potencializar os resultados. Educação precoce A Secretaria de Educação possui o Programa de Educação Precoce (PEP) que se refere a um conjunto de ações educacionais voltadas a proporcionar à criança experiências significativas, a partir do seu nascimento, desenvolvendo, assim, o máximo do seu potencial. “Vamos integrar o nosso trabalho e, assim, ampliar as nossas ações voltadas à primeira infância”, completou Vera. “A primeira infância é uma fase fundamental na formação dos nossos futuros cidadãos”, finalizou. “O programa Criança Feliz Brasiliense funciona como um grande guarda-chuva para a primeira infância, consolidando suas hastes junto às secretarias.”, ressaltou Anucha Soares, subchefe da Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Autistas O Projeto Educação Precoce, da Secretaria de Educação, é destinado ao público de crianças de 0 a 3 anos e 11 meses com deficiência, autista e prematuros, e estará somando com o Criança Feliz. A proposta é que as crianças da educação precoce passem a ingressar o programa. Dessa forma, o público-alvo terá a visita semanal em sua residência, com intuito de fortalecer o vínculo entre o cuidador e a criança. Duas vezes por semana, poderá buscar o atendimento na escola de referência do projeto de educação precoce para realizar atividades com professores de diversas formações, a exemplo de docentes de educação física e neuropedagogia. “As crianças com deficiência não foram esquecidas neste grande projeto”, ressaltou Mayara Noronha Rocha. Desenvolvimento integral O Criança Feliz Brasiliense é um programa com finalidade de apoiar as famílias em seu papel protetivo, além de ampliar a rede de atenção e cuidado para o desenvolvimento integral das crianças na primeira infância. Para isso, o programa tem como principais ações as visitas domiciliares e a articulação intersetorial. As visitas têm duração média de 45 minutos e acontecem de forma planejada e sistemática. Nelas os visitadores realizam orientações sobre práticas que fortalecem o desenvolvimento da criança, os vínculos familiares, bem como sobre o acesso a serviços para a garantia de direitos. *Com informações da Sedes

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