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Conta de luz passa por mudança e começa a exibir número da unidade consumidora

A partir deste mês de setembro, consumidores passarão a observar uma mudança na identificação da conta de energia elétrica. O campo anteriormente denominado “Código do Cliente” foi substituído pelo “Número da Unidade Consumidora”, que será utilizado para identificar o imóvel nos canais de atendimento da distribuidora de energia. O novo campo também será exibido nos demonstrativos de geração distribuída para os clientes que usam energia solar. A mudança ocorre de forma automática e não exige nenhuma ação do consumidor. O novo número da unidade consumidora está localizado no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que era apresentado o código do cliente. O item “Código de Instalação” também deixou de constar na conta de energia. A alteração segue um padrão nacional estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para todas as distribuidoras do país. A medida está prevista na Resolução Normativa nº 1.095/2024, que determina a adoção de um modelo único para a identificação das unidades consumidoras de energia elétrica.  Padronização facilita a integração de sistemas ao unificar o formato de identificação dos consumidores utilizado em todo o setor elétrico | Foto: Divulgação  O objetivo da padronização é simplificar a identificação das unidades e unificar o formato utilizado em todo o setor elétrico. A iniciativa também facilita a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores. Entre os benefícios da mudança está a maior facilidade para a coleta e a inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único (CadÚnico), contribuindo para o processo de concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica às famílias que atendem aos critérios do benefício. A padronização também simplifica os processos de atendimento e agiliza a resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia. Padrão nacional de identificação  O número da unidade consumidora tem 15 dígitos, segue um formato único definido nacionalmente pela Aneel e permanece vinculado ao imóvel, independentemente de mudanças de titularidade. Cada unidade consumidora terá um número próprio, que poderá ser utilizado para consultas, solicitações de serviços, emissão de faturas e atendimento. A mudança contempla todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com o fornecimento de energia suspenso ou desligado. Segundo a Aneel, a padronização contribui para evitar duplicidades, facilitar o atendimento e tornar o sistema mais seguro e transparente. Período de transição  Mesmo com a alteração, os clientes continuam acessando normalmente os canais de atendimento das fornecedoras de energia. Durante o período de transição de 12 meses, será possível utilizar tanto o antigo código do cliente quanto o novo número da unidade consumidora para acessar os serviços da distribuidora. Após esse prazo, o número de 15 dígitos passará a ser o identificador oficial da unidade consumidora.  

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Seu celular pode auxiliar equipes de socorro em situações de emergência

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quem diria que o aparelho que você carrega no bolso todos os dias pode ser um importante aliado em uma situação de emergência? Quando a equipe de atendimento pré-hospitalar do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chega para prestar socorro e encontra uma vítima inconsciente, confusa ou impossibilitada de falar, as informações médicas disponíveis no celular podem ajudar no atendimento. “Uma ficha médica de fácil acesso e atualizada funciona como uma fonte rápida de dados críticos”, enfatiza a diretora do Samu-DF, Lorhana Martins. “A equipe do Samu consegue agir com mais segurança e pode tomar decisões terapêuticas mais rápidas, especialmente quando o paciente não consegue se comunicar.” Informações sobre alergias ajudam a equipe a identificar substâncias que podem provocar reações graves e a considerar essa informação durante a avaliação e o atendimento. Já dados sobre doenças preexistentes permitem saber se a pessoa tem diabetes, hipertensão, cardiopatias, epilepsia ou outras condições que podem contribuir para a avaliação inicial e para a definição da conduta da equipe. A relação dos medicamentos em uso, por sua vez, auxilia os profissionais a conhecerem tratamentos em andamento que podem interferir nos sinais vitais, no quadro clínico ou nas decisões terapêuticas. Já os contatos de emergência facilitam a localização de familiares ou responsáveis e podem ajudar na obtenção de informações adicionais sobre o histórico do paciente. Informações sobre tipo sanguíneo podem ser registradas como complementares, mas não substituem os procedimentos de identificação e confirmação utilizados pelos serviços de saúde quando essa informação for necessária para uma conduta médica. Os nomes dos menus podem variar de acordo com a marca, o modelo e a versão do sistema operacional. Veja, abaixo, como configurar a ficha médica.  No Android  → Acesse Configurações e selecione Segurança e emergência (ou Informações de emergência) → Toque em Dados médicos e preencha condições de saúde, alergias, tipo sanguíneo e medicamentos em uso → Em Contatos de emergência, adicione as pessoas que devem ser avisadas → Ative a opção “Mostrar” na tela de bloqueio, quando disponível No iPhone (iOS) → Abra o aplicativo Saúde e toque na sua foto de perfil (canto superior direito) → Selecione Ficha Médica e toque em Editar → Preencha seu histórico, alergias, medicamentos e contatos de emergência → Ative a opção Mostrar Quando Bloqueado para permitir que as informações sejam consultadas sem desbloquear o aparelho. É importante manter os dados sempre atualizados, principalmente após mudanças no uso de medicamentos, surgimento de novas alergias, alterações nas condições de saúde ou troca dos contatos de emergência. A ficha médica do celular é um recurso complementar e não substitui a avaliação dos profissionais de saúde. Em uma situação de urgência ou emergência médica, ligue para o Samu (192). A ligação é gratuita, e o serviço funciona 24 horas por dia.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Lançada licitação para modernizar o sistema de sinalização e de controle do Metrô-DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) modernizará o sistema de sinalização e controle do sistema metroviário do DF. Foi publicado nesta terça-feira, (1/9), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o procedimento Ordinário de Licitação n.º 04/2026, que trata da contratação de empresa ou consórcio que prestará o serviço. A sinalização e o controle de trens, das vias e do centro de operação são partes vitais da operação metroviária. “Nos últimos anos, a equipe técnica do Metrô-DF realizou estudos no sistema que demonstraram a necessidade da substituição da atual tecnologia em razão das expansões previstas para o modal, do aumento da demanda prevista com essas expansões, da necessidade de redução dos intervalos, e da superação da obsolescência tecnológica”, esclarece o presidente da Companhia, Handerson Cabral. A substituição total do sistema de sinalização e contemplará toda a linha existente, bem como os trechos de expansão de Samambaia e Ceilândia, incluindo o pátio de manutenção e demais áreas operacionais, técnicas e administrativas. A nova tecnologia também modernizará a frota de trens já em circulação, bem como será integrada à que está em processo de aquisição. “O sistema atual apresenta limitações técnicas e operacionais, tendo em vista que foi instalado na época da concepção do modal no Distrito Federal, ou seja, na década de 90, logo, apresenta um período de utilização de cerca de 30 (trinta) anos, com dificuldades de aquisição de peças sobressalentes no mercado metroviário”, explica o diretor-técnico do Metrô-DF, Fernando Jorge Rodrigues. Isso contribuirá para aprimorar o desempenho do sistema de transporte metroviário do Distrito Federal, oferecendo ainda mais confiabilidade na prestação do serviço e mais segurança para os usuários. Além disso, a evolução tecnológica melhora a regularidade dos serviços e prepara o sistema para níveis superiores de automação. O novo sistema deverá estar completamente implementado no período de seis anos, prazo necessário para não interferir na prestação do serviço de transporte metroviário. O modal continuará funcionando normalmente para que os usuários não sejam prejudicados durante o período de modernização. A futura empresa/consórcio será responsável pela elaboração de toda a documentação técnica, pela implantação do novo sistema nas vias do Metrô-DF, nos trens pelo fornecimento de peças sobressalentes, pelos testes de funcionamento e pelo treinamento dos empregados da Companhia para que possam atuar na manutenção e operação com todo o conhecimento técnico necessário. As empresas interessadas em participar dessa licitação poderão apresentar suas propostas até o dia 12 de novembro deste ano.   *Com informações do Metrô-DF

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