Plano integrado organiza ações de equidade de gênero na segurança pública do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mulheres que atuam nas instituições de segurança pública do Distrito Federal passam a contar com o Plano Integrado de Equidade de Gênero nas Forças de Segurança do Distrito Federal, com a publicação do Decreto nº 49.217. A normativa foi publicada nesta segunda-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), com ações comuns de formação, desenvolvimento profissional, saúde e integridade. O objetivo é organizar ações já relacionadas à promoção da equidade de gênero em uma estrutura comum de planejamento, execução, acompanhamento e avaliação, respeitando as especificidades e competências de cada instituição. O plano alcança profissionais das secretarias de Segurança Pública (SSP-DF), de Administração Penitenciária (Seape-DF), polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e Departamento de Trânsito (Detran-DF), respeitando as especificidades de cada instituição. Entre as ações previstas estão capacitações em equidade de gênero, formação de lideranças femininas, identificação de barreiras à progressão profissional, iniciativas de saúde e qualidade de vida e medidas de prevenção e enfrentamento ao assédio, à discriminação e à violência no ambiente de trabalho. Instrumentos de acompanhamento O decreto cria mecanismos para acompanhar os resultados das ações, como o Índice de Participação Feminina em Liderança, o Banco de Talentos Delas, os Planos Estratégicos Institucionais de Equidade de Gênero e o Canal Único de Denúncias. O Banco de Talentos Delas será utilizado para mapear competências, experiências e trajetórias profissionais, podendo subsidiar ações de capacitação, mentoria e preparação para funções de liderança. Já o índice permitirá acompanhar a presença feminina em posições de liderança. Na Polícia Civil, o decreto estabelece percentual mínimo inicial de 30% de participação feminina, aferido de forma separada conforme os níveis e grupos de cargos e funções. Os demais órgãos também deverão definir, em atos próprios, as metas progressivas de ampliação da participação feminina, considerando suas estruturas e regimes jurídicos. O decreto prevê, ainda, um canal específico para recebimento e acompanhamento de denúncias relacionadas a assédio, violência, discriminação e outras situações que comprometam a integridade das mulheres no ambiente de trabalho. O funcionamento do canal deverá assegurar sigilo, acolhimento da denunciante, proteção contra retaliações, preservação da intimidade e encaminhamento às instâncias competentes. As regras específicas de funcionamento ainda serão definidas pela SSP-DF. Execução começa em 2027 O ciclo inicial do plano será de 2027 a 2029. Cada instituição deverá elaborar, em até 90 dias, seu próprio plano estratégico, com diagnóstico, ações prioritárias, metas, indicadores e responsáveis pela execução. O acompanhamento será feito pelos comitês permanentes de equidade de gênero de cada órgão e pelo Conselho das Mulheres da Segurança Pública do Distrito Federal, responsável por monitorar os indicadores, consolidar informações e avaliar os resultados. *Com informações da SSP-DF
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Decreto atualiza diretrizes do Serviço de Inspeção Distrital
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal conta, agora, com diretrizes mais modernas e rigorosas para a inspeção sanitária e industrial de alimentos. Publicado no Diário Oficial do DF (DODF), o Decreto nº 49.219 atualiza o regulamento do Serviço de Inspeção Distrital (SID), trazendo mudanças significativas nas etapas de produção, comercialização e rotulagem de produtos de origem animal, vegetal e de microrganismos. A medida substitui normas de 2018 e tem como objetivo dar mais segurança ao consumidor e previsibilidade aos produtores. Uma das principais inovações da nova legislação é a separação clara das regras para o comércio varejista e para as indústrias de beneficiamento. Estabelecimentos que atuam apenas com a venda direta ao consumidor final permanecem sob a fiscalização exclusiva da Secretaria de Saúde (SES-DF). Já os locais que realizam o processamento e beneficiamento de produtos de origem animal deverão, obrigatoriamente, adequar suas estruturas e manter registro ativo no SID. Essa distinção elimina sombreamentos na fiscalização e define com precisão as responsabilidades de cada órgão. Rótulos detalhados e controle de pescados A transparência na comunicação com o cliente final também foi reforçada. Produtos fabricados por empresas registradas no SID terão de registrar os rótulos, detalhando informações sobre a formulação e o processo de fabricação. Além disso, itens que são isentos de registro pelo Ministério da Agricultura deverão exibir essa condição de forma explícita na embalagem. A frequência das inspeções governamentais passará a ser pautada por uma análise de risco. Abatedouros de animais de açougue, caça, anfíbios e répteis terão fiscalização permanente. Por outro lado, queijarias, granjas leiteiras e produtores de mel receberão visitas de forma periódica. A medida substitui normas de 2018 e tem como objetivo dar mais segurança ao consumidor e previsibilidade aos produtores | Foto: Divulgação/Seagri-DF A lei traz uma restrição importante para o setor de pescados: produtos provenientes da produção primária estão terminantemente proibidos de serem comercializados diretamente ao público sem antes passarem por rigorosa avaliação sanitária e industrial, garantindo o controle de riscos biológicos, físicos e químicos. Burocracia digital Para desburocratizar e facilitar a rotina do setor produtivo, o decreto estabelece a digitalização dos processos administrativos. Atos de fiscalização, infrações, penalidades e defesas passarão a tramitar em formato eletrônico. A medida promete maior agilidade, rastreabilidade e redução do uso de papel, salvo em casos onde o meio digital for inviável. Ao concentrar as normas em um único regulamento, o Governo do Distrito Federal oferece maior segurança jurídica e clareza aos empresários locais. Para o consumidor, a atualização fortalece o controle em toda a cadeia produtiva — desde a recepção da matéria-prima até a prateleira do supermercado , garantindo que o alimento que chega à mesa tenha atestado de procedência e qualidade. *Com informações da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)
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Lago Sul e Lago Norte terão fornecimento de energia interrompido nesta quarta (26)
Nesta quarta-feira (26), a rede elétrica passará por melhoria e modernização em pontos do Lago Sul e Lago Norte. Para garantir a segurança da população e das equipes que realizam os trabalhos, será necessária a interrupção do fornecimento de energia. No Lago Sul, o desligamento será das 8h30 às 12h30 no Setor de Mansões Dom Bosco, conjuntos 12A, 12C, 12D e 12E. Já no Lago Norte, a interrupção ocorrerá das 13h às 17h, no Setor de Mansões Lago Norte MI, trechos 05 e 07. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Tecnologia, turismo rural e valorização da produção local estarão na 30ª Festa do Morango de Brasília
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A produção de morangos que movimenta a região de Brazlândia será protagonista de uma extensa programação técnica, gastronômica e turística promovida pela Emater-DF durante a 30ª Festa do Morango de Brasília, realizada de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro. As ações começam antes mesmo da abertura oficial, com um dia de campo voltado aos produtores, no dia 28 de agosto. Além de apoiar os agricultores participantes, a Emater-DF estará presente em diferentes frentes, aproximando o público urbano e o rural, e apresentando a diversidade da agricultura da região. Entre as atrações estão o tradicional concurso de receitas com morango, o Colha & Pague, os espaços Morangolândia e Florabraz e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, evento que é mais antigo que a própria Festa do Morango. Além de apoiar os agricultores participantes, a Emater-DF estará presente em diferentes frentes, aproximando o público urbano e o rural | Fotos: Divulgação/Emater-DF Tecnologia para melhorar a produção A programação da Emater-DF começa no dia 28 de agosto, às 8h30, com o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A expectativa é reunir cerca de 80 produtores rurais para troca de conhecimentos sobre tecnologias, manejo e inovações para a cultura. Realizada em parceria com a Embrapa Hortaliças, a atividade foi programada para uma data anterior à festa, justamente para facilitar a participação dos agricultores. O Dia de Campo será organizado em três estações técnicas. Na primeira, especialistas da Emater-DF abordarão a importância da análise e da correção do solo e da adubação adequada. Na segunda, a Embrapa Hortaliças apresentará informações sobre mudas, variedades e cultivares de morango e suas diferentes características. Já a terceira trará orientações sobre nutrição foliar e irrigação na cultura do morango. Em 2025, o Distrito Federal produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os cultivos convencional e orgânico, em uma área de 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP). Morango vira ingrediente para criatividade Uma das atividades mais tradicionais da programação será o concurso de receitas, marcado para 5 de setembro, das 10h às 12h Uma das atividades mais tradicionais da programação será o concurso de receitas, marcado para 5 de setembro, das 10h às 12h. Nele, agricultores e participantes serão desafiados a transformar o morango em receitas que aliam criatividade, sabor e potencial de comercialização. A iniciativa busca estimular a agregação de valor à produção, mostrando diferentes possibilidades de utilização e transformação do morango produzido no Distrito Federal. A avaliação contará com o apoio de chefs e estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas, além da participação do júri popular. O resultado será anunciado no mesmo dia, após a degustação. Para incentivar os participantes, Emater-DF, ARCAG e Administração Regional de Brazlândia mobilizaram parceiros para premiar as três melhores receitas. Morangolândia aproxima produtor e consumidor Durante os dias de festa, a Morangolândia será um dos principais pontos de encontro entre produtores rurais e visitantes. O espaço reúne 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF, que vão comercializar morangos in natura e diferentes produtos derivados da fruta. A proposta permite que o consumidor compre diretamente de quem produz, ao mesmo tempo em que oferece aos agricultores uma vitrine para seus produtos e novas oportunidades de comercialização. Os estandes permanecerão abertos durante os dias de funcionamento da Festa do Morango, acompanhando os horários do evento. Feira de flores e plantas ornamentais A agricultura do Distrito Federal também estará representada pela Florabraz, espaço com 32 estandes destinados a floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos do setor formarão uma vitrine da floricultura local durante toda a programação. Do pé para a cesta: experiência dentro das propriedades Durante o Colha & Pague, o público pode conhecer a lavoura, aprender sobre o cultivo, experimentar a fruta diretamente do pé e colher os próprios morangos para levar para casa Para quem deseja conhecer de perto de onde vêm os morangos vendidos na festa, será realizada mais uma edição do Colha & Pague do Morango, nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro. A ação une produção rural e turismo ao levar visitantes às propriedades produtoras de morango. Durante a experiência, o público pode conhecer a lavoura, aprender sobre o cultivo, experimentar a fruta diretamente do pé e colher os próprios morangos para levar para casa. Neste ano, a programação foi ampliada. Além da Chácara Fukushi, outras duas propriedades receberão visitantes. A organização das visitas é feita diretamente pelas propriedades rurais. Serão organizadas turmas de aproximadamente 30 pessoas, com atividades nos períodos da manhã e da tarde. Exposição reúne cerca de 400 amostras da produção rural Outro destaque será a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, realizada nos dias 11 e 12 de setembro. A mostra reúne produtos cultivados na região de Brazlândia e Ceilândia e chama a atenção tanto pela variedade quanto pela qualidade do que é produzido pelos agricultores locais. A expectativa é receber aproximadamente 400 amostras de produtos agrícolas. Os participantes são estimulados a selecionar o melhor de sua produção e concorrem em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados. A exposição carrega ainda um importante valor histórico. Está na 36ª edição, mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se consolidou como uma das atrações tradicionais do calendário rural de Brazlândia. A Festa do Morango de Brasília é uma realização da Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag) e do Instituto Alvorada, contando com correalização da Emater-DF e apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Administração Regional de Brazlândia. Serviço 30ª Festa do Morango de Brasília Datas: 5 a 7 e 10 a 13 de setembro Local: Arcag /Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080 Km 13, Brazlândia (DF) https://share.google/7QSSgo6uSPIlJ9vSy Dia de Campo com Produtores de Morango Data: 28 de agosto Horário: 8h30 Local: Núcleo Rural Betinho, Conjunto B, Chácara 12 – Brazlândia Previsão de público: cerca de 80 produtores Concurso de Receitas Data: 5 de setembro Horário: 10h às 12h 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia Datas: 11 e 12 de setembro Colha & Pague do Morango – Sítio Bem Viver Datas: 5, 6, 12 e 13 de setembro Turma da manhã: 8h30 às 11h30 Capacidade: 35 participantes Turma da tarde: 13h30 às 17h30 Capacidade: 35 participantes Inscrições e informações: (61) 99937-4169 Atendimento para inscrições: das 8h às 18h Instagram: @organicossitiobemviver Colha & Pague do Morango – Morangos Oliveira Datas: 5, 6, 7, 12 e 13 de setembro Turma da manhã: 8h30 às 10h30 Capacidade: 40 participantes Turma da tarde: 14h30 às 16h30 Capacidade: 40 participantes No dia 7 de setembro haverá somente a turma da manhã. Inscrições e informações: (61) 99817-3453 Colha & Pague do Morango – Chácara Fukushi Inscrições e informações: https://reservas.chacarafukushi.com.br/p/colha-e-pague. *Com informações da Emater-DF
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Produção artesanal ganha regulamentação e selo próprio no Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Produtores que trabalham com alimentos de forma artesanal no Distrito Federal passam a contar com regras específicas para o reconhecimento dessa produção. Publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta sexta-feira (21), o Decreto nº 49.215 regulamenta a produção artesanal de produtos de origem animal, vegetal e fúngica e estabelece os procedimentos para a validação da artesanalidade. A medida regulamenta a Lei nº 7.710, de 2025, e cria o Selo Artesanal do DF, identificação oficial que poderá ser utilizada em produtos reconhecidos como artesanais, conforme os critérios previstos na legislação. O decreto também regulamenta a concessão do Selo Arte, previsto na legislação federal e válido em todo o território nacional. Queijos caseiros estão entre os produtos artesanais que poderão ganhar certificados por meio dos selos recém-criados | Foto: Divulgação/Seagri-DF Para obter o reconhecimento, o produto deverá atender a critérios como predominância de técnicas manuais, produção em pequena escala, preservação de características culturais, tradicionais ou regionais e domínio do processo produtivo pelo próprio produtor. O uso de máquinas, equipamentos e tecnologias também será permitido, desde que não descaracterize a produção artesanal, podendo contribuir para melhorar as condições de higiene, a eficiência do processo e a qualidade da atividade produtiva. A norma também valoriza o uso de matérias-primas próprias e regionais, com preferência para produtos provenientes da agricultura familiar e da própria unidade produtiva, contribuindo para a autenticidade e a rastreabilidade dos alimentos. O decreto estabelece ainda regras para o uso de determinados ingredientes e aditivos e determina o cumprimento das normas sanitárias e das boas práticas agropecuárias e de fabricação. Avaliação da artesanalidade A avaliação dos pedidos de reconhecimento da artesanalidade será feita com a participação do Conselho de Produtos Artesanais do Distrito Federal, colegiado que reúne representantes de diferentes áreas ligadas à produção, fiscalização e pesquisa. A inspeção e a fiscalização dos processos de elaboração terão caráter prioritariamente orientador, conforme previsto na regulamentação. Produtores terão maios clareza e segurança jurídica a partir da nova regulamentação Com as novas regras, os produtores que atenderem aos critérios terão um procedimento definido para solicitar o reconhecimento da artesanalidade e, posteriormente, utilizar a identificação oficial correspondente. A medida busca valorizar a produção em pequena escala e preservar produtos associados a saberes, técnicas e características tradicionais de diferentes produtores e regiões do Distrito Federal. Benefícios para produtores e consumidores Para os produtores, a regulamentação representa maior segurança jurídica e clareza sobre os requisitos necessários para o reconhecimento da produção artesanal. A possibilidade de utilizar uma identificação oficial também contribui para diferenciar esses produtos no mercado, valorizar seus atributos e ampliar as oportunidades de comercialização. O reconhecimento pode ainda fortalecer pequenos negócios, agricultores familiares e empreendedores que mantêm técnicas tradicionais de produção, permitindo que seus produtos sejam associados oficialmente à origem, à identidade e aos saberes que caracterizam a produção artesanal. Nos casos em que forem atendidos os requisitos específicos, o Selo Arte amplia esse potencial ao permitir a comercialização do produto em todo o território nacional. A medida contribui para preservar conhecimentos e práticas tradicionais, estimular a produção local e fortalecer a agricultura familiar e as cadeias produtivas do DF. Ao mesmo tempo, estabelece parâmetros para que a valorização do artesanal esteja associada ao cumprimento das exigências sanitárias e às boas práticas de produção. A identificação oficial também facilita ao consumidor reconhecer produtos que passaram por um processo formal de avaliação da artesanalidade. Dessa forma, a regulamentação busca aproximar valorização cultural, desenvolvimento econômico e segurança dos alimentos, criando um ambiente mais favorável tanto para quem produz quanto para quem consome. Ao estabelecer critérios claros sem impedir o uso de tecnologias que contribuam para a higiene, a qualidade e a eficiência dos processos, o decreto procura conciliar a preservação das características artesanais com as necessidades atuais de produção e segurança dos alimentos. *Com informações da Emater-DF
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Para manutenção na rede, cinco regiões terão fornecimento de energia suspenso nesta terça (25)
Nesta terça-feira (25), serviços de melhoria e modernização da rede elétrica serão realizados em áreas de Planaltina, Samambaia, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Varjão e Vicente Pires. Para garantir a segurança das equipes e da população, o fornecimento de energia será suspenso durante a execução dos trabalhos. Em Planaltina e Samambaia, os serviços ocorrerão das 9h às 15h. Em Planaltina, a manutenção será realizada no Núcleo Rural Taquara, DF-250, km 40, Chácara Palmito. Em Samambaia, os trabalhos serão feitos na QS 304, conjuntos 02, 03, 05, 06 e 07, e na QS 308, Conjunto 05. Em Vicente Pires, no mesmo horário, os serviços ocorrerão na Colônia Agrícola Vicente Pires, chácaras 185, 186 e 228. No SIA, a manutenção será das 10h às 16h, no Setor de Oficinas Norte, Quadra 04, conjuntos A, C, D, E, F e I. Já no Varjão, os trabalhos serão realizados das 14h às 16h, no Trecho 5, Chácara Salinas 208, Otávio Albuquerque Mansur. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Conheça os direitos de pessoas com deficiência no transporte público do DF
Na busca pela inclusão e pela garantia dos direitos previstos na Constituição brasileira, foram criadas, nas últimas décadas, leis e mecanismos para que as pessoas com deficiência possam exercer plena cidadania. É o caso do colar de girassol, da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) e do Cartão Especial, que garante gratuidade no transporte público. E nenhum deles substitui o outro. O colar de girassol identifica pessoas com deficiências, síndromes ou doenças que não são visíveis fisicamente. Ele foi regulamentado para validar o direito ao atendimento preferencial e evitar constrangimentos. O uso é opcional e não dispensa a apresentação da Carteira CadPcD. No transporte público, o girassol garante acesso ao embarque prioritário, assentos preferenciais nos ônibus e metrô, mas para transpor a catraca é necessário apresentar também o Cartão Especial. O girassol representa um pedido discreto por empatia, paciência e compreensão no dia a dia. Ele está regulamentado pela Lei Federal nº 14.624, de 17 de julho de 2023. No DF, o uso do colar é amparado pela Lei Distrital nº 6.842, de 29 de abril de 2021, e regulamentado pelo Decreto nº 45.230, de 1º de dezembro de 2023. Entre as deficiências ocultas ou invisíveis, estão condições como: autismo, TDAH, surdez, epilepsia, fibromialgia e demência. Contudo, o fato de a pessoa não portar o colar, não prejudicará o exercício dos seus direitos e das suas garantias previstos em lei. Carteira de Identificação de PcD O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão | Foto: Divulgação A Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) foi instituída por meio da Lei Distrital nº 6.809/2021 e regulamentada pelo Decreto nº 42.363/2021. É com ela que a pessoa com deficiência acessa benefícios econômicos e sociais garantidos por políticas públicas, ou seja, previstos em lei. O documento é expedido e renovado gratuitamente. Para obter a CadPcD, o cidadão precisa fazer o Cadastro da Pessoa com Deficiência, em site próprio. Conforme o art. 1º da referida lei, a carteira só é emitida para pessoas com deficiência de natureza física, auditiva, visual, mental ou múltipla. Ela pode ser especialmente importante quando a deficiência não é aparente. Cartão Especial O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão que envolve documentação, laudo médico e análise conforme a legislação vigente. Podem solicitá-lo pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, de HIV, de anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia), além de pessoas com deficiência física, sensorial ou mental. O cadastro pode ser feito neste site ou presencialmente, na estação do metrô da 112 Sul, em posto especializado no atendimento dos serviços do Cartão Especial. Após o preenchimento, é feita uma análise conclusiva e a validação dos laudos médicos apresentados, requisito indispensável para a liberação do benefício. Empatia e garantia de direitos É importante destacar que nem o colar de girassol nem a Carteira CadPcD concedem, por si só, gratuidade ao transporte público. Mais do que identificar uma deficiência, esses recursos ajudam a tornar visíveis necessidades que nem sempre podem ser percebidas. Por isso, é fundamental respeitar quem utiliza o colar ou apresenta uma carteira de identificação, evitando julgamentos e constrangimentos. Nem toda deficiência pode ser vista, mas toda pessoa merece ter seus direitos e necessidades respeitados.
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Celina Leão visita obras de infraestrutura para a saúde e participa de ação de acolhimento à população em situação de rua
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão cumpriu, nesta sexta-feira (21/8), uma série de agendas em diferentes regiões do Distrito Federal, com foco na melhoria da infraestrutura da saúde pública e no atendimento à população em situação de rua. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Celina acompanhou a conclusão de uma obra na pediatria. A intervenção recebeu investimento de aproximadamente R$ 516 mil que contemplou a recuperação da fachada, do hall de entrada e dos consultórios, além da substituição e recuperação de pisos, tratamento de paredes e adequações das instalações elétricas e hidrossanitárias. A ala de pediatria do HRC recebeu investimentos da ordem de R$ 516 mil | Fotos: Fabio Cruz/GDF A obra faz parte do conjunto de ações de recuperação e modernização da infraestrutura da rede pública de saúde. No HRC, a maternidade também passa por intervenções. A unidade conta, ainda, com um novo tomógrafo, já instalado e em funcionamento, ampliando a capacidade de diagnóstico e a resolutividade dos atendimentos. Em seguida, a governadora esteve no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) para acompanhar a implantação do novo centro de infusão, que terá capacidade para 20 novos leitos. Os serviços começaram em abril e incluíram reforma dos ambientes, adequações das instalações elétricas e hidráulicas, implantação da rede lógica e de dados, pintura e preparação da infraestrutura para os novos leitos. A intervenção foi executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e amplia a capacidade assistencial do HSVP, oferecendo melhores condições de atendimento aos pacientes e de trabalho para as equipes. Acolhimento à população em situação de rua Celina Leão tem defendido uma atuação que combine firmeza na organização dos espaços públicos com assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade A terceira agenda foi dedicada à desmobilização de pontos de concentração de pessoas em situação de rua na Asa Norte. A iniciativa integra a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de aliar acolhimento, assistência social, atendimento de saúde e organização dos espaços públicos. Nas últimas semanas, o GDF intensificou as ações de abordagem e acolhimento em diferentes regiões, com equipes oferecendo encaminhamento para serviços de assistência, saúde e acolhimento. Durante as ações, Celina Leão tem defendido uma atuação que combine firmeza na organização dos espaços públicos com assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade. “Vou devolver Brasília aos brasilienses e acolher as pessoas em situação de rua” Governadora Celina Leão “Vou devolver Brasília aos brasilienses e acolher as pessoas em situação de rua”, afirmou a governadora, ao destacar que o trabalho do governo busca oferecer alternativas de acolhimento e atendimento para quem está nas ruas. As ações também incluem a Operação Retorno, que permite o encaminhamento de pessoas em situação de rua para as cidades de origem quando essa é a opção escolhida e possível dentro da estratégia de atendimento.
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Estiagem: reservatórios do Descoberto e de Santa Maria apresentam níveis superiores a 89%
Mesmo durante a estiagem — período com poucas chuvas —, dois dos principais reservatórios que abastecem o Distrito Federal estão com níveis elevados de capacidade: segundo dados da Adasa, no dia 20 deste mês, o reservatório do Descoberto estava com 89,2%, e o de Santa Maria, com 94%. O Descoberto abastece cerca de 64% da população de Brasília, enquanto o de Santa Maria, que integra o sistema Torto/Santa Maria, abastece cerca de 19% da população. Neste mesmo período no ano passado, os índices de capacidade desses reservatórios eram de 81% e 73%, respectivamente. Apesar dos níveis atuais apresentados, ressalta-se a importância do uso consciente da água enquanto hábito permanente. A fim de contribuir para manutenção e preservação dos recursos hídricos, existem práticas que podem ajudar a evitar desperdícios, sobretudo nos períodos de estiagem. O Descoberto abastece cerca de 64% da população de Brasília, enquanto o de Santa Maria, que integra o sistema Torto/Santa Maria, abastece cerca de 19% da população | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Entre as boas práticas que devem ser adotadas, recomenda-se: - Verificar regularmente possíveis vazamentos em casa; - Irrigar as plantas com regador em vez de mangueira; - Retirar os restos de comida da louça a ser lavada, usar uma bacia para colocar a louça enquanto passa o sabão e enxaguar todas de uma vez; - Manter piscinas cobertas fora do período de uso; - Usar baldes para lavar o carro, janelas etc.; - Reaproveitar a água da lavagem de roupas para lavar pisos e áreas externas; - Acumular várias peças de roupas sujas para usar a máquina de lavar apenas uma vez. Ao longo de todo o ano, mananciais, sistemas de produção e distribuição de água são monitorados. São feitas também ações de manutenção preventiva, interligação dos sistemas, controle operacional e redução de perdas. Esse trabalho visa à garantia da segurança hídrica do DF.
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Exposição inédita no Museu Nacional reúne documentos sobre a construção de Brasília
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Registros históricos mantidos sob guarda técnica por décadas saem dos bastidores do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) para protagonizar um encontro direto com a população. Em cartaz até 4 de outubro no Museu Nacional da República, a mostra inédita Utopias em construção: diálogos com o acervo do Arquivo Público do Distrito Federal coloca lado a lado acervos fundamentais do planejamento e da edificação da capital e produções de arte moderna e contemporânea. A exposição reúne cerca de 480 itens e obras ao todo, criando um amplo panorama crítico e visual. Desse conjunto, aproximadamente 120 objetos históricos pertencem diretamente ao acervo do ArPDF, incluindo fotografias inéditas, desenhos, plantas arquitetônicas originais, projetos, maquetes, mapas, documentos administrativos oficiais, filmes e narrativas cronológicas da transferência do centro do poder. No acervo da utopia, cenas de Brasília sendo construída na prática: conexão com a realidade dos primórdios da capital | Foto: Fotos: Arquivo Público do DF "O Arquivo Público não existe apenas para guardar documentos. Nossa missão é preservar a memória coletiva e garantir que ela esteja acessível à sociedade" Hélio Júnior, arquivista A iniciativa propõe conectar os princípios fundadores da cidade com a sua realidade viva. A experiência é estruturada para imergir o visitante nas mentes centrais do modernismo — como Oscar Niemeyer, Lucio Costa e Athos Bulcão — e se desdobra ao colocar em perspectiva produções de nomes expressivos como Mariane Peretti, Rubem Valentim, Cildo Meireles, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Gastão Manoel Henrique, Di Cavalcanti e Cândido Portinari. Pertencimento Historicamente preservados para consultas acadêmicas e demandas técnicas, os documentos ganham papel cultural e educativo. Segundo o arquivista Hélio Júnior, a iniciativa marca um passo importante na democratização do acesso ao patrimônio documental brasileiro. "O Arquivo Público não existe apenas para guardar documentos. Nossa missão é preservar a memória coletiva e garantir que ela esteja acessível à sociedade", afirmou. O Arquivo Público do Distrito Federal é a instituição encarregada de recolher, preservar e dar acesso ao patrimônio documental do DF. O acervo registra todo o planejamento, a construção e o desenvolvimento de Brasília, além de possuir valor histórico com reconhecimento internacional: em 2007, a instituição teve o Fundo Novacap inscrito pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no programa Memória do Mundo (Memory of the World), atestando a importância perpétua de sua guarda. O Museu Nacional da República fica no Setor Cultural Sul, Lote 2, no Eixo Monumental, e a visitação é de terça a domingo, incluindo feriados, das 9h às 18h30. A entrada é franca, e a classificação indicativa da exposição é livre.
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