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Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ e Festival Expomix Brasil terão reforço no transporte público

O Distrito Federal terá um fim de semana com eventos culturais e sociais. Devido à expectativa de deslocamento de grande contingente de pessoas, haverá um esquema especial de atenção ao transporte público. As operadoras de ônibus Marechal, Urbi e BSBus deverão intensificar a fiscalização da demanda e reforçar as linhas para atender ao público da Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Taguatinga e do Festival Expomix Brasil, na Esplanada dos Ministérios. Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Taguatinga → Data e horário do evento: domingo (20), das 13h às 23h → Percurso: concentração na Praça do Relógio, seguindo pela Avenida das Palmeiras em direção ao Pistão Norte. As empresas Marechal, Urbi e BSBus vão operar com reforço nas linhas e planejamento para absorver o aumento da demanda. Além disso, haverá monitoramento de agentes de trânsito para eventuais interdições viárias e alterações temporárias nos itinerários ao longo do trajeto da concentração. Festival Expomix Brasil Datas e horários do evento: → Sexta-feira (18): das 18h às 3h (show principal de Guilherme & Benuto, à 0h); → Sábado (19):  das 18h às 3h (show principal de Naiara Azevedo, à 0h); → Domingo (20): das 15h às 23h (show principal de Léo Santana às 21h); →​​​​​​​ Local: área externa do Museu Nacional da República (3º Quadrante da Esplanada dos Ministérios). As operadoras deverão monitorar o fluxo de passageiros e implementar o reforço na oferta de viagens nas linhas que operam na Rodoviária do Plano Piloto, com foco no período de dispersão do público. Os horários e os itinerários dos ônibus podem ser consultados por meio do DF no Ponto (confira aqui).  

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HRSM prepara equipes para identificar potenciais doadores e acolher famílias

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Sua família sabe que você gostaria de ser doador de órgãos? A pergunta não precisa surgir pela primeira vez dentro de uma unidade de terapia intensiva (UTI), em um momento de dor e despedida. Pode fazer parte de uma conversa em casa, durante um almoço ou em qualquer momento ao lado de quem se ama. No Setembro Verde, mês de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos, essa é uma das mensagens em destaque: falar sobre doação é uma decisão que pode começar ainda em vida. Uma doação capaz de transformar diferentes histórias começa muito antes do transplante. Depende da identificação de um potencial doador, de profissionais preparados, de protocolos seguros e de uma abordagem cuidadosa à família que atravessa um dos momentos mais delicados de sua vida. Para fortalecer esse processo, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizou, nesta quinta-feira (17/9), o 1º Simpósio de Conscientização do Papel da Equipe na Doação de Órgãos, como parte das ações do Setembro Verde. “A doação de órgãos pode devolver qualidade de vida aos pacientes que aguardam por um transplante. Apesar de acontecer em um momento de muita dor para quem perde um familiar, esse gesto pode representar uma nova possibilidade de vida para quem recebe”, afirma o superintendente do HRSM, Lucas da Silva Santos. O encontro reuniu gestores, profissionais assistenciais e administrativos e especialistas envolvidos no processo. Participaram representantes das Equipes de Doação de Órgãos e Tecidos (Edot) do HRSM e do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Banco de Olhos do Distrito Federal e da Organização de Procura de Órgãos (OPO) do DF. Entre os convidados estavam a coordenadora da Edot/HBDF, enfermeira Ângela Aguiar; a representante do Banco de Olhos do DF, enfermeira Viviane Marçal; e o coordenador da OPO/DF, enfermeiro Jean Pierre. Uma doação depende da identificação de um potencial doador, de profissionais preparados, de protocolos seguros e de uma abordagem cuidadosa à família | Foto: Divulgação/IgesDF   Da identificação à doação Durante o simpósio, os profissionais conheceram as diferentes etapas que tornam a doação possível. O processo começa com a identificação do potencial doador e passa pela notificação, avaliação e, quando indicada, determinação da morte encefálica. Envolve ainda a manutenção do potencial doador, o acolhimento e a entrevista da família. Com a autorização familiar, o fluxo segue para avaliação, captação, transporte, distribuição e transplante. A programação esclareceu que doação e transplante representam momentos distintos. A doação corresponde à disponibilização de órgãos ou tecidos para utilização terapêutica, enquanto o transplante ocorre após outras etapas, como captação, logística e distribuição. Para o gerente de Enfermagem do HRSM, Izaías Silva, conhecer esse caminho permite compreender as diferentes dimensões humanas presentes em cada etapa. “Não é um momento fácil. De um lado, existe uma família enfrentando a perda; do outro, pessoas que aguardam a possibilidade de continuar vivendo por meio de um transplante. Por isso, é necessário acolhimento, preparo e uma abordagem adequada junto aos familiares”, destaca. Outro ponto abordado foi a determinação da morte encefálica. Diferentemente do coma, a morte encefálica é um diagnóstico médico estabelecido a partir de critérios específicos e envolve pré-requisitos, exames clínicos, teste de apneia, exame complementar e registro documental. Para o coordenador da OPO/DF, Jean Pierre, ampliar o conhecimento sobre o tema ajuda a reduzir dúvidas e reforça a importância de conversar sobre doação ainda em vida. “Todos nós podemos, em algum momento, precisar de um transplante. Por isso, é tão importante conversar em vida e deixar claro para a família o desejo de ser doador. Precisamos falar sobre a morte, apesar de ser um assunto difícil, porque essa conversa pode ajudar a família a conhecer e respeitar a vontade daquela pessoa”, enfatiza. Doação de córneas A doação de tecidos, especialmente de córneas, ganhou espaço na programação. O Banco de Olhos do Distrito Federal atua na capacitação de equipes multidisciplinares, em campanhas educativas, na busca ativa de potenciais doadores, na entrevista familiar e na captação. A enfermeira Viviane Marçal chamou a atenção para informações equivocadas que podem afastar famílias da possibilidade da doação. “Precisamos desmistificar a doação, principalmente de córneas. Existem situações que muitas pessoas acreditam impedirem automaticamente a doação, mas é necessária uma avaliação clínica. Uma doação de córneas pode beneficiar até quatro pessoas, trazendo a possibilidade de recuperar a visão e retomar atividades da vida cotidiana”, explica. Segundo Viviane, a possibilidade de captação de córneas está relacionada a uma janela de tempo após o óbito. A experiência da família com a assistência recebida durante a internação é outro aspecto considerado nesse processo. “Se a família não percebe um atendimento digno e cuidadoso, a abordagem para a doação se torna ainda mais difícil. Por isso, as equipes precisam estar preparadas, e a conversa sobre doação deve ser conduzida por profissionais capacitados para acolher essa família”, ressalta. Equipes preparadas para acolher O simpósio reuniu aspectos técnicos e humanos de uma cadeia que depende da participação e da articulação entre diferentes áreas. Para a vice-presidente da Edot do HRSM, Érika Melo, compreender o papel desempenhado em cada etapa é parte dessa preparação. “Neste Setembro Verde, nosso foco é também olhar para dentro e conscientizar as equipes que participam diretamente do processo de doação. São várias etapas, e cada profissional precisa compreender o seu papel para que tudo aconteça de forma segura e integrada. Quanto mais preparada estiver a equipe, melhor será a condução do processo e o acolhimento às famílias”, destaca. Atualmente, a Edot do HRSM é formada por enfermeiros e técnicos de enfermagem e conta com um médico como responsável técnico. A equipe atua de forma articulada com outros profissionais e serviços envolvidos na doação. A mensagem que encerra o simpósio, porém, ultrapassa os limites do hospital. A conversa sobre doação pode começar muito antes de uma situação de perda, entre familiares que conhecem a vontade uns dos outros. Dizer “eu quero ser doador” e compartilhar esse desejo com quem está próximo é uma maneira de permitir que essa vontade seja conhecida. No Setembro Verde, o convite é para que essa conversa aconteça em vida.   *Com informações do IgesDF

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Para manutenção na rede, áreas de Ceilândia ficarão sem água nesta terça (22)

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) realizará, nesta terça-feira (22), serviços de manutenção para melhoria do sistema de abastecimento de água em Ceilândia. Os trabalhos estão previstos para ocorrer das 9h às 21h. As áreas abrangidas pelos serviços serão: Setor N Norte, nas QNN 16, EQNN 18/20, QNN 18, QNN 20, EQNN 20/22, QNN 22, EQNN 22/24, QNN 24, EQNN 24/26, QNN 26, QNN 28, QNN 30, QNN 32 e QNN 34; CNN 1, CNN 2, QNN 4, EQNN 4/6, QNN 6, EQNN 6/8, QNN 8, EQNN 8/10, QNN 10, QNN 11, QNN 12 e QNN 14. A suspensão também afetará as quadras QNN 13, QNN 17, EQNN 17/19, QNN 19, QNN 19/21, QNN 21, EQNN 21/23, QNN 27 e QNN 29, além do Posto de Saúde Número 04, da Unidade Básica de Saúde 10, do Hospital Anchieta (Unidade Ceilândia) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – Hospital Cidade do Sol. A normalização do fornecimento de água ocorrerá de forma gradual após o término dos trabalhos. Todo consumidor do serviço de abastecimento deve ter caixa-d’água com capacidade correspondente ao consumo médio diário, conforme estabelece o artigo 50 da Resolução nº 14, de 27 de outubro de 2011, da Adasa. Durante a execução do serviço, a orientação é para que a população faça consumo consciente de água, já que o volume utilizado individualmente impacta diretamente o abastecimento coletivo. Para mais informações, basta ligar para o telefone 115. 

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