Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Monitoramento eletrônico auxilia na prisão de agressor após descumprimentos de medidas protetivas no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O acompanhamento eletrônico de autores de violência doméstica realizado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) resultou em mais uma prisão após reiterados descumprimentos de medidas determinadas pela Justiça. O mandado foi expedido nesta quinta-feira (10/9) e cumprido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O homem era monitorado eletronicamente desde 22 de julho, por determinação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Águas Claras. Desde então, a vítima também estava inserida no sistema de proteção e acompanhamento da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), vinculada à SSP-DF. Durante o período de monitoramento, a DMPP identificou reiterados descumprimentos das medidas impostas ao agressor. As violações foram comunicadas aos órgãos competentes, permitindo o acompanhamento da situação e a adoção das providências cabíveis. Durante o período de monitoramento, a DMPP identificou reiterados descumprimentos das medidas impostas ao agressor | Foto: Arquivo/Agência Brasília Diante da reincidência das violações e das informações encaminhadas pela Diretoria, a Justiça expediu mandado de prisão contra o monitorado em 10 de setembro. A ordem judicial foi cumprida por uma equipe da PCDF, que localizou o homem e o conduziu à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), onde foram realizados os procedimentos relativos ao cumprimento do mandado. Proteção e resposta O monitoramento eletrônico integra as estratégias adotadas no Distrito Federal para ampliar a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A tecnologia permite acompanhar o cumprimento das determinações judiciais e identificar situações de descumprimento, possibilitando o acionamento dos mecanismos de proteção e a comunicação às autoridades competentes. A atuação da DMPP ocorre de forma articulada com as forças de segurança e o sistema de Justiça. Quando são identificadas violações das condições estabelecidas judicialmente, as informações são registradas e encaminhadas para subsidiar a adoção das providências pertinentes. Monitoramento de pessoas protegidas Em 2026, 21 prisões já foram realizadas em situações acompanhadas pela diretoria A prisão registrada nesta semana é a primeira decorrente da atuação da DMPP no mês de setembro. Em 2026, 21 prisões já foram realizadas em situações acompanhadas pela diretoria. Desde a implantação da iniciativa, 154 prisões foram contabilizadas. O resultado reforça o papel do acompanhamento contínuo no cumprimento das medidas determinadas judicialmente e na prevenção de novas situações de violência. A SSP-DF mantém o monitoramento como parte das ações voltadas à proteção das vítimas e à responsabilização dos autores que descumprem as determinações impostas pela Justiça. *Com informações da SSP-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base chega aos 66 anos entre histórias, inovação e avanços

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   “Quando cheguei aqui foi outra história. O Hospital de Base foi tudo para mim. Fui acolhida, tratada. Esse hospital salvou a minha vida.” A declaração é de Maria de Lourdes Gomes do Nascimento, de 61 anos, que há cerca de duas décadas chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com leucemia. Curada após o tratamento, ela escolheu voltar ao lugar que marcou sua história. Há 16 anos atua como voluntária e acolhe pessoas que, como ela, chegam em busca de cuidado. A trajetória de Maria é uma entre milhões que atravessam os corredores do Base, que completa 66 anos neste sábado (12). Inaugurado em 12 de setembro de 1960, apenas cinco meses após a fundação de Brasília, o hospital cresceu junto com a capital e chega ao aniversário como referência em alta complexidade, com ampliação da assistência, novas tecnologias e projetos que apontam para o futuro. A trajetória de Maria é uma entre milhões que atravessam os corredores do Base, que completa 66 anos neste sábado (12) | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Desde 2019, sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foram aproximadamente 4,7 milhões de atendimentos ambulatoriais, mais de 85 mil procedimentos cirúrgicos e aproximadamente 560 transplantes. Atualmente, o HBDF dispõe de 789 leitos, sendo 86 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e reúne mais de 40 especialidades médicas e não médicas. Antes de chegar ao Base, Maria havia passado por diferentes hospitais. Fraqueza intensa, dores e hematomas pelo corpo faziam parte de uma rotina de incertezas até que, após conseguir um exame por conta própria, recebeu o diagnóstico de leucemia. “Eu estava definhando, morrendo sem o diagnóstico”, lembra. Transferida para o HBDF, passou quase seis meses em tratamento, entre internações e retornos. Depois de curada, decidiu transformar a própria experiência em cuidado com outras pessoas e tornou-se voluntária na unidade. Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, histórias como a de Maria ajudam a traduzir o significado do hospital para a população. “Vejo isso, por exemplo, nos pacientes oncológicos que chegam acreditando que ali encontrarão uma possibilidade de recuperar a saúde e seguir suas vidas. É muito gratificante perceber a confiança das pessoas no Base e saber que o hospital faz diferença em momentos tão importantes de suas histórias”, pontua. Assistência cresce e amplia alcance A evolução das consultas especializadas ajuda a dimensionar as transformações dos últimos anos. Em 2019, o hospital registrou 74.027 consultas médicas especializadas. Em 2025, foram 293.737, quase quatro vezes o volume contabilizado seis anos antes. Em 2026, o levantamento registra 197.294 consultas até o início de setembro. “O Hospital de Base é feito, antes de tudo, de pessoas cuidando de pessoas. Temos equipes altamente especializadas e profissionais que conhecem a dimensão e a responsabilidade de trabalhar em uma unidade que recebe pacientes de alta complexidade. Os números são importantes, mas cada atendimento representa uma vida e uma família que confiaram no nosso trabalho”, avalia o superintendente do HBDF, Paulo Saad. Em 2019, o hospital registrou 74.027 consultas médicas especializadas. Em 2025, foram 293.737 A atividade cirúrgica também avançou. O número de procedimentos passou de 13.436 em 2020 para 19.233 em 2025, crescimento de aproximadamente 43%. Em 2026, já são 12.403 cirurgias até início de setembro. Desde 2019, o Base também fortaleceu áreas estratégicas, como oncologia, cardiologia, nefrologia, transplantes, medicina nuclear, ortopedia e traumatologia. Um dos destaques está no atendimento ao trauma. O HBDF abriga o primeiro Centro de Trauma do Centro-Oeste e foi o quinto do Brasil a receber a Certificação Platinum da Linha de Cuidado do Paciente de Trauma. A unidade soma ainda 42 habilitações ativas, entre elas a de transplante de medula óssea. Para o chefe do Centro de Trauma do HBDF, Renato Lins, o reconhecimento representa um marco para a instituição. “Mais do que um título, essa conquista reconhece um trabalho construído diariamente há anos por uma equipe multiprofissional, com organização, capacitação, estrutura e compromisso com a segurança e a qualidade do atendimento a toda a população do Distrito Federal”, afirma. Na oncologia, entre 2019 e 2026, foram registradas mais de 187 mil consultas de pacientes com câncer, quase 6 mil cirurgias oncológicas e mais de 351 mil sessões de quimioterapia. O HBDF abriga ainda o Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que reúne diferentes etapas do diagnóstico e do tratamento. Tecnologia muda a forma de cuidar Ao mesmo tempo em que amplia a assistência, o Hospital de Base incorpora recursos que aumentam as possibilidades de diagnóstico e tratamento. Em dezembro de 2025, o HBDF colocou em funcionamento o primeiro vídeo-EEG da rede pública do Distrito Federal, ampliando a capacidade de diagnóstico de epilepsia e outras alterações neurológicas. No mesmo ano, recebeu uma nova ressonância magnética, a única da rede pública do DF com capacidade para realizar exames com sedação. O diagnóstico por imagem também passa por modernização, com a aquisição de dois novos tomógrafos A Hemodinâmica ganhou um novo angiógrafo destinado a procedimentos minimamente invasivos e equipado com recursos de inteligência artificial. Na Medicina Nuclear, o hospital é referência na rede pública para exames de alta complexidade, como o PET/CT. Na radioterapia, está prevista a incorporação de dois aceleradores lineares para ampliar a estrutura destinada ao tratamento do câncer. O diagnóstico por imagem também passa por modernização, com a aquisição de dois novos tomógrafos, além de um novo arco cirúrgico para suporte intraoperatório e um aparelho de raio X telecomandado para exames dinâmicos e contrastados. Outra frente é a radiointervenção, com equipe médica especializada em procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem, como biópsias, drenagens e intervenções vasculares. Na prática, esses recursos ampliam a capacidade diagnóstica, tornam procedimentos mais precisos e permitem tratamentos menos invasivos. Novo Centro Cirúrgico aponta para o futuro Entre os projetos em andamento está o novo Centro Cirúrgico, que terá 16 salas operatórias e uma sala de recuperação pós-anestésica com 16 leitos. O complexo também está sendo preparado para receber cirurgia robótica. A nova estrutura surge em um cenário de crescimento da atividade cirúrgica e abre caminho para ampliar a capacidade do hospital, incorporar tecnologias e oferecer melhores condições para pacientes e equipes. Para Eliane Abreu, os avanços precisam estar diretamente ligados ao cuidado. “Queremos deixar para as próximas gerações um hospital ainda mais acolhedor, inovador e preparado para incorporar novas tecnologias, sem jamais se desconectar da essência assistencial e do cuidado humanizado. Inovação só faz sentido quando chega ao paciente e melhora a vida das pessoas”, ressalta. Eliane Abreu, presidente do IgesDF: “O Hospital de Base é complexo, resolutivo e gigante. É na assistência, no dia a dia das equipes, que gestão e cuidado se transformam em resultado para o paciente” Um hospital feito por pessoas Por trás dos equipamentos, salas, consultas e procedimentos estão os profissionais que mantêm uma das estruturas hospitalares mais complexas do Distrito Federal em funcionamento. O HBDF conta com 5.455 trabalhadores. Desse total, 424 atuam em serviços terceirizados, como cozinha, recepção, segurança e manutenção. A enfermagem representa o maior contingente, com 2.421 profissionais, entre 585 enfermeiros e 1.836 técnicos de enfermagem. O corpo médico reúne 1.181 profissionais, enquanto as equipes multiprofissionais somam 1.022 trabalhadores. Na área administrativa, são 407 colaboradores. É essa dimensão humana que a presidente do IgesDF associa à trajetória do Base. “Quando olho para essa unidade, vejo muito mais do que sua estrutura. Vejo o corpo clínico, a enfermagem, as equipes multiprofissionais, os voluntários e os profissionais terceirizados que ajudaram a construir esse legado. Meu reconhecimento e minha admiração são diários, porque são as pessoas, com seu senso de pertencimento e dedicação, que fazem a diferença no hospital”, afirma. A assistência convive ainda com ensino, pesquisa e formação profissional. O HBDF é cenário para 122 programas de residência médica e multiprofissional, além dos programas multiprofissionais do IgesDF. Atualmente, registra 61 pesquisas não patrocinadas aprovadas e 19 estudos patrocinados em andamento. Centro de Simulação Realística, salas de estudo e biblioteca complementam essa estrutura. Aos 66 anos, passado e futuro se encontram em um hospital que cresceu junto com Brasília e continua se transformando para acompanhar as necessidades da população. “O Hospital de Base chega aos 66 anos olhando para a própria história com orgulho, mas também com a responsabilidade de continuar avançando. Temos um legado construído por muitas gerações e, hoje, seguimos trabalhando para entregar um hospital cada vez mais moderno, eficiente e acolhedor. O futuro do Base continua sendo construído todos os dias, por quem trabalha aqui e por cada paciente que confia em nosso cuidado”, avalia Paulo Saad. Do primeiro atendimento ao procedimento de alta complexidade, da formação de novos profissionais à incorporação de tecnologias, cada avanço tem um destinatário comum: o paciente. “O Hospital de Base é complexo, resolutivo e gigante. É na assistência, no dia a dia das equipes, que gestão e cuidado se transformam em resultado para o paciente”, observa Eliane Abreu.   *Com informações do IgesDF  

Ler mais...

Thumbnail

Grupo Viva Leve encerra turma com resultados positivos no cuidado de pacientes com doenças crônicas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga encerrou, na quinta-feira (10/9), mais uma turma do grupo Viva Leve. A iniciativa é voltada ao cuidado integrativo de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, dislipidemia, obesidade e dores crônicas. Semanalmente, o grupo promove ações de educação em saúde e acompanhamento multidisciplinar, com foco na mudança de hábitos e na melhoria da qualidade de vida. Ao longo dos três meses de acompanhamento, os participantes apresentaram resultados que vão além da perda de peso. Segundo a nutricionista Raquel Cota, coordenadora do grupo, foram registrados relatos de mudanças na alimentação, na rotina e na forma de lidar com os desafios relacionados à saúde. “A gente quer que eles percam peso, mas a gente quer uma mudança de estilo de vida”, explica a nutricionista. Grupo Viva Leve busca estimular mudanças de hábitos e um estilo de vida mais saudável. Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Para Raquel, um dos resultados mais significativos é o efeito multiplicador da iniciativa: os conhecimentos e hábitos trabalhados durante os encontros são levados para o ambiente familiar, contribuindo para mudanças que alcançam outras pessoas além dos pacientes acompanhados diretamente pelo grupo. “Os benefícios sentidos pelos participantes do Grupo Viva Leve vão além da saúde física, com impactos positivos também na saúde emocional e na socialização”, completa a nutricionista. Benefícios sentidos pelos participantes do grupo vão além da saúde física, impactando também a saúde emocional e a socialização dos participantes O Viva Leve conta com a participação de diferentes profissionais da UBS, como nutricionista, fisioterapeuta e enfermeiros. O acesso ocorre por meio de encaminhamento das equipes de Saúde da Família. A próxima turma terá início em 24 de setembro e já conta com mais de 30 pessoas na lista de espera. A proposta é que o grupo funcione como um ponto de partida para a adoção de hábitos mais saudáveis e para a continuidade do cuidado na própria unidade. Para participar dos grupos de cuidado integrado, procure sua UBS de referência.   Clique aqui e confira qual é a sua UBS de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde

Ler mais...

Thumbnail

Semana começa com 1,3 mil vagas nas agências do trabalhador

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.390 vagas abertas nesta segunda-feira (14). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, as maiores remunerações do dia são para os cargos de supervisor de lavanderia, com duas vagas, e técnico de segurança do trabalho, com uma vaga. Ambos oferecem salário de R$ 3,5 mil, além dos benefícios. Com 175 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.   

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador