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Divulgado resultado provisório da prova oral para delegado da PCDF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O concurso público para o cargo de delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) avançou mais uma etapa com a publicação do resultado provisório da prova oral. O resultado consta do Edital nº 12 — PCDF — Delegado, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (23). A divulgação integra o andamento do processo seletivo, que segue conforme as etapas e os procedimentos estabelecidos no edital. Por se tratar de resultado provisório, os candidatos ainda poderão contestar as notas, nos termos previstos pela banca organizadora. Recursos e próximas etapas O período para consulta aos espelhos de avaliação, acesso à gravação da prova oral e interposição de recursos começa às 10h de 27 de outubro e termina às 18h de 3 de novembro, considerando o horário oficial de Brasília. Os procedimentos devem ser realizados exclusivamente pelo sistema eletrônico do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pela organização do concurso. Após a análise dos recursos, a banca divulgará o resultado definitivo da prova oral, conforme o cronograma do certame. *Com informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

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Macaco-aranha-da-cara-preta deixa o Zoo de Brasília para integrar grupo em Sorocaba

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O macaco-aranha-da-cara-preta Tchuco, de 23 anos, deixou o Zoológico de Brasília na quinta-feira (22/10) e foi transferido para o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba (SP). Nascido no zoo local, o animal passa a integrar o grupo de primatas da instituição paulista. A mudança faz parte de um planejamento técnico de manejo que busca favorecer a formação e a composição de grupos sociais da espécie, além de contribuir para a manutenção da diversidade genética de animais sob cuidados humanos. Nascido no zoo de Brasília, Tchuco vai integrar um programa de planejamento reprodutivo em uma unidade do interior de São Paulo | Foto: Lucas Souza/FJZB  A movimentação de animais entre instituições zoológicas é uma estratégia de manejo que contribui para o planejamento reprodutivo e para a conservação das espécies. As decisões são orientadas por critérios técnicos, considerando as necessidades dos animais e os objetivos dos programas de conservação. Conservação da espécie O macaco-aranha-da-cara-preta (Ateles chamek) é um primata nativo da América do Sul e integra as espécies contempladas pelo Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A transferência de Tchuco reforça a cooperação entre instituições que atuam no manejo de animais sob cuidados humanos. A formação planejada de grupos e a gestão da diversidade genética são medidas importantes para a manutenção de populações saudáveis e geneticamente viáveis a longo prazo. Com a saída de Tchuco, o Zoológico de Brasília segue contribuindo para iniciativas de manejo integrado e conservação da fauna, por meio da cooperação com outras instituições zoológicas.   *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília

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Atendimento nas Unidades Prisionais

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Projeto Mãos Dadas

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Diretoria Penitenciária de Operações Especiais

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Fiscalização de Custodiados

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Monitoração Eletrônica

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Certidão de Cárcere

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Atendimento de Advogados

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Ouvidoria

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A Seape/DF

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Carta de Serviços

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Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília reabre para visitação

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília foi reaberto para visitação após o período de fechamento temporário destinado ao acompanhamento reprodutivo de um casal de araras-vermelhas. A suspensão foi uma medida preventiva adotada para garantir mais tranquilidade às aves durante uma fase dedicada ao bem-estar dos animais. Embora o casal tenha realizado a postura dos ovos, eles não evoluíram para o nascimento de filhotes. Segundo a equipe técnica do Zoológico de Brasília, essa era a primeira experiência reprodutiva do casal, e situações como essa são consideradas naturais, especialmente em aves que estão iniciando seu ciclo reprodutivo. A expectativa é que novas tentativas aconteçam futuramente, sempre respeitando o bem-estar e o comportamento dos animais. A experiência imersiva aproxima o público das aves em um ambiente que promove a educação ambiental. As atividades de visitação podem ser suspensas para assegurar as melhores condições aos indivíduos sob cuidados da instituição. Com a proposta “Cores e Sons da Mata”, o espaço proporciona aos visitantes uma experiência imersiva, permitindo caminhar entre as aves, apreciar a diversidade de cores de suas plumagens e ouvir seus cantos | Foto: Divulgação Sobre o Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília Com a proposta “Cores e Sons da Mata”, o espaço proporciona aos visitantes uma experiência imersiva, permitindo caminhar entre as aves, apreciar a diversidade de cores de suas plumagens e ouvir seus cantos e vocalizações. Essa proximidade com os animais favorece a observação de suas características e comportamentos, promovendo uma conexão mais próxima com a natureza. O espaço abriga 23 aves, pertencentes a 15 espécies brasileiras, além de dois indivíduos de muçuã (uma espécie de cágado) e um jabuti. No pequeno lago disponível no local, habitam duas espécies de peixes: o peixe-espada e o mocinha. O Aviário de Imersão do Zoológico de Brasília funciona de quarta-feira a domingo, das 9h às 12h (encerramento da fila às 11h30) e das 13h30 às 15h30 (encerramento da fila às 15h), com visitas de até 10 pessoas por vez, garantindo tranquilidade aos animais e melhor qualidade de experiência ao público.   *Com informações do Zoológico de Brasília  

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Decreto proíbe o uso do fogo em vegetação no DF durante a estiagem

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), nesta quinta-feira (22), o Decreto nº 49.600, que declara proibitivo o uso do fogo em vegetação em todo o território do Distrito Federal. A norma entra em vigor na data da publicação e tem validade nos meses de outubro e novembro, podendo ser prorrogada caso as condições ambientais não se alterem. O que está proibido A proibição vale para o uso do fogo como forma de limpeza da vegetação e para a queima de lixo, detritos ou objetos. O decreto também recomenda que a vedação seja adotada em imóveis edificados e não edificados. Quem não é alcançado pela medida A proibição não se aplica ao uso tradicional do fogo em práticas culturais e em atividades de agricultura de subsistência exercidas por povos indígenas, comunidades quilombolas, outras comunidades tradicionais e agricultores familiares, conforme seus usos e costumes. Para isso, é preciso observar os procedimentos previstos no art. 33 da Lei nº 14.944/2024 e fazer a comunicação prévia ao Instituto Brasília Ambiental. A proibição vale para o uso do fogo como forma de limpeza da vegetação e para a queima de lixo, detritos ou objetos | Foto: Gilberto Castro/Sema-DF Por que agora A medida considera a alta probabilidade de incêndios florestais no período de seca. As condições meteorológicas previstas pedem atenção redobrada, com a atuação do fenômeno El Niño, associada a estiagem, baixa umidade e temperaturas elevadas, o que pode aumentar o risco de ocorrência e propagação do fogo, principalmente onde há vegetação seca. O decreto leva em conta o histórico anual de áreas queimadas, a sazonalidade dos incêndios e as projeções climáticas. Também segue a recomendação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que pede que os estados avaliem, dentro de suas competências e conforme o risco local, a proibição temporária do uso do fogo na estiagem e o reforço das ações de prevenção e combate. Fiscalização e orientação Com a norma, os órgãos que integram o Sistema Distrital de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) devem reforçar vigilância, monitoramento e rondas preventivas durante a estiagem. A proibição não exclui a fiscalização nem as sanções previstas na legislação vigente para o uso irregular do fogo. Sistema Distrital O Sistema Distrital foi instituído pelo Decreto nº 37.549/2016 e é coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF). Reúne órgãos e entidades do DF, órgãos militares e federais, como o Instituto Brasília Ambiental, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Militar Ambiental, o Prevfogo/Ibama, o ICMBio, a Defesa Civil e o Inmet, entre outros, com o objetivo de articular a atuação e otimizar os recursos humanos e materiais na redução dos incêndios no bioma Cerrado. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)

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Maria Santos de Sá - CTCS

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Heitor Fernandes

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Fernanda Matos

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GDF na Sua Porta: novo parquinho leva famílias de volta à praça central de Santa Maria 

Editada em 22/10, às 14h12 Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O cantor e compositor de rap Marcos Vinícius Vieira Salles, 45 anos, conhecido como Relato Verbal, acompanhou com a filha a mudança do parquinho da praça central de Santa Maria. Onde antes encontrava brinquedos quebrados, agora vê mais oportunidades para ela brincar e conviver com outras crianças. O novo espaço da QC 1, uma das obras do GDF na Sua Porta na região, está aberto ao público desde 11 de outubro, véspera do Dia das Crianças.  Criança se diverte no novo parquinho da QC 1, que voltou a ser frequentado pela população depois da reforma | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Melhorou bastante. Graças a Deus, ficou bom para mim. Está enchendo de crianças, voltou ao normal” Haroldo Ferreira de Araújo, vendedor de pipoca  Pai de uma menina com transtorno do espectro autista (TEA), Marcos considera as brincadeiras uma parte importante do aprendizado da filha. “Eu vejo que esse parquinho veio para complementar essas atividades”, afirma. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) informou que a Administração Regional de Santa Maria destinou cerca de R$ 706,7 mil à construção da base do parquinho. Os brinquedos foram produzidos com mão de obra própria e reaproveitamento de peças de pontos de encontro comunitário (PECs), entre outros materiais. O custo estimado dessa produção foi de R$ 35,9 mil. A obra substituiu o parquinho anterior e incluiu a troca da areia. Segundo a chefe de gabinete da Administração Regional de Santa Maria, Riane Natália Soares Vasconcelos, os equipamentos antigos estavam enferrujados e o espaço não oferecia condições de uso. “Já havia um parque, mas muito degradado”, relata.   Riane conta que o movimento se estende à noite e se soma ao uso dos outros equipamentos da praça, como o PEC, a quadra de esportes e o campo de futebol sintético. “A gente tem um movimento muito grande aqui, com uma participação imensa da população”, afirma.  Equipamentos para a população fazer exercícios também atraem moradores para a praça recém-reformada Espaço para reencontros A volta das famílias também repercutiu no trabalho do pipoqueiro Haroldo Ferreira de Araújo, 67 anos. Ele completou 11 anos de atuação no local em 15 de outubro e tem na venda de pipoca um complemento da aposentadoria. Com a reabertura do parquinho, voltou a trabalhar perto de casa. Ele conta que, no outro ponto onde vendia pipoca, precisava andar muito com o carrinho, apesar dos problemas de coluna e na perna.  “É uma forma de integração, para a gente conhecer mais as pessoas” Francisco Corrêa Mendes, pensionista “Melhorou bastante. Graças a Deus, ficou bom pra mim”, conta. Ele também percebeu a volta da garotada ao espaço. “Está enchendo de crianças, voltou ao normal.” O pensionista Francisco Corrêa Mendes, conhecido como Mauro, 60 anos, vê no espaço uma oportunidade de aproveitar a companhia dos netos. Morador de Santa Maria há cerca de cinco anos, ele gosta de jogar bola, andar de bicicleta e levar as crianças ao parquinho quando estão com ele. “Às vezes, o pai não tem tempo, aí sobra para a gente. Para mim é um prazer, um privilégio”, diz. Mauro também valoriza os encontros com outros moradores. “É uma forma de integração, para a gente conhecer mais as pessoas”, afirma. Ao observar o uso da praça, ele lembra que a conservação depende também de comunicar problemas nos equipamentos. Na quadra onde mora, a 207, o pensionista conta que recorre à ouvidoria quando identifica problemas no parquinho ou nas áreas de esporte. “Tem tido resultado”, relata.

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Ana Laura

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Nelson Luiz

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