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Saiba como cadastrar o celular para receber alertas de risco no DF

Uma chuva forte pode chegar rapidamente e mudar as condições de uma região em poucos minutos. Nesses casos, ter acesso a um aviso com antecedência ajuda o cidadão a se preparar e evitar áreas de risco. No Distrito Federal, moradores podem cadastrar o CEP de uma região para acompanhar essas informações pelo celular. Para fazer o cadastro, basta enviar um SMS para o número 40199 com o CEP da área de interesse. O serviço é gratuito e também está disponível pelo WhatsApp, Telegram e TV por assinatura. Alerta geral Em situações de emergência, mensagens podem ser enviadas diretamente aos celulares que estejam em uma área de risco. A tecnologia cell broadcast emite sinais sonoros e visuais e não exige cadastro prévio. O sistema é operado pela plataforma Idap (Interface de Divulgação de Alertas Públicos), utilizada também para o envio de mensagens por SMS. No período de chuvas, podem ser comunicados riscos de alagamentos, enxurradas, enchentes, deslizamentos de terra e vendavais. Durante a seca, as queimadas estão entre as ocorrências monitoradas. Também podem ser emitidos avisos para outros eventos previstos na Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade), como processos erosivos, ondas de frio e doenças.

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Cuidados e orientações auxiliam na prevenção de acidentes durante chuvas intensas no DF

Com a aproximação das chuvas no Distrito Federal, previstas para o período entre o fim de setembro e o início de outubro, a orientação para motoristas e pedestres é a prevenção durante e após tempestades. Alagamentos, quedas de árvores, fios elétricos e danos em imóveis integram os riscos da época. A recomendação para a população é evitar o deslocamento em áreas alagadas, tanto a pé quanto em veículos. A água pode encobrir buracos, bueiros abertos e outros obstáculos, além de apresentar correnteza com força o bastante para arrastar pessoas e automóveis. Tanto quem está a pé quanto pessoas ao volante de veículos devem redobrar a atenção durante percursos sob chuva | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para condutores, a orientação é não avançar em pontos de alagamento. Com a elevação do nível da água, a instrução é parar o veículo em local seguro, desde que a manobra ocorra sem riscos à vida. Durante tempestades com ventos fortes, a recomendação é manter distância de árvores, postes e estruturas instáveis. Cortes ou podas por conta própria não devem ocorrer, especialmente durante ou logo após o temporal. Eletricidade Outra medida envolve a rede elétrica. Ao identificar fios caídos ou em contato com árvores, água ou estruturas metálicas, a orientação é não se aproximar nem tocar em objetos com risco de energização. O local precisa de isolamento, com o afastamento de terceiros e o acionamento imediato da concessionária de energia ou do atendimento de emergência, pelo telefone 193. Em casos de destelhamento ou danos estruturais em imóveis, recomenda-se a desocupação do imóvel diante de risco à segurança. O retorno ocorre apenas com a área segura. Durante as tempestades, a instrução para a população é evitar a permanência em áreas abertas, perto de árvores isoladas, postes e estruturas metálicas ou em locais sujeitos a alagamentos. Atendimento de emergência O atendimento de ocorrências está disponível pelo telefone 193, com funcionamento 24 horas. Ao acionar o serviço, o cidadão deve fornecer o endereço exato e os riscos identificados no local, para direcionamento da equipe. 

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SUS oferece vacinas contra principais causadores de meningite no DF

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por diferentes agentes, como bactérias, vírus e fungos. Para proteger a população, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece vacinas contra alguns dos principais causadores da doença. Por ter diferentes agentes causadores, a prevenção da meningite envolve diversos cuidados e imunizantes, além daqueles mais diretamente associados à doença, como as vacinas meningocócicas ACWY e C. Manter o calendário vacinal atualizado é uma das principais formas de prevenção. Na rede pública, diferentes vacinas oferecem proteção contra agentes que podem provocar meningite. Veja abaixo. BCG (dose única ao nascer): protege contra as formas graves da tuberculose, incluindo a meningite tuberculosa. Pentavalente (três doses, aos 2, 4 e 6 meses): protege contra o Haemophilus influenzae tipo b (HIB), causador de meningite e outras doenças invasivas. Pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20) e 10-valente (VPC10): durante o período de transição, o esquema prevê VPC20 aos 2 meses, VPC10 aos 4 meses e reforço com VPC20 aos 12 meses. Os imunizantes protegem contra sorotipos do pneumococo (Streptococcus pneumoniae) relacionados à meningite e a outras infecções. Meningocócica C conjugada: aplicada aos 3 e 5 meses, protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C. Meningocócica ACWY: utilizada como reforço aos 12 meses. Protege contra os sorogrupos A, C, W e Y. Tríplice viral (duas doses, aos 12 e 15 meses): protege contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças que podem, em algumas situações, apresentar meningite como complicação. Para adolescentes de 11 a 14 anos, a vacina meningocócica ACWY é indicada conforme o histórico vacinal: pode ser aplicada em dose única para aqueles que ainda não receberam meningocócica C ou ACWY, ou como reforço para quem já recebeu pelo menos uma dose desses imunizantes. Mesmo entre pessoas vacinadas, ainda podem ocorrer casos de meningite, já que nem todos os agentes causadores são preveníveis por imunização. As vacinas, no entanto, contribuem para reduzir a circulação dos agentes contemplados e o risco de formas graves da doença. As vacinas contribuem para reduzir a circulação dos agentes contemplados e o risco de formas graves da doença | Foto: Divulgação Casos são investigados A meningite é uma doença de notificação compulsória. Isso significa que os casos suspeitos são comunicados aos serviços de vigilância em saúde para investigação e acompanhamento. A partir da identificação do caso e do agente causador, as equipes avaliam quais medidas de controle são necessárias. Dependendo do tipo de meningite e da situação epidemiológica, podem ser adotadas ações como acompanhamento dos contatos próximos e quimioprofilaxia — uso preventivo de medicamentos — para as pessoas com indicação, com o objetivo de reduzir o risco de transmissão. A ocorrência de casos ao longo do ano é esperada, já que a meningite é considerada uma doença endêmica no Brasil e no Distrito Federal. A presença de um caso isolado, portanto, não caracteriza necessariamente um surto. Essa avaliação é feita pela vigilância epidemiológica a partir do agente identificado, do local, do período de ocorrência e da existência de vínculo entre os casos. Fique atento aos sintomas Febre, dor de cabeça intensa, vômitos, confusão ou alteração mental, aumento da sensibilidade à luz, convulsões, rigidez de nuca e erupções cutâneas estão entre os sintomas mais comuns da meningite. Diante de sinais compatíveis com a doença, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente. A rapidez na busca por atendimento é especialmente importante nos casos de meningite bacteriana, que podem apresentar evolução rápida. Tipos da doença A meningite pode ser provocada por diferentes agentes. Entre as bacterianas, alguns dos principais causadores são Neisseria meningitidis, Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae. As meningites virais são mais frequentes e, em grande parte dos casos, apresentam evolução benigna. Dependendo do vírus envolvido, porém, podem ocorrer complicações. A identificação do agente causador é importante tanto para definir o tratamento do paciente quanto para orientar as medidas de vigilância e prevenção que deverão ser adotadas em relação às pessoas que tiveram contato próximo com o caso. Onde se vacinar As vacinas estão disponíveis em mais de 170 unidades básicas de saúde (UBSs) distribuídas pelo Distrito Federal. A população pode consultar informações sobre vacinação e os serviços disponíveis neste link ou pelo Disque Saúde 160. Redução de riscos Além da vacinação, alguns cuidados ajudam a reduzir a transmissão de agentes capazes de causar meningite: Lavar as mãos frequentemente; Utilizar lenço descartável para higiene nasal; Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar; Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas; Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas; Manter os ambientes bem ventilados; Evitar contato direto com secreções respiratórias e saliva de pessoas doentes.

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