Lavagem nasal ajuda a aliviar efeitos do tempo seco
Com a baixa umidade do ar, nariz e garganta estão entre as regiões que mais sofrem com o ressecamento. Ardência, irritação, formação de crostas, obstrução nasal e até sangramentos podem se tornar mais frequentes. Nesse período, a higiene com soro fisiológico é uma das medidas que ajudam a manter a mucosa hidratada e aliviar o desconforto. A mudança de Barra do Garças (MT) para Brasília fez o analista administrativo Yan Salem sentir de perto os efeitos do clima seco. Nariz e garganta foram os mais afetados, com sintomas que chegaram a interferir no sono, na concentração e na prática de atividades físicas. “O nariz ficava extremamente sensível e ressecado por dentro, a ponto de sangrar com frequência, e a garganta parecia constantemente arranhada”, relata. Para amenizar o incômodo, água e soro fisiológico passaram a fazer parte da rotina. “Eu andava com garrafa de água para todo lado e usava soro no nariz várias vezes ao dia. Era praticamente um ‘kit de sobrevivência’”, recorda. Com a baixa umidade do ar, nariz e garganta estão entre as regiões que mais sofrem com o ressecamento | Fotos: Divulgação A estratégia adotada por Yan é recomendada pelo médico otorrinolaringologista e preceptor da residência médica de Otorrinolaringologia do Hospital de Base, João Henrique Zanotelli dos Santos. “Para o nariz, a higiene nasal com soro fisiológico ajuda a remover partículas, secreções e crostas e a manter a mucosa hidratada”, explica. Por que o nariz sofre tanto? Nariz e garganta são revestidos internamente por uma mucosa que precisa permanecer hidratada para funcionar adequadamente. Quando o ar perde umidade, essa camada fica mais seca e suscetível a irritações. “Quando o ar está muito seco, ele desidrata essa mucosa, deixando-a mais ressecada e irritada. Podem surgir crostas nasais e pequenas fissuras, que facilitam o sangramento, principalmente quando a pessoa assoa ou cutuca o nariz”, esclarece João. Além da ardência, pode surgir obstrução. Pessoas com rinite também podem perceber piora de sintomas como espirros, coriza, coceira e nariz entupido. Yan lembra que, nos períodos de maior desconforto, os sintomas iam além de um incômodo passageiro. “Não tem como focar direito no trabalho ou nos estudos se você precisa parar a todo momento para beber água ou usar soro no nariz, tentando aliviar a ardência”, conta. Os episódios de sangramento foram o que mais o preocuparam no início. “Cheguei a acordar de madrugada com a garganta muito seca e encontrar marcas de sangue no travesseiro. No começo, era assustador porque eu não estava acostumado. Cheguei a perder camisetas e lençóis manchados de sangue”, relembra. A hidratação ao longo do dia serve para reduzir os efeitos da baixa umidade Cuidados vão além da lavagem nasal A hidratação ao longo do dia serve para reduzir os efeitos da baixa umidade. Como referência geral, o médico cita cerca de dois litros de líquidos por dia, mas ressalta que a necessidade varia conforme as características de cada pessoa. Quem já convive com doenças respiratórias merece atenção adicional. Rinite, asma e enfisema podem apresentar piora durante períodos mais secos. Por isso, é importante manter os cuidados habituais e seguir corretamente o tratamento prescrito. “É importante manter especialmente a higiene e a hidratação da mucosa nasal e seguir corretamente o tratamento indicado para a doença preexistente”, orienta. A exposição à poeira e à fumaça também pode aumentar a irritação das vias respiratórias. Nos dias de umidade muito baixa, o otorrinolaringologista recomenda priorizar exercícios ao ar livre no início da manhã ou no fim da tarde, evitando os horários mais quentes e secos. Cuidados caseiros exigem atenção Na tentativa de aliviar rapidamente o desconforto, algumas pessoas recorrem a soluções caseiras. É preciso cautela, pois determinados produtos podem irritar ou até lesionar a mucosa nasal. “Não devemos colocar dentro do nariz produtos que não foram formulados para uso nasal, como óleos, pomadas, água oxigenada ou outras soluções caseiras”, alerta João. O uso prolongado de descongestionantes nasais vasoconstritores também requer cuidado. Segundo o especialista, esses medicamentos podem provocar efeito rebote e agravar a própria obstrução. A atenção também se estende à umidificação dos ambientes. Métodos improvisados, como toalhas molhadas ou recipientes com água, são pouco controláveis. Caso seja necessário aumentar a umidade do cômodo, João orienta dar preferência a um umidificador próprio, mantido corretamente higienizado e sem deixar o ambiente excessivamente úmido. “Um sangramento pequeno, isolado e que para espontaneamente em pouco tempo geralmente não é motivo para preocupação. É importante evitar cutucar ou assoar o nariz com força” João Henrique Zanotelli dos Santos, médico otorrinolaringologista Quando procurar atendimento Pequenos episódios de sangramento nasal podem ocorrer em razão do ressecamento e, isoladamente, nem sempre representam motivo para preocupação. A intensidade, a frequência e a duração do quadro, porém, precisam ser observadas. “Um sangramento pequeno, isolado e que para espontaneamente em pouco tempo geralmente não é motivo para preocupação. É importante evitar cutucar ou assoar o nariz com força”, explica o especialista. A recomendação é procurar avaliação profissional quando o sangramento for volumoso, ocorrer repetidamente, surgir sem causa aparente ou não cessar após a compressão adequada. Pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes também precisam de atenção especial. Outros sintomas não devem ser atribuídos automaticamente ao clima. Falta de ar, dificuldade para respirar, febre persistente, dor intensa, secreção nasal persistente ou piora progressiva do quadro são sinais de alerta. “De maneira geral, quando os sintomas fogem do padrão habitual ou começam a interferir significativamente na rotina, é importante buscar avaliação profissional”, reforça o médico. Em caso de sintomas persistentes ou agravamento do quadro, a população pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e orientação. Em situações de urgência, como falta de ar ou dificuldade para respirar, a recomendação é buscar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou um serviço de emergência.
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Agências do trabalhador oferecem mais de mil vagas de emprego nesta quarta-feira (12)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (12), 1.364 vagas para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego. Os maiores salários entre as vagas disponíveis são para os cargos de marceneiro, com duas vagas, mecânico de automóvel, com três vagas, e vendedor pracista, com duas oportunidades. Todos os cargos oferecem remuneração de R$ 3 mil, além dos benefícios. Outro cargo que se destaca pela quantidade de vagas oferecidas é o de operador de caixa, com 150 oportunidades. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Instalação de semáforos na Via JK é suspensa para novos estudos
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Vagas abertas para o Comitê Distrital da Reserva da Biosfera do Cerrado no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Está aberto o processo de seleção de entidades da sociedade civil que ocuparão vagas de representantes não governamentais no Comitê Distrital da Reserva da Biosfera do Cerrado (CDRBC), colegiado responsável por acompanhar a gestão da reserva no Distrito Federal. A abertura das inscrições foi publicada nesta terça-feira (11/8) no Diário Oficial do Distrito Federal, por meio do Edital de Chamamento Público nº 01/2026. A Reserva da Biosfera do Cerrado do Distrito Federal (RBC-DF) integra uma rede internacional reconhecida pela Unesco voltada à conservação ambiental, à pesquisa científica e à educação ambiental. No DF, a reserva abrange áreas como o Parque Nacional de Brasília, a Estação Ecológica de Águas Emendadas, a Estação Ecológica do Jardim Botânico, a Fazenda Água Limpa (UnB) e a Estação Ecológica do Roncador. Podem concorrer entidades e instituições da sociedade civil que: • estejam regularmente constituídas há pelo menos dois anos; • tenham atuação comprovada na área ambiental no Distrito Federal. A Reserva da Biosfera do Cerrado do Distrito Federal (RBC-DF) integra uma rede internacional reconhecida pela Unesco voltada à conservação ambiental, à pesquisa científica e à educação ambiental | Foto: Divulgação/Sema-DF As vagas são divididas por segmento, entre eles: associações patronais e de trabalhadores da indústria; produtores e trabalhadores rurais da região da Reserva; organizações ambientalistas; instituições de ensino superior; comissões de Defesa do Meio Ambiente (Comdemas); associações de moradores e Conselhos Locais de Planejamento. As entidades selecionadas terão mandato de três anos, com direito a uma recondução. As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio do envio de documentação para o e-mail institucional. Entre os documentos exigidos estão o formulário de inscrição, o ato constitutivo da entidade, comprovante de CNPJ e documentos que comprovem a atuação institucional na área ambiental. A lista completa de documentos e o cronograma com as datas de cada etapa estão nos anexos do edital. Como funciona a seleção A escolha das entidades será feita por uma comissão formada por representantes da Secretaria de Meio Ambiente, da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com base em critérios objetivos de pontuação, como tempo de atuação da entidade e experiência comprovada em projetos ambientais na Reserva. Após a análise, será divulgada uma lista preliminar, com prazo para recursos antes do resultado final. Onde acompanhar O edital completo, com todos os prazos, critérios de pontuação e modelos de documentos, está disponível no site da Secretaria de Meio Ambiente do DF. Todas as etapas do processo, inscrições habilitadas, resultados e decisões sobre recursos, também serão publicadas no mesmo endereço. *Com informações da Sema-DF
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Instalação de semáforos na Via JK é suspensa para novos estudos
A instalação de equipamentos semafóricos previstos para os dois sentidos da Via Juscelino Kubitschek (JK), no acesso à Ponte JK, está suspensa para novos estudos técnicos de segurança viária no trecho. A medida foi determinada nesta terça-feira (11) para avaliação de alternativas que permitam garantir a segurança dos usuários da via sem comprometer a fluidez do trânsito. A implantação dos equipamentos semafóricos fazia parte do projeto de requalificação da Via JK, que passou a ser classificada como via arterial, conforme a Instrução nº 231, de 2 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A alteração possibilitou a redução da velocidade máxima regulamentada de 80 km/h para 60 km/h e a adoção de medidas voltadas à segurança viária, incluindo a previsão de travessias sinalizadas e equipamentos de controle de tráfego. A velocidade máxima regulamentada de 60 km/h permanece válida nos dois sentidos da Via JK. O trecho ainda se encontra no período de adaptação à nova regulamentação e, portanto, não há autuação por excesso de velocidade pelos equipamentos instalados. A sinalização implantada para regulamentar o novo limite permanece em vigor. A previsão é que as equipes comecem os novos estudos já nos próximos dias.
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Festival reúne saúde, esporte, música e experiências gratuitas neste fim de semana
Brasília recebe, desta sexta-feira (14) a domingo (16), a segunda edição do Conecta Wellness Brasília, festival gratuito que transforma a Praça do Cruzeiro em um grande espaço dedicado à saúde, ao esporte, ao bem-estar, à cultura e ao turismo de experiências. Ao longo de três dias, o público poderá participar de extensa programação que inclui corrida de rua, aulas de yoga, pilates, funcional, jump e kangoo, palestras e oficinas, atendimentos de saúde, feira wellness, gastronomia e shows com Clima de Montanha, Rainer e Doze Por Oito. A entrada é gratuita mediante retirada de ingresso neste site. Com expectativa de receber cerca de 20 mil pessoas, o evento foi pensado para diferentes idades e perfis de público, reunindo em um mesmo espaço atividades de movimento, relaxamento, informação, entretenimento e convivência. Um dos grandes destaques é a Corrida Conecta Wellness, marcada para domingo (16), com percursos gratuitos de 5 km e 10 km e 7.500 vagas. A prova contempla ainda a participação e premiação de pessoas com deficiência (PcD). Com expectativa de receber aproximadamente 20 mil pessoas, o evento foi pensado para diferentes idades e perfis de público | Fotos: Divulgação Três dias de experiências A programação começa na sexta-feira (14), das 9h às 18h, com a entrega oficial dos kits da corrida. Durante todo o dia também estarão disponíveis a Feira Wellness, espaço instagramável, praça de alimentação, área gamer, área kids e DJ, dando início à experiência do festival. O sábado (15) será dedicado a uma verdadeira imersão no universo wellness. A partir das 8h, diferentes espaços funcionarão simultaneamente com atividades gratuitas. Na Arena Movimento, o público poderá participar de mobilidade e alongamento, funcional, Fit Dance Experience, kangoo e jump. Já o Espaço Zen terá uma programação voltada a práticas como yoga, pilates e atividades de mobilidade e alongamento. O conhecimento também ganha espaço no Conecta Talks. Às 9h, Jéssica Alehandra conduz uma oficina de respiração e meditação. Às 10h, Miguel Gonçalves aborda o tema alimentação funcional. Às 13h, José Alves fala sobre a importância da atividade física; e, às 14h30, Gabi Rosa promove uma oficina de autocuidado. Na área dedicada à saúde, haverá avaliação e atendimento nutricional, testes rápidos, massoterapia, massagens e quiropraxia, além da Arena Recovery, voltada à recuperação e ao relaxamento dos participantes. Música também faz parte do bem-estar A programação cultural terá atrações musicais ao longo do fim de semana. No sábado, o Clima de Montanha sobe ao palco às 11h. Às 18h, Rainer comanda o grande show de encerramento do segundo dia, enquanto a Feira Wellness, a praça de alimentação, a Vila Wellness e o espaço instagramável seguem funcionando. No domingo (16), a música acompanha os participantes desde as primeiras horas da manhã e ganha destaque após a corrida, com apresentação do Doze Por Oito, dividida em duas partes, às 9h30 e às 10h30. Domingo começa com corrida de 5 km e 10 km O último dia do Conecta Wellness começa cedo. A partir das 6h, acontece a concentração dos atletas, acompanhada por DJ. Às 6h30, haverá aquecimento, alongamento, avisos gerais e orientações para a prova. A largada oficial das corridas de 5 km e 10 km será às 7h, reunindo milhares de participantes em uma experiência esportiva gratuita e inclusiva. A partir das 7h30, com a chegada dos primeiros atletas, a Arena Recovery inicia os atendimentos com massoterapia, massagem e quiropraxia. Às 8h, os corredores terão hidratação, kit pós-prova e atividades de recuperação, enquanto a Arena Wellness abre sua programação com jump e yoga. Às 9h, está previsto o encerramento da corrida. Na sequência, às 9h30, o Doze Por Oito inicia a primeira parte de seu show. Às 10h, acontece a cerimônia oficial de premiação, contemplando as categorias dos percursos de 5 km e 10 km e a categoria PcD. Às 10h30, o Doze Por Oito retorna ao palco para a segunda parte da apresentação. O encerramento oficial da segunda edição do Conecta Wellness Brasília está previsto para as 12h de domingo. Além de incentivar hábitos saudáveis e democratizar o acesso às práticas de bem-estar, o Conecta Wellness busca fortalecer Brasília como referência nacional em turismo de saúde e bem-estar Saúde, turismo e economia criativa Além de incentivar hábitos saudáveis e democratizar o acesso às práticas de bem-estar, o Conecta Wellness busca fortalecer Brasília como referência nacional em turismo de saúde, bem-estar, eventos e experiências. A iniciativa também contribui para movimentar a economia criativa e o turismo local, reunindo empreendedores, expositores, produtores e profissionais ligados aos segmentos de alimentação saudável, produtos naturais, artesanato, serviços e qualidade de vida. Mais do que um evento, o Conecta Wellness Brasília se propõe a criar uma experiência de autocuidado e convivência, ocupando um dos espaços públicos da capital com esporte, saúde, cultura, lazer e informação. Serviço Conecta Wellness Brasília — 2ª edição Data: 14 a 16 de agosto de 2026 Local: Praça do Cruzeiro — Brasília/DF Entrada gratuita Ingressos gratuitos pelo site Dias e Horários Sexta-feira (14): das 9h às 18h — entrega de kits, Feira Wellness, área kids, área gamer, praça de alimentação, DJ e demais experiências. Sábado (15): a partir das 8h — atividades wellness, aulas, palestras, oficinas, atendimentos de saúde e shows de Clima de Montanha e Rainer. Domingo (16): concentração da corrida às 6h; largada dos 5 km e 10 km às 7h; show do Doze Por Oito a partir das 9h30; premiação às 10h e encerramento às 12h.
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HRC e CADF recebem novos paisagismos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) executa serviços de paisagismo no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e no Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF), em Taguatinga, com a finalidade de aprimorar a infraestrutura verde dos dois locais. No Hospital de Ceilândia, a intervenção é realizada por obra direta, com equipes do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da companhia. A iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. O projeto contempla o plantio de grama-batatais, arbustos e espécies ornamentais que agregam diferentes cores, folhagens e florações ao ambiente. Antes do plantio, as equipes executam serviços de limpeza, escarificação e nivelamento do terreno. Entre as espécies utilizadas estão trapoeraba-roxa, moreia-amarela, falso-íris e diferentes variedades de cordiline. A escolha priorizou plantas de baixa manutenção, adequadas às condições climáticas da região e que garantem maior durabilidade ao paisagismo. No HRC, a iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde | Foto: Divulgação/Novacap Já no CADF, o projeto paisagístico faz parte da preparação da edificação para receber o gabinete da governadora Celina Leão e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Os serviços são executados por empresa contratada, por meio do sistema de ata de registro de preços, com investimento de R$ 324 mil, com conclusão prevista para setembro. A intervenção inclui o plantio de grama-batatais e grama-esmeralda, além de arbustos, árvores e palmeiras, e também a remoção de espécies mortas existentes no local. O projeto contempla todas as áreas internas e externas que circundam o Centro Administrativo do Distrito Federal. As espécies seguem as especificações do projeto original e incluem cordilines, alamandas, jasmim-azul, bougainville, pequizeiro, ipê-amarelo ipê-roxo, jacarandá-mimoso, oiti-do-cerrado, baru e as palmeiras fênix e jerivá, além de outras espécies nativas do Cerrado e plantas já adaptadas ao clima do Distrito Federal. "A Novacap atua para que os espaços públicos sejam cada vez mais funcionais, acolhedores e ambientalmente qualificados. Esses projetos de paisagismo refletem o compromisso da companhia com a melhoria da infraestrutura urbana e da qualidade de vida de quem os utiliza” afirma o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Após receber a casa reconstruída, família da Estrutural tem a vida transformada
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Cidade Estrutural é uma das regiões atendidas pelo programa Melhorias Habitacionais, que transforma a realidade de famílias que vivem em moradias precárias e não têm condições financeiras para custear reformas. Nesta terça-feira (11/8), foi a vez de Marta Fernandes de Carvalho, de 48 anos, realizar o sonho de viver com mais segurança e conforto. Diarista, mãe de dois filhos e avó, ela recebeu da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF) a casa reconstruída e pronta para morar com dignidade. A diarista Marta de Carvalho (D) foi contemplada com a reforma pelo programa do GDF: “Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia” | Fotos: Divulgação/Codhab A intervenção das equipes da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab-DF transformou completamente a realidade da antiga moradia, que era construída, em grande parte, com madeirite e tinha problemas elétricos e de saneamento. A obra começou pela fundação e contemplou toda a estrutura da residência, além da reconstrução e melhor distribuição dos ambientes para aproveitar um lote estreito. Também foram executadas novas instalações elétricas e hidráulicas, pisos, área de serviço e a substituição de todas as esquadrias, com investimento total de R$ 99.953,28. Qualidade de vida Para Marta, a entrega representa a realização de um sonho que, durante muitos anos, parecia distante. Ela conheceu o trabalho da Codhab por volta de 2018, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que já acompanhava a família. Assim, identificou que o núcleo familiar atendia aos critérios necessários para buscar o auxílio do programa Melhorias Habitacionais. Reforma foi feita em cada canto da casa, desde o piso até todas as instalações “Na época, minha casa era de madeirite e estava muito deteriorada, caindo aos poucos”, lembra. “Eu não sabia que existia um programa que ajudava famílias em situação de vulnerabilidade a melhorar ou reconstruir suas casas. Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia.” “Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade” Arthur Côrtes, arquiteto responsável pelo projeto da reforma Ao recordar as condições em que vivia, Marta conta que um dos maiores problemas estava justamente no banheiro: “A casa praticamente não tinha banheiro. O vaso sanitário quebrou, e o espaço acabou virando uma espécie de fossa, muito perigoso. Agora tenho este banheiro lindo”. Com a nova casa pronta, o sentimento é de felicidade e gratidão. “Eu jamais teria condições de construir uma casa como essa”, comemora. “Para mim, era algo que parecia impossível. Nem nos meus sonhos eu imaginava conseguir. Hoje estou realizando um grande sonho: ter a minha casa reconstruída por meio da Codhab”. Olhar especializado Responsável pelo projeto da residência, o arquiteto e urbanista Arthur Côrtes explica que as condições encontradas inicialmente exigiram uma reorganização completa do espaço. “A casa apresentava uma situação bastante precária”, detalhou. “O lote havia sido dividido, e a construção era praticamente toda feita de aglomerado, sem uma divisão adequada dos cômodos e, como a própria moradora relatou, praticamente sem banheiro. Além disso, havia riscos relacionados à parte elétrica, com possibilidade de curtos-circuitos, principalmente durante o período de chuvas. Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade.” “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família” Alcimar Borges, engenheiro civil De acordo com Arthur, as dimensões do terreno exigiram um projeto pensado para aproveitar cada espaço disponível. “O lote mede aproximadamente 3,5 metros por 12 metros”, enumera. “É um terreno muito estreito, praticamente como um corredor comprido. Por isso, foi necessário pensar muito bem na distribuição dos ambientes para aproveitar o espaço e garantir uma moradia digna, confortável e segura”. O engenheiro civil Alcimar Borges, responsável pela execução e pelo acompanhamento da obra, ressaltou que a intervenção alcançou praticamente toda a residência: “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. A intervenção foi completa. O trabalho começou desde a fundação e envolveu toda a estrutura da residência, além da instalação elétrica e hidráulica. Também foram feitos os pisos, a área de serviço e a substituição de todas as esquadrias. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família”. A história de Marta representa o propósito do programa Melhorias Habitacionais: transformar não apenas espaços físicos, mas também a vida de quem vive neles. Ao levar segurança e conforto para dentro de casa, a iniciativa da Codhab contribui para que famílias possam olhar para o futuro com mais esperança. Para quem esperou anos por essa mudança, a nova casa representa mais do que uma obra concluída: é a oportunidade de recomeçar em um lar mais seguro e adequado às necessidades de seus moradores. *Com informações da Codhab
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