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Prorrogadas inscrições do 3º ciclo do Start BSB para apoio a startups

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) informa que as inscrições para o 3º Ciclo do Programa Start BSB foram prorrogadas até 21 de agosto, às 23h59. A iniciativa é voltada ao desenvolvimento de startups do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride), com apoio a projetos inovadores em diferentes estágios de desenvolvimento. O terceiro ciclo disponibiliza mais de R$ 10 milhões para apoiar até 100 projetos inovadores. As propostas selecionadas contarão com apoio financeiro, capacitações, mentorias, acompanhamento técnico e ações de conexão com instituições, empresas e investidores. O Start BSB está organizado em três eixos, cada um com uma instituição executora. O Eixo I, de ideação e desenvolvimento de habilidades, é executado pela Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e destinado a iniciativas em fase inicial, que ainda estão estruturando suas primeiras soluções. O Eixo II, de incubação e pré-aceleração, é executado pelo Instituto Multiplicidades e contempla startups que já estão desenvolvendo o modelo de negócio e validando suas soluções. Já o Eixo III, de aceleração, é executado pela Camp/Cotidiano Aceleradora e direcionado a startups em estágio mais avançado, que buscam ampliar mercado e se preparar para novos ciclos de crescimento.  Ao longo de sua trajetória, o Start BSB já contribuiu para o desenvolvimento de soluções em áreas como agricultura familiar, alimentação, meio ambiente, turismo, saúde emocional, biotecnologia e economia criativa. As inscrições devem ser realizadas pelo site oficial do programa. Clique aqui e acesse o edital completo.   *Com informações da FAPDF

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Planaltina terá reforço de ônibus para a 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho

A 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília, que será realizada no Parque de Exposições de Planaltina, contará com viagens extras nas linhas de ônibus com trajetos que incluam o local do evento, na Avenida Independência, entrada da cidade. A festa começa nesta sexta-feira e vai até o dia 16. Neste sábado (8) e no domingo (9), a programação vai das 10h às 3h. Nos demais dias, a abertura será às 16h. Durante a feira, a operadora responsável pelas linhas da região está autorizada a colocar ônibus extras para o transporte de passageiros, com especial atenção na dispersão dos shows principais, marcados para os dias 14, 15 e 16. A expectativa de público para esses dias é de aproximadamente 50 mil pessoas. Para programar as viagens, os passageiros podem consultar as linhas, itinerários e horários dos ônibus que estão disponíveis no aplicativo DF no Ponto ou neste endereço.  

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Unidade oferece atendimento especializado a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual no DF

O Distrito Federal conta com um serviço especializado no atendimento a crianças e adolescentes vítimas ou com suspeita de violência sexual. Localizado na SQS 307, Bloco A, o Centro Integrado 18 de Maio oferece acolhimento humanizado, escuta especializada e acompanhamento técnico por equipe multidisciplinar formada por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos. O atendimento é realizado em ambiente preparado para garantir privacidade, segurança e respeito às vítimas e a seus familiares. Um dos principais diferenciais do serviço é a escuta especializada, procedimento previsto na Lei nº 13.431/2017, que busca evitar a revitimização de crianças e adolescentes durante o processo de atendimento. Além do acolhimento, o centro atua de forma integrada com a rede de proteção do Distrito Federal, em articulação com os conselhos tutelares, unidades de saúde, escolas, órgãos do sistema de Justiça e demais instituições responsáveis pela garantia dos direitos da criança e do adolescente. O nome da unidade faz referência ao 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída em memória de Araceli Crespo, menina de oito anos vítima de violência sexual e assassinada em 1973, caso que se tornou símbolo da luta pela proteção da infância no Brasil. Como denunciar A denúncia é uma das principais formas de interromper situações de violência e garantir proteção às vítimas. Os canais disponíveis são: Cisdeca – Disque 125: atendimento gratuito, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com atendimento 24 horas aos finais de semana e feriados; Disque 100: atendimento gratuito, 24 horas por dia, todos os dias da semana; Centro Integrado 18 de Maio: (61) 2244-1512 e (61) 2244-1513.

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Farmácia impulsiona inovação e amplia a segurança do paciente

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Para além da dispensação de medicamentos, a farmácia hospitalar exerce um papel estratégico na assistência à saúde. É nela que logística, tecnologia e cuidado se unem para garantir que medicamentos e insumos cheguem ao paciente com qualidade, no momento certo e de forma segura. Celebrado em 5 de agosto, o Dia da Farmácia evidencia a importância desse trabalho, desenvolvido diariamente nos hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM) e Cidade do Sol (HSol), bem como nas unidades de pronto atendimento (UPAs) administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Do recebimento pela unidade hospitalar à entrega ao paciente, todos os insumos são acompanhados por meio de um sistema de monitoramento | Foto: Divulgação/IgesDF Nos últimos anos, o instituto modernizou a gestão de insumos ao ampliar a rastreabilidade de medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais (OPME) e incorporar novas tecnologias aos processos logísticos. Hoje, cada item é acompanhado desde o recebimento até a entrega ao paciente por meio de dispositivos coletores móveis de dados (palms), que ampliam o controle e a confiabilidade das informações. A transformação continua com projetos como o dispensário eletrônico, em fase de testes operacionais; o robô de entrega de medicamentos, que apresentou resultados positivos durante avaliação realizada sem custos para a instituição; e os carros automatizados,  cujo projeto-piloto será iniciado em breve. A expectativa é tornar os processos mais eficientes, reduzir falhas, ampliar a rastreabilidade em tempo real e otimizar o abastecimento das unidades. “Transformamos a logística de insumos em uma engrenagem de segurança e cuidado”, afirma a gerente-geral de Logística de Insumos do IgesDF, a farmacêutica Jéssica Nobre. “Cada medicamento que chega ao paciente carrega hoje rastreabilidade, tecnologia e responsabilidade.” Gestão integrada à assistência Outro avanço foi a incorporação da farmácia clínica à Gerência de Insumos Farmacêuticos e OPME (Geifo), aproximando a gestão logística do acompanhamento clínico dos pacientes. O modelo permite acompanhar toda a trajetória do tratamento, desde o planejamento da aquisição até a dispensação, além de fortalecer a farmacoeconomia e o uso racional dos recursos públicos. “Quando unimos logística, tecnologia e atuação clínica, garantimos um cuidado muito mais seguro e eficiente”, enfatiza Nayara Alves, responsável pela Geifo. “Cada etapa passa a ser acompanhada de forma integrada, contribuindo para escolhas terapêuticas mais assertivas e para a melhor utilização dos recursos  do instituto.” “O farmacêutico atua para garantir o uso seguro e eficaz dos medicamentos, prevenindo erros e contribuindo para melhores resultados no tratamento” Thales Teódulo, farmacêutico do HRSM  Na farmácia ambulatorial do Hospital de Base, a farmacêutica Shirley Vanessa lembra que o contato direto com pacientes e equipes reforça a importância da atuação: “Em um hospital de alta complexidade como o HBDF, onde são realizados tratamentos complexos e atendidos pacientes com diferentes perfis clínicos, a atuação da farmácia torna-se ainda mais relevante. Integrada à equipe multiprofissional, ela oferece suporte técnico às equipes assistenciais e contribui para que o paciente receba um atendimento seguro, humanizado e de qualidade”. No Hospital Regional de Santa Maria, o farmacêutico Thales Teódulo ressalta que o trabalho integrado reduz riscos e fortalece a assistência. “O farmacêutico atua para garantir o uso seguro e eficaz dos medicamentos, prevenindo erros e contribuindo para melhores resultados no tratamento”, aponta. “No HRSM, a farmácia é uma parceira essencial da equipe multiprofissional, sempre com o paciente no centro do cuidado”.  Tecnologia  Nas UPAs, a modernização dos processos também amplia a eficiência da assistência. O chefe do Núcleo de Insumos Farmacêuticos das UPAs, Misael Silva, destaca que as novas ferramentas permitem direcionar mais tempo às atividades voltadas ao cuidado. “Mesmo atuando nos bastidores e, muitas vezes, sem ser percebida pelos pacientes, a farmácia hospitalar é responsável por promover o uso racional de medicamentos e garantir uma gestão eficiente dos estoques, assegurando que não faltem medicamentos e insumos para a assistência”, resume. “Seu trabalho é fundamental para oferecer um cuidado seguro, contínuo e de qualidade.” Na UPA Vicente Pires, a farmacêutica Alessandra Ludwig pontua: “Em uma unidade de pronto atendimento, o farmacêutico é um profissional essencial para a segurança e a qualidade da assistência. Sua atuação vai muito além da dispensação de medicamentos: participa da seleção de insumos, da gestão de estoques, do armazenamento seguro, da farmacovigilância e da orientação da equipe multiprofissional, promovendo o uso racional de medicamentos e contribuindo para que cada paciente receba o tratamento certo, na dose certa e na hora certa”.   *Com informações do IgesDF  

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Lactário do Hospital de Base garante alimentação segura e personalizada aos pacientes

Internado no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para tratar uma bronquiolite, Adrian Alves de Sousa, de apenas 3 meses, recebe uma fórmula preparada especialmente para atender às suas necessidades nutricionais. Com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), o bebê é um dos pacientes assistidos pelo lactário da unidade, responsável por produzir fórmulas e dietas individualizadas, seguindo rigorosos protocolos de segurança. O trabalho do lactário ganha ainda mais relevância durante a Semana Mundial da Amamentação, celebrada entre 1º e 7 de agosto. Para os bebês que, por diferentes condições clínicas, não podem receber aleitamento materno durante a internação, o serviço assegura uma alimentação adequada, segura e personalizada. Greiciele Alves da Costa, mãe de Adrian: "Estar com o filho tão pequeno internado é um momento muito difícil e vulnerável, mas ter todo esse apoio tem feito toda a diferença" | Fotos: Divulgação   A mãe de Adrian, Greiciele Alves da Costa, conta que a alimentação do filho sempre foi motivo de preocupação por causa da alergia, mas afirma que o atendimento recebido no hospital trouxe tranquilidade durante a internação. "Estar com o filho tão pequeno internado é um momento muito difícil e vulnerável, mas ter todo esse apoio tem feito toda a diferença. A mamadeira dele sempre chega quentinha e ele toma tudo, está muito bem alimentado", comemora. Nutrição especializada para cada paciente Além de preparar fórmulas infantis, o espaço funciona como laboratório de nutrição enteral, responsável pela produção de dietas destinadas a pacientes que não conseguem se alimentar pela via oral. Nesses casos, a alimentação é administrada por sondas e utilizada principalmente por pessoas em estado grave, com dificuldade de deglutição ou em condições clínicas que impedem a alimentação convencional. Segundo o chefe do Serviço de Nutrição e Dietética do HBDF, Álvaro Leal da Silva, todas as fórmulas são preparadas individualmente, conforme a prescrição dos nutricionistas e as necessidades específicas de cada paciente. "As dietas são pensadas analisando minuciosamente o estado de saúde de cada um. Se o paciente precisar de mais proteína, ingestão hídrica ou algum nutriente específico, é aqui que essa alimentação será preparada", explica. Diariamente, o setor produz dietas enterais para cerca de 85 pacientes e fornece suplementação nutricional oral a aproximadamente 220 pessoas internadas no HBDF. A produção também abastece as unidades de pronto atendimento (UPAs) do Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Riacho Fundo II, Núcleo Bandeirante, Vicente Pires e São Sebastião. Por atender pacientes em condições clínicas delicadas, o serviço segue protocolos rigorosos de controle de qualidade   Segurança em cada etapa Por atender pacientes em condições clínicas delicadas, o serviço segue protocolos rigorosos de controle de qualidade. São realizadas análises microbiológicas das fórmulas, dos equipamentos, da água utilizada durante o preparo e das mãos dos manipuladores. As mamadeiras passam por esterilização após cada uso, enquanto amostras das preparações permanecem armazenadas por período determinado e são encaminhadas periodicamente para análise. Esse material também pode ser utilizado em investigações, caso ocorra alguma intercorrência. Todo o processo é acompanhado por nutricionistas, responsáveis por verificar o cumprimento dos protocolos e assegurar a qualidade das preparações oferecidas aos pacientes. A chefe do Núcleo de Nutrição e Produção do HBDF, Ana Cecília Nunes da Silva, destaca que, quando se trata de bebês e pacientes vulneráveis, cada etapa precisa ser executada com máxima precisão. "Nosso compromisso é garantir que a fórmula prescrita chegue ao paciente correto, nas condições adequadas e com toda a segurança necessária" Ana Cecília Nunes da Silva, chefe do Núcleo de Nutrição e Produção do HBDF   "Quando falamos de bebês e de pacientes em condições clínicas delicadas, cada detalhe faz diferença. Por isso, todo o processo segue critérios rigorosos, desde o recebimento dos insumos e a higienização do ambiente até o preparo, a identificação, o armazenamento e a distribuição. Nosso compromisso é garantir que a fórmula prescrita chegue ao paciente correto, nas condições adequadas e com toda a segurança necessária", ressalta. Mais do que preparar fórmulas e dietas, o lactário do HBDF desempenha um papel essencial na recuperação dos pacientes. Ao combinar acompanhamento nutricional, protocolos rigorosos de segurança e atendimento individualizado, o serviço contribui para que bebês, crianças e adultos recebam o suporte nutricional adequado durante todo o período de internação, fortalecendo a assistência prestada pelo hospital.

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Agosto Lilás reforça orientação sobre direitos e canais de proteção às mulheres

O Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher, ganha um significado especial em 2026 ao marcar os 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Instituída nacionalmente pela Lei Federal nº 14.448/2022, a iniciativa é dedicada à disseminação de informações sobre prevenção da violência, divulgação dos direitos das mulheres e fortalecimento do acesso aos serviços especializados de atendimento. Reconhecida internacionalmente como um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres, a Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar, além de ampliar a rede de atendimento e garantir maior proteção às mulheres em situação de violência. Mais do que lembrar uma data, o Agosto Lilás convida toda a sociedade a reconhecer que a violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas e que identificar os sinais é um passo importante para interromper o ciclo da violência. A própria campanha alerta que comportamentos como controle excessivo das amizades, das roupas, do dinheiro, dos documentos, das mensagens, isolamento da família, ameaças, humilhações e ciúmes constantes não representam demonstrações de cuidado ou afeto, mas podem indicar situações de violência psicológica e controle. Cinco formas de violência A Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar | Foto: Divulgação A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar contra a mulher: Violência física: qualquer conduta que cause dano ou sofrimento físico; Violência psicológica: ações que provoquem medo, isolamento, constrangimento, manipulação, ameaça ou diminuição da autoestima; Violência sexual: situações em que a mulher é obrigada ou constrangida a manter práticas sexuais sem consentimento; Violência patrimonial: retenção, destruição ou controle de bens, documentos, recursos financeiros e objetos pessoais; Violência moral: condutas que configurem calúnia, difamação ou injúria. Conhecer essas formas de violência ajuda mulheres, familiares, amigos e vizinhos a identificarem situações de risco e buscarem apoio especializado. Acolhimento faz diferença O enfrentamento à violência também depende da atuação das pessoas que convivem com a mulher. A orientação é acolher sem julgamentos, acreditar no relato, oferecer apoio, incentivar a busca pelos serviços especializados e, diante de situações de risco iminente, acionar imediatamente as forças de segurança. A denúncia representa uma medida de proteção da vida, da integridade física e dos direitos da mulher. Onde buscar ajuda No Distrito Federal, mulheres em situação de violência contam com uma rede especializada de atendimento composta por serviços de acolhimento, orientação psicossocial, assistência jurídica e proteção. Entre os equipamentos disponíveis estão a Casa da Mulher Brasileira, os centros especializados de atendimento à mulher (Ceams), os espaços Acolher, os comitês de proteção à mulher, a Casa Abrigo e o Centro de Referência da Mulher Brasileira. Os endereços, telefones e informações atualizadas sobre cada unidade podem ser consultados neste link.  Canais de atendimento Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Também estão disponíveis: Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 (atendimento gratuito, 24 horas); Disque-Denúncia da Polícia Civil – 197.  

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Visita de cães leva acolhimento e bem-estar a pacientes do Hospital de Apoio

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Os corredores do Hospital de Apoio (HAB) receberam na última semana (30/7) visitantes diferentes, com quatro patas. Luke, Amora e Vanilla chamaram a atenção por onde passaram. Os pacientes, acompanhantes e equipe médica não resistiram ao charme dos convidados e se renderam aos carinhos e lambidas.  Visita dos cachorros leva alegria, calma e alívio da dor ao ambiente hospitalar | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde A visita dos três cachorros de pequeno porte faz parte da parceria entre o hospital, a Associação de Voluntários do Hospital de Apoio (Avhap) e o Instituto Brasiliense de Intervenções Assistidas por Animais (Ibiaa). Realizada uma vez por mês, a iniciativa tem como objetivo levar alegria e leveza para um local muitas vezes associado à tristeza e despedidas. Durante o percurso pelas enfermarias e pelos corredores, os voluntários convidavam os acompanhantes e os pacientes a interagirem com os animais. Foi o caso da acompanhante Lourdes Martins, de 69 anos, que não resistiu à mansidão e aos olhos pidões da Amora e da Vanilla. “Nossa, eu ganhei o dia. Cheguei agora e já fui muito bem-recebida. Deu uma aliviada, logo eu que estava com a cabeça a mil”, comentou.  Interações Assistidas por Profissionais Segundo a psicóloga Maria do Socorro Martins,  integrante do Ibiaa, as interações trazem benefícios comprovados para a saúde física e emocional. “Há vários estudos que comprovam que, quando um cão está no ambiente, ele provoca todos os hormônios da alegria, da calma e do alívio da dor. Além disso, os cães liberam ocitocina, que também é conhecida por ser um hormônio do amor”, explicou.  Lourdes Maria, 69, não resistiu ao charme dos cachorros:“ Cheguei agora e já fui muito bem-recebida” A especialista destacou ainda que, para participar, é feito um treinamento não somente com os animais - para garantir segurança durante as visitas - mas com os próprios tutores: “Tanto os cães quanto os tutores passam por estágio. Os cães devem ser sociáveis, não podem latir, reagir, e os tutores devem estar preparados para o ambiente hospitalar, porque muitas pessoas podem ficar abaladas com a realidade dos pacientes”.  A assistente social Mariana Palazios, do HAB, lembrou que a iniciativa beneficia não apenas os pacientes, mas também familiares e profissionais de saúde: “É um projeto muito especial para todos nós, tanto para equipe, família e pacientes. É um momento de muita alegria, e também ajuda os pacientes a relembrarem a história dos cães deles. É um momento único na rotina hospitalar”. A acompanhante Lucia Martins, 66, também aproveitou a visita, enquanto acariciava a pequena Vanilla. “Ela é muito fofa, muito boazinha. Eu gosto muito de cachorros. Se minha família visse isso, ia amar”, comentou.  *Com informações da SES-DF

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