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Brasília Ambiental

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Governadora destina mais de 1,2 mil hectares a unidades de conservação

A região Norte do Distrito Federal passa a contar com um importante reforço na proteção das riquezas naturais e na garantia do abastecimento de água. A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (3), os decretos que criam a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Ribeirão Sobradinho e o Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema. Juntas à unidade de conservação Monumento Natural Serrinha, instituída em maio de 2026, as novas unidades de conservação somam mais de 1.239 hectares voltados à preservação do Cerrado e à segurança hídrica da população.  A chefe do Executivo destacou que a medida atende a uma demanda da população por mais áreas protegidas. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas. Foi uma reivindicação da população, uma demanda para que a gente tivesse um lugar protegido.” A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, salientou que os decretos são importantes para a preservação do meio ambiente capital e, consequentemente, para o bem-estar coletivo. “Estamos criando um lugar de conservação para preservar aquela área com importância diversa e, logicamente, em momentos de emergências climáticas, toda a área protegida representa a qualidade de vida da população. Todo metro quadrado protegido é extremamente importante para a sociedade, para a qualidade de vida”, explicou. A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã. O projeto foi elaborado pelo Instituto Brasília Ambiental e pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com a colaboração de diversos órgãos do Executivo local. O objetivo principal é resguardar o curso médio, as nascentes e os afluentes do ribeirão, garantindo a qualidade e a manutenção do fluxo de água que abastece o Distrito Federal. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas" Governadora Celina Leão Além de proteger os recursos hídricos, a iniciativa assegura a sobrevivência de remanescentes de mata de galeria e a conectividade ecológica da fauna local. A região serve de habitat para espécies endêmicas e animais ameaçados de extinção, como a raposinha-do-campo (Lycalopex vetulus). Por ser uma unidade de uso sustentável, as propriedades rurais existentes na área poderão continuar funcionando, desde que integradas às diretrizes de conservação que serão estabelecidas no futuro Plano de Manejo. O Brasília Ambiental fará a gestão do espaço com o apoio do Parque Ecológico dos Jequitibás. Refúgio Canela de Ema e consolidação ecológica Outro avanço para a região é a instituição do Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema, que terá 181,02 hectares localizados entre Sobradinho e Sobradinho II. Essa medida de proteção integral unifica e amplia áreas que antes eram resguardadas por legislações declaradas inconstitucionais, consolidando em uma única estrutura os antigos parques Canela de Ema, Sobradinho II e Viva Sobradinho. O local abriga mais de 400 espécies nativas da flora e da fauna. Essas duas novas estruturas se somam aos 414,71 hectares do Monumento Natural Serrinha do Ribeirão Sobradinho, criando um amplo corredor ecológico na Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho. A integração dessas áreas fortalece o ecossistema local, protege o ecoturismo e incentiva a pesquisa científica na capital federal.   *Colaborou Jak Spies

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Comunidade de Brazlândia debate a criação de novo parque distrital

Na noite desta terça-feira (15), o Instituto Brasília Ambiental promoveu uma consulta pública com moradores de Brazlândia para discutir a criação de uma nova unidade de conservação na região. O nome, que ainda está em fase de deliberação junto à comunidade local, poderá se chamar Parque Distrital das Araras ou Parque Distrital das Águas. O encontro ocorreu na sede da Administração Regional de Brazlândia. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade. Nesse modelo, são estabelecidas também zonas de amortecimento, onde será permitido o uso público controlado, conciliando conservação ambiental e atividades sustentáveis. Com área aproximada de 1,6 mil hectares, a futura unidade de conservação será vinculada ao Parque Ecológico Veredinha, considerado a unidade base já consolidada na região. O projeto teve origem durante a revisão do plano de manejo da Floresta Nacional de Brasília, conduzida pelo ICMBio no ano de 2024. A área, inclusive, já está prevista no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) como destinada à criação de uma unidade de conservação de proteção integral. Antes da consulta pública com a comunidade, o Brasília Ambiental realizou tratativas com diversos órgãos, como a Empresa de Regularização de Terras (ETR), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), além de outras instituições. O objetivo foi identificar possíveis conflitos relacionados à delimitação da poligonal da área e a processos de regularização fundiária já em andamento, especialmente envolvendo moradores antigos da região. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto Gutemberg Gomes reforçou o compromisso com a proteção do Cerrado. “Apresentamos hoje a poligonal proposta do Parque das Araras ou Parque das Águas, uma unidade de conservação para o DF e para Brazlândia, um iniciativa que protege o Cerrado e nossas águas.” Levantamentos técnicos realizados no local identificaram a presença de pelo menos três espécies de flora endêmicas ameaçadas de extinção, entre elas a Lobelia brasiliensis, reforçando a relevância ambiental da área. No levantamento de fauna, também foi registrada a presença de araras, aves que inspiraram uma das propostas de nome para o parque. Para o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, é um avanço muito significativo: “Estamos muito felizes com toda a participação popular vamos compilar todas as contribuições, colocar no processo. É uma área muito importante, para a questão hídrica do Distrito Federal”. Durante o encontro, a comunidade reconheceu a importância da iniciativa e destacou o interesse em participar ativamente de todas as etapas do processo de criação da unidade de conservação, reforçando o caráter participativo da proposta. A definição do nome e os próximos passos para a formalização do parque seguirão em debate, considerando as contribuições apresentadas pela população local e pelos órgãos envolvidos. O prazo para contribuições vai até 17 de maio de 2026 e podem ser apresentadas pelo protocolo eletrônico da autarquia.

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Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado: ação planeja chegar a 150 mil mudas até 2030

O Distrito Federal conta com uma data dedicada ao plantio de espécies nativas: o Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, celebrado no primeiro domingo de dezembro. O marco foi instituído pelo Decreto Distrital nº 44.606/2023. Desde a criação da iniciativa, em 2023, cerca de 35 mil mudas do bioma já foram plantadas em diferentes regiões administrativas. A meta é ampliar esse número nos próximos anos, com previsão de 20 mil mudas em 2026 e de alcançar 150 mil até 2030. "Estamos investindo em políticas que unem preservação ambiental e participação da população. O plantio de espécies nativas do Cerrado é uma ação concreta que contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas e para a qualidade de vida no Distrito Federal", destacou a governadora Celina Leão. O Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, criado em 2023, já resultou no plantio de mais de 35 mil mudas em diferentes regiões do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília Em 2023, na primeira edição, foram plantadas 10 mil mudas, em ação coordenada entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Brasília Ambiental, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e as administrações regionais. No ano seguinte, outras 10 mil foram plantadas, com ampliação para 24 regiões administrativas. Já em 2025, a iniciativa registrou o melhor resultado, com 15 mil mudas plantadas em diversos pontos do DF. [LEIA_TAMBEM]Para os próximos anos, além do aumento no número de mudas, a Sema-DF prevê ampliar a participação popular, incluindo escolas públicas e privadas na ação. Também está prevista a identificação de áreas prioritárias para recuperação de áreas degradadas. “O Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado deixou de ser apenas uma ação simbólica e passou a ser uma política pública consistente, que promove recuperação ambiental, educação e engajamento da sociedade. Os resultados mostram que estamos no caminho certo para ampliar a cobertura vegetal e preservar o nosso bioma”, arrematou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.

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Licença de operação do condomínio rural Quintas Interlagos é entregue

O Instituto Brasília Ambiental assinou e entregou, na noite de terça-feira (31), a licença ambiental de operação corretiva de parcelamento de solo urbano do condomínio rural Quintas Interlagos, localizado no Jardim Botânico. A ação beneficia 192 famílias, o equivalente a cerca de 700 pessoas residentes no local. A licença tem validade de seis anos. O então presidente do Brasília Ambiental Rôney Nemer destacou o trabalho dos servidores da autarquia para que os licenciamentos se efetivem, como também a importância dos condomínios obterem esse documento. “Essa entrega aqui é uma entrega de um conjunto de servidores que se uniram para o bem de Brasília, para o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. São um conjunto de pessoas super capacitadas e cheias de vontade de fazer o bem, de cuidar da qualidade de vida das nossas famílias e das futuras gerações. Até porque deixar os condomínios na ilegalidade não é bom para ninguém, nem para vocês, moradores, nem para o DF como um todo. Quando o órgão ambiental se aproxima de vocês e vocês de nós, fazemos um acordo no qual todos ganham. A licença ambiental torna esse condomínio consolidado e ambientalmente correto”, ressaltou. O secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, endossou a necessidade das questões ambientais serem rigorosamente atendidas nos condomínios residenciais. “Se nós preservarmos hoje, poderemos ter um futuro pela frente. Se não, não conseguiremos avançar porque as questões ambientais envolvem tudo e todos. Um exemplo é a nuvem de fumaça que tomou conta de Brasília há dois anos. Nós não tínhamos nenhum registro de queimadas fora do controle aqui no Distrito Federal. Herdamos a fumaça da região Sudeste e depois do Nordeste goiano. Isso quer dizer que o que se mantém ambientalmente correto aqui, num condomínio como esse, interfere na qualidade de vida do DF como um todo. Por isso, os moradores locais e todos que participaram do processo para a licença de operação acontecer estão de parabéns”, disse. A superintendente de licenciamento ambiental do Instituto, Nathália Almeida, explicou que a licença tem como objetivo regularizar ambientalmente o parcelamento do solo urbano já implantado, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) São Bartolomeu. “É importante destacar que a licença de operação vem, realmente, fechar a regularização ambiental do condomínio. A gente fica à disposição e espera que vocês, muito em breve, consigam cumprir todas as condicionantes. Existem condicionantes de recuperação, como a já acordada e iniciada no parque Ecológico do Tororó, algumas documentais e outras vocês vão levar para a eternidade, como a manutenção das redes de infraestrutura, por exemplo, que é parte da vivência, do dia a dia da administração do condomínio”, lembrou. O síndico do condomínio, Alexandre Mauro de Oliveira Couto, afirmou que o licenciamento representa, essencialmente, a realização de um desejo de todos os moradores. “O cumprimento de todas as etapas para a regularização foi de suma importância para cada um de nós. Todos aguardávamos ansiosamente a conclusão deste processo, e esta etapa é crucial. "É como se estivéssemos próximos ao objetivo final. Todos estão muito entusiasmados, pois muitos desafios foram superados durante o processo. A participação dos condôminos foi fundamental, com obras, adaptações e compensações ambientais. Todas as etapas foram cumpridas. É como subir um degrau de cada vez de uma longa escada. Cada vez que observávamos uma nova etapa concluída no portal, sentíamos orgulho e gratidão. Agradecemos a todos os envolvidos neste processo, os agentes públicos, a equipe técnica do Brasília Ambiental, que nos apoiou e orientou, e também a fiscalização, que foi essencial para garantir a adequação e o respeito às normas estabelecidas”, enfatizou. Condicionantes Entre as condicionantes técnicas para que o licenciamento permaneça válido pelo período estabelecido estão: a garantia da manutenção adequada do sistema de drenagem pluvial, de modo a evitar processos erosivos, alagamentos e degradação das APPs; e a manutenção de dispositivos adequados nas áreas de lançamento de águas pluviais, como dissipadores de energia, com acesso fácil para manutenção. A licença estabelece também a proibição da realização de novas edificações ou impermeabilizações que interfiram em APPs ou em faixas de proteção de cursos naturais de escoamento. Outro destaque é a recuperação ambiental de áreas degradadas, especialmente aquelas localizadas em APPs. Lotes que incidam sobre essas áreas deverão respeitar faixa mínima não edificável de 15 metros a partir dos cursos d’água e manter ou recuperar suas características naturais. Para isso, deverá ser apresentado, no prazo de até 180 dias, relatório técnico com registros fotográficos, georreferenciamento e detalhamento das medidas de recuperação adotadas ou planejadas. A licença também estabelece, entre outras coisas, a obrigatoriedade de elaboração de um Relatório de Melhorias Ambientais, que deve ser apresentado no mesmo prazo de 180 dias. Este documento, que precisa ter um responsável técnico habilitado, deve contemplar ações como gestão de resíduos sólidos, tratamento de efluentes, uso racional da água, controle de processos erosivos, arborização, ampliação de áreas verdes e iniciativas de educação ambiental. *Com informações do Brasília Ambiental

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Concedida licença para regularização de parcelamento agrourbano no Riacho Fundo II

O Instituto Brasília Ambiental concedeu a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para o parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, na região administrativa do Riacho Fundo II. A medida representa um avanço no processo de regularização ambiental de ocupações já consolidadas na área. A cerimônia de entrega ocorreu no sábado (28), às 16h, no Haras Paraíso Rural do Caubói, reunindo produtores locais e autoridades. A licença contempla uma área de aproximadamente 473 hectares, inserida na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. Foi concedida Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, no Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A então vice-governadora Celina Leão destacou a importância da concessão da Licença por Adesão e Compromisso (LAC), que possibilita a continuidade do processo de regularização. “Hoje, retornamos com a licença ambiental, que é o documento que vai permitir a liberação do primeiro edital de venda direta aos produtores do Distrito Federal, mais um importante passo para a regularização fundiária em nossa cidade”, destacou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da iniciativa para fortalecer a relação entre o poder público e os produtores rurais. Segundo ele, o trabalho foi conduzido em conjunto com a equipe técnica e com apoio do Governo do Distrito Federal. “Quando assumimos esse compromisso, ouvimos dos produtores que havia receio em relação ao órgão ambiental. Nossos servidores se dedicaram para estar presentes no núcleo rural e entregar as licenças porque acreditamos que vocês são nossos parceiros”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), Cândido Teles, acreditar no potencial dos produtores é essencial. “A terra sendo de vocês é um investimento no futuro, com segurança. Acreditamos que o produtor precisa dessa posse”, declarou. O processo, de responsabilidade da ETR, foi considerado tecnicamente viável e juridicamente adequado. A medida é etapa essencial para a regularização fundiária da região, ao viabilizar a inclusão dos imóveis no controle ambiental formal, reduzir a informalidade e garantir segurança jurídica aos ocupantes, sem flexibilizar a proteção ambiental. A Licença por Adesão e Compromisso estabelece condicionantes ambientais que deverão ser cumpridas pelos beneficiários, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), ações de recuperação de áreas degradadas e o monitoramento contínuo das atividades. O descumprimento das exigências poderá resultar na suspensão da licença. De acordo com o presidente da Associação dos Produtores Pioneiros do Caub I e II, Orlando Azevedo, a conquista representa um marco histórico: “A alegria com este governo é imensurável. Os produtores lutam pela regularização de suas áreas, alguns há mais de 30 anos, então é motivo de muito orgulho”. A iniciativa busca conciliar a regularização fundiária com a preservação ambiental, promovendo o uso sustentável do território dentro de uma das principais unidades de conservação do Distrito Federal. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Segunda etapa de capacitação reforça preparo de brigadistas para atendimentos de emergência

O Instituto Brasília Ambiental realizou, de segunda (23) a quarta-feira (25), a segunda etapa do ciclo de capacitações previsto para 2026, voltado à qualificação dos brigadistas florestais da autarquia que atuam nas unidades de conservação do Distrito Federal. Nesta quarta-feira, o Parque Ecológico dos Pequizeiros sediou o curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A ação, que contou com a parceria da Organização Brasileira dos Brigadistas Florestais (OBBF) e da empresa Gilberto Castro Simulação de APH de Combate, integra o Plano Estratégico de Treinamentos dos Brigadistas Florestais (Petbrif), com foco na segurança operacional e no manejo integrado do fogo para o ciclo 2026/2027. Brigadistas florestais participaram do curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) entre os dias 23 e 25 deste mês, no Parque Ecológico dos Pequizeiros Ao longo da semana, os brigadistas participaram de atividades teóricas e de exercícios de campo voltados à atuação em situações de urgência e emergência, como simulado de resgate, contenção de hemorragias e traumas, técnicas de transporte de vítimas, manobra de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (Ovace) e Suporte Básico de Vida (SBV). “Investir na qualificação dos nossos brigadistas é fortalecer a prevenção e salvar vidas. Quanto mais preparados estiverem, maior será nossa capacidade de proteger o Cerrado, as unidades de conservação e a população do Distrito Federal diante das ocorrências de incêndio”, declara a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destaca que a formação continuada fortalece a capacidade de resposta das equipes: “O trabalho exige preparo técnico, domínio de protocolos e atenção rigorosa à segurança. Ao investir em capacitações como essa, reforçamos nosso compromisso com a prevenção, o manejo integrado do fogo e a proteção das unidades de conservação do DF”. A capacitação permanente proporciona atualização técnica contínua, redução de riscos e acidentes, reforço da segurança nas atividades de campo, padronização de procedimentos entre as equipes e maior eficiência nas ações de prevenção, manejo e combate aos incêndios florestais, além de alinhamento às exigências legais, especialmente à Norma Regulamentadora nº 31.12. “Esse ciclo de capacitações está sendo um sucesso, e a nossa intenção é que todos os brigadistas sejam bem treinados e estejam bem-preparados para enfrentar uma fase difícil que virá no período da seca”, conclui o diretor de Manejo Integrado do Fogo, Érisom Vieira Cassimiro. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Articulações institucionais marcam gestão das unidades de conservação do DF em 2025

O ano de 2025 foi marcado por muitas articulações institucionais na Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Elas resultaram em parcerias, acordos de cooperação técnica, visitas técnicas, cursos, estudos, eventos, entre outras iniciativas. Entre os frutos das articulações institucionais estão o estudo técnico com diretrizes para a revisão do Plano de Manejo do Parque Distrital Boca da Mata, os subsídios para atualização do Zoneamento Ambiental do Parque Distrital do Gama, visita técnica de servidoras da Sucon a nove áreas de conservação na República da Costa Rica, participações de servidores em disciplinas oferecidas pelo CDS/UnB e de membros do Projeto Instrutores nas oficinas da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. Essas entregas resultam do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Ibram/UnB. Resultaram das articulações também as atividades correlatas à celebração do ACT com o Ibama, Zoológico e Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) para o fluxo de animais silvestres resgatados. E ainda os ACTs com o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), cujo foco é a troca de informações, cursos e treinamentos na área de manejo e reabilitação de fauna silvestre; com a Organização da Sociedade Civil Jaguaracambé, visando a intercâmbio científico; e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) para o Monitoramento de capivaras no DF; e a realização da 2ª Conferência Distrital de UCs. No ano que se encerra a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça, e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Prêmios No ano que se encerrou, a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O prêmio resultou do projeto "Conservação com segurança jurídica: a experiência da Área de Proteção Ambiental São Bartolomeu — APA São Bartolomeu na integração entre licenciamento, regularização fundiária e áreas protegidas”. A menção foi resultado da iniciativa Transparência Ativa na Gestão de Fauna do Distrito Federal. O titular da Sucon, Marcos Cunha, lembra que 2025 foi um ano de muitas entregas. Cita como exemplos a Lei da Brigada, o contrato de manutenção das UCs e a Instrução Normativa que criou o Fundo de Compensação Ambiental. “Essas ações são estruturantes, vão mudar o modo como faremos a gestão de unidades a partir deste ano. Vamos focar um trabalho muito mais preventivo do que reativo em todos os setores da nossa gestão, o que fornece melhor qualidade de vida para nossos usuários”, garante. A governadora em exercício, Celina Leão, ressalta o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a gestão das UCs: “A boa gestão das unidades de conservação é nossa política de governo. A entendemos como crucial por razões que abrangem desde a sustentabilidade ambiental e a proteção da biodiversidade até o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida da população”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatiza que as grandes entregas, feitas pela Sucon no ano, resultam do compromisso e o empenho dos servidores do órgão ambiental: “É uma equipe muito comprometida com a causa ambiental. Aprendo todo dia com eles. Muitos fazem do seu trabalho, que é proteger o nosso Cerrado, uma missão. Cuidam das nossas Unidades de Conservação como se fossem suas casas, de tanto que se empenham no zelo e na proteção”. Outras Realizações Em 2025, a Sucon também adquiriu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais para resgate de fauna. Realizou monitoramento de visitação nos parques ecológicos, fez monitoramento da qualidade da água em vários pontos do DF, emitiu vários atos autorizativos para ações e eventos nas UCs e promoveu todas as reuniões ordinárias mensais planejadas para o ano da Comissão de Permanente de Planejamento. *Com informações do Brasília Ambiental

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Semana da Saúde é encerrada com caminhada no Parque Saburo Onoyama

Uma caminhada no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, marcou o encerramento da 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental. A atividade reuniu servidores da autarquia em um momento de integração e incentivo à adoção de hábitos voltados ao bem-estar e à qualidade de vida. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ações como essa reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com a saúde e o bem-estar. “Promover a integração e incentivar hábitos saudáveis é fundamental para garantir uma vida mais equilibrada, plena e de qualidade para todos”, destacou. A 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental foi encerrada nessa quinta (9) com atividades físicas e caminhada ao ar livre | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Durante toda a semana, palestras abordaram temas relacionados à saúde física e mental dos colaboradores. A iniciativa ainda incluiu ações práticas, como oficina de dança, vivência de técnicas de redução de estresse e a atividade “Cuidar de si para cuidar do todo”, reforçando a importância do autocuidado no ambiente de trabalho. O presidente da autarquia, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da integração entre os servidores. “Hoje o Brasília Ambiental é um órgão do qual todos falam com orgulho, e eu agradeço muito ao apoio de todos vocês. Isso não é mérito de uma pessoa só. Não existe vitória individual, existe vitória de um time, de uma equipe que trabalha unida e constrói esse legado”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]As atividades foram encerradas nessa quinta-feira (9) com caminhada, exercícios laborais, café da manhã e sorteio de brindes no Parque Ecológico Saburo Onoyama. Segundo o superintendente de Administração Geral, Ricardo Roriz, cuidar da saúde dos servidores é fundamental para o bom funcionamento do serviço público. “Uma administração pública em que os servidores estão doentes ou estressados não é produtiva. Temos a obrigação de cuidar das nossas grandes joias, que são nossos servidores”, frisou. O agente de unidades de conservação Juliano Souza, responsável pela unidade, também destacou a importância do espaço para a comunidade. “O Parque Saburo Onoyama é um espaço democrático. Ele acolhe pessoas que, muitas vezes, não têm condições de buscar lazer em outros locais, e hoje vocês terão essa oportunidade”, afirmou. A iniciativa teve como objetivo promover a conscientização sobre a saúde integral do servidor e fortalecer a integração entre as equipes do Brasília Ambiental, em um ambiente de troca, aprendizado e incentivo à qualidade de vida. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Audiência pública debate impacto de novo residencial no Jardim Botânico

Agência Brasília · AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE IMPACTO DE NOVO RESIDENCIAL NO JARDIM BOTÂNICO O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (29) o aviso de audiência pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do empreendimento Villa Del Parco. O projeto está localizado no Quinhão 6 da Fazenda Taboquinha, no Setor de Habitações Individuais Sul, Chácara Palmeiras, acesso pela Avenida do Sol, na Região Administrativa Jardim Botânico. A audiência terá formato virtual, com ponto de acesso presencial e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Brasília Ambiental. O evento está marcado para 30 de outubro, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. Imagem: Brasília Ambiental “Nas audiências públicas são debatidos assuntos importantes, que impactarão na vida das pessoas, no meio ambiente e no futuro da nossa cidade, e que devem ser tomadas com o respaldo da sociedade”, ressaltou a vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou a importância da participação da comunidade nessas iniciativas. “As audiências visam a proporcionar uma maior participação popular nas tomadas de decisões, pois é quando a comunidade se informa, opina, contribui. Assim, os gestores públicos podem conduzir os processos decisórios com mais legitimidade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Estudos, documentação e regulamento do evento, bem como o aviso de audiência pública, já estão disponíveis no site do Brasília Ambiental. As instruções relativas aos canais de transmissão e aos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias antes da data de realização do evento, também no site da autarquia. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Workshop debate licenciamento ambiental

Agência Brasília · WORKSHOP DEBATE LICENCIAMENTO AMBIENTAL O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), realizou nesta quinta-feira (18) a terceira edição do Workshop de Licenciamento Ambiental 2025, que tem a ideia de reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental. Na abertura do evento, a superintendente de Licenciamento (Sulam), Nathália Almeida, falou sobre a relevância do tema. “O licenciamento ambiental é uma ferramenta importante para a sustentabilidade ambiental e, também, dos negócios no Distrito Federal. E nosso papel é apoiar tanto o Governo, no atendimento da legislação quanto ao setor produtivo e a sociedade civil organizada, na prestação de serviço de forma mais célere”. Também estiveram presentes o vice-presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), José Fernando Ferreira; a analista do Sebrae/DF Cristiane Galvão; e o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRC/DF), Darlan Barbosa, que discursaram sobre a oportunidade desse espaço de cooperação para os empreendedores conhecerem mais sobre o regramento do licenciamento ambiental e para a melhoria do cenário de negócios. O objetivo da iniciativa foi reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental | Foto: Divulgação O 3º Workshop teve entre os principais objetivos abordar, de um modo geral o que é o licenciamento ambiental, os tipos de autorizações que podem ser concedidas pelo Brasília Ambiental e apresentar as principais novidades da recente Instrução Normativa 11/2025, que estabelece o fluxo do processo de licenciamento e autorização ambiental, no âmbito da autarquia. Ainda nos tópicos do encontro foi apresentado um passo a passo de como os interessados devem proceder na plataforma de peticionamento eletrônico Harpia, para realizar e acompanhar os processos administrativos de forma remota; as atividades que recebem autorização ambiental por meio da plataforma de integração de órgãos e informações que facilita o registro e a legalização de empresas (RedeSIM DF) gerida pela Jucis/DF e as atividades econômicas passíveis de dispensa de licenciamento. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou sobre o evento do Brasília Ambiental realizado no auditório do Sebrae-DF. “O Workshop é uma forma de o órgão ambiental evoluir e otimizar o processo de licenciamento ambiental trazendo padronização e agilidade no atendimento a esse setor da sociedade que faz o DF prosperar e se desenvolver”. E o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, acrescenta: “É um momento para os participantes tirarem suas dúvidas e trabalharmos lado a lado, em equilíbrio com o crescimento econômico e a preservação ambiental”. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Parque Ecológico Sucupira, em Planaltina, recebe mutirão de limpeza em ação internacional

Agência Brasília · PARQUE ECOLÓGICO SUCUPIRA, EM PLANALTINA, RECEBE MUTIRÃO DE LIMPEZA EM AÇÃO INTERNACIONAL O Instituto Brasília Ambiental participou, nesta quarta-feira (17), do 1º Mutirão da Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon), realizado no Parque Ecológico Sucupira, em Planaltina. A ação, desdobramento da Plenária de Planejamento da superintendência, reuniu servidores do órgão, funcionários da CNP Seguros Holding Brasil, parceiros institucionais e moradores da comunidade local. O mutirão integrou a programação do World Cleanup Day, evento internacional promovido pela organização This Is Eco, com apoio da CNP Seguros Holding Brasil. A campanha, chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU), ocorre simultaneamente em mais de 190 países e mobiliza milhões de pessoas em atividades de limpeza de espaços naturais e urbanos. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da iniciativa. “A ação é um momento de conscientização coletiva e reforça a necessidade de cuidarmos juntos do nosso Cerrado”, afirmou. A campanha, chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU), ocorre simultaneamente em mais de 190 países e mobiliza milhões de pessoas em atividades de limpeza de espaços naturais e urbanos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também elogiou o engajamento da equipe. “O amor e a dedicação da nossa equipe vão muito além da obrigação. É bonito, nos contagia e nos ensina a cuidar dos recursos naturais com o carinho que de fato merecem”, disse. Para a diretora de Planos de Manejo e Criação de Unidades de Conservação (Dipuc), Carolina Lepsch, a participação no movimento reforça o compromisso institucional com a gestão integrada, a sustentabilidade e o engajamento comunitário. Segundo ela, a atividade marca o início de uma série de ações colaborativas previstas para ampliar a atuação do instituto nas unidades de conservação do DF. *Com informações do Brasília Ambiental

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Plano de manejo do Parque Distrital Salto do Tororó é aprovado

Agência Brasília · PLANO DE MANEJO DO PARQUE DISTRITAL SALTO DO TORORÓ É APROVADO O Instituto Brasília Ambiental publicou nesta quinta-feira (4), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Instrução Normativa nº 17/2025, que aprova o plano de manejo do Parque Distrital Salto do Tororó, unidade de conservação de proteção integral administrada pelo órgão. O documento estabelece as normas gerais e as zonas de manejo para a área protegida. O plano de manejo do Salto do Tororó visa promover o equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O plano recém-divulgado é uma ferramenta estratégica para a gestão, ao promover o equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos. “O cuidado com o meio ambiente faz parte das políticas públicas da nossa gestão. Instrumentos como este garantem que o uso do espaço seja feito com responsabilidade, pensando no bem-estar das futuras gerações”, destacou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A elaboração e a consolidação da instrução normativa contaram com a participação ativa da comunidade local. “O plano de manejo é um marco importante para o Parque Distrital do Salto do Tororó. Ele orienta a proteção, a pesquisa e a visitação. Nosso próximo desafio, agora, será a implantação das ações previstas”, comentou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]Proteção integral Os parques distritais fazem parte da categoria de unidades de conservação de proteção integral, de uso mais restrito, cujo objetivo é preservar ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica. Essa modalidade possibilita a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, além de recreação em contato com a natureza. A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no plano de manejo da unidade, assim como a pesquisa científica, que depende de prévia autorização do órgão responsável pela administração. Tororó O Parque Distrital Salto do Tororó, localizado na região administrativa do Jardim Botânico, é conhecido por abrigar uma das mais altas e belas cachoeiras do DF, reforçando sua vocação para o turismo ecológico. A unidade de conservação é habitat de uma rica fauna do Cerrado, onde podem ser observadas diversas espécies de aves, entre elas o beija-flor-de-orelha-violeta, o pica-pau-de-topete-vermelho, o sanhaço-de-coleira e o sabiá-laranjeira, entre outras. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Brasília Ambiental recebe 300 Kits de EPIs e materiais para resgate de fauna

Agência Brasília · (1) 30-06-2025 - BRASÍLIA AMBIENTAL RECEBE 300 KITS DE EPIS E MATERIAIS PARA RESGATE DE FAUNA Na manhã desta segunda-feira (30), o Instituto Brasília Ambiental recebeu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs), voltados à atuação da brigada florestal, além de materiais para o resgate de fauna silvestre. Os itens foram entregues à autarquia via compensação ambiental. A cerimônia de assinatura do Termo de Recebimento foi realizada na sede do instituto. Os kits de EPIs foram entregues pela empresa Cimento Planalto S/A (Ciplan). Cada um deles é composto por capacete, balaclava, blusão, calça, um par de luvas e um par de botas-coturnos. “Para nós, é uma honra contribuir com a segurança dos brigadistas do Brasília Ambiental. Essa parceria reforça nosso compromisso com o meio ambiente e com a valorização do trabalho dos profissionais que atuam na linha de frente”, afirmou Amanda Vieira, analista ambiental da empresa. Os kits de EPIs foram entregues pela empresa Cimento Planalto S/A (Ciplan) | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental Já a FGR Construtora Jardins Genebra S/A fez a entrega dos seguintes itens: caixa para transporte de animais de pequeno e médio porte; cambão em aço inoxidável com trava automática; lanterna de cabeça e tambor bombona de 80 Litros. Esses materiais, essenciais ao resgate de animais silvestres, serão utilizados pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e pelas equipes das Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) e de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento (Sufam) do Brasília Ambiental. “Estamos aqui para prestigiar e agradecer a oportunidade de contribuir para este momento em prol do meio ambiente. A contribuição da FGR reforça nossa responsabilidade socioambiental e parceria com o poder público”, destacou o gerente de Novos Negócios da FGR, Eduardo Bueno. “Esse material é de grande utilidade, tendo em vista que o Batalhão Ambiental faz 99,9% dos resgates de animais silvestres no Distrito Federal. E, muitas vezes, só uma aquisição pela Política Ambiental, por exemplo, torna-se inviável. Então, por isso é sempre bem-vinda a colaboração dos órgãos, como o Brasília Ambiental, para a aquisição desse material, a fim de facilitar o nosso serviço e, consequentemente, melhorar o meio ambiente do DF”, afirmou comandante do BPMA, o tenente-coronel Adelino José Júnior. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, agradeceu a participação de todos e destacou a importância do trabalho em conjunto A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, celebrou a entrega: “Estamos fortalecendo as ações de combate aos incêndios florestais e de proteção à fauna do nosso Cerrado. Esse tipo de parceria mostra o quanto a gestão pública pode ser eficiente quando atua com responsabilidade e compromisso com a preservação ambiental”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, agradeceu a participação de todos e destacou a importância do trabalho em conjunto: “A parceria com o BMPA é fundamental para o sucesso das nossas ações de proteção à fauna. No que for necessário em termos de equipamento, estamos prontos para atender. Temos recursos oriundos de compensações ambientais, que, embora decorrentes de danos ambientais, precisam ser transformados em soluções. É nossa obrigação aplicar esses recursos com responsabilidade, para garantir estrutura adequada a quem está na linha de frente do resgate e cuidado com os animais. O dinheiro não é do Ibram, da PM ou da Secretaria do Meio Ambiente [Sema], é da sociedade, dos impostos e da obrigação legal de quem impacta o meio ambiente. Nosso compromisso é reverter esse investimento em ações concretas de preservação e cuidado com o Cerrado e sua fauna”. O secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, prestigiou a entrega e elogiou o desempenho dos agentes ambientais da autarquia que estão na ponta. “Vocês desempenham esse trabalho de forma árdua e significativa”. Também reforçou as palavras do presidente da autarquia: “Preciso dizer, Rôney, você foi muito cirúrgico, quando falou que o dano precisa ser contido. A compensação ambiental ocorre, de fato, porque já houve o dano ambiental, mas a lei determina que esse dano deve ser compensado, e a gente tem tratado o meio ambiente de forma muito responsável, providenciando que essa compensação aconteça. Parabéns às duas empresas. Eu e o Rôney temos construído uma política ambiental de mudança”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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GDF lança Operação Verde Vivo para reforçar combate a incêndios florestais

Governo do Distrito Federal · GDF LANÇA OPERAÇÃO VERDE VIVO PARA REFORÇAR COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS Para manter e preservar o Cerrado verde e vivo, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta quarta-feira (30), uma operação para reduzir e prevenir incêndios florestais. Planejada ao longo do ano e realizada anualmente durante o período de estiagem, a ação terá o suporte de viaturas especializadas, brigadas florestais, aeronaves e ferramentas de georreferenciamento para o monitoramento das áreas mais suscetíveis aos incêndios florestais. Lançada nesta quarta (30), na Praça do Buriti, a Operação Verde Vivo 2025 une governos local e federal na prevenção aos incêndios florestais | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A Operação Verde Vivo 2025 é uma ação conjunta dos governos local e federal – a solenidade de lançamento na Praça do Buriti contou com aproximadamente mil militares e reuniu servidores do Grupamento de Proteção Ambiental (Gpram) do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Brasília Ambiental (Brasília Ambiental). No lançamento, a vice-governadora Celina Leão afirmou que a operação de combate e prevenção aos incêndios é cuidadosamente planejada, com foco especial nas áreas de mata mais vulneráveis: “Além da atuação direta, há um trabalho preventivo realizado junto às comunidades rurais, para que estejam engajadas antes do período mais crítico da seca. Esse engajamento da população foi essencial no enfrentamento da seca histórica do ano passado, reduzindo significativamente as queimadas”. Ela destaca que a estratégia envolve inteligência, tecnologia e prevenção, com profissionais já mobilizados para mapear áreas de risco e iniciar ações preventivas, inclusive o uso do fogo controlado, aplicado com acompanhamento técnico para evitar grandes incêndios. A operação é coordenada pelo Corpo de Bombeiros, mas envolve diversas secretarias, como Meio Ambiente e Segurança Pública. A vice-governadora Celina Leão observou que o trabalho preventivo também é realizado junto às comunidades rurais: "Esse engajamento da população foi essencial no enfrentamento da seca histórica do ano passado” Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a participação da comunidade é essencial para identificar movimentações suspeitas e prevenir incêndios, muitos dos quais têm origem criminosa. “Essa parceria com as forças de segurança é crucial para evitar danos, especialmente nas áreas rurais durante o período de seca”, afirma. O comandante do CBMDF, Leonardo Raslan, explica que, durante a operação, parte do efetivo, equipamentos e viaturas específicas são mobilizados exclusivamente para esse tipo de ocorrência, que tende a aumentar entre os meses de maio e outubro. “Embora não haja novidades operacionais neste ano, o diferencial está no foco total da equipe, que é destacada unicamente para o combate aos incêndios florestais”.   Raslan ressalta ainda a importância da colaboração da população, sobretudo nas áreas rurais, e informa que estão sendo produzidos vídeos educativos com orientações sobre prevenção, como a realização de aceiros. Ele ressalta que, embora não seja possível impedir totalmente os incêndios, o trabalho do Corpo de Bombeiros busca garantir que eles causem o menor prejuízo possível. “Ainda está chovendo, e nós estamos numa fase em que os militares são mobilizados de acordo com a necessidade do momento. Combate a incêndio faz parte do nosso trabalho. Mas, diante da gravidade da situação, acionamos a fase máxima de resposta”, ressalta o comandante. Leonardo Raslan, comandante do CBMDF: “Embora não haja novidades operacionais neste ano, o diferencial está no foco total da equipe, que é destacada unicamente para o combate aos incêndios florestais” As operações são realizadas de forma integrada. Em janeiro deste ano, o GDF adquiriu um novo helicóptero com o objetivo de reforçar as ações, tanto no transporte de tropas quanto no combate aos incêndios por meio do lançamento de água. De acordo com o tenente-coronel Daniel Saraiva, que também atua como copiloto de helicóptero, o apoio aéreo, com aeronaves de asa fixa e rotativa, é fundamental para reduzir as chamas e permitir que os combatentes atuem com mais segurança e proximidade. [LEIA_TAMBEM]Além disso, esse apoio agiliza o tempo de resposta e possibilita o lançamento das equipes diretamente nos pontos estratégicos de combate. A efetividade do uso do apoio aéreo, segundo o tenente Saraiva, só é garantida com a atuação integrada das equipes em solo. “Por isso, há uma estreita cooperação entre o Grupamento de Proteção Ambiental e o Comando de Aviação Operacional, para garantir que o serviço seja realizado da melhor forma possível”, explica. As ações da Operação Verde Vivo 2025 são divididas em fases: - Fase de Preparação e Prevenção: Foco na capacitação das equipes e no planejamento logístico, garantindo que os militares e os recursos estejam prontos para atuar de forma eficaz. Envolve também ações educativas junto à comunidade, campanhas de conscientização, visitas técnicas, atividades de fiscalização ambiental e a realização de queimadas prescritas. - Fase de Combate: Período de maior risco de incêndios, marcado pelo aumento da seca e dos focos de calor. As equipes são posicionadas estrategicamente para garantir resposta rápida e efetiva. - Fase de Desmobilização e Avaliativa: Etapa final da operação, dedicada à análise dos resultados alcançados e dos impactos ambientais e operacionais, com o objetivo de aprimorar futuras edições da ação. Para o tenente-coronel Daniel Saraiva, o uso de helicópteros nas operações é fundamental para reduzir as chamas e permitir que os combatentes atuem com mais segurança e proximidade Prevenir também é combater Adotar medidas preventivas tem sido uma tônica neste assunto. Em 2024, o GDF adotou uma série de medidas preventivas contra incêndios florestais, começando com a decretação de estado de emergência ambiental em abril, o que viabilizou a contratação de 150 brigadistas. Foram realizadas queimas prescritas e aceiros preventivos em áreas estratégicas, como a Estação Ecológica de Águas Emendadas, além da intensificação da Operação Verde Vivo a partir de junho, com foco tanto em prevenção quanto em combate direto aos focos de incêndio. Ações educativas também marcaram o período, incluindo blitze com estudantes para conscientizar a população sobre os riscos de incêndios ambientais. No auge do período seco, em setembro, o DF enfrentou incêndios de grande proporção, especialmente no Parque Nacional de Brasília. O GDF respondeu com uma força-tarefa para investigar possíveis causas criminosas, mobilizou militares, suspendeu as férias dos bombeiros e autorizou escolas a interromperem as aulas devido à fumaça. O incêndio foi controlado em três dias e a Polícia Civil prendeu quatro suspeitos. O governador Ibaneis Rocha sobrevoou as áreas afetadas e participou de reuniões com o governo federal para alinhar estratégias de enfrentamento aos incêndios florestais. À época, dois mil servidores do expediente administrativo foram convocados para atuar no combate às queimadas.

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Parque Ecológico Olhos D’Água abriga biblioteca organizada pela comunidade

Em meio à natureza, à pista de caminhada e aos equipamentos de musculação, o Parque Ecológico Olhos D’Água, na Asa Norte, abriga um espaço de conhecimento e interação social e cultural. Criada há mais de dez anos, a biblioteca comunitária fica em uma sala na sede localizada na entrada da unidade de conservação. Na biblioteca do Parque Ecológico Olhos D’Água, qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler – a contrapartida é a doação de outro livro | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Surgiu de forma bem espontânea, por um interesse da comunidade”, revelou a superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, Marcela Versiani. “A gente percebe que cada parque traz uma especificidade da comunidade e isso faz parte do conceito das unidades de conservação, que espelham o que a comunidade busca em meio à atividade ao ar livre.” O acervo composto por doações é bastante diversificado. Há livros religiosos, literários, científicos e informativos. A organização fica por conta de voluntários. O espaço funciona de forma espontânea, sem registro de retirada dos livros. Qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler. A contrapartida é a doação de outro livro. A nutricionista Nadir Naupe, 38 anos, é uma das frequentadoras da biblioteca. Ela conta que há algumas semanas pegou emprestada uma obra sobre espiritismo. “Acho muito legal ser um local em que podemos pegar o livro e levar para casa. É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções. É uma iniciativa muito importante”, afirmou. Na capital federal de férias, o jornalista inglês Jack Ball, 31, que estava aproveitando seu momento de leitura no parque, destacou a importância do projeto. “Acho que as bibliotecas são importantes em qualquer lugar do mundo, porque o conhecimento está lá. Dentro de um parque, criam uma perfeita combinação entre a natureza e o conhecimento. É uma forma de aprendizado em um espaço de paz e felicidade”, disse. A nutricionista Nadir Naupe é uma das frequentadoras da biblioteca: “É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções Além da biblioteca, a estrutura do Parque Ecológico Olhos D’Água oferece uma coopervia de 2.050 metros, trilhas calçadas, parquinho infantil, banheiros públicos e viveiros com plantas medicinais, nativas e exóticas. Há ainda áreas gramadas e cobertas, chuveiros e equipamentos de ginástica, incluindo uma estrutura pensada especialmente para pessoas idosas. O espaço funciona todos os dias das 5h30 às 20h (portão principal). As entradas laterais ficam abertas entre 6h e 18h.

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Venda e uso de fogos de artifício com barulho são proibidos no Distrito Federal; saiba as regras

Fim de ano é quase sinônimo de fogos de artifício. Mas, ao menos aqui no Distrito Federal, isso quer dizer apenas luzes no céu, nada de barulho. Desde 2023, uma portaria conjunta da Secretaria de Segurança Pública e do Brasília Ambiental proíbe o manuseio, a utilização e a comercialização de fogos com estampido. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente. O objetivo é promover um ambiente mais tranquilo e seguro àqueles que são mais sensíveis a sons altos, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos e animais de estimação. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente | Foto: Divulgação “A lei foi regulamentada em 2023. A partir de então, todos os eventos que utilizam fogos de artifícios precisam de autorização. Essa autorização é dada pela Divisão de Armas, Munições e Explosivos (Dame) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O Brasília Ambiental é consultado no caso de interferência em áreas com unidade de conservação e fauna. Após as autorizações emitidas, a fiscalização ambiental vai fazer o monitoramento”, detalha a superintendente de Fiscalização e Monitoramento Ambiental do Brasília Ambiental, Simone Moura, acrescentando que, em 2024, não houve autuações por excesso de barulho, apenas uma por uso em local não permitido. A venda dos artefatos também é fiscalizada. Os interessados em comprar fogos de artifício precisam de uma autorização junto às autoridades do governo e essa compra só pode ser feita em comércios cadastrados. “A soltura eventual, pelo cidadão, é precedida pela compra dos fogos em lojas especializadas e que só podem vender os tipos de fogos sem estampidos. As lojas aqui no DF não podem vender fogos com estampido acima de 100 decibéis e essa fiscalização é feita pela Dame”, aponta Simone Moura. O uso dos fogos deve ser comunicado à Polícia Civil com antecedência mínima de 10 dias. As regras valem para eventos públicos e particulares, em recintos abertos ou fechados, para pessoas físicas e jurídicas. O descumprimento pode ser enquadrado no artigo 253 do Código Penal, que prevê pena de seis meses a dois anos de detenção e multa. Campanha O Instituto Cultural e do Bem-Estar Animal (ICBEM), com apoio do Brasília Ambiental e da Secretaria de Proteção Animal, tem realizado uma campanha contra os fogos de artifício neste fim de ano. O grupo defende o uso de fogos de baixo estampido como uma alternativa aos tradicionais. A ação prevê, entre outras coisas, a fiscalização de lojas, blitz para orientar a população e campanha nas redes sociais, por meio da tag #FogosSemRuido. Caso a população flagre uma violação dessas normas, pode fazer uma denúncia anônima à Polícia Civil pelo número 197, ou à Polícia Militar, pelo número 190. É possível denunciar ainda pela Ouvidoria Geral do Governo do Distrito Federal, pelo telefone 162 ou pelo site www.ouv.df.gov.br. Nesse caso, a denúncia será encaminhada ao Brasília Ambiental.

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Sistema monitora a intensidade das chuvas no DF e auxilia no planejamento de ações preventivas

Cada gota de chuva que cai no Distrito Federal não é percebida só pelo cidadão, mas pelo GDF que, para atuar preventivamente na drenagem da cidade, mensura a intensidade da precipitação e a quantidade de água. O acompanhamento é feito pelas 62 estações pluviométricas que integram o Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas (Simcurb), coordenado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) em parceria com o Instituto Brasília Ambiental, a Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb) e a Universidade de Brasília (UnB). “Os dados e as informações são um ativo muito importante para a gestão. Nosso objetivo é medir a quantidade de chuva que cai em Brasília, para entender o fenômeno que ela causa na drenagem urbana da cidade”, explica o chefe de Tecnologia da Informação da Adasa, Geraldo Barcellos. “De posse desses resultados conseguimos entregar para o governo as possibilidades de melhorias de drenagem”. A Adasa é a responsável pelo maior número de equipamentos do Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas (Simcurb) | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O sistema conta com dados históricos coletados desde a criação em 2020. Este ano, as primeiras chuvas após o período de estiagem foram registradas entre 27 e 28 de setembro nas regiões de Ceilândia e do Sol Nascente/Pôr do Sol. Até agora, o Plano Piloto foi a cidade onde mais choveu: um acumulado de 50 milímetros em uma semana. Mapa das precipitações A Adasa é a responsável pelo maior número de equipamentos do sistema, um total de 40. Os demais são dos outros órgãos: 13 da Caesb, quatro da UnB, três do Brasília Ambiental e dois da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA). No próximo ano, a Adasa pretende ampliar o sistema com a implantação de 42 novas estações de monitoramento, com 20 substituindo equipamentos existentes nos pontos dos parceiros e 22 sendo instalados em novos pontos, expandindo a cobertura em todo o DF. Cada uma das estações conta com um pluviógrafo e um transmissor de dados. A chuva é captada num funil que concentra a água em uma báscula. A cada 0,02 milímetros, o dispositivo vira a água no recipiente, e calcula a intensidade e a quantidade de chuva que caiu. Cinco basculadas representam um milímetro. Esses dados são enviados a um datalog que registra data, hora, minuto e segundo e transmite para o servidor Simcurb Web. “Os dados e as informações são um ativo muito importante para a gestão. Nosso objetivo é medir a quantidade de chuva que cai em Brasília, para entender o fenômeno que ela causa na drenagem urbana da cidade”, explica o chefe de Tecnologia da Informação da Adasa, Geraldo Barcellos “Pelo sistema temos um mapa de precipitações, que é um mapa de gotas”, explica o coordenador de Monitoramento e Fiscalização da Superintendência de Drenagem Urbana da Adasa, Leonardo Leoi. “No último ano hidrológico – que vai mais ou menos de setembro a agosto do outro ano –, tivemos estações em que choveu em média 1.650 milímetros e outras em que choveu 800 milímetros. Só daí você vê como chove diferente no Distrito Federal”, acrescenta. Os dados do sistema já apontam que Ceilândia, Taguatinga e Sol Nascente/Pôr do Sol são as regiões onde há mais precipitações, enquanto Varjão e Sobradinho II contam com o menor número de registros de gotas de chuva. Informações como essas são fundamentais para a tomada de decisões do Governo do Distrito Federal (GDF) em relação à drenagem pluvial das cidades. “O que nós descobrimos até agora é que o DF chove diferente em cada região. Então, quando tivermos uma base histórica e uma massa de dados suficiente poderemos ter curvas de Intensidade, Duração e Frequência (IDFs) regionalizadas. Ou seja, soluções de drenagem para cada região. Isso vai fazer com que não só fique mais acertado o sistema de drenagem, como a economia ao erário, porque poderemos investir no sistema de drenagem das áreas que mais precisam”, destaca o coordenador. Prevenção Para além do investimento no sistema de monitoramento para melhorar a drenagem da capital federal, durante as chuvas, é importante que a população colabore com o descarte correto de resíduos sólidos para manter ralos e bocas de lobo desobstruídas, prevenindo alagamentos. “Por mais que o sistema esteja sendo ampliado para melhor atender a população, nós precisamos muito de todos. Evitando jogar lixo nos lugares errados, porque o descarte incorreto acaba tampando as bocas de lobo e prejudicando toda uma população”, alerta Luciano Leoi.

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Comissão para emergências ambientais é apresentada a policiais rodoviários

O Instituto Brasília Ambiental participou da Semana Nacional do Meio Ambiente, promovida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nesta segunda-feira (3), a autarquia apresentou uma palestra sobre a Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (CD-P2R2). A servidora Ana Caroline Oliveira apresentou a CD-P2R2 para os participantes da Semana Nacional do Meio Ambiente da PRF | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental “Essa foi uma oportunidade de explicar a função, os objetivos da comissão no Distrito Federal e a importância da participação da PRF nos trabalhos e nos atendimentos. A Polícia Rodoviária está iniciando um protocolo de atendimento que já está sendo produzido pelo comitê. Com isso, vão aderir e participar mais ativamente da comissão”, comentou a representante do Brasília Ambiental na CD-P2R2, Ana Caroline Oliveira. A comissão foi criada a partir da publicação do decreto nº 38.528/2017, tendo como objetivo integrar instituições para o atendimento de situações emergenciais, estabelecendo seus respectivos níveis de competência, bem como definir as responsabilidades do poder público e setores privados em casos de acidentes e otimizar recursos humanos, financeiros e treinamento contínuo dos profissionais/equipes engajados ao plano, para ampliar a capacidade de resposta em ocorrências. Além do Brasília Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), o comitê é composto pela Defesa Civil, Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Departamento de Trânsito do DF (Detran), DF Legal, Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER), Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), Secretaria de Saúde (SES), Secretaria de Mobilidade (Semob), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério Público (MPDFT). *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Estande da Seagri foi destaque na AgroBrasília

Com a marca de R$ 5,1 bilhões em negócios realizados – um crescimento significativo de 6,2% em comparação ao ano anterior quando foram registrados R$ 4,8 bilhões em propostas comerciais – e a visita de mais de 174 mil pessoas, a 15ª AgroBrasília, encerrada em 25 de maio, teve presença marcante da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri). O governador Ibaneis Rocha assinou um acordo de cooperação técnica para o projeto Pró-Águas, que investe no reflorestamento | Foto: Divulgação/Seagri O estande da Seagri contou com parcerias da Ceasa, do Instituto Brasília Ambiental e das secretarias da Mulher (SMDF), de Cultura e Economia Criativa (Secec) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). O espaço ofereceu palestras e atendimento especializado, oficinas sobre empreendedorismo rural e medidas para simplificar o licenciamento ambiental junto ao Brasília Ambiental.  Cooperação técnica Durante sua visita à feira, o governador Ibaneis Rocha assinou um acordo de cooperação técnica para a implementação do projeto Pró-Águas, que busca o reflorestamento de áreas degradadas e a recuperação de nascentes, em parceria com instituições governamentais, privadas e comunidades locais. Na ocasião, também houve a assinatura do decreto Pró-Rural/DF e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento Econômico) que oferece benefícios como créditos e incentivos ambientais e fiscais, com impacto positivo na economia local e no agronegócio.  Ações da Seagri  O secretário de Agricultura lançou o plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono), que visa à recuperação de pastagens degradadas, sistemas integrados de produção, plantio direto e uso de bioinsumos. Recentemente assinado em decreto pelo governador, o plano destaca-se como uma iniciativa estratégica para promover práticas sustentáveis no setor agrícola. “A AgroBrasília é reflexo da força do agro do Distrito Federal, do grande, do médio, do pequeno produtor, incluindo os familiares, e mostra o quanto o produtor do Distrito Federal está sedento e aberto a novas tecnologias visando, principalmente, ao aumento de produtividade e à utilização da forma mais sustentável e otimizada das suas áreas rurais”,  afirmou o secretário. Além disso, o titular da Seagri assinou um acordo importante para o projeto Reflorestar o DF, comprometendo-se a implementar medidas para a sustentabilidade ambiental. Ele entregou ainda cartas de crédito do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), garantindo investimentos em diferentes setores agrícolas, desde sistemas de irrigação até energia fotovoltaica, para impulsionar assim o desenvolvimento rural do Distrito Federal. O estande da Seagri atuou como uma vitrine do trabalho desempenhado pela pasta, com destaque para a promoção de práticas agrícolas sustentáveis e promoção de parcerias estratégicas com outras instituições, reafirmando o papel da secretaria na construção de um setor agrícola mais próspero e sustentável para o futuro do DF. *Com informações da Seagri

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Fluxos de compensação ambiental e florestal são atualizados

O Instituto Brasília Ambiental atualizou o processo administrativo e contábil para os fluxos de compensação ambiental e florestal desenvolvidos pelo órgão. A Instrução Normativa n° 3 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na última sexta-feira (24), e estabelece os procedimentos para a destinação e a execução de recursos da compensação ambiental e florestal, bem como para a fiscalização, o controle e o registro patrimonial e contábil dos bens e serviços custeados por essas verbas. Arte: Brasília Ambiental Segundo o chefe da Unidade de Compensação Ambiental e Florestal (Ucaf) do Brasília Ambiental, Willian Alves, esta alteração deve-se a mudanças na organização do órgão, com o objetivo de melhorar e alinhar o fluxo do processo, além de promover a articulação entre as unidades. “Apresentamos esse novo texto para um uso mais adequado e para que seja alcançada maior eficiência dos recursos públicos, fazendo com que a política pública de implantação, manutenção e proteção das unidades de conservação sejam mais efetivas”, explicou. A compensação ambiental é aplicada aos casos em que o licenciamento ambiental de determinado empreendimento ou atividade acarreta impactos negativos, significativos e não mitigáveis ao ambiente O presidente da autarquia, Rôney Nemer, endossou a necessidade das adequações. “No mundo ideal, não haveria esse recurso de compensação; mas para que haja o equilíbrio entre o desenvolvimento e a sustentabilidade, é necessário estarmos sempre atentos às formas corretas de gerir esses recursos”. Compensação A compensação ambiental é uma das principais ferramentas instituídas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc) e pelo Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc) para criação e manutenção de unidades de conservação e da natureza. É baseada no Princípio do Poluidor-Pagador (PPP) e aplicada aos casos em que o licenciamento ambiental de determinado empreendimento ou atividade acarreta impactos negativos, significativos e não mitigáveis ao ambiente. A definição do valor da compensação ambiental leva em consideração o grau de impacto do empreendimento sobre os diversos compartimentos do ambiente natural, como a fauna, a flora e os recursos abióticos, além de considerar aspectos sociais da área afetada pela atividade ou empreendimento. A compensação florestal, por sua vez, está relacionada intimamente aos impactos decorrentes da supressão de vegetação, vinculada ou não a procedimentos de licenciamento ambiental. Em ambos os casos, a destinação dos recursos se dá por meio de deliberação colegiada da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf), que define o objeto a ser custeado com os recursos e a unidade de conservação a ser beneficiada. Atualmente, a Câmara de Compensação Ambiental e Florestal é composta por 11 membros, com representantes do Brasília Ambiental, da Secretaria de Meio Ambiente, da Universidade de Brasília, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e de membros da sociedade civil organizada. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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