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Centro de Referência de Assistência Social (Cras)

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Cras Sobradinho promove ação para orientar famílias sobre proteção de crianças na internet

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho realizou na última sexta-feira (28) a ação comunitária “Vínculos fortes — infância e proteção: Protegendo crianças de perigos invisíveis na internet”, voltada a famílias atendidas na unidade. A iniciativa tem como objetivo orientar pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente digital e sobre a importância de fortalecer os vínculos familiares como ferramenta de proteção. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças. Enquanto os responsáveis acompanhavam as duas rodas de conversa que trataram de temas como segurança na internet, violência digital e os impactos do uso excessivo das redes na saúde mental, as crianças participaram das dinâmicas e de atividades de interação promovidas pela equipe do Cras e Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (Cecon) Sobradinho. O encontro também teve café da manhã, distribuição de brindes e orientações sobre os serviços socioassistenciais oferecidos pelo Cras, proporcionando um espaço de aprendizado, convivência e fortalecimento dos vínculos familiares. “O Cras é muito mais do que um espaço de atendimento. É um lugar de informação, acolhimento, convivência, lazer e aprendizado, onde a população encontra orientação e também participa de dinâmicas, atividades e momentos de integração. Ações como esta aproximam as famílias dos serviços oferecidos e fortalecem os vínculos comunitários, criando um ambiente de troca, escuta e participação”, enfatiza a assistente social do Cras Sobradinho Mythsuer Monsueth. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação comunitária também abordou os direitos de crianças e adolescentes relacionados à privacidade e à proteção de dados, além dos sinais comportamentais, sociais e emocionais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo com a exposição excessiva ou inadequada ao ambiente digital. Prevenção Convidado para fazer uma palestra na ação comunitária do Cras Sobradinho, o delegado Roberto Vitor, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), explica que diálogo e acompanhamento são fundamentais para prevenir situações como cyberbullying, aliciamento, exposição indevida de imagens e outras formas de violência digital. “A internet faz parte da rotina das nossas crianças e adolescentes, mas também pode apresentar perigos que nem sempre são percebidos pelas famílias. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos ao que os filhos acessam, com quem conversam e como se comportam no ambiente virtual”, pontua. Também convidada para participar de uma das rodas de conversa, a enfermeira e especialista em saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i) Sobradinho, Mariana Miguel Vieira, destaca a importância do encontro para orientar as famílias em vulnerabilidade social sobre os cuidados com os filhos no ambiente digital. “O uso excessivo da internet por crianças e adolescentes é uma preocupação central para pais, educadores e profissionais da saúde. O ambiente digital oferece aprendizado e conexão, mas o consumo sem limites impacta diretamente o desenvolvimento emocional e psicológico dos jovens”, reforça. O Cras Sobradinho é uma unidade socioassistencial gerenciada administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A equipe realiza ações comunitárias como estratégias de mobilização do território e fortalecimento da convivência entre as famílias do território. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Capacitação reúne mais de 100 profissionais para fortalecer gestão do BPC e do Cadastro Único no DF

Reunir as equipes que atuam no atendimento de Cadastro Único no Distrito Federal para tirar dúvidas e fazer atualização das normas foi o intuito da reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) na sexta-feira (12) com mais de 100 pessoas, incluindo funcionários da instituição parceira, servidores e gestores da área. A meta foi viabilizar um espaço para ouvir os colaboradores e esclarecer dúvidas sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que recentemente passou por mudanças.   Representantes do INSS e do MDS participaram do encontro, que proporcionou debates com foco local e federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Sedes-DF é a gestora do Cadastro Único no Distrito Federal, pré-requisito para que o cidadão possa receber o BPC. Além de equipes da Sedes-DF, a capacitação contou com representantes do INSS e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).  “Convidamos representantes do INSS e do MDS, porque um operacionaliza a concessão e o acompanhamento do benefício, e o outro faz a gestão enquanto governo federal”, explicou a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Thaís Mandarino. “Por isso, optamos por chamar as duas áreas, para tirar as dúvidas, apresentar o benefício, elucidar algumas mudanças que foram feitas e impactam diretamente a concessão e na gestão do benefício, capacitando toda a nossa equipe.” “Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A ideia de fazer um momento de explanação e de perguntas e respostas abordando o BPC, lembrou a gestora, surgiu por demanda da própria equipe. “A cada dois meses são realizadas ações de formação com os servidores da coordenação e rotineiramente com a equipe da OSC [Organização da Sociedade Civil] Mãos Solidárias, responsável pelo atendimento nos postos do Cadastro Único no DF”, detalhou A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, reforçou: “Investir na formação contínua das equipes é fundamental para garantir um atendimento cada vez mais qualificado à população. Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade”. Temas [LEIA_TAMBEM]Entre os tópicos abordados no encontro, destacaram-se dúvidas relacionadas à composição familiar e o atendimento em domicílio, que recentemente se tornou uma exigência. Outro questionamento foi a mudança do cálculo de renda para concessão do BPC e o desligamento voluntário, que era elaborado somente pela Sedes e agora pode ser operacionalizado pelo INSS. Thaís Mandarino enfatizou que transmitir as dúvidas e dificuldades é também uma forma de auxiliar o governo a entender como a prática funciona no dia a dia e o impacto das alterações na legislação. “Nós operacionalizamos e eles normatizam e fazem a gestão, então é um espaço aberto para sanar as dúvidas, porque às vezes a legislação não é tão clara, tem as interpretações”, pontuou.  O diretor de Gestão de Benefícios Assistenciais do MDS, Hernany Gomes de Castro, falou sobre a importância da relação de proximidade entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal: “Essa relação interfederativa, é fundamental, porque a União não consegue, sozinha, alcançar e atender todo mundo. Essa convergência de esforços se desdobra, em última instância, na melhoria da qualidade do atendimento para a população”. Benefício de Prestação Continuada O BPC é um direito previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) que garante um salário mínimo por mês à pessoa idosa e à pessoa com deficiência (PcD) de qualquer idade, mediante comprovação de ser de família de baixa renda.  Para saber mais sobre como realizar todo o processo, procure informações junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência ou acesse o site da Sedes-DF.    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Defesa dos direitos da pessoa idosa é tema de ação em Samambaia

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Samambaia, em parceria com órgãos locais de defesa de direitos, promoveu, nesta sexta-feira (12), o evento Respeitar é cuidar: Pela defesa dos direitos da pessoa idosa, no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região. A iniciativa faz parte do Junho Violeta, campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a população idosa. Com participação de aproximadamente 55 idosos, o evento foi realizado na quadra do centro esportivo. A programação incluiu conversas com profissionais da secretarias de Saúde (SES-DF), da Mulher (SMDF), além da Polícia Militar (PMDF), para conscientizar os participantes sobre questões envolvendo direitos e violência contra a pessoa idosa. O evento também contou com a apresentação da quadrilha junina Si Bobear a gente pimba. "Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social “Atuamos com diversos públicos, desde o nascimento até a velhice. Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A gestora afirma que muitos idosos não reconhecem que estão sofrendo algum tipo de violência, especialmente as mulheres, as maiores vítimas. “Essa violência pode se manifestar de várias formas, como a psicológica, a patrimonial e, a mais conhecida, a agressão física. Portanto, a conscientização é indispensável, assim como a promoção de momentos de bem-estar para nossos idosos”, frisa. A aposentada Salete Alves Fernandes, moradora de Samambaia, considera importante receber orientações sobre tipos de violência, canais de denúncia e informações sobre cuidados da saúde da pessoa idosa. “Achei fantástica a realização dessa ação aqui para nós. Foi muito bom mesmo. Eu não conhecia a campanha Junho Violeta, mas agora conheço e já estou mais consciente sobre a importância desse tema”, destacou a idosa. O Junho Violeta é uma campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa. O dia 15 marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra o Idoso, instituído pela ONU em 2006. A quadrilha junina Si Bobear, a Gente Pimba animou o evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF Atendimento especializado Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. O objetivo é auxiliá-las a superar os danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos, por exemplo. [LEIA_TAMBEM]A unidade oferece acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. Ali são realizados encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros, além de incluir famílias em programas e benefícios sociais. O atendimento ocorre direto na unidade, onde, primeiramente, é avaliada a situação de risco social do usuário, ou por encaminhamento de outros órgãos. Dependendo da situação, as famílias são agendadas para acompanhamento periódico com especialistas. O Distrito Federal possui 14 Creas organizados por territórios, incluindo o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Sedes-DF  

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Ação Comunitária leva serviços gratuitos e cidadania a moradores de Brazlândia neste sábado (13) 

A população de Brazlândia contará com uma ampla oferta de serviços gratuitos neste sábado (13), durante mais uma edição da Ação Comunitária, promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF). O evento será realizado das 9h às 13h, na Praça Central do Incra 8, reunindo diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e instituições parceiras para atender os moradores da região.  A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços públicos, concentrando em um único espaço atendimentos essenciais nas áreas de saúde, cidadania, assistência social, empregabilidade e orientação jurídica.  Aberta à comunidade, a ação conta com a participação de representantes de vários órgãos do GDF  | Foto: Divulgação/Seac-DF A população poderá receber vacinas e aferir a pressão arterial com equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF), além de obter orientações odontológicas. O Sesc-DF também estará presente com atendimentos e orientações à comunidade.  Oportunidades Os moradores que precisarem regularizar documentos poderão contar com os serviços da Polícia Civil (PCDF). Já a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) oferecerá orientações e atendimentos jurídicos gratuitos.  [LEIA_TAMBEM]A ação contará ainda com a participação de uma equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que prestará informações sobre programas e benefícios sociais, e outra da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), que vai orientar sobre qualificação profissional e oportunidades de emprego.  Representantes da Seac-DF também farão encaminhamentos e orientações sobre diversos serviços públicos. O Corpo de Bombeiros (CBMDF), por sua vez, participará da programação com atividades educativas voltadas à prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros.  Autocuidado Além dos atendimentos, o projeto Cuide-se+ oferecerá serviços gratuitos de bem-estar e autocuidado, como limpeza de pele, design de sobrancelhas, corte de cabelo e as massagens terapêutica, relaxante e capilar.  “Quando reunimos diversos órgãos em um mesmo local, aproximamos o cidadão dos serviços de que ele necessita e tornamos o atendimento mais acessível” Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Também haverá atividades recreativas para as famílias, incluindo brinquedos infláveis e distribuição de pipoca e algodão-doce para as crianças, promovendo momentos de lazer e convivência comunitária.  “Quando reunimos diversos órgãos em um mesmo local, aproximamos o cidadão dos serviços de que ele necessita e tornamos o atendimento mais acessível”, enfatiza a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “A Ação Comunitária é uma oportunidade de levar cidadania, informação e acolhimento diretamente às comunidades, fortalecendo a relação entre o poder público e a população.”   *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade

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Cras Sobradinho qualifica atendimento com famílias para evitar bloqueios em benefícios

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho reuniu mais de 80 pessoas, na semana passada, para orientar as famílias em situação de vulnerabilidade e risco social sobre a importância de cumprir as condicionalidades do programa Bolsa Família, como pesagem, vacinação e frequência escolar dos filhos, para continuarem recebendo os benefícios.  Atividades desenvolvidas no Cras Sobradinho tiveram como foco orientar famílias sobre serviços oferecidos pelo governo | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante para a população entender que os benefícios possuem regras a serem seguidas, e que o não cumprimento das condições pode acarretar o cancelamento do benefício” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade socioassistencial realiza, a cada dois meses, a oficina “Educação e Saúde é Proteção”, que identifica demandas da população e garante o acesso aos serviços e programas das políticas de assistência social, saúde e educação. Com atividades educativas e de orientação, a equipe tem obtido resultados positivos, explica Patricia Goretti, pedagoga do Cras Sobradinho.  “Essa oficina acontece há cerca de dois anos e, desde então, observamos que o número de famílias em situação de suspensão e cancelamento no Bolsa Família diminuiu drasticamente”, avalia. “A participação na oficina possibilita que elas compreendam as condicionalidades, o seu papel enquanto responsável pelo cumprimento correto das condicionalidades e também o caráter protetivo que elas representam para as famílias.” [LEIA_TAMBEM]As famílias também puderam agendar atendimento para regularização dos cadastros, procedimento por meio do qual vão apresentar as justificativas e ser ouvidas pelos profissionais da assistência social. Os profissionais fazem esse trabalho continuamente para evitar que os benefícios sejam bloqueados, suspensos e até cancelados.  “É importante para a população entender que os benefícios têm regras a serem seguidas, e que o não cumprimento das condições pode acarretar o cancelamento do benefício”, alerta a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Por isso, nossas unidades fazem esse trabalho tão importante de educação e responsabilização com as famílias mais vulneráveis para garantir o atendimento a essas condicionalidades e qualificar a política pública como um todo.” *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Presidente do Suriname reconhece assistência social do DF como referência de boas práticas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) recebeu, na manhã desta sexta-feira (29), a visita da presidente do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, acompanhada por representantes dos ministérios do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e das Relações Exteriores (MRE). O encontro ocorreu no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará e teve como objetivo apresentar a política de assistência social adotada no Distrito Federal.  A presidente Jennifer Geerlings-Simons (E), ao lado da secretária secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, visita o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará | Foto: Renato Raphael/ Sedes-DF  “Mais uma vez, tivemos a oportunidade de demonstrar que as boas práticas implementadas aqui têm se tornado referência para outros países"   Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A comitiva teve a oportunidade de conhecer as instalações do centro de referência, a composição da equipe e o funcionamento dos programas e serviços oferecidos pelo governo federal e pelo Governo do Distrito Federal (GDF), como o Cadastro Único, o Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC), benefícios eventuais, entre outros. Também foram apresentadas boas práticas na área de segurança alimentar e nutricional.  Prevenção de riscos sociais Os 32 centros de referência do DF, vinculados à Sedes, oferecem inscrição no Cadastro Único, inclusão em benefícios de segurança alimentar e benefícios eventuais. Com foco na prevenção de riscos sociais, as unidades contam com profissionais de assistência social que atendem famílias em situação de vulnerabilidade, ajudando-as a superar fragilidades. “Estou muito grata pela oportunidade de conhecer e compartilhar experiências de boas práticas dessa política social,” destacou Jennifer Geerlings-Simons. A chefe de Estado surinamesa fez visita de dois dias a Brasília para discutir acordos bilaterais em diversas áreas, incluindo energia, infraestrutura, comércio, meio ambiente, defesa e políticas sociais.  [LEIA_TAMBEM] Essa não é a primeira vez que a Sedes recebe visitas de governos estrangeiros. Delegações da Armênia, Paquistão, países latino-americanos e da Organização das Nações Unidas (ONU), entre outros, já conheceram os serviços oferecidos nas unidades da pasta. “Mais uma vez, tivemos a oportunidade de demonstrar que as boas práticas implementadas aqui têm se tornado referência para outros países. Isso reforça a nossa missão de garantir direitos a quem mais precisa, com responsabilidade, acolhimento e compromisso social”, observou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira.  *Com informações da Sedes-DF

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Gama recebe Ação Comunitária com serviços gratuitos neste sábado (4) 

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) promove, neste sábado (4), mais uma edição da Ação Comunitária, desta vez no Gama. A ação vai das 9h às 13h, na Praça Central, Quadra 01, Setor Central, em frente à Rodoviária, levando uma ampla oferta de serviços públicos, atendimentos gratuitos e atividades de lazer para a população.   Atendimento contempla públicos de diferentes faixas etárias | Foto: Divulgação/Seac-DF A iniciativa tem como objetivo aproximar o Governo do Distrito Federal (GDF) da comunidade, facilitando o acesso da população a serviços essenciais nas áreas de saúde, cidadania, assistência social e empregabilidade, além de promover bem-estar e integração social.  Os moradores poderão contar com vacinação, aferição de pressão arterial e orientações odontológicas com entrega de kits de saúde bucal, serviços oferecidos pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Também haverá consultas e orientações especializadas com o Sesc-DF, emissão de documentos pela Polícia Civil, atendimento jurídico pela Defensoria Pública e serviços de assistência social por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras).   Atendimento [LEIA_TAMBEM]A programação inclui ainda orientações sobre trabalho e oportunidades de emprego, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), além de encaminhamentos para serviços do GDF por meio do projeto Atendimento em Movimento. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) também participará, com palestra sobre primeiros socorros.   Além dos atendimentos institucionais, a ação contará com serviços de bem-estar e autocuidado ofertados pelo projeto Cuide-se +, como massagem terapêutica, limpeza de pele, design de sobrancelhas e corte de cabelo. Para as crianças e famílias, haverá brinquedos infláveis, pipoca e algodão-doce, garantindo um ambiente de lazer e convivência comunitária.  “A Ação Comunitária é uma oportunidade de atender as demandas da população de forma direta, promovendo qualidade de vida e fortalecendo o vínculo entre o governo e a comunidade”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz.   *Com informações da Seac-DF

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Percentual de não comparecimento aos atendimentos agendados nos Cras tem redução de 25% em um ano

O serviço de lembrete e confirmação do agendamento por WhatsApp implementado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) há cerca de um ano tem gerado melhoria nos serviços e reduzido as faltas nos atendimentos das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Segundo dados da secretaria, a taxa média de pessoas que não compareceram aos atendimentos foi reduzida de 28%, em 2024, para 21%, em 2025. Sistema de atendimento das unidades do Cras tem sido mais eficiente com a adoção de lembretes de agendamento | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília   A mensagem é enviada cinco dias antes do atendimento agendado, para que o cidadão possa se organizar em função do compromisso, com lembretes nos dias seguintes quando não forem respondidas as mensagens. A confirmação serve para que a equipe possa organizar os atendimentos e liberar vagas para quem precisa. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Embora tenha havido a redução, o percentual de 21% ainda representa em torno de 4 mil usuários que deixaram de comparecer aos atendimentos previamente agendados pelo telefone 156 e pelo site da Sedes-DF. As faltas prejudicam outras famílias em vulnerabilidade social porque aumentam o tempo de espera por atendimento. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quando notamos a quantidade de abstenções, inovamos com ajuda da tecnologia porque sabemos que acontecem imprevistos e esquecimentos na correria do dia a dia das pessoas. A redução é positiva, mas o objetivo é orientar e conscientizar a população para que este índice reduza cada vez mais.” Orientações [LEIA_TAMBEM]Para agendar atendimento em qualquer um dos 32 equipamentos dos Cras no Distrito Federal, é preciso ir ao portal da secretaria ou entrar em contato com o telefone 156, a partir das 8h. O atendimento se dará conforme a disponibilidade de cada unidade. É importante que o usuário confira o número do GDF e o selo de verificação presentes no aplicativo. As mensagens também reforçam os documentos que devem ser levados e em alguns casos podem ocorrer ligações desse mesmo número, caso o atendimento não seja confirmado ou cancelado.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Com mais 480 unidades entregues no Itapoã Parque, GDF torna real sonho da casa própria

O Governo do Distrito Federal (GDF) voltou a transformar o sonho da casa própria em realidade para centenas de famílias do Itapoã Parque. Neste sábado (28), o governador Ibaneis Rocha entregou mais 480 apartamentos. “Me alegra muito ver jovens recebendo suas chaves e começando a vida com segurança”, comemorou o chefe do Executivo. “Veja a qualidade deste condomínio: áreas verdes, espaços para as crianças, condomínios fechados, segurança e administração organizada. Isso transforma vidas.”  O governador visita uma das famílias contempladas com casa própria: “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As unidades fazem parte dos condomínios 29, 30 e 32 do Itapoã Parque, empreendimento coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), em parceria com a construtora JC Gontijo. O investimento é de mais de R$ 1,65 bilhão, com recursos do governo federal.   “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil”, ressaltou o governador. “Nós estamos falando de 12.112 unidades. O Itapoã Parque conta com todos os equipamentos necessários: Unidade Básica de Saúde [UBS], Centro de Referência Especializado de Assistência Social [Creas], escolas, creches, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês.” Cheque-moradia Ao todo, serão 76 condomínios, com 12.112 apartamentos “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade” Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, lembrou que grande parte dessas entregas foi possível graças ao subsídio do programa Morar DF (cheque-moradia), gerido pela pasta. Com ele, é possível reduzir os custos da entrada e facilitar o financiamento de unidades habitacionais. “Sabemos da dificuldade de quem mora de aluguel”, afirmou. “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade”, reforçou o gestor. Segundo ele, na região já foram entregues mais de 3.640 cheques-moradia. “São famílias que não conseguiriam comprar seu imóvel se não fosse o cheque-moradia, famílias que recebem menos de cinco salários mínimos”.  Sonho realizado Celia da Silva, que morou de aluguel durante 23 anos, comemorou a entrega: “Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei” Celia Maria da Silva, de 46 anos, foi uma das moradoras que receberam a chave da casa própria. Depois de 23 anos morando de aluguel, a auxiliar de limpeza conseguiu realizar seu sonho: “Vai desafogar muito as despesas. Vou trazer meu filho, meu marido e minha filha. Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei”. Luilma Rocha já tem planos, agora que mora em casa própria: “Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família” Receber as chaves também foi uma emoção para a consultora de vendas Luilma Rocha, 30: “A entrega está acontecendo até antes do prazo, e já estamos planejando tudo. Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família”. Cada residencial dispõe de área comum com guarita, parque infantil, espaço fitness, churrasqueira e estacionamento. Quando estiver 100% concluído, contará com 76 condomínios, com capacidade para abrigar cerca de 50 mil moradores distribuídos em 12.112 apartamentos.  Investimentos em infraestrutura Reconhecido como bairro, o Itapoã Parque já dispõe de uma escola classe com capacidade para atender 1,3 mil alunos, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, além da educação infantil. A região também possui um Centro de Referência de Assistência Social (Cras). [LEIA_TAMBEM]Durante a cerimônia, o governador anunciou novos investimentos em mobilidade urbana, incluindo a duplicação de vias para melhorar o acesso à região: “Segunda-feira [2], eu darei disponibilidade financeira para licitar a duplicação saindo ali do balão da Rota do Cavalo e ligando até o viaduto”. Ibaneis Rocha lembrou que, antes das obras viárias realizadas em sua gestão, moradores chegavam a gastar mais de duas horas no deslocamento até o Plano Piloto. “Hoje, vocês têm transporte de qualidade, vias largas, e acabou a história dos engarrafamentos”, ressaltou. “Tudo isso foi feito lá atrás, pensando em vocês, para que vocês morassem em um local completo”. O administrador regional do Itapoã, Dilson Bulhões, comemorou: “O GDF vem trazendo equipamentos públicos para a região. Temos academias ao ar livre, pontos de encontro comunitários, várias lojas estão em construção, o comércio local já foi licitado. O governo não está pensando apenas em habitação, mas também em mobilidade, educação, esporte e lazer para os moradores do Itapoã”.  

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Cras Brazlândia recebe modernização e novos equipamentos

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Brazlândia teve a estrutura renovada. Administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade passou por uma manutenção geral na parte elétrica, nos pisos, teto, banheiros e paisagismo para oferecer um espaço confortável e seguro para os atendimentos. A entrega simbólica foi nesta sexta-feira (6). Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial. Com investimento de R$ 2,2 milhões foram realizadas substituições na rede elétrica, como tomadas, luminárias e quadro elétrico. Os pisos e a estrutura da unidade foram reformados, o forro foi substituído e as paredes e o teto receberam pinturas novas. Nos banheiros foram trocadas as louças, os metais e as tubulações. A parte externa também foi reformada, as árvores foram podadas, houve plantio de grama, melhoria na acessibilidade para pedestres e manutenção no estacionamento interno. Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Hoje estamos entregando mais um espaço renovado para atender a população que procura os serviços socioassistenciais. É neste ambiente que eles vão acessar os programas, que vão ser atendidos e as melhorias vão possibilitar um lugar organizado, limpo e confortável, que faça diferença no dia a dia de quem frequenta e trabalha na unidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras é destinado à população em situação de vulnerabilidade e risco social, funcionando como porta de entrada da assistência social. O Distrito Federal tem 32 unidades em funcionamento, além do Cras Móvel, onde são ofertados serviços, benefícios, programas e projetos socioassistenciais. O atendimento é realizado após agendamento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Protege DF agiliza concessão de benefícios para mulheres em iminente risco de feminicídio

Uma medida que vai salvar vidas. Com o objetivo de ampliar a proteção à mulher, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) lançou o Protege DF. A medida estabelece o atendimento e a concessão de benefícios socioassistenciais para esse público em, no máximo, 48 horas. Programa Protege DF tem como objetivo assegurar proteção integral a mulheres | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Entre os serviços disponíveis no programa, estão encaminhamento para casa de acolhimento, atendimento imediato e repasse de recurso financeiro para aluguel ou custeio de despesas.  “O principal objetivo foi garantir a proteção integral dessas mulheres, pois sabemos que agir prontamente é fundamental para assegurar que nenhuma violação de direitos ocorra”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Ela lembra que, até então, o benefício para mulheres em risco de feminicídio demorava 60 dias. [LEIA_TAMBEM]Com o Protege DF, o pagamento do auxílio será realizado entre 24 horas e 48 horas, e o encaminhamento para acolhimento institucional passa a ser imediato. “O Sistema Único de Assistência Social salva vidas, e nós não aceitaremos que uma mulher saia de casa e vá parar na rua com um bebê no colo – por isso estamos ampliando a rede de proteção”, enfatiza a secretária. As vítimas não precisam agendar o atendimento. Elas devem buscar diretamente qualquer unidade socioassistencial para relatar seu caso e ter os devidos encaminhamentos, como Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), centros Pop e casas de acolhimento.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Cras Areal inaugura nova sede para atendimento às famílias da região

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) inaugurou, nesta sexta-feira (28), a nova sede do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Areal, em um espaço totalmente renovado para atender ao público da região. O novo endereço fica na QS 7 de Taguatinga Sul, Loja 04, Edifício Portal do Sul, próximo ao antigo local, ao lado do Restaurante Comunitário de Arniqueira. A medida visa fortalecer os serviços socioassistenciais às 7 mil famílias referenciadas pelo equipamento. A nova estrutura conta com salas individuais, garantindo maior privacidade nos atendimentos, além de espaços destinados a atividades administrativas, área coletiva, recepção, banheiros, copa e cozinha, entre outras instalações. O local foi equipado com mobiliário renovado e novos computadores, proporcionando mais conforto aos frequentadores do centro de referência. O novo Cras do Areal atenderá com mais conforto as 7 mil famílias referenciadas no equipamento | Fotos: Renato Raphael/Sedes "Se não fosse o investimento deste GDF na assistência social, que é um dos pilares desta gestão, esta e outras melhorias em nossas unidades não seriam possíveis", destacou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, durante a cerimônia de inauguração do novo espaço. O Cras Areal atende Taguatinga Sul (QSA a QSF), Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Avenida Vereda da Cruz, Smaff, Alvorada, Boca da Mata, Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) e Setor de Mansões Taguatinga (SMT). Melhoria no atendimento [LEIA_TAMBEM]Keula Barbosa, gerente do Cras Areal, explica que a sede anterior tinha uma estrutura antiga, que exigia muitas manutenções e adequações. “Agora temos um espaço ainda melhor, o que impactará positivamente no atendimento às famílias da região, especialmente o público mais vulnerável de Arniqueira”, afirmou. De acordo com o Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Cadastro Único (IVCAD), o Cras Areal atende cerca de 7 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único, plataforma que reúne informações sobre famílias de baixa renda no Brasil e principal forma de acesso a programas sociais do Governo Federal. O Cras é a porta de entrada da assistência social. Com 32 unidades no Distrito Federal, além do Cras Móvel, oferece serviços como atualização do Cadastro Único, avaliação para benefícios sociais e acompanhamento familiar. Esses serviços têm como objetivo apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldade de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Com mais de 2 mil atendimentos, Carreta da Inclusão leva cidadania e acessibilidade a Brazlândia

A Praça da Bíblia, em Brazlândia, foi o ponto de parada da Carreta da Inclusão entre terça (4) e quinta-feira (6). Em passagens anteriores por São Sebastião e Sobradinho, o projeto itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) já somou mais de 2,2 mil atendimentos e ultrapassou 800 carteirinhas emitidas, levando diversos serviços públicos à comunidade e facilitando o acesso de pessoas com deficiência (PcD) a documentos, benefícios e atendimentos sociais sem que precisassem sair da região. Comunidade pôde ter acesso a vários serviços durante a passagem da carreta pela cidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com funcionamento das 9h às 16h, a estrutura móvel ofereceu emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (CIPcD) e da Carteira do Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de serviços do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), assistência jurídica gratuita da Defensoria Pública, informações do BRB Mobilidade e atendimentos da Polícia Civil e do Tribunal Regional Eleitoral. Maria Aparecida Angola: “Esse serviço é muito importante, porque a gente resolve muita coisa num só lugar”  A iniciativa é resultado de uma parceria entre as secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e da Associação das Empresas Fomentadoras do Bem-Estar (AEFBE). “Estamos prestando todos os serviços da secretaria, como passe livre, inclusão profissional e intermediação para o passe interestadual, além dos atendimentos de órgãos parceiros”, reforçou o titular da SEPD-DF, William Ferreira. “Esses documentos geram acesso, garantem informação e proporcionam um atendimento humanizado. É também um momento de acolhimento para as pessoas com deficiência”. Direitos garantidos [LEIA_TAMBEM]Para os moradores da região, a chegada da carreta representa mais do que praticidade, sendo uma oportunidade de garantir direitos. A dona de casa Ana Paula Souza Vinal, de 29 anos, aproveitou para emitir a carteira de identificação do filho de 7 anos, que tem paralisia cerebral. “Esse serviço móvel facilita muito para a gente”, enfatizou ela. “Sair de Brazlândia para outro canto é difícil, demora muito. A documentação vai ajudar em muita coisa, especialmente no atendimento preferencial, porque a deficiência do meu filho não é visível. É um direito, e ter esse serviço perto de casa faz toda a diferença.” A microempreendedora Maria Aparecida Batista Angola, 54, também elogiou a iniciativa: “Mesmo com problema na visão, consegui vir sozinha até aqui pela praticidade. Perdi a visão esquerda e estou com a direita prejudicada. Esse serviço é muito importante, porque a gente resolve muita coisa num só lugar. Ainda quero fazer minha carteirinha interestadual para poder visitar minha família em Goiás”. O especialista em segurança privada Guirra Veras, 52, relatou que o atendimento foi essencial para resolver pendências. “Eu estava passando no mercado, vi a carreta e resolvi parar”, contou. “Esse tipo de ação é um serviço não somente social, mas humano e muito especial para as pessoas mais carentes. Pelo que eu percebi, estão todos saindo bem-resolvidos. Muitas pessoas não conseguem se deslocar até a secretaria, e trazer o atendimento para perto é um gesto de respeito e inclusão”.  

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Cras do Guará vira cenário de filme sobre histórias de superação

Luzes acesas, microfones ligados, atores em cena e uma equipe inteira pronta. Silêncio total. Essa foi a noite da última quinta-feira (11), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará. O espaço foi cenário de gravação do filme O último canto das cigarras, um drama que une música e histórias de superação. Produzido pela Candeia Filmes e dirigido por Tercio Garofalo, o filme retrata a trajetória de Sebastian, um cantor de sucesso internacional que, após perder a voz em um trágico acidente, vê sua identidade profundamente abalada. Nesse contexto, ele conhece Aurora, uma cantora frustrada e filha do proprietário de uma fábrica de pianos, que teve sua voz reprimida desde a juventude. A partir desse encontro, eles encontram na música uma linguagem compartilhada, que se torna um refúgio e um caminho para a superação de suas dores. No enredo, a personagem Aurora participa de uma roda de conversa terapêutica destinada a mulheres que sofreram violência doméstica, refletindo sobre sua própria experiência como vítima. A cena foi filmada no auditório do centro de referência do Guará. No entanto, o local não será retratado como um Cras. Produzido pela Candeia Filmes e dirigido por Tercio Garofalo, o filme retrata a trajetória de Sebastian, um cantor de sucesso internacional que, após perder a voz em um trágico acidente, vê sua identidade profundamente abalada | Foto: Divulgação/Candeia Filmes A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressalta que, no caso de vítimas de violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar, existem os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Essas unidades oferecem acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. “Sobretudo para mulheres, que representam o maior grupo entre os beneficiários dos nossos programas sociais”, acrescenta Ana Paula Marra. “Entre as ações socioassistenciais deste Governo do Distrito Federal (GDF) para as mulheres, há o Cartão Prato Cheio, o Bolsa Maternidade, o Cartão Gás e o Agentes da Cidadania, um programa voltado a mulheres em situação de pobreza e extrema pobreza, com o objetivo de fortalecer a autonomia e a autoestima delas”, explica. Algumas cenas de O último canto das cigarras também foram gravadas durante o festival Capital Moto Week 2025, que aconteceu de 24 de julho a 2 de agosto no Parque de Exposições da Granja do Torto. No entanto, ainda não há previsão para o lançamento do filme. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novo estacionamento vai organizar trânsito na via de saída do Varjão

Agência Brasília · NOVO ESTACIONAMENTO VAI ORGANIZAR TRÂNSITO NA VIA DE SAÍDA DO VARJÃO Um novo estacionamento está sendo construído na via de saída do Varjão, no setor de oficinas da Quadra 2, para aumentar a segurança e a trafegabilidade do trecho. Demanda antiga da comunidade, a intervenção foi pensada para organizar o fluxo de veículos na cidade, que reúne mais de 9 mil habitantes. A obra é executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com apoio da administração local. Após a retirada do pavimento antigo, via está pronta para o preparo do terreno e aplicação de novo material | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “É o GDF trabalhando para melhorar a qualidade de vida das pessoas. São coisas muito importantes que mostram que estamos no radar do governo” Daniel Crepaldi, administrador do Varjão De acordo com o projeto, o estacionamento terá 830 metros quadrados, indo de uma ponta a outra da avenida. O trabalho começou no dia 20 deste mês, com a retirada das calçadas e do pavimento antigo. Os próximos passos incluem o preparo do terreno e implantação do novo material – serão usadas 90 toneladas de brita e 105 toneladas de asfalto. O administrador regional do Varjão, Daniel Crepaldi, lembra que o tráfego na via era prejudicado devido ao excesso de carros estacionados, tanto por moradores da área quanto por clientes das oficinas: “Esse estacionamento vai ordenar o setor de oficinas da Quadra 2, dando a possibilidade de o trabalhador exercer sua função, gerar renda e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas também usufruam do seu direito de trafegar com qualidade aqui pela via”. Melhora no fluxo O pintor automotivo Roberto Cruz comemora: “Essa obra está sendo uma bênção para nós” Crepaldi ressalta que a obra representa o cuidado do Executivo com a cidade: “É o GDF trabalhando para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Já fizemos mais de 2, 3 km de calçada, temos o terminal rodoviário, o Restaurante Comunitário, obras de drenagem que fizeram com que o Varjão não fosse tão afetado pela chuva neste ano… e agora vem esse estacionamento. São coisas muito importantes que mostram que estamos no radar do governo”. O acesso à via fica impedido ao longo do dia, enquanto as máquinas estão no local. Para o pintor automotivo Roberto Carlos Cruz, de 74 anos, o transtorno é pequeno em comparação com o benefício que a obra vai trazer para moradores e empresários da região. “Por ser só uma rua, o fluxo era grande e tinha perigo dos carros colidirem. Essa obra está sendo uma bênção para nós”, comemora. A comerciante Vilma Macial acompanha os trabalhos: “Vai ficar mais organizado, com espaço para os carros passarem” Há mais de duas décadas atuando no setor de oficinas, a comerciante Vilma Maciel, 53, acompanhou as mudanças na via. Primeiro, houve a transferência do fluxo de saída da cidade para o trecho; agora, está sendo construída a área para veículos. “O novo estacionamento vai ajudar as lojas, os lava-a-jatos, as oficinas e os moradores”, reforça. “Vai ficar mais organizado, com espaço para os carros passarem”. Entregas [LEIA_TAMBEM]Inaugurado em outubro de 2024, o Restaurante Comunitário do Varjão mudou o dia a dia da população. Localizado na Quadra 8, o equipamento tem capacidade para servir 2,5 mil refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço e jantar – tudo pelo valor total de apenas R$ 2. O investimento na obra foi de mais de R$ 7 milhões. No dia da entrega do restaurante, o governador Ibaneis Rocha anunciou a reforma do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade, mantido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A intervenção foi concretizada e entregue em julho deste ano, beneficiando cerca de 6 mil famílias referenciadas pela unidade. O espaço recebeu diversos reparos para garantir o conforto e a segurança do público acolhido. A cidade também ganhou uma nova rodoviária, em julho de 2024, com banheiros acessíveis, bancos de espera, bebedouros e salas administrativas. O ponto de embarque e desembarque serve de origem e destino para mais de 180 viagens diárias. O investimento foi de mais de R$ 1,8 milhão.

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Saiba como funciona o serviço de acolhimento institucional do DF

Você sabe como funciona o serviço de acolhimento institucional no DF? O Governo do Distrito Federal (GDF) tem, hoje, cerca de 90 unidades de acolhimento gerenciadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e indiretamente pela rede parceira, que inclui ainda o Hotel Social. Dessas, 19 são somente para famílias e mulheres distribuídas pelas regiões administrativas. Pessoas em situação de vulnerabilidade contam com diferentes canais de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF Trata-se de uma rede de acolhimento institucional, mas as unidades não são iguais e funcionam de forma diferente, separadas por públicos, de acordo com perfil, idade, gênero e condições especiais - se é pessoa com deficiência, por exemplo. Esses espaços não recebem somente pessoas em situação de rua; o acolhimento é voltado também para pessoas em situação temporária de desabrigo ou que estejam passando por violências ou violação de direitos. Há que atendem somente mulheres, pessoas cis e transgêneros; que recebem somente crianças e adolescentes; que atendem somente famílias de mães e crianças, idosos, jovens, pessoas com deficiência e as que atendem só homens e famílias. Casas de passagem “Esses locais são instalados em regiões que ofereçam viabilidade para que esses acolhidos tenham vida integrada à sociedade. Os locais são escolhidos após estudo prévio que leva em conta o público acolhido nessas unidades, se são crianças, idosos, famílias” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Normalmente, a população escuta os termos albergue, abrigo, casas de passagem. Mas você sabe a diferença entre cada um? No DF, não existe “albergue” no acolhimento institucional. Abrigos e casas de passagem são unidades de acolhimento que funcionam como uma espécie de residência para pessoas em situação de desabrigo temporário, por calamidade ou não - o que não necessariamente configura se se trata de pessoa em situação de rua. Esses locais têm vagas pré-estabelecidas e atendem pequenos grupos. Os acolhidos são encaminhados após triagem na Central de Acolhimento. “Isso significa que uma região que tem uma unidade de acolhimento não vai atrair pessoas em situação de rua pelo simples fato de estar lá”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “As unidades já têm o número de acolhidos estabelecidos, ou seja, não vai haver aglomeração de pessoas na região, porque eles não terão acesso ao acolhimento dessa forma.” O tempo de permanência na instituição varia de acordo com a modalidade de acolhimento e do público atendido, prossegue a gestora. “Esses locais são instalados em regiões que ofereçam viabilidade para que esses acolhidos tenham vida integrada à sociedade. Os locais são escolhidos após estudo prévio que leva em conta o público acolhido nessas unidades, se são crianças, idosos, famílias. As unidades têm que ser instaladas em áreas onde não haverá impacto na comunidade”. Pontos de apoio Essas unidades de acolhimento têm funcionamento diferente do Hotel Social, que oferece um pernoite por dia, com capacidade para 200 atendimentos. “O Hotel Social, sim, é voltado para população em situação de rua, garantindo a eles uma dignidade noturna; é onde eles têm acesso a duas refeições por dia [café da manhã e jantar], cama, banho quente, cobertor e espaço para seus animais de estimação”, detalha a secretária. Com funcionamento das 19h às 8h, as vagas abrem diariamente. O Centro de Referência para a População de Rua (Centro Pop) não faz parte do serviço de acolhimento institucional do GDF. É uma unidade da Sedes-DF que serve de ponto de apoio para esse público, que funciona somente durante o dia e onde as pessoas em situação de rua recebem atendimento socioassistencial, podendo guardar os pertences, tomar banho, emitir documentos pessoais, ter acesso a benefícios e ser encaminhadas para políticas da assistência social, como o serviço de acolhimento institucional, e de outras áreas, como saúde e emprego e renda. O DF tem dois centros Pop - um na Asa Sul e outro em Taguatinga. Rede de acolhimento Fluxograma de atendimento  O encaminhamento para o serviço de acolhimento institucional é feito somente pela Central de Acolhimento, avalia e direciona o usuário para o local adequado. Para acionar a central, os interessados devem procurar as unidades socioassistenciais, como os centros Pop e as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). No Hotel Social, o cidadão pode solicitar pessoalmente um pernoite  Órgãos públicos externos, como o Ministério Público e a Defensoria Pública do DF, também podem acionar a Central de Acolhimento, assim como as equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), que fazem acompanhamento in loco da população em situação de rua. Somente no pernoite, no Hotel Social, o cidadão pode solicitar o acolhimento noturno diretamente. [LEIA_TAMBEM]Em todas as unidades de acolhimento do DF, os acolhidos são acompanhados por uma equipe socioassistencial e têm acesso a benefícios - como o Auxílio-Aluguel - e serviços da assistência social e de outras áreas, recebendo também acompanhamento de saúde. As equipes contam com cuidadores e orientadores sociais. O objetivo do serviço é oferecer suporte integral para que eles tenham autonomia. Essas unidades de acolhimento, diferentemente de equipamentos públicos como o Centro Pop ou o Hotel Social, são casas familiares, sem fachada ou identificação. Os acolhidos têm que respeitar, obrigatoriamente, as regras do local, da vizinhança, com horário para entrar e sair, para fazer as refeições e não podem usar drogas. Para saber mais sobre o serviço e as unidades de acolhimento de execução direta, acesse o site da Sedes-DF.  *Com informações da Sedes-DF

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Cras e Creas Núcleo Bandeirante são renovados para aperfeiçoar atendimento às famílias da região

Os centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do Núcleo Bandeirante foram renovados. Sob gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), as duas unidades ficam na Avenida Central A/E, Lote E, no Núcleo Bandeirante. A entrega simbólica foi nesta quinta-feira (31). Reforma do Cras e do Creas Núcleo Bandeirante contou com investimento de mais de R$ 1,7 milhão | Fotos: Renato Raphael/Sedes A manutenção do Cras e Creas Núcleo Bandeirante incluiu a retirada de revestimentos cerâmicos, rodapés e argamassas, reforma nas paredes, instalação de forro em drywall, pintura de paredes e tetos, renovação da estrutura hidráulica, limpeza e impermeabilização de telhados e calhas, revisão elétrica e hidráulica, manutenção de alambrados, portas e muros, reparo de vazamentos e ajustes no estacionamento e instalação de ar-condicionado. A iniciativa visa a qualificar o atendimento à população em situação de vulnerabilidade da região. O investimento total na manutenção das duas unidades foi de mais de R$ 1,7 milhão. “Com as melhorias, ficou mais transparente a divisão entre o Cras e o Creas para o usuário que chega para ser atendido", afirma a gerente do Cras Núcleo Bandeirante, Adriana Mattos Flores “Há dois anos, a Sedes tem mobilizado esforços e investimentos para revitalizar as unidades socioassistenciais do DF. Além de qualificar o atendimento ao público, que é recebido com mais conforto e privacidade nas nossas unidades, é um cuidado também com o nosso servidor, que tem um ambiente de trabalho adequado e saudável para desempenhar suas atividades”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O Cras é a porta de entrada para a assistência social, atuando de forma preventiva. O Cras Núcleo Bandeirante tem mais de 7,6 mil famílias referenciadas. Segundo a gerente do Cras Núcleo Bandeirante, Adriana Mattos Flores, as unidades não passavam por manutenção há, pelo menos, 10 anos: “Com as melhorias, ficou mais transparente a divisão entre o Cras e o Creas para o usuário que chega para ser atendido. A instalação do ar-condicionado também foi importante para usuários e servidores”. Já o Creas atua quando os direitos de pessoas ou famílias são violados, oferecendo proteção e suporte aos cidadãos. Neste caso, o atendimento ocorre por meio de encaminhamento de outros órgãos ou diretamente na unidade, quando a própria pessoa procura o local. “Hoje, podemos atender tanto a população do Núcleo Bandeirante, que é onde fica localizado o Creas, quanto dos outros territórios que atendemos, com mais transparência, com mais tranquilidade no atendimento, tendo um atendimento particularizado e humanizado nas nossas salas, que foram construídas com total responsabilidade para o nosso público”, enfatiza a gerente de Creas Núcleo Bandeirante, Rafaela Marques. O Creas Núcleo Bandeirante atende a população do Riacho Fundo, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way e Guará. Até junho deste ano, foram realizados mais de 2,3 mil atendimentos particularizados no Creas Núcleo Bandeirante. “É um legado que esta gestão vai deixar para fortalecer a política de assistência social do DF”, finaliza a secretária Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF

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GDF amplia acesso de surdos a serviços públicos com plataforma de Libras online

Lançado para viabilizar o atendimento imediato e desburocratizar o acesso de pessoas surdas aos serviços públicos do Distrito Federal, o DF Libras CIL Online tem alcançado resultados positivos. Desde dezembro de 2023, a plataforma somou mais de 3,2 mil atendimentos, sendo mais de 1,1 mil apenas na Secretaria de Saúde (SES-DF), o que evidencia a alta demanda e importância do serviço. Para suprir a demanda, a equipe de intérpretes passou de 80 para 90 profissionais, com atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. Equipamento pode ser utilizado por pessoas surdas e servidores públicos, durante atendimento | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília  Antes da plataforma, era preciso agendar atendimento com a Central de Intermediação em Libras (CIL) de forma presencial, o que restringia bastante o acesso. Com a nova solução digital, basta escanear um QR Code fixado em equipamentos públicos, como unidades básicas de saúde (UBSs), de pronto atendimento (UPAs), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou da Defensoria Pública (DPDF), para ser conectado a um intérprete em tempo real. O serviço pode ser acionado tanto pelo usuário surdo quanto por servidores públicos durante o atendimento. Interatividade Fruto de parceria entre as secretarias da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a iniciativa, lançada em dezembro de 2023, facilita a comunicação entre cidadãos surdos e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) por meio de videochamadas com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). “O DF Libras é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para promover inclusão, autonomia e cidadania”, avalia o titular da Secti-DF, Marco Antônio Costa Júnior. “Ao facilitar a comunicação entre a comunidade surda e os serviços públicos, a plataforma contribui diretamente para um DF mais justo, acessível e eficiente”.  Sobre o atendimento nos órgão públicos, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian da Cunha, lembrou que não há relatos de congestionamento no serviço e que a adaptação nos pontos públicos tem ocorrido de forma tranquila. “Quando um novo local recebe o QR Code, a secretaria realiza uma apresentação explicativa e se mantém disponível para orientações”, explica. Segundo ele, até o momento não houve relatos de dificuldade de acesso ao sistema por parte dos servidores ou dos usuários. A plataforma também conta com integração ao aplicativo ICOM, com recurso de geolocalização, o que ajuda o usuário a identificar o ponto de atendimento mais próximo. O sistema exige internet apenas no momento da conexão inicial com o serviço; depois disso, a transmissão de dados fica por conta do GDF. Inclusão A secretaria Gláucia Souza usou o aplicativo pela primeira vez e se surpreendeu: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa” | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Ainda segundo o titular da SEPD-DF, embora o DF Libras facilite muito o acesso, o processo de inclusão requer a cooperação de toda a sociedade, especialmente quando se trata de pessoas surdas com baixa alfabetização digital. Nesse caso, o papel do servidor público é fundamental para garantir que o atendimento aconteça. Apesar do sucesso da modalidade online, a Central Física da SEPD-DF, localizada na Estação Central do Metrô, continua em funcionamento e é bastante procurada. “O motivo é o vínculo de confiança que se estabelece entre usuário e intérprete, algo que o atendimento online não consegue manter com a mesma continuidade”, ressalta o gestor. A experiência com o atendimento na Unidade Básica de Saúde 1, na Asa Sul, foi positiva para a secretária acadêmica Gláucia Mayra Souza, 32 anos. Pela primeira vez utilizando a ferramenta, ela elogia o serviço: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa”. Segundo ela, o recurso é especialmente útil em situações de urgência ou quando há necessidade de esclarecer informações importantes. [LEIA_TAMBEM]A usuária também ressaltou a importância da autonomia proporcionada pelo serviço: “Agora posso resolver muitas coisas na minha vida, no hospital, no médico e em outras situações urgentes. A gente precisa dessa independência. Nem sempre dá pra andar com um intérprete ou um familiar do lado”. Para ela, o DF Libras é um símbolo do verdadeiro conceito de inclusão. Embora alguns surdos sejam oralizados ou utilizem implantes, a Língua Brasileira de Sinais continua sendo a primeira e principal forma de comunicação da comunidade surda. “Alguns até escrevem em português, mas perdem o sentido de muitas palavras por não dominarem a língua portuguesa, por isso a nossa língua 1, que deve ser respeitada, é Libras”, reforça.  Funcionamento e estrutura  A central de atendimento tem sede em São Paulo (SP), onde é operada pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Atualmente, são 90 intérpretes que trabalham de forma descentralizada – parte em modelo híbrido e parte em home office –, espalhados por diferentes regiões do Brasil. A intermediação pode ser solicitada tanto pelo cidadão quanto por servidores públicos durante o atendimento presencial, para garantir que barreiras de comunicação não interfiram no acesso aos direitos e serviços essenciais.

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Prato Cheio divulga 10.680 contemplados; retirada dos cartões começa no dia 23

Agência Brasília · (49) 12-06-2025 - PRATO CHEIO DIVULGA 10.680 CONTEMPLADOS; RETIRADA DOS CARTÕES COMEÇA NO DIA 23 A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 10.680 novos contemplados no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende a 130 mil famílias, garantindo crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos. Para quem recebe o cartão pela primeira vez, a entrega dos cartões começa no próximo dia 23 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF A entrega de 2.346 cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez começa no dia 23 deste mês. Estes contemplados devem retirar os cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado, basta acessar o  site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para liberação em 1º de julho, a partir das 18h. [LEIA_TAMBEM]A inclusão no programa é avaliada após atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que pode ser agendado no 156 ou no site da Sedes-DF.  A ampliação do programa Cartão Prato Cheio, além de atender mais beneficiários, também contou com o acréscimo da quantidade de parcelas, passando de nove para 18. “O governador Ibaneis Rocha está sempre muito atento às necessidades das famílias que mais precisam de proteção social”, enfatiza a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, seguindo o calendário abaixo. ⇒ Iniciais de A a D: dia 23 ⇒ Iniciais de E a I: dia 24 ⇒ Iniciais de J a L: dia 25 ⇒ Iniciais de M a Q: dia 26 ⇒ Iniciais de R a Z: dia 27. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) apontou um aumento de quase 90% no acesso de pessoas em situação de rua aos serviços públicos de saúde do Distrito Federal. O estudo também registra uma redução nos relatos sobre problemas de saúde em comparação ao Censo de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações constam na Pesquisa Pop Rua, divulgada pelo Governo do DF (GDF) em abril deste ano. Equipe do Consultório na Rua em ação: de 2024 até março deste ano, foram quase 16,5 mil atendimentos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o estudo, entre os avanços observados, a proporção de pessoas em situação de rua que utilizaram as unidades básicas de saúde (UBSs) saltou de 36,7% para 51,7%. Já o atendimento em unidades de pronto atendimento (UPAs) e em hospitais passou de 20,7% para 36,9%. O levantamento mostra, ainda, maior acesso desse público às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), responsáveis também pela oferta de suporte em saúde mental. Segundo a pesquisa, a procura subiu de 18,6% para 28,7%. Já nos centros Pop, que prestam apoio social a essa população, foi registrado um aumento de 2,1% no atendimento. “Cada atendimento registrado representa uma vida que foi acolhida, escutada e cuidada”, afirma o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Estamos falando de pessoas que, por muito tempo, estiveram invisíveis ao poder público. Esses avanços mostram que estamos no caminho certo ao levar saúde, alimentação e dignidade a quem mais precisa. O trabalho das equipes do Consultório na Rua e a oferta de refeições nos restaurantes comunitários são exemplos de uma política pública que enxerga o ser humano antes da sua condição social.” Consultório na Rua Entre as ações integradas deste GDF que contribuíram para ampliar o acesso desta população à saúde pública, está o trabalho das equipes do Consultório na Rua, que prestaram mais de 10 mil atendimentos em 2024 e quase 16,5 mil entre o ano passado e março deste ano. “Todo o DF está coberto pela ação dessas equipes, e está no nosso planejamento continuar ampliando o número de profissionais que atuam nesses grupos”, reforça o diretor das Áreas Estratégicas da Atenção Primária, Afonso Abreu Mendes Junior. Na avaliação do gestor, a ampliação da cobertura das equipes foi determinante para melhorar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde: “Além das equipes da Estratégia em Saúde da Família, esse novo dispositivo veio como um reforço essencial. Acreditamos que o aumento da cobertura das equipes do Consultório na Rua foi um fator primordial para garantir esse acesso”. As equipes tiveram acesso a uma nota técnica elaborada para orientações detalhadas sobre o atendimento a ser ofertado. “Também ofertamos um curso voltado a gestores e profissionais de todas as regiões para uma atuação focada em acesso e equidade”, informa Mendes Junior. “Precisamos lembrar que a pessoa em situação de rua é usuária do SUS como eu, como você. Ela precisa – e deve – ser atendida”. Acolhimento e cuidado A médica de família Samanta Hosokawa lembra que o Consultório de Rua faz acompanhamento integral: “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento” Uma das ações mais recentes do programa ocorreu na quarta-feira (14), em Águas Claras e em Arniqueira. “Atendemos em vários pontos da Região Sudoeste de Saúde”, relata a médica de família Samanta Hosokawa. “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional – enfermeiro, técnicas de enfermagem, dentista, assistente social, psicólogo – para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento”. Segundo a profissional de saúde, o trabalho das equipes do Consultório na Rua vai além do atendimento inicial: elas garantem o acompanhamento integral dos pacientes, mesmo diante dos desafios impostos pela vulnerabilidade social. “Levamos testagens rápidas para ISTs, teste de gravidez, vacinas, medicamentos e fazemos encaminhamentos via Sisreg [Sistema Nacional de Regulação] para a atenção secundária, quando necessário”, detalha. “Muitos precisam de exames de imagem ou atendimento com especialistas, e nós regulamos e acompanhamos tudo isso. Como muitos não têm telefone, ficamos atentos ao sistema; e, assim que a vaga sai, voltamos até eles para entregar as chaves do atendimento.” Atendimento acolhedor Ronaldo Nascimento já foi atendido pelas equipes do Consultório na Rua: . “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Eles fazem encaminhamento, acompanham” Para quem está nas ruas, o acolhimento e o cuidado das equipes de saúde fazem toda a diferença. Aos 50 anos, Ronaldo Nascimento vive em situação de rua desde 2006 e, com a ajuda da Secretaria de Saúde (SES-DF) foi internado para tratar uma tuberculose. “Para mim, foi importante demais”, conta. “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Me trataram superbem, nunca imaginei que teria esse atendimento morando na rua. Eles fazem encaminhamento, acompanham. Agora estou em busca de tratamento para dependência química”. Alexandre Soares:  “Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado” Outro que reconhece a importância dos serviços é Alexandre Soares, 51. “Tem me ajudado bastante. Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Aqui sou atendido com carinho e muito mais rápido. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado”, explica. Assistência social Ampliar o acesso ao diagnóstico também significa aumentar as chances de tratamento e recuperação. É o que revela a pesquisa: embora os relatos de ansiedade e depressão ainda representem 28,6% das queixas entre a população em situação de rua, houve uma queda de 9,1% em relação a 2022. Já problemas de saúde bucal diminuíram 27,6%, e as dores crônicas tiveram redução de 19,8%. Outro avanço importante apontado pela pesquisa foi o aumento da oferta de refeições gratuitas para pessoas em situação de rua em todos os restaurantes comunitários do DF. O acesso a esse serviço subiu de 35,6% em 2022 para 54,7% em 2025. Entre janeiro de 2024 e março deste ano, foram servidas 1.607.493 refeições.  

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