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Hospital Cidade do Sol (HSol)

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Três hospitais, um propósito: cuidar da população com excelência e inovação

No Dia Nacional do Hospital, comemorado nesta quinta-feira (2), o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e o Hospital Cidade do Sol (HSol) destacam uma trajetória marcada por avanços na qualidade da assistência, na segurança do paciente e na inovação. Administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), as três unidades acumulam certificações e reconhecimentos que refletem o fortalecimento contínuo da rede hospitalar sob gestão do instituto. Cada unidade tem uma vocação assistencial própria. Juntas, elas formam uma rede complementar que atende desde casos de alta complexidade até cuidados paliativos, passando pela assistência materno-infantil e pediátrica. Ao longo dos últimos anos, essa rede vem acumulando certificações, reconhecimentos nacionais e internacionais e resultados que refletem o compromisso permanente com a qualidade da assistência, a segurança do paciente e a inovação na gestão da saúde pública. Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, embora cada hospital possua características e desafios próprios, todos compartilham um mesmo propósito. "Cada uma das nossas unidades possui uma identidade assistencial própria, mas todas compartilham o compromisso de oferecer uma assistência cada vez mais segura, humanizada e resolutiva. Trabalhamos para fortalecer uma rede integrada, capaz de responder às necessidades da população com qualidade, inovação e responsabilidade", afirma. Hospital de Base: referência que ultrapassa fronteiras Neste ano, o Centro de Trauma do HBDF foi recomendado a receber a Certificação por Distinção da Linha de Cuidado do Paciente de Trauma, no nível Platinum, o segundo mais alto da categoria | Fotos: Divulgação/IgesDF As conquistas alcançadas por cada unidade refletem diferentes vocações assistenciais, mas um objetivo comum: oferecer um atendimento cada vez melhor à população do Distrito Federal e do Entorno. Os reconhecimentos obtidos nos últimos anos evidenciam o fortalecimento de uma rede pública que investe continuamente em qualidade, segurança e inovação. Maior hospital público do Centro-Oeste e referência em atendimentos de alta complexidade, o HBDF tem se consolidado como protagonista nacional em diferentes áreas da assistência à saúde. Neste ano, o centro de trauma do hospital foi recomendado a receber a certificação por Distinção da Linha de Cuidado do Paciente de Trauma, no nível Platinum, o segundo mais alto da categoria. O reconhecimento atesta a qualidade dos processos assistenciais, a segurança do paciente e o compromisso da unidade com a melhoria contínua. Com a conquista, o Hospital de Base tornou-se o primeiro do Centro-Oeste e o quinto do Brasil a alcançar a certificação concedida pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG). "Cada uma das nossas unidades tem uma identidade assistencial própria, mas todas compartilham o compromisso de oferecer uma assistência cada vez mais segura, humanizada e resolutiva. Trabalhamos para fortalecer uma rede integrada, capaz de responder às necessidades da população com qualidade, inovação e responsabilidade" Eliane Abreu, presidente do IgesDF Outro destaque veio da área neurológica. Durante o Global Stroke Alliance 2026, realizado em São Paulo, o hospital recebeu, pela segunda vez, a certificação Diamante da iniciativa internacional Angels, considerada a mais alta categoria do programa voltado para o atendimento de pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC). A premiação reconhece hospitais que apresentam excelência em indicadores assistenciais, rapidez no diagnóstico e tratamento e adesão às melhores práticas internacionais, fatores fundamentais para reduzir sequelas e ampliar as chances de recuperação dos pacientes. Para o superintendente do Hospital de Base, Paulo Saad, essas conquistas refletem o compromisso permanente da equipe com a excelência. "O Hospital de Base reúne profissionais altamente qualificados e atende diariamente pacientes de grande complexidade. Cada reconhecimento reforça que estamos no caminho certo ao investir em qualidade, segurança e inovação para oferecer um atendimento cada vez melhor à população", afirma. A busca por excelência também está presente em setores que dão suporte direto ao cuidado. Em 2025, o Laboratório Clínico conquistou, pelo sétimo ano consecutivo, o selo de excelência do Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ), que atesta a confiabilidade dos exames realizados e a eficiência dos processos laboratoriais. No mesmo ano, as unidades de terapia intensiva (UTIs) receberam certificação nacional concedida pela Epimed Solutions, em parceria com a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). O resultado evidencia o alto padrão no monitoramento e na gestão de indicadores, contribuindo para decisões mais seguras e assertivas no tratamento de casos graves. Hospital de Santa Maria: cuidado que começa antes do nascimento Referência na assistência materno-infantil e pediátrica, o HRSM tem se destacado por iniciativas voltadas à saúde de gestantes, recém-nascidos e crianças. Em 2025, recebeu homenagem da Secretaria de Saúde (SES-DF) pela qualidade dos serviços oferecidos nessa linha de cuidado. O trabalho desenvolvido no centro obstétrico e nos setores integrados ao atendimento de mães e bebês foi acompanhado e elogiado por representantes da pasta. O banco de leite humano também ganhou projeção internacional. Ainda em 2025, a instituição recebeu da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) uma certificação de excelência e inovação em cuidado materno-infantil durante o 1º Congresso Binacional Brasil–Paraguai de Certificação de Qualidade em Bancos de Leite Humano. A conquista reforça o papel estratégico desempenhado pela equipe na promoção da saúde neonatal e no fortalecimento das ações voltadas aos recém-nascidos e suas famílias. Para o superintendente do HRSM, Lucas da Silva Santos, os reconhecimentos demonstram o compromisso diário das equipes com um atendimento acolhedor e seguro. "Temos muito orgulho de ver o trabalho desenvolvido no hospital sendo reconhecido. Cada conquista demonstra o empenho dos nossos profissionais em oferecer uma assistência humanizada, qualificada e centrada nas necessidades de mães, bebês, crianças e de toda a população atendida pela unidade", ressalta. Referência na assistência materno-infantil e pediátrica, o HRSM tem se destacado por iniciativas voltadas à saúde de gestantes, recém-nascidos e crianças O compromisso com a melhoria contínua também pode ser observado em outras áreas. A farmácia clínica do HRSM tornou-se referência ao servir de exemplo para uma apresentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre farmacovigilância no Brasil, prática responsável por monitorar a segurança de medicamentos e vacinas após sua utilização pela população. Já o Núcleo de Laboratório Clínico recebeu o Certificado de Proficiência em Ensaios Laboratoriais da Controllab, reconhecimento que comprova a precisão técnica e a confiabilidade dos resultados emitidos. Hospital Cidade do Sol: referência em cuidados paliativos Especializado em cuidados paliativos, o HSol vem se consolidando como referência nacional no acompanhamento de pessoas com doenças graves e condições de saúde complexas. Neste ano, a unidade foi escolhida pelo Ministério da Saúde para apresentar a experiência do Distrito Federal durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, realizado em Brasília. O evento reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir os avanços e desafios da Política Nacional de Cuidados Paliativos no Sistema Único de Saúde (SUS). A participação reforçou a relevância do trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional, que atua com foco no alívio do sofrimento, no conforto, na dignidade e na qualidade de vida de usuários e familiares. Neste ano, o HSol foi escolhido pelo Ministério da Saúde para apresentar a experiência do Distrito Federal durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, realizado em Brasília Para a gerente-geral do Hospital Cidade do Sol, Júlia Gurgel, o reconhecimento fortalece um modelo de assistência baseado no cuidado integral ao paciente e à família. "Nos cuidados paliativos, cada detalhe faz diferença. Nosso compromisso é oferecer acolhimento, conforto e dignidade em todas as etapas do cuidado, respeitando a individualidade de cada paciente e apoiando também seus familiares", destaca. Para Eliane Abreu, as conquistas alcançadas pelos três hospitais demonstram que investir em pessoas, processos e inovação produz resultados concretos para quem utiliza o SUS. "Cada reconhecimento apresentado aqui representa muito mais do que um certificado. Ele traduz o esforço diário de profissionais comprometidos em oferecer uma assistência pública de excelência, colocando o paciente sempre no centro do cuidado", detalha. Inovação para o melhor cuidado Além das conquistas alcançadas em cada unidade, o IgesDF tem investido em estratégias de gestão capazes de tornar os serviços mais eficientes e fortalecer o atendimento prestado à população. Uma dessas iniciativas é a implantação da metodologia Lean, modelo que busca eliminar desperdícios, simplificar etapas e tornar os fluxos de trabalho mais ágeis. Com essa abordagem, o paciente passa a ocupar o centro das decisões. Os processos são integrados, os fluxos são revisados continuamente e atividades que não agregam valor ao atendimento são reduzidas. Os ganhos aparecem em diferentes frentes: menos burocracia, redução de atrasos, melhor aproveitamento dos recursos e mais tempo para que os profissionais se dediquem ao que realmente importa: o cuidado com as pessoas. Para a presidente do IgesDF, esse é o caminho que continuará orientando a gestão da instituição. "Nosso compromisso é evoluir todos os dias. Queremos uma rede cada vez mais integrada, eficiente, inovadora e humana. Cada melhoria implantada, cada processo aperfeiçoado e cada reconhecimento conquistado têm um único objetivo: oferecer um atendimento cada vez melhor para a população do Distrito Federal", conclui.   *Com informações do IgesDF

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Hospital Cidade do Sol apresenta experiência do DF em cuidados paliativos em encontro nacional

O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi escolhido pelo Ministério da Saúde para apresentar a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, realizado nesta sexta-feira (8), em Brasília. O evento, sediado na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), celebrou os dois anos da Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) e reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). A experiência apresentada durante o encontro foi conduzida pelo chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, o médico paliativista Arthur Amaral. Ele compartilhou os avanços do projeto Conti Comigo, iniciativa desenvolvida no HSol desde junho de 2025 e que já atendeu 170 pessoas, entre pacientes de 23 a 103 anos. Criado para oferecer assistência a pacientes com dores crônicas ou doenças que causam sofrimento intenso, o projeto foi inspirado no legado do médico Rodrigo Conti, ex-diretor do IgesDF e defensor de uma assistência centrada no acolhimento. A iniciativa busca fortalecer um modelo de cuidado baseado em respeito, dignidade e atenção integral ao paciente. O HSol apresentou a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, nesta sexta (8), em Brasília | Foto: Divulgação/IgesDF Representação nacional Segundo Arthur Amaral, a escolha do Hospital Cidade do Sol pelo Ministério da Saúde demonstra que o trabalho desenvolvido no Distrito Federal vem se consolidando como referência nacional. “É uma honra para nós sermos escolhidos para representar nossas vivências em um evento deste porte, que reúne experiências de todo o país. É um sinal de que, apesar de ser uma política nova, caminhamos lado a lado com aquilo que há de mais importante nos cuidados paliativos: o cuidado centrado na pessoa”, pontua. Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico O médico também reforçou a importância de ampliar o debate sobre o tema e combater percepções equivocadas ainda existentes sobre esse tipo de assistência: “É importante entender que cuidados paliativos não são apenas para pacientes em fim de vida. Eles devem ser oferecidos a qualquer pessoa com doença grave que traga sofrimento. Nosso objetivo é garantir mais conforto, dignidade e qualidade de vida”. Segundo ele, fortalecer essa política dentro do Sistema Único de Saúde é um compromisso ético. “É um dever nosso, enquanto profissionais de saúde e cidadãos, não apenas debater, mas lutar pelo aumento de ações como essa no SUS. Somente assim construiremos uma saúde que pensa em todas as etapas da vida de uma pessoa, inclusive em seus dias finais”, completa. A coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, Gabriela Hidalgo, destacou que o trabalho desenvolvido pelo IgesDF se tornou uma referência importante para o fortalecimento da política no país. “A experiência do IgesDF representa um marco importante para o desenvolvimento da política, porque integra o atendimento hospitalar às unidades de pronto atendimento (UPAs) e outras unidades da rede. Isso facilita a identificação e o encaminhamento dos pacientes que precisam desse cuidado em um momento delicado”, ressalta. O encontro reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no SUS Para o gerente-geral substituto do HSol, Leandro Queza, participar do encontro nacional reforça a importância de ampliar e consolidar esse tipo de assistência na rede pública: “Momentos como esse mostram que as ações desenvolvidas no Hospital Cidade do Sol estão trazendo resultados importantes e precisam ser continuamente fortalecidas. É um reconhecimento que nos motiva a seguir ampliando esse cuidado cada vez mais humano”. Além da apresentação de experiências de diferentes estados brasileiros, a programação do II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos incluiu debates sobre o plano operativo da Política Nacional de Cuidados Paliativos e estratégias para ampliar o acesso ao atendimento em todo o país. [LEIA_TAMBEM]Como funciona o atendimento Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico. O acompanhamento busca melhorar a qualidade de vida, aliviar sintomas e oferecer suporte também às famílias. No IgesDF, o atendimento é realizado por equipes multiprofissionais e envolve integração entre hospitais, UPAs e outras unidades da rede pública de saúde, facilitando o encaminhamento e a identificação precoce dos pacientes que podem se beneficiar desse cuidado. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital Cidade do Sol é convidado para representar o Centro-Oeste em evento nacional de cuidados paliativos

O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi convidado pelo Ministério da Saúde para apresentar sua experiência em cuidados paliativos em um evento nacional que marcará os dois anos da Política Nacional de Cuidados Paliativos, comemorados em maio. O convite foi feito durante visita técnica realizada nesta quarta-feira (29), quando a equipe federal conheceu de perto o modelo de atendimento desenvolvido na unidade. “Receber esse convite é motivo de satisfação e realização. Mostra que estamos no caminho certo e que o nosso trabalho tem feito diferença. Além disso, é uma oportunidade de representar o Centro-Oeste”, comemora o gerente-geral substituto do HSol, Leandro Queza. Segundo a coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, Gabriela Hidalgo o cuidado paliativo ainda é recente, mas apresenta grande potencial. “Queremos levar exemplos que estão dando certo, e o trabalho desenvolvido aqui é um deles”, frisa. Modelo que humaniza a assistência Referência no Distrito Federal, o Hospital Cidade do Sol se destaca pela assistência voltada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, com foco no conforto, na dignidade e na qualidade de vida. A visita teve como objetivo conhecer o funcionamento desse atendimento na prática, além de promover a troca de experiências e discutir estratégias para ampliar esse tipo de assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). No HSol, o atendimento é realizado por uma equipe dedicada, composta por psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas | Fotos: Divulgação/IgesDF Segundo o chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, o médico paliativista Arthur Amaral, ainda existe uma compreensão equivocada sobre esse tipo de assistência. “É importante entender que cuidados paliativos não são apenas para pacientes em fim de vida. Eles devem ser oferecidos a qualquer pessoa com doença grave, que traga sofrimento. O nosso objetivo é garantir mais conforto, dignidade e qualidade de vida”, explica. O gestor destaca ainda que esse modelo contribui diretamente para a humanização da assistência. “Não é desistir do paciente. Pelo contrário, é cuidar melhor, de forma integrada”, completa. Durante a visita, Gabriela Hidalgo, ressaltou como diferencial do HSol a integração entre os serviços de saúde. “Aqui existe uma articulação entre hospital, unidades de pronto atendimento (UPAs) e outras unidades, o que facilita a identificação e o encaminhamento dos pacientes que precisam desse cuidado. Isso faz toda a diferença para quem vive com uma condição grave e precisa de acolhimento”, afirma. O modelo apresentado pela unidade também se destaca pela rápida expansão. O Hospital Cidade do Sol iniciou suas atividades em junho de 2025, com 10 leitos exclusivos de cuidados paliativos. Atualmente, já conta com 25 leitos, e a meta é alcançar 60, sendo 24 com suporte para hemodiálise, o que pode consolidar o hospital como referência nacional na área. Entre junho e dezembro de 2025, 114 pacientes foram encaminhados ao HSol, oriundos de diferentes unidades da rede pública Dados do serviço reforçam esse crescimento. Entre junho e dezembro de 2025, 114 pacientes foram encaminhados ao HSol, oriundos de diferentes unidades da rede pública, como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e diversas UPAs do Distrito Federal. O perfil dos pacientes indica média de idade de 72 anos, com casos que variam de 23 a 103 anos, além de uma distribuição equilibrada entre homens e mulheres. Como funcionam os cuidados paliativos Na prática, pacientes atendidos na rede pública de saúde do Distrito Federal são identificados por equipes médicas capacitadas quanto à necessidade de cuidados paliativos. A partir dessa avaliação, o paciente é encaminhado de forma regulada para o Hospital Cidade do Sol ou se houver indicação para o Hospital de Apoio de Brasília (HAB), unidades de referência nesse tipo de atendimento. “No dia a dia, o fortalecimento dos cuidados paliativos representa mais qualidade de vida para pacientes e familiares. Essa abordagem atua no controle da dor, no suporte emocional e no cuidado integral, sempre respeitando as necessidades e desejos de cada paciente”, explica o chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF. No HSol, o atendimento é realizado por uma equipe dedicada, composta por psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Em conjunto com médicos e familiares, esses profissionais constroem um plano antecipado, centrado no paciente.   *Com informações do IgesDF

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Tecnologia que gera economia e aumenta a segurança de pacientes é implantada no Hospital Cidade do Sol

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implantou um sistema eletrônico no Hospital Cidade do Sol (HSol) para ampliar a rastreabilidade de medicamentos, reduzir o uso de papel e reforçar a segurança do paciente. A tecnologia moderniza a rotina das equipes e fortalece o controle dos insumos adquiridos com recursos públicos. Na prática, a tecnologia funciona por meio de um dispositivo eletrônico portátil, conhecido como Palm, utilizado para a leitura de códigos de barras presentes nas embalagens de medicamentos e insumos. Esses códigos são gerados durante o processo de unitarização, prática já adotada em todas as unidades geridas pelo IgesDF, que garante a identificação individual de cada item, com informações precisas e registradas em sistema. Antes da implantação, a conferência dos medicamentos era feita manualmente, com registros em papel e checagens demoradas, o que exigia atenção redobrada das equipes. Com a automatização, a leitura dos códigos substituiu anotações manuais e eliminou a necessidade de impressões, tornando o fluxo mais rápido, seguro e sustentável. Segundo a superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Bárbara Santos, o novo modelo representa um avanço significativo. “O sistema automatiza a leitura de medicamentos, soros e seringas, substituindo conferências manuais. Isso agiliza o processo e reduz riscos, garantindo que o paciente receba exatamente o que foi prescrito”, explica. Na prática, a tecnologia funciona por meio de um dispositivo eletrônico portátil, conhecido como PALM, utilizado para a leitura de códigos de barras presentes nas embalagens de medicamentos e insumos | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Além de reforçar a segurança assistencial, a mudança impacta diretamente a gestão de recursos públicos. A estimativa é de economia diária de cerca de mil folhas de papel A4, reduzindo custos e o impacto ambiental. “Ao adotar um fluxo sem papel, fortalecemos a governança, a transparência e o cuidado com o dinheiro público”, destaca Bárbara. Passo a passo do projeto O farmacêutico responsável técnico do HSol, Misael Silva da Silveira, explica que o projeto foi desenvolvido dentro da própria unidade, que atua como hospital modelo do IgesDF. “A proposta é expandir essa experiência para outras unidades. O sistema permite monitoramento, rastreabilidade e maior controle em todas as etapas da dispensação”, afirma. Um dos principais ganhos está na redução do tempo gasto pelas equipes. A checagem e separação dos medicamentos, que antes levavam entre uma hora e uma hora e meia e ocorriam quatro vezes ao dia, agora são concluídas em cerca de 30 minutos. O resultado é mais tempo disponível para atividades assistenciais e de cuidado direto ao paciente. A farmacêutica hospitalar Carolinny da Silva Dantas detalha o funcionamento do novo fluxo. “Acessamos o sistema eletrônico, filtramos as prescrições por horário e preparamos os medicamentos conforme cada turno. Tudo é feito de forma digital, sem impressão, o que torna o trabalho mais organizado e eficiente”, relata. O sistema também atua como uma importante barreira de segurança. Em caso de qualquer divergência entre o medicamento separado e o prescrito, um alerta é emitido automaticamente. “Isso evita erros de medicação e garante que cada paciente receba um kit individual validado, com informações como nome, leito e data de nascimento”, reforça Misael. Continuação da iniciativa Para a gerente do Hospital Cidade do Sol, Julia Gurgel, a automatização da farmácia marca um novo momento para a unidade. “Reduzir etapas manuais diminui riscos de erro, otimiza o tempo das equipes e amplia a rastreabilidade dos medicamentos. Isso reflete diretamente na qualidade do atendimento aos pacientes”, avalia. Com os resultados positivos no HSol, o IgesDF já planeja ampliar o uso do sistema. A tecnologia começa a ser implantada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e, na sequência, deve chegar às unidades de pronto atendimento (UPAs) e ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). “A iniciativa reforça o compromisso do IgesDF com inovação, controle eficiente dos insumos adquiridos com recursos públicos e, principalmente, com um atendimento cada vez mais seguro à população”, conclui Bárbara Santos. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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IgesDF completa sete anos e fortalece a urgência e emergência com modelo de gestão

Esperar menos por atendimento, encontrar unidades mais organizadas, realizar exames com mais rapidez e receber cuidado com mais respeito — essas mudanças ajudam a traduzir, no dia a dia da população, o impacto do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completa sete anos em 2026, consolidado como referência de um novo modelo de gestão na saúde pública e como um dos principais pilares da rede de urgência e emergência. Criado para dar mais agilidade, eficiência e capacidade de resposta à saúde pública, o instituto ampliou atendimentos, modernizou unidades, reorganizou fluxos assistenciais e fortaleceu o cuidado prestado à população. Ao longo desse período, também incorporou tecnologia para acelerar diagnósticos e ampliar a resolutividade do Sistema Único de Saúde (SUS) no DF. O presidente do instituto, Cleber Monteiro (primeiro à direita), ressalta: “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente” | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  “A saúde não é estática; ela é dinâmica, urgente e lida com vidas”, enfatiza o presidente do instituto, Cleber Monteiro. “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente.” Instituída pela Lei Distrital nº 6.270, de 30 de janeiro de 2019, a organização surgiu a partir da transformação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), criado em 2017. A proposta foi garantir maior autonomia administrativa e financeira para unidades estratégicas da rede pública, permitindo mais rapidez em compras, contratações e na manutenção de serviços essenciais. Desde 2019, esse modelo passou a ser associado à reorganização de processos e ao fortalecimento de serviços em áreas críticas, com reflexos diretos na experiência do usuário e na capacidade de resposta da rede, especialmente em períodos de alta demanda. Expansão da rede  Nos primeiros anos de atuação, a gestão do IgesDF foi ampliada para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e para as unidades de pronto atendimento (UPAs). A expansão fortaleceu a rede de urgência e emergência do Distrito Federal, com padronização de processos, reforço das equipes e melhorias na infraestrutura das unidades que funcionam como porta de entrada do SUS. A partir de 2021, novas UPAs passaram a operar em regiões como Ceilândia, Paranoá, Brazlândia e Riacho Fundo II. Com funcionamento 24 horas, essas unidades aproximaram o atendimento da população, reduziram a sobrecarga dos hospitais regionais e contribuíram para a diminuição do tempo de espera. “A ampliação das UPAs leva a assistência mais perto de quem precisa, com mais resolutividade para os usuários do SUS”, pontua o vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. Investimentos em tecnologia e infraestrutura marcaram a atuação do IgesDF logo após a fase mais crítica da pandemia  Pouco tempo após sua criação, o instituto enfrentou um dos maiores desafios da história da saúde pública: a pandemia da covid-19. Nesse período, a unidade ampliou rapidamente leitos de UTI, contratou profissionais em caráter emergencial e adquiriu equipamentos essenciais, como respiradores e monitores. A capacidade de resposta ágil foi decisiva para garantir assistência à população em um cenário de colapso do sistema de saúde em todo o país. “Foi um momento de decisões difíceis e urgentes”, relembra Cleber Monteiro. “Cada leito aberto e cada profissional contratado representavam uma chance real de salvar vidas”. Com a superação da fase mais crítica da pandemia, o IgesDF intensificou os investimentos em tecnologia e infraestrutura. A aquisição de equipamentos de alta complexidade, como tomógrafos e ressonâncias magnéticas, ampliou a capacidade diagnóstica das unidades e contribuiu para a redução das filas por exames. Paralelamente, o IgesDF reforçou os programas de cirurgias eletivas para enfrentar a demanda reprimida, alcançando volumes históricos de procedimentos. “Mais tecnologia e melhores fluxos significam mais cirurgias realizadas, menos cancelamentos e mais qualidade no cuidado ao paciente”, explica o diretor de Atenção à Saúde, Edson Ferreira. Desempenho estratégico Em 2024, a incorporação do Hospital Cidade do Sol (HSol) marcou mais um avanço na expansão do instituto. A unidade passou a desempenhar papel estratégico no atendimento hospitalar, especialmente no suporte a pacientes clínicos e na retaguarda da rede, contribuindo para desafogar hospitais de maior complexidade. Sob a gestão do IgesDF, o hospital teve reorganização dos fluxos assistenciais, ampliação da capacidade de atendimento e fortalecimento das equipes multiprofissionais. Idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha (E), o programa Humanizar já fazia parte do instituto antes da Lei nº 15.126, que atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória Além das mudanças estruturais, a humanização do atendimento consolidou-se como eixo permanente da gestão. Projetos voltados ao acolhimento, à melhoria da ambiência hospitalar e à escuta qualificada dos pacientes passaram a integrar a rotina das unidades, impactando diretamente a forma como o cidadão é recebido no sistema público de saúde. Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória nos serviços de saúde. Quando a mudança entrou em vigor, o IgesDF já vivenciava essa realidade por meio do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Reorganização de fluxos “Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, ressalta: “O instituto estava à frente do seu tempo. Quando a lei mudou, o Humanizar já era uma realidade consolidada. Outras instituições nos procuram para entender como estruturamos esse modelo. Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado”. Ao completar sete anos no Distrito Federal, o instituto apresenta resultados que refletem modernização e reorganização da rede. Nos últimos dois anos, obras, novos equipamentos e ajustes nos processos assistenciais fortaleceram o atendimento no Hospital de Base (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Hospital Cidade do Sol (HSol) e nas 13 UPAs. No HBDF e no HRSM, a reorganização dos fluxos cirúrgicos aumentou a produtividade e reduziu cancelamentos. A instalação de equipamentos, como ressonância magnética, vídeo eletroencefalograma e angiógrafos, ampliou a autonomia das unidades e acelerou diagnósticos. Reformas modernizaram setores críticos, administrativos e refeitórios, preparando os hospitais para maior complexidade assistencial. No HRSM e no HSol, adaptações estruturais fortaleceram serviços existentes e ampliaram o escopo de atendimentos. [LEIA_TAMBEM]A tecnologia também ganhou protagonismo com a expansão da teleconsulta nas UPAs, encurtando encaminhamentos e elevando a resolutividade. Sistemas de videomonitoramento reforçaram a segurança, e o agendamento ambulatorial no HBDF tornou o fluxo mais organizado e previsível. Paralelamente, o Distrito Federal iniciou seu maior ciclo de expansão das UPAs, com seis unidades em obra e uma em contratação, totalizando 20 UPAs em funcionamento 24 horas em áreas de alta demanda. O cuidado humanizado seguiu avançando. Programas voltados à escuta e ao acolhimento de públicos sensíveis passaram a integrar a rotina assistencial. No HRSM, ambientes sensoriais melhoraram o atendimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Nas UPAs, o programa Humanizar aproximou equipes e usuários, enquanto a retaguarda psiquiátrica contribuiu para a redução do tempo de permanência em crises. Administração integrada Com isso, o IgesDF marca seu sétimo ano com uma rede mais estruturada, tecnológica e próxima da população. Os avanços se refletem no cotidiano de quem depende do SUS, com mais previsibilidade nas cirurgias, melhor distribuição das urgências pela cidade, ambientes mais adequados para públicos específicos e melhores condições de trabalho para os profissionais. “Quando falamos em sete anos do IgesDF, falamos de pessoas, de profissionais que sustentaram a saúde do DF nos momentos mais críticos e de pacientes que tiveram suas vidas transformadas por esse trabalho”, conclui Cleber Monteiro.   *Com informações do IgesDF

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Teleinterconsulta conecta médicos e diminui distância entre pacientes e especialistas

Uma ferramenta tecnológica tem revolucionado o atendimento nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Desde a reestruturação do serviço de teleinterconsulta, neste ano, pacientes atendidos nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e nos hospitais do Instituto têm acesso mais rápido e direcionado a especialistas. A iniciativa encurta o tempo de diagnóstico, reduz custos e transforma a experiência de quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS). A teleinterconsulta conecta médicos das unidades às equipes especializadas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e do Hospital Cidade do Sol (HSol), por meio de um sistema digital integrado ao prontuário eletrônico MVPEP. O médico insere as informações clínicas e exames e, em pouco tempo, recebe um parecer técnico detalhado, garantindo agilidade e precisão nas condutas. [LEIA_TAMBEM]Segundo Lillian Campos, gerente de Comando Estratégico da Diretoria de Atenção à Saúde, o objetivo é assegurar o melhor encaminhamento para o paciente, reduzindo o tempo de permanência nas UPAs para menos de 24 horas. “Quando o médico tem acesso rápido ao parecer especializado, conseguimos decidir com agilidade se o paciente precisa ser transferido, internado ou se pode seguir em tratamento ambulatorial. Isso dá fluidez à jornada do paciente e segurança à equipe”, explica. Atendimento especializado e resultados reais O impacto prático é evidente. No Hospital Cidade do Sol, a teleinterconsulta em nefrologia realizou 501 avaliações em apenas 57 dias, e 73% dos casos foram resolvidos sem necessidade de deslocamento do paciente. Na hematologia do Hospital de Base, o modelo otimiza o uso de leitos e fortalece a integração entre os níveis de atenção. O médico Luiz Henrique Athaides Ramos relata que o tempo entre a suspeita e a confirmação de doenças graves, como leucemias e linfomas, caiu de semanas para menos de 24 horas. “Hoje conseguimos autorizar consultas, encaminhar internações e iniciar tratamentos quase em tempo real. Isso representa menos sofrimento e mais chance de recuperação para o paciente”, afirma. “Hoje conseguimos autorizar consultas, encaminhar internações e iniciar tratamentos quase em tempo real. Isso representa menos sofrimento e mais chance de recuperação para o paciente”, afirma o médico Luiz Henrique Athaides Ramos | Foto: Divulgação/IgesDF Na cardiologia, a médica Celeste Oliveira ressalta que a teleinterconsulta tem sido decisiva para evitar encaminhamentos desnecessários e garantir diagnósticos mais assertivos. “Muitas vezes recebemos solicitações de pacientes com alterações em exames que não estão relacionadas ao coração. Com a análise detalhada, conseguimos orientar o médico da UPA, ajustar o tratamento e evitar intervenções desnecessárias. Isso é cuidado com responsabilidade”, ressalta. Aprendizado e expansão Além de agilizar diagnósticos, a teleinterconsulta fortalece a formação e a troca de conhecimento entre profissionais. “É uma ferramenta de ensino e prática. Os médicos das UPAs aprendem com a experiência dos especialistas, e nós entendemos melhor os desafios da ponta”, destaca Amandha Roberta, chefe do Núcleo de Inovação e Saúde Digital (NUSAD). O IgesDF já planeja expandir o serviço para novas áreas clínicas e cirúrgicas, como gastroenterologia, reumatologia e otorrinolaringologia, além de especialidades voltadas à saúde da mulher. A meta é consolidar a teleinterconsulta como prática permanente, integrada ao prontuário eletrônico, com suporte de videoconferência e painéis inteligentes para acompanhamento de indicadores. “É uma ferramenta de ensino e prática. Os médicos das UPAs aprendem com a experiência dos especialistas, e nós entendemos melhor os desafios da ponta”, aponta Amandha Roberta, chefe do Núcleo de Inovação e Saúde Digital (NUSAD) “Estamos construindo um modelo de cuidado mais inteligente, acessível e resolutivo. A tecnologia é o meio, mas o propósito é humano: garantir que o paciente receba o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo”, resume Lillian Campos. *Com informações do IgesDF

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Pacientes em momentos finais de vida têm dignidade e acolhimento em hospitais do DF

Nos corredores do Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia, o cuidado é de forma suave, no gesto, no olhar, no café quente ou no simples toque de mão. É ali que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) tem transformado o modo de lidar com a finitude da vida. Neste sábado (11), Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, o instituto celebra não apenas um serviço oferecido, mas uma filosofia: a de que todo ser humano merece dignidade até o último instante. Pela primeira vez, as UPAs do Núcleo Bandeirante, Vicente Pires e Ceilândia I passaram a oferecer atendimento em cuidados paliativos, conduzido por médicos especializados. No HSol, o serviço foi reforçado com uma equipe multiprofissional dedicada, garantindo assistência integral e acolhedora a pacientes em estado grave ou sem perspectiva de cura, mas com pleno direito ao bem-estar. A ala de cuidados paliativos do HSol conta com uma equipe multiprofissional dedicada | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  O cuidado em cada detalhe A rotina no HSol é marcada por gestos de carinho e atenção. A paciente Severina Mendes da Silva, 77 anos, com Parkinson avançado, está internada há três meses. A nora dela, Helena Costa Falcão, conta que o tratamento vai muito além dos cuidados médicos. “Todos são muito atenciosos. A equipe conversa, escuta. Minha sogra é lúcida e tem seus desejos atendidos aqui no hospital. Quando pede um doce de leite, um arroz-doce com canela ou até um sorvete neste calor, eles sempre dão um jeito. É um acolhimento que  conforta toda a família”, relata Helena. Camila Alencar Frois garante que, quando possível, atende a pedidos dos pacientes, como sorvete e arroz-doce De acordo com a fonoaudióloga e chefe da equipe multiprofissional, Camila Alencar Frois, atender aos pequenos desejos é parte do processo terapêutico. “Essas vontades representam conforto. Claro que tudo é avaliado pelo nutricionista, mas buscamos que se sintam bem. Fazemos o máximo para isso”, explica. Camila, além da função técnica, também arruma tempo para pintar as unhas das pacientes. “Elas me pedem, escolhem a cor e eu faço com carinho. É um momento de vaidade, do resgate da identidade. Virei a manicure oficial delas”, brinca. Equipe que acolhe com o coração O hospital dispõe de dez leitos exclusivos para cuidados paliativos em contexto de fim de vida, que recebem pacientes oncológicos e não oncológicos. A maioria tem mais de 80 anos, mas a unidade já acolheu até pacientes centenários. A equipe é formada por psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas, que, junto às famílias, elaboram um plano terapêutico voltado ao bem-estar e à autonomia do paciente. Julia Gurgel: "Aprendemos que acolher é um exercício diário" Para a gerente-geral do hospital, Julia Gurgel, o projeto também transformou a forma como os profissionais enxergam o cuidado. “Aprendemos que acolher é um exercício diário. Às vezes a família entende o quadro, no outro dia volta cheia de dúvidas e medo. E a gente está aqui para acolher quantas vezes forem necessárias. Isso nos humaniza. Ensina que cuidar não é só salvar vidas, é amparar a dor com respeito”, reflete. A enfermeira responsável pela ala de paliativos, Adália Gonçalves, reforça a importância da empatia. “Poderia ser minha mãe ou meu avô. Aqui, cuidamos para que o último momento seja o mais confortável possível”, completa. Como o serviço funciona O atendimento é destinado a pacientes em diferentes faixas etárias que necessitam de cuidados paliativos. A triagem é realizada com base na ferramenta internacional SPICT, que avalia a elegibilidade dos casos para esse tipo de acompanhamento. Quando há indicação, a equipe especializada é acionada. Nas unidades com médicos paliativistas fixos, o atendimento é presencial. Já nas demais, o suporte ocorre por teleconsulta, o que permite avaliação clínica e encontros virtuais com familiares, ampliando o acolhimento e a integração da equipe com o núcleo familiar. “Parte dos pacientes consegue se recuperar e voltar para casa. Outros permanecem conosco até o fim, sempre com respeito e dignidade” Arthur Luz, chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF Nos casos mais delicados, o paciente é encaminhado ao HSol, onde o foco é o conforto. A equipe atua no controle de sintomas e na adoção de medidas proporcionais ao quadro clínico, oferecendo um ambiente acolhedor, com atenção especializada e humanizada. “Parte dos pacientes consegue se recuperar e voltar para casa. Outros permanecem conosco até o fim, sempre com respeito e dignidade”, explica o médico paliativista Arthur Luz, chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF. O cuidado no HRSM No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma equipe exclusiva também se dedica a esse tipo de atendimento. O time é composto por uma enfermeira paliativista e médicos  disponíveis 24 horas, responsáveis por avaliar e responder aos pareceres solicitados pelas equipes assistenciais. “Muitas pessoas chegam em busca de atendimento e acabam descobrindo um câncer ou outra doença já em estágio avançado. A partir daí, iniciamos o acompanhamento e oferecemos o suporte necessário, tanto para o paciente quanto para a família, até que ele seja encaminhado para o Hospital de Apoio de Brasília ou para o HSol”, explica a enfermeira Léia Lima. Mesmo recente, o serviço já apresenta resultados significativos. Em apenas três meses de implantação, houve redução de internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para pacientes sem critérios clínicos para esse tipo de suporte, além da diminuição de procedimentos desnecessários. A oferta de atenção especializada e humana evita procedimentos invasivos e proporciona qualidade de vida “Estamos conseguindo oferecer um espaço adequado, com atenção especializada e humana. Isso evita procedimentos invasivos e proporciona qualidade de vida. Nosso trabalho é aliviar, ouvir e estar presente”, destaca Arthur. O Instituto planeja expandir o serviço nos próximos meses. “Queremos fortalecer a teleconsulta e incluir mais profissionais paliativistas, garantindo que todas as unidades tenham suporte técnico e humano”, conclui o especialista. *Com informações do IgesDF

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Hospital Cidade do Sol treina equipes para agir em emergências cardíacas

Profissionais do Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), participaram na última quarta-feira (17) de uma tarde intensa de aprendizado prático. O “Treinamento de Habilidade: Prática em Compressão de Alta Qualidade Adulto” reuniu quatro turmas e reforçou a importância da atualização constante no atendimento a emergências. Segundo o chefe do núcleo de enfermagem, Leandro Queza, a iniciativa fortalece a atuação das equipes e aumenta a segurança dos pacientes. “O treinamento garante que os profissionais respondam de forma rápida e eficaz em situações críticas, refletindo diretamente na qualidade da assistência”, afirma. A enfermeira Luiza Esteves de Melo destacou o aspecto técnico da atividade. “Nosso foco foi treinar a execução correta das manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), garantindo compressões torácicas eficazes e ventilação adequada. Essa prática mantém a circulação e a oxigenação até a chegada de suporte avançado”, explica. O “Treinamento de Habilidade: Prática em Compressão de Alta Qualidade Adulto” reuniu quatro turmas e reforçou a importância da atualização constante no atendimento a emergências | Foto: Divulgação/IgesDF  Na etapa prática, os participantes aplicaram o conteúdo em manequins de simulação, esclarecendo dúvidas e reforçando os conhecimentos adquiridos. O exercício aproximou a teoria do cotidiano hospitalar, padronizando condutas e ampliando a segurança do atendimento. “Mais do que uma atualização técnica, esse treinamento valoriza nossos profissionais, oferecendo ferramentas para atuar com confiança. Quando a equipe se sente preparada, o cuidado ao paciente ganha ainda mais qualidade”, afirma Júlia Gurgel, gerente-geral do hospital. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Cozinha do Hospital Regional de Santa Maria passará por reforma

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na última sexta-feira (5), o edital para a contratação da empresa responsável pela reforma da cozinha do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A unidade é encarregada do preparo de cerca de 5.200 refeições por dia, que servem pacientes, acompanhantes e colaboradores do próprio hospital, e também de outras seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF e do Hospital Cidade do Sol (HSol). De acordo com o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, a reforma é considerada vital para garantir a permanência das condições sanitárias adequadas, a eficiência operacional e a segurança alimentar. “Essa obra vai modernizar os espaços e assegurar que o serviço continue sendo prestado com qualidade e segurança”, explica. A decisão de reformar o espaço foi tomada após relatórios de inspeção do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM e da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde do Distrito Federal (PROSUS). Desde que foi construída, a cozinha só havia recebido pequenas intervenções, sem uma reforma estrutural completa. Segundo Adisson, entre as principais melhorias previstas estão a construção de um novo refeitório, a readequação dos espaços internos e a instalação de câmaras frigoríficas modernas para congelados, laticínios, hortifrutis e carnes. “Também serão criados setores climatizados para saladas, confeitaria e dietas especiais, além de áreas específicas para lavagem de louças, panelas e carrinhos”, completa. Entre as melhorias previstas estão a construção de um novo refeitório, a readequação dos espaços internos e a instalação de câmaras frigoríficas modernas | Foto: Divulgação/IgesDF Mais melhorias A reforma inclui ainda a implantação de um sistema de climatização e exaustão mecânica adequados, que contribuirão tanto para manter a temperatura quanto assegurar a qualidade do ar. O edital também exige a aplicação de novos acabamentos em pisos, paredes e tetos com revestimentos de alta performance para higiene. O superintendente garante ainda que, além das mudanças estruturais, o edital prevê a modernização dos equipamentos de cocção e refrigeração, o que deve garantir maior eficiência no preparo e conservação dos alimentos. “Essa obra vai modernizar os espaços e assegurar que o serviço continue sendo prestado com qualidade e segurança”, explica. Adisson Gabriel Vieira, Superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF O plano prevê a instalação de contêineres refrigerados temporários para armazenar alimentos perecíveis e a realização da obra em etapas, de forma que a produção não seja interrompida. O valor estimado para a execução é de R$ 8,2 milhões, com contratação pelo critério de menor preço global. Segundo Adisson, esse modelo garante economicidade, padronização dos métodos e um maior controle de qualidade, evitando a fragmentação da obra e assegurando que a proposta vencedora seja a mais vantajosa para o Instituto. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF  

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IgesDF abre novos processos seletivos para profissionais da saúde e áreas de apoio

A semana começou com boas notícias para quem busca colocação na área de saúde no Distrito Federal. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) abriu, nesta segunda-feira (25), novos processos seletivos para compor o cadastro reserva de profissionais que poderão atuar no Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HSol) e as 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As vagas contemplam diferentes áreas: analista de laboratório – microbiologia, médico emergencista, médico cardiologista, analista II – compras de insumos e engenheiro clínico. A remuneração varia de R$ 4,1 mil a R$ 17,2 mil, de acordo com a função e a carga horária semanal. Os editais estabelecem como requisitos obrigatórios a formação superior na área de atuação, o registro no respectivo conselho profissional e experiência mínima de seis meses. Legenda Além da remuneração, os selecionados terão acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo e unidade de trabalho), clube de descontos, abono semestral e folga no dia do aniversário. O prazo para inscrições vai até o dia 31 de agosto, exclusivamente no site do Iges DF.  *Com informações do Iges-DF

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Após mais de um ano internado, paciente se despede da equipe que virou sua família no Hospital Cidade do Sol

O que começou como um atendimento de emergência se transformou em uma história de afeto e recomeço. Francisco Beserra da Silva, de 74 anos, chegou ao Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), em abril de 2024, com um diagnóstico grave de dengue, desnutrição severa e em situação de vulnerabilidade social. Um ano e três meses depois, Francisco deixa o hospital recuperado e cercado por profissionais que se tornaram sua segunda família. Nesta quinta-feira (31), ele foi transferido para o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, em Sobradinho, onde continuará recebendo cuidados, agora com mais saúde e dignidade. Depois de um ano e três meses de internação, Francisco Beserra da Silva deixa o Hospital Cidade do Sol recuperado; o novo destino é o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, em Sobradinho | Fotos: Bruno Henrique/IgesDF  Um longo caminho até a recuperação Quando chegou ao hospital, Francisco não andava, não falava e rejeitava qualquer tipo de cuidado. A fisioterapeuta Monik Aguiar lembra que, no início, ele resistia ao tratamento. “Não aceitava terapia, não gostava de ser tocado e reagia com agressividade. Mas, aos poucos, conquistamos sua confiança. Não sei dizer quando isso mudou exatamente, mas quando ele nos permitiu cuidar, criou-se um elo", conta. Além das sessões de fisioterapia, Monik criou com ele um ritual diário: a oração matinal. “Costumo dizer que o Hospital do Sol salvou a vida do Seu Chico, e ele salvou as nossas. Rezo com ele todas as manhãs. Vê-lo bem faz parte da minha motivação diária”,  diz. A recuperação física veio acompanhada da reabilitação nutricional. Francisco chegou pesando apenas 36,4 kg e com um quadro grave de desnutrição. Com dieta personalizada e acompanhamento contínuo, ganhou 11,8 kg, um avanço expressivo que transformou não apenas sua aparência, mas também sua disposição. “A melhora no estado nutricional foi essencial para devolver a autonomia e a interação social”, explica a nutricionista Luthiana da Paixão Santos. “O ganho de peso, aliado à fisioterapia, trouxe mais do que massa corporal. Trouxe funcionalidade e vontade de viver. Hoje ele realiza atividades, interage e até participa de momentos de lazer com a equipe e outros pacientes.” A fisioterapeuta Monik Aguiar lembra que, no início, Seu Chico resistia ao tratamento: “Não aceitava terapia, não gostava de ser tocado e reagia com agressividade. Mas, aos poucos, conquistamos sua confiança" Mais que assistência: acolhimento A jornada de Francisco começou ainda na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia, para onde foi levado pelo Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF). Lá, permaneceu internado até ser transferido para o HSol. Desde o início, o serviço social trabalhou para reconstruir sua história e garantir um lar definitivo. “Ele estava em situação de rua, sem vínculos familiares sólidos, mas conseguimos resgatar parte de sua trajetória”, relata a assistente social Mariana Melgaço. Segundo ela, os relatos contam que Francisco sempre gostou da liberdade. “Desde jovem, no Ceará, ele vivia andando por aí e até dormia em árvores. Tentaram alugar um quarto para ele, mas não permanecia nem dois dias. Preferia a rua.” Mesmo sem uma família tradicional, Seu Chico encontrou no hospital uma rede de cuidado e afeto. Para Mariana, sua história é prova do poder do trabalho em equipe. “Cada profissional contribuiu um pouco, e o resultado está aí: ele tem conforto, dignidade e qualidade de vida. Ver essa virada é extremamente gratificante, inclusive do ponto de vista profissional”, afirma. O maqueiro Joabson Araújo acompanhou Seu Chico desde os primeiros dias: “Levamos ele até o circo, que estava montado perto do hospital. Foi um dos dias mais felizes da vida dele” Uma despedida com visita marcada Durante o período de internação, Francisco conquistou até quem atua nos bastidores. É o caso do maqueiro Joabson Araújo, que o acompanhou desde os primeiros dias: “Levamos ele até o circo, que estava montado perto do hospital. Foi um dos dias mais felizes da vida dele. Guardo as fotos com carinho.” Para a equipe, a partida não é um adeus, e sim o início de um novo capítulo. “Cuidar do Seu Chico foi um presente. Cada passo que ele deu, cada sorriso, cada ‘sim’ que nos disse me formou como profissional e como pessoa. No fim das contas, fomos nós que ganhamos”, resume Monik Aguiar. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Festa junina transforma internação no Hospital Cidade do Sol

Humanizar o atendimento é um dos compromissos diários do Hospital Cidade do Sol (HSol), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). E foi com esse propósito que, nesta quarta-feira (18), a unidade promoveu uma  festa junina especial para pacientes internados, trazendo cor, música e alegria ao ambiente hospitalar. Pacientes e profissionais da saúde se divertiram em uma comemoração que teve como foto o conforto emocional | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Para a superintendente do HSol, Julia Gurgel, esse tipo de iniciativa faz a diferença na recuperação do paciente. Segundo ela, uma equipe comprometida ajuda muito nesse processo. “A internação é um momento de incertezas”, aponta. “Nosso papel vai além do cuidado físico; também envolve acolher e confortar emocionalmente. Celebrar essas datas é uma forma de oferecer esperança e leveza”. Alegria e descontração tomaram conta da quarta-feira no Hospital Cidade do Sol  Organizado com o apoio das equipes multiprofissional e administrativa da unidade, o evento contou com decoração temática, comidas típicas adaptadas às necessidades dos pacientes, música ao vivo e brincadeiras tradicionais como pescaria, jogo de argolas e “boca do palhaço”, pensadas para permitir a participação de todos. “Trazer vida e afeto para dentro do hospital é essencial”, reforçou  a  coordenadora multiprofissional do hospital, Camila Frois. “Essa festa é mais do que entretenimento, é uma maneira de lembrar  aos pacientes que eles não estão sozinhos, e que o cuidado também pode ser leve, divertido e cheio de carinho.” Julia Gurgel, superintendente do HSol: “Nosso papel vai além do cuidado físico;  também envolve acolher e confortar emocionalmente. Celebrar essas datas é uma forma de oferecer esperança e leveza” A comemoração foi feita em espaço aberto e reuniu pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. Durante algumas horas, a rotina hospitalar deu lugar ao forró, às risadas e aos abraços. Naquele cenário de festa, acessos venosos, sondas ou cadeiras de rodas  deixaram de ser o centro das atenções. Manoel do Nascimento comemorou: “Hoje eu pude dançar um forrozinho, me divertir. Isso me deu uma energia e me fez lembrar da alegria da minha casa” Manoel do Nascimento, internado para tratar uma pneumonia, elogiou a atividade. “Ficar deitado o tempo todo deixa a gente mais para baixo”, considerou. “Hoje eu pude dançar um forrozinho, me divertir. Isso me deu uma energia e me fez lembrar da alegria da minha casa”. *Com informações do IgesDF

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Assistentes sociais acolhem histórias no DF

No dia 15 de maio, celebra-se o Dia do Assistente Social — uma data que vai além das homenagens e se torna um convite à reflexão sobre o impacto real que esses profissionais têm na vida de milhares de pessoas. No Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), o trabalho desses profissionais é fundamental para todos, ainda que pouco visível para muitos. Atualmente, a instituição conta com 102 assistentes sociais contratados, distribuídos entre os hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM), Cidade do Sol (HSol) e as unidades de pronto atendimento (UPAs).   São esses colaboradores que acolhem, escutam e traçam caminhos. No HBDF, foram mais de 45 mil atendimentos apenas em 2024. “Cada atendimento é uma história, uma oportunidade para que o paciente tenha acesso aos seus direitos, trazendo dignidade e esperança para aqueles que, muitas vezes, não sabem como lutar por isso,” afirma a assistente social Érica Tedesque, chefe do Serviço Social do hospital. No HBDF, o Serviço Social prestou mais de 45 mil atendimentos em 2024 | Foto: Divulgação/IgesDF O alcance dessa atuação vai além da burocracia. Os colaboradores fazem parte das equipes multiprofissionais, superando obstáculos como abandono familiar, dificuldades de transporte, falta de medicamentos de alto custo e ausência de documentos. “O paciente não é apenas um corpo doente. Ele tem uma história, vínculos, uma realidade social. Nosso papel é garantir que esse contexto seja levado em consideração, para que o cuidado seja realmente completo,” ressalta.   No HRSM, 22 profissionais atuam em praticamente todos os setores do hospital — da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ao pronto-socorro infantil, da maternidade aos ambulatórios. Para a chefe do Serviço Social da unidade, Edileia Tibério Santana, essa presença é fundamental para assegurar um atendimento integral. “Somos uma equipe comprometida com a missão e a visão institucional do Instituto, pautando nossa atuação na promoção de um cuidado humanizado, ético e socialmente responsável,” explica.   O olhar atento do assistente social começa na admissão do paciente. Desde o início, é planejada uma alta segura e viável — principalmente para quem enfrenta vulnerabilidades. Quando o retorno ao lar não é possível, a equipe articula com a rede pública acolhimentos institucionais, acompanhamento domiciliar ou acesso a benefícios sociais.   Essa articulação exige diálogo constante com órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e conselhos tutelares. O objetivo é claro: garantir que o cuidado não termine na saída do hospital, mas siga fortalecido por uma rede de apoio e profissionais que compreendem a complexidade da vida em todas as suas dimensões.    [LEIA_TAMBEM]A colaboradora da UTI adulto do HRSM, Núbia Maria Borges, vivencia essa realidade diariamente. Para ela, o trabalho é intenso e profundamente humano. “Nesse contexto, minha atuação vai além do suporte técnico — trata-se de um trabalho de humanidade. Atendo pacientes em estado crítico e suas famílias, oferecendo acolhimento, orientação e esclarecimentos em momentos de sofrimento e angústia”, conta.   “O que me impulsiona a atuar nesta área é a chance de impactar momentos decisivos da trajetória das pessoas. Acredito que, mesmo diante da gravidade, é possível oferecer conforto, dignidade e suporte — contribuindo para que o paciente e seus familiares se sintam acolhidos e respeitados em sua caminhada,” completa.   No ambiente da cardiologia do HBDF, a assistente social Tatiana Maria compartilha um pouco da emoção do dia a dia: “Posso falar de cada ritmo cardíaco acelerado de felicidade da família e da equipe quando um paciente retorna de uma cirurgia de alto risco. Saber que o Serviço Social contribuiu naquele momento, na admissão social, orientações, intervenções, contatos, processos ou reuniões, traz uma sensação de total satisfação, como profissional e pessoa. É difícil citar um caso só, porque, em saúde do coração, um sopro pode custar uma vida,” conclui. *Com informações do IgesDF

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Farmácia Hospitalar do IgesDF apresenta resultados e projeta inovações para 2025

A Geifo - Gerência de Insumos Farmacêuticos e OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) apresentou, nestas terça (6) e quarta-feiras (7),  o comparativo dos resultados do primeiro trimestre de 2024 com o primeiro trimestre deste ano e dos projetos estratégicos da Farmácia Hospitalar. Números mostram que houve melhoras na comparação entre o primeiro trimestre de 2024 e o deste ano | foto: Alberto Ruy/IgesDF A atividade reuniu mais de 130 farmacêuticos hospitalares de todas as unidades do instituto, como o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HSol) e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs).  Com foco em engajamento, integração e eficiência, o encontro foi aberto pelo presidente do Conselho Regional de Farmácia do DF (CRF-DF), Humberto Lopes, que destacou a importância do papel dos farmacêuticos para a segurança e qualidade da assistência em saúde. Maior economia A titular da Geifo, Jéssica Nobre, ressaltou que, na comparação dos dados de 2024 com os de 2025, houve uma expressiva economia nos estoques e maior racionalização dos processos logísticos. “Nós tivemos uma redução total de mais de R$ 19 milhões no estoque geral, só no Hospital de Base”, afirmou. Segundo a gestora, esse avanço é fruto da vigilância constante, auditorias, inventários rotativos, remanejamento estratégico entre unidades e uso de novas tecnologias. Entre os dados apresentados, destacou-se a expressiva redução das perdas por vencimento, que caíram de 0,39% para 0,19%. Também foi abordado o reaproveitamento de mais de R$ 138 mil em medicamentos remanejados — o que incluiu mais de 31 mil unidades de insumos redistribuídas entre as farmácias do instituto. Essa estratégia evitou, por exemplo, a perda de R$ 6.650 em heparina, que pôde ser redirecionada ao Hospital de Base. A chefe do Serviço de Farmácia Clínica do HBDF, Nathalia Lobão, foi convidada a falar sobre a importância da integração entre as áreas clínica e hospitalar. “Estou aqui como farmacêutica clínica, mas, acima de tudo, sou farmacêutica”, disse. “Sem vocês, farmacêuticos hospitalares e logísticos, a gente não trabalha. E vai chegar o momento em que a logística também não vai funcionar sem os clínicos. Precisamos caminhar juntos”. Integração [LEIA_TAMBEM]Ao final da dinâmica, a superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Bárbara Santos, reforçou o papel de cada profissional nos resultados alcançados: “Esses resultados não seriam possíveis sem o comprometimento, o olhar atento e a dedicação diária de cada farmacêutico aqui presente. Vocês fazem a diferença em cada ponta do processo”. O encerramento do encontro foi marcado por vídeos que retratam o dia a dia dos farmacêuticos e relembraram matérias publicadas na imprensa sobre inovações implantadas, como o uso de robôs para o transporte de materiais médico-hospitalares — projeto iniciado nos hospitais e que será ampliado para outras unidades. Também houve a entrega de certificados de reconhecimento aos farmacêuticos que mais se destacaram positivamente em suas unidades. Cada chefia de núcleo indicou de três a cinco profissionais, celebrando a dedicação e os resultados obtidos em equipe. “Hoje estamos aqui trazendo resultados; no ano passado, apresentamos as propostas, e agora mostramos que elas deram certo”, finalizou Jéssica. *Com informações do IgesDF

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Tardezinha do HSol transforma hospital em sede de alegria e afeto

No Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia, uma tarde por mês é reservada para música, histórias, encontros e emoções. A Tardezinha do HSol é uma iniciativa da equipe multiprofissional da unidade de saúde com o propósito de transformar o ambiente hospitalar e proporcionar aos pacientes momentos de lazer e bem-estar. O evento é realizado na área comum da unidade e mobiliza profissionais de diversas áreas, estudantes de instituições de ensino e, principalmente, os próprios pacientes, que se tornam protagonistas dessa experiência afetiva. “Esse momento é importante porque transforma o hospital em um espaço de vida, e não só de tratamento” Flávio Amorim, gerente do HSol “Esse momento é importante porque transforma o hospital em um espaço de vida, e não só de tratamento. O ambiente se torna mais leve, mais acolhedor. A cada edição, vemos sorrisos, lágrimas de emoção e escutamos relatos que nos lembram por que escolhemos trabalhar com saúde”, afirma o gerente do HSol, Flávio Amorim. A mais recente edição da Tardezinha, nesta sexta-feira (11) contou com a participação de estudantes do Centro Universitário UDF. Uma das convidadas foi a aluna de fonoaudiologia, Angélica Lhyra Poleto Rodrigues, que encantou pacientes com canções afetivas e cheias de memórias. Projeto mostra que o tratamento de um paciente vai além de medicamentos e cirurgias | Foto: Divulgação/IgesDF A gerente multidisciplinar do hospital, Camila Frois, conta como surgiu a parceria. “Encontrei um vídeo da Angélica cantando nas redes sociais da universidade, achei muito lindo e logo tratei de entrar em contato para convidá-la a participar do nosso projeto. Pensamos com carinho nas três músicas que seriam apresentadas aos pacientes, buscando canções que remetessem à infância e à convivência com os avós, para incentivar que todos cantassem juntos. Mais do que a música, o objetivo principal foi escutá-los — ouvir suas histórias, suas experiências, suas vozes. Foi uma troca afetiva e muito rica para todos nós.” Angélica explica que a ação também fará parte de um trabalho acadêmico. “Toda essa ação será documentada no projeto A alegria de ouvir a voz da terceira idade, para uma disciplina da universidade. Nosso objetivo é esse: somar à comunidade, fazer a diferença e deixar nossa marca nos corações, para além da sala de aula.” Para Regiane da Silva, da equipe de Humanização do HSol, o impacto da ação vai além do momento vivido. “É uma alegria que mexe com o coração de todo mundo.” “A gente sai de quatro paredes brancas para o verde da natureza, ouvir histórias, cantar” Adilene Cerqueira, paciente Entre os pacientes que participaram da atividade, o sentimento foi de gratidão e encantamento. Internada desde o dia 9 de abril após um AVC, Adilene Vieira Cerqueira se emocionou. “Foi maravilhoso. A gente sai de quatro paredes brancas para o verde da natureza, ouvir histórias, cantar. Isso nos dá força e fé. Temos que aproveitar, perdoar, ser transparentes. Foi um momento de união, de falar de Deus e das pessoas.” Aldenora Bezerra Dantas, acompanhante do paciente Francisco Arlindo Dantas — internado desde 14 de março com pressão alta e pré-diabetes — também se emocionou com a experiência. “Isso aqui é uma terapia. Para nós que estamos acompanhando e para eles que estão internados, é um momento de amor. Nota dez pra tudo. Pena que é só uma vez por mês, podia ser mais. Aqui a gente sente cuidado, carinho.” “O compromisso com a qualidade vai além dos resultados clínicos: está presente na experiência dos nossos pacientes, no cuidado centrado nas pessoas e na busca constante por avanços que gerem impacto real na vida da população”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF

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IgesDF oferece atendimento psicológico a colaboradores

Cuidar da saúde mental de seus colaboradores é uma das prioridades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Por meio do Projeto Acolher, a instituição disponibiliza atendimento psicológico gratuito, garantindo suporte para enfrentar os desafios do dia a dia e promovendo a melhoria contínua da gestão e da qualidade de vida no ambiente de trabalho. A psicóloga Amsha Lima atende semanalmente os colaboradores do IgesDF no Hospital Cidade do Sol (HSol) e em unidades de pronto atendimento (UPAs) | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A psicóloga Amsha Lima, especialista do projeto, atende semanalmente no Hospital Cidade do Sol (HSol) e em unidades de pronto atendimento (UPAs), oferecendo acolhimento estratégico nos locais onde a solicitação de atendimento é maior e a demanda emocional, mais intensa. “Atender diretamente nas unidades de saúde faz toda a diferença. Muitas vezes, os colaboradores moram longe ou têm duplo vínculo e não dispõem de tempo para buscar ajuda fora do ambiente de trabalho. Estar presente aqui possibilita que eles tenham esse espaço para falar, aumenta a adesão e, inclusive, permite trocas entre eles sobre este e outros serviços, como o atendimento da nutrição. Assim, podem se fortalecer e encontrar estratégias para entender e lidar com diferentes situações”, explica Amsha. “Estamos vivendo uma era em que os transtornos emocionais são cada vez mais comuns. Procurar ajuda é um ato de coragem e autocuidado” Amsha Lima, psicóloga do Projeto Acolher No HSol, a psicóloga atende até oito colaboradores todas as terças-feiras, dividindo os atendimentos entre manhã e tarde. O suporte é oferecido para quem solicita o serviço ao Projeto Acolher pelo e-mail: projetoacolher@igesdf.org.br. A alta demanda reflete a crescente conscientização sobre a importância da saúde mental no ambiente profissional. O mundo passa por transformações aceleradas, crises sociais e econômicas, além dos impactos emocionais causados pelas perdas durante a pandemia de covid-19. Soma-se a isso o estresse cotidiano, especialmente entre profissionais da saúde, que convivem com realidades difíceis de muitos pacientes. “Estamos vivendo uma era em que os transtornos emocionais são cada vez mais comuns. Ansiedade, estresse, exaustão e depressão estão presentes na rotina de muitos trabalhadores. O mais importante é saber que ninguém precisa enfrentar isso sozinho. Procurar ajuda é um ato de coragem e autocuidado”, afirma a psicóloga. Para a técnica de enfermagem do HSol e uma das beneficiadas pelo projeto, Eziana Ribeiro da Conceição, a iniciativa do Instituto é fundamental para o bem-estar dos profissionais. “Esse atendimento é maravilhoso. Nos ajuda a lidar com o estresse, a desabafar e a nos concentrar melhor. Às vezes, só de saber que tenho um horário marcado para a terapia já me sinto mais aliviada. Isso melhora nossa qualidade de vida e até nosso desempenho no trabalho”, destaca Eziana. A atuação do Projeto Acolher vai além do HSol. Amsha também atende nas UPAs de Ceilândia 1 e 2, e há psicólogos atuando em outras UPAs, assim como no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), garantindo que mais colaboradores tenham acesso ao suporte emocional. “Ainda há muitos profissionais que não conhecem o Projeto Acolher. Nosso papel é não só oferecer o atendimento, mas também ampliar a divulgação dos serviços para que todos saibam que podem contar com esse suporte. Normalizar o cuidado com a saúde mental é essencial para promover um ambiente mais saudável nas relações de trabalho. Isso significa compreender nossa condição humana, valorizar a escuta e a subjetividade das pessoas, que têm diferentes percepções e experiências e, muitas vezes, enfrentam preocupações e dificuldades. Fortalecer a saúde mental pode contribuir para um ambiente com menos riscos de conflito nas relações interpessoais, melhor comunicação entre as pessoas e mais produtividade, com bons resultados”, reforça a especialista. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Nutrição adequada pode prevenir doenças e reduzir internações

A alimentação equilibrada é um dos pilares fundamentais para a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e obesidade. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), uma dieta saudável protege contra a desnutrição em todas as suas formas e reduz os riscos de DCNT, que estão entre as principais causas de morte no mundo. O assunto é tão importante que a data 31 de março é considerada o Dia Mundial da Saúde e da Nutrição. A nutricionista do Hospital Cidade do Sol (HSol), Maria Eduarda Estrela Campos, destaca a relevância de bons hábitos alimentares para a prevenção de doenças: “A alimentação balanceada é uma das ferramentas mais eficazes para evitar doenças e promover a saúde a longo prazo”. Ela ressalta que a inclusão de frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras na dieta diária fortalece o sistema imunológico e melhora a qualidade de vida. Os bons hábitos alimentares são fundamentais para a prevenção de doenças | Foto:Alberto Ruy/IgesDF Maria Eduarda ainda reforça a importância de pequenas mudanças na rotina alimentar: “Evitar o excesso de açúcar, sal e gorduras saturadas, além de manter uma hidratação adequada e praticar atividades físicas regularmente, são atitudes fundamentais para prevenir doenças crônicas e garantir mais qualidade de vida.” Outra nutricionista do HSol, Camila Costa, complementa: “Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, é essencial para evitar o desenvolvimento de doenças crônicas.” Dados recentes do Ministério da Saúde reforçam essa perspectiva. A segunda edição do Guia Alimentar para a População Brasileira aponta que o consumo excessivo de alimentos industrializados está diretamente associado ao aumento dessas doenças, enquanto uma dieta baseada em alimentos in natura ou minimamente processados contribui significativamente para a redução desses riscos. *Com informações do IgesDF

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Ingestão adequada de água traz benefícios para a saúde física e mental

No último sábado (22), foi celebrado o Dia Mundial da Água, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar sobre a importância desse recurso essencial para a vida no planeta. Mas a água não é apenas um elemento natural indispensável ao meio ambiente – ela é um componente fundamental do próprio corpo humano. Cerca de 60% do peso corporal de um adulto é composto por água, percentual que pode chegar a 75% nos recém-nascidos. No cérebro, esse índice chega a 80%, evidenciando a dependência do nosso organismo desse líquido vital. Uma hidratação adequada é essencial para o funcionamento de órgãos como coração, rins e cérebro | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF A água participa ativamente de praticamente todas as funções do organismo. Ela é responsável pelo transporte de nutrientes e oxigênio para as células, auxilia na regulação da temperatura corporal, lubrifica as articulações, melhora a digestão, favorece a eliminação de toxinas pelos rins e é essencial para a circulação sanguínea. Segundo a coordenadora médica do Hospital Cidade do Sol (HSol), Juliana de Almeida Barros, a água pode ser considerada um verdadeiro promotor natural de saúde: “A hidratação adequada é essencial para o funcionamento de órgãos como coração, rins e cérebro. Muitas vezes, sintomas como cansaço excessivo, tontura, dificuldade de concentração e até mesmo irritabilidade estão associados à falta de água no organismo. O simples hábito de beber água pode evitar esses desconfortos e melhorar a qualidade de vida”. Estudos indicam que uma leve desidratação – de apenas 1% a 2% do peso corporal – já pode comprometer o desempenho cognitivo e físico. A desidratação também pode ser uma das principais causas de dores de cabeça. “Quando há pouca água no organismo, o volume sanguíneo diminui e a circulação para o cérebro pode ser afetada, gerando dor”, afirma Juliana. Prevenção de doenças A ingestão adequada de água também pode ajudar a prevenir doenças crônicas e metabólicas. Pesquisas mostram que beber água regularmente reduz o risco de formação de cálculos renais, melhora o funcionamento do intestino e contribui para a regulação da pressão arterial. Além disso, a hidratação tem um papel essencial na saúde da pele. Sem água suficiente, a pele perde elasticidade, fica ressecada e mais propensa ao envelhecimento precoce. “Muitas pessoas investem em cremes caros para manter a pele saudável, mas esquecem que a hidratação começa de dentro para fora. Uma pele bonita e viçosa depende, antes de tudo, de uma boa ingestão de água”, destaca a coordenadora médica. Beber água regularmente reduz o risco de formação de cálculos renais, melhora o funcionamento do intestino e contribui para a regulação da pressão arterial Quanto de água beber por dia? A recomendação geral é de 2 a 3 litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com fatores como idade, peso, nível de atividade física e condições climáticas. “O ideal é observar os sinais do corpo. A sede já é um indicativo de que o organismo precisa de reposição. Outra forma de monitorar a hidratação é pela cor da urina: quando está muito amarela ou concentrada, pode ser um sinal de que o consumo de água está abaixo do ideal”, orienta Juliana. A água é mais do que um recurso natural: é um dos suportes da vida e da saúde. Pequenas mudanças de hábito, como aumentar a ingestão diária de água, podem trazer grandes benefícios para o bem-estar físico e mental. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital Cidade do Sol se consolida na retaguarda da rede pública de saúde do DF

Criado para atender a alta demanda de pacientes durante uma epidemia de dengue, o Hospital Cidade do Sol (HSol) se consolida como um suporte estratégico para a rede do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Hoje, a unidade atua como retaguarda do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das unidades de pronto atendimento (UPAs), recebendo pacientes de baixa e média complexidade para internação e conclusão do tratamento. O HSol colabora para desafogar os hospitais de referência, garantindo que pacientes recebam o atendimento necessário sem sobrecarregar unidades de alta complexidade | Fotos: Divulgação/IgesDF “A nossa estrutura não comporta especialidades complexas, mas consegue atender pacientes que precisam finalizar um ciclo de antibióticos ou estabilizar quadros como infecções urinárias e pneumonias. Isso ajuda a liberar espaço nas UPAs para novos atendimentos e reduzir o tempo de internação em hospitais de maior complexidade”, explica a coordenadora médica do HSol, Juliana de Almeida Barros. Com a redução dos casos de dengue, o hospital ampliou sua atuação. Desde junho de 2024, passou a receber pacientes de clínica médica e, posteriormente, casos específicos de cardiologia, como infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Esses pacientes são encaminhados via SisLeito, um sistema de controle de leitos baseado em relatório. Diferentemente do complexo regulador, a metodologia organiza as transferências dentro da rede pública, garantindo que o hospital receba apenas casos compatíveis com seu perfil de atendimento. “O paciente é avaliado pelo cardiologista ainda na UPA, por meio da telemedicina, e segue para o HSol para aguardar o cateterismo ou até mesmo a cirurgia cardíaca. Ele permanece na unidade de forma segura até que um leito especializado seja disponibilizado em outro hospital da rede”, detalha a médica. Segundo Flávio Amorim, gerente do HSol, a unidade desempenha um papel fundamental na estrutura do IgesDF: “Nosso objetivo é desafogar os hospitais de referência, garantindo que os pacientes recebam o atendimento necessário sem sobrecarregar unidades de alta complexidade. Além disso, priorizamos um cuidado humanizado, ouvindo as demandas dos pacientes e trabalhando para que o tratamento seja cada vez mais individualizado”. Outro diferencial do hospital é o uso da telemedicina para consultas especializadas. “Discutimos os casos com especialistas remotamente para evitar deslocamentos desnecessários e otimizar o atendimento. Acreditamos que somos a unidade do IgesDF que mais utiliza esse recurso”, ressalta Juliana. Além da equipe médica de clínica-geral, o HSol conta com o suporte de fisioterapeutas, profissionais de enfermagem, nutricionistas, fonoaudiólogos, farmacêuticos clínicos, psicólogos e assistentes sociais. A instituição também é reforçada pelo projeto Humanizar, que atua na interface entre pacientes e equipe multiprofissional, acolhendo demandas, ouvindo elogios e garantindo que o atendimento seja cada vez mais individualizado. Iniciativas como o Cineminha, a Tardezinha, o prontuário afetivo e o HCSol News colaboram para oferecer um atendimento mais humanizado Atendimento humanizado O Hospital Cidade do Sol se destaca pelo olhar humanizado no atendimento aos pacientes. Além da assistência médica de qualidade, a unidade promove iniciativas que tornam a internação mais acolhedora. Diariamente, os pacientes participam de sessões de fisioterapia ao ar livre, estimulando a recuperação em um ambiente mais leve. Uma vez por mês, o hospital promove o Cineminha, em que um telão é montado na sala de internação para exibir filmes atuais, oferecendo momentos de entretenimento e bem-estar. Outra iniciativa é a Tardezinha, um encontro ao pôr do sol com música, brincadeiras e sorteios para estimular interação social e atividades cognitivas, como jogos de memória. Recentemente, o hospital lançou o HCSol News, um jornalzinho semanal que traz uma matéria do instituto na capa e jogos como caça-palavras e sete erros, distraindo os pacientes durante a internação. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Jornalzinho no Hospital Cidade do Sol humaniza internação e mantém pacientes informados

Estar internado em um hospital pode ser uma experiência solitária e ansiosa para muitos pacientes. Pensando nisso, a equipe do Hospital Cidade do Sol (HSol) desenvolveu uma iniciativa inovadora: o HCSol News, um jornalzinho semanal com notícias institucionais, passatempos e conteúdos informativos para tornar a estadia hospitalar mais leve e interativa. O HCSol implementou um conjunto de ações voltadas para o acolhimento e humanização do atendimento de seus pacientes | Foto: Divulgação/IgesDF A ideia surgiu a partir da observação da analista do Núcleo de Humanização Rainayra Miguel, que identificou na pesquisa de satisfação Net Promoter Score (NPS) uma recorrente reclamação dos pacientes: a falta de atividades e entretenimento durante a internação. “Os pacientes comentavam que se sentiam entediados, sem acesso a informações externas, já que nem sempre podem usar o celular ou assistir à TV. Então, criamos o HCSol News como uma alternativa para informá-los e entretê-los ao mesmo tempo”, explica Rainayra. Publicado semanalmente, o HCSol News traz informações e passatempos para os internos O projeto foi desenvolvido em conjunto com a coordenadora multidisciplinar, Camila Frois, e rapidamente ganhou adesão entre os pacientes. O jornalzinho conta com uma matéria principal sobre o hospital, uma reportagem extraída do site do IgesDF, palavras cruzadas, jogo dos sete erros e frases para completar – tudo pensado para estimular a memória e oferecer um momento de descontração durante o período de internação. A primeira edição foi lançada na semana passada, e a recepção dos pacientes foi extremamente positiva – muitos agradeceram pela iniciativa. “O objetivo do jornal não é apenas informar, mas proporcionar um momento de lazer e distração aos pacientes. Mesmo sendo um hospital, acreditamos que pequenas ações podem tornar a experiência mais humanizada”, afirma Camila. Humanização da internação à alta O HCSol News se soma a um conjunto de ações do hospital voltadas para o acolhimento e humanização do atendimento. A equipe também desenvolveu a Jornada Humanizada, um projeto que acompanha o paciente desde sua chegada até o momento da alta. O primeiro passo dessa jornada é a Cartilha Informativa, entregue no momento da internação. Ela contém todas as informações sobre a rotina hospitalar, como horários de visitas, normas da unidade e direitos dos pacientes. Durante a internação, o paciente recebe o Prontuário Afetivo, um documento colocado ao lado do prontuário médico com informações sobre suas preferências, como apelido, músicas favoritas e cores prediletas. “Isso cria um vínculo entre a equipe de saúde e o paciente, garantindo um atendimento mais próximo e acolhedor”, destaca Rainayra. Por fim, no momento da alta, o hospital entrega o Cartão de Alta, um certificado assinado pelos profissionais que cuidaram do paciente, agradecendo pela confiança na equipe. “Esse pequeno gesto faz toda a diferença. Muitos pacientes saem emocionados ao perceberem que foram lembrados e valorizados durante sua internação”, completa Camila. Com iniciativas como essas, o Hospital Cidade do Sol reafirma seu compromisso com um atendimento humanizado, alinhado aos princípios do IgesDF, que busca constantemente aprimorar o cuidado e acolhimento à população do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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