Peça teatral com parceria do GDF homenageia o artista Alexandre Ribondi
Quando um artista parte, o que fica é o que ele construiu. No caso de Alexandre Ribondi, ficou muito: um jeito de fazer teatro, uma escola de formação de atores, uma luta por direitos que mudou histórias e uma cidade que, em certa medida, aprendeu a se ver no palco graças a ele. No próximo domingo (28), às 19h, o Teatro Mapati (707 Norte), em Brasília, recebe a estreia de Felicidade invisível, um espetáculo que traz à cena a intimidade, as contradições e a generosidade de um homem que ajudou a construir as bases do teatro brasiliense. Viabilizada em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi. O espetáculo e sua narrativa foram construídos a partir de textos não dramatúrgicos: recortes do último livro do homenageado, publicações em blogs, falas em entrevistas, depoimentos prestados à Comissão da Verdade da UnB e memórias da convivência artística e pessoal com o teatrólogo. O resultado foi surpreendente: uma dramaturgia adaptada que transforma a palavra escrita e falada em presença cênica. “Preservar a memória de artistas que ajudaram a construir a identidade cultural do Distrito Federal é parte do papel das políticas públicas de cultura. Quando uma obra como Felicidade invisível revisita a trajetória de Alexandre Ribondi, ela amplia o acesso da população a um legado que marcou o teatro brasiliense, a formação de artistas e a defesa dos direitos humanos”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto. A montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi | Foto: Divulgação/Secec-DF Mais do que uma homenagem, Felicidade invisível é também um ato político e afetivo: recolocar em cena um nome que moldou a cultura da capital federal, mas que ainda não ocupa o espaço que merece na memória coletiva da cidade. Quem foi Alexandre Ribondi Ribondi foi uma figura central na história cultural do Distrito Federal — teatrólogo, ator, diretor, professor e jornalista. Atuou como repórter do jornal Lampião e de outros periódicos, e teve papel decisivo na consolidação de um teatro genuinamente brasiliense. Em 2013, fundou a Oficina do Ribondi, espaço de formação de atores que segue ativo até hoje, mantido por Morillo Carvalho e Irina Buss após sua morte, em 2023. Ribondi também foi fundador do Beijo Livre, o primeiro grupo organizado de luta pelos direitos LGBTQIA+ do Distrito Federal, tornando-se uma referência incontornável na história dos direitos humanos na cidade. Felicidade Invisível Data: 28 de junho de 2026 (domingo) Horário: 19h Local: Teatro Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF Classificação indicativa: 14 anos Ingressos neste link Realização: Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Aberta seleção de representantes da sociedade civil para o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do DF
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do DF, o Edital nº 08/2026, que abre chamamento público simplificado para a seleção de representantes da sociedade civil que irão compor o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac-DF) no triênio 2026-2029. As inscrições estarão abertas entre 22 de junho e 22 de julho de 2026 e poderão ser realizadas presencialmente ou por meio do protocolo eletrônico da secretaria. Vinculado à Secec-DF, o Condepac-DF é o órgão colegiado responsável por contribuir para a formulação e consolidação da política de preservação do patrimônio cultural do Distrito Federal. Entre suas atribuições estão deliberar sobre o registro e o tombamento de bens culturais materiais e imateriais, além de exercer outras competências previstas na Lei Orgânica da Cultura e em seu regimento interno. O edital prevê o preenchimento de dez vagas para conselheiros titulares da sociedade civil, com respectivas suplências, distribuídas entre representantes de comunidades tradicionais, culturas populares, arte e cultura inclusiva e especialistas das áreas de antropologia, arquitetura e urbanismo, arqueologia, museologia, paleontologia, conservação e restauro de bens culturais e história. Também será formado cadastro de reserva para suprir eventuais vacâncias durante a vigência do mandato. O edital prevê o preenchimento de dez vagas para conselheiros titulares da sociedade civil | Foto: Divulgação/Secec-DF Na área de arte e cultura inclusiva, o processo assegura, no mínimo, uma vaga para pessoa com deficiência, observados os critérios de habilitação estabelecidos no edital. As candidaturas poderão ser apresentadas por autoindicação ou por indicação de segmentos organizados da sociedade civil. Para participar, os candidatos devem comprovar atuação no Distrito Federal, experiência mínima de dois anos no campo do patrimônio cultural e na área de representação escolhida, além de atender aos demais requisitos previstos no edital. A seleção será conduzida por Comissão Multidisciplinar, que avaliará a documentação apresentada, a experiência dos candidatos e realizará oitivas com os habilitados, conforme cronograma divulgado. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, a participação da sociedade civil é essencial para fortalecer a preservação da memória e da identidade cultural do Distrito Federal. "O Condepac-DF reúne diferentes conhecimentos e experiências para orientar decisões sobre a proteção do nosso patrimônio cultural. Este chamamento amplia a participação social e contribui para que as políticas públicas da área sejam construídas com diálogo, diversidade e compromisso com o interesse coletivo”, afirmou. As inscrições e os recursos deverão ser protocolados junto à Secretaria de Cultura e Economia Criativa, presencialmente ou por meio do sistema eletrônico disponibilizado pela pasta. Todas as etapas do processo seletivo, incluindo os resultados e eventuais alterações no cronograma, serão publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal e no site da Secec-DF. *Com informações da Secec-DF
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Gama recebe, neste fim de semana, o evento Fest Verão BSB — Edição Arraiá
O Fest Verão BSB chega em uma edição especial inspirada em uma das épocas mais queridas do calendário brasileiro. Neste ano, o evento ganha formato de arraiá e aposta em uma experiência temática que mistura o clima vibrante do festival com a energia das festas juninas, em dois dias de programação gratuita no estacionamento do Centro Olímpico do Gama. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e marcado para os dias 29 e 30, o Fest Verão BSB — Edição Arraiá reúne shows nacionais e locais, comidas típicas, quadrilha, brinquedoteca e uma ambientação pensada para transformar o espaço em um grande encontro de música, tradição e diversão. A proposta é unir o melhor da atmosfera junina à identidade festiva que já faz parte do evento, criando uma edição especial com clima de celebração e memória afetiva. “O Fest Verão BSB representa a força da cultura popular como instrumento de encontro, pertencimento e valorização das nossas tradições. Ao apoiar iniciativas como essa, o Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa reafirmam o compromisso de descentralizar o acesso à cultura, fortalecer eventos nas regiões administrativas e ampliar as oportunidades para artistas locais e nacionais compartilharem seus talentos com a população. É uma celebração que movimenta a economia criativa, promove convivência e leva cultura de qualidade para as famílias do DF”, afirmou o gestor da Secec-DF, Fernando Modesto. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e marcado para os dias 29 e 30, o Fest Verão BSB — Edição Arraiá reúne shows nacionais e locais | Foto: Divulgação/Secec-DF Na sexta-feira (29), a partir das 18h, a programação começa com Patrick Costa, Luiza Martins, Diego e Ray, Junior Ferreira e Nego Rainer. Já no sábado (30), também a partir das 18h, é a vez de Mariana Fagundes subir ao palco. Alana Macedo, Dj Thaís Boddah, Boka de Sergipe, Leandro Kato, Banda Imagem e Rayane e Rafaela completam a noite. Com entrada franca mediante a doação de 1 kg de alimento, a expectativa é reunir o público do Gama e de outras regiões do Distrito Federal em uma celebração que une entretenimento, tradição popular e o clima gostoso das festas de maio. Em uma edição especial, o Fest Verão BSB se reinventa sem perder sua essência: continua sendo sobre festa, encontro e experiência, agora com sotaque junino. Fest Verão BSB — Edição Arraiá Data: 29 e 30 (sexta-feira e sábado) Local: estacionamento do Centro Olímpico do Gama (SCE. Q 55. 119 Área Especial), a partir das 18h Entrada: franca, mediante doação de 1 kg de alimento *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Projeto Rima Forte celebra 20 anos de cultura hip-hop no Recanto das Emas
O projeto Rima Forte promove uma edição especial neste sábado (30), a partir das 14h, no estacionamento do Recanto Shopping, no Recanto das Emas. A iniciativa, que celebra duas décadas de atuação na cultura hip-hop do Distrito Federal, terá entrada gratuita para a comunidade. O evento é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Criado por Ivan Garcês em 2006, o Rima Forte surgiu para oferecer aos jovens um espaço de expressão artística e convivência por meio dos elementos do hip-hop. O projeto consolidou-se como referência regional em batalhas de MCs, integrando modalidades como freestyle, DJs, breaking, skate e grafite em ações contínuas de ocupação cultural e social nas periferias do Distrito Federal. "O apoio do FAC-DF a iniciativas duradouras como o Rima Forte demonstra o compromisso do Estado com a democratização do acesso à cultura e com o reconhecimento das manifestações periféricas. Celebrar 20 anos desse projeto significa validar uma política pública que enxerga o hip-hop como um instrumento potente de inclusão social, transformação e acolhimento para a nossa juventude", afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. Criado por Ivan Garcês em 2006, o Rima Forte surgiu para oferecer aos jovens um espaço de expressão artística e convivência por meio dos elementos do hip-hop | Foto: Divulgação/Secec-DF A programação comemorativa reúne nomes da cena local e nacional da cultura urbana. O palco recebe o quadro Garcez Convida, com Aborigine, Doctor Zumba e Gustavo RCT. As batalhas de rima contam com a participação dos MCs Pedoq, Valle MC, Tito Noleto, Galeno MC, Perigx, Hate RCT e Fugazz. A vertente das artes visuais e da música do festival será representada pelos grafiteiros Nati e Soneka, que farão intervenções ao vivo, enquanto a sonorização do espaço fica sob a responsabilidade dos DJs CaioHot e Liso. Durante os 20 anos de atividades, o projeto se firmou como um polo de formação cultural e construção de perspectivas para centenas de jovens da região. Rima Forte — Edição Especial 20 Anos Data: sábado (30) Horário: a partir das 14h Local: Recanto Shopping — Recanto das Emas-DF Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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FAC II/2025 divulga resultado de habilitação em editais de audiovisual e outras áreas
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (15), o resultado final da etapa de habilitação das propostas inscritas nos editais nº 22 e nº 23 do FAC II/2025 voltados, respectivamente, ao audiovisual e às demais áreas culturais. As publicações consolidam a análise das propostas apresentadas pelos agentes culturais interessados em participar dos processos seletivos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), principal mecanismo de fomento cultural do DF. Os editais convocam os proponentes habilitados para assinatura de termo de ajuste de apoio financeiro. O Edital nº 22/2025 é destinado ao setor audiovisual e contempla linhas de apoio para diferentes segmentos da cadeia produtiva do setor. Já o Edital nº 23/2025 reúne propostas das demais áreas culturais, abrangendo linguagens e manifestações artísticas diversas. A etapa de habilitação verifica o cumprimento das exigências previstas nos editais, condição necessária para que os projetos avancem nas fases subsequentes. Os editais convocam os proponentes habilitados para assinatura de termo de ajuste de apoio financeiro | Foto: Divulgação/Secec-DF Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, a conclusão dessa etapa reforça o compromisso da política cultural do Distrito Federal com transparência e segurança jurídica nos processos de fomento. “O FAC é uma ferramenta essencial para fortalecer a produção cultural do Distrito Federal e garantir oportunidades em diferentes territórios e segmentos. A publicação do resultado final da habilitação assegura previsibilidade, transparência e continuidade dos projetos culturais apresentados”, afirmou. As fichas com as avaliações da fase de habilitação poderão ser consultadas no site da Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic/Secec). Os resultados completos podem ser consultados no DODF e nos canais oficiais da Secec-DF. Serviço Resultado final da etapa de habilitação - Edital nº 22 - Audiovisual Resultado final da etapa de habilitação - Edital nº 23 - Demais áreas. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Teatro para bebês, brechós, festivais e exposições agitam a agenda cultural do DF
O Distrito Federal respira cultura neste fim de semana com um roteiro intenso que passa por teatros, bibliotecas, praças e museus. As atrações, muitas gratuitas e fomentadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), garantem diversão para todas as idades, com uma agenda que vai desde apresentações imersivas para a primeira infância até moda circular e psicodelia do brega. No Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, a novidade é a estreia de Balançar — Música Teatral para Bebês. O espetáculo inédito é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) e propõe um ambiente sensorial que une música, dança e teatro. As sessões ocorrem nos dias 9, 10, 16 e 17 de maio, às 15h e 17h. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no local, mediante doação de itens infantis, como fraldas e brinquedos, que serão destinados à Casa de Ismael. O espetáculo inédito Balançar — Música Teatral para Bebês é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) | Foto: Divulgação/Tatiana Reis Também no Espaço Cultural Renato Russo, no sábado (9), às 20h, o humor toma conta com a 3ª edição do show de comédia Stand Up Demais. Os valores começam em R$ 30, e os ingressos podem ser adquiridos via Sympla. Em Taguatinga, o Teatro Paulo Autran recebe a comédia Entre Elas. A peça é baseada em histórias do universo feminino e acompanha três amigas professoras que se encontram inusitadamente em uma cela de prisão, misturando humor e a quebra de tabus. As apresentações ocorrem no sábado (9), às 20h, e domingo (10), às 19h, com ingressos retirados gratuitamente via Sympla. O teatro também marca presença em outras regiões: o Complexo Cultural de Planaltina apresenta o espetáculo Ipsilon, em cartaz até sábado, com sessão dupla todos os dias às 14h e às 16h. A classificação indicativa é de 12 anos e a entrada é franca. Ainda no sábado, o Centro de Dança do DF, na Asa Norte, promove um workshop especial de hip-hop e k-pop, a partir das 18h. As inscrições serão feitas no local, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. Música e festivais nas RAs A música e a cultura popular chegam de forma descentralizada. A Orquestra de Cavaquinhos de Brasília iniciou, nessa quinta-feira (7), a 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira, levando clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural. A apresentação tem entrada franca. No Itapoã, o sábado será palco do Bregue, festival que promove encontro musical entre o Norte e o Nordeste guiado pelo brega, no Galpão Comunitário, das 15h às 2h. Já em Águas Claras, a Rua do Lazer sedia a 3ª edição do Festival Cidade Vertical, também no sábado, das 9h às 22h. Com entrada gratuita, o evento celebra os 23 anos da cidade reunindo arte, cultura e gastronomia. A 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira leva clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural | Foto: Divulgação Literatura, moda e cinema A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) preparou uma agenda cheia. Na sexta (8), às 19h30, a sala de cursos recebe o último encontro do Clube da Fofoca, debatendo o livro Teto para Dois, de Beth O'Leary. No sábado, o entorno da biblioteca será ocupado pelo Remoda — Festival de Moda Circular, das 12h às 18h, uma feira de brechós, artesanatos, gastronomia e encontro de DJs. Ainda no sábado, o foyer do auditório recebe, das 11h às 14h, o lançamento do livro de poesias urbanas Outros Passos, do poeta, cantor e compositor Newton Lima. Para os amantes da sétima arte, as telas do Cine Brasília exibem as estreias do longa A Fúria (encerrando a clássica trilogia política de Ruy Guerra), da dramédia Pai Mãe Irmã Irmão e do sensível documentário Aqui Não Entra Luz, da diretora Karol Maia. Desta quinta até a próxima quarta (13), o local recebe a IX Mostra de Cinema Latino-Americano. E no domingo, a telona do Cine Brasília exibe, em sessão atípica, Super Mario Galaxy, às 11h, e O Agente Secreto, às 14h, em sessão acessível. Circuito de Exposições Os equipamentos culturais do GDF oferecem um verdadeiro mergulho nas artes visuais. O Museu Nacional da República inaugura a exposição Entre Traços e Tramas: na Tessitura do Tempo, de Maurício Rolo, que conjuga figuras geométricas com pesquisa livre, em cartaz até 14 de junho. No Museu de Arte de Brasília (MAB), segue até 21 de junho a mostra Geometria da Memória, de Paula Parisot. O Memorial dos Povos Indígenas (MPI) convida, em parceria com a Aldeia Multiétnica, para os últimos dias da exposição Território da Diversidade, aberta até 17 de maio, que celebra por meio de painéis, fotografias e artefatos a resistência e os modos de vida dos povos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, Mehinako, Waurá, Kamaiurá, Yawalapiti, Mbya Guarani, Xavante e Kariri-Xocó. A Praça dos Três Poderes abriga as mostras gratuitas Retrospectiva Visa d'Or (Panteão da Pátria), A Mulher em sua Essência (até domingo, no Espaço Lucio Costa) e Verdade Moldada (Espaço Oscar Niemeyer). As noites de quinta e sexta ainda são animadas pelo Buraco do Jazz, no gramado do Panteão, a partir das 18h.
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Conselho recomenda tombamento do Mercado Sul como patrimônio cultural do DF
O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac) entregou, na tarde desta segunda-feira (30), parecer ao secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, recomendando o prosseguimento do processo de tombamento do Mercado Sul como patrimônio cultural do Distrito Federal, em suas dimensões material e imaterial. O documento orienta que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) adote as providências necessárias para formalizar o pedido de tombamento, além de sugerir a criação imediata de uma comissão responsável pela elaboração de relatório técnico para análise e apreciação do tema. Localizado em Taguatinga, o Mercado Sul é reconhecido por sua relevância histórica, social e cultural, reunindo iniciativas ligadas à economia criativa, à produção artística independente e à ocupação cultural do espaço urbano. O possível tombamento busca assegurar a preservação dessas características e garantir a continuidade das atividades desenvolvidas no local. A recomendação do Condepac insere-se no contexto das políticas públicas de preservação do patrimônio cultural do Distrito Federal, que visam proteger espaços de valor simbólico e fortalecer a identidade cultural da população. Com a eventual abertura do processo de tombamento, a área passará por avaliação técnica detalhada, que considerará aspectos históricos, arquitetônicos e socioculturais | Foto: Divulgação/Secec-DF “O Mercado Sul representa uma experiência consolidada de cultura viva, construída coletivamente ao longo dos anos. Vamos analisar o parecer com responsabilidade e celeridade, considerando a importância de preservar espaços que expressam a identidade e a diversidade cultural do Distrito Federal”, afirmou o secretário Claudio Abrantes. Com a eventual abertura do processo de tombamento, a área passará por avaliação técnica detalhada, que considerará aspectos históricos, arquitetônicos e socioculturais. A medida pode resultar em instrumentos de proteção legal e políticas de salvaguarda voltadas à manutenção das atividades culturais e comunitárias no espaço. A decisão final dependerá da tramitação administrativa e da análise dos órgãos competentes, conforme previsto na legislação de proteção ao patrimônio cultural do DF. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília
Como parte das contrapartidas previstas em edital, os livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura, premiação realizada em outubro de 2025, foram doados à Biblioteca Nacional de Brasília. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes. O evento marcou a etapa final da segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, reafirmando o compromisso da premiação com a circulação do livro, o fortalecimento das bibliotecas públicas e a formação de leitores no Distrito Federal. Ao lado do secretário, estiveram presentes a diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha Rosario; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; a fiscal da Secec Andreza Ferreira; além de Maurício Melo Junior, Márcia Lages e Leda Simone Alves representando o Instituto Casa de Autores, organizador do prêmio realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). Para o secretário Claudio Abrantes, o recebimento das obras representa um avanço importante na consolidação do prêmio como política pública cultural. “É uma etapa fundamental de consolidação do Prêmio Candango de Literatura como uma política pública de incentivo, não só à escrita, mas também à leitura. Ele possibilita que mais pessoas tenham acesso a obras de referência, selecionadas por um júri técnico qualificado, que contribuem para a literatura em língua portuguesa em todo o mundo”, afirmou. Segundo o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, a iniciativa também amplia o acesso e valoriza novos autores. “A leitura dessas obras será gratuita à população, já que elas serão distribuídas na rede de bibliotecas públicas. Isso significa também divulgar o trabalho de escritores que muitas vezes estão começando, com tiragens ainda limitadas. A população do Distrito Federal passa a ter acesso a obras de qualidade já premiadas, escritas na nossa língua e que dialogam com a nossa realidade”, destacou. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes | Foto: Divulgação/Secec-DF Cada vencedor das categorias literárias e editoriais doou 20 exemplares de sua obra, que passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília, ampliando o acesso público à literatura contemporânea em língua portuguesa. As obras são: Sorriso Sorvete de Cereja, de Giovanna Ramundo (Editora Cambucá); A Viagem e Outros Contos, de Luís Pimentel (Editora Patuá); Lições da Miragem, de Ricardo Gil Soeiro (editora Assírio & Alvim); Nada Lá Fora e Aqui Dentro, de Juliana Monteiro (Editora Patuá); Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo, com criação de Leonardo Iaccarino (Editora Record) e Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira, com projeto de Jeferson Barbosa (Editora Mondru). Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com organização do Instituto Casa de Autores, o 2º Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições, de autores do Brasil e de outros 17 países, distribuídos por quatro continentes, consolidando o caráter internacional da premiação. A cerimônia de premiação ocorreu em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, quando foram anunciados os vencedores das sete categorias da edição: Vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura/Livros doados à Biblioteca Nacional de Brasília Melhor Romance Giovanna Ramundo — Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá) Melhor Livro de Contos Luís Pimentel — A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá) Melhor Livro de Poesia Ricardo Gil Soeiro (Portugal) — Lições da Miragem (Assírio & Alvim) Prêmio Brasília Juliana Monteiro — Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá) Melhor Capa Leonardo Iaccarino — Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record) Melhor Projeto Gráfico Jeferson Barbosa — Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru) Projeto de Incentivo à Leitura Sabrina Sanfelice — Sarau da Dalva e Estreloteca *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Ópera 'Adriana Lecouvreur' tem apresentações gratuitas no DF em curta temporada
A Cia. de Cantores Líricos de Brasília apresenta, em curta temporada e com entrada franca, a ópera Adriana Lecouvreur, do compositor italiano Francesco Cilea. Após apresentações realizadas nos dias 14 e 15 de março, no Teatro Newton Rossi, no Sesc Ceilândia, o espetáculo segue para o Teatro Levino de Alcântara, na Escola de Música de Brasília, nos dias 21 e 22, às 19h. O projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). A montagem marca a primeira apresentação da obra pela companhia, que atua há mais de uma década na difusão da música lírica no DF. Com direção cênica de James Fensterseifer e regência do maestro Felipe Ayala, o espetáculo reúne orquestra com 24 músicos, além de solistas e coro, em uma produção de grande porte. Ambientada no universo teatral, a narrativa acompanha o conflito entre a atriz Adriana Lecouvreur e a Princesa de Bouillon, que disputam o amor do conde Maurizio da Saxônia. A trama aborda temas como liberdade, expressão artística e protagonismo feminino, em sintonia com o Mês da Mulher. A iniciativa amplia o acesso do público a uma linguagem artística ainda pouco presente de forma contínua nos palcos da capital. A ópera combina diferentes expressões cênicas, como canto lírico, interpretação dramática, música instrumental, cenografia e figurino, oferecendo uma experiência cultural integrada. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, o incentivo a produções como essa reforça o papel das políticas públicas no fortalecimento da diversidade cultural. “A ópera é uma expressão artística potente e historicamente relevante. Apoiar iniciativas que ampliam o acesso da população a esse tipo de espetáculo é uma forma de democratizar a cultura e valorizar os artistas locais, além de estimular a formação de público no Distrito Federal”, afirma. A versão apresentada tem cerca de duas horas de duração e foi adaptada para tornar a experiência mais fluida e acessível ao público contemporâneo. A encenação propõe um diálogo entre épocas ao situar a trama nos anos 1920, com figurinos e cenografia que remetem ao ambiente teatral e aos chamados “anos loucos”. A proposta estética reforça o contraste entre os bastidores da vida artística e os conflitos pessoais dos personagens. Fundada em 2014, a Cia. de Cantores Líricos de Brasília desenvolve projetos voltados à difusão da ópera e à formação de plateia, incluindo ações em escolas públicas do DF. Ao longo de sua trajetória, o grupo já levou ao público títulos do repertório internacional e mantém atuação contínua na cena cultural local. A ópera combina diferentes expressões cênicas, como canto lírico, interpretação dramática, música instrumental, cenografia e figurino, oferecendo uma experiência cultural integrada | Foto: Divulgação As apresentações contam com recursos de acessibilidade, incluindo libras e audiodescrição, e têm classificação indicativa de 12 anos. Serviço Ópera Adriana Lecouvreur — Cia. de Cantores Líricos de Brasília Teatro Levino de Alcântara (Escola de Música de Brasília) - 21 e 22 de março, sábado e domingo, às 19h Entrada franca Classificação indicativa: 12 anos Acessibilidade: Libras e audiodescrição *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Desfile das escolas de samba abre comemorações pelos 66 anos de Brasília
O desfile das escolas de samba de 2026 abrirá oficialmente as comemorações pelos 66 anos de Brasília. A programação está prevista para os dias 17, 18 e 19 de abril e reunirá 16 agremiações — sendo 15 concorrentes e uma hors concours — em um evento que busca fortalecer e ampliar o calendário cultural da capital. A definição da nova data atende a uma demanda das próprias escolas de samba. As agremiações solicitaram mais tempo para a preparação do espetáculo, com o objetivo de garantir melhores condições técnicas para a produção de fantasias, alegorias e ensaios, além de oferecer ao público um desfile à altura das celebrações do aniversário da cidade. O projeto prevê investimento superior a R$ 8 milhões para a montagem da estrutura do evento. O recurso contempla produção executiva, logística, segurança, cenografia, sonorização e iluminação, além da realização de shows. A maior parte do investimento será destinada à subvenção direta das escolas de samba, contribuindo para viabilizar toda a cadeia produtiva envolvida na realização dos desfiles. O projeto prevê investimento superior a R$ 8 milhões para a montagem da estrutura do evento | Foto: Divulgação/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, o apoio ao desfile também representa um compromisso com a valorização da cultura popular e com os trabalhadores que movimentam o setor. “O desfile das escolas de samba é, antes de tudo, um investimento nas pessoas. Estamos falando de cultura viva, de trabalho, de renda e de pertencimento. Nosso papel é garantir condições para que as agremiações desfilem com dignidade, segurança e qualidade artística, valorizando uma tradição que é patrimônio afetivo da população do Distrito Federal”, afirma. O local de realização do evento será no Estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, área que apresenta condições favoráveis de logística, acessibilidade, capacidade de público e mobilidade urbana. A escolha também considera o potencial de consolidação de um circuito permanente para os desfiles das escolas de samba no Distrito Federal. A programação completa será divulgada posteriormente e contará com atrações nacionais e locais, ampliando o alcance cultural e turístico do evento. Serviço Desfile das escolas de samba Dias: 17, 18 e 19 de abril Local: Estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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2º Prêmio Candango de Literatura promove encontro virtual com vencedores da categoria 'Incentivo à Leitura'
A segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), segue rendendo bons capítulos, e um deles será apresentado em 12 de março. Trata-se da live "Conversas sobre leituras encruzilhadas", com Sabrina Sanfelice e Rafa Carvalho, representantes do Sarau da Dalva e da Estreloteca — Biblioteca Comunitária, vencedores da categoria Projeto de Incentivo à Leitura. Marcada para as 19h30 e aberta a quem se interessar, a live poderá ser acompanhada por meio do instagram do Prêmio Candango de Literatura. Mediada pela escritora Márcia Lages, o encontro virtual contará com a participação de Iris Borges, presidente da Casa de Autores — o instituto cultural responsável pela organização da premiação — e do curador do prêmio, o escritor João Anzanello Carrascoza. O objetivo é ampliar o debate sobre leitura, território e transformação social, além de atualizar o público sobre os próximos passos do projeto. A live do dia 12 será também um momento de atualização sobre as novidades do projeto Sarau da Dalva e Estreloteca — Biblioteca Comunitária, incluindo perspectivas de ampliação das ações, agora impulsionadas pelo reconhecimento nacional do prêmio. Mais do que premiar obras e iniciativas, o Prêmio Candango de Literatura reafirma seu compromisso com políticas de leitura que criam redes, fortalecem territórios e transformam bibliotecas comunitárias em verdadeiras constelações culturais. Realizada em 31 de outubro de 2025, a segunda edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes | Foto: Divulgação/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa dialoga com uma política pública que compreende a leitura como instrumento de cidadania. “O Prêmio Candango de Literatura integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do livro, da leitura e das bibliotecas no Distrito Federal. Ao reconhecer projetos como o Sarau da Dalva e a Estreloteca, reafirmamos que investir em leitura é investir em formação crítica, pertencimento e transformação social, valores que orientam a atuação da Secretaria e do Governo do Distrito Federal”, destaca. Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizada em 31 de outubro de 2025, a 2ª edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios em sete categorias. Em cerimônia oferecida em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, foram conhecidos os vencedores. A premiação foi estruturada em três eixos principais: pedagógico, literário e editorial. No pedagógico, a categoria Projeto de Incentivo à Leitura concedeu R$ 15 mil a Sabrina Sanfelice, pelo Sarau da Dalva e Estreloteca. No eixo literário, cada uma das categorias recebeu o valor de R$ 35 mil. Foram premiados Giovanna Ramundo, em Melhor Romance, por Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá); Luís Pimentel, em Melhor Livro de Contos, por A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá); Ricardo Gil Soeiro, de Portugal, em Melhor Livro de Poesia, por Lições da Miragem (Assírio & Alvim); e Juliana Monteiro, vencedora do Prêmio Brasília, por Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá). Já no segmento editorial, com premiação de R$ 20 mil por categoria, foram reconhecidos Leonardo Iaccarino, em Melhor Capa, pelo trabalho em Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), e Jeferson Barbosa, em Melhor Projeto Gráfico, por Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru). Como contrapartida, os vencedores dos eixos Literário e Editorial enviaram 10 exemplares de suas obras para a Biblioteca Nacional de Brasília, enquanto a vencedora do eixo Pedagógico contribuirá com a realização desta live. Sobre o Sarau da Dalva e Estreloteca: leitura como constelação comunitária O projeto vencedor do Prêmio Candango de Incentivo à Leitura é idealizado pelo Coletivo Cultural Comunitário Encruzilhada Estrela Dalva, que atua há 15 anos na periferia da zona leste de Campinas (SP). Composto majoritariamente por mulheres e pessoas negras, o coletivo promove ações culturais, pedagógicas e artísticas que fortalecem a identidade e ampliam o acesso à cultura em sua comunidade. Reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o grupo mantém uma biblioteca comunitária ativa, realiza saraus, encontros literários e formações, articulando arte, educação e cidadania. Seu conceito de “poesia expandida” traduz uma prática que ultrapassa o livro e se instala na vida cotidiana, na convivência e na construção coletiva. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Conselho aprova intervenção arquitetônica no lote do Brasília Palace Hotel
O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac) aprovou, na manhã desta terça-feira (3), a proposta de intervenção arquitetônica no lote do Brasília Palace Hotel, no Setor de Hotéis e Turismo Norte. A decisão foi tomada após a leitura de três relatórios — dois favoráveis e um contrário — e resultou em 13 votos pela aprovação, três contrários e duas abstenções. A proposta analisada prevê a implantação de uma nova edificação no terreno, sem qualquer intervenção física no edifício histórico do hotel. O projeto mantém afastamento superior a 20 metros entre as construções e foi concebido como uma estrutura autônoma e complementar. O processo passou por análise técnica da Subsecretaria do Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Os pareceres técnicos destacaram que a proposta não altera a volumetria do prédio histórico, preserva as visuais para o Lago Paranoá, mantém a hierarquia do hotel no conjunto arquitetônico e respeita a ambiência modernista. O Iphan concluiu pela possibilidade da intervenção, desde que observados critérios de compatibilidade volumétrica, preservação das relações visuais e manutenção de áreas livres significativas. A proposta analisada prevê a implantação de uma nova edificação no terreno, sem qualquer intervenção física no edifício histórico do hotel | Foto: Divulgação/Secec-DF Durante a sessão, o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, ressaltou a transparência do processo e a relevância institucional do debate: “Buscamos ao longo do tempo dar toda a publicidade a esse processo. Os relatórios estão disponíveis há dias, inclusive com possibilidade de substituição. Promovemos uma visita in loco onde haverá a nova construção, para que fosse dirimida qualquer dúvida. E isso não foi para que tivéssemos uma posição A ou B, aprovação ou reprovação, mas para que produzisse o conhecimento pessoal de cada conselheiro. A importância deste debate no âmbito do Condepac é um divisor de águas — um órgão que é respeitado, por termos aqui um grande e seleto grupo de especialistas, e a plenária está cheia. E precisamos, a partir deste ponto, valorizar esta instituição, que é o nosso conselho". O voto aprovado pelo colegiado condiciona a autorização ao cumprimento integral do projeto apresentado e à submissão prévia ao Conselho de eventuais alterações. A deliberação reforça o papel do Condepac na mediação entre preservação do patrimônio cultural e dinâmica urbana, assegurando que intervenções em áreas de interesse histórico sejam analisadas com base em critérios técnicos e transparência pública. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Edital do DF Folia 2026 divulga resultado provisório e abre prazo para recursos
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) divulgou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (22), o resultado provisório do Edital nº 34/2025, que seleciona organizações da sociedade civil para a celebração de termo de colaboração voltado à execução do projeto DF Folia 2026. A iniciativa tem como objetivo incentivar e fomentar as manifestações artísticas e culturais do carnaval de rua do DF, realizadas por blocos carnavalescos, com caráter cultural, festivo e de livre fruição De acordo com o resultado publicado no DODF, três propostas foram classificadas após a análise da Comissão de Seleção. O edital integra a política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer o Carnaval como expressão cultural popular, valorizando o trabalho dos blocos de rua e ampliando o acesso da população às festas carnavalescas em diferentes regiões administrativas. O DF Folia é reconhecido por movimentar a economia criativa, gerar trabalho temporário e ocupar os espaços públicos com cultura, música e convivência. O edital integra a política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer o carnaval como expressão cultural popular, valorizando o trabalho dos blocos de rua e ampliando o acesso da população às festas carnavalescas em diferentes regiões administrativas | Foto: Divulgação/Secec-DF Conforme previsto no edital, o prazo para interposição de recursos contra o resultado provisório é de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação. Os recursos devem ser apresentados exclusivamente pelo site das Parcerias GDF MROSC. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o chamamento reforça o compromisso do GDF com o carnaval de rua e com a transparência na aplicação dos recursos públicos. “O DF Folia é uma política construída com diálogo e responsabilidade. Nosso objetivo é garantir que o carnaval continue sendo uma festa democrática, diversa e segura, valorizando quem faz cultura e assegurando que os recursos cheguem a projetos consistentes e comprometidos com o interesse público”, afirmou. Após a análise dos recursos, a Secec-DF publicará o resultado definitivo do chamamento e dará andamento aos procedimentos para a celebração do termo de colaboração, etapa que permitirá o início da execução do DF Folia 2026. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Lançada a edição 2025 do Prêmio José Aparecido de Oliveira para valorizar o patrimônio cultural
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) lançou o Edital nº 33/2025, que abre oficialmente as inscrições para a edição 2025 do Prêmio José Aparecido de Oliveira. A iniciativa vai selecionar e reconhecer seis trabalhos que contribuam para a preservação, promoção e valorização do patrimônio cultural do DF — três na categoria Patrimônio Cultural Material e três na categoria Patrimônio Cultural Imaterial. O valor total da premiação é de R$ 70 mil, conforme previsto na Lei Orçamentária Anual de 2025. O objetivo do prêmio é destacar iniciativas que fortalecem a memória, a identidade e a diversidade cultural do Distrito Federal. Serão considerados trabalhos que envolvam ações de preservação, restauro, salvaguarda, documentação, pesquisa, difusão, educação patrimonial e participação social. Podem participar pessoas físicas, instituições públicas e privadas, grupos, acadêmicos ou coletivos que tenham realizado projetos relevantes sobre o patrimônio cultural brasiliense. As inscrições já estão abertas e seguem até 14 de janeiro de 2026. Cada proponente poderá indicar apenas um trabalho. As propostas precisam ser enviadas em formato de dossiê, incluindo portfólio e um resumo de até mil caracteres, além de fotos que ajudem a ilustrar a iniciativa. Após o período de submissão, a comissão julgadora avaliará os projetos entre 15 e 26 de janeiro, com base em critérios como relevância cultural e exemplaridade das ações. O objetivo do prêmio é destacar iniciativas que fortalecem a memória, a identidade e a diversidade cultural do Distrito Federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O processo prevê ainda divulgação de resultados preliminares, fase de recursos e homologação final até fevereiro de 2026. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 20 mil; o segundo, R$ 10 mil; e o terceiro, R$ 5 mil. Os vencedores também receberão certificado, e a comissão poderá conceder menções honrosas a trabalhos de destaque. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o prêmio reforça o compromisso do DF com a proteção de sua memória coletiva: “O patrimônio cultural do Distrito Federal conta a nossa história, conecta nossas gerações e ajuda a fortalecer nossa identidade. Reconhecer e apoiar quem dedica seu tempo e talento a preservar esse legado é investir no futuro da nossa cultura. Convido pesquisadores, artistas, agentes sociais e instituições a participarem dessa edição e compartilharem seus trabalhos com a sociedade”. A Secec destaca ainda que os projetos contemplados poderão ser divulgados pelo Governo do Distrito Federal em ações institucionais, ampliando sua visibilidade e estimulando novas iniciativas culturais. O edital completo está disponível no site da secretaria. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Resultado definitivo seleciona novos programas da sociedade civil para a Rádio Cultura FM 100,9
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, nesta quarta-feira (26), no Diário Oficial do DF, o resultado definitivo do Edital nº 24/2025, que seleciona programas de rádio produzidos pela sociedade civil para eventual inclusão na grade da Rádio Cultura FM 100,9. A iniciativa estimula a participação social e amplia o espaço para conteúdos diversos na emissora pública, que integra o sistema de comunicação do GDF. O edital consolidou informações como nome dos programas, proponentes, pontuações e classificações finais, encerrando a fase de análise e eventuais recursos. Os projetos aprovados passam agora a compor um banco de programas que poderá ser utilizado pela Coordenação da Rádio Cultura, de acordo com critérios técnicos e editoriais. A seleção, contudo, não garante inserção imediata ou obrigatória na grade, que permanece sob gestão discricionária da emissora, conforme as regras previstas no edital. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a iniciativa reforça o compromisso do governo com a comunicação pública e democrática. “A Rádio Cultura é um patrimônio do Distrito Federal. Ao abrir espaço para que a sociedade civil proponha conteúdos, fortalecemos a diversidade de vozes, promovemos participação cidadã e ampliamos a representatividade na mídia pública. Nosso papel é garantir que esse diálogo se mantenha vivo, qualificado e acessível para toda a população”, afirmou. O edital consolidou informações como nome dos programas, proponentes, pontuações e classificações finais, encerrando a fase de análise e eventuais recursos | Foto: Divulgação/Secec-DF O chamamento público segue as diretrizes da Lei Complementar nº 934/2017, da Lei Nacional nº 11.652/2008, da Lei Distrital nº 6.857/2021 e do Decreto nº 37.010/2018, que orientam a programação das emissoras públicas e reconhecem o interesse cultural, social e educativo como eixo central das concessões do Estado. O edital completo, juntamente com seus anexos, está disponível no site da Secretaria de Cultura, na aba Editais. Em caso de dúvidas ou indicação de irregularidades, o público pode acionar a Ouvidoria de Combate à Corrupção pelo telefone 0800-644-9060, conforme previsto no Decreto nº 34.031/2012. Com o resultado definitivo, a Rádio Cultura FM avança em seu propósito de oferecer uma programação plural, de interesse público e alinhada ao cotidiano do DF — abrindo espaço para que novas ideias, narrativas e comunidades encontrem voz na comunicação pública do Distrito Federal.
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Brasília recebe Festival do Parque BSB com atrações tecnológicas e shows de grandes nomes
De quarta-feira (26) a domingo (30), o Parque da Cidade se transforma no palco de um grandioso evento, que reúne cultura, música, gastronomia, empreendedorismo e, pela primeira vez, traz grande destaque ao universo da tecnologia e dos games. É o Festival do Parque BSB — Primeiro Salão Tecnológico do Parque da Cidade, na Praça das Fontes, com uma proposta ousada e inovadora, voltada a públicos de todas as idades. A entrada é gratuita. De sexta-feira a domingo, para assistir aos shows, será necessário fazer a retirada do ingresso gratuitamente na plataforma Sympla e a doação de um brinquedo. O evento é o encontro do entretenimento com o futuro, num ambiente onde famílias, jovens e apaixonados por tecnologia poderão se divertir, competir e aprender juntos. A realização é do Instituto Alvorada Brasil, com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). “O Festival do Parque BSB mostra a força de uma cultura que abraça o futuro sem perder suas raízes. Quando reunimos tecnologia, música, gastronomia e tantas expressões criativas em um mesmo espaço, garantimos que crianças, jovens e famílias vivam experiências que ampliam horizontes e fortalecem vínculos. Essa é a missão da política cultural do Distrito Federal: democratizar o acesso, incentivar a inovação e fazer do Parque da Cidade um lugar onde todos se reconheçam. É assim que construímos uma cidade mais vibrante, mais justa e mais aberta às possibilidades do amanhã", declarou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. Além da música, o evento é o encontro do entretenimento com o futuro, num ambiente onde famílias, jovens e apaixonados por tecnologia poderão se divertir, competir e aprender juntos | Foto: Divulgação O Festival do Parque BSB agrupa uma gama de ações de ciência, tecnologia, inovação e cultura digital. Estão entre as novidades o Galpão de Ciência e Tecnologia, Museu do Videogame e dos Computadores e áreas de experimentação tecnológica (free player, robótica e realidade virtual). De quarta a sexta-feira, o festival terá programação exclusiva para escolas públicas, com visitas guiadas pela manhã e à tarde. A abertura ao público em geral ocorre no sábado e no domingo, a partir das 10h. A partir da sexta-feira, às 18h, têm início os shows, que incluem o cantor romântico Pablo, o baiano Léo Santana e a dupla Bruno & Marrone. O evento também terá uma praça gastronômica, com apresentações contínuas de artistas locais, promovendo a economia criativa, o turismo gastronômico e a integração cultural. Tecnologia A parte tecnológica do Festival do Parque BSB chega recheada de atrações, começando pelo Museu do Videogame e dos Computadores. Trata-se de uma exposição cronológica sobre a evolução dos games e da computação, com demonstrações interativas e contextualização histórica. A área free player trará ambientes equipados para experimentação tecnológica, incluindo simuladores, fliperamas e consoles modernos. As experiências serão orientadas por uma equipe técnica presente em tempo integral. A área de robótica terá demonstrações e oficinas práticas com montagem de protótipos, introdução à lógica de programação e robôs educacionais. Também haverá mediadores no local. Na área de realidade virtual (RV) serão realizadas experiências imersivas individuais e coletivas, com monitores especializados garantindo instrução e segurança. Por fim, o galpão de ciência e tecnologia contará com experimentos científicos, demonstrações técnicas e atividades aplicadas de popularização da ciência. Competições No sábado e domingo, haverá o campeonato de games, com três categorias competitivas. A premiação é de R$ 1,5 mil para o primeiro lugar e R$ 1 mil para o segundo colocado. Outra competição que promete agitar e tornar o festival ainda mais divertido será o concurso de cosplay, no domingo. Antes, no sábado, os praticantes dessa arte farão um grande encontro, com palestra de cosplayers de renome, sessão de fotos e bate-papo com o público. As atividades ocorrem a partir das 14h. Grandes shows A música será outro ponto forte do Festival do Parque BSB. Quem abre o palco são atrações locais, com DJs do cenário da capital. Depois, na sexta, entra em cena a dupla de sucesso Pedro Paulo & Matheus. Na sequência, quem comanda é o cantor romântico Pablo, com o projeto Bodega do Pablo. A noite de sábado terá a dupla Lucas & Bárbara e o tempero baiano do gigante Léo Santana e o grupo Filhos do Brasil, formado por João Lucas (filho do cantor Saulo Fernandes), Migga (filho do artista Carlinhos Brown), Pierrinho (filho do artista Pierre Onassis) e Raysson Lima (filho do cantor Tonho Matéria). Fechando o festival, o domingo trará o cantor Tuca Fernandes, ex-Jammil, e o som romântico que atravessa gerações dos sertanejos Bruno & Marrone. Programação Shows (a partir das 18h) Sexta (28) - Pedro Paulo & Matheus - Pablo - Bodega do Pablo Sábado (29) - Lucas & Bárbara - Léo Santana - Grupo Filhos do Brasil Domingo (30) - Tuca Fernandes - Bruno & Marrone. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Consciência Negra reúne mais de 50 mil pessoas no primeiro dia e celebra a potência da cultura afro-brasileira no DF
O primeiro dia do festival Consciência Negra do Distrito Federal reuniu cerca de 50 mil pessoas na área externa do Museu Nacional, confirmando a força do evento como um dos mais importantes encontros de celebração, formação e afirmação da identidade negra na capital. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e com apoio da Sejus-DF, o evento abriu seus três dias de programação com apresentações musicais, cortejos culturais e performances que ocuparam dois palcos. Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o evento reafirma o papel do Estado na promoção da igualdade racial: “O Consciência Negra 2025 é mais do que um festival, é um movimento de valorização, memória e reconhecimento. Celebramos a potência da cultura afro-brasileira e fortalecemos, juntos, o compromisso de combater o racismo todos os dias”, afirmou Abrantes. Logo nas primeiras horas, o público tomou conta dos diferentes espaços e mostrou que a programação diversa e gratuita atraiu pessoas de todas as idades. Um dos destaques foi a roda de capoeira do Mestre Cobra, que surpreendeu pela quantidade de participantes e espectadores, firmando-se como um dos momentos mais vibrantes da abertura. Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o evento reafirma o papel do Estado na promoção da igualdade racial | Foto: Divulgação/Secec-DF As famílias também marcaram presença no Espaço Kids, que registrou grande adesão ao longo de todo o dia. A contação de histórias e a oficina brincante empolgaram a garotada, criando um ambiente de convivência e ludicidade que reforçou o caráter comunitário do festival. Já na exposição temática, o fluxo de visitantes foi constante, com público renovado a cada hora, demonstrando interesse e curiosidade pelo conteúdo expositivo. Outra área que viveu grande procura foi o Espaço da Beleza, onde Paola Olívio e equipe ofereceram gratuitamente penteados afro, especialmente tranças, além de uma concorrida oficina de turbantes. Longas filas se formaram desde o início da tarde e permaneceram até o encerramento das atividades, mostrando a relevância da valorização estética e da representatividade negra. Reflexão Na Tenda Muntu, o painel Mulheres Negras e a Educação que Liberta teve lotação total e tornou-se um dos momentos de maior densidade do dia. Com intensa participação de estudantes e professores da rede pública, o debate trouxe reflexões profundas sobre educação, equidade e vivências cotidianas. Conduzido por Mariana Regis, Professora Gina Vieira Ponte e Flávia Santos, com mediação de Keilla Vila Flor, o encontro conectou a celebração cultural à urgência das pautas sociais. Noite de grandes shows A programação musical atraiu grande público e levou energia às duas arenas. No Palco Brasilidades, espaço dedicado a potencializar artistas negros do DF, a abertura foi marcada pelo ritual do Afoxé Ogum Pá, com a Yalorixá Mãe Dora de Oya realizando a lavagem simbólica e inaugurando o axé do evento. Na sequência, subiram ao palco Daniel Beira Rio, Cida Avelar, uma eletrizante apresentação de Ballroom — expressão artística que engloba performance, voguing, moda e beleza, além de constituir um espaço de acolhimento para Houses da comunidade LGBTQIA+ negra e latina — e Isa Marques, cuja atuação esquentou a plateia. Na Arena Lydia Garcia, a noite começou com as artistas locais Laady Bi e Ju Moreno, preparando o público para as atrações nacionais. Às 22h30, Ludmilla tomou o palco e transformou o espaço em um grande coro coletivo. Entre seus sucessos cantados em uníssono, apresentou em primeira mão a inédita “Dopamina”, rapidamente aprendida pelo público. Encerrando a noite, Alexandre Pires revisitou hits da carreira e do tempo do Só Pra Contrariar, embalando o público até a madrugada. Feira e gastronomia A feira criativa e a praça de alimentação também mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que reforçam a economia criativa e a culinária de matriz africana no DF. Hoje tem mais A programação desta sexta-feira (21) segue intensa e diversa, com atrações distribuídas ao longo de todo o dia. A exposição “Retratos” fica aberta das 12h às 22h, enquanto o Espaço Kids oferece oficinas de Tambores de Papel e Dança Afro, garantindo atividades para as crianças. A área gastronômica funciona a partir das 12h com o Sabores do Quilombo, e a Feira Afro Carius reúne artesanato e empreendedores na Kitanda, das 14h às 22h. Já na Tenda Muntu, o público acompanha a palestra “Descomplicando o Letramento Racial”, com Eric Marques, e o painel “Estética Negra — Para Além do Look”, reunindo especialistas para discutir identidade, corpo e política, seguido do cortejo do Grupo Cultural Obará. Nos palcos, a Arena Dona Lydia recebe Israel Paixão, Os Pacificadores, Uel, além das apresentações aguardadas da Timbalada e de Mumuzinho. No Palco Brasilidades, dedicado a valorizar artistas negros locais, sobem ao palco Margaridas, Martinha do Coco e o rapper GOG, encerrando a noite com força e representatividade. O festival segue com programação gratuita até o sábado (22), com detalhes no perfil oficial @consciencianegradf. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Brasília reafirma sua força literária e premia autores do Brasil e de Portugal
A Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, celebrou o Prêmio Candango de Literatura na sexta-feira (31), data que, oportunamente, registra o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). A 2ª edição do evento, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) em parceria com o Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), revelou os vencedores de sete categorias, exaltando o talento e a diversidade da língua portuguesa: Melhor Romance, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Poesia, Prêmio Brasília, Melhor Capa, Melhor Projeto Gráfico e Projeto de Incentivo à Leitura. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios. O titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, destacou o alcance da edição, que recebeu quase três mil obras inscritas, de autores do Brasil e de outros 17 países, o que demonstra a diversidade e a potência criativa da língua portuguesa. “Fernando Pessoa dizia que a literatura, como toda a arte, é a confissão de que a vida não basta. Queremos histórias, queremos sonhos e a possibilidade da eternidade que a palavra nos propicia”, afirmou o secretário, ressaltando o papel de Brasília como polo de convergência cultural. “É uma alegria ver esta sala novamente pulsando com o talento dos nossos escritores e escritoras. O Candango é mais que um prêmio, é um gesto de afirmação da nossa língua, da nossa identidade e da força criadora que une povos e gerações”, completou. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma boa notícia: a confirmação da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura, já para o primeiro semestre de 2026 (a distância entre a 1ª e a 2ª edição foi de quase três anos). Premiação No eixo Literário, a escritora carioca Giovanna Ramundo conquistou o título de Melhor Romance com Sorriso sorvete de cereja (Editora Cambucá). “Entrar para a história do Prêmio Candango, mais que uma alegria, é uma grande honra”, celebrou a autora. O baiano Luís Pimentel levou Melhor Livro de Contos com A viagem e outros contos (Editora Patuá). “A literatura se faz do que se vê, do que se escuta e, principalmente, do que se lembra”, destacou o escritor. O português Ricardo Gil Soeiro foi o vencedor de Melhor Livro de Poesia com Lições da miragem (Assírio & Alvim). “Este prêmio é a prova de que a poesia pode transcender oceanos”, afirmou Daniel Stanchi, que recebeu o prêmio em nome do amigo. E, no Prêmio Brasília, dedicado a autores do Distrito Federal, a brasiliense Juliana Monteiro venceu com o romance Nada lá fora e aqui dentro (Editora Patuá). “Ter recebido o Candango pelo meu primeiro romance é algo que eu nunca vou me esquecer”, enfatizou. No total, foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios | Fotos: Divulgação/Secec-DF No eixo Editorial, a obra Cavalos no escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), rendeu ao designer carioca Leonardo Iaccarino o reconhecimento de Melhor Capa. “Receber esse prêmio em Brasília, a capital política do Brasil, tem um significado especial. Viva os livros, viva a cultura!”, afirmou o designer. O goiano Jeferson Barbosa conquistou o prêmio de Melhor Projeto Gráfico com Verso horizonte (Editora Mondru). “É uma alegria imensa receber este Prêmio através da obra de Axé Silva e Fábio Teixeira”, destacou. Já o eixo Pedagógico premiou o Sarau da Dalva e Estreloteca, idealizado por Sabrina Sanfelice, de São Paulo, na categoria Projeto de Incentivo à Leitura. “Esse prêmio não é só meu, é de toda uma gente que se junta para que a leitura esteja viva nas comunidades”, disse. O evento reuniu escritores, editores, artistas, gestores, representantes da cena literária e autoridades, reforçando Brasília como um centro pulsante de cultura, arte e criatividade. Participaram da mesa de abertura o secretário de Cultura; o embaixador de Portugal, Luís Faro Ramos; a presidente do Instituto Casa de Autores, Iris Borges; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; o coordenador do prêmio, Maurício Melo Júnior e o curador da edição, João Anzanello Carrascoza. Falas como a do escritor, jornalista e membro do ICA, Maurício Melo Junior, coordenador da premiação, ressaltaram o espírito coletivo que moveu a premiação e a vitalidade da língua portuguesa. “Duas coisas chamam a atenção no Prêmio Candango de Literatura: a comunhão das pessoas que o fazem e a intensidade da nossa língua, essa língua que Olavo Bilac chamou de ‘inculta e bela’ e que hoje reconhecemos como profundamente bela e profundamente culta.” O cantor Toquinho foi a atração musical da noite de premiação Arte, emoção e descontração A efervescência começou já no foyer, com a feira de livros de autores, livreiros e editoras e muitas fotos no cenário temático. A descontração seguiu noite adentro, com a condução conferida pela dupla de mestres de cerimônia Adriana Nunes e Adriano Siri. Entre falas de autoridade e premiação, houve espaço para homenagear dois gigantes da literatura brasileira. Em celebração ao legado de Drummond, o público assistiu à declamação do poema No meio do caminho tinha uma pedra, momento em que Adriana Nunes e Juliana Zancanaro dividiram inspiradas estrofes, acompanhadas do violão de Vitor Batista. Já para relembrar a verve cômica e irônica de Luís Fernando Veríssimo, as atrizes encenaram o diálogo entre as personagens Gisela e Martô, do texto Cuecas. O público respondeu com risos. No encerramento, o cantor, compositor e violonista Toquinho compartilhou não só sua música, mas passagens de uma trajetória vivida ao lado de tantos poetas. “Eu convivi, amigavelmente, com Fernando Sabino, Rubem Braga, o próprio Drummond, que foi homenageado, e, também, com Vinicius de Morais, com quem tive uma parceria de 10 anos. Imagine o quanto eu fui privilegiado em absorver o aprendizado desse homem, com sua gentileza enorme, uma cultura profunda, mas nunca ostentada. Ele encontrava Ismael Silva, que dizia ‘nós vai’, então o Vinicius falava ‘nós vai’ também. Ele não impunha seu conhecimento, embora tivesse estudado poetas nas línguas originais. Era simples, direto, afetuoso. Um homem de uma delicadeza de alma enorme”, compartilhou o artista. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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'Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol' estreia circulação nacional nesta sexta-feira (24), em Ceilândia
Encenada pela primeira vez em 2022, a peça Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol inicia, nesta sexta-feira (24), a partir do Distrito Federal, circulação nacional. Com texto, direção e atuação de Cláudia Andrade, o espetáculo cênico imagético é atravessado por elementos como a videoarte, música, dramaturgia contemporânea e as artes visuais. Na construção desse universo, cruzam-se os dilemas do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a finitude e os contrastes sociais que moldam e desafiam a existência humana. Sob os holofotes estão os preconceitos arraigados em uma sociedade falsa e desigual, bem como o convite à libertação e redenção a partir do reconhecimento do outro em si mesmo. A turnê, com 12 apresentações, integra o projeto Resistência nos Trilhos — Remontagem & Circulação, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e passa por Ceilândia (DF) — Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES) — Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG) — Palácio das Artes; São Paulo (SP) — Teatro Ruth Escobar, e Brasília (DF) — Teatro Nacional Cláudio Santoro. As quatro primeiras apresentações, na estreia, em Ceilândia, serão gratuitas. Os ingressos poderão ser retirados na plataforma Sympla. A turnê, com 12 apresentações, integra o projeto Resistência nos Trilhos — Remontagem & Circulação, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) | Foto: Divulgação “A Secretaria de Cultura e Economia Criativa tem o compromisso de apoiar, por meio do FAC, produções artísticas que dialoguem com a diversidade de nosso povo e alcancem públicos que, muitas vezes, estão distantes das salas de teatro. É uma alegria ver um espetáculo como Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol circulando por várias regiões do país, levando cultura de qualidade, emoção e reflexão a quem mais precisa. A arte tem esse poder: chegar com delicadeza e força aos corações, promover encontros e transformar realidades. É com esse espírito que seguimos trabalhando — para que a cultura seja, de fato, um direito de todos", destacou o titular da pasta, Claudio Abrantes. A exemplo do que aconteceu na estreia, esta nova jornada de Trilhas busca a conexão com a plateia. “Risos, pessoas cantando juntas, choros contidos, a procura por abraços e fotos ao final dos espetáculos e os depoimentos mais emocionantes do mundo. Essa reação foi o combustível que deu vontade de pôr o pé na estrada de novo e levar essa experiência para outros públicos. Provocar emoções, questionamentos e transformações é o que move qualquer artista”, afirma Cláudia Andrade. No tablado desta remontagem, Cláudia segue com as companheiras de cena Eloisa Cunha e Genice Barego, atrizes também 50+ com uma vasta trajetória teatral. Essa continuidade cria um entrosamento raro, fruto de uma evolução conjunta, em que cada atriz foi aprofundando sua personagem e sua relação com as demais. O resultado é um espetáculo mais maduro, com camadas de interpretação que se refinaram ao longo do tempo e que prometem se refletir em ainda mais qualidade artística nas apresentações. Referências Guiada por sua vivência multifacetada, Cláudia reúne referências que vão da sabedoria ancestral às linguagens contemporâneas. Um exemplo disso é a fala inicial projetada no início do espetáculo. Originária da língua Hopi, do povo indígena norte-americano, essa mensagem, que primeiro tocou a diretora ao ser revelada nas telas do filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio, agora é reinventada no palco. “Vida maluca, vida em turbilhão, vida fora de equilíbrio, vida que pede uma outra maneira de se viver” norteia o espírito da peça em sua proposta de refletir sobre os caminhos que cada um escolhe percorrer. A trama discorre a partir do encontro entre duas mulheres com mais de 50 anos: Silvia (Eloisa Cunha) e Gimena (Cláudia Andrade). De origens e vivências distintas, elas se cruzam ao acaso numa parada de ônibus, em alguma estrada erma do interior do Brasil. Iniciam, então, uma jornada marcada por embates, estranhamentos, memórias, afetos, contrastes sociais, revelações e mitos. As personagens são acompanhadas por Gaivota (Genice Barego), figura diáfana, agênera, atemporal e mística que transita pela cena como símbolo de conexão, intuição e mistério. O espetáculo reafirma seu compromisso com a diversidade de olhares, vozes e linguagens ao alcançar novos públicos em sua circulação por diferentes regiões do país. Acessibilidade e inclusão Trilhas é um convite à empatia. Cláudia leva para o palco sua compreensão sobre a vida, defendendo que, independentemente do tamanho da conta bancária, da origem ou do status educacional e profissional, todos compartilham dores, sonhos e desafios comuns. Entre esses desafios, estão, de forma evidente, as lutas e limitações enfrentadas pelas mulheres em uma sociedade ainda marcada pelo patriarcado. “Mais do que uma obra a ser analisada, Trilhas é uma experiência a ser vivida: um espetáculo que quer tocar o público, chegar ao coração, proporcionando um momento de lazer e emoção”, explica Cláudia. Importante reforçar o compromisso de Trilhas em levar cultura a quem normalmente não tem acesso. Para isso, o projeto investe em ações de acessibilidade, oferecendo sessões com intérpretes de Libras e audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em dias específicos da programação, para garantir uma experiência completa para pessoas com deficiência auditiva e visual. Além disso, contempla ações sociais, como transporte e cortesias para turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e grupos de pessoas com deficiência visual, permitindo a esses públicos vivenciar a experiência teatral de forma plena e acolhedora. O projeto prevê ações formativas que ampliam seu alcance artístico e educacional, como rodas de conversa com o público após as apresentações, criando espaços de troca e diálogo, além de duas oficinas de interpretação — sendo uma delas com audiodescrição — e um debate nacional virtual com o tema O Desafio da Circulação Teatral Nacional no Brasil. Serviço Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol Data: 24 a 26 de outubro de 2025 Local: Teatro Sesc Newton Rossi — Sesc Ceilândia (QNN 27 Área Especial, Ceilândia Norte, Brasília – DF) Sessões 24/10 (sexta-feira), às 20h – com audiodescrição 25/10 (sábado), às 16h – com audiodescrição 25/10 (sábado), às 20h – com Libras 26/10 (domingo), às 18h Ingressos: Gratuitos, retirada via Sympla Classificação indicativa: 16 anos Próximas apresentações 6 e 7/11/2025 - Casa da Música Sônia Cabral - Vitória, ES 27 e 28/11/2025 - Teatro João Ceschiatti - Palácio das Artes - Belo Horizonte, MG 9 a 11/1/2026 - Teatro Ruth Escobar - Sala Dina Sfat - São Paulo, SP 28/2 e 1/3/2026 - Teatro Nacional Cláudio Santoro - Sala Martins Pena - Brasília - DF *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Teatro Nacional é palco de festival estudantil de teatro amador
Em semana de casa cheia, o Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe o Festival Estudantil de Teatro Amador (Festa), projeto que valoriza os talentos artísticos de escolas públicas e particulares em um intercâmbio de saberes e premiações dignas de Oscar. Realizado pelo Grupo Nada e apoiado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o festival tem como objetivo dar visibilidade às produções estudantis, que muitas vezes ficam restritas ao ambiente escolar, além de proporcionar aos participantes um contato mais amplo com o fazer teatral. A programação é gratuita, e os ingressos estão disponíveis no site da plataforma parceira, com verificação da classificação indicativa de cada espetáculo. Até quarta (22), o Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe o Festival Estudantil de Teatro Amador, com produções de escolas públicas e particulares do DF | Fotos: Gabriela Jordão/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o festival representa o que há de mais bonito na relação entre educação e cultura. “São jovens que descobrem seu talento, professores que inspiram e uma cidade que valoriza sua arte. Ver o Teatro Nacional ocupado por esses estudantes é ver o futuro da nossa cena cultural nascer com força e emoção”, afirmou. “Unimos estudantes de ponta a ponta do DF nessa troca de conhecimentos e vivências no teatro. Muito mais do que uma competição, o Festa vem quebrar as barreiras socioeconômicas para colocar os alunos como protagonistas da arte brasiliense, ultrapassando os muros da escola”, comentou a produtora cultural do Grupo Nada, Luanna Rocha. [LEIA_TAMBEM]Com a temática “Temos nosso próprio tempo”, os espetáculos levam ao maior espaço cultural do DF enredos autorais e adaptações clássicas. Os trabalhos são resultado de oficinas conduzidas pelos professores e diretores participantes do festival. Na edição deste ano, mais de 265 estudantes sobem ao palco, compartilhando performances com encenação, luzes, som e dramaturgia. Encerrando a primeira semana de apresentações, os alunos do Colégio Carmen Sallés lotaram o Teatro Nacional com o espetáculo Aquarela Nordestina, peça inspirada em clássicos de Molière que traz uma releitura da mulher nordestina como símbolo de resistência em uma sociedade patriarcal, transformando o palco em espaço de debate e impacto social. Também se destacaram as montagens Manual Antirracista, da Escola Parque Anísio Teixeira, vencedora da edição anterior; Quando o amor estrelar, do Teatro dos Ventos; Os filhos delas, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco; Linha de corte, do CEM 804 do Recanto das Emas; e Espelho, espelho meu, você realmente seria eu?, do CED 06 de Ceilândia. Noite de premiações A grande celebração de encerramento do Festa está marcada para quarta-feira (22), às 20h, no Teatro Nacional. O festival premiará espetáculos e artistas em 16 categorias: Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Dramaturgia Original, Melhor Dramaturgia Adaptada, Melhor Cenário, Melhor Figurino, Melhor Iluminação, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Espetáculo – Júri Popular, Destaque Festa 1 e Destaque Festa 2. O anúncio dos vencedores seguirá a avaliação de um júri qualificado, que acompanhará todas as apresentações. O Festa conta com recursos de emenda parlamentar do deputado Ricardo Vale, em parceria com o Instituto Saber Amar (ISA). Nesta edição do Festa, mais de 265 estudantes sobem ao palco, mostrando talento em espetáculos com encenação, luzes, som e dramaturgia Programação Segunda-feira (20) · Colégio La Salle – Núcleo Bandeirante · Escola Parque Anísio Teixeira · Colégio Marista Champagnat – Taguatinga Terça-feira (21) · Colégio Católica – Taguatinga · CED 02 do Cruzeiro · Colégio CCI – Samambaia Quarta-feira (22) · Encerramento e premiações *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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