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Aplicativo DF no Ponto reforça canal direto com o passageiro e supera 680 mil usuários ativos

Criado para operar como ferramenta de consulta sobre linhas e horários de ônibus, o DF no Ponto se consolidou como um canal de comunicação em mão dupla entre o passageiro e a gestão do sistema. Levantamento feito no dia 23 deste mês mostra que o aplicativo alcançou 680.452 usuários ativos, com crescimento superior a 200% no volume de mensagens trocadas com o público em relação a 2025. Centro de Supervisão de Operações registra evolução na interação com os usuários de transporte público | Foto: Divulgação/Semob-DF Os dados do painel de conversas do aplicativo revelam a evolução das interações entre o usuário e o Centro de Supervisão de Operações (CSO) da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). No período, foram registradas 77.646 conversas, 412.248 mensagens recebidas e 1.138.737 mensagens enviadas. O aplicativo soma ainda 637.310 novos usuários e mais de 27 milhões de sessões registradas. Na avaliação de satisfação, o aplicativo reporta alcance médio de mais de 1 milhão de passageiros impactados por dia — 1.035.030 clientes, em média —, reforçando o papel do app como principal porta de acesso do cidadão às informações do sistema de transporte público coletivo do Distrito Federal. “O DF no Ponto mostra que o passageiro está no centro da política de mobilidade, com informações que chegam até ele antes do embarque”, afirma a titular da Semob-DF, Sandra Holanda. “Seu ônibus, sua linha, tudo na palma da mão. A ferramenta entrega informação segura, clara e atualizada para quem usa o transporte público coletivo do Distrito Federal, sem depender de informação de terceiros.” O que o passageiro procura O detalhamento dos contatos mostra que a maior parte das demandas é para busca de informações operacionais, somando mais de 92% das mensagens. Veja abaixo.  → Próximas partidas — 37.102 buscas → Tabela horária — 28.638 pesquisas → Planejar viagem — 5.939 contatos → Reclamação — 3.925 mensagens → Denúncia — 1.210 mensagens → Informação — 339 contatos → Elogio — 278 manifestações → Sugestão — 215 manifestações. O volume de temas ligados a próximas partidas e tabela horária — juntos, mais de 65 mil contatos — confirma que a previsão de chegada dos ônibus é a informação mais buscada pelos usuários. Aplicativo na parada A comunicação também chega fisicamente aos pontos de parada, sem a necessidade de baixar o aplicativo. Por meio de adesivos com QR Code afixados nos pontos de ônibus, o passageiro aponta a câmera do celular e acessa de imediato os horários das linhas que passam no local onde pretende embarcar. No período analisado, 513.152 usuários acessaram os QR Codes para checar os horários de chegada dos ônibus, totalizando 2.604.888 visualizações. Entre as paradas com maior engajamento estão as de maior circulação de passageiros: W3 Norte, SCLRN 716 (Extra Asa Norte); W3 Sul, Setor Comercial Sul (Pátio Brasil); Eixo L Central, em frente à Rodoviária do Plano Piloto; Eixo W Sul, SMHS 501 (Hospital de Base); e Eixo Monumental, Praça Municipal (Palácio do Buriti / TCDF). O aplicativo é 100% acessível, desenvolvido de acordo com as diretrizes WCAG (Web Content Accessibility Guidelines), com ajustes de tamanho de texto, uso de cores e contrastes e rótulos descritivos para leitores de tela como o VoiceOver, do iOS, e o TalkBack, do Android. Dados orientam a gestão O aplicativo DF no Ponto faz parte do sistema operacional do transporte público coletivo do Distrito Federal. Além de atender o passageiro, alimenta a gestão do sistema com dados de uso e demanda. No painel operacional, o sistema registra demanda acumulada de 194,3 milhões de passageiros entre janeiro de 2025 e outubro deste ano, com 3.443 veículos em circulação e eficiência operacional de 94,38%. O perfil de uso confirma o peso do sistema: 67,6 milhões de passageiros com cartão comum, 41,2 milhões com vale-transporte, 30,9 milhões de estudantes, 25,7 milhões em pagamentos, 12 milhões de passes gratuitos PCD e 10,7 milhões de passes gratuitos para idoso. O acesso é majoritariamente por Android, com 461.315 usuários (68%), contra 219.765 no iOS (32%). A nova geração de dados do DF no Ponto mostra que o aplicativo evoluiu de um simples consultor de horários para uma plataforma completa de comunicação, acessibilidade e inteligência de mobilidade — colocando o passageiro no centro da operação do transporte público do DF.   *Com informações da Semob-DF

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DF no Ponto ultrapassa marca de 538 mil usuários com mais de 81% de aprovação

Desde julho de 2025, mais de 538 mil pessoas instalaram o aplicativo DF no Ponto, ferramenta criada pela Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF) para facilitar o deslocamento urbano de usuários do transporte público do DF. Gratuito e disponível para Android e iOS, o aplicativo permite que o usuário planeje as viagens por meio de informações como endereço, número de linha ou localização geográfica. A partir de dados de origem e destino, a ferramenta informa os horários de viagem, o itinerário, os pontos de parada e o tempo previsto para o percurso. É possível ainda “favoritar” rotas, linhas e paradas de ônibus mais utilizadas. "O aplicativo demonstra que a tecnologia pode ser uma grande aliada na melhoria da mobilidade urbana, oferecendo mais previsibilidade, segurança e comodidade para a população", afirmou o subsecretário de Operações da Semob-DF, Márcio Antônio de Jesus. Segundo a pasta, o aplicativo gera informações valiosas sobre os padrões de utilização do sistema, horários de maior demanda, dúvidas mais frequentes e níveis de satisfação dos passageiros. Em pesquisa respondida por 2.726 usuários, a ferramenta alcançou um índice de 81,72% de satisfação. A partir de dados de origem e destino, a ferramenta informa os horários de viagem, o itinerário, os pontos de parada e o tempo previsto para o percurso | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília "Nosso objetivo é garantir que o cidadão tenha acesso a informações confiáveis e em tempo real sobre a operação do sistema. Quando o passageiro consegue saber exatamente o horário de chegada do ônibus e planejar melhor seus deslocamentos, ele reduz o tempo de espera, organiza sua rotina e ganha mais qualidade de vida", comentou o subsecretário. Precisão nos horários A auxiliar administrativa Lanussy Maciel da Costa, 30 anos, concorda com o slogan da ferramenta — "Agora, perder o ônibus é coisa do passado". Moradora do Gama, ela trabalha no centro do Plano Piloto, próximo à rodoviária central, e afirma que, antes do aplicativo, era difícil saber com precisão os horários dos dois ônibus que precisa pegar para chegar ao trabalho e para retornar para casa. “Era bem complicado esse deslocamento, porque a gente não sabia a hora exata que o ônibus ia passar. Agora, com o aplicativo, facilitou bastante a vida”, comentou. Lanussy conta que, assim que ficou sabendo do aplicativo, decidiu baixá-lo no próprio celular. Atualmente, além de recomendar para que outras pessoas façam o download, ela diz que também usa o aplicativo para encontrar linhas e se deslocar para lazer e outros compromissos. “Às vezes, eu penso ‘ah, eu quero ir para a Asa Norte ou para o Lago Norte'. Então, eu consigo achar uma linha a que eu me ajuste”, disse. Uma das funcionalidades do aplicativo permite que, por meio da ferramenta de busca, encontre-se linhas para chegar ao local desejado. “Eu consigo ver para onde eu vou, qual ônibus eu devo pegar, principalmente saindo do trabalho para alguma outra coisa que eu tenho para resolver”, complementou. Gratuito e disponível para Android e iOS, o aplicativo permite que o usuário planeje as viagens por meio de informações como endereço, número de linha ou localização geográfica De acordo com a Semob-DF, o uso do aplicativo beneficia a própria operação do transporte público coletivo com dados para a tomada de decisão estratégica da pasta: a partir das informações da ferramenta e do usuário, são gerados alertas dados de atrasos, adiantamento, eventuais furos, mudanças de itinerários, eventuais interrupções de trânsito que possam afetar os usuários de determinada localidade. "Essas informações permitem identificar padrões de demanda, monitorar a qualidade dos serviços e implementar melhorias baseadas em evidências, tornando o sistema cada vez mais eficiente e alinhado às necessidades da população", disse o subsecretário de Operações.

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Com apoio da FAPDF, UnB desenvolve tecnologia para aproximar idosos dos serviços digitais de saúde

Em um cotidiano cada vez mais digital, marcar consultas, acessar exames, buscar informações confiáveis e utilizar serviços de saúde pela internet já faz parte da rotina de muitas pessoas. Para parte da população idosa, no entanto, essas ferramentas ainda podem representar uma barreira. Foi para enfrentar esse desafio que surgiu o Digihealth Techkit, projeto desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Tech Learning (2023). A iniciativa reúne aplicativo, e-book, conteúdos interativos, jogos educativos e códigos QR para ajudar adultos a partir de 45 anos e pessoas idosas do Distrito Federal a desenvolverem habilidades digitais voltadas para o cuidado com a própria saúde. A professora Camila Alves Areda: “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo” | Foto: Divulgação/FAPDF O projeto é coordenado pela professora Camila Alves Areda, do curso de Farmácia da UnB, do Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (Profnit) e do Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica (PPGasfar). Para Camila, esse investimento foi estratégico para aproximar a pesquisa das demandas reais da população. “O apoio da FAPDF foi fundamental para transformar a proposta em uma solução concreta, validada e adaptada à realidade da população do Distrito Federal. O fomento permitiu aprimorar a tecnologia, desenvolver materiais educativos, realizar testes com usuários reais e fortalecer a integração entre pesquisa, inovação e impacto social”, destaca Camila. Para a professora, o investimento em projetos como o Digihealth Techkit demonstra a importância de políticas públicas de fomento à ciência, tecnologia e inovação voltadas a desafios sociais concretos. “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo”, afirma. Educação O Digihealth é um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível O nome do projeto combina dois conceitos: Digihealth, ligado à saúde digital, e Techkit, que significa kit de ferramentas. Na prática, trata-se de um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível. A iniciativa é desenvolvida pela Universidade de Brasília, por meio da Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde e da Universidade do Envelhecer (UniSER/UnB). “O projeto surgiu porque percebemos que muitas pessoas idosas ainda enfrentam dificuldades para utilizar tecnologias que hoje fazem parte do acesso à saúde, como aplicativos, exames digitais e teleatendimento. Isso pode gerar exclusão, dependência e dificuldade no cuidado com a própria saúde”, explica a professora. Segundo Camila, a proposta busca aproximar esse público das soluções digitais de forma gradual. “Nosso objetivo foi criar uma solução simples, acessível e adaptada à realidade desse público, promovendo inclusão digital, autonomia e mais qualidade de vida”, afirma. Como funciona O projeto propõe ferramentas educativas digitais voltadas para o desenvolvimento da chamada literacia digital em saúde. O termo pode parecer técnico, mas significa, de forma simples, a capacidade de usar tecnologias digitais para buscar informações confiáveis, acessar serviços e tomar decisões mais seguras sobre o próprio cuidado. “O Digihealth Techkit é um conjunto de ferramentas educativas digitais criado para ensinar, de forma simples e acessível, como utilizar tecnologias relacionadas à saúde. Na prática, a pessoa idosa aprende a acessar aplicativos, utilizar serviços digitais de saúde, consultar informações e desenvolver mais autonomia no cuidado com a própria saúde”, explica a coordenadora. O aplicativo foi criado pensando em dar mais autonomia a idosos que têm dificuldade em acessar tecnologia para realizar atividades cotidianas O aplicativo está em nível de maturidade tecnológica 7, também conhecido como TRL 7, indicando que uma solução já se encontra em estágio avançado de desenvolvimento, com protótipo em funcionamento e testes em ambiente real. Atualmente, a ferramenta passa por aprimoramentos constantes e avaliações com usuários, etapa fundamental antes de sua futura disponibilização para download. Além do aplicativo, o projeto prevê a adaptação do e-book Digihealth BSB, estruturado a partir do conceito japonês Ikigai, associado à busca por propósito, sentido e realização na vida. No projeto, essa ideia é aplicada à promoção de um envelhecimento mais ativo, saudável e conectado, relacionando saúde digital, autocuidado, aprendizagem ao longo da vida e participação social. Tecnologia pensada com e para pessoas idosas Um dos diferenciais do projeto é o desenvolvimento de uma tecnologia centrada no usuário. Isso significa que o aplicativo e os materiais são pensados a partir das necessidades reais das pessoas que irão utilizá-los, especialmente aquelas que não tiveram contato frequente com tecnologias digitais ao longo da vida. Para isso, a equipe trabalha com linguagem simples, navegação intuitiva, recursos visuais acessíveis e organização didática das informações. A proposta também considera aspectos como tamanho de letras, facilidade de compreensão, usabilidade e adaptação cultural ao contexto brasileiro. A construção do projeto também conta com a participação dos próprios usuários. A validação do protótipo envolve pessoas idosas da comunidade do Distrito Federal, incluindo participantes e egressos do Curso de Educador Político Social em Gerontologia, vinculado à UniSER/UnB. Esse processo permite que a equipe identifique dificuldades reais de uso, ajuste a linguagem e aprimore a experiência de navegação. O Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem Para tornar o aprendizado mais dinâmico, o Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem. Também são utilizados códigos QR, que podem ser lidos pela câmera do celular e direcionam o usuário para conteúdos digitais. “Essas ferramentas tornam o aprendizado mais leve, prático e estimulante. Os jogos educativos aumentam o engajamento e ajudam na fixação do conteúdo, enquanto os QR codes e conteúdos interativos facilitam o acesso às informações e incentivam a participação ativa da pessoa idosa no processo de aprendizagem”, afirma a professora. Envelhecimento inteligente e conexão internacional O aplicativo também dialoga com o conceito de envelhecimento inteligente, tradução de smart ageing. A ideia está relacionada ao uso de tecnologias, soluções de design e estratégias educacionais para promover mais independência, inclusão, segurança e qualidade de vida à medida que a população envelhece. O Digihealth Techkit integra a versão brasileira da plataforma SmartAgeCare, projeto internacional com origem na Universidade do Porto e na 4Humanz Consultancy and Research, desenvolvido no âmbito do programa Erasmus+ e com participação de instituições de diversos países europeus. A parceria com a UnB, por meio da UniSER, permite adaptar, traduzir e reinventar para o cenário brasileiro soluções voltadas à população idosa. No Distrito Federal, a proposta coloca Brasília em posição estratégica no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o envelhecimento, especialmente na interface entre saúde, educação, inovação e inclusão digital. Mais segurança para cuidar da própria saúde Entre os principais impactos esperados está o fortalecimento da autonomia da população idosa. Ao aprender a utilizar ferramentas digitais, a pessoa pode acessar exames, marcar consultas, buscar informações confiáveis, acompanhar orientações e participar de forma mais ativa do próprio cuidado. "Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros" Camila Alves, professora do curso de Farmácia da UnB “Esperamos mais autonomia, segurança e participação ativa no cuidado com a própria saúde. Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros”, ressalta Camila. A inclusão digital também tem impacto emocional e social. Ao dominar recursos tecnológicos, a pessoa idosa pode se sentir mais segura, confiante e integrada à sociedade. Para a coordenadora, esse processo contribui para fortalecer a autoestima e reduzir o sentimento de exclusão. *Com informações da FAPDF  

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Por meio de aplicativo do GDF, atendimento em Libras estará disponível no Tribunal Regional Eleitoral para eleitores surdos do DF

Nesta semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) aderiu ao atendimento voltado a pessoas surdas com o uso do DF Libras, serviço gratuito do Governo do Distrito Federal (GDF) que oferece mediação com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. A iniciativa utiliza QR Codes integrados à Central de Interpretação de Libras (CIL), permitindo a comunicação por videochamada entre servidores e eleitores. O secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, ressalta o papel da iniciativa na ampliação do acesso aos serviços públicos e afirma que a inclusão é um princípio central. “O DF Libras garante interpretação em tempo real, promovendo acessibilidade comunicacional em diversos atendimentos, inclusive nos serviços eleitorais. Essa iniciativa amplia a autonomia da comunidade surda, permite participação plena e fortalece o compromisso do Distrito Federal com serviços públicos mais inclusivos, eficientes e de qualidade”, declara. O TRE-DF já oferece atendimento voltado a pessoas surdas com o uso do DF Libras, serviço gratuito do GDF que oferece mediação com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O material com os QR Codes foi distribuído no início desta semana, juntamente com o treinamento das equipes de atendimento, com o objetivo de preparar o sistema para situações reais de votação e acesso a serviços eleitorais. A Central é vinculada à Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e tem como objetivo ampliar o acesso a direitos e reduzir barreiras de comunicação em órgãos públicos. O programa existe desde 2024 e já foi implantado em unidades públicas de saúde, delegacias e ouvidorias do DF. Segundo o diretor de Comunicação Acessível da SEPD-DF, Alexandre Castro, a ferramenta amplia a autonomia da população surda no atendimento: “É um marco para Brasília. Agora conseguimos trazer, nessa parceria com o TRE, essa acessibilidade para os cartórios do Distrito Federal. A pessoa surda pode ser mais autônoma, não precisa de alguém para acompanhá-la e pode ser atendida na sua própria língua”. Como funciona O sistema funciona por aplicativo, com intérpretes disponíveis em tempo integral e sem consumo de dados para o usuário. O serviço é acionado por meio de videochamada, em que o tradutor transmite a demanda oral ao ouvinte e, em seguida, a interpreta em Libras para a pessoa surda. “Funciona 24 horas, todos os dias da semana, e tem internet patrocinada, ou seja, não consome o pacote de dados de quem está utilizando durante a chamada, sendo necessária conexão apenas para abrir o aplicativo”, explica Alexandre. O material com os QR Codes já foram distribuídos para o TRE; além disso, as equipes de atendimento do aplicativo passaram por treinamento O professor e diretor da Central de Libras, Waldimar Carvalho, avalia que a tecnologia melhora a comunicação nos serviços públicos. Pertencente à comunidade surda, ele compara a realidade anterior com a atual e destaca a independência proporcionada pelo sistema. “Antigamente a gente sofria bastante, precisava procurar um intérprete disponível e muitas vezes era difícil. Agora nós percebemos essa diferença: por meio do QR Code, podemos nos comunicar de forma independente, é muito fácil. Essa inclusão é importante para toda a comunidade, porque agora podem interagir no mesmo espaço e entender claramente o que está sendo passado pelo servidor. Eu sou surdo, tenho muita experiência com barreira comunicacional e digo que agora é independência mesmo”, observa. Também usuário do sistema, o professor Gustavo Oliveira aponta a mudança no acesso aos serviços: “Antes nós íamos aos locais e não havia acessibilidade comunicacional, precisávamos escrever ou tentar nos fazer entender, o que era muito difícil para os surdos, pois há palavras que não conhecemos no português. Agora é muito simples: basta escanear um QR Code e fazer uma chamada de vídeo em Libras para interpretar o que precisamos”. Gustavo Oliveira, professor: "Antes nós íamos aos locais e não havia acessibilidade comunicacional. Agora é muito simples: basta escanear um QR Code e fazer uma chamada de vídeo em Libras para interpretar o que precisamos" Eleições próximas Todos os serviços eleitorais — como troca de domicílio eleitoral, alteração de local de votação, emissão do título ou coleta de biometria — continuam disponíveis e gratuitos, agora com o suporte do novo modelo de atendimento. O porta-voz do TRE-DF, Fernando Velloso, afirma que a iniciativa reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a acessibilidade: “Estamos sempre muito preocupados em oferecer acessibilidade para aquelas pessoas que precisam de um atendimento especial, então essa é mais uma ação muito importante para criar esse vínculo e essa facilidade para a população.” [LEIA_TAMBEM]O representante também alerta para o prazo de regularização do título, com o fechamento do cadastro eleitoral previsto para o dia 6 de maio. “Estamos a menos de um mês desse prazo, e as pessoas que não conseguirem regularizar ou emitir o seu título até essa data não poderão fazê-lo até o final do segundo turno eleitoral. Então é importante vir o quanto antes, porque as filas e a procura vão começar a aumentar”, alerta. As unidades estão distribuídas no Lago Sul, Sobradinho, Gama, Ceilândia e Plano Piloto (Na Hora da Rodoviária), além do Edifício-Sede do TRE-DF (Central de Atendimento ao Eleitor), localizado no Setor de Indústrias Gráficas, Quadra 2 — todas com o serviço de atendimento a pessoas com deficiência auditiva disponibilizado nesta semana.

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Prazo para instalar QR Code em carros de aplicativo vai até fevereiro

Os motoristas que atuam no Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros por Aplicativo (Stip) no Distrito Federal intensificam a regularização para instalar o dístico com QR Code no veículo. A medida da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) busca ampliar a segurança e a transparência do serviço oferecido aos passageiros. Do total de motoristas cadastrados, 25 mil já instalaram os dísticos no para-brisa dos carros | Foto: Divulgação/Semob-DF Somente neste mês, cerca de 5 mil motoristas já providenciaram a impressão do código. Dados do sistema da Semob-DF indicam que mais de 25 mil QR codes já foram emitidos — cerca de 43% do total de aproximadamente 59 mil motoristas cadastrados. A adesão cresce a cada dia com a aproximação de eventos de grande porte, como o Verão R2 no parque Na Praia e o Carnaval. “O QR Code facilita a checagem e protege tanto o passageiro quanto o motorista que trabalha corretamente” Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade Até 23 de fevereiro, fim do prazo fixado na Portaria 340 da Semob-DF, a fiscalização segue com foco em orientar e permitir que os motoristas concluam a emissão e a instalação do dístico. Depois desse prazo, a exigência passa a ser cobrada com sanções administrativas, incluindo multa e possibilidade de remoção do veículo em caso de descumprimento. Segurança O dístico deve ser fixado no para-brisa dianteiro do veículo, de forma que se possa fazer a leitura do código. Ao escanear o QR Code, o passageiro consegue consultar informações básicas de identificação e autorização do serviço. Para a fiscalização, o sistema permite acessar dados mais completos e atualizados, como o registro da autorização no momento da consulta, foto do condutor e informações relacionadas ao vínculo operacional, reforçando o controle contra irregularidades. “A ideia é dar mais segurança para quem usa o transporte por aplicativo e, ao mesmo tempo, tornar a fiscalização mais eficiente”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves. “O QR Code facilita a checagem e protege tanto o passageiro quanto o motorista que trabalha corretamente.” A emissão do dístico não gera nenhuma taxa ao motorista: basta acessar a página, baixar o código e imprimir. O QR Code é vinculado ao motorista e ao veículo, mas pode ser removido ou coberto quando o carro não estiver em operação. Para apoiar quem ainda encontra dificuldades para a emissão do documento, a Semob-DF mantém atendimento presencial e canais oficiais de suporte. Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail stip@semob.df.gov.br ou pelos telefones (61) 3020-1241 e (61) 3020-1238. Os motoristas também podem acessar o Manual de Emissão do Dístico Stip, onde se ncontram todas as orientações para emissão e uso do código.   *Com informações da Semob-DF

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Mulheres podem se inscrever para curso de mecânica no Detran-DF

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o curso Noções de Mecânica para Mulheres. As aulas serão ministradas no prédio da 906 Sul, de segunda-feira (8) ao dia 12, das 8h15 às 11h45. Podem participar do curso mulheres habilitadas interessadas em atualizar os conhecimentos | Foto: Divulgação/Detran-DF A capacitação é destinada a mulheres habilitadas que queiram atualizar os conhecimentos básicos sobre o funcionamento de veículos. Gratuito, o curso tem duração de 20 horas/aula. [LEIA_TAMBEM]A inscrição deve ser feita presencialmente na Escola Pública de Trânsito, localizada na EQS 713/913, com agendamento prévio pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços do Detran-DF. Para se inscrever, é necessário apresentar a Carteira Nacional de Habilitação válida. Curso Noções de Mecânica para Mulheres ⇒ Data: 8 a 12 deste mês, com aulas da das 8h15 às 11h45, no prédio do Detran-DF da 906 Sul ⇒ Inscrições: Escola Pública de Trânsito (SEPS – 713/913 Sul – Bloco D – Edifício Detran-DF).   *Com informações do Detran-DF

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Aplicativo Ativa Mente une tecnologia e saúde para promover qualidade de vida aos idosos

Com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) estão desenvolvendo o aplicativo Ativa Mente, uma inovação em gerontotecnologia — área que integra envelhecimento humano e tecnologia para promover qualidade de vida na terceira idade. A proposta é voltada à promoção do autocuidado, da saúde cognitiva e do bem-estar de idosos com Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como diabetes e hipertensão. A iniciativa dá continuidade ao projeto Viva Bem, antes restrito ao acompanhamento de idosos com diabetes, e agora ampliado para um público mais diverso. O diferencial do Ativa Mente está na abordagem integral: além de funcionalidades já conhecidas, como lembretes de medicamentos e incentivo à prática de exercícios físicos, a nova versão incorpora estimulação cognitiva (memória, atenção e orientação), buscando preservar a autonomia do idoso e estimular corpo e mente de forma integrada. Do apoio à inovação O projeto foi contemplado pelo edital FAPDF Learning (2023), recebendo R$ 1 milhão em recursos. O investimento viabilizou a aquisição de equipamentos, o desenvolvimento tecnológico e a concessão de bolsas de pesquisa, assegurando condições para que a equipe multidisciplinar da UnB conduzisse o trabalho com rigor científico. Idoso participa das etapas de validação do aplicativo Ativa Mente, que estimula corpo e mente para promover qualidade de vida | Foto: Arquivo pessoal Participam do projeto docentes e discentes de diferentes áreas — enfermagem, ciência da computação, design, psicologia e educação física —, sob a coordenação da professora Silvana Schwerz Funghetto, especialista em envelhecimento humano e tecnologias educacionais. Segundo a pesquisadora, o aporte da FAPDF foi determinante: “O apoio da fundação permitiu estruturar todas as etapas do projeto, desde a análise inicial até a validação junto aos usuários. Trata-se de um investimento que não apenas fortalece a ciência local, mas também responde a uma demanda social urgente”. Rigor científico e validação tecnológica O desenvolvimento do aplicativo segue o método Design Instrucional Contextualizado (DIC), estruturado em cinco etapas (análise, design, desenvolvimento, implementação e avaliação). A validação envolve oficinas participativas e testes com idosos do Distrito Federal, assegurando que a tecnologia atenda às reais necessidades do público-alvo. Para garantir qualidade e confiabilidade, o projeto utiliza instrumentos reconhecidos internacionalmente: - SF-36, questionário de 36 itens que mede a qualidade de vida relacionada à saúde, avaliando aspectos como vitalidade, capacidade funcional, dor e saúde mental; - System Usability Scale (SUS), escala simples e consolidada que mensura a usabilidade de sistemas digitais a partir da experiência dos usuários; - Technology Acceptance Model (TAM), modelo que avalia a aceitação tecnológica considerando utilidade percebida e facilidade de uso. [LEIA_TAMBEM]O conceito de autocuidado — central no projeto — diz respeito à capacidade do idoso de gerir sua própria saúde de forma ativa, fortalecendo sua autonomia e reduzindo a dependência de serviços de alta complexidade. Impactos e relevância social A Ativa Mente deverá alcançar o nível máximo de maturidade tecnológica (TRL 9 — estágio que indica plena prontidão de uso), com registro de propriedade intelectual junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e disponibilização gratuita nas plataformas Google Play e Apple Store. Além de apoiar o autocuidado dos idosos, a ferramenta permitirá gerar relatórios analíticos que poderão subsidiar políticas públicas e estratégias de atenção primária em saúde, contribuindo para a redução de internações hospitalares e para a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS). O reconhecimento da inovação já começou. O projeto recebeu menção honrosa em 2º lugar no II Congresso Internacional de Tecnologia, Inovação e Gerontologia e no III Seminário Internacional de Inovação e Longevidade, realizados em São Paulo. Para a professora Silvana Schwerz Funghetto, a relevância da iniciativa vai além do desenvolvimento tecnológico: “O aplicativo não é apenas uma ferramenta de monitoramento, mas um aliado direto para que o idoso seja protagonista do seu cuidado, preservando sua independência e qualidade de vida por mais tempo”. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Projeto Na Sua Hora registra mais de 360 atendimentos noturnos em Águas Claras

A segunda edição do projeto Na Sua Hora, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), foi promovida na terça (19) e na quarta-feira (20) no estacionamento do Águas Claras Shopping. A ação itinerante leva os serviços do Na Hora a regiões administrativas (RAs) que não contam com unidades fixas de atendimento, com funcionamento especial — das 16h às 22h. Iniciativa da Sejus-DF beneficia a população por meio da oferta de serviços e atendimento de demandas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília  A primeira região administrativa a receber a iniciativa inédita foi o Lago Norte, com 250 atendimentos em 22 e 23 de julho. A estrutura foi montada no estacionamento do Shopping Deck Norte. Em Águas Claras, foram registradas 364 assistências. “Ao levarmos os serviços para perto da comunidade, em horário estendido, mostramos que o governo pode e deve se adaptar à rotina da população” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Os próximos destinos são o Terraço Shopping, no Cruzeiro (dias 27 e 28 deste mês), o Boulevard Shopping Brasília, na Asa Norte (10 e 11 de setembro) e novamente o Shopping Deck Norte, no Lago Norte (24 e 25 de setembro). O cronograma é sempre atualizado nas redes sociais da Sejus-DF. “O Na Sua Hora é uma resposta direta às necessidades do cidadão”, ressalta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Muitas vezes, a correria do dia impede que as pessoas resolvam questões simples, mas fundamentais. Ao levarmos os serviços para perto da comunidade, em horário estendido, mostramos que o governo pode e deve se adaptar à rotina da população.” Praticidade A ação itinerante reúne uma série de procedimentos em um só lugar, relacionados à Secretaria de Economia (Seec-DF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Defensoria Pública do DF, Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e Receita Federal, entre outros órgãos. O subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, afirma que a devolutiva dos moradores tem sido a melhor possível: “A população elogia bastante porque é um horário que as pessoas estão disponíveis para procurar o serviço. Geralmente, estão ocupados no horário de trabalho, cuidando de casa, dos filhos, trabalhando, e podem ser atendidos aqui no final do dia”. Sônia Siqueira (E), que foi com a filha Ana Paula a Águas Claras para resolver pendências pelo projeto:  “Tinha um tempo que estávamos tentando resolver pelo aplicativo, mas conseguimos aqui e foi muito fácil”  A aposentada Sônia Maria Siqueira, de 68 anos, ficou sabendo da chegada do projeto a Águas Claras pela televisão e marcou a data na agenda. Ela e a filha, a professora Ana Paula Siqueira, 49, foram resolver questões de licenciamento de veículos. “Tinha um tempo que estávamos tentando resolver pelo aplicativo, mas conseguimos aqui e foi muito fácil”, relatou Sônia. “A gente mora aqui perto, viemos caminhando, sem precisar sair da cidade.” Sua filha complementou: “Trouxe muita praticidade mesmo. Resolvemos de uma forma rápida, sem muita burocracia.” [LEIA_TAMBEM]A orientadora educacional Jucilaine Oliveira, 47, também foi ao local para solucionar questões veiculares e aproveitou para pedir orientações sobre um problema do pai. “Fiz a emissão do certificado de registro e licenciamento bem rápido”, contou. “Me falaram até que dava para fazer pelo aplicativo, e tentei parcelar uma conta do meu pai com a Caesb, mas disseram que ele precisa vir aqui. Vou trazê-lo mais tarde, já que vão ficar aqui até 22h”. Na Hora A Subsecretaria de Modernização do Atendimento Imediato ao Cidadão (Na Hora) ultrapassou a marca de 1 milhão de atendimentos em 2025, com média superior a 7 mil registros diários. O serviço reúne 170 atendimentos públicos presenciais, de forma articulada e descentralizada, em parceria com 20 órgãos. As unidades também contam com terminais de autoatendimento para facilitar ainda mais o acesso do cidadão. O modelo fixo do programa está disponível em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Riacho Fundo, Rodoviária do Plano Piloto, Asa Sul, Sobradinho e Taguatinga. A unidade móvel do Na Hora passa pelas regiões que ainda não têm um posto próprio, como Santa Maria e Recanto das Emas, aonde a carreta vai duas vezes por semana. Veja aqui endereços e telefones das unidades do Na Hora.

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Usuários aderem ao DF no Ponto para planejar viagens do transporte público coletivo

Na primeira semana desde o lançamento do aplicativo DF no Ponto, cerca de 75 mil pessoas baixaram o novo app de busca e planejamento de viagens do transporte público coletivo do Distrito Federal. A ferramenta foi lançada no último dia 29 de julho e faz parte de um conjunto de soluções tecnológicas para facilitar a vida dos passageiros. Usuários do transporte público podem acessar, com a câmera do celular, QR Code nas paradas de ônibus para ter informações sobre as linhas que passam no local | Foto: Divulgação/Semob "O DF no Ponto é uma ferramenta importante para facilitar o dia a dia dos passageiros, com 10 funcionalidades para planejamento de viagens, busca de linhas e horários" Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade O aplicativo está disponível nos dois principais sistemas operacionais, iOS e o Android. A maioria, cerca de 63 mil usuários, baixou a ferramenta para uso em smartphones do sistema Android. As regiões onde houve a maior quantidade de downloads foram Plano Piloto, Ceilândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga. O secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, afirmou que os testes de aceitação do DF no Ponto indicam que os usuários do transporte público do DF já estão utilizando praticamente todas as funcionalidades do aplicativo. “O DF no Ponto é uma ferramenta importante para facilitar o dia a dia dos passageiros, com 10 funcionalidades para planejamento de viagens, busca de linhas e horários, podendo reduzir o tempo de espera nas paradas e terminais. Mas é interessante notar que as pessoas estão utilizando também as funcionalidades de comunicação do aplicativo, onde podem obter informações, fazer sugestões ou registrar ocorrências”, afirmou o secretário. Uma das funcionalidades importantes do novo DF no Ponto é que o aplicativo envia alertas e notícias sobre ocorrências que impactam a operação diária do transporte coletivo. São informações sobre mudança de trajeto, bloqueios de trânsito e manifestações em via pública, entre outros. Pelos registros do app, a equipe técnica do DF no Ponto já realizou mais de 160 atendimentos aos usuários. A maior parte, mais de 100 registros, é para tirar dúvidas, inclusive sobre como utilizar a ferramenta. Há registros também de sugestões, reclamações e algumas denúncias. [LEIA_TAMBEM]QR Code nas paradas Além do aplicativo e do site DF no Ponto, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) lançou recentemente outra ferramenta de auxílio aos passageiros. Em fase de testes, a ferramenta funciona por meio de QR Code, que pode ser acessado com a câmera do celular nas paradas de ônibus. Ao acessar a ferramenta pelo QR Code, o usuário recebe informações sobre os ônibus que estão passando no ponto de parada onde a pessoa estiver. Também é possível verificar a previsão das próximas viagens de cada linha, facilitando ao passageiro programar suas atividades até o momento de embarque. Na fase de testes, que começou no dia 10 de julho, foram 10 paradas de ônibus da área central de Brasília que contaram com o adesivo de acesso pelo QR Code. De acordo com os registros da ferramenta, cerca de 9.500 usuários realizaram mais de 28.500 visualizações dos horários de ônibus. A parada onde ocorre a maior quantidade de visualizações é na W3 Sul, em frente ao Pátio Brasil Shopping. *Com informações da Semob

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Paradas de ônibus do Pistão Norte ganham nova vida com obras de artistas plásticos

As paradas de ônibus do Pistão Norte, em Taguatinga, vêm ganhando um colorido especial. Os pontos foram restaurados e receberam pinturas e grafites de artistas plásticos do Distrito Federal, por meio do programa GDF Presente. Os artistas começaram o trabalho na terça-feira (29); até o momento, três paradas estão prontas. A princípio, a projeção é de que seis pontos sejam estilizados. Aves e exemplares da flora do Cerrado estão entre os destaques nas pinturas que têm sido feitas nas paradas de ônibus | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Muda o visual, dá uma cara nova para as paradas”, pontua o grafiteiro Edmar Brito, que assina como Simpson. “A gente passava e via tudo pichado; parece que fica morto, não tem nada a ver. Os grafites e os desenhos já dão uma diferença, dão mais vida. É bom, está mostrando a nossa arte.” Edmar Brito, o Simpson:  “Às vezes, o passageiro chega estressado, senta aqui, vê a natureza e já tira um pouco desse estresse”  Entre as pinturas, estão elementos que fazem menção à educação no trânsito — como o respeito à faixa de pedestres — e à própria região de Taguatinga, a exemplo da Praça do Relógio. Também há ilustrações de plantas e animais do Cerrado, como os ipês e os tucanos. “Às vezes, o passageiro chega estressado, senta aqui, vê a natureza e já tira um pouco desse estresse”, completa Edmar. A manicure Marília Seabra gostou da arte nas paradas: “É muito interessante, porque é cultura. Ficou mais colorido, mais alegre”  Um desses passageiros é o autônomo José Ribamar Pereira. Morador do Assentamento 26 de Setembro, ele elogia a iniciativa: “Fica mais bonito, mais atrativo. Foi muito bem-bolado, uma ideia inteligente. Antes era mais monótono, agora está melhor”. A manicure Marília Seabra, moradora de Samambaia, reforça: “É muito interessante, porque é cultura. Ficou mais colorido, mais alegre”. DF no Ponto [LEIA_TAMBEM]Quem usa transporte público na capital federal ganhou um outro importante reforço nesta semana: o aplicativo gratuito DF no Ponto. Lançada na terça-feira (29), a ferramenta oferece dez funcionalidades para facilitar a vida do passageiro, como planejador de rotas, busca por linhas e localização dos ônibus em tempo real. O sistema permite que o usuário consulte os horários dos coletivos em cada parada, acompanhe alertas operacionais e registre sugestões ou reclamações. Além do app, o Governo do Distrito Federal (GDF) testa o uso de QR Codes em dez pontos estratégicos da cidade, permitindo ao usuário consultar, com a câmera do celular, quais linhas passam por ali e em quanto tempo o próximo ônibus vai chegar — sem necessidade de baixar o aplicativo. A ideia é garantir que qualquer cidadão tenha informação rápida sobre sua linha.

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Inovação na saúde pública: UnB desenvolve aplicativo para dor lombar com apoio da FAPDF

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) em colaboração com pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) estão desenvolvendo um aplicativo móvel voltado ao autogerenciamento da dor lombar crônica — uma das condições que mais afetam a qualidade de vida da população e representam uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. A iniciativa conta com financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e é coordenada pelos professores Rodrigo Luiz Carregaro, Fernanda Pasinato (UnB) e Thomaz Nogueira (UFMS), com participação da doutoranda Maria Augusta de Araújo Mota e outros estudantes de mestrado e iniciação científica. Aplicativo vai sugerir conteúdos adaptados à condição do usuário com dor lombar crônica, mas não substitui o atendimento médico ou fisioterapêutico | Fotos: Divulgação/FAPDF O projeto foi fomentado por meio do Edital FAPDF Learning (2023), vinculado à macroárea Tech Learning, e tem como objetivo propor intervenções inovadoras que combinem tecnologia, evidências científicas e viabilidade econômica, com potencial de aplicação em políticas públicas de saúde. A proposta do aplicativo é oferecer um plano de cuidado personalizado para pessoas com dor lombar crônica, a partir de uma avaliação inicial realizada dentro da própria plataforma. A triagem será feita por meio de um formulário no ambiente do app e envolverá informações clínicas básicas, como anamnese e escalas reconhecidas internacionalmente para dor e funcionalidade. Com base nesse perfil, a ferramenta poderá sugerir conteúdos adaptados à condição do usuário, incluindo exercícios terapêuticos (mobilidade, modulação da dor e fortalecimento muscular), educação em dor e saúde (com informações sobre o sistema nervoso e a abordagem multidimensional da dor) e práticas de bem-estar (como mindfulness). Além disso, o app deverá contar com uma aba de acompanhamento estatístico, permitindo ao usuário visualizar sua evolução ao longo do tempo. “Sabemos, por meio de pesquisas prévias do nosso grupo, que o uso isolado de aplicativos móveis nem sempre apresenta os melhores resultados. Por isso, idealizamos um modelo híbrido, em que o app atua como apoio ao trabalho clínico. O objetivo é promover autonomia com segurança, oferecendo conteúdo baseado em evidências e acompanhamento profissional ao longo do processo”, explica o professor Rodrigo Luiz Carregaro. “Editais como o Tech Learning têm sido essenciais para transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade. Eles nos permitem estruturar equipes, laboratórios e desenvolver projetos com impacto real”, afirma o professor Rodrigo Luiz Carregaro É fundamental destacar que o aplicativo não substitui o atendimento médico ou fisioterapêutico. Seu uso deve ser feito com indicação e acompanhamento profissional, especialmente em casos de dor persistente ou quadros de maior severidade. A proposta é que o app funcione como recurso complementar ao tratamento, permitindo que profissionais de saúde acompanhem seus pacientes mais de perto — inclusive entre sessões presenciais — por meio de dados autogerados e conteúdos personalizados. O objetivo é ampliar o cuidado para além do consultório, promovendo autonomia com segurança. [LEIA_TAMBEM]“Idealizamos uma ferramenta que possa ser integrada ao dia a dia do cuidado clínico, oferecendo suporte ao profissional de saúde e promovendo maior engajamento do paciente no seu processo de reabilitação”, complementa Carregaro. Avaliação econômica e impacto social Um dos pilares do projeto é a avaliação econômica em saúde, que permitirá analisar se a implementação da ferramenta é viável do ponto de vista financeiro, considerando seus efeitos clínicos. A ideia é compreender se os benefícios esperados justificariam a adoção do app em larga escala, por exemplo, no SUS. A abordagem combina evidências científicas com estimativas de custo, gerando insumos para a formulação de políticas públicas. “Queremos oferecer não apenas uma solução eficaz, mas também sustentável e aplicável à realidade do sistema de saúde brasileiro”, reforça Maria Augusta. Pesquisa aplicada com apoio da FAPDF O projeto atual é um desdobramento do trabalho iniciado durante a pandemia, com o projeto de extensão “CONSciênci@”, que buscava promover a educação em saúde e práticas de exercícios domiciliares por meio digital. A evolução da iniciativa foi possível graças ao apoio da FAPDF, que também financiou a modernização do laboratório e outros projetos anteriores do grupo. Além do aplicativo, a equipe participou do desenvolvimento da máscara hospitalar Vesta, criada em resposta à covid-19 e hoje em processo de comercialização. Ambos os projetos foram viabilizados com recursos da FAPDF por meio de editais voltados à inovação, como o Tech Learning e o Demanda Induzida. “Editais como o Tech Learning têm sido essenciais para transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade. Eles nos permitem estruturar equipes, laboratórios e desenvolver projetos com impacto real”, destaca Carregaro. *Com informações da FAPDF

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GDF amplia acesso de surdos a serviços públicos com plataforma de Libras online

Lançado para viabilizar o atendimento imediato e desburocratizar o acesso de pessoas surdas aos serviços públicos do Distrito Federal, o DF Libras CIL Online tem alcançado resultados positivos. Desde dezembro de 2023, a plataforma somou mais de 3,2 mil atendimentos, sendo mais de 1,1 mil apenas na Secretaria de Saúde (SES-DF), o que evidencia a alta demanda e importância do serviço. Para suprir a demanda, a equipe de intérpretes passou de 80 para 90 profissionais, com atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. Equipamento pode ser utilizado por pessoas surdas e servidores públicos, durante atendimento | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília  Antes da plataforma, era preciso agendar atendimento com a Central de Intermediação em Libras (CIL) de forma presencial, o que restringia bastante o acesso. Com a nova solução digital, basta escanear um QR Code fixado em equipamentos públicos, como unidades básicas de saúde (UBSs), de pronto atendimento (UPAs), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou da Defensoria Pública (DPDF), para ser conectado a um intérprete em tempo real. O serviço pode ser acionado tanto pelo usuário surdo quanto por servidores públicos durante o atendimento. Interatividade Fruto de parceria entre as secretarias da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a iniciativa, lançada em dezembro de 2023, facilita a comunicação entre cidadãos surdos e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) por meio de videochamadas com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). “O DF Libras é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para promover inclusão, autonomia e cidadania”, avalia o titular da Secti-DF, Marco Antônio Costa Júnior. “Ao facilitar a comunicação entre a comunidade surda e os serviços públicos, a plataforma contribui diretamente para um DF mais justo, acessível e eficiente”.  Sobre o atendimento nos órgão públicos, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian da Cunha, lembrou que não há relatos de congestionamento no serviço e que a adaptação nos pontos públicos tem ocorrido de forma tranquila. “Quando um novo local recebe o QR Code, a secretaria realiza uma apresentação explicativa e se mantém disponível para orientações”, explica. Segundo ele, até o momento não houve relatos de dificuldade de acesso ao sistema por parte dos servidores ou dos usuários. A plataforma também conta com integração ao aplicativo ICOM, com recurso de geolocalização, o que ajuda o usuário a identificar o ponto de atendimento mais próximo. O sistema exige internet apenas no momento da conexão inicial com o serviço; depois disso, a transmissão de dados fica por conta do GDF. Inclusão A secretaria Gláucia Souza usou o aplicativo pela primeira vez e se surpreendeu: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa” | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Ainda segundo o titular da SEPD-DF, embora o DF Libras facilite muito o acesso, o processo de inclusão requer a cooperação de toda a sociedade, especialmente quando se trata de pessoas surdas com baixa alfabetização digital. Nesse caso, o papel do servidor público é fundamental para garantir que o atendimento aconteça. Apesar do sucesso da modalidade online, a Central Física da SEPD-DF, localizada na Estação Central do Metrô, continua em funcionamento e é bastante procurada. “O motivo é o vínculo de confiança que se estabelece entre usuário e intérprete, algo que o atendimento online não consegue manter com a mesma continuidade”, ressalta o gestor. A experiência com o atendimento na Unidade Básica de Saúde 1, na Asa Sul, foi positiva para a secretária acadêmica Gláucia Mayra Souza, 32 anos. Pela primeira vez utilizando a ferramenta, ela elogia o serviço: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa”. Segundo ela, o recurso é especialmente útil em situações de urgência ou quando há necessidade de esclarecer informações importantes. [LEIA_TAMBEM]A usuária também ressaltou a importância da autonomia proporcionada pelo serviço: “Agora posso resolver muitas coisas na minha vida, no hospital, no médico e em outras situações urgentes. A gente precisa dessa independência. Nem sempre dá pra andar com um intérprete ou um familiar do lado”. Para ela, o DF Libras é um símbolo do verdadeiro conceito de inclusão. Embora alguns surdos sejam oralizados ou utilizem implantes, a Língua Brasileira de Sinais continua sendo a primeira e principal forma de comunicação da comunidade surda. “Alguns até escrevem em português, mas perdem o sentido de muitas palavras por não dominarem a língua portuguesa, por isso a nossa língua 1, que deve ser respeitada, é Libras”, reforça.  Funcionamento e estrutura  A central de atendimento tem sede em São Paulo (SP), onde é operada pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Atualmente, são 90 intérpretes que trabalham de forma descentralizada – parte em modelo híbrido e parte em home office –, espalhados por diferentes regiões do Brasil. A intermediação pode ser solicitada tanto pelo cidadão quanto por servidores públicos durante o atendimento presencial, para garantir que barreiras de comunicação não interfiram no acesso aos direitos e serviços essenciais.

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Aplicativo SLU Coleta DF permite acompanhamento em tempo real da rota dos caminhões de lixo

Quer saber os dias e horários das coletas de resíduos no Distrito Federal? O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) disponibiliza todas as informações sobre a coleta seletiva e convencional das 35 regiões administrativas do DF por meio do aplicativo SLU Coleta DF. A ferramenta permite que os usuários acompanhem, em tempo real, a localização dos caminhões durante a coleta. Disponível para dispositivos Android e iOS, o aplicativo tem como objetivo aproximar os cidadãos dos serviços de limpeza urbana e facilitar o descarte correto de resíduos. “Nosso objetivo é garantir que a população tenha informações claras e precisas sobre onde e quando os serviços são prestados. Com esses dados, o cidadão pode se organizar para separar e descartar seus resíduos corretamente”, explica o coordenador de Geoinformação do SLU, Victor Alexsander Oliveira Silva. A ferramenta permite que os usuários acompanhem, em tempo real, a localização dos caminhões durante a coleta | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Disponível para os sistemas Android e iOS, a ferramenta inovadora tem como objetivo aproximar os cidadãos dos serviços de limpeza urbana, facilitando o descarte correto de resíduos. “A nossa meta é que todo mundo tenha a informação mais clara e mais precisa de onde e quando os nossos serviços são prestados. Uma vez que o cidadão tem esses dados, ele consegue se organizar para condicionar o seu resíduo da maneira mais adequada para a nossa coleta”, explica o coordenador de Geoinformação do SLU, Victor Alexsander Oliveira Silva. Além de facilitar o descarte, o aplicativo oferece uma série de funcionalidades que tornam a coleta mais simples e eficiente, como as notificações personalizadas (alertas de quando o caminhão de coleta está próximo, ajudando os moradores a se organizarem), pontos de entrega voluntária (PEVs) e orientações sobre separação de resíduos. O SLU Coleta DF ainda conta com outras abas, direcionadas a conteúdos educativos sobre gestão de resíduos, compostagem e reciclagem, e também possibilita o contato com a Ouvidoria, em aba que orienta a maneira pela qual os usuários podem enviar demandas, dúvidas e sugestões. “Nosso objetivo é garantir que a população tenha informações claras e precisas sobre onde e quando os serviços são prestados. Com esses dados, o cidadão pode se organizar para separar e descartar seus resíduos corretamente”, explica o coordenador de Geoinformação do SLU, Victor Alexsander Oliveira Silva Coleta de resíduos no DF O SLU segue um cronograma de coletas para facilitar a separação dos materiais, sendo a coleta convencional destinada a resíduos orgânicos e rejeitos, enquanto a coleta seletiva abrange materiais recicláveis. Elas são feitas de segunda a sábado, em dias alternados, em todas as regiões administrativas do DF. O aplicativo conta com um recurso de localização para que os usuários possam verificar os horários e pontos de coleta mais próximos. “Com essa funcionalidade, a pessoa pode programar e entregar os resíduos diretamente no horário dos pontos, sendo permitido colocar o resíduo até duas horas antes do início da coleta”, destaca Victor. “A gente cumpre a nossa parte, fiscalizando e monitorando os caminhões de coleta, mas a população também tem que cumprir a parte dela de colocar o lixo para fora no dia e no horário adequado”. Monitoramento e tecnologia A ideia do aplicativo surgiu da necessidade do SLU de monitorar os serviços prestados pelas empresas terceirizadas. “Com os dados de rastreamento em mãos, pensamos: por que não disponibilizar essa informação para a população? Assim nasceu o aplicativo”, relembra o coordenador. Todos os caminhões que prestam serviço ao SLU possuem um sistema de rastreamento que transmite informações como localização, odômetro e velocidade. Esses dados são armazenados na central de informações da empresa e depois transmitidos para o banco de dados do SLU, garantindo maior transparência e eficiência na prestação do serviço.

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Patinetes elétricas compartilhadas são sucesso no DF; veja como circular de forma segura

Rápidos e sustentáveis, as patinetes elétricas compartilhadas conquistaram a população do Distrito Federal. O modal elétrico está disponível desde o dia 30 de janeiro no Plano Piloto e em Águas Claras, com 672 unidades e uso mediante cadastro online. Desde então, até o dia 13 deste mês, foram mais de 21,3 mil viagens nas duas cidades, com o total de 44,2 km circulados. Além disso, apenas entre os dias 3 e 9, mais de 48 mil pessoas se inscreveram no aplicativo – quase dez vezes mais do que o esperado pela empresa para os 90 dias de operação. Os equipamentos são disponibilizados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio de uma parceria com a empresa JET, que já opera em outras cidades brasileiras. O serviço está em fase de testes e não gera custos ao Governo do Distrito Federal (GDF), que está cedendo o espaço para exploração experimental de 90 dias. Os dados obtidos no período vão embasar o chamamento público para outras empresas que queiram oferecer os dispositivos na capital. Os equipamentos são disponibilizados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio de uma parceria com a empresa JET, que já opera em outras cidades brasileiras | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O GDF não é onerado de nenhuma forma. Na verdade, a ideia é que haja uma contrapartida da empresa a cada patinete e que esse valor seja revertido para melhoria da mobilidade ativa”, explica o secretário Executivo de Mobilidade e Transporte, Alex Carreiro. “Também pensamos em dividir em lotes, de forma com que a empresa que ganhe a operação no Plano Piloto, por exemplo, tenha que disponibilizar as patinetes em outra cidade que não seria tão atrativa em relação ao número de usuários, para que consigamos atender todo o DF”, esclarece. Carreiro ressalta que a oferta das patinetes compartilhadas levam mais agilidade e praticidade aos cidadãos que precisam fazer curtos percursos no dia a dia, além de beneficiar o meio ambiente e o trânsito brasiliense. “A patinete elétrica faz parte da política de micromobilidade em que o usuário do transporte público faz a última milha, ou seja, a última parte do trajeto ao destino, com o transporte elétrico individual”, pontua. “No meu caso, já usei a patinete para ir de casa, na 116 Sul, até a estação do metrô. Depois que cheguei na rodoviária, peguei outro para ir até a secretaria, que fica no Setor de Autarquias Sul. No total, gastei cerca de seis minutos, cada um a R$ 0,25, totalizando R$ 1,50”, exemplifica o secretário, citando o valor referente ao trajeto. “Essa é a política do GDF: investir no transporte coletivo para termos menos carros na rua, promovendo economia ao cidadão e a preservação do meio ambiente.” Nayla Gomes, 33 anos, trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço Benefício A facilidade e a rapidez das patinetes elétricas conquistaram a designer Nayla Gomes, 33 anos, que trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço. “Quando vi as patinetes por aqui, super me interessei, porque tem vários restaurantes do outro lado que são muito bons e gostaria de explorar”, conta Nayla. Na última semana, as amigas escolheram o restaurante do Ministério da Cultura. Caso tivessem ido a pé, o trajeto de um ponto a outro teria chegado a 10 minutos. Com o equipamento elétrico, foram apenas seis minutos. “Se não fosse o semáforo, acho que teríamos chegado lá em três minutos por conta da velocidade da patinete, que é excelente”, aponta Ana Cristina. “Foi melhor do que pegar um carro por aplicativo. Acho que para curtas distâncias vale muito a pena”, completa Emanuele. Morador de Águas Claras, o gestor administrativo Thomás Nascimento, 23, já usou a patinete três vezes para circular dentro da cidade. “Tenho gostado da experiência. Utilizo em casos bem específicos, como quando eu preciso ir para algum lugar não tão longe, acho mais prático ir de patinete elétrica do que pedir um transporte por aplicativo”, afirma. “É uma boa opção também para se divertir em parques ou fazer um passeio em algum local com menos circulação de carros.” Segurança Para evitar acidentes, a velocidade das patinetes é controlada por GPS e varia conforme a região de circulação. Em ciclovias e ciclofaixas, o limite é de 20 km/h. Nas demais vias da cidade, a velocidade máxima é de 15 km/h, enquanto em áreas de segurança o limite cai para 6 km/h. As patinetes são equipadas com amortecedores, farol, lanterna traseira, setas, freios dianteiro e traseiro com luz, buzina, indicador de velocidade e de nível de bateria, além de suporte para celular com carregamento por indução. O GPS permite o monitoramento em tempo real e conta com um sistema antifurto. A circulação dos equipamentos individuais de mobilidade é regulamentada pela Resolução nº 996/2023, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os modais devem circular em vias locais e coletoras, sempre nos bordos laterais da pista de rolamento e no mesmo sentido de circulação dos veículos automotores. Também devem transportar apenas um indivíduo em sua estrutura, não sendo permitido a presença de passageiros, e são proibidos de circular nas faixas de rolamentos das vias urbanas arteriais e de trânsito rápido e nas faixas de rolamento das vias rurais – rodovias e estradas, já que essas vias possuem velocidade maior que 40 km/h. Por não serem considerados veículos, a legislação de trânsito não obriga o uso do capacete e demais dispositivos de segurança. Ainda assim, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) recomenda a utilização de vestuário adequado e capacete ciclístico nas mesmas condições dos que são aderidos pelos ciclistas para garantir mais segurança aos condutores. “Os condutores das patinetes são os primeiros responsáveis pela própria segurança. É importante que tenham noção de que, em caso de colisões, assim como pedestres e ciclistas, são as partes mais frágeis, já que vão colidir com partes metálicas e duras dos veículos, com risco de lesões e sequelas graves mesmo que o acidente ocorra em baixa velocidade”, alerta o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Glauber Peixoto. Outros modais Além das patinetes, há outros dois modais elétricos em uso no Quadradinho: as bicicletas e os ciclomotores. A diferença fundamental entre os três está na presença do acelerador. Enquanto as bicicletas dependem do movimento dos pedais, os ciclomotores e as patinetes, que são autopropelidos, têm acelerador. Cada um possui características específicas e segue normas de circulação distintas, conforme definido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Contran. As bicicletas elétricas possuem pedal assistido, o que significa que o motor só funciona quando o usuário pedala. Não têm acelerador, alcançam até 32 km/h e potência máxima de 1000 W. Não é necessário ter habilitação para conduzi-las, e podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas, respeitando o limite de 6 km/h nas calçadas e de 20 km/h nos outros pontos. Já os ciclomotores, como scooters elétricas, são mais potentes, com velocidade máxima de 40 km/h e potência de até 4 kW. Diferente das bicicletas elétricas, possuem acelerador e não têm pedal, além de que não podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas. Para conduzir ciclomotores, é preciso ter habilitação categoria A ou uma autorização específica (ACC), e é necessário placa e licenciamento. Preços A locação das patinetes tem tarifas diferenciadas, conforme o horário e o dia da semana. De segunda a sexta-feira, a ativação custará R$ 1,99. Já o valor por minuto depende da faixa horária: – Das 5h às 10h: R$ 0,25; – Das 10h às 17h: R$ 0,39; – Das 17h às 5h: R$ 0,49; Aos sábados e domingos, a ativação custa R$ 2,99, e o preço da minutagem varia entre R$ 0,70, das 5h às 17h, e R$ 0,90, das 17h às 5h. O pagamento é feito digitalmente, via aplicativo, com opções de cartão de crédito e Pix. A empresa oferecerá suporte aos usuários por meio do e-mail brsupport@jetshr.com e do telefone (13) 99137-4203, que também atende via WhatsApp e Telegram.

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Agentes de Vigilância Ambiental passam por treinamento sobre aplicativo contra dengue

Cerca de 50 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), iniciaram, nesta quinta-feira (26), um treinamento para usar o aplicativo e-Visitas. Desenvolvida pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS), a tecnologia busca monitorar as visitas domiciliares, por meio de gerenciamento, controle e disponibilização de dados coletados. Nessa primeira etapa, a ferramenta será utilizada por equipes do Plano Piloto. O aplicativo fortalece o trabalho dos profissionais que atuam na ponta, principalmente após o crescimento do número de casos de dengue, observado no final de 2023 e no início deste ano. “Vivemos mais de 380 mil ocorrências da doença e 440 óbitos. São índices que precisam ser traduzidos em dados provocativos para que busquemos outras ferramentas contra o Aedes aegypti”, apontou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Os agentes poderão cadastrar os dados das visitas realizadas como quantidade de depósitos vistoriados focos de mosquitos encontrados amostras recolhidas e entre outros | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Presente na abertura do treinamento, a gestora destacou outras inovações realizadas pela pasta no enfrentamento às arboviroses. São estações disseminadoras, borrifação residual, instalação de ovitrampas e wolbachia – quando mosquitos esterilizados são soltos no ambiente para se reproduzir e multiplicarem. “Tudo isso, porém, só tem significado por causa das visitas que os agentes fazem. É preciso que esses profissionais se reconheçam como protagonistas desse processo”, reforçou Florêncio. Para o agente recém-empossado Kleber Henrique de Lima, 29, o treinamento e a atuação com o aplicativo no campo vão beneficiar a produção no dia a dia. “É uma ferramenta que deve ajudar principalmente no contexto de georreferenciamento epidemiológico, pois ela rastreia casos, permitindo o mapeamento em tempo real”, explicou. Como parte do projeto piloto, os agentes poderão cadastrar os dados das visitas realizadas, como quantidade de depósitos vistoriados, focos de mosquitos encontrados, amostras recolhidas e etc. A previsão é que, no decorrer do tempo, outras ferramentas sejam incluídas. e-Visitas Implementado em Mato Grosso do Sul em 2018, o e-Visitas foi criado após ser constatada a necessidade de uma ferramenta que facilitasse o trabalho do agente de saúde. Com os dados coletados, estratégias mais assertivas de controle da proliferação do Aedes aegypti podem ser criadas. A plataforma recebeu reconhecimento nacional, ficando em 1º lugar como projeto inovador pelo Consórcio Brasil Central em 2020. Trata-se de uma plataforma integrada, compreendendo website, sistema de gestão virtual e aplicativo móvel. No DF, a utilização do aplicativo pelos Avas irá permitir o aumento da eficiência no registro e no monitoramento das visitas domiciliares; a melhoria na precisão e na rapidez das respostas aos surtos endêmicos; a consolidação de dados para suporte de planos de contingência; e a implementação de um módulo de “Notificação de Riscos” para identificar situações de vulnerabilidade. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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13º Circuito de Ciências termina com a participação de 80 mil estudantes da rede pública do DF

A premiação dos projetos vencedores do 13º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal de 2024 celebrou a participação de 80 mil estudantes, de 14 regionais de ensino, que apresentaram 512 trabalhos. O percurso, que contou com etapas local, regional e distrital, contou também com 136 avaliadores voluntários. A celebração de encerramento ocorreu no auditório Neusa França, quinta-feira (5), na sede da Secretaria de Educação do DF. O circuito é uma parceria da Secretaria de Educação (SEEDF) com o Sebrae e a Fiocruz. O tema do Circuito de Ciências deste ano foi Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais. “É um momento de alegria, celebração, de alívio, porque deu tudo certo e superou as expectativas. Hoje, as três melhores equipes de dez categorias estão sendo representadas. Inclusive, é importante destacar que nosso circuito é a maior feira científica do Distrito Federal”, Raquel Vila Nova, representante da Gerência de Programas e Projetos Transversais (GPROJ). Raquel Vila Nova destaca que o Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal  é o maior do DF | Foto: André Amendoeira/SEEDF Vencedores Durante todo o Circuito de Ciências, 33 mil pessoas visitaram as exposições nas diversas regionais de ensino. O Centro Educacional (CED) 01 do Guará venceu na categoria I, do ensino médio regular, com o projeto Bioma Protect: um aplicativo para integração de informações para a prevenção e combate ao fogo. Orientados pela professora de biologia Juliana Carvalho, os estudantes Jhony Bueno, Pedro Ferreira e Júlio César Santos, todos com 18 anos, desenvolveram um aplicativo que localiza queimadas. “Esse processo foi árduo, trabalhamos muitas horas no desenvolvimento do aplicativo em si, no projeto de design, porque queremos levar esse aplicativo para frente, fazer um plano de investimento, apresentar para possíveis investidores”, afirma Pedro. “Cruzamos os metadados de uma foto com a localização exata de onde a pessoa está quando ela denuncia uma queimada, um incêndio criminoso ou até uma possível área de desmatamento”, completou. O aplicativo Bioma Protect foi premiado na categoria de ensino médio regular A professora Juliana também destacou que, “se o usuário estiver no meio da estrada viajando, por exemplo, com apenas uma foto o aplicativo consegue puxar a geolocalização da pessoa e deixar disponível para as autoridades responsáveis combaterem o incêndio”. Veja os vencedores do 13º Circuito de Ciências ⇒ Categoria A – Educação infantil 1º lugar: Creche Casa do Candango, do Plano Piloto, com o projeto Reaproveitamento de alimentos de forma sustentável e ecológica; 2º lugar: CEI 01, de Taguatinga, com o projeto Sem floresta, sem futuro: o impacto do desmatamento na qualidade de vida da população; 3º lugar: CEF Jardim 2, do Paranoá, com o projeto Pequenos guardiões da natureza vivenciando a cultura indígena. ⇒ Categoria B – Educação fundamental (anos iniciais) 1º lugar: EC 403 Norte, do Plano Piloto, com o projeto Borboletário. Criando borboletas na escola; 2º lugar: CED Irmã Maria Regina, de Brazlândia, com o projeto Com os pés no Cerrado: robótica educacional com Pictoblox; 3º lugar: EC 01, do Guará, com o projeto Interação entre fauna e flora no Cerrado. ⇒ Categoria C – Ensino fundamental (anos finais) 1º lugar: CED Dona América Guimarães, de Planaltina, com o projeto O Cerrado e a percepção dos educandos quanto ao local onde o CED DAG está inserido; 2º lugar: CED Professor Carlos Mota, de Sobradinho, com o projeto Monitoramento de larvas de mosquitos Aedes aegypti em uma região rural do DF; 3º lugar: EC 16, de Planaltina, com o projeto Didática e entretenimento na divulgação científica sobre as riquezas do bioma Cerrado e a importância de sua preservação. ⇒ Categoria G – Centro de Ensino Especial, EJA interventivo, Sala de Recursos, Sala de Apoio à Aprendizagem 1º lugar: CEF 20, de Ceilândia, com o projeto Cerrado: o berço das águas brasileiras; 2º lugar: CEE 01, do Guará, com o projeto Jardins no ar: uma jornada sustentável e inclusiva com hortas suspensas em garrafa pet; 3º lugar: CEF 16, de Taguatinga, com o projeto As emoções do Cerrado sob a perspectiva da inclusão. ⇒ Categoria H – Altas habilidades/superdotação 1º lugar: CEF 02, de Brazlândia, com o projeto Aperfeiçoando o ar-condicionado de baixo custo – Fase 2; 2º lugar: CEF 08, de Sobradinho, com o projeto Identificação de larvas de mosquito em um ambiente urbano presente no bioma Cerrado; 3º lugar: EC 64, de Ceilândia, com o projeto Birdwatching. ⇒ Categoria I – Ensino médio regular 1º lugar: CED 01, do Guará, com o projeto Biomas Protect: um aplicativo para integração de informações para a prevenção e combate ao fogo; 2º lugar: CEM Paulo Freire, do Plano Piloto, com o projeto Educando com horta de 1m²; 3º lugar: CED 01, do Itapoã, Paranoá, com o projeto Os impactos da arborização urbana no conforto térmico do Paranoá e Entorno. ⇒ Categoria J – Ensino médio em tempo integral e educação profissional e tecnológica 1º lugar: CED 08, do Gama, com o projeto Extração de óleo essencial de Citronela com o uso de materiais de baixo custo; 2º lugar: CEMI à Educação Profissional, de Taguatinga, com o projeto Desenvolvimento de jogos educativos para aprendizagem escolar e preservação dos biomas brasileiros: uma abordagem interativa sustentável para a conscientização ambiental nas escolas; 3º lugar: CEM, de Taguatinga Norte, com o projeto Super Súber: a impressão 3D como ferramenta educacional. ⇒ Comissão regional A Comissão Regional de Taguatinga empatou em primeiro lugar com a Comissão Regional do Plano Piloto. *Com informações da Secretaria de Educação

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Novo aplicativo reforça combate à dengue com mapeamento de focos do Aedes aegypti no DF

A luta contra a dengue ganhou mais um aliado no Distrito Federal. A Secretaria de Saúde (SES-DF) está em fase final de desenvolvimento do aplicativo “e-Visit@ DF Endemias”. Com a ferramenta, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) poderão reunir informações de maneira ágil sobre a doença. O teste-piloto será lançado ainda em dezembro, seguido por um treinamento de profissionais da área. O sistema será exclusivo às atividades de campo dos agentes, permitindo que eles façam o registro em tempo real das visitas domiciliares, de uma maneira georreferenciada. Assim, será possível criar mapas de risco, desenhando localidades com maior incidência do vetor e guiando as ações da SES-DF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “É um avanço na capacidade de responder ao cenário epidemiológico no DF. Com o aplicativo vamos agregar a inteligência tecnológica ao trabalho dos agentes, facilitando a consolidação das informações e de decisões mais imediatas e efetivas”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O projeto busca gerenciar, controlar e disponibilizar virtualmente os dados coletados, visando aprimorar estratégias para o controle do Aedes aegypti e de outros vetores. A execução na capital federal será possível graças ao Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado em agosto entre a SES-DF e Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS) – estado que utiliza o aplicativo desde 2016. O documento possibilita a troca de soluções digitais e o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias. “O aplicativo auxilia na tomada de decisões mais rápidas e precisas diante de surtos endêmicos”, diz o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias da SES-DF, Victor Bertollo Gomes Porto | Foto: Ingrid Soares/Agência Saúde-DF “A ferramenta auxilia na monitorização, na tomada de decisões mais rápidas e precisas diante de surtos endêmicos e na consolidação de dados para planos de contingência”, detalha o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias (Amispe) da SES-DF, Victor Bertollo Gomes Porto. Segundo o gestor, a parceria com a SES-MS também traz economia de recursos, uma vez que desenvolver a ferramenta do zero sairia mais caro. Qualquer recipiente, por menor que seja, pode se tornar um criadouro de Aedes aegypti. Verifique vasos de plantas, pneus, garrafas e até mesmo tampinhas de garrafas. Estes são exemplos de locais ideais para o inseto depositar os seus ovos Como irá funcionar? O sistema será exclusivo às atividades de campo dos agentes, permitindo que eles façam, por exemplo, o registro em tempo real das visitas domiciliares, de uma maneira georreferenciada. Assim, será possível criar mapas de risco, desenhando localidades com maior incidência do vetor e guiando as ações da SES-DF. “O aplicativo gera informações sobre a casa que o agente visitou e se havia foco de dengue ou não. Esses dados criam um relatório em forma de mapa de calor, além de informes automatizados sobre produtividade e acompanhamento de metas dos profissionais”, explica Porto. Inicialmente, serão fornecidos 79 celulares aos agentes que atuam no Plano Piloto. Após o teste de validação, haverá uma ampliação gradual a todas as regiões administrativas do DF. A luta é de todos Além do trabalho da SES-DF, parte do cuidado contra a dengue precisa partir da população. Nesse sentido, é fundamental receber os agentes e reservar ao menos dez minutos semanais para inspecionar a casa e suas imediações. Qualquer recipiente, por menor que seja, pode se tornar um criadouro. Verifique vasos de plantas, pneus, garrafas e até mesmo tampinhas de garrafas. Estes são exemplos de locais ideais para o inseto depositar os seus ovos. Mantenha caixas-d’água, tonéis e barris bem tampados. Vacinar crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos também é indispensável no combate à doença. *Com informações da SES-DF  

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Novas políticas públicas marcam o Dia do Conselheiro Tutelar, celebrado nesta segunda (18)

Os conselheiros tutelares do Distrito Federal, que celebram o seu dia nesta segunda-feira (18), têm neste ano mais motivos para comemorar. Isto porque a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) anunciaram um pacote de ações voltadas a garantir a integridade física e psicológica destes profissionais, que defendem os direitos das crianças e dos adolescentes. Juntas, as secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Segurança Pública (SSP-DF) anunciaram pacote de ações para garantir a integridade física e psicológica dos conselheiros tutelares| Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A Portaria Conjunta nº 15/2024 implementou o programa de proteção aos conselheiros tutelares do DF, por meio do aplicativo “Proteger é nosso dever!”. As pastas são responsáveis pela gestão do programa de forma compartilhada, a partir de um grupo gestor composto por representantes, titulares e suplentes que foram designados pelas secretarias. “Os conselheiros tutelares representam uma linha de frente crucial na salvaguarda dos mais vulneráveis em nossa sociedade. Nesse sentido, é preciso assegurar a proteção desses profissionais no desempenho de suas funções”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. O conselheiro interessado em ter o aplicativo deve realizar um cadastro na SSP. Quando a ferramenta for acionada em situações de emergência, uma ocorrência será gerada e, a partir daí, o tratamento será prioritário. A viatura mais próxima se deslocará de imediato, já que os dados e a localização, obtida por tecnologia de georreferenciamento, estarão disponíveis para as forças de segurança. Saúde mental Além do aplicativo “Proteger é nosso dever!”, os conselheiros tutelares também foram beneficiados com a publicação da Portaria nº 595/2024, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), que trata da instituição do projeto Cuidar é nossa missão, destinado a ofertar atendimento psicológico aos profissionais que sejam vítimas de grave ameaça ou lesão corporal no exercício de sua função. Os atendimentos serão realizados na sede da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav). Para Nice Pereira, conselheira tutelar de Sobradinho II, tanto o apoio emocional quanto o canal direto com a Polícia Militar (PMDF) são ações determinantes no amparo de quem trabalha na garantia dos direitos das crianças e adolescentes. “Estes programas são de extrema importância. Nosso trabalho é muito estressante e esse atendimento psicológico vai aliviar muito as nossas dores diárias, limitações e ansiedades. Já o dispositivo da PMDF é fundamental, porque ele vai de encontro direto com o nosso maior desafio e preocupação, que são as situações de desconforto, de medo e de desamparo. Eu estou emocionada e sei que este é um sentimento de todos os meus colegas, que sabem o valor deste olhar cuidadoso com a nossa profissão”, disse. Conselheira tutelar de Sobradinho II, Nice Pereira elogiou as iniciativas: “Nosso trabalho é muito estressante e esse atendimento psicológico vai aliviar muito as nossas dores diárias” | Foto: Divulgação/Sejus-DF Protetores das crianças e dos adolescentes Atualmente, o DF conta com 220 conselheiros titulares, que atuam em 44 unidades distribuídas nas 35 regiões administrativas. A carga de trabalho é de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva. Apenas de janeiro a setembro deste ano, eles foram responsáveis por 59.026 atendimentos, o que corresponde a uma média de mais de 200 por dia. Entre as atribuições desses profissionais está o atendimento de crianças e adolescentes ameaçados em seus direitos. Cabe aos conselheiros buscar medidas de proteção, aconselhamento de pais ou responsáveis e encaminhar ao Ministério Público casos que demandem ações judiciais. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Criada em Brasília, plataforma fortalece a arte contemporânea do Centro-Oeste

Imagine uma plataforma digital e gratuita, com uma curadoria de 88 artistas do Centro-Oeste e mais de duas mil obras de arte contemporânea catalogadas. Lançado em 2022, o aplicativo M’ART tem como objetivo fortalecer e ampliar o acesso ao universo da arte pós-moderna. Com um investimento de R$ 200 mil por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), do Governo do Distrito Federal (GDF), a plataforma conta com funcionalidades de visualização de obras em diferentes tipos de linguagens e formatos, como colagem, fotografia, gravura, instalação, escultura, pintura e outras. Também há exposições virtuais e um calendário com exposições físicas no DF. O aplicativo teve um investimento de R$ 200 mil por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) | Foto: Divulgação/M’ART Acessível via site ou aplicativo (IOS e Android), o aplicativo tem o intuito de criar uma ponte para conectar artistas e público, segundo Luan Grisolia, coordenador da M’ART e idealizador da plataforma. “Há uma percepção de como é difícil acessar o universo da arte contemporânea, saber o que os artistas estão fazendo, conhecer novos projetos e espaços voltados para esse segmento. O DF faz parte de um movimento forte de espaços independentes que apresentam cultura de arte contemporânea para a população. A ideia do aplicativo é democratizar esse acesso. Acreditamos na construção de uma cultura em que as pessoas sejam mais abertas ao diferente, potencializando um conhecimento mais diverso e rico”, diz. Auxiliado por designers, desenvolvedores de sistema, profissionais de curadoria e artistas, Luan pretende investir no projeto de forma constante. A ideia é aumentar o número de artistas com acesso à ferramenta de catalogação, firmando o projeto como um espaço de fomento e pesquisa sobre a cena contemporânea no Centro-Oeste. “Desenvolver tecnologia no Brasil não é fácil, e a busca por investimentos é fundamental. A potência que o FAC dá a esse trabalho dá muitos frutos”, complementa Luan.

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Adasa lança aplicativo para facilitar acesso do cidadão a serviços públicos

Os serviços públicos da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) agora estarão disponíveis na tela do celular do cidadão. Nesta quarta-feira (16), a autarquia lançou o aplicativo Adasa.Digital, que reúne funcionalidades e serviços públicos em um só local e de forma mais acessível ao usuário. A estratégia da criação do aplicativo, lançado nesta quarta-feira (16), foi facilitar o atendimento do cidadão | Foto: Divulgação/Adasa Com funcionamento 24 horas, a plataforma centraliza pedidos de requerimentos, como a concessão de outorga e a autorização de poços,  consulta de informações – a exemplo do monitoramento do nível dos reservatórios de água e das chuvas urbanas -, outorga de uso e simulação da conta de água e entrega de documentos para cadastro. O serviço surgiu para acompanhar a demanda atual, levando em consideração a redução da burocracia, a maior acessibilidade, a possibilidade de interatividade e a transparência. “Buscamos prestar um serviço público de excelência. O parâmetro da Adasa é bem elevado, é não é por uma questão de satisfação pessoal, mas de reconhecimento da nossa obrigação, porque o cidadão merece isso, ele paga por isso e nós temos a obrigação de estar 24 horas por dia buscando formas de levar até ele um serviço ágil e eficiente”, destacou o diretor-presidente da Adasa, Raimundo da Silva Ribeiro Neto. Segundo o chefe de Tecnologia da Informação da Adasa, Geraldo Barcellos, a estratégia da criação do aplicativo foi aproximar a agência do cidadão. “É um aplicativo que vai estar disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Vai evitar a burocracia e acabar com filas e deslocamentos desnecessários. O terceiro ponto é a transparência, de modo que todos os dados e informações estão lá”, afirmou. O aplicativo pode ser acessado pela credencial do Gov.br e também tem interação e compartilhamento com o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Governo do Distrito Federal (GDF).

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