Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica
Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
Ler mais...
Equipes do GDF vistoriam voçorocas em Alexânia (GO)
Técnicos da Secretaria do Entorno (Seent-DF) participaram, nesta terça-feira (14), de uma visita técnica a Alexânia, no Entorno do DF, para avaliar voçorocas — grandes erosões que são recorrentes ameaças a estradas e áreas urbanas. Área da voçoroca em Alexânia: erosão de grandes proporções ocorre por diferentes causas, como a impermeabilização excessiva do solo | Foto: Divulgação/Seent-DF A iniciativa teve como objetivo orientar a Defesa Civil municipal na formação de sua equipe e abrir tratativas para um curso de técnicos, a ser ministrado pela Seent-DF com instrutores da Defesa Civil do DF e colaboradores da secretaria. A ação contou com a colaboração da prefeitura da cidade goiana. Foram visitados cinco pontos críticos de voçorocas, utilizando drones para captar imagens aéreas detalhadas, a fim de coletar informações. O prefeito de Alexânia, Warley Gouveia, já havia decretado situação de emergência, por meio de publicação oficial, na segunda-feira (13). “Com base nesse material, a secretaria dará apoio técnico para subsidiar um iminente pedido de situação de emergência do município junto ao Ministério da Integração Nacional e Defesa Civil Nacional”, afirmou o assessor especial da secretaria, Luiz Carlos Ribeiro. Também participaram da vistoria o vice-prefeito de Alexânia, Antônio Naldim Magalhães, bem como outros representantes da prefeitura. Parceria [LEIA_TAMBEM]“Agradecemos a parceria da Seent-DF, nesta vistoria técnica”, declarou o vice-prefeito. “A orientação para formar nossa equipe de Defesa Civil e o curso com instrutores de Brasília vão fortalecer nossa capacidade de enfrentar as voçorocas e outras ações adversas. Investir em prevenção e informação é proteger vidas.” De acordo com a Defesa Civil, a impermeabilização excessiva do solo por calçadas e asfalto impede a infiltração natural da água, acelerando o escoamento superficial e a erosão. A falta de infraestrutura para captação de águas pluviais agrava o problema ao permitir acúmulo descontrolado durante chuvas intensas. Já o desmatamento às margens de rios e riachos, que funcionam como calhas naturais, provoca assoreamento e destruição do solo circundante. Há, ainda, a ocupação desordenada de terrenos, que expõe áreas frágeis sem planejamento adequado, enquanto o solo típico do Cerrado — naturalmente propenso a erosões — se degrada rapidamente quando a vegetação nativa é removida. *Com informações da Secretararia do Entorno
Ler mais...
Novas viaturas e drone entregues à PMDF reforçam segurança no Distrito Federal
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) recebeu, nesta quarta-feira (1º), 13 novas viaturas e um drone para reforçar o policiamento e ampliar o uso de tecnologia nas operações. A entrega ocorreu no Palácio Tiradentes, feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e viabilizada por emenda parlamentar da senadora Damares Alves, que também destinou outras 27 viaturas à corporação em dezembro de 2025. Os equipamentos serão empregados prioritariamente no enfrentamento à violência doméstica, com acionamento via 190, buscando ampliar a rede de proteção a mulheres, crianças, idosos e pessoas com deficiência. A estratégia prevê atuação em regiões com maior incidência desse tipo de crime, com foco na agilidade das equipes e no monitoramento tecnológico. Celina Leão: "Quando você troca o equipamento da polícia, dá mais agilidade e protege mais o cidadão" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo a governadora Celina Leão, o reforço amplia a capacidade operacional da corporação. “Quando você troca o equipamento da polícia, dá mais agilidade e protege mais o cidadão. A distribuição é feita conforme o planejamento do comandante-geral, chegando para quem mais precisa”, declarou. Modernização da frota As viaturas serão distribuídas de forma descentralizada entre diferentes regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Brazlândia, Recanto das Emas, Taguatinga, Paranoá, São Sebastião, Estrutural e Gama. A medida também contempla iniciativas como o fortalecimento do policiamento de prevenção orientado à violência doméstica (Provid) e a implantação de espaços de acolhimento, como a sala lilás em unidades estratégicas. O comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Palhares, destacou que a modernização da frota e o uso do drone devem contribuir para ações mais rápidas e integradas, especialmente em ocorrências sensíveis, ampliando a capacidade de prevenção e resposta no DF. As novas viaturas têm tração diferenciada e, com o drone, será possível fazer a leitura de placas de carro com mais precisão “São veículos mais robustos, com tração diferenciada, que permitem atuar tanto em vias urbanas quanto em terrenos acidentados. O drone traz tecnologia importante, com leitura de placas e capacidade de quantificar pessoas em uma localidade, o que dá mais assertividade ao planejamento e às ações. A distribuição dessas viaturas considera regiões com maior incidência de feminicídio, para fortalecer a atuação onde esse tipo de crime mais ocorre”, ressaltou. Também presente na cerimônia de entrega, o secretário-executivo de Segurança Pública do DF (SSP-DF), Alexandre Patury, afirmou que o uso de tecnologia amplia a precisão das operações: “Foram entregues 40 equipamentos no total, com os de dezembro e de hoje. Esse drone tem um alcance muito maior, com inteligência artificial embarcada, que permite inclusive a contagem de pessoas em multidões. E as viaturas, que nesse primeiro momento são voltadas para o combate ao feminicídio e a outros crimes contra as mulheres, estão reforçando o atendimento na ponta.”
Ler mais...
Tecnologia e eficiência: drones com jatos de água atuam na limpeza da Ponte JK
Quem passa pela Ponte JK observa equipes concentradas na reforma de um dos mais famosos cartões-postais de Brasília. Desde dezembro do ano passado, o olhar mais atento acompanha as fases das obras de manutenção da estrutura, inaugurada em 2002. Agora, os esforços estão voltados à limpeza dos arcos, com auxílio de aparatos inovadores e tecnológicos — o processo de hidrojateamento é feito por meio de drones, com água do próprio Lago Paranoá. “É a primeira vez que esse tipo de limpeza com drones é feito na ponte e, acredito, em Brasília”, afirma o arquiteto Juan Carlos Del Carpio Natcheff, assessor da Diretoria de Projetos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Não temos referência de outras construções, como prédios, que usaram drones de hidrojateamento para limpeza.” Serviços que exigem mais espaço estão sendo feitos durante a noite, de segunda a sexta-feira; materiais usados são específicos para cada estrutura | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para diminuir os impactos na rotina dos brasilienses, as etapas da reforma que tomam espaço têm sido executadas exclusivamente no período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, com interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul). “É uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível” Juan Carlos Natcheff, da Diretoria de Projetos da Novacap Mas não é o caso da limpeza da parte externa com os drones, iniciada na terça-feira (17). Como a operação é guiada de dentro do lago, em uma balsa, não há necessidade de interdição das vias. Assim, o serviço tem sido feito de manhã cedo. As faixas, contudo, seguem fechadas à noite para os outros trabalhos. A expectativa é concluir a etapa de limpeza dos arcos até o início da próxima semana, para começar a pintura das estruturas. A parte inferior da ponte já está limpa e com a pintura renovada. “Queremos entregar logo para a comunidade”, enfatiza Natcheff. “As pessoas têm mandado elogios; é uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível”. Inovação O processo precisa de dois drones e do manuseio de um profissional. “Iniciamos os testes há mais de um mês, e [os drones] foram aprovados”, relata o arquiteto. “Foi um sucesso. É o jeito mais prático que conseguimos. Tudo é monitorado, com geoprocessamento e geomonitoramento”. O drone menor, detalha ele, apenas envia informações, como posição e distância do local em destaque. “O drone principal puxa a água do lago, uma bomba conduz até lá em cima, e o aparelho limpa”, prossegue Natcheff. “Outro equipamento menor direciona o trabalho com a altura necessária, por exemplo. Há, ainda, a pessoa que controla, que tem ficado na balsa, com o controle remoto, conduzindo.” Hidrojateamento não exige a remoção de toda a tinta antiga, o que permite um serviço sem respingo de produtos químicos no lago Segundo o arquiteto, o método, além de mais eficiente e mais rápido que os modos convencionais de limpeza, remove toda a sujeira, com até três passagens por um mesmo ponto: “Com o hidrojateamento, não é necessário remover a tinta antiga em sua totalidade — o que não poderia ser feito, porque precisaria usar produtos químicos, que poderiam respingar no lago. E não temos autorização para produzir esse tipo de sujeira”. Outro destaque tecnológico da reforma da Ponte JK são as tintas utilizadas. Os materiais são específicos para cada tipo de estrutura — nos arcos e nas demais partes metálicas, a tinta tem acabamento de poliuretano (PU) e é acrílica e autolimpante. “Há também um aditivo, um diluente que não é poluente, para ajudar na firmeza da tinta”, pontua o arquiteto da Novacap. Reforma [LEIA_TAMBEM]As intervenções na Ponte JK começaram em 15 de dezembro de 2025. Além da limpeza dos arcos com drones, atualmente, as equipes trabalham na pintura do corrimão da passarela superior (lado direito, sentido Plano Piloto/Lago Sul) e dos pilares curvos na parte inferior. As próximas etapas incluem a conclusão da limpeza geral e a pintura de corrimãos e pilares curvos. A pintura dos arcos está prevista para as próximas semanas — nessa fase, o serviço será manual, com rolo, andaimes e plataformas elevatórias. A lavagem e a pintura dos pilares retos de concreto (parte inferior) já foram concluídas. Interdição de faixas No período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, há interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul) na Ponte JK, em ação coordenada pelo Detran-DF. Essa intervenção vai vigorar durante o tempo em que a reforma estiver sendo feita.
Ler mais...
Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets
Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Período chuvoso no DF exige atenção redobrada contra a dengue
A chuva que refresca o calor do verão pode esconder um perigo silencioso. Em poucos dias, a água acumulada em tampinhas esquecidas, calhas entupidas ou baldes deixados no quintal vira convite para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da zika, da febre amarela e da chikungunya. No Distrito Federal, onde a doença apresenta comportamento sazonal entre outubro e maio, a atenção precisa ser redobrada. Equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram, no último mês, a quadra 508 de Samambaia Sul em uma ação de prevenção, com vistorias domiciliares e orientações aos moradores. A iniciativa permite mapear os índices de infestação e direcionar estratégias de combate ao vetor. Agentes da Vigilância Ambiental da SES-DF percorreram a quadra 508 de Samambaia Sul em ação de combate ao mosquito da dengue | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A agente de vigilância ambiental (Ava) Sofia Quaresma lembra que a dengue é endêmica no DF, mas ganha força no período chuvoso. “Muita gente acredita que a casa está limpa, mas um restinho de água em um balde, no ralo pouco usado ou até no motor atrás da geladeira já é suficiente para o mosquito se reproduzir. A visita serve para reforçar cuidados e mostrar pontos que o morador nem sempre percebe”, explica. Durante a atividade, os agentes visitaram a casa de Conceição de Maria Araújo, 64 anos. No local, foram identificados recipientes com acúmulo de água da chuva, sendo que um deles apresentava larvas, que foram coletadas para análise. “É muito bom ter esses profissionais para nos orientar. Agora ficarei mais atenta”, afirma. Para a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Samambaia, Giselle Melo, o enfrentamento da dengue depende diretamente da parceria com a população. “Costumo dizer que 50% do resultado vem do agente orientando e os outros 50%, do morador colocando em prática o que aprendeu. Separar alguns minutos da semana para olhar o quintal, vedar caixas d’água e eliminar água parada é decisivo para quebrar o ciclo do mosquito”, ressalta. O trabalho dos agentes é primordial para identificar e combater os focos do mosquito da dengue Dados Com foco na prevenção, mais de 360 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram cerca de 1,8 milhão de residências no DF em 2025 e notificaram aproximadamente 25 mil ocorrências suspeitas de dengue, sendo 12 mil casos prováveis. O número representa redução de 96% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 278 mil casos prováveis no Distrito Federal. Neste ano, até a Semana Epidemiológica 05, foram notificados 1.132 casos suspeitos de dengue em residentes do Distrito Federal, dos quais 616 eram prováveis. Entre os casos prováveis, sete foram confirmados. Os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF atuam na prevenção e no controle de fatores ambientais que impactam a saúde da população, com monitoramento de riscos de zoonoses, como dengue, leishmaniose e raiva; controle de vetores, como mosquitos e escorpiões; análise da qualidade da água; e realização de ações educativas voltadas à prevenção de doenças. As atividades são executadas de acordo com a demanda de cada região administrativa. Drones auxiliam no mapeamento de locais mais críticos; fotos tiradas pelo equipamento mostram onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas Combate ao mosquito As ações de enfrentamento às arboviroses são realizadas de forma ininterrupta, abrangendo residências e locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto apresenta baixa toxicidade para humanos e animais domésticos. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações da BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como rodoviárias e feiras. Outra importante ferramenta de prevenção são as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com boia e tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen — inseticida que atua como hormônio regulador do crescimento de insetos, impedindo que atinjam a fase adulta. Mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF no ano passado. As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância instalaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a depositarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas se assemelhem a criadouros, são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento das larvas. Inspeção identifica recipientes que podem acumular água da chuva e virar criadouro do Aedes aegypti Além das ações em solo, a SES-DF incorporou drones no enfrentamento às arboviroses. Os equipamentos auxiliam no mapeamento de territórios mais críticos. As imagens captadas indicam locais com possíveis focos de água parada, permitindo intervenções mais precisas. Ao todo, os drones realizaram varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados. Outra frente de atuação inovadora foi a liberação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os insetos com a Wolbachia se reproduzem com os exemplares selvagens, transmitindo a bactéria às próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para distribuição dos insetos em todo o território previsto. [LEIA_TAMBEM]Os agentes de vigilância ambiental da SES-DF receberão, no próximo mês, 683 tablets com caneta digitalizadora e pacote de dados móveis para substituir as fichas em papel. Com o equipamento, o registro das atividades passará a ser feito diretamente em aplicativos e sites oficiais. Os dispositivos vão agilizar o serviço, reduzindo retrabalho e minimizando o risco de perda de informações. Vacinação Até o momento, quase 222 mil doses da vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos no Distrito Federal. O imunizante previne formas graves da doença e está disponível nas salas de vacina da rede pública de saúde. No total, cerca de 312 mil doses foram aplicadas, considerando todos os públicos nas redes pública e privada. Apesar dos números expressivos, a vacinação contra a dengue ainda não alcançou a cobertura ideal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
Ler mais...
Com uso de drones, Saúde reforça combate ao mosquito da dengue
A Secretaria de Saúde (SES-DF) incorporou uma nova tecnologia para auxiliar no combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Drones estão sendo utilizados contra o mosquito, fazendo um mapeamento das regiões mais afetadas e permitindo respostas pontuais e estratégicas. Equipamentos são utilizados para mapear os pontos do DF que têm apresentado casos de dengue, zika e chikungunya | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF O uso dos drones é recente e pode levantar dúvidas entre a população. Veja, abaixo, como funciona a tecnologia. O que os drones fazem? ⇒ Primeiro, os drones fazem um mapeamento de território nas localidades que, nos últimos anos, apresentaram mais casos de dengue, chikungunya e zika. Em seguida, a tecnologia analisa e identifica os recipientes com potencial de virar criadouros. Isso é feito por meio de uma câmera que tira milhares de pequenas fotos de alta qualidade, imagens que são reunidas em um panorama de maior visualização — a ortofoto. ⇒ A segunda função dos aparelhos é tratar água parada com inseticida em criadouros de difícil acesso. O drone sobrevoa o imóvel, levando o larvicida necessário para o tratamento, conforme o volume do recipiente. Nesse processo, o larvicida é protegido por um invólucro solúvel em água. O que é feito com as imagens? [LEIA_TAMBEM]As ortofotos — dados dos criadouros — são enviadas às equipes de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF, que fazem o planejamento estratégico de visitas aos locais indicados como mais críticos. Será feito mapeamento em todo o Distrito Federal? Atualmente, os critérios utilizados para o uso do drone são a incidência das doenças, o índice de infestação da região, como os dados apanhados pelo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) e pela quantidade de ovos recolhidos pelas ovitrampas. Quem pode solicitar o serviço? O drone é uma ferramenta auxiliar cujo uso segue um planejamento da equipe de técnicos da Vigilância Ambiental, formada por biólogos. O que mais tem sido feito para combater a dengue? Além dos drones, a SES-DF investiu em diversas estratégias, como o reforço da instalação de estações disseminadoras de larvicidas (EDLs) nas residências, a soltura de wolbitos — mosquitos inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya — e a instalação de mais armadilhas ovitrampas, entre outras medidas. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Aberto cadastro para imprensa operar drones durante implosão do Torre Palace
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), em coordenação com a Secretaria Nacional de Proteção da Defesa Civil, reforça que a operação de implosão do antigo Hotel Torre Palace, programada para este domingo (25), contará com um protocolo especial de segurança aérea. Será colocado em prática um protocolo de restrição de voo, proibição de drones não autorizados e ativação de sistemas antidrone para garantir a estabilidade técnica da operação, a segurança do público e a proteção das aeronaves tripuladas que atuarão na região. Como parte do planejamento, será estabelecida uma Zona de Restrição de Voo (Flight Restriction Zone — FRZ) em um raio de 500 metros, a partir do centro da edificação. Dentro deste perímetro, está terminantemente proibida a utilização de aeronaves não tripuladas (RPA/Drones) de natureza civil, particular ou recreativa. A captação de imagens aéreas durante a operação será permitida apenas para aeronaves dos órgãos de segurança pública, da empresa responsável pela demolição e para equipes de imprensa devidamente cadastradas e autorizadas. A operação dos equipamentos somente poderá ocorrer dentro de área previamente definida para decolagem e de uma zona segura de voo. “Estamos falando de uma operação de alta complexidade e com elevado rigor técnico. Qualquer interferência no espaço aéreo representa risco real à segurança das pessoas e pode comprometer a condução da atividade. Por isso, é fundamental que todos respeitem as regras estabelecidas e que os profissionais de imprensa realizem o cadastramento, garantindo uma cobertura segura e organizada”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A captação de imagens aéreas durante a operação será permitida apenas para aeronaves dos órgãos de segurança pública, da empresa responsável pela demolição e para equipes de imprensa devidamente cadastradas e autorizadas | Foto: Divulgação/SSP-DF Sistema antidrone Para assegurar o cumprimento da restrição e impedir invasões no perímetro de exclusão, a SSP-DF utilizará tecnologias de detecção e neutralização de drones (sistema antidrone), com atuação preventiva e capacidade de resposta imediata. A operação contará com mecanismos de interferência por radiofrequência, voltados ao bloqueio do sinal de comando de equipamentos não autorizados que tentem acessar a área restrita. Drones que invadirem o perímetro poderão sofrer perda imediata de controle, com risco de queda e retenção do equipamento. “O monitoramento será contínuo, e o perímetro estará sob vigilância técnica durante toda a ação. Drones não autorizados estarão sujeitos à neutralização do sinal, o que pode provocar a aquisição e controle e sua retenção. Por isso, o cadastramento e o cumprimento das áreas estabelecidas são indispensáveis para uma cobertura segura e sem intercorrências”, explica Marcio Lobo, técnico responsável pelo acompanhamento aéreo da operação e chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF. Cadastramento obrigatório para imprensa A SSP-DF orienta que os profissionais de imprensa que desejem operar drones durante a cobertura do evento encaminhem, até esta sexta-feira (23), os dados necessários para cadastro e autorização de voo, exclusivamente para o e-mail aae.gab.sspdf@gmail.com. O documento deverá conter o nome completo e documento de identificação do operador, órgão/empresa, modelo da aeronave, número de série, nome do dispositivo e número de série de controle remoto, telefone. “Não será permitido o sobrevoo com drones não cadastrados, mesmo em caso de cobertura jornalística. A medida tem como objetivo garantir a segurança da operação e de todos os envolvidos”, finaliza Lobo. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)
Ler mais...
Combate ao Aedes aegypti é intensificado com chegada das chuvas
O início do período chuvoso no Distrito Federal acendeu o alerta para o risco de aumento da população do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika. Diante do cenário, a Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou frentes de vigilância e controle, apostando em tecnologias e armadilhas que mapeiam áreas críticas e reduzem a circulação dessas arboviroses. Agentes de saúde inspecionam residência no Sol Nascente: temporada é de reforçar o combate ao mosquito que transmite arboviroses | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nesta quinta-feira (27), agentes de Vigilância Ambiental em Saúde revisitaram trechos do Sol Nascente, onde profissionais checaram dispositivos já instalados nas residências para monitorar e barrar a reprodução do mosquito. No campo, são utilizados dois modelos principais: as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs), que usam o próprio inseto para levar o larvicida a outros pontos visitados por ele; e as ovitrampas, baldes preparados para coletar ovos e orientar a construção de mapas de calor, que direcionam as equipes para áreas prioritárias. Entre as ações em andamento, destacam-se a eliminação e tratamento de criadouros em áreas estratégicas com uso de larvicida e a aplicação de inseticidas residuais por borrifação intradomiciliar em imóveis de grande circulação, como escolas, e em locais com alto número de focos, como ferros-velhos. Há também o mapeamento e tratamento de pontos de difícil acesso por drones, uso de drones para identificar focos, além da soltura de mosquitos com a bactéria Wolbachia, chamados popularmente de “wolbitos", incapazes de transmitir vírus e projetados para substituir a população local de vetores ao longo do tempo. Israel Moreira, biólogo da Secretaria de Saúde, explica o funcionamento das ovitrampas: “São medidas recentes, mas já adotadas com sucesso em outras partes do país, por isso trouxemos para cá” A pasta também destaca o caráter estratégico do Sol Nascente na vigilância epidemiológica. Segundo o biólogo Israel Moreira, da SES-DF, a região conta com 150 ovitrampas e mais de 3 mil EDLs distribuídas, em razão de taxas de infestação relevantes e histórico de alta transmissão. “Aqui temos duas estratégias: medir a infestação coletando ovos e o controle, usando o próprio mosquito para disseminar larvicida”, detalha. “São medidas recentes, mas já adotadas com sucesso em outras partes do país, por isso trouxemos para cá. Pelo tamanho da população, usamos 150 armadilhas de coleta e mais de três mil estações disseminadoras”. O biólogo reforçou que o trabalho ocorre o ano todo, sendo intensificado na estação chuvosa, quando recipientes expostos acumulam água com maior frequência. Segundo a SES-DF, em números regionais, as cidades com maior cobertura de EDLs na capital são Recanto das Emas, com 198 estações; Água Quente, com 79; e o Sol Nascente, com 2.918 unidades já instaladas. Mais agentes A ampliação da força de trabalho é outro eixo da estratégia. Em novembro do ano passado, o Governo do Distrito Federal (GDF) nomeou 800 agentes de saúde para reforçar o atendimento nos territórios: 400 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) e 400 agentes comunitários de saúde (ACSs), que atuam diretamente nas visitas domiciliares, ações comunitárias e serviços da atenção básica. A agente de Vigilância Ambiental Tawanna Ferreira lembra a importância das visitas semanais: “Muitos moradores às vezes não sabem o que fazer ou os riscos que estão correndo, então orientamos sempre a não deixar depósitos de água, e a tapar qualquer buraco que tiver, como ralos, para evitar os escorpiões também, que nessa época chuvosa e quente começam a sair mais dos lugares” No Sol Nascente, a aceitação do trabalho tem sido positiva. De acordo com a agente de vigilância ambiental Tawanna Ferreira, a população tem aberto as portas para a manutenção semanal das armadilhas e orientações de saúde. “Os moradores entendem que a ovitrampa ajuda a medir onde tem mais foco e que a EDL é uma estratégia nova; eles recebem a gente bem e acompanham as instruções”, afirma. De acordo com a agente, as visitas semanais também são importantes por permitirem que os profissionais orientem sobre problemas além da dengue. “Muitos moradores às vezes não sabem o que fazer ou os riscos que estão correndo, então orientamos sempre a não deixar depósitos de água, e a tapar qualquer buraco que tiver, como ralos, para evitar os escorpiões também, que nessa época chuvosa e quente começam a sair mais dos lugares”, explica. Segurança e cuidado [LEIA_TAMBEM]A realidade vivida nos lares ilustra a importância do monitoramento. Moradora do Trecho 1 do Sol Nascente, a cozinheira Rosângela Ferreira, de 41 anos, relata que o acompanhamento constante reforça os cuidados cotidianos: “Com as visitas frequentes, alerta mais a gente sobre não deixar água parada. Eu já tive dengue três vezes, em 2015, 2016 e 2020. Foi muito ruim. Mas não tive mais desde então, e acho que essas ações ajudam bastante”. No Trecho 3 do Sol Nascente, a dona de casa Regiane Lopes da Silva, 45, também ressalta o valor das orientações, especialmente em um território com forte presença de crianças: “É muito bom, porque os agentes explicam tudo direitinho. Tem que deixar a armadilha para o mosquito no cantinho, onde ninguém mexe, manter pneu sem água, garrafa virada e tampar os ralos”. Regiane conta que o filho já foi internado com dengue hemorrágica há três anos, situação que marcou a família. “Agora seguimos as orientações, e todo mundo tomou a vacina; queremos ficar seguros contra essas doenças”, assegura.
Ler mais...
Drones reforçam combate ao mosquito da dengue no DF
As ferramentas de combate ao mosquito da dengue chegaram ao céu do Distrito Federal. Desde outubro, drones contratados pela Secretaria de Saúde (SES-DF) sobrevoam as regiões administrativas para mapear possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como a dengue. A iniciativa permite respostas mais direcionadas e estratégicas das equipes de Vigilância Ambiental em Saúde. Na sexta-feira (7), os drones mapearam uma área do Paranoá, mas os equipamentos já atuaram em diversas localidades da capital: Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente, Estrutural, São Sebastião, Arapoanga e Fercal. O objetivo é mapear 30% do território do DF, com foco nas regiões que apresentam os maiores índices de casos de dengue. Os drones permitem um mapeamento detalhado das regiões, com imagens de alta qualidade | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “O drone faz com que vejamos a área de cima, direcionando melhor nossa atuação no combate aos focos. Então, quando chegamos nas residências, podemos dizer: ‘Olha, tem uma caixa d’água sua que está aberta'. É um instrumento muito certeiro”, explica a agente de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) Gleyciane Ferreira. O serviço realizado com os drones integra o projeto Voo pela Saúde, da empresa GRS80, contratada pela SES-DF pelo período de um ano. O representante da iniciativa, Pedro Vasconcellos, destaca a qualidade do material produzido pelos instrumentos: “Chamamos de 'ortofoto', que tem uma qualidade muito boa de aproximação e de imagem. Nela, é possível identificar pequenos focos”. Uma vez feitas as fotos, um sistema de inteligência artificial analisa as imagens e indica locais com focos de água parada | Foto: Reprodução/Voo pela Saúde Como funcionam Os drones sobrevoam determinadas áreas das cidades e realizam, em uma primeira etapa, o mapeamento. Com câmeras de alta qualidade, o aparelho tira milhares de pequenas fotos, que são reunidas em um panorama de maior visualização (ortofoto). [LEIA_TAMBEM]Um sistema de inteligência artificial analisa as imagens e indica os locais onde há possíveis focos de água parada. Para eliminar falhas, as imagens são verificadas por funcionários da empresa. Em seguida, os dados são enviados às equipes de Vigilância Ambiental da SES-DF. Outra utilidade do drone é destinada ao tratamento de locais de difícil acesso pelos agentes. Caso um dos pontos identificados não possa ser tratado pelo profissional, o drone pode levar o larvicida — protegido em um invólucro solúvel — até o ponto de concentração de água. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
Ler mais...
Drones ampliam eficiência do Corpo de Bombeiros do DF em salvamentos e no combate a incêndios florestais
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) conta com 11 drones para auxiliar no combate a incêndios florestais, ações de busca e salvamento, monitoramento de áreas de risco e apoio à defesa civil. Os aparelhos são estratégicos para as operações, gerando assertividade e eficiência para a atuação das equipes. A gestão dos dispositivos, tecnicamente intitulados como aeronaves tripuladas remotamente, cabe ao 3º Esquadrão de Aviação Operacional (3º ESAV), instituído por decreto em 2024. A tecnologia começou a ser empregada há dez anos, com a aquisição do primeiro equipamento do tipo Mavic 2, apelidado como Zangão 01. De lá para cá, a aeronave passou a ser amplamente utilizada pela corporação, que investiu na capacitação de cerca de 300 militares e obteve, com recursos próprios e por doação, outros exemplares do dispositivo. Atualmente, estão disponíveis cinco drones do modelo Mavic 2, que se destaca pelo zoom de longo alcance, e seis do Mavic 3T, que conta com câmera termográfica e indicado para operações em campo. “Com o Mavic 3T, conseguimos identificar obstáculos, vítimas em áreas de mata e até definir prioridades no combate às chamas. Já o Mavic 2, mesmo sendo mais antigo, continua sendo útil para investigações a longas distâncias”, explica o tenente Rony Junio Rodrigues da Costa, responsável pela coordenação do uso dos aparelhos. Atualmente, estão disponíveis cinco drones do modelo Mavic 2, que se destaca pelo zoom de longo alcance, e seis do Mavic 3T, que conta com câmera termográfica e indicado para operações em campo | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Novos drones devem ser incorporados em breve. Está em andamento um processo para doação pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a compra de outros exemplares com recursos da própria corporação. Recentemente, o CBMDF recebeu dispositivos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e acessórios, como câmeras e cartões de memória, da Receita Federal. Combate Os dispositivos estão integrados a grupamentos especializados, como o de Busca e Salvamento (GBS), Proteção Ambiental (GPRAM), Proteção Civil (GPCIV) e Prevenção e Combate a Incêndio Urbano (GPCIU). Durante a Operação Verde Vivo, promovida anualmente entre abril e novembro, ao menos três aeronaves são empregadas nas missões. “Os equipamentos são muito úteis no combate a incêndios por permitirem a visualização completa da região afetada e a direção do fogo, trazendo mais eficiência ao trabalho”, salienta o tenente. Com o reconhecimento da região atingida pelo fogo, o drone também contribui com a segurança dos bombeiros, reduzindo a exposição das tropas às chamas, e agiliza a resolução das situações de emergência. “O maior ganho é a questão do monitoramento em tempo real, já que é possível antecipar mudanças no comportamento do fogo, prever a direção que pode ser causada pelo vento, por exemplo, e assim ter uma resposta mais rápida e precisa no combate”, ressalta Costa. “Com o Mavic 3T, conseguimos identificar obstáculos, vítimas em áreas de mata e até definir prioridades no combate às chamas. Já o Mavic 2, mesmo sendo mais antigo, continua sendo útil para investigações a longas distâncias”, explica o tenente Rony Junio Rodrigues da Costa No ano passado, durante o período de vigência da Operação Verde Vivo, foram registradas 9.005 ocorrências de queimadas, com 22.250,40 hectares de área afetada. Setembro, agosto e julho foram os meses com maior número de chamados, representando, juntos, quase 73% do total de ocorrências. Neste ano, de abril a agosto, foram recebidos 4.848 casos de incêndios florestais, que afetaram área de 8.797,70 hectares. Os dados de setembro ainda estão em fase de apuração. Capacitação Para operar os dispositivos, os militares passam por treinamento que aborda desde os princípios básicos de navegação até legislação e normas de segurança. São oferecidos três cursos por ano, além de oficinas para órgãos externos. O curso tem duração de três semanas, sendo duas online e uma presencial. O cabo Henrique Senna concluiu a formação no ano passado e atualmente está lotado no 3º ESAV. Para ele, o emprego da tecnologia durante incêndios florestais gera mais eficiência e assertividade ao combate, impactando diretamente a proteção da população e da natureza. “Quando chegamos por terra, não sabemos a dimensão do fogo nem a direção que está tomando, se tem casas no caminho ou não. Com o drone, podemos ter essa visão antes de partir para o combate, facilitando o controle dos focos e nos ajudando a proteger as pessoas”, salienta. Outro militar capacitado para a operação dos dispositivos é o subtenente Ricardo Cruz. Ele destaca as demais atividades que podem ser monitoradas pelo aparelho, como é o caso de grandes eventos como shows e festivais. “Temos uma maior visão das vias de acesso, da localização das viaturas e, no caso de operações de busca e salvamento, podemos usar para encontrar pessoas, principalmente em matas”, conclui.
Ler mais...
Monitoramento de segurança no DF é reforçado com drones de alta tecnologia
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) tem investido continuamente em inovação tecnológica para ampliar a eficiência das operações integradas. Além do monitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 instituições, organizações e agências (IOAs), além de órgãos convidados em situações específicas, a pasta tem recorrido cada vez mais ao uso de drones. Esses equipamentos se consolidaram como ferramentas estratégicas para vigilância, prevenção e resposta em grandes eventos, operações especiais e ocorrências emergenciais. Neste ano, foram adquiridos nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom de até 200 vezes, sensores térmicos e inteligência artificial embarcada. Com autonomia de 45 minutos de voo e capacidade de transmissão em tempo real, eles permitem identificar pessoas, veículos e até embarcações em locais de difícil acesso ou com baixa iluminação. A Secretaria de Segurança Pública adquiriu nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom, sensores térmicos e inteligência artificial | Fotos: Breno Fortes/SSP-DF Além de reforçar a consciência situacional, os drones podem ser utilizados em resgates e no acompanhamento de incêndios estruturais e florestais, bem como em missões de patrulhamento preventivo. O monitoramento aéreo complementa o trabalho das equipes em solo, oferecendo informações estratégicas que tornam o direcionamento do efetivo mais ágil e preciso. As imagens captadas são enviadas ao vivo ao Ciob e aos centros de comando e controle das corporações em grandes eventos, como o Carnaval e o Réveillon. “A segurança da população é nossa prioridade e, para isso, precisamos utilizar o que há de melhor em tecnologia disponível. Os drones ampliam nossa capacidade de vigilância e resposta, garantindo um trabalho mais integrado e eficiente das forças de segurança. Trata-se de um recurso que fortalece nossa capacidade operacional. Com os drones, conseguimos cobrir áreas extensas, identificar riscos de maneira antecipada e dar suporte às equipes em solo de forma imediata e estratégica”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. [LEIA_TAMBEM]O monitoramento aéreo com drones está previsto no Protocolo de Operações Integradas (POI), elaborado em reuniões de alinhamento. A ferramenta permite visualizar toda a operação em uma única tela, favorecendo a interação entre as equipes. “Ampliamos a capacidade de monitoramento de multidões e áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar resposta rápida em situações de emergência. Essa tecnologia reforça a integração das forças e garante mais segurança para a população”, completa o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF, Marcio Lobo. Além de grandes eventos, as aeronaves não tripuladas já são empregadas pela SSP-DF em operações especiais, missões de salvamento, ocorrências de incêndio e manifestações públicas, consolidando-se como recurso essencial para a segurança do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
Ler mais...
‘Star Wars Day in Concert’ leva drones, orquestra e atividades educativas ao Planetário de Brasília
Preparem as cangas, levem as cadeiras: no dia 12 de julho, a partir das 18h, Brasília tem a estreia oficial do Star Wars Day in Concert, evento gratuito que promete transportar o público para uma galáxia muito distante. O gramado do Planetário de Brasília Luiz Cruls será palco do projeto de cultura pop, ciência e inovação em uma experiência inédita que segue até agosto, com programação artística e educativa voltada para toda a família. O evento é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Organizacional Federal (IOF). O encontro é fruto de uma parceria da Secti-DF com o Instituto Organizacional Federal | Imagem: Divulgação/Secti-DF O ponto alto será a apresentação da Orquestra Filarmônica do Distrito Federal, que interpretará trilhas sonoras de Star Wars, além de clássicos do cinema espacial, como 2001: Uma Odisseia no Espaço e E.T. – O Extraterrestre. Na sequência, um show de drones sincronizados com a música, iluminando o céu com imagens e símbolos icônicos da cultura galáctica. Na programação, haverá ainda apresentação de cosplays, DJs, atividades recreativas antes do show e food trucks espalhados pelo local. Todas as demais atividades no planetário serão encerradas às 16h no dia do evento. “O Star Wars Day in Concert é mais do que um espetáculo cultural, é uma poderosa vitrine do que a tecnologia, a ciência e a criatividade podem realizar juntas”, define o titular da Secti-DF, Marco Antônio Costa Júnior. “Ao reunir oficinas educativas, experiências interativas, música e um show de drones totalmente programado, o evento desperta o interesse dos jovens e de toda a família pelas conquistas da ciência ao longo do tempo e no espaço, de forma lúdica e inspiradora.” Programação completa A partir do dia 12 deste mês, o público também poderá visitar uma exposição em totens interativos e sustentáveis sobre a exploração espacial, na área externa do Planetário. A mostra, que reúne curiosidades sobre a astronomia e marcos históricos da corrida espacial, ficará em cartaz por 90 dias. Como parte do eixo formativo do projeto, o Star Wars Day in Concert também oferecerá seis oficinas presenciais voltadas para alunos da rede pública, com temas que conectam ciência, tecnologia e criatividade. As atividades, sempre na parte da manhã, com 45 estudantes por turma, começam no dia 15 e incluem desde a construção de objetos espaciais até o lançamento de foguetes de papel. Outra atração confirmada são as sessões de observação astronômica abertas ao público, também na área externa do Planetário, sempre às 19h, nos dias 16, 18, 23 e 25 deste mês e em 1º de agosto. “Queremos despertar a curiosidade dos jovens e inspirá-los a olhar para o céu não só com encantamento, mas também com desejo de aprender”, ressalta Ana Paula de Oliveira, presidente do IOF. “Essa experiência pode ser o início de muitas descobertas futuras.” *Com informações da Secti-DF
Ler mais...
Hackathons da Segurança Pública reúnem 747 participantes na Campus Party
Com 747 pessoas inscritas, os hackathons lançados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) durante a Campus Party 2025 alcançaram adesão expressiva. Os desafios seguem até este sábado (21) e têm como objetivo fomentar soluções tecnológicas aplicáveis à segurança pública do DF. As melhores propostas serão avaliadas por uma banca técnica e poderão ser adotadas como ferramentas inovadoras dentro da própria SSP-DF. Painéis mostram o sistema de monitoramento e outras ações importantes desenvolvidas pela Secretaria de Segurança Pública e forças correlatas | Fotos: Divulgação/SSP-DF Desenvolvidas em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), as competições foram organizadas em três eixos temáticos estratégicos: Cidade Mais Segura, Cidadão Mais Seguro e Mulher Mais Segura. Cada eixo propõe um problema real a ser resolvido com o apoio de inteligência artificial, ciência de dados, engenharia de software e segurança digital. Os vencedores serão anunciados ao fim do evento. Robô interage com servidores da Segurança Pública durante Campus Party: tecnologias apresentadas focam segurança digital “É uma oportunidade concreta de conectar inovação e segurança pública e de transformar criatividade em política pública”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “As ideias que surgirem nesses desafios poderão se transformar em políticas reais de proteção à população do DF.” Estande interativo Além dos hackathons, a SSP-DF apresenta um estande interativo com exposições de viaturas e aeronaves, além de demonstrações de tecnologias já utilizadas pelas forças de segurança, como drones, sistemas de georreferenciamento, aplicativo 190 e o programa Viva Flor. Essas atividades seguem até domingo (22), na Arena BRB. [LEIA_TAMBEM]O estande da SSP-DF tem programação especial dedicada a cada uma das forças envolvidas: Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros (CBMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil (Sudec). “Trabalhar com o setor tecnológico significa abrir as portas para a inovação colaborativa”, ressalta o secretário-executivo de Gestão Integrada, Bilmar Angelis. “É uma forma de engajar a juventude e atrair soluções criativas para problemas reais da cidade. A segurança pública do DF está preparada para se reinventar com o apoio da sociedade e da ciência.” *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
Ler mais...
Campus Party Brasília dá a largada com foco em inovação e inteligência artificial
A Campus Party Brasília 2025 começou oficialmente nesta quarta-feira (18), com uma cerimônia de abertura no palco principal, instalado pela primeira vez no gramado do Estádio Mané Garrincha. A iniciativa reforça o compromisso da FAPDF com o fortalecimento do ecossistema de inovação, estimulando adolescentes e jovens a se interessarem pelas novas tecnologias e pela pesquisa científica. Encontro segue até domingo, com atrações para um público diversificado de todas as idades | Foto: Divulgação/FAPDF Considerado um dos maiores encontros de tecnologia, inovação e empreendedorismo, o evento conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), reunindo participantes do Brasil e de outros países em uma experiência imersiva voltada para o futuro. Na abertura, o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, declarou: “Ser empreendedor é um sonho, mas por que não também ser pesquisador? A FAPDF financia grande parte da pesquisa do DF, e queremos que vocês mergulhem conosco nesses desafios para contar novas histórias”. O encontro também marca o lançamento oficial de desafios voltados à criação de soluções tecnológicas para problemas sociais, em parceria com órgãos do governo, como a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Os participantes terão a oportunidade de propor soluções reais e integradas por meio de hackathons, workshops e outras atividades práticas. Inovação em rede Diretor-geral da Campus Party, Tonico Novaes celebrou a diversidade de participantes, vindos da Argentina, Colômbia, Cuba, Estados Unidos e de várias regiões do Brasil. “Estamos muito felizes, muito empolgados com tudo o que vai acontecer por aqui”, afirmou, convidando o público a aproveitar os workshops e experiências imersivas distribuídas pelos palcos temáticos e áreas interativas. Leonardo Reisman reforçou a importância do engajamento dos participantes: “Espero contar muitas histórias com vocês, campuseiros, que vão participar desse processo. A Campus Party Brasil não sai mais de Brasília”. Veja, abaixo, a programação. ⇒ Palco principal Área Open (exposições e experiências) Desta quinta (19) a sábado, das 10h30 às 20h. Domingo (22), das 10h30 às 16h ⇒ Agendas institucionais e visitas guiadas Desta quinta (19) a sábado, das 10h às 20h, mediante agendamento ⇒ Palestrantes Gabriele Mazzini (arquiteto do AI Act da UE, MIT) Camila Farani (investidora e presidente da G2 Capital) Marcelo Tas (comunicador e educador) Gustavo Guanabara (criador do canal Curso em Vídeo) ⇒ Competições e experiências Robocore Experience – RCX (combate de robôs) Arena de drones, eSports, metaverso e impressão 3D Campus Kids (oficinas para jovens e crianças) Hackathons, desafios de inovação, oficinas tecnológicas. Ingressos neste link Entrada gratuita para a área Open. *Com informações da FAPDF
Ler mais...
Distrito Federal reforça segurança nas unidades socioeducativas com uso de cães e drones
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) publicou nesta quinta-feira (29) a Portaria nº 448, que institui novas normas voltadas à segurança e vigilância das unidades de internação e semiliberdade do sistema socioeducativo do DF. Entre as principais novidades, destaca-se a autorização para o uso de cães farejadores e de veículos aéreos não tripulados (VANTs) — drones —, que passam a integrar as operações de monitoramento e prevenção, com o objetivo de ampliar a capacidade de resposta a incidentes e reforçar a proteção dentro das unidades. Novo esquema reforça a segurança no sistema socioeducativo do DF para prevenir crises | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF “As mudanças mostram um esforço da Sejus em modernizar a atuação no sistema socioeducativo, equilibrando a necessidade de segurança com a garantia dos direitos humanos”, avalia a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “O uso de cães e drones é uma resposta aos desafios enfrentados nas unidades, mas o regulamento deixa claro: o foco é sempre prevenir crises e tratar com dignidade os adolescentes em cumprimento de medidas”, esclarece. Reforço operacional A nova regulamentação estabelece que a Diretoria de Segurança do Sistema de Atendimento Especializado (Disstae), vinculada à Sejus-DF, poderá fazer operações com cães treinados para detectar drogas, armas e celulares, além de apoiar ações preventivas e de gerenciamento de crises. O uso desses animais será restrito aos espaços internos das unidades, e não haverá contato direto com os socioeducandos. De acordo com o documento, a atuação será sempre pautada pela proporcionalidade e pelo respeito aos direitos humanos. A condução e o treinamento dos cães serão executados por profissionais habilitados, obedecendo às normas de bem-estar animal e segurança. Outra inovação trazida pela medida é o uso de drones para monitoramento aéreo e vigilância de áreas externas e de difícil acesso, prevenindo fugas e identificando comportamentos suspeitos. *Com informações da Sejus-DF
Ler mais...
Monitoramento com drones reforça a segurança do Carnaval no DF
A partir deste sábado (1º), além do uso de câmeras de videomonitoramento, os eventos de Carnaval do Distrito Federal serão supervisionados por drones de alto alcance. As imagens captadas são encaminhadas ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e aos centros de comando e controle das corporações, alocados na Cidade da Segurança Pública, que foi montada no estacionamento da Torre de TV. O Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) recebe as imagens captadas pelos drones, que contribuem para a velocidade da ação das forças de segurança | Fotos: Divulgação/SSP-DF Serão feitos mapeamentos, acompanhamento de foliões, posicionamento de forças, missões de patrulhamento e transmissões do terreno em tempo real, permitindo que as equipes da SSP-DF e forças de segurança possam ter o máximo de informações possíveis para agir rapidamente e com efetivo adequado a ocorrências que sejam identificadas. O sistema utilizado permite que toda a operação seja vista em uma única tela, permitindo a interação dos diversos órgãos participantes da operação do carnaval. Também será possível enviar vídeos ao vivo e imagens para representantes no terreno, facilitando a identificação de alvos e aumento da consciência situacional do local. Os drones têm alta tecnologia, dotados de câmeras térmicas, alto zoom e capacidade de voar na chuva. Drones são dotados de câmeras térmicas, alto zoom e têm capacidade de voar na chuva O monitoramento estava previsto no Protocolo de Operações Integradas (POI), definido a partir de reuniões sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) com a participação de representantes das forças de segurança e demais órgãos envolvidos. O Ciob opera com 31 órgãos, instituições e agências do Governo do Distrito Federal (GDF) voltados para segurança, mobilidade, saúde, prestação de serviço público e fiscalização. “Ampliamos a capacidade de monitoramento de multidões e as áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar resposta rápida em situações de emergência. Além disso, os drones são dotados de câmeras térmicas, alto zoom e capacidade de voar na chuva”, explica o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da pasta, Márcio Lobo. As aeronaves não tripuladas que atuam no Carnaval 2024 já são utilizadas pela SSP-DF em operações especiais, ações de salvamento e manifestações na área central da capital. Campanhas Até o fim da tarde deste sábado (1º/3), não houve atendimentos emergenciais da PMDF | Fotos: Divulgação/SSP-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), por meio da Diretoria de Educação de Trânsito (Direduc), lançou a campanha educativa “Vem, pode vir, só não rola beber e dirigir!”. A iniciativa busca conscientizar os foliões sobre a importância de um trânsito seguro, reforçando que álcool e direção não combinam. Com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), do Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania e do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), a campanha será amplamente divulgada durante o DF Folia 2025. A mensagem começou a ser repetida hoje, estrategicamente, em três momentos de cada bloco: no início, no meio e ao final da festa. O encerramento trará o seguinte lembrete: “Vai, pode ir, só não rola beber e dirigir!”, alcançando milhares de foliões. Neste sábado (1º), a Diretoria de Educação de Trânsito do Detran-DF realizou uma série de ações voltadas à conscientização no trânsito. A programação incluiu intervenções artísticas com mímicos e bonecos, palestras educativas e apresentações teatrais. As atividades aconteceram em cerca de 20 eventos carnavalescos na Asa Sul e Asa Norte, alcançando aproximadamente 5 mil pessoas. A Polícia Civil do DF também realiza campanha de conscientização para prevenção de crimes contra a mulher, na Rodoviária do Plano Piloto, sábado (1º) e domingo (2). A ação foi implementada por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), juntamente da Deam. Carnaval seguro Não houve atendimentos emergenciais por parte da Polícia Militar do DF (PMDF). O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) realizou 101 atendimentos, sendo principalmente emergências médicas (13), averiguação para captura de insetos (6), agressão física (7), incêndio interno à estrutura (6) e queda (6). Desde sexta, a Polícia Civil do Distrito Federal registrou 42 crimes relativos ao carnaval, sendo 15 furtos – 10 de celulares, o que reforça os cuidados dos foliões com o item, que foi tema de campanhas do GDF, Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) e forças de segurança. Também foi registrada uma ocorrência de ameaça, uma por dano ao bem público, uma por porte de arma branca e outra por lesão corporal. Quatro ocorrências por porte de drogas e duas por embriaguez ao volante também fazem parte do levantamento. Houve 13 registros, como desacatos e estelionatos. *Com informações da SSP-DF
Ler mais...
GDF vai utilizar drones para identificar e combater focos do mosquito Aedes aegypti
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vai adotar mais uma estratégia na luta contra a dengue. A pasta vai contratar serviços com veículos aéreos não tripulados (VANTs), popularmente conhecidos como drones, para identificar e combater focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. O investimento será de R$ 2,4 milhões. “Além do esforço diário dos servidores, temos combatido o Aedes aegypti com inteligência de dados e tecnologia. A contratação do serviço de drones é mais uma estratégia, juntamente com as visitas domiciliares, as ovitrampas, a borrifação intradomiciliar e as estações disseminadoras de larvicida. Porém, o engajamento da população continua a ser a principal estratégia e contamos com esse apoio”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Contratação dos drones é mais um investimento da Secretaria de Saúde para identificar focos do mosquito Aedes aegypti | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O pregão eletrônico da pasta irá receber propostas até o próximo dia 17 de fevereiro, em ampla concorrência. Serão contratados o serviço de mapeamento e identificação de focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti em 18.420 hectares e 10.808 ações de tratamento de pontos de interesse. As empresas devem fornecer todos os equipamentos, ferramentas e profissionais, porém, técnicos da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da SES-DF devem receber capacitação para utilizarem de forma eficaz os dados coletados. De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, os drones vão otimizar o trabalho dos agentes. “É uma visão de longo alcance. O rastreamento será realizado de forma aérea, então é possível identificar potenciais criadouros do mosquito que não estão no nível do solo e também aqueles que estão a nível do solo”, explica. Já a atividade de combate ao foco do Aedes aegypti, com produtos indicados, será feita nos locais de difícil acesso. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
Ler mais...
Distrito Federal ganha reforço de drones no combate à dengue
O Governo do Distrito Federal terá mais aliados no combate ao Aedes aegypti na capital. A Secretaria de Saúde (SES-DF) irá contratar os serviços de uma empresa gerenciadora de drones para realizar varreduras preliminares em áreas. O anúncio foi feito pela secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, nesta quinta-feira (30) durante entrevista ao CB.Debate Dengue: Uma Luta de Todos, quadro do jornal Correio Braziliense. “Essa aquisição irá permitir o mapeamento do mosquito em um raio de muitos hectares. Uma vez detectados, iremos agir nos focos desses criadouros”, disse a gestora. Ela explica que, além da identificação, haverá ainda drones específicos de combate aos focos. A ideia é monitorar 18,4 mil hectares e realizar quase 11 mil aplicações de produtos contra as larvas. Lucilene Florêncio voltou a pedir que a população separe dez minutos semanais para constatar dentro de casa se há focos do mosquito transmissor não só da dengue, mas também da febre amarela, zika e Chikungunya | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Engajamento coletivo Na entrevista, a secretária voltou a pedir que a população separe dez minutos semanais para constatar dentro de casa se há focos do mosquito transmissor não só da dengue, mas também da febre amarela, zika e chikungunya. “Entendemos que o mais importante é a conscientização das pessoas, dos nossos 3,2 milhões de habitantes. Cerca de 75% dos criadouros estão em domicílios. Convidamos a todos a cuidarem de si e do outro”, pediu. A gestora lembrou que o GDF tem se esforçado diariamente para combater a dengue. Por meio da Saúde, houve convocação de novos servidores, visitações constantes e organizadas, uso de ovitrampas, borrifação residual, estações disseminadoras de larvicidas e tecnologias como o aplicativo e-visit@. Vacinação Além da vistoria residencial, a secretária lembrou ainda da resistência por parte da população à vacina Qdenga, hoje voltada a adolescentes de 10 a 14 anos. “Na primeira dose, temos 46% de cobertura nesse público. Quando olhamos os dados referentes à segunda, o número cai para 18,9%. Isso significa que estamos com adolescentes vacinados, mas não imunizados”, alertou. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
Ler mais...
Drones com câmera térmica ajudam a combater incêndios florestais e reforçam segurança
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) passou a utilizar um novo equipamento em operações realizadas pela pasta e em apoio às forças de segurança: o drone com câmera térmica. A pasta já usa aeronaves não tripuladas em ações de salvamento e manifestações, mas os novos drones aumentaram a capacidade de monitoramento e consciência situacional nas operações de segurança pública. O material está em fase final de testes, mas já está sendo utilizado desde a última semana, em apoio aos bombeiros durante as ações para conter incêndios florestais. Drones com câmera térmica aumentam a capacidade de monitoramento nas operações de segurança pública | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Com isso, conseguimos ampliar a capacidade de atuar em áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar respostas rápidas em situações de emergência”, explica o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “O uso de novas tecnologias é o diferencial que temos utilizado, para que possamos aumentar nossa capilaridade de atuação e seguirmos para um DF cada vez mais seguro e melhor para se viver” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “Utilizamos semana passada, em apoio aos bombeiros e conseguimos identificar o fogo subterrâneo, direcionando as equipes em solo, mesmo onde não havia incêndios aparentes. Portanto, é uma ferramenta extremamente eficaz e que será essencial em diferentes situações. O uso de novas tecnologias é o diferencial que temos utilizado, para que possamos aumentar nossa capilaridade de atuação e seguirmos para um DF cada vez mais seguro e melhor para se viver”, completa Avelar. O monitoramento se estenderá a acampamentos ou locais onde haja a prática de fogueiras, entre outros, buscando acionamento imediato das forças de segurança em terra, para abordagem e orientação. Outros nove drones estão sendo adquiridos pela SSP-DF. Por meio do trabalho conjunto entre a as subsecretarias de Operações Integradas e de Inteligência, poderão ser criadas missões autônomas para monitoramento e vigilância, como explica o secretário-executivo de Segurança Pública da SSP-DF, Alexandre Patury. O drone tem a capacidade de apresentar na tela a imagem dividida, ou seja, a da câmera térmica e a comum, possibilitando a comparação em tempo real da imagem | Imagem: Divulgação/SSP-DF “A equipe que operacionaliza os equipamentos na SSP-DF também poderá oferecer suporte às forças policiais no patrulhamento noturno. Poderemos atuar em casos de monitoramento de furto de cabos de energia, por exemplo, e atuar preventivamente em situações em que pessoas fazem fogueira próximo à vegetação. Assim, poderemos acionar equipes para atuar de forma mais rápida e assertivas nessas situações.” De acordo com o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da pasta, Márcio Lobo, as equipes poderão utilizar as imagens até mesmo em campo. O equipamento possui autonomia de 45 a 50 minutos de voo por bateria, o que permite a cobertura de grandes áreas | Imagem: Divulgação/SSP-DF “As imagens são transmitidas em tempo real para o Ciob como mais uma câmera do sistema de videomonitoramento urbano, o que proporciona que, por meio de um celular conectado ao sistema, seja possível que equipes no terreno possam acessar as imagens, facilitando o controle das ações, proporcionando consciência situacional e consequente aumento da segurança e efetividade.” O drone também possui autonomia de 45 a 50 minutos de voo por bateria, o que permite a cobertura de grandes áreas e tem, ainda, a capacidade de apresentar na tela a imagem dividida, ou seja, a da câmera térmica e a comum, possibilitando a comparação em tempo real da imagem. Junta-se a isso a capacidade de suas câmeras para monitoramento de objetos a grandes distâncias, assim como a localização de focos de incêndio. Os voos também podem ser automatizados, ou seja, poderão ter suas rotas e missões pré-programadas, cobrindo áreas e monitorando pontos de forma recorrente, sem a necessidade da intervenção de um operador. A área de cobertura será de acordo com pontos estratégicos, com maior probabilidade ou incidência de casos e de acordo com mapeamento prévio. *Com informações da SSP-DF
Ler mais...