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empreendedorismo feminino

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Mais de 100 mulheres são certificadas em programa de capacitação rural em Brazlândia

Mais de 100 mulheres da zona rural de Brazlândia foram certificadas, nesse sábado (23), na última etapa do programa Mulheres no Campo, do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Com a nova turma, a iniciativa já capacitou cerca de 200 participantes. A cerimônia foi na Praça da Bíblia, com feira de produtos da agricultura familiar e exposição de iguarias à base de morango, principal cultura da região.  O secretário da Sedet-DF, Thales Mendes, destacou que a iniciativa representa uma importante ferramenta de transformação social e econômica no campo. “Esse programa mostra como a qualificação pode abrir caminhos e transformar a realidade de muitas mulheres da zona rural”, afirmou o chefe da pasta. “O projeto foi pensado para levar conhecimento, incentivar o empreendedorismo e dar mais independência financeira às participantes, fortalecendo não só o protagonismo feminino, mas também a agricultura familiar e a economia rural do Distrito Federal.” Filha de produtores rurais e com 25 anos de experiência no campo, Elisangela Felipe, de 40 anos, é uma das produtoras mais jovens e experientes da região no cultivo de morangos. A trajetória ganhou ainda mais destaque após um convite inesperado durante um curso de empreendedorismo rural. Indicada para compartilhar os conhecimentos sobre o manejo da fruta, Elisangela passou a ministrar aulas sobre todas as etapas do cultivo, do plantio à comercialização e ao armazenamento do morango. Com a nova turma, a iniciativa já capacitou cerca de 200 participantes | Foto: Divulgação "A oportunidade também abriu espaço para apresentar a minha marca Morangos Delicius, criada a partir de anos de dedicação, planejamento e regularização. Hoje, uso a minha experiência para incentivar novos empreendedores rurais e mostrar, na prática, como transformar conhecimento do campo em negócio”, contou. O evento de encerramento contou com feira de exposição e comercialização de produtos da agricultura familiar, com destaque para iguarias à base de morango, fruta símbolo da região e principal produto agrícola local. A programação valorizou o trabalho das produtoras rurais e incentivou a geração de renda por meio do empreendedorismo feminino. A primeira etapa do projeto, realizada entre janeiro e fevereiro deste ano, também certificou mais de 100 mulheres da região. Quem participou do curso relata mudanças na forma de produzir e comercializar. “Produzo morango em Brazlândia há 32 anos. O curso Mulheres no Campo me transformou em empreendedora: aprendi marketing, manejo e o valor da minha história. Hoje, não vendo só fruta, vendo tradição com qualidade”, conta Leninha Ferreira.  Formação A iniciativa buscou ampliar oportunidades de geração de renda e incentivar o protagonismo feminino no meio rural, especialmente em uma região reconhecida pela forte produção agrícola. Brazlândia é a principal produtora de morangos do Distrito Federal, sendo responsável por cerca de 95% do cultivo local da fruta, considerada símbolo da cidade. Além da formação técnica, o projeto também promoveu debates sobre empreendedorismo, comercialização de produtos e valorização da agricultura familiar, incentivando as participantes a enxergarem novas possibilidades de atuação profissional e independência financeira. Realizado pelo Instituto Sociocultural Comunitário (ISC), o projeto conta com fomento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF). A iniciativa reforça a importância de políticas públicas voltadas à qualificação profissional e ao fortalecimento da economia solidária nas regiões rurais do DF.

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Reunião incentiva empreendedorismo feminino

Nesta terça-feira (12), a Secretaria da Mulher (SMDF) consolidou sua posição estratégica como articuladora de políticas de fomento ao empreendedorismo feminino no Distrito Federal. O alinhamento ocorreu durante um encontro entre o Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC-DF) e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF), realizado no Palácio do Buriti. Na reunião, lideranças femininas e autoridades governamentais debateram diretrizes e projetos focados na criação de novas frentes de trabalho para as mulheres. Na pauta, ganharam destaque as propostas de capacitação profissional, inclusão no mercado produtivo e o incentivo à presença feminina em cargos de liderança corporativa. LCelina Leão: "Ao darmos suporte à mulher empreendedora, estamos fortalecendo o núcleo familiar e injetando vigor na nossa economia" | Foto: Divulgação/SMDF A governadora Celina Leão reiterou que a sinergia entre o Estado e as entidades de classe é fundamental para democratizar o acesso a novas oportunidades em todo o Distrito Federal. “Ao darmos suporte à mulher empreendedora, estamos fortalecendo o núcleo familiar e injetando vigor na nossa economia. O GDF permanece firme no propósito de viabilizar projetos que garantam autonomia e protagonismo feminino”, declarou a governadora. Esse movimento evidencia a cooperação entre o setor público e a sociedade civil para estruturar políticas que assegurem a independência financeira das cidadãs. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou o papel da pasta em conectar as demandas do conselho às ferramentas governamentais disponíveis. "O foco é expandir o horizonte de possibilidades, oferecendo o suporte técnico e o incentivo necessários para que a independência financeira seja uma realidade para cada vez mais mulheres" Giselle Ferreira, secretária da Mulher “Nossa secretaria funciona como um elo entre as instituições e as políticas públicas. O foco é expandir o horizonte de possibilidades, oferecendo o suporte técnico e o incentivo necessários para que a independência financeira seja uma realidade para cada vez mais mulheres”, pontuou a secretária. A presidente nacional do CMEC, Ana Claudia Badra, avaliou o encontro como um passo decisivo na consolidação de alianças estratégicas que beneficiam o público feminino. “Este canal aberto com o GDF potencializa nossa meta de estimular o empreendedorismo em escala nacional. A união de forças entre lideranças e o poder público é o que de fato gera mudanças concretas no cotidiano das mulheres”, ressaltou Ana Claudia. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)  

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Jornada da Mulher Trabalhadora certifica mais de 300 alunas em cursos profissionalizantes

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), entregou nesta terça-feira (28) mais de 300 certificados a mulheres que participaram de cursos de qualificação profissional no programa Jornada da Mulher Trabalhadora. A iniciativa celebra o resultado e o esforço delas em busca de um espaço no mercado de trabalho. Presente na cerimônia, a governadora Celina Leão destacou a qualificação profissional como caminho para ampliar a autonomia das mulheres e romper ciclos de violência. “Esse curso pode abrir portas para o primeiro emprego, para a primeira renda”, avaliou. Segundo a chefe do Executivo, a independência financeira é decisiva para que mulheres deixem relações abusivas. “A mulher, quando começa a ganhar o dinheiro dela, não aceita mais viver em ambiente tóxico. A autonomia financeira é um passo importante para vocês se estabelecerem.” “A mulher, quando começa a ganhar o dinheiro dela, não aceita mais viver em ambiente tóxico. A autonomia financeira é um passo importante para vocês se estabelecerem", destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O projeto focou especializações de alta demanda no setor de estética, com cursos gratuitos de alongamento de unhas, extensão de cílios e tranças. O programa é mais uma ação do GDF para fomentar a inserção feminina no mercado de trabalho, por meio de iniciativas empreendedoras voltadas à conquista da independência financeira.   Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes Ferreira, o objetivo é alcançar mais de 40 mil pessoas qualificadas este ano em todos os cursos oferecidos pelo GDF. “Qualifica DF, Renova DF, Jornada da Mulher Trabalhadora e outros, no decorrer do ano. A nossa ideia é dar oportunidade a todo mundo, principalmente àqueles jovens que saem do ensino médio e não têm ainda uma profissão”, afirma. “Então, a partir dos 16 anos já vale a pena participar; não há limite de idade, até idosos participam conosco. O resultado é muito positivo.” "A nossa ideia é dar oportunidade a todo mundo, principalmente àqueles jovens que saem do ensino médio e não têm ainda uma profissão”, ressaltou Thales Mendes Ferreira, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda Os cursos são oferecidos pelo Instituto Cultural e Social do Distrito Federal (INCS). “A Jornada é um projeto de capacitação feminina que, desde 2019, já capacitou mais de 15 mil alunas. A gente tenta trazer para essas mulheres autonomia financeira”, explica a presidente do INCS, Karina Martins. “A maioria das capacitações é na área da beleza, porque é o que elas gostam mais. Mas já tivemos cursos na área administrativa e de saúde, como cuidador de idosos”, acrescenta, ao destacar que os cursos ocorrem ao longo de 23 dias, com entrega de certificados ao fim. Oportunidade Mais do que aulas e momentos de aprendizagem, participar do programa significa uma chance de retomar a vida profissional. Joelma dos Anjos, de 47 anos, é uma dessas mulheres. Atualmente desempregada, a moradora do Gama aproveitou a oportunidade para aprender a fazer tranças e extensão de cílios. “Fiquei sabendo das inscrições por meio de uma amiga. Aí fui lá e fiz, porque eu acho que é um meio de ganhar dinheiro mais rápido, com um retorno mais rápido”, conta, ao fazer planos para o futuro. “Quero colocar em prática tudo o que aprendi e viver disso, ter a minha renda profissional por meio desses cursos". “Fiquei sabendo das inscrições por meio de uma amiga. Aí fui lá e fiz, porque eu acho que é um meio de ganhar dinheiro mais rápido, com um retorno mais rápido”, afirmou Joelma dos Anjos Com a qualificação, Jaqueline Pegoraro, de 24 anos, deu o pontapé no aperfeiçoamento profissional. A moradora da Estrutural está desempregada e quer aproveitar a oportunidade para se capacitar cada vez mais. “Eu fiquei sabendo do curso pelo Instagram. Eles divulgam bastante, eu me interessei e resolvi fazer”, conta a aluna de extensão de cílios. “Eu já me identifico mais com a área da beleza. E eu acho que quanto mais aprendizado, melhor para mim. E foi incrível, maravilhoso, os professores são muito atenciosos e o aprendizado foi maravilhoso. Vai me ajudar bastante, porque eu vou ter minha independência financeira e vou conseguir conquistar outras coisas, como faculdade e outros cursos”, afirma a jovem. Capacitação Para participar do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora, as interessadas devem residir no Distrito Federal e ter no mínimo 16 anos de idade — para as jovens de 16 e 17 anos, é obrigatório apresentar autorização dos pais ou responsáveis por meio de um formulário. O programa atende preferencialmente pessoas em situação de vulnerabilidade social que buscam qualificação profissional, como desempregadas, trabalhadoras informais ou beneficiárias do seguro-desemprego. As aulas foram divididas em turmas matutinas e vespertinas. Desta vez, as capacitações beneficiaram especialmente moradoras do Gama e do Guará II. As próximas cidades deste ciclo são Planaltina, Ceilândia, 26 de Setembro, Riacho Fundo, Itapoã e Sobradinho II.  

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Inscrições para cursos do projeto Mulheres no Campo terminam quarta-feira (22)

Mulheres de Brazlândia têm até esta quarta-feira (22) para se inscrever no projeto Mulheres no Campo, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF). Ao todo, são ofertadas 100 vagas gratuitas em cursos de cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural. A capacitação será dividida em quatro turmas de 25 alunas, com carga horária de 20 horas. As aulas serão de segunda a sexta-feira, em dois turnos: das 8h às 12h e das 14h às 18h. A formação será no Setor Veredas, Quadra 5, Lote 12, Loja 3, Avenida Veredas, em Brazlândia. O cultivo de morango é tema de um dos cursos do projeto Mulheres no Campo que será oferecido em Brazlândia | Fotos: Divulgação/Sedet-DF Podem participar mulheres a partir de 16 anos que morem em Brazlândia e na zona rural da região. Para candidatas de 16 e 17 anos, será exigida autorização dos responsáveis legais. O projeto prioriza mulheres negras, jovens, pessoas com deficiência, imigrantes, chefes de família, trabalhadoras informais, beneficiárias de programas sociais e outros grupos em situação de vulnerabilidade. “O programa Mulheres no Campo é uma iniciativa que nasce do compromisso de ampliar oportunidades e reconhecer a força produtiva das mulheres no meio rural do Distrito Federal”, afirma o subsecretário de Economia Solidária, Jorge Augusto Lopes de Azevedo Filho. “Investir nelas é investir no fortalecimento da economia local e em um DF mais justo e sustentável.” O projeto une formação técnica e orientação para geração de renda  A escolha de Brazlândia acompanha a força da região na produção agrícola do Distrito Federal, especialmente no cultivo de morango. A proposta é unir formação técnica e orientação para geração de renda, com foco na autonomia financeira das participantes e no fortalecimento da produção feminina no campo. As inscrições devem ser feitas, de preferência, pelo portal da Sedet-DF. A seleção será em duas etapas, com classificação a partir das informações prestadas no formulário. Em caso de empate, terão prioridade as candidatas com maior afinidade com atividades agrícolas e empreendedoras. O resultado final e as convocações serão divulgados no site da secretaria. Se o número de inscritas superar o total de vagas, será formado cadastro reserva. As selecionadas deverão confirmar a matrícula presencialmente, com documento com foto, CPF e comprovante de residência. Ao fim do curso, as participantes com frequência mínima de 75% e aproveitamento satisfatório nas atividades propostas receberão certificado. Mulheres no Campo Inscrições até 22 de abril  Público-alvo: mulheres de Brazlândia e da zona rural da região  Cursos: cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural  Vagas: 100  Local das aulas: Setor Veredas, Quadra 5, Lote 12, Loja 3, Avenida Veredas, em Brazlândia Inscrições: portal da Sedet-DF  

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Centros de referência da mulher brasileira abrem 240 vagas para oficinas gratuitas de empreendedorismo feminino

"Empreendedorismo feminino e protagonismo" é o tema de oficinas gratuitas oferecidas pela Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Instituto Ação Social Renascer, nesta sexta-feira (17), das 16h às 18h, nas unidades dos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) do Sol Nascente, Sobradinho II, Recanto das Emas e São Sebastião. As 240 vagas, sendo 60 por unidade, são destinadas a mulheres interessadas em iniciar ou fortalecer o próprio negócio. As oficinas serão conduzidas por professoras de empreendedorismo vinculadas a cada centro, com foco em conteúdos práticos para o desenvolvimento de habilidades econômicas. Entre os temas abordados estão mentalidade empreendedora, identificação de competências e talentos, liderança feminina, construção de redes de apoio e estratégias para autonomia financeira. “Fortalecer o empreendedorismo feminino é abrir caminhos para que as mulheres construam novas oportunidades para si e para suas famílias” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, destaca que a iniciativa integra as políticas públicas voltadas à promoção da autonomia econômica das mulheres. “Fortalecer o empreendedorismo feminino é abrir caminhos para que as mulheres construam novas oportunidades para si e para suas famílias. Esses espaços são fundamentais para que elas reconheçam suas habilidades, desenvolvam competências e se percebam como protagonistas de suas próprias histórias”, afirma a gestora. As mulheres que se inscrevem na oficina discutirão temas como liderança feminina, construção de redes de apoio e estratégias para autonomia financeira | Foto: Divulgação/SMDF Além do conteúdo formativo, a atividade propõe um espaço de fortalecimento emocional e incentivo à autonomia feminina. Não será necessário levar materiais, pois as unidades fornecerão todo o suporte necessário durante a oficina. Para garantir a participação das mães, o evento contará com espaço infantil supervisionado, destinado a crianças a partir de 3 anos, com atividades lúdicas durante o período do encontro. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio de formulário específico de cada unidade: Recanto das Emas, Sol Nascente, Sobradinho II e São Sebastião. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)  

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Lei que facilita acesso ao crédito para mulheres empreendedoras do DF é sancionada

A governadora Celina Leão sancionou o Projeto de Lei nº 2.209/2026 para criação do Programa de Apoio à Mulher Empreendedora do Distrito Federal nesta quarta-feira (8). A iniciativa visa ao desenvolvimento e ao fortalecimento dos empreendimentos de pequeno porte controlados e liderados por mulheres, com geração de oportunidades, renda e independência financeira por meio do acesso a crédito, capacitação e suporte técnico.  “Algumas pessoas erroneamente acham que a luta das mulheres é só delas, mas é uma luta da sociedade, homens e mulheres unidos pela igualdade de direitos, pela igualdade de oportunidades”, declarou a governadora Celina Leão durante a solenidade | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Celina ressaltou a importância de ampliar políticas públicas voltadas às mulheres: “Esse PL que foi votado pela Câmara Legislativa é um projeto muito importante e foi um pedido da superintendente do Sebrae [Rose Rainha], que tem um olhar muito forte para o público feminino. Sabemos que muitas delas precisam de crédito, precisam de ajuda, e tudo está na lei sancionada, que vai prever uma prioridade de investimento para as nossas mulheres”. O programa tem o objetivo de viabilizar o suporte financeiro às mulheres que lideram e chefiam negócios. O texto sancionado propõe diretrizes de concessão de crédito mais favoráveis do que as praticadas no mercado convencional, com taxas de juros reduzidas ou subsidiadas, prazos de carência estendidos e a simplificação de garantias. Os recursos poderão ser aplicados de modo diverso, desde o suporte à rotina empresarial, com aquisição de equipamentos e modernização das operações, a fim de garantir o pleno funcionamento e o crescimento dos negócios. De acordo com a govenadora, os esforços por igualdade não são exclusivos do público feminino, mas sim um compromisso de toda a sociedade. “Algumas pessoas erroneamente acham que a luta das mulheres é só delas, mas é uma luta da sociedade, homens e mulheres unidos pela igualdade de direitos, pela igualdade de oportunidades”, declarou. Sancionado na íntegra, o texto foi aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 17 de março e é de autoria dos deputados distritais Jaqueline Silva, Wellington Luiz, Dayse Amarilio, Doutora Jane e Paula Belmonte. A ideia do programa surgiu durante os debates do Movimenta 2026, evento organizado pelo Sebrae com participação de líderes, parlamentares e especialistas para articular políticas públicas de transformação social. Rose Rainha, superintendente do Sebrae, enfatizou: “É uma política pública de facilitação e acesso ao crédito” A superintendente do Sebrae-DF, Rose Rainha, falou sobre a importância da iniciativa e do esforço coletivo em incentivar os negócios femininos. “Nós entregamos ao presidente da Câmara Legislativa a minuta de uma proposta de projeto de lei focada em empreendedorismo, e, para nossa felicidade, em 15 dias a proposta foi aprovada por unanimidade”, comemorou. “É uma política pública de facilitação e acesso ao crédito”. Giselle Ferreira, secretária da Mulher, comemorou: “É mais uma ação para o empreendedorismo feminino, visando a mulheres, mães solos, microempreendedoras, justamente porque a saída para um mundo sem violência contra meninas e mulheres passa pela autonomia financeira” A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembrou que o programa é mais uma política pública implementada pelo governo para fortalecer a autonomia das mulheres: “É mais uma ação para o empreendedorismo feminino, visando a mulheres, mães solo, microempreendedoras, justamente porque a saída para um mundo sem violência contra meninas e mulheres passa pela autonomia financeira. Este é mais um braço do GDF. Com o Sebrae, temos uma parceria que percorre as cidades justamente para chegar às mulheres, e agora de forma ainda mais efetiva com microcrédito”. Programa de Apoio à Mulher Empreendedora [LEIA_TAMBEM]Podem participar mulheres que sejam microempreendedoras individuais ou donas de micro e pequenas empresas, tanto na área urbana quanto na rural, desde que tenham controle e gestão do negócio. Terão prioridade no acesso ao crédito as mães solo, vítimas de violência, mulheres negras, de baixa renda, mães atípicas, mulheres acima de 50 anos e em situação de vulnerabilidade social. A proposta condiciona o acesso ao crédito à realização de capacitação técnica e à apresentação de um plano de negócios estruturado. As áreas de qualificação incluem gestão empresarial, educação financeira, marketing e liderança de equipes, bem como preparação para exportação e participação em licitações públicas. Os cursos serão ministrados online, com horários flexíveis para facilitar a adesão das empreendedoras.

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Distrito Federal ganha hub de empreendedorismo feminino

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e o Instituto Conecta Brasil lançaram, na terça-feira (31), o Hub de Empreendedorismo Feminino, ambiente de mais de 750 m² voltado exclusivamente ao apoio de mulheres empreendedoras do Distrito Federal. Fruto de uma parceria construída ao longo de mais de um ano, a iniciativa representa, segundo os organizadores, o primeiro local físico estruturado com esse perfil no país. O Hub funciona a partir de sete eixos: inserção produtiva, infraestrutura, apoio técnico e mentoria, governança e redes, qualificação profissional, acesso a mercados e monitoramento com transparência. O local oferece salas de reunião, áreas para eventos, consultorias e capacitações, com foco na redução das barreiras históricas enfrentadas pelas empreendedoras, como dificuldade de acesso ao crédito, informalidade e sobrecarga da dupla jornada. O Hub de Empreendedorismo Feminino oferece salas de reunião, áreas para eventos, consultorias e capacitações | Foto: Divulgação/Sedet-DF “A gente vê vários movimentos, várias ações, mas às vezes falta uma estrutura, um local, uma capacitação. Aqui não vai ter a profissão A, B ou C. Todas serão bem-vindas”, afirmou Eduardo Moreira, presidente do Instituto Conecta Brasil. Para Beatriz Guimarães, presidente da Câmara da Mulher Empreendedora, o lançamento consolida um ciclo de avanços que Brasília vem acumulando na área. “Nós já temos cinco marcos históricos no Brasil. Esse é mais um. A mulher merece um espaço lindo, merece um espaço de valor”, disse. [LEIA_TAMBEM]O secretário-adjunto da Sedet-DF, Ivan Alves, destacou que a iniciativa integra um conjunto mais amplo de políticas da pasta voltadas à autonomia feminina, como o programa RenovaDF, no qual 68% dos participantes são mulheres, além do QualificaDF e do Prospera, linha de microcrédito com valores de R$ 800 a R$ 88 mil. O espaço está instalado em um estádio na Arena BRB, uma escolha intencional para romper com o estigma de um ambiente historicamente masculino e ampliar a representatividade da mulher no cenário econômico da capital federal. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)

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Congresso Realize celebra o empreendedorismo feminino e fortalece a capacitação no DF

Brasília se prepara para receber, na próxima terça-feira (31), no Parque da Cidade, a 4ª edição do Congresso Realize, espaço de inspiração, troca de experiências e, principalmente, de capacitação para mulheres que desejam empreender e alcançar autonomia financeira. Com o tema “Do fazer com as mãos ao florescer como negócio”, a iniciativa, promovida pela Secretaria da Mulher (SMDF), reforça a importância de transformar talentos em oportunidades concretas de geração de renda. “Essa iniciativa traz autonomia econômica, aumenta a autoestima e oferece capacitação profissional. Essa é uma forma de combater desigualdades sociais e fomentar o empreendedorismo feminino” Celina Leão, vice-governadora Segundo a vice-governadora Celina Leão, o evento é fundamental para desenvolver competências socioemocionais e empreendedoras em mulheres em situação de vulnerabilidade. “Essa iniciativa traz autonomia econômica, aumenta a autoestima e oferece capacitação profissional. Essa é uma forma de combater desigualdades sociais e fomentar o empreendedorismo feminino”, afirma. A programação foi estruturada para oferecer não apenas acolhimento, mas também conteúdo prático e estratégico. As palestras sobre empreendedorismo feminino vão abordar temas como gestão de negócios, precificação, marketing, posicionamento de marca e acesso a oportunidades, contribuindo para que as participantes desenvolvam habilidades essenciais para estruturar e expandir seus empreendimentos. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o investimento em capacitação é fundamental para promover mudanças reais. “Quando oferecemos conhecimento e ferramentas, damos às mulheres condições de crescer com autonomia e segurança. O Congresso Realize é um espaço que estimula esse desenvolvimento e fortalece o empreendedorismo feminino no Distrito Federal”, destaca. Além disso, o congresso cria um ambiente favorável para networking, troca de vivências e acesso a orientações que podem fazer a diferença na consolidação de pequenos negócios. A proposta é fortalecer mulheres que já empreendem, mas também incentivar aquelas que estão dando os primeiros passos, mostrando caminhos possíveis para transformar habilidades manuais em fontes de renda sustentáveis. O público do Congresso Realize poderá aproveitar atendimentos gratuitos de beleza, feirinha de artesanato, espaço kids, coffee break e almoço | Foto: Divulgação/SMDF Ao longo do dia, o público também poderá aproveitar atendimentos gratuitos de beleza, feirinha de artesanato, espaço kids, coffee break e almoço, garantindo uma experiência completa que une aprendizado, bem-estar e valorização do trabalho feminino. O evento conta com o apoio do Sebrae, que atua no suporte às mulheres empreendedoras, oferecendo orientação e fortalecendo iniciativas que contribuem para a sustentabilidade e o crescimento dos pequenos negócios. [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, enfatiza o papel da qualificação: “Capacitar é abrir portas. Muitas mulheres têm talento e vontade de empreender, mas precisam de orientação para transformar isso em um negócio estruturado. Esse evento cumpre esse papel ao oferecer conhecimento acessível e oportunidades reais”. A expectativa é reunir centenas de mulheres em um ambiente de aprendizado e fortalecimento, consolidando o Congresso Realize como uma importante iniciativa de incentivo ao protagonismo feminino e à independência econômica. 4ª edição do Congresso Realize Data: terça-feira (31) Horário: das 9h às 17h Local: Parque da Cidade (Estacionamento 12, ao lado do Nicolândia) Inscrições: https://forms.gle/cvYCmCB12X3qcbVWA Programação Palestras sobre empreendedorismo feminino Atendimentos gratuitos de beleza Feirinha de artesanato Espaço kids Coffee break e almoço; *Com informações da SMDF  

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Criatividade que vira renda: nova loja colaborativa do projeto Cerrado Feminino amplia oportunidades para artesãs no DF

Transformar talento em renda e trabalho artesanal em autonomia financeira. É com esse objetivo que o projeto Cerrado Feminino ganha mais um espaço de visibilidade para o trabalho de mulheres artesãs do Distrito Federal. Neste sábado (14), às 10h, será inaugurada uma nova loja colaborativa no JK Shopping, em Taguatinga, ampliando as oportunidades para empreendedoras atendidas pelos programas da Secretaria da Mulher. “A inauguração de mais uma loja Cerrado Feminino representa muito mais do que um novo espaço de exposição. É um espaço de oportunidades, onde as artesãs podem transformar a criatividade em independência financeira. Quando uma mulher tem oportunidade de gerar sua própria renda, ela amplia suas escolhas e fortalece toda a sua família”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. O projeto Cerrado Feminino inaugura, neste sábado (14), mais uma loja, desta vez no JK Shopping, em Taguatinga | Foto: Arquivo/Agência Brasília O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida gratuitamente pelo shopping. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto BRB e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo a subsecretária de Promoção da Mulher, Renata D’Aguiar, cerca de 50 artesãs venderão suas peças no local. “O projeto tem mudado realidades, abrindo caminhos para mulheres que não viam o artesanato como fonte de independência financeira. Agora, elas conseguem trilhar esse caminho com o apoio da pasta”, comemora. Para apoiar o desenvolvimento das participantes, a Secretaria da Mulher oferece capacitação completa. “As artesãs participaram de cursos de aperfeiçoamento técnico, aulas de empreendedorismo e gestão e acompanhamento até conseguirem transformar o trabalho em renda própria. É uma oportunidade única. E estar no shopping, que funciona todos os dias, potencializa as vendas e aumenta a visibilidade do trabalho delas”, diz Renata D’Aguiar. O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida pelo shopping | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Empreendedorismo feminino A nova unidade surge após o sucesso da primeira loja colaborativa, inaugurada em junho do ano passado, na Feira da Torre de TV. O espaço, que funciona nos boxes 95 e 96 do Bloco C aos sábados e domingos, das 9h às 17h, já reuniu diversas artesãs do DF e se tornou uma vitrine importante para divulgar seus trabalhos. “Percebemos um impacto considerável. Com a identidade visual, o conceito e a curadoria, o movimento da loja da Feira da Torre aumentou. Houve crescimento significativo nas vendas, incentivando mais mulheres a participarem”, explica Renata D’Aguiar. [LEIA_TAMBEM]Com espaço maior, a expectativa da pasta é que a nova unidade no JK Shopping dê ainda mais visibilidade às artesãs e permita uma exposição ampliada de seus produtos. Entre os itens disponíveis estarão peças de vestuário em crochê, biojoias, produtos de costura criativa, bordados, bonecas de pano e artigos de decoração. Mulheres interessadas em integrar o projeto podem procurar a Secretaria da Mulher para solicitar a carteirinha de artesã. Após essa etapa, passam por um processo de curadoria e, se aprovadas, ficam aptas a participar das seleções para expor e comercializar seus produtos nas lojas colaborativas do Cerrado Feminino.

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Feira do Trabalho e do Campo incentiva protagonismo feminino no Riacho Fundo

Entre os dias 9 e 14 de março, o Riacho Fundo será palco da Feira do Trabalho e do Campo, iniciativa voltada à qualificação profissional, geração de renda e valorização da produção local. O evento será realizado ao lado da administração regional e contará com uma programação diversificada com cursos, palestras, oficinas e exposição de produtos. Realizada durante a Semana Internacional da Mulher, a feira também celebra a contribuição feminina para o empreendedorismo, a economia solidária e o desenvolvimento das comunidades. A proposta do evento é fortalecer o empreendedorismo e ampliar oportunidades para trabalhadores urbanos e rurais, pequenos produtores, artesãos e microempreendedores da região, incentivando a geração de renda e o desenvolvimento local. Durante a programação, o público terá acesso a capacitações nas áreas de gestão de negócios, vendas, identidade visual, sustentabilidade, economia solidária, tecnologias sociais e desenvolvimento pessoal. Além das atividades formativas, a feira também contará com espaços para comercialização de produtos da agricultura familiar e do artesanato regional, estimulando a circulação de renda na própria comunidade. Café da manhã Como parte da programação da Semana Internacional da Mulher, no dia 10 de março será realizado o Café da Manhã de Mulheres, um momento especial de encontro, acolhimento e celebração da força, da resiliência e da inspiração das mulheres da comunidade. A atividade busca valorizar o protagonismo feminino e fortalecer redes de apoio entre mulheres empreendedoras, trabalhadoras e lideranças locais. Legenda Campanha solidária Durante toda a feira, também acontecerá uma campanha solidária em apoio à população de Juiz de Fora-MG, com arrecadação de: • roupas em boas condições; • alimentos não perecíveis; • água potável; • materiais de higiene. Os pontos de coleta serão na Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I e na sede do Instituto Acolher. PROGRAMAÇÃO Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I De 9 a 14 de março de 2026 Programação sujeita a alterações Segunda-feira (9): • 9h às 17h – Visitação aberta; • 14h às 16h – Oficina 1: Oficina de Reaproveitamento e Upcycling. Terça-feira (10): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • Café da Manhã de Mulheres – programação especial da Semana Internacional da Mulher; • 14h às 16h – Oficina 3: Oficina de Embalagem Sustentável; • 15h às 16h – Palestra 1: Bem viver como modelo econômico. Quarta-feira (11): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 10h30 às 12h30 – Oficina 2: Oficina de Feiras Solidárias; Quinta-feira (12): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 4: A Força do Coletivo; Sexta-feira (13): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 5: Tecnologias Sociais Locais; • 11h às 13h – Oficina 6: Educação Financeira e Finanças Pessoais. Sábado (14): • 9h às 18h – Visitação aberta; • 10h às 11h – Entrega de certificados; • 11h às 13h – Apresentações artísticas; • 14h às 16h – Palestra 2: Saberes e Cultura como Potência. ______________ Serviço Feira do Trabalho e do Campo De 9 a 14 de março de 2026 Riacho Fundo – ao lado da administração regional Entrada gratuita A Feira do Trabalho e do Campo é uma realização do Instituto Acolher, em parceria com o programa Economia Solidária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF (Sedet-DF), e conta com apoio da Administração Regional do Riacho Fundo. Mais informações: @instituto_acolherdf   *Com informações da Sedet-DF

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Painel discute relação entre assistência social e educação

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta-feira (4), da 2ª edição do Fórum Movimente, evento promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF) que incentiva o empreendedorismo feminino e reúne lideranças comprometidas com o fortalecimento da autonomia das mulheres. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, integrou o painel “Assistência social e educação como garantias de direitos”, ao lado da primeira-dama Mayara Noronha Rocha e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O debate evidenciou o papel estratégico das políticas públicas na ampliação da autonomia financeira feminina e na consolidação de oportunidades concretas para a transformação social.  Hélvia Paranaguá: "Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae" | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o evento, realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada, foi assinado um protocolo de intenções com o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) para ampliar ações de qualificação profissional e geração de renda. A iniciativa fortalece o Cartão Uniforme Escolar, previsto na Lei nº 7.745/2025, que garante a compra de uniformes para estudantes da rede pública de ensino. “Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae. É uma união de esforços para garantir oportunidade e autonomia”, afirmou Hélvia. Celina Leão: "É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal" A vice-governadora Celina Leão também participou da assinatura e destacou a evolução do setor produtivo no atendimento à rede pública. “No início, havia receio de que o setor não conseguisse atender a rede pública. Hoje vemos o setor de vestuário preparado. É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal”, ressaltou. Assistência social e educação Durante o painel, Mayara Noronha Rocha reforçou que o empreendedorismo precisa caminhar junto com políticas de proteção social, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, medidas como transporte gratuito para registrar ocorrência, buscar apoio jurídico ou participar de cursos de capacitação têm ampliado a dignidade e a independência feminina. "É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira" Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do DF “É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira”, afirmou. Na mesma linha, Ana Paula Marra destacou que falar em empreendedorismo exige, antes, assegurar condições mínimas de sobrevivência. “É impossível falar de empreendedorismo para quem não tem o que comer em casa. O Estado precisa garantir o mínimo para que essa mulher tenha a oportunidade de sonhar”, disse. Educação e oportunidades O evento contou com a participação da primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra Ao abordar a conexão entre educação e oportunidades, Hélvia Paranaguá defendeu maior presença feminina nos espaços de decisão e lembrou que políticas educacionais também são instrumentos de emancipação. “Precisamos abrir mais espaço para as mulheres nos lugares de poder. E é importante lembrar: creche é educação. É um direito da criança e da mãe, seja para trabalhar ou estudar”, apontou. A secretária apresentou ainda dados sobre o Cartão Creche no Distrito Federal, que disponibiliza atualmente 6.300 vagas, com cerca de 4 mil crianças já em processo de encaminhamento. [LEIA_TAMBEM]Alunas na ciência O evento também foi marcado pelo reconhecimento internacional de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 111, no Recanto das Emas. A escola está entre as três finalistas de uma premiação global realizada nos Emirados Árabes Unidos com um projeto voltado para o reaproveitamento de água e o uso de energia solar. “Mais de 8 mil escolas no mundo participaram, e uma escola pública do Distrito Federal está entre as finalistas. Isso mostra que, quando a política pública chega e há gestores comprometidos, o resultado aparece”, afirmou a secretária Hélvia Paranaguá. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)  

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Segundo dia do Movimente 2026 exalta empreendedorismo feminino

Nesta quarta-feira (4), segundo dia do Movimente 2026, promovido pelo Sebrae no Royal Tulip Brasília, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) reuniu empresárias, especialistas e representantes do poder público para debater empreendedorismo feminino, inovação e acesso a políticas públicas voltadas para negócios. Os debates ocorreram durante os painéis “Políticas Públicas que Geram Autonomia e Oportunidades para Mulheres Empreendedoras”; “Do Talento ao Lucro: Transformando Habilidades em Negócios Sustentáveis”, e “Empreendedorismo Rural e Artesanato Feminino: Desafios, Oportunidades e Geração de Renda”. No evento, também foi lançado o calendário oficial Março Mais Mulher 2026, iniciativa que reúne mais de 170 ações integradas do GDF ao longo do mês, com foco em empreendedorismo, capacitação, enfrentamento à violência e promoção de direitos. “O mês das mulheres traz uma ampla programação de acolhimento, prevenção e protagonismo em todo o DF. Aqui nós conseguimos enxergar outras mulheres, que geram empregos e renda. Temos muitas mulheres que inspiram outras. Esse evento é muito especial porque mexe com o coração de todas nós, que somos convidadas a sonhar em empreender," destaca a vice-governadora Celina Leão. Os painéis do Movimente apresentaram histórias de sucesso e discussões teóricas sobre o empreendimento feminino | Foto: Divulgação/SMDF No Distrito Federal, cerca de 105 mil empresas são lideradas por mulheres, de acordo com o Sebrae. O painel “Empreendedorismo Rural e Artesanato Feminino: Desafios, Oportunidades e Geração de Renda”, mediado pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, reforçou a importância da diversidade nos negócios. “Sabemos que as mulheres enfrentam muitos desafios para se tornarem donas dos seus negócios. Hoje o DF conta com políticas públicas que enxergam as dificuldades e criam oportunidades para que todas alcancem os seus objetivos”, afirmou Giselle. Quem esteve presente no evento também ouviu a história de sucesso da empresária Alessandra Braga, participante do painel.  “Enfrentei muitos desafios no início da empresa Agroflores. Passei por muito preconceito no início, pois todos os funcionários eram homens, mas isso mudou e, hoje, todas as funcionárias são mulheres. A nossa realidade é totalmente diferente. A mulher pode estar onde ela quiser. Fazer as coisas com amor é o segredo. Nós levamos o melhor para o cliente e aprendemos sobre o que ele mais gosta.”    Iara Santos gostou do evento: "O Movimente abre o leque de várias oportunidades para as empresárias do DF" Durante o painel “Do Talento ao Lucro: Transformando Habilidades em Negócios Sustentáveis”, a subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, falou sobre a importância do programa Realize, da SMDF, na vida das empreendedoras. “Esse é um projeto de coragem. Nós somos capazes de empreender e realizar. Muitas vezes nos enxergamos pequenas, mas somos grandes e capazes de construir um futuro melhor e avançar com autonomia emocional e escolhas.” Em busca de aperfeiçoamento e articulação profissional, a empresária Iara Santos, de 44 anos, destacou a importância de eventos que reúnam mulheres inspiradoras. “Eu assisti à palestra sobre mulheres do campo que empreendem. Foi muito enriquecedora, porque essas mulheres têm crescido cada dia mais, por meio da comercialização dos seus produtos do campo. O Movimente abre o leque de várias oportunidades para as empresárias do DF.” *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Feira de Artesanato Raízes do Entorno valoriza empreendedorismo local e homenageia Dia da Mulher

A II Feira de Artesanato Raízes do Entorno teve início nesta quarta-feira (4) e segue até quinta-feira (5), com o objetivo de valorizar a produção cultural, artística e empreendedora dos municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Coordenada pela Secretaria do Entorno do Distrito Federal (Seent-DF), a exposição presta homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Realizada no Anexo do Buriti, das 8h às 16h, a feira reúne visitantes interessados em artesanatos variados, biojoias, roupas, flores e plantas naturais, semijoias, impressões 3D, opções gastronômicas com comidas típicas, produtos de beleza e bem-estar, itens naturais e serviços como massagem terapêutica. Segundo o secretário do Entorno do DF, Cristian Viana, a feira dá aos empreendedores a chance de mostrarem seus produtos diretamente ao público, gerando renda e fortalecendo a economia local, especialmente das mulheres artesãs e produtoras da região. “Essa iniciativa valoriza a produção artesanal e cultural do Entorno, conectando produtores à comunidade e impulsionando o empreendedorismo sustentável na Ride.” Nesta segunda edição — a primeira de 2026 —, participam 27 expositoras mulheres, um aumento de dez participantes em relação à última feira | Foto: Divulgação/Seent-DF Oportunidade Para a expositora Marcilene Mariano, da agricultura familiar, a ação da Secretaria do Entorno proporciona ao produtor uma chance de “sair da porteira, comercializar produtos, gerar conexões com clientes e fazer networking”. De acordo com ela, trata-se de uma oportunidade de negócios para contar a história dos itens, que vêm de uma empresa familiar. “E, nesta edição em homenagem ao Dia da Mulher, trouxemos peças limitadas com logo especial, em rosa, para prestigiar a data de 8 de março. Parabéns à Secretaria do Entorno do DF pela iniciativa, que contribui muito para a Região do Entorno e o Distrito Federal”, completa Marcilene Mariano. Nesta segunda edição — a primeira de 2026 —, participam 27 expositoras mulheres, um aumento de dez participantes em relação à última feira. Entre os municípios da Região do Entorno presentes estão Valparaíso, Cidade Ocidental, Luziânia, Novo Gama e Águas Lindas. *Com informações da Seent-DF

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PMDF destaca iniciativas de proteção à mulher no Movimente 2026

A comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Ana Paula Barros Habka, participou nesta terça-feira (3), no Royal Tulip Brasília, do Movimente 2026 — iniciativa do Sebrae-DF voltada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino no Brasil. A coronel integrou o painel sobre segurança pública e proteção das mulheres, ao lado do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Torres Avelar, e de Conceição de Maria, cofundadora e superintendente-geral do Instituto Maria da Penha. Durante o debate, a comandante destacou que segurança e desenvolvimento caminham juntos e que a proteção das mulheres é condição essencial para a autonomia econômica. A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, participou do painel sobre segurança pública e proteção das mulheres no Movimente 2026 | Foto: Divulgação/PMDF “A informação salva vidas. A Sala Lilás foi pensada para acolher, orientar e encaminhar mulheres que precisassem de apoio. Mesmo em um Carnaval tranquilo, foi fundamental mostrar que o Estado está próximo e preparado para proteger”, afirmou Ana Paula Habka. A comandante também ressaltou a importância da união entre instituições para promover mudanças culturais duradouras. “A Polícia Militar está ao lado das mulheres. Mas essa transformação exige união, mudança de comportamento e compromisso coletivo. Precisamos movimentar a vida, a economia, os sonhos e a coragem. Força nós temos. E a PMDF é muito mais que segurança”, destacou. [LEIA_TAMBEM]O Movimente é um movimento coletivo iniciado pelo Sebrae-DF, com o propósito de posicionar o Brasil entre os melhores países do mundo para uma mulher empreender, articulando políticas públicas, iniciativas privadas e ações institucionais em prol da igualdade de oportunidades. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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Campanha Fazer o Bem Tá na Moda chega à quarta edição fortalecendo o empreendedorismo feminino

A campanha Fazer o Bem Tá na Moda, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), segue transformando realidades por meio da solidariedade, da economia circular e do fortalecimento do empreendedorismo feminino. Ao longo das três edições já realizadas, mais de 500 mulheres em situação de vulnerabilidade social foram beneficiadas, seja com oportunidades de geração de renda, seja com acesso a produtos de qualidade que representam um novo começo. A quarta edição da campanha foi lançada em dezembro, quando 100 mulheres com independência financeira receberam as bolsas do programa, confeccionadas com tecidos doados, para que pudessem preenchê-las com roupas, calçados e acessórios de uso próprio e em bom estado. As doações vão contemplar, ainda este mês, outras 100 mulheres em situação de vulnerabilidade, desta vez gestantes da Cidade Estrutural atendidas pelo projeto Mantinha. Cem mulheres da Estrutural ganharão as bolsas com roupas, calçados e acessórios de uso próprio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus As bolsas entregues às participantes são confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Sejus-DF. Além de aprenderem um ofício, essas mulheres privadas de liberdade recebem remuneração e têm direito à remição de pena, reforçando o caráter de ressocialização e inclusão social da iniciativa. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que o projeto vai muito além do ato de doar. Segundo ela, o Fazer o Bem Tá na Moda cria uma corrente de transformação que impacta tanto quem contribui quanto quem recebe. “É sobre sintonia e sobre escolher olhar para o outro. Quem doa também se transforma, ao entender que um gesto simples pode mudar uma vida. Mas, principalmente, quem recebe encontra ali uma oportunidade concreta de recomeço, de autonomia e de novos caminhos”, afirmou. Lili Lima: "Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia" Entre as participantes da quarta edição está a empresária da área da saúdeLili Lima, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) do Sudoeste, que recebeu uma das bolsas para montar com itens doados. Para ela, a campanha tem um forte potencial de transformação social. “Empreender é libertador. A campanha é muito bem-pensada e começa com um gesto de doação que pode se transformar, no futuro, em um negócio. Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia”, destacou. Projeto Mantinha Nesta edição, as doações arrecadadas pela campanha beneficiarão gestantes acompanhadas pelo projeto Mantinha, iniciativa que atua há quase dez anos na Cidade Estrutural levando cuidado, informação e apoio a mulheres durante a gestação. Criado em 2016, o projeto promove encontros mensais com orientações sobre gestação, parto, pós-parto, maternidade consciente e planejamento familiar, além de distribuir cestas básicas às participantes ao longo do acompanhamento. Para a coordenadora do projeto Mantinha, Stela Lobato, a parceria com o Fazer o Bem Tá na Moda representa reconhecimento e fortalecimento da iniciativa. “Receber essa visibilidade e participar de uma parceria desse tamanho nos dá fôlego e mostra que estamos no caminho certo. São quase dez anos de trabalho, e ver isso se desdobrar em novas oportunidades é muito especial”, afirmou. Rede do bem que se expande [LEIA_TAMBEM]A quarta edição da campanha também contou com o apoio de parceiros que contribuíram para tornar o projeto possível. A empresária Leila Bessa doou os tecidos utilizados na confecção das bolsas, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e a economia circular. Já a Artefactor, que cedeu o espaço para o lançamento, foi apontada como um ambiente de conexão e encontro entre pessoas dispostas a fazer o bem. Para Milena Trindade, uma das gestoras da marca em Brasília, ser palco da iniciativa é uma forma de colocar o propósito em prática. Ao unir solidariedade, empreendedorismo, sustentabilidade, ressocialização e cuidado social, o Fazer o Bem Tá na Moda se consolida como uma das iniciativas mais emblemáticas da Sejus-DF no fortalecimento de mulheres e na promoção da cidadania. *Com informações da Sejus-DF  

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Com foco no empreendedorismo feminino, Cruzeiro recebe edição especial da Feira do Trabalho e do Campo 

Desta segunda-feira (15) a sábado (20), o Cruzeiro recebe a edição especial Mulheres Empreendedoras do Campo e da Cidade da Feira do Trabalho e do Campo. A iniciativa destaca o papel das mulheres na geração de renda e no fortalecimento da economia local. A iniciativa é do Instituto Acolher, com parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Arte: Divulgação/Sedet-DF A abertura coincide com a data em que é celebrado o Dia Nacional da Economia Solidária, reforçando o objetivo de promover práticas baseadas na cooperação, na produção sustentável e na inclusão produtiva. O foco é aproximar empreendedoras, produtoras rurais e consumidoras em um ambiente de capacitação e comercialização. [LEIA_TAMBEM]Durante os seis dias de programação, o público terá acesso a cursos, palestras e atividades formativas, além da tradicional feira com produtos rurais e artesanato. A proposta é ampliar oportunidades de comercialização, valorizar a produção local e fortalecer práticas de economia solidária, fomentando a geração de renda e a autonomia das mulheres empreendedoras. Feira do Trabalho e do Campo – Edição especial ⇒ Data: desta segunda (15) a sábado (20) ⇒ Horário: das 10h às 20h ⇒ Local: ao lado da Feira Permanente do Cruzeiro. Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda 

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Loja colaborativa do GDF fortalece o empreendedorismo feminino

Laços, cachepôs, caminhos de mesa e diversos itens de decoração compõem o novo estoque da loja colaborativa Cerrado Feminino. O espaço, montado pela Secretaria da Mulher (SMDF) na Feira da Torre de TV, renovou seus produtos para atrair mais clientes durante o período de festas de fim de ano. Dedicada ao empreendedorismo feminino, a loja funciona desde junho com apoio do Instituto BRB e do Sebrae-DF. O atendimento ocorre aos sábados e domingos, das 9h às 17h, nos boxes 95 e 96 do Bloco C. A Cerrado Feminino, loja colaborativa dedicada ao empreendedorismo feminino, renovou seu estoque para atrair mais clientes neste fim de ano | Foto: Divulgação/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, iniciativas como essa são essenciais para promover autonomia econômica. “Criar espaços onde as mulheres possam trabalhar com dignidade e construir sua própria renda é fundamental para romper ciclos de dependência e ampliar oportunidades. A Cerrado Feminino mostra o impacto real de políticas públicas bem direcionadas na vida dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Além do espaço cedido pelo Governo do Distrito Federal, as trabalhadoras têm acesso a cursos de capacitação, aperfeiçoamento, especialização e formação empreendedora oferecidos pelas instituições parceiras. “Nosso foco é em produtos que remetam, de alguma forma, ao Cerrado. Porém, nesse período natalino, nós nos inspiramos em presentes, brindes e lembrancinhas que ressaltem a data”, contou a artesã Lia Barroso, 55 anos. “Nós estávamos com muitos materiais parados e sem ter como comercializá-los. A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia”, destacou a artesã Luciene Alves dos Santos, 42 anos. Luciene Alves dos Santos, artesã: "A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia" O projeto também atua em diferentes aspectos do desenvolvimento profissional, incentivando nessas mulheres o espírito empreendedor. Este é o segundo ciclo de atividades, e pelo menos mais um está previsto. Interessadas em participar das próximas edições devem acompanhar o site da Secretaria da Mulher para a publicação de possíveis editais em 2026. “Aqui é mais que uma loja, é uma incubadora de empreendedorismo feminino. Durante os três meses de cada ciclo, elas mergulham em atividades que vão assegurar a cada uma delas a autonomia para seguir com seus projetos e ampliá-los para além da Cerrado Feminino”, afirmou a subsecretária de Promoção das Mulheres do GDF, Renata Daguiar. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Biblioteca escolar comunitária em Taguatinga oferece aulas de crochê para mulheres

Nas tardes de terça-feira, a Biblioteca Comunitária Valéria Jardim, do Centro Educacional (CED) 02 de Taguatinga, se enche de cores, conversas e fios entrelaçados. No projeto Tecendo Fios de Oportunidade, o crochê vai além da técnica, torna-se um espaço de acolhimento, cura e valorização do feminino para as mulheres que se reúnem ali. A iniciativa foi desenvolvida em 2024 e, desde então, tem sido um sucesso para a comunidade. Não há restrição de idade, tampouco necessidade de saber costurar, pois o essencial é a vontade de aprender. O curso possui carga horária total de 104 horas, sendo 80 horas diretas, e 24 indiretas. Além das técnicas de crochê, as estudantes recebem aulas de precificação, divulgação, vendas e escrita criativa. O curso de crochê acabou se tornando uma terapia para muitas alunas | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF O crochê acompanha a professora da rede pública e escritora Nina Tolledo desde a infância. No interior de Minas Gerais, ela descobriu a técnica aos 6 anos, ao observar mulheres produzindo peças nas calçadas. Aos 11, mudou-se para o Distrito Federal e, no Gama, começou a praticar o crochê. “O projeto é aberto à comunidade. Damos preferência a pessoas em situação de vulnerabilidade, e muitas chegam aqui por indicação médica, em busca de uma atividade terapêutica”, relata a educadora.  No início, 30 pessoas inscreveram-se no curso, incluindo homens. Entre conversas, risadas e confraternizações, histórias marcantes começaram a surgir. “As alunas contavam histórias e achavam que não eram nada demais, mas percebemos que eram verdadeiras artistas. Trabalhei 12 anos com revisão de textos e tive o prazer de digitar esses relatos, que agora estão se transformando no livro Pontos e Contos”, explica Nina. As peças serão exibidas na vernissage entre os dias 5 e 12 de dezembro, na própria biblioteca [LEIA_TAMBEM]Uma das participantes, Edvania Chagas Ramos, de 58 anos, vivia uma depressão após a perda recente dos pais. “Meu médico indicou um psicólogo. Fui a dois, mas não gostei. Minha filha achou que seria uma boa ideia eu vir. No começo, vim relutante, mas depois fui me soltando. No outro dia, pedi ao meu marido para me levar ao armarinho comprar uma agulha mais grossa e comecei a fazer”, conta. A aluna Maria Helena de Souza, 62 anos, também encontrou no crochê uma nova forma de expressão. Mineira, chegou a Brasília há três anos e meio para acompanhar a filha, servidora pública. “Sempre quis aprender crochê, mas achava que fosse coisa de avó. O crochê é uma maravilha para mim, estou amando. Depois, quero abrir um perfil nas redes sociais para vender minhas peças.” *Com informações da Secretaria de Educação  

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Políticas públicas do GDF fortalecem a jornada de empreendedoras da capital

Empreender pode mudar vidas. A profissional da beleza Dafhine Gabriela Rodrigues, 22 anos, é prova disso. Daphine transformou a própria rotina e encontrou autonomia financeira por meio do empreendedorismo. Moradora de Planaltina, ela trabalha como lash designer há quatro anos e conta como transformar a autoestima feminina por meio das extensões de cílios mudou não apenas o olhar de várias mulheres, mas também o seu sobre o futuro. “Eu trabalhava em uma padaria de domingo a domingo. Por isso, comecei a pensar em empreender, para ter mais liberdade. Sempre gostei da área da beleza e encontrei uma pessoa que me inspirou muito. Fiz cursos para me qualificar, comprei meus materiais e hoje trabalho com o que eu amo. A gente pode empreender, temos essa força. Só basta acreditar”, conta a empresária. Neste Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino, celebrado em 19 de novembro, histórias como a da jovem Dafhine ganham ainda mais destaque. A data simboliza a luta diária de milhares de mulheres que transformam talentos, habilidades e criatividade em fonte de renda e independência financeira, protagonizando mudanças nas próprias vidas e nas comunidades onde vivem. A Secretaria da Mulher (SMDF) tem trabalhado para fortalecer essas trajetórias, ampliando políticas públicas que garantem autonomia e novas oportunidades para empreendedoras em todo o Distrito Federal. A empresária Daphine transformou a própria rotina e encontrou autonomia financeira por meio do empreendedorismo | Fotos: Samuel Marques/SMDF Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, é necessário continuar investindo em ações de apoio ao empreendedorismo feminino. “O GDF trabalha com iniciativas que buscam impulsionar a autonomia financeira e a participação das mulheres no mercado de trabalho. O nosso objetivo é promover capacitações, trocas de experiências e soluções para que empreendedoras possam ter mais oportunidades para alavancar seus negócios”. O avanço do empreendedorismo feminino também se reflete nos dados. No Distrito Federal, a presença feminina no empreendedorismo é expressiva: entre os 410 mil empreendedores da capital, 140 mil são mulheres, 35% do total. Esses números evidenciam não apenas a força feminina na economia, mas também a crescente busca por autonomia, renda própria e oportunidades capazes de transformar trajetórias, como ocorreu com Dafhine. No Distrito Federal, a presença feminina no empreendedorismo é expressiva: entre os 410 mil empreendedores da capital, 140 mil são mulheres, 35% do total Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, esse é um grande avanço no fortalecimento das empresárias do DF. “Nós alcançamos importantes conquistas na capacitação e promoção profissional, com cerca de 6 mil mulheres certificadas em 2024 em cursos como auxiliar administrativo, cuidador de idosos, copeira, porteira e nas áreas da beleza, incluindo extensão de cílios, manicure, sobrancelhas e massagem”, diz. Diante desse cenário em expansão, a SMDF intensifica iniciativas que oferecem qualificação, informação e acolhimento às mulheres que desejam empreender. Além de ampliar as ações do programa Movimente DF, instituído pelo Decreto nº 46.500/2024, a secretaria também fortalece o atendimento nos espaços ProMulher, localizados em Taguatinga (Agência do Trabalhador), Ceilândia (Casa da Mulher Brasileira) e na Sede SMDF II. Cursos, oficinas, capacitações profissionais, rodas de conversa e serviços itinerantes percorrem as regiões administrativas, criando ambientes de aprendizado e impulsionando o desenvolvimento de pequenos negócios liderados por mulheres. *Com informações da Secretaria da Mulher

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Movimente nas Cidades chega a Ceilândia e incentiva o protagonismo feminino no empreendedorismo

Ceilândia recebeu, nessa terça-feira (12), mais uma edição do Movimente nas Cidades, iniciativa que percorre o Distrito Federal com ações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino. O evento lotou o Ginásio Poliesportivo Regional de Ceilândia, reunindo mulheres empreendedoras e lideranças locais em um espaço de troca de experiências, incentivo à autonomia econômica e valorização da mulher empreendedora. O evento teve início com o painel de empreendedorismo feminino, que destacou histórias de superação e conquistas de mulheres que transformam desafios em inspiração. Participaram do debate Raquel Rainha, do Centro Clínico Rainha; Jucileide de Souza, da Cozinha da Neide, na Feira de Ceilândia; Luzia Abrantes, do Instituto de Beleza Luzia Abrantes; e Ana Cristina Campos, do Instituto Acolher. Cada uma compartilhou sua trajetória e os caminhos que as levaram a empreender, emocionando o público com relatos de força, determinação e autonomia. Durante o encontro, a vice-governadora Celina Leão destacou a importância das ações que promovem o protagonismo feminino e fortalecem a autonomia econômica das mulheres do Distrito Federal. “O governo tem olhado para as mulheres com políticas públicas concretas e efetivas. O Movimente é um exemplo de como a união entre o poder público e a sociedade pode gerar resultados reais, fortalecendo quem mais precisa e estimulando o desenvolvimento econômico de todo o DF”, ressaltou Celina. O evento teve início com o painel de empreendedorismo feminino, que destacou histórias de superação e conquistas de mulheres que transformam desafios em inspiração | Fotos: Divulgação/SMDF A programação contou ainda com a participação especial da atriz e empresária Giovanna Antonelli, que ministrou a palestra O Discurso do Óbvio. Com uma abordagem leve e inspiradora, Giovanna movimentou as participantes ao promover momentos de reflexão sobre autoconfiança e propósito. A apresentação teve forte interação com o público e incluiu uma dinâmica participativa, que aproximou ainda mais a palestrante das mulheres presentes e reforçou a mensagem de protagonismo e superação. O evento também contou com uma exposição de artesanato, onde empreendedoras locais apresentaram produtos autorais, valorizando o trabalho manual e a criatividade feminina. A mostra foi mais uma oportunidade para destacar o talento e a autonomia das mulheres que transformam suas habilidades em fonte de renda e reconhecimento. O encontro também reforçou o compromisso da Secretaria da Mulher em ampliar as oportunidades de capacitação e geração de renda para mulheres em todas as regiões administrativas. “O Movimente nas Cidades tem mostrado a força das mulheres do Distrito Federal. Cada edição reforça o quanto o empreendedorismo é capaz de transformar vidas e promover autonomia. Nosso compromisso é seguir criando oportunidades e espaços para que cada mulher se reconheça como protagonista da própria história”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A programação contou ainda com a participação especial da atriz e empresária Giovanna Antonelli, que ministrou a palestra O Discurso do Óbvio Superação Entre as participantes do evento, chamou atenção a história de Gisele da Silva Pereira, mãe de cinco filhos, incluindo uma filha atípica. Aos 46 anos, Gisele começou recentemente a empreender com biojoias e tem encontrado no projeto do Movimente nas Cidades um apoio importante para vencer a depressão e buscar novas perspectivas de vida. Apesar de ter sido acometida por sequelas da Covid-19, que a deixaram parcialmente incapacitada, Gisele não desistiu de sua jornada. Durante a palestra de Giovanna Antonelli, ela interagiu ativamente na dinâmica proposta, mostrando força, determinação e a coragem de um recomeço. Gisele se sente honrada com o trabalho da Secretaria da Mulher e vê um futuro promissor em sua própria trajetória graças às oportunidades oferecidas pela secretaria e pelo GDF, reforçando o impacto das políticas de incentivo ao empreendedorismo feminino e à autonomia das mulheres no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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