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Etiqueta respiratória, uma postura que protege a saúde

Com o aumento do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, uma das maiores preocupações das equipes de saúde tem sido diminuir a transmissão desses vírus. Exemplos recentes no Distrito Federal mostram que o sucesso desses esforços tende a passar pela própria população e por atitudes que as pessoas tomam em meio aos surtos virais. Arte: Agência Saúde-DF A prevenção possui o seu próprio “código de etiqueta” — toda manobra que evite espalhar gotículas que transmitam os vírus, como os da gripe (influenza A e B), covid-19 (SARS-CoV-2), rinovírus – causador do resfriado comum – e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).  “Adotar o código de etiqueta respiratória significa demonstrar respeito e proteger a saúde de todos à volta; são ações simples que salvam vidas e demonstram respeito pelo próximo” Fernanda Ledes, gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar “Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, utilizar álcool gel 70% e evitar tocar os olhos, o nariz e a boca são barreiras essenciais contra os vírus”, explica a gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde (SES-DF), Fernanda Ledes. Desinfecção Segundo a especialista, é preciso, ainda, garantir que os ambientes estejam sempre bem-arejados, mantendo portas e janelas abertas para a circulação do ar. “Também é fundamental não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e realizar a desinfecção frequente de superfícies tocadas a todo momento, como mesas e celulares”, aponta. “Por fim, caso apresente qualquer sintoma gripal, o isolamento voluntário em casa é um ato de responsabilidade”. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto fundamental da etiqueta respiratória é a utilização de máscara em locais públicos quando apresentar sintomas gripais – como garganta inflamada, tosse e coriza. Caso não seja possível, é importante cobrir a boca e o nariz com o braço ou um lenço descartável sempre que tossir ou espirrar. “Adotar o código de etiqueta respiratória significa demonstrar respeito e proteger a saúde de todos à volta; são ações simples que salvam vidas e demonstram respeito pelo próximo”, resume Fernanda Ledes. Contudo, a medida mais eficaz e segura para evitar complicações respiratórias graves continua sendo a vacinação anual.    *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Gripe ou covid-19? Saiba quando procurar atendimento ao identificar sintomas

O clima muda, as noites ficam mais frias e a frequência de espirros, tosses e narizes escorrendo aumenta. Esse período de sazonalidade de doenças respiratórias facilita a transmissão de vírus, especialmente os da gripe e da covid-19. As duas condições apresentam sintomas bem semelhantes. Então, quando buscar ajuda médica?  Idosos podem tomar as vacinas contra a gripe e a covid-19 em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) | Fotos: Divulgação/SES-DF “Se a pessoa estiver com sinais respiratórios leves — como dor de cabeça, coriza, tosse, dor na garganta, moleza —, o ponto de atendimento são as unidades básicas de saúde” Camila Damasceno, referência técnica distrital de Família e Comunidade da Secretaria de Saúde “Não é possível, apenas pelos sintomas, diferenciar essas enfermidades, pois podem apresentar, igualmente, quadros de tosse, coriza, febre, dor de cabeça e dor no corpo. O distúrbio olfativo [não sentir cheiros], por exemplo, não é exclusivo da covid-19, apesar de levantar um pouco mais de suspeita”, explica a referência técnica distrital (RTD) de Família e Comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), Camila Damasceno. Na busca pela assistência, a orientação é procurar os locais conforme a gravidade dos casos. “Se a pessoa estiver com sinais respiratórios leves — como dor de cabeça, coriza, tosse, dor na garganta, moleza —, o ponto de atendimento são as unidades básicas de saúde (UBSs)”, orienta Camila. Casos graves, por sua vez, exigem assistência imediata em unidades de urgência e emergência. Os sintomas que merecem maior atenção são: febre por mais de 72 horas seguidas ou mesmo febre alta, acima de 39,5 graus ou 40 graus, que não diminui com remédio; dificuldade para respirar ou respiração acelerada; sensação de desmaio; e pressão no peito.  Uso de máscara protege a pessoa de infecção pelos vírus da gripe e da covid-19 e também evita a transmissão  Medidas que ajudam na prevenção Enquanto a gripe é causada pelo vírus influenza, a covid-19 provém do coronavírus SARS-CoV-2. Embora tenham vetores distintos, ambas têm alto potencial de contágio e mutação, podendo causar quadros leves ou evoluir para formas graves, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como crianças e idosos. Por serem doenças virais, o tratamento de ambas é voltado para o alívio dos sintomas até que o organismo elimine o vírus. Entre os medicamentos mais utilizados estão antitérmicos, analgésicos e anti-inflamatórios, sempre com orientação profissional. Nos casos leves, a recomendação é manter repouso, hidratação adequada e alimentação equilibrada. O isolamento também é importante para evitar a transmissão. Outras medidas que ajudam na prevenção incluem ventilar os ambientes, higienizar frequentemente as mãos, evitar aglomerações e manter a vacinação em dia.  Por que é tão importante tomar a vacina [LEIA_TAMBEM]Não importa se é gripe ou covid-19, a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção nos dois casos. "A dose contra a influenza é atualizada anualmente. Isso porque as cepas da doença também sofrem alterações de um ano para o outro", detalha Damasceno. “Vale lembrar que a vacina da gripe protege a pessoa dos casos graves, hospitalizações e óbitos”. Segundo ela, os imunizantes não impedem que o indivíduo contraia o vírus; mas são essenciais para evitar o agravamento dos casos, hospitalizações e óbitos. Essa proteção vale, especialmente, para grupos de risco, como idosos, doentes crônicos, crianças menores de cinco anos, gestantes, puérperas, profissionais de saúde e educação. A médica também destaca que a covid-19 segue circulando entre a população. “O coronavírus não foi embora nem vai, infelizmente. É uma infecção que vai continuar presente, como já acontece com a influenza e o VSR [vírus sincicial respiratório] — virose respiratória que pode acometer pessoas de todas as faixas etárias”, avalia.  *Com informações da SES-DF 

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Sábado (30) é dia de reforçar proteção, com vacinas disponíveis em 20 regiões administrativas

Quem precisar atualizar a caderneta de vacinação contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche ou outras doenças, tem uma oportunidade neste sábado (30). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49 pontos de atendimento em 20 regiões administrativas. Os endereços e horários podem ser consultados no site da pasta. Vacinas estão disponíveis para pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo os grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A ação contempla pessoas de todas as idades, seguindo as recomendações específicas para cada faixa etária e os grupos prioritários. Entre outros exemplos, jovens de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose de combate à gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo proteção contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. [LEIA_TAMBEM]Para o atendimento, é necessário apresentar um documento de identidade válido e com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto, independentemente do local de residência. No domingo (31), não haverá funcionamento. As mais de cem salas de vacinação retomam o atendimento normal na segunda-feira (1º). *Com informações da Secretaria de Saúde            

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Saúde do DF aplica mais de 340 mil vacinas contra gripe

Desde o início da campanha de vacinação deste ano, em 25 de março, o Distrito Federal já aplicou mais de 340 mil doses do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém a estratégia definida pelo Ministério da Saúde e disponibiliza o imunizante a grupos prioritários.  Arte: Agência Saúde-DF “Todas as vacinas recebidas são distribuídas às unidades da SES-DF e utilizadas na sua totalidade nos grupos prioritários”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Nessa população, estima-se que mais de 1,1 milhão de pessoas precisam da vacina contra a influenza. A meta é chegar a 90% de indivíduos protegidos.  Imunizantes deste ano oferecem proteção contra três variantes do vírus Influenza Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, pessoas com comorbidades e deficiências, indígenas e quilombolas, população privada de liberdade e uma série de profissionais, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. A vacina deste ano protege esses grupos contra três variantes do vírus: Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). A lista dos locais de imunização está disponível no site da SES-DF.  Outros vírus e medicação [LEIA_TAMBEM]A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de 1 ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Feira da Guariroba, circuito de vôlei de praia e unidades de saúde terão vacinação neste sábado (2)

A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49  locais de vacinação neste sábado (2). A lista inclui o circuito mundial de vôlei de praia, no Estacionamento 12 do Parque da Cidade; a Feira da Guariroba, em Ceilândia; o supermercado Fort Atacadista, no Sol Nascente; além de 46 unidades básicas de saúde (UBSs) em todo o Distrito Federal. É possível se imunizar em qualquer posto de atendimento disponível, independente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está no site da SES-DF.  O público-alvo são pessoas de todas as faixas etárias, considerando o calendário de rotina e os grupos prioritários, como crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que podem receber a vacina contra a dengue; e idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, que podem ser imunizar contra a gripe (influenza). Haverá, ainda, outras vacinas para proteger contra doenças como febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Idosos poderão se vacinar contra a gripe (influenza) e ainda tomar doses de outros imunizantes | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde É importante levar um documento de identidade válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso não tenha mais esta última, é possível verificar a situação nas unidades básicas de saúde (UBS) em funcionamento no sábado. As equipes vão conferir os registros e avaliar a aplicação de doses. Não haverá atendimento no domingo (3). Já na segunda-feira (4), as mais de 100 salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Chegada da influenza K reforça importância da vacinação

A confirmação da presença do vírus Influenza A (H3N2) subclado K no Distrito Federal não representou, até o momento, uma mudança no padrão dos casos de gripe no Distrito Federal. A morte de uma adolescente de 17 anos com a variante, porém, reforça a importância das vacinas para prevenir casos graves da doença e hospitalização.  Rede de unidades básicas de saúde — algumas funcionam no período noturno e também aos sábados — é a principal porta de entrada para atendimento a pacientes com sintomas gripais | Foto: Sandro Araújo | Agência Saúde-DF Na rede pública, a vacinação contra a influenza, iniciada em 25 de março, já alcançou mais de 100 mil pessoas — a meta é chegar a 1,1 milhão. A imunização é gratuita e está disponível em diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). Este ano, a vacina protege contra três variantes do vírus. A vacina é voltada a grupos prioritários e considerados mais vulneráveis pelo Ministério da Saúde. Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; idosos a partir dos 60 anos; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; pessoas com comorbidades e deficiências; indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; e uma série de profissões, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas.  Outros vírus e medicação A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas de gestação, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. Idosos a partir dos 60 anos fazem parte do grupo ao qual se destina a vacina contra covid-19 O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de um ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.  Mudança no clima Casos de síndrome respiratória no DF, de janeiro até agora, passam de 1.600 | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre janeiro e 14 de abril deste ano, o DF registrou 1.627 casos de SRAG, dos quais 67 foram causados pelo vírus influenza, 199 pelo VSR, 303 pelo metapneumovírus, 537 pelo rinovírus, 71 por outros vírus respiratórios e 33 por covid-19. Em 434 casos, não foi especificado o tipo de vírus, e, em dois, houve a presença de outro agente. Há ao menos 175 codetecções com vírus distintos identificados de maneira simultânea.  O crescimento dos casos de março a julho ocorre, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. [LEIA_TAMBEM]Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF acompanha o cenário na capital, incluindo o sequenciamento genético dos vírus em circulação. Até 15 de abril, a equipe laboratorial identificou o subtipo H3N2 (clado 3C.2a1b.2a.2a.3a.1 e subclado K) em 13 amostras de vírus influenza A.  Onde buscar atendimento Os sintomas da influenza K podem ser confundidos com aqueles causados por outros vírus respiratórios e até outras variantes. Em caso de sinais leves, a orientação da SES-DF é buscar uma das 183 unidades básicas de saúde (UBSs). Desse total, 66 UBSs abrem nas manhãs de sábado, das 7h às 12h, enquanto nove funcionam de segunda a sexta-feira até as 22h. Se houver sintomas mais graves, recomenda-se procurar uma das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) ou os hospitais da rede SES-DF. O atendimento é feito por um protocolo de cores que define a gravidade do caso e o tempo de espera previsto.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Campanha de vacinação contra gripe começa no DF nesta quarta-feira (25)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) começa, nesta quarta-feira (25), a campanha de vacinação contra a gripe (influenza). As 80 mil primeiras doses já foram recebidas na Rede de Frio Central e estão em fase de distribuição para mais de cem salas de vacina. A lista dos locais onde haverá aplicação está disponível no site da SES-DF. Conforme orientação do Ministério da Saúde, serão vacinadas pessoas de grupos prioritários, entre gestantes, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos a partir dos 60 anos e pacientes com deficiências ou doenças crônicas, além de profissionais de áreas específicas. A estimativa da população prioritária para vacinação contra influenza no Distrito Federal é de 1.183.796 pessoas. A meta é chegar a 90% dessa população vacinada. Arte: Agência Saúde DF "A vacinação é extremamente importante para proteger as pessoas de se tornarem casos graves da doença, prevenindo hospitalizações e óbitos", reforça a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Ela ressalta que, nas próximas semanas, serão enviados lotes adicionais da vacina. "A Secretaria de Saúde poderá atender todas as pessoas dos grupos prioritários", afirma. Quem já se vacinou contra a gripe em anos anteriores deve se vacinar em 2026. Isso porque essa vacina é atualizada anualmente para proteger das principais cepas do vírus influenza em circulação. Neste ano, a vacina é trivalente, protegendo contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Zoológico e parques do DF terão vacinas no Dia D contra a febre amarela

Neste sábado (31), Dia D de vacinação contra a febre amarela, pontos de grande circulação de pessoas foram escolhidos para a população se imunizar: Jardim Zoológico de Brasília, Parque Olhos d'Água (Asa Norte), Parque Ezechias Heringer (Guará) e Parque Ecológico de Águas Claras. Ao todo, serão 37 locais de aplicação, tanto em áreas urbanas quanto rurais, com destaque para o Clube Termas Solar, em Ceilândia, e o pátio da Polícia Rodoviária Federal na BR-040, em Santa Maria. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF).  Equipes de saúde estão preparadas para verificar a situação vacinal de cada pessoa e recomendar a aplicação de imunizantes, conforme a necessidade | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O objetivo do Dia D é atender cerca de 40 mil pessoas que não têm registros de imunização contra a febre amarela. Para isso, o recomendado é levar documento de identificação com foto e a caderneta de vacinação. Porém, caso esta última tenha sido extraviada, as equipes da SES-DF estão preparadas para buscar registros nos sistemas online ou aplicar os imunizantes previstos.  Nos locais de vacinação também haverá disponibilidade de doses contra outras doenças, como covid-19, tétano, gripe/influenza (para pessoas a partir dos 6 meses de idade), papilomavírus humano (HPV) e, em algumas salas, dengue. Todas serão aplicadas conforme o previsto no calendário de rotina.  Quem precisa da dose contra a febre amarela? Para crianças de 9 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, a administração é de uma dose inicial aos 9 meses, seguida de outra de reforço aos 4 anos. Aquelas a partir dos 5 anos, que possuam histórico de uma dose aplicada antes dessa idade, devem completar o esquema vacinal com a de reforço. Entre crianças de 5 anos ou mais e adultos até 59 anos, 11 meses e 29 dias, a recomendação é uma dose única do imunizante.  No caso de gestantes e de mulheres que amamentam crianças menores de 6 meses, a vacinação é indicada apenas àquelas que residem ou precisam deslocar-se para áreas onde esteja confirmada a circulação do vírus da febre amarela. Mesmo nessas situações, será necessária uma avaliação de profissionais de saúde. O DF não possui casos confirmados da doença. Quem estiver imunizado pode emitir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido por alguns países para a entrada em seus territórios. O documento é gratuito e não tem prazo de validade. Pessoas com histórico de alergias a ovo de galinha ou a gelatina devem passar por uma avaliação médica antes de receber a vacina. Nesses casos específicos, a recomendação é procurar o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). O atendimento é de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 11h30 e das 13h às 17h.  Por fim, as pessoas com 60 anos ou mais podem ser imunizadas mediante solicitação médica, após avaliação individualizada do risco/benefício. Além do Dia D, a dose contra a febre amarela está disponível nos dias úteis em mais de cem salas de vacinação da SES-DF. Por que o Dia D? Embora o DF não apresente casos de febre amarela desde 2022, o sinal de alerta foi ligado após a morte de 23 micos e macacos em Goiás, entre setembro e janeiro deste ano, vítimas da doença. Os óbitos dos animais indicam a circulação do vírus nesta parte do país. Contudo, até o momento, não há áreas do DF com a confirmação da doença.  A SES-DF ressalta que o contágio de febre amarela não ocorre por meio de macacos e micos, mas pela picada de mosquitos contaminados pelo vírus.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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GDF amplia oferta de vacinas contra a gripe

O novo ano começa com a ampliação da oferta de imunizantes contra a gripe para toda a população do Distrito Federal. A partir desta terça-feira (6), até 31 de janeiro, qualquer pessoa com seis meses de idade ou mais, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção. Anteriormente, a imunização contra a gripe integrava apenas o calendário de rotina de grupos especiais. "Ao expandir os públicos, é possível aumentar o número de pessoas protegidas e, assim, reduzir complicações, internações e mortes associadas às infecções respiratórias causadas pelo vírus influenza", explica a gerente substituta de Rede de Frio da Secretaria de Saúde (SES-DF), Lais Soares. Qualquer pessoa a partir de seis meses de idade, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Ampliar a cobertura Em 2025, no DF, foram aplicadas cerca de 885 mil doses contra a influenza. Considerando todos os grupos especiais, a cobertura vacinal foi de 55,34%. As gestantes apresentaram a menor adesão (28,19%). "Mesmo com a ampliação, é importante que as pessoas dos grupos especiais que ainda não se vacinaram busquem o serviço de saúde", ressalta Soares. O estoque atual da SES-DF é de 100 mil doses. Todos podem ser atendidos nas salas de vacinação localizadas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do DF. Basta apresentar um documento com foto válido. Recomenda-se, ainda, levar a Caderneta de Vacinação, pois é ela que comprova a situação vacinal do indivíduo. Sua ausência, contudo, não é um impeditivo para receber a dose. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Prepare-se para o frio: como manter a saúde no inverno

Com a chegada do inverno, que começa nesta sexta-feira (20), aumentam os casos de gripes, resfriados, crises alérgicas e outras doenças respiratórias. As oscilações de temperatura, associadas à baixa umidade do ar, criam um cenário propício para a propagação de vírus e o agravamento de quadros de saúde, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Período de frio exige cuidados especiais para manter a saúde em dia | Foto: Paulo H Carvalho - Agência Brasília Além das doenças respiratórias, como rinite, sinusite, bronquite e pneumonia, o frio também exige atenção redobrada com a saúde do coração. De acordo com a chefe da cardiologia do Hospital de Base, Ruiza Teixeira, os infartos podem aumentar em até 30% nos dias frios. “O frio faz os vasos sanguíneos se contraírem, o que pode aumentar a pressão arterial e agravar problemas cardíacos já existentes”, explica. O infectologista Tazio Vanni, do IgesDF, alerta que a sazonalidade dos vírus, aliada ao ar seco e à permanência prolongada em locais fechados, favorece a disseminação de doenças. “Por isso, os cuidados precisam ser intensificados durante o inverno”, orienta. Veja a seguir três dicas importantes para manter a saúde em dia durante a estação. 1. Hidrate-se — por dentro e por fora Inverno exige mais atenção para evitar o risco de desidratação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A hidratação é fundamental o ano todo, mas merece atenção especial no inverno. Com o frio, o organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal, o que aumenta o risco de desidratação — mesmo quando não sentimos sede. [LEIA_TAMBEM]Além de beber bastante água, também é importante manter a pele e as vias respiratórias hidratadas. Algumas medidas recomendadas: · Use umidificadores de ar ou toalhas molhadas no ambiente; · Evite banhos longos e muito quentes, que ressecam a pele; · Aplique cremes hidratantes regularmente. 2. Deixe o ar circular Ambientes fechados favorecem a proliferação de vírus, ácaros e fungos, aumentando o risco de doenças respiratórias e alergias. Apesar do frio, é essencial manter os locais bem-ventilados. · Abra janelas diariamente para renovar o ar · Evite aglomerações em locais fechados · Lave e higienize com frequência roupas de cama, cobertores e cortinas. 2. Vacine-se Imunização é fundamental para a prevenção de doenças | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  A vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção. No inverno, a vacina contra a gripe (influenza) é fundamental, especialmente para os grupos prioritários — como crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades. Além de proteger contra os sintomas da gripe, a imunização ajuda a evitar complicações como a pneumonia e reduz a sobrecarga nos serviços de saúde. *Com informações do IgesDF

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Brasilienses terão mais de 50 locais para se vacinarem neste sábado (14)

Neste sábado (14), a Secretaria de Saúde (SES-DF) terá mais de 50 pontos de vacinação abertos. Será possível se imunizar com as vacinas do calendário vacinal, exceto a BCG, e principalmente, se proteger com as vacinas contra influenza (gripe), liberada para toda a população acima de 6 meses, e contra o HPV, que ainda está disponível para jovens entre 9 e 19 anos. Mais de 50 pontos de vacinação estarão abertos neste sábado (14) para a população se imunizar contra gripe e HPV, por exemplo | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Preste atenção aos locais que estão abertos no fim de semana e horários de cada um. A lista completa está disponível neste link. Para se vacinar, é importante levar um documento e, se disponível, a caderneta de vacinação. A equipe da SES-DF avalia a situação vacinal de cada pessoa e aplica as doses conforme a necessidade. Dependendo do caso, é possível tomar mais de uma vacina. *Com informações da SES-DF

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Mais de 272 mil doses de vacina contra a gripe já foram aplicadas no DF

Governo do Distrito Federal · MAIS DE 272 MIL DOSES DE VACINA CONTRA A GRIPE JÁ FORAM APLICADAS NO DF Desde o início da campanha de vacinação contra a gripe, a Secretaria de Saúde (SES-DF) aplicou mais 272 mil doses em grupos prioritários no Distrito Federal. Somente no Dia D de mobilização, no sábado (10), foram aplicadas 11.861 doses. A vacina faz parte da estratégia para reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções causadas pelo vírus influenza. O secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, participou do Dia D na Administração do Guará e destacou a importância da vacinação para todos os grupos prioritários. “Cuidar é vacinar. A vacinação não é um ato individual, é um pacto pela vida. Precisamos fortalecer cada vez mais as campanhas de vacinação, porque vacina salva vidas, previne doenças e reduz internações”, enfatizou. A vacina faz parte da estratégia para reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções causadas pelo vírus influenza | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças respiratórias têm aumentado nas últimas semanas pelo Brasil. O vírus da influenza é hoje a principal causa do aumento de óbitos por doenças respiratórias em todo o país. Por isso, desde janeiro, a vacinação contra a influenza passou a fazer parte do Calendário Nacional para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos a partir de 60 anos e gestantes. A professora Viviane Lucas, 46 anos, tomou a vacina da gripe e da covid-19 e destacou a importância de atualizar o cartão de vacina. “Precisamos nos vacinar, porque a população imunizada previne que o vírus se espalhe. Sou da educação e tenho contato constante, então é muito importante que a gente fique imunizado”, disse. Para se vacinar, é preciso levar documento de identificação e, se tiver, caderneta de saúde. Dependendo do grupo prioritário, pode ser necessário apresentar comprovante da situação médica ou profissional, como crachá ou contracheque. São mais de 100 unidades básicas de saúde (UBSs) disponíveis para vacinação em todo o DF. Clique aqui e confira a unidade mais próxima. Grupos prioritários de vacinação da gripe A vacinação é recomendada para mais de 20 grupos prioritários, com foco especial em: → Crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias) → Gestantes e puérperas → Idosos com 60 anos ou mais → Trabalhadores da saúde e professores das escolas públicas e privadas → Trabalhadores dos Correios → Trabalhadores portuários → Povos indígenas e quilombolas → Pessoas com comorbidades, outras condições especiais e deficiência permanente → Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo → Profissionais das Forças Armadas, segurança e salvamento → Pessoas em situação de rua → População privada de liberdade, adolescentes e jovens em medida socioeducativa e funcionários do Sistema Prisional *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Campanha contra gripe e sarampo vacina mais de 2 mil colaboradores do Hospital de Base em quatro dias

A campanha de vacinação dos colaboradores do Hospital de Base (HBDF) contra a influenza sazonal e o reforço contra o sarampo atingiu o resultado esperado e segue com ações pontuais a partir da próxima semana. O hospital é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF).     A ação, promovida pelo Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica (NHEP) entre os dias 8 e 11 deste mês, vacinou 2.197 profissionais em quatro dias. Apesar de não ter alcançado a meta –  imunizar cerca de 90% do total de trabalhadores da saúde -, a campanha seguiu o padrão epidemiológico dos anos anteriores, com boa média diária de adesão. “Ficou tudo muito bem-organizado, o tempo de vacinação também”, avalia a chefe do NHEP, Thaynnara Souza Pires, chefe do NHEP. “Não tivemos questionamentos relevantes, salvo pequenos contratempos pontuais com a internet. Somos muitos colaboradores aqui no Hospital de Base – mais de sete mil pessoas, no total.” “O objetivo é conseguir aumentar o número de profissionais vacinados, para reforçar os nossos imunizados e garantir mais segurança a todos” Thaynnara Pires, chefe do Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica   Para ampliar a cobertura vacinal, a equipe do NHEP já prepara uma nova etapa da campanha. “Após o feriado, vamos montar um cronograma específico para fazer a vacinação in loco nesses setores, com datas ainda a definir”, anuncia a gestora. “O objetivo é conseguir aumentar o número de profissionais vacinados, para reforçar os nossos imunizados e garantir mais segurança a todos”. A campanha contou com o apoio de diversas áreas do hospital, como o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e as equipes de segurança, manutenção, patrimônio, tecnologia e nutrição, além da empresa terceirizada Máxima. A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília cedeu o espaço da Casa Rosa para a vacinação. “Alguns voluntários, inclusive, se fantasiaram da personagem Maria Gotinha para incentivar os colaboradores a se vacinarem pelos corredores do hospital”, lembra Thaynnara. “Um dos convidados por ela foi o próprio superintendente do Hospital de Base, dr. Guilherme Porfírio, que aproveitou para tomar sua dose da vacina”. *Com informações do IgesDF

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Campanha contra gripe e sarampo vacina mais de 2 mil colaboradores do Hospital de Base em quatro dias

A campanha de vacinação dos colaboradores do Hospital de Base (HBDF) contra a influenza sazonal e o reforço contra o sarampo atingiu o resultado esperado e segue com ações pontuais a partir da próxima semana. O hospital é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF). Campanha segue o padrão dos anos anteriores, tendo registrado uma boa média de adesão | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A ação, promovida pelo Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica (NHEP) entre os dias 8 e 11 deste mês, vacinou 2.197 profissionais em quatro dias. Apesar de não ter alcançado a meta –  imunizar cerca de 90% do total de trabalhadores da saúde -, a campanha seguiu o padrão epidemiológico dos anos anteriores, com boa média diária de adesão. “O objetivo é conseguir aumentar o número de profissionais vacinados, para reforçar os nossos imunizados e garantir mais segurança a todos” Thaynnara Pires, chefe do Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica “Ficou tudo muito bem-organizado, o tempo de vacinação também”, avalia a chefe do NHEP, Thaynnara Souza Pires, chefe do NHEP. “Não tivemos questionamentos relevantes, salvo pequenos contratempos pontuais com a internet. Somos muitos colaboradores aqui no Hospital de Base – mais de sete mil pessoas, no total.” Cobertura ampliada Segundo ela, muitos profissionais enfrentam dificuldades para se ausentar de seus postos de trabalho durante a campanha. “Os colaboradores que atuam nas UTIs [unidades de terapia intensiva], no centro cirúrgico e no pronto-socorro, por muitas vezes, não conseguem sair para tomar a vacina devido à rotina intensa”. Para ampliar a cobertura vacinal, a equipe do NHEP já prepara uma nova etapa da campanha. “Após o feriado, vamos montar um cronograma específico para fazer a vacinação in loco nesses setores, com datas ainda a definir”, anuncia a gestora. “O objetivo é conseguir aumentar o número de profissionais vacinados, para reforçar os nossos imunizados e garantir mais segurança a todos”. A campanha contou com o apoio de diversas áreas do hospital, como o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e as equipes de segurança, manutenção, patrimônio, tecnologia e nutrição, além da empresa terceirizada Máxima. A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília cedeu o espaço da Casa Rosa para a vacinação. “Alguns voluntários, inclusive, se fantasiaram da personagem Maria Gotinha para incentivar os colaboradores a se vacinarem pelos corredores do hospital”, lembra Thaynnara. “Um dos convidados por ela foi o próprio superintendente do Hospital de Base, dr. Guilherme Porfírio, que aproveitou para tomar sua dose da vacina”. *Com informações do IgesDF

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Mais de 100 salas estão disponíveis para vacinação contra gripe no DF

A campanha de vacinação contra a gripe começou nesta terça-feira (25) no Distrito Federal. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Guará, o primeiro dia foi marcado por grande movimentação. Somente no período da manhã, cerca de 210 doses foram aplicadas, a maioria em idosos. “É essencial estar prevenido contra as doenças que circulam, especialmente a gripe”, ressaltou o brigadista Marconi Alves | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A gerente da unidade, Rosineide Antunes, destacou a importância da vacinação para reduzir a circulação do vírus e evitar a sobrecarga no sistema de saúde. “A população precisa se conscientizar de que a imunização é uma forma de proteção. Assim, evitamos emergências lotadas por casos de síndromes gripais”, afirmou. Entre os vacinados estava o brigadista Marconi Alves, de 51 anos, que aproveitou a oportunidade para se proteger contra a gripe. “É essencial estar prevenido contra as doenças que circulam, especialmente a gripe. Manter a saúde em dia é fundamental”, ressaltou. A aposentada Maria Salete Araújo, 73 anos, foi à UBS 1 para se vacinar contra a gripe A aposentada Maria Salete Araújo, de 73 anos, também esteve na UBS 1 para se vacinar e reforçou a importância da imunização. “Antes de tomar a vacina, eu gripava direto e ficava até com dor nas costelas de tanto tossir. Depois que comecei a vacinar, isso raramente acontece”, contou. Onde vacinar Os grupos prioritários podem procurar uma das mais de 100 salas de vacina disponíveis em diversas UBSs em todo o DF. Entre os públicos-alvo estão idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes pública e privada. Para atender a demanda, o primeiro lote com cerca de 80 mil doses da vacina contra a influenza foram entregues. Atualizada anualmente, a imunização deste ano protege contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem já se vacinou em anos anteriores deve comparecer para receber a nova dose. A aplicação pode ser feita junto a outras vacinas do calendário de rotina. Documentação necessária Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. Dependendo do grupo prioritário (veja a lista abaixo), pode ser exigido um comprovante da condição médica ou profissional, como crachá ou contracheque. Arte: Secretaria de Saúde *Com informações da SES-DF  

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Cuidados com a saúde ganham destaque na Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa

A Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa começou nesta terça-feira (8) e segue até quinta (10), com atividades na área externa da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A programação é voltada para pessoas com mais de 60 anos e é realizada sempre das 8h às 17h. No espaço, ganham destaque os serviços oferecidos pela Secretaria de Saúde (SES-DF): vacinação, testagem rápida de infecções sexualmente transmissíveis, práticas integrativas em saúde e o circuito multissensorial, uma proposta de exercícios para promover a força, a coordenação motora e o equilíbrio. Daniele Hossaka: “As quedas, além de serem um problema físico, levam a questões mentais, pois o idoso pode ficar um longo período em recuperação” | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Essa atividade faz com que o idoso tenha uma maior qualidade de vida, ajudando a evitar quedas. As quedas, além de serem um problema físico, levam a questões mentais, pois o idoso pode ficar um longo período em recuperação”, explica a fisioterapeuta Daniele Hossaka, da Unidade Básica de Saúde 2 da Asa Norte. De acordo com a servidora, em 2023, mais de 500 idosos foram internados no DF apenas por conta de fraturas no fêmur. Quem passa no circuito também pode fazer a medição da panturrilha, um exame rápido para indicar eventual necessidade de fortalecimento. O objetivo principal de levar o circuito para o evento, porém, é estimular o público a frequentar a rede de 176 Unidades Básicas de Saúde da SES-DF, onde há atividades como o circuito multissensorial, as práticas integrativas em saúde (PIS) e atividades em grupo. “Muitas pessoas não conhecem as atividades de promoção de saúde das rede de UBS”, diz a fisioterapeuta. A prevenção foi um dos focos das atividades da Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa Não é o caso da aposentada Lídia Caldas de Oliveira. Aos 86 anos, ela participa semanalmente das atividades do grupo de idosos da UBS 9 de Ceilândia. “Tem tudo: médico, ginástica ー tudo o que a gente precisa”, conta. Ela explica que não vê mais a unidade de saúde como um local para procurar apenas quando estiver doente, mas sim para cuidar sempre da própria saúde. Autocuidado Prevenir doenças e proteger a própria saúde também é o principal tema de conversa na sala de vacinação montada na CLDF. “Temos conversado com os idosos que a vacinação é uma forma de autocuidado”, explica a chefe do núcleo de vigilância epidemiológica e imunização da Região Central de Saúde, Mariza Leão. Foram levadas à CLDF doses de vacinas contra gripe (influenza), covid-19, hepatite, tétano e febre amarela. Em uma manhã, mais de 20 idosos foram atendidos, a maioria recebendo mais de três ou quatro vacinas de uma vez. “A maioria chega com vários esquemas vacinais atrasados, então fazemos a atualização completa”, explica a servidora. Até o fim da Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, o serviço de vacinação estará disponível, inclusive para pessoas de outras faixas etárias. É necessário levar documento de identificação e, se disponíveis, os registros de vacinas já recebidas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF tem mais de 40 pontos de vacinação neste sábado (3)

Quem precisar colocar a vacinação em dia terá opções de atendimento neste sábado (3). Serão 43 locais fixos e mais duas ações itinerantes para ampliar as coberturas vacinais contra covid-19, gripe, coqueluche e outras doenças listadas no calendário de imunização. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde. Nos mais de 40 locais de vacinação disponíveis neste sábado (3), as equipes da SES-DF estão preparadas para indicar quais vacinas a pessoa precisa tomar, de acordo com a faixa etária | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Os atendimentos abrangem Taguatinga, Estrutural, Guará, Ceilândia, Sol Nascente, Brazlândia, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina, Sobradinho II, Asa Norte, Asa Sul, Cruzeiro, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e em Sobradinho dos Melos, zona rural do Paranoá. É possível se vacinar em uma região administrativa diferente do local de residência. Para receber as doses, a orientação é levar documento e, se possível, a caderneta de imunização. Em todos os locais, as equipes da SES-DF estão preparadas para indicar quais vacinas a pessoa precisa tomar, de acordo com a faixa etária. *Com informações da SES  

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Saúde promove vacinação de trabalhadores da Secretaria Nacional de Políticas Penais

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu, nesta sexta-feira (26), a ação de vacinação de servidores e colaboradores da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). A iniciativa, fruto de parceria entre as duas pastas, disponibilizou doses do calendário adulto, respeitando os grupos prioritários. O objetivo da campanha é garantir proteção contra doenças e reforçar a importância da saúde preventiva. “Ficamos felizes em saber que órgão se preocupa com a saúde dos servidores”, ressaltou o policial penal federal Hudson Lopes | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Somente pela manhã, mais de 100 pessoas foram vacinadas. Entre os primeiros da fila estava a servidora Alyne Melo. “Acho muito importante essa campanha feita aqui no órgão, porque diminui a incidência de doenças entre os trabalhadores e pela comodidade de ter esse atendimento no local de trabalho. Nos sentimos mais valorizados”, disse. O policial penal federal Hudson Lopes também aproveitou a ocasião para atualizar a caderneta com doses contra gripe, difteria e tétano. “Ficamos felizes em saber que o órgão se preocupa com a saúde dos servidores”, ressaltou. “Considerando a relevância das ações de promoção à saúde e prevenção das doenças imunopreveníveis em todos os ciclos de vida, assim como a importância em flexibilizar a oferta das vacinas previstas para horários de trabalho dos servidores, entendemos que essas ações potencializam os impactos positivos na saúde da nossa população”, afirmou a enfermeira da SES-DF, Juliana Soares. O coordenador geral de gestão de pessoas da Senappen, Bruno Albuquerque, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos. “Só temos a agradecer à Secretaria de Saúde. É a forma que temos de ampliar a conscientização das pessoas a respeito da vacinação e pedimos aos servidores que compareçam em massa”, reforçou. Vacinações externas A vacinação na Senappen faz parte da campanha de vacinação externa, na qual a SES-DF leva imunização em eventos e órgãos públicos do DF, fora dos limites físicos das unidades básicas de saúde (UBSs). As equipes de saúde já percorreram locais como o Supremo Tribunal Federal (STF), Senado Federal, Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Secretaria de Educação (SEEDF), assim como edições do “GDF Mais Perto do Cidadão” e o maior evento de motociclistas da América Latina, o Capital Moto Week. Chamado de busca ativa, esse tipo de ação aproxima o serviço de saúde da população para ampliar a cobertura vacinal. *Com informações da SES-DF

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Parceria promove vacinação de servidores da Educação contra a gripe

Nesta quarta-feira (26), uma ação conjunta das secretarias de Educação (SEE) e de Saúde (SES) do Distrito Federal promoveu a vacinação dos servidores contra o vírus da influenza. A campanha faz parte das ações de qualidade de vida e bem-estar no trabalho, promovida pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas da SEEDF, em parceria com a Saúde, com o objetivo de intensificar a proteção da população contra a gripe. A vacinação se iniciou às 8h e vai até as 17h, no Espaço da Mulher, na sede da SEE. Cerca de 200 servidores se vacinaram pela manhã. A subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Aguiar, esteve no local pela manhã e destacou o alcance da ação feita com servidores da Educação. A vacinação aconteceu durante todo o dia no Espaço da Mulher, na sede da SEE | Fotos: Mary Leal/SEE “A educação é a base da mudança. Quando trazemos uma ação dessa para a sede da secretaria, temos um efeito em cadeia. A ideia vai se expandindo para as regionais de ensino, das regionais para as escolas e isso vai se solidificando para toda a sociedade. Nós temos quase meio milhão de estudantes na rede pública e cada estudante tem uma família por trás, daí você consegue imaginar o alcance dessa ação de saúde do servidor”, ressaltou a gestora. Com essa parceria estratégica, as secretarias de Saúde e Educação reafirmam o compromisso com a saúde pública e a segurança dos profissionais que desempenham um papel vital na formação e desenvolvimento de crianças e jovens na rede pública de ensino. A analista de políticas públicas da SEE Alana Costa ressaltou a importância da vacinação no ambiente de trabalho. “Eu achei essa ação aqui maravilhosa, porque há meses eu programo uma ida ao posto de saúde e não consigo, por não ter tempo. E, hoje, poder vacinar aqui, de forma rápida e segura, facilitou muito a minha vida”, disse. A servidora Alana Costa elogiou a ação que permitiu que os servidores se vacinassem de forma rápida Vacinação contra a influenza A campanha de vacinação contra a influenza foi iniciada no Distrito Federal em 19 de março de 2024, inicialmente para públicos prioritários. No entanto, no início de maio, a campanha foi ampliada para todos os públicos e passou a disponibilizar vacinas para bebês acima dos 6 meses, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Todas as pessoas devem comparecer a um local de vacinação com caderneta de vacinação e documento de identificação. Uma das metas das campanhas itinerantes é facilitar o acesso às vacinas, segundo a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps) da SES, Sandra Araújo. “O objetivo é ampliar o acesso do usuário aos serviços, possibilitando a ampliação da cobertura vacinal da população, bem como garantindo a oferta de outros serviços em seu local de trabalho”, explicou a gestora. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE)

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Posso vacinar? Tem reação? Tire suas dúvidas sobre a vacina contra a gripe e previna-se

Com a ampliação da vacinação contra a influenza, a popular gripe, a população do Distrito Federal tem comparecido aos locais de vacinação para se imunizar contra a doença. Mais de 11 mil pessoas já tomaram a dose do imunizante no primeiro dia em que foi disponibilizada. Podem ser vacinados bebês a partir de 6 meses, crianças, adultos e idosos. São mais de 1 milhão de doses disponíveis para a população. A vacina é segura e a gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, Tereza Pereira, conversou com a Agência Brasília para sanar as principais dúvidas da população. “A gente tem que lembrar a população que estamos no período da sazonalidade da influenza, que é o período em que os vírus mais circulam. Quanto mais a gente se vacinar, mais protegido a gente vai estar”, destaca a gerente. “A imunização é muito importante. Sempre me vacino e recomendo”, afirma o auxiliar administrativo Teorgenes Clinton de Lima Silva | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Veja, a seguir, as principais dúvidas esclarecidas pela especialista. Crianças e adolescentes que tomaram a vacina contra a dengue podem se vacinar contra a gripe? Todos podem se vacinar. A única recomendação é aguardar 24h entre uma dose e outra. As demais vacinas podem ser aplicadas no mesmo dia. Quais as principais reações da vacina? A vacina é muito segura. O principal sintoma relatado é dor local. Quando devo buscar ajuda médica? Caso haja alguma reação exacerbada por mais de 48 horas. Quem teve covid, dengue ou a própria gripe pode se vacinar? Quem teve alguma dessas doenças pode se vacinar contra a gripe. Basta aguardar o fim dos sintomas. A vacina contra a gripe impede que eu seja infectado? A vacina não impede a infecção, porém evita que os casos se tornem graves ou levem à morte do paciente por complicações da doença. Quem não deve se vacinar? Todos devem se vacinar. A preocupação é com quem tem alergia a ovo, que não chega a ser uma contraindicação. Nesses casos, a vacina é aplicada no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais sob supervisão médica. Por que bebês menores de 6 meses não podem se vacinar? A vacina não foi liberada para essa faixa etária porque não foram realizados testes com esse público-alvo. Quem já se imunizou recomenda A advogada Lilian Sakaki, de 45 anos, moradora da Asa Sul, soube da liberação da vacina contra a gripe na quinta-feira (2) pelo noticiário e não perdeu tempo. “Achei melhor vir logo. Vacinas salvam vidas e a saúde vem em primeiro lugar”, afirmou ao se imunizar na Unidade Básica de Saúde 1, da Asa Sul. O auxiliar administrativo Teorgenes Clinton de Lima Silva, tem 31 anos e mora na Asa Norte. Assim que soube que poderia se imunizar também foi até a UBS 1. “A imunização é muito importante. Sempre me vacino e recomendo”, atesta. Até quem já um dia não sentiu convicção sobre a importância de se vacinar mudou de ideia ao ver os resultados na prática. É o caso do desembargador Lecir Manoel, 79 anos. Ele conta que não seguia o calendário de vacinação até o médico que o acompanha ser enfático sobre a necessidade de se imunizar. “Desde que comecei a tomar a vacina, há três anos, nunca mais gripei. Eu não tomava vacinas, mas vi como funciona e sigo o calendário de vacinação”, garantiu o desembargador.

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