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Audiência pública discutirá serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário 

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) promove, nesta terça-feira (27), uma audiência pública voltada a obter subsídios e informações adicionais a respeito da minuta de resolução que dispõe sobre informações do monitoramento operacional dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no DF. A audiência pública será realizada às 10h, no Auditório Humberto Ludovico, na sede da Adasa (SAIN, antiga Estação Rodoferroviária, térreo). Os interessados poderão participar presencialmente ou a distância, por meio de transmissão simultânea em videoconferência. As contribuições escritas devem ser enviadas para o e-mail AP-006-2026@adasa.df.gov.br até esta terça. O evento será gravado e ficará disponível na mesma página da audiência. A minuta de resolução e os documentos que a fundamentam estarão disponíveis no site da Adasa.  Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3961-4900 ou no site www.adasa.df.gov.br.   *Com informações da Adasa

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Participe da discussão da proposta sobre alteração do PPCub

Está marcada para 30 de setembro uma audiência pública para apresentar e discutir com a sociedade a proposta de alteração da Lei Complementar nº 1.041, de 12 de agosto de 2024, que aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). A publicação pode ser vista neste link. A reunião será realizada às 19h, no 18º andar do Edifício Number One (Setor Comercial Norte, Quadra 1, Bloco A, Asa Norte). A participação é aberta a toda a população do Distrito Federal. Durante a audiência, será apresentada a minuta do projeto de lei complementar. A proposta busca promover ajustes na legislação que estabelece as regras de preservação, uso e ocupação do conjunto urbanístico de Brasília, mantendo as diretrizes de proteção do patrimônio e adequando a norma às transformações e necessidades atuais do território. Já disponíveis para consulta, a minuta do projeto de lei complementar e seus anexos poderão ser acessados até a data da audiência pública. O material está disponível neste link e no Portal do PPCub, que reúne informações sobre a legislação e um tutorial para facilitar a consulta e a compreensão dos documentos.  Após a audiência, serão analisadas as contribuições apresentadas pela sociedade, com vistas a promover os ajustes técnicos necessários na proposta. 

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Conferência de saúde fortalece participação popular na construção do SUS

A participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS) ganhou destaque durante a 12ª Conferência Regional de Saúde da Região Norte (Planaltina, Sobradinho e Sobradinho II, Fercal e Arapoanga). O encontro reuniu usuários, trabalhadores e gestores para discutir desafios e propostas para a saúde pública, além de eleger os delegados para a etapa distrital.  Conferência Regional busca discutir desafios e propostas para a saúde pública no âmbito local | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde O intuito das conferências regionais é analisar o contexto local, identificar prioridades e elaborar propostas que contribuam para o fortalecimento do SUS. Dessa forma, as necessidades reais da população passam a ser consideradas no planejamento das políticas públicas.   “As conferências permitem que setores da sociedade dialoguem para elaborar um plano distrital de saúde. Aqui, recebemos sugestões de melhoria, propostas e diretrizes para a composição desse documento" Domingos de Brito Filho, presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal  A superintendente da Região de Saúde Norte, Débora Cristina Fernandes, ressaltou o papel do diálogo e da construção coletiva durante os debates: “O nosso compromisso é dialogar com respeito, exercendo o direito de fala, mas também respeitando o outro. É olhar, de fato, para o que está acontecendo, não só apontar os defeitos, mas propor soluções". Participação popular Representando os interesses dos usuários, o presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), Domingos de Brito Filho, destacou que a participação popular aproxima a gestão de demandas concretas: “As conferências permitem que setores da sociedade dialoguem para elaborar um plano distrital de saúde. Aqui, recebemos sugestões de melhoria, propostas e diretrizes para a composição desse documento. É um espaço para que a população mostre à Secretaria de Saúde onde é preciso aprimorar". O envolvimento da sociedade civil nesses encontros foi sublinhado pelo representante do Conselho Regional de Saúde de Sobradinho, Fernando Alexandre Jacinto. “Nós todos, como sociedade civil, precisamos nos capacitar como conselheiros. Precisamos diagnosticar o que é possível executar em nossa regional”, afirmou.  Propostas vão contribuir para o fortalecimento do SUS, buscando garantir que necessidades da população sejam atendidas [LEIA_TAMBEM]Já a representante do Conselho Regional de Saúde de Planaltina, Keith Morais Barreto, do segmento dos trabalhadores, apontou o papel democrático dos conselhos e conferências. "O controle social é a maior democracia do SUS, e passa por nós. A população deve ter esse canal para dizer onde está a vulnerabilidade, a carência; e, a partir delas, elaborar políticas públicas”, avaliou.  Próximas etapas Em cada uma das sete etapas regionais, serão debatidas propostas para compor um único documento. Esse texto será apresentado na 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorrerá em 2027. Essas diretrizes servirão, ainda, como subsídios para instrumentos orçamentários e de gestão, como o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Distrital de Saúde (PDS). Em seguida, as contribuições do DF vão compor o Relatório Consolidado Nacional, que também contará com as propostas e diretrizes de outros estados. O documento será levado para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para ocorrer em julho de 2027. *Com informações da SES-DF

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Projetos do bicicletário e ciclovia da Rodoviária do Plano Piloto passam por audiência pública

A construção de um bicicletário e da ligação cicloviária na Rodoviária do Plano Piloto entrou em fase decisiva dos projetos, após a audiência pública promovida pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) nesta quarta-feira (3). Os próximos passos serão fazer os ajustes finais na proposta para que a obra possa ser executada. Projeção mostra área com pista demarcada e o percurso delineado na Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Divulgação/Semob-DF Durante a audiência, realizada no auditório do Ministério Público (MPDFT), a secretaria apresentou os projetos e recebeu sugestões da comunidade. Faltam poucos detalhes, como aprimorar a sinalização nas travessias e definir como será a iluminação da ciclovia no interior da rodoviária. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade”  Sandra Holanda, secretária de Transporte e Mobilidade De acordo com o projeto, o bicicletário ficará na parte externa do terminal, atrás do local onde fica o Na Hora, próximo da alça oeste da rodoviária. Os ciclistas terão acesso ao equipamento também pela área interna, favorecendo quem chegar de bike pelo metrô. O bicicletário terá o nome de Raul Aragão, em homenagem ao ativista da ciclomobilidade que foi vítima fatal de atropelamento em outubro de 2017. O percurso A ciclovia, que passará por dentro da rodoviária, terá a maior parte do percurso na margem da Via N1 (lado Norte), no sentido de saída da Esplanada em direção à Torre de TV. O objetivo é possibilitar que o ciclista atravesse pedalando em segurança, do sentido leste para o oeste do terminal, sem precisar passar pelas plataformas de embarque e desembarque de passageiros. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade”, avalia a secretária de Transporte e Mobilidade, Sandra Holanda. “E a importância desse projeto se torna ainda maior por se tratar da Rodoviária do Plano Piloto, que é um ponto de integração de diversos modos de transporte. Com a ciclovia e o bicicletário, a rodoviária se consolida como um terminal multimodal, que agora será também um terminal cicloviário.” [LEIA_TAMBEM]No encontro, o promotor Dênio Augusto Moura, da Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística, falou sobre a importância de o debate ocorrer no Dia Mundial da Bicicleta, comemorado em 3 de junho, e enfatizou: “Temos algumas condicionantes pelo fato de a Rodoviária ser parte da área tombada de Brasília, e por isso foi importantíssimo esse trabalho conjunto da Semob, Ministério Público, Iphan e Rede Urbanidade”. A audiência pública foi transmitida ao vivo pela internet e está disponível para consultas no canal da Semob-DF no Youtube. Todas as manifestações serão respondidas em relatório que será elaborado pela equipe técnica e publicado em breve no site da secretaria.   *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade  

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Junho abre as etapas da 12ª Conferência Distrital de Saúde

As etapas regionais da 12ª Conferência Distrital de Saúde (12ª CDS) já têm data marcada: entre este mês e julho. Além de profissionais da saúde, o encontro reúne representantes da sociedade em geral para discutir formulação, avaliação e aprimoramento das políticas públicas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Inscrições devem ser feitas de acordo com as datas disponibilizadas em cada região | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A 12ª CDS é organizada em etapas regional e distrital. Primeiramente, há sete conferências— uma em cada região de Saúde do Distrito Federal. Posteriormente, os relatórios das etapas regionais são consolidados em um documento único, cujas propostas de impacto para todo o DF são discutidas e votadas na etapa distrital. Processo ascendente Relatório Consolidado Nacional servirá de base para a Conferência Nacional de Saúde do próximo ano “As diretrizes e propostas aprovadas e compiladas no relatório final da conferência servem como referência política e técnica essencial para a elaboração dos planos de saúde para os quatro anos seguintes”, explica Douglas Oliveira, presidente da Comissão Permanente do Controle Social (CPCS) da Assessoria de Transparência e Controle Social da Secretaria de Saúde (SES-DF). “Elas subsidiam os principais instrumentos orçamentários e de gestão, como o PPA [Plano Plurianual] e o PNS [Plano Nacional de Saúde], garantindo que o dinheiro público seja investido nas prioridades apontadas pela população”, complementa.  Após aprovado, o relatório final é oficialmente enviado à comissão organizadora nacional, na qual as diretrizes aprovadas no DF são juntadas aos relatórios dos demais estados, compondo o Relatório Consolidado Nacional. Esse instrumento serve de base para as deliberações e votações da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), prevista para julho de 2027.  Participação social Para participar das etapas regionais, usuários, trabalhadores e gestores da saúde devem inscrever-se por meio dos formulários (veja abaixo), de acordo com a região de saúde escolhida. A inscrição é individual e pode ser feita para mais de uma etapa. Nesta primeira etapa, a comunidade local debate a realidade de sua região, elabora propostas específicas e elege as pessoas delegadas que irão representá-la na etapa distrital. O funcionamento das conferências baseia-se numa representação paritária, permitindo que cada segmento contribua com uma visão única e complementar. [LEIA_TAMBEM]Veja, abaixo, como se inscrever em cada região de saúde. Região Central • Data: dia 16, das 8h às 18h • Local: Centro Universitário UDF • Inscrições: https://forms.gle/38WebxzthP8KkuVYA Região Norte • Data: dia 25, das 8h às 18h • Local: Teatro de Sobradinho • Inscrições: https://forms.gle/TSHsGGbmHXa29ego6 Região Oeste • Data: dia 25, das 8h às 18h • Local: Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) Ceilândia • Inscrições: https://forms.gle/D6LDZDtJmCnCjznP8 Região Centro-Sul • Data: dia 26, das 8h às 18h • Local: Clube da Saúde • Inscrições: https://forms.gle/GrQ87aHjzp786ZjZ9 Região Leste • Data: dia 27, das 8h às 18h • Local: Escola Técnica do Paranoá • Inscrições: https://forms.gle/SdCgUJFiVBJ3GfZm7 Região Sul • Data: dia 30, das 8h às 18h • Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria • Inscrições: https://forms.gle/XRJG5xGS6su8HNsMA Região Sudoeste • Data: 1º de julho, das 8h às 18h • Local: Faculdade Estácio de Taguatinga • Inscrições: https://forms.gle/Fmn3frorKUnmkZR27.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Bicicletário e ligação cicloviária na Rodoviária do Plano Piloto são temas de audiência pública

Em 3 de junho, a população do Distrito Federal poderá contribuir com sugestões para dois projetos voltados para a mobilidade ativa na área central de Brasília: a implantação de um bicicletário na Rodoviária do Plano Piloto e a ligação cicloviária entre os lados leste e oeste do terminal. Modelo de bicicletário será discutido para que sistema permita a travessia de ciclistas dentro da Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Josiane Canterle/Semob-DF Promovida pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), a audiência pública será realizada no período das 9h às 12h, no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O objetivo é apresentar os estudos técnicos sobre o modelo do bicicletário e o traçado da conexão cicloviária, que permitirá a travessia de ciclistas por dentro da Rodoviária do Plano Piloto, ampliando a integração da malha cicloviária da região central de Brasília. [LEIA_TAMBEM]Os projetos, já disponíveis para consulta pública no portal da Semob-DF, integram as ações do programa Vai de Bike, lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em setembro de 2024, com foco na ampliação da infraestrutura voltada aos ciclistas. Informações Pessoas interessadas podem encaminhar dúvidas, sugestões e contribuições pelo e-mail consultamobativa@semob.df.gov.br, além de participar presencialmente ou de forma virtual durante a audiência. A sessão será transmitida em tempo real pelas redes sociais da secretaria, que, no dia do evento, terão também o link de acesso. Durante a audiência, o público poderá se manifestar oralmente ou por escrito. As contribuições recebidas serão analisadas pela Subsecretaria de Terminais e consolidadas em relatório técnico a ser publicado posteriormente no portal da Semob-DF. Audiência pública ⇒ Data: 3 de junho ⇒ Horário: das 9h às 12h ⇒ Local: Auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ⇒ Endereço: Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2 – Brasília, DF   *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade

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Conselho de Cinema e Audiovisual do DF abre consulta pública

O setor audiovisual do Distrito Federal ganhou um novo espaço de participação. O Conselho de Cinema e Audiovisual do DF (Conciavi/DF) abriu uma consulta pública para ouvir profissionais da área e ajudar a definir as diretrizes do próximo edital da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) — Ciclo 2, a ser lançado no início de fevereiro. Setor audiovisual é o foco do modelo de apoio proposto pela Política Nacional Aldir Blanc, a Pnab | Foto: Divulgação/Secec-DF Com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), a iniciativa busca ampliar o diálogo com produtores, realizadores, técnicos, empresas e demais agentes do audiovisual. O objetivo é construir, de forma colaborativa, critérios de seleção, linhas de fomento e prioridades para a aplicação dos recursos federais. [LEIA_TAMBEM]A consulta pode ser feita por meio de formulário eletrônico, aberto desta quinta-feira (15) até a próxima terça (20) — período em que o setor poderá apresentar sugestões, avaliações e propostas sobre o modelo de fomento. Ao permitir a participação direta da comunidade cultural, o processo fortalece a transparência e contribui para uma política pública mais ajustada às necessidades de quem produz, trabalha e vive do audiovisual. As contribuições recebidas vão subsidiar a elaboração final do edital da Pnab —  Ciclo 2, que integra a política nacional de fomento contínuo à cultura e representa uma das principais fontes de investimento público no setor nos próximos anos.   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Estudo ambiental de condomínio do Jardim Botânico é tema de encontro

O Instituto Brasília Ambiental realiza na quinta-feira (4), das 19h às 22h, a audiência pública virtual de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental (licença prévia) do Residencial Villa Bela. O evento será transmitido ao vivo, pelo canal do Brasília Ambiental no YouTube. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Residencial está localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico | Foto: Arquivo/Agência Brasília O empreendimento está localizado no Setor Santa Bárbara, Rua dos Lírios, Lote 438, na Região Administrativa do Jardim Botânico. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições, estão disponíveis no site do instituto. [LEIA_TAMBEM]“Nas audiências públicas são colhidas informações visando a aprimorar o processo e os estudos para a concessão de licenciamento de atividades e empreendimentos que empregam recursos naturais ou que possam causar algum tipo de poluição ou degradação ao meio ambiente”, lembra o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “É por meio dessas iniciativas que garantimos o desenvolvimento de nossa cidade pautado pela escuta atenta da sociedade, pelo diálogo e o compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar de toda a população”, reforça a vice-governadora Celina Leão. Pessoas interessadas em participar e que não possuam acesso à internet poderão acompanhar presencialmente o evento, por meio do ponto de transmissão disponibilizado no salão de festas do Condomínio Estância Del Rey, no Setor Habitacional Tororó, Jardim Botânico. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Reunião integrada do Conseg reforça ações de segurança e combate ao crime na região de Ceilândia

Representantes do Conselho Comunitário de Segurança de Ceilândia se reuniram, nesta quarta (26), no auditório da administração regional da cidade, com servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), dos 8º e 10º Batalhões da Polícia Militar, da DF Legal, do Detran-DF, do SLU, da Polícia Civil, da OAB Subseção Ceilândia e comerciantes, lideranças comunitárias e moradores. O encontro teve como objetivo discutir medidas e ações adotadas para fortalecer a segurança pública em toda a região, especialmente na área central. O encontro teve como foco a discussão de estratégias para aprimorar a segurança na cidade | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Durante a reunião, foram apresentadas ações integradas que já estão em execução pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para coibir o comércio de produtos ilícitos próximo ao Restaurante Comunitário de Ceilândia Centro, além da intensificação de operações de apreensão de armas brancas e combate ao consumo e venda de substâncias ilícitas. Integração “A união entre os órgãos de segurança e a comunidade é fundamental para reduzir a mancha criminal na nossa cidade”, enfatizou o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Estamos atuando de forma conjunta, com operações constantes e uma fiscalização mais rigorosa, para garantir um ambiente mais seguro e organizado para comerciantes e pedestres na região central de Ceilândia.” [LEIA_TAMBEM]O comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar de Ceilândia, tenente-coronel Renato Moreira Rodrigues, reforçou o empenho da corporação no patrulhamento e nas ações preventivas: “A Polícia Militar tem intensificado sua presença na área central e em toda a região de Ceilândia. Nosso objetivo é aumentar a sensação de segurança, coibir atividades ilícitas e atender as demandas da comunidade. Seguiremos atuando de forma integrada com os demais órgãos para garantir a tranquilidade da população”. Moradores e comerciantes também apresentaram demandas, entre elas o reforço da patrulha ostensiva, aumento da presença policial nas ruas e fortalecimento da Rede de Vizinhos Protegidos. As instituições de segurança confirmaram que novas ações coordenadas serão mantidas nos próximos dias, com foco na prevenção e na redução de ocorrências. “A participação efetiva dos moradores nas reuniões do Conseg é muito importante. Queremos ouvir a população e trabalhar em conjunto para uma cidade mais segura”, lembrou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ceilândia (Acic), Eduardo Lima.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Audiência pública do Residencial Villa Bela é confirmada para dezembro

No Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (14), o Instituto Brasília Ambiental publicou o aviso da audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do Residencial Villa Bela, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico. Residencial terá o projeto apresentado e discutido durante o encontro | Foto: Arquivo Agência Brasília  O evento será realizado no formato virtual, transmitido ao vivo por meio do canal do instituto no YouTube em 4 de dezembro (quinta-feira), com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. “As audiências públicas são uma oportunidade para que o órgão executor das políticas ambientais receba as críticas, sugestões e contribuições, e que o empreendimento reflita o olhar da sociedade sobre ele”, reforça a vice-governadora Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, lembra a importância da participação da comunidade nessas iniciativas: “Quando a comunidade se informa, opina e contribui, os gestores públicos podem conduzir os processos decisórios com mais legitimidade”. Os estudos, documentações que serão debatidos na audiência pública, como também regulamento do evento, já estão disponíveis no site do Brasília Ambiental. As instruções relativas aos canais de transmissão e procedimentos para acesso e participação na audiência serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência do encontro.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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População será consultada novamente sobre empreendimento em Ceilândia

O Governo do Distrito Federal, por meio do Instituto Brasília Ambiental, está ouvindo a população sobre um novo projeto habitacional que será implantado na QNR 6, em Ceilândia. A consulta pública já está aberta e pode ser respondida desta segunda-feira (3) ao dia 17 deste mês, de forma totalmente online. Área planejada para a construção de cerca de 750 habitações, entre casas e apartamentos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A superintendente de Licenciamento Ambiental do instituto, Nathalia Almeida, lembra que esse formato de evento amplia a participação: “Realizamos uma participação completamente online para ampliar o horizonte das contribuições, permitindo que as pessoas analisem de qualquer lugar e a qualquer momento, sem ficarem restritas ao horário de funcionamento do instituto”. “As melhores políticas públicas são construídas junto com as pessoas” Celina Leão, vice-governadora O projeto prevê o parcelamento de uma área de cerca de 49 hectares para a construção de aproximadamente 750 moradias, entre casas e apartamentos. O local também contará com áreas destinadas ao comércio, serviços, lazer e equipamentos públicos, como escolas e postos de saúde. O objetivo é atender famílias em situação de vulnerabilidade social, dentro da política habitacional do Governo do Distrito Federal (GDF). Licenciamento A consulta é uma etapa importante do licenciamento ambiental, processo que avalia os impactos e condições para implantação de grandes projetos. Para o presidente da autarquia, Rôney Nemer, a participação popular é indispensável, uma vez que, desde as obras até as moradias concluídas, é a população local quem mais sofre os impactos. “Todos devem expor seus pontos de vista, necessidades e anseios”, afirma o gestor. “As melhores políticas públicas são construídas junto com as pessoas”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Essa consulta é um passo importante para que o projeto habitacional reflita as reais necessidades da comunidade e fortaleça o diálogo com o cidadão.” [LEIA_TAMBEM]Participar é simples: basta acessar este formulário eletrônico, preencher os dados pessoais e registrar sugestões, críticas ou comentários sobre o projeto. É possível opinar sobre temas como meio ambiente, trânsito, infraestrutura e equipamentos públicos, além de anexar documentos, se desejar. Depois do prazo, todas as contribuições serão analisadas pela equipe técnica. Um relatório será elaborado e publicado no site do Brasília Ambiental, mostrando de que forma as opiniões da sociedade foram consideradas no processo. Dúvidas sobre a consulta ou sobre o projeto podem ser enviadas para os e-mails licenciamento.ibram@gmail.com ou sulam@ibram.df.gov.br. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Audiência pública discutirá projeto de extração em jazidas minerais

O Instituto Brasília Ambiental realiza nesta terça-feira (4), das 19h30 às 22h30, a audiência pública virtual de apresentação e discussão do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para o projeto de extração e beneficiamento de rocha calcária e argila em jazidas minerais. O empreendimento está localizado na Gleba Larga Queima Lençol, na DF-205, km 2,7, s/n°, na Região Administrativa da Fercal. Extração de rocha calcária terá projeto apresentado durante a audiência pública | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O evento será realizado no formato presencial, no salão Paradise Hall — DF-205, Quadra 2, Conjunto B, Lote 7 Oeste, Fercal. A reunião também será transmitida ao vivo por meio do canal do Brasília Ambiental no YouTube, para quem não puder estar presente. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições estão disponíveis no site do Brasília Ambiental.  [LEIA_TAMBEM]“A audiência pública é fundamental para a transparência e a participação cidadã no processo de licenciamento ambiental”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “É por meio de iniciativas como esta que garantimos que o desenvolvimento de nossa cidade seja pautado pelo diálogo, pela escuta atenta da sociedade e pelo compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar de toda a população.” O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, complementa que  as audiências públicas são parte do procedimento do licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto. “Nelas, são divulgadas à comunidade afetada todas as consequências ambientais previstas durante as obras e o funcionamento da atividade”, explica. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental  

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Ciclo de palestras dos Consegs mobiliza quase 1,5 mil pessoas no DF

A última edição do segundo ciclo de palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs), promovida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes de instituições, nesta quinta-feira (30), em São Sebastião. A ação, que integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral, consolida o papel dos Consegs como espaços estratégicos para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres. Ao todo, 1,5 mil pessoas passaram pela capacitação. O enfrentamento à violência contra a mulher foi o principal tema das palestras do ciclo dos Consegs | Foto: Divulgação/SSP-DF  Iniciado em agosto – durante o Agosto Lilás, que é o mês de enfrentamento à violência contra a mulher –, o ciclo contemplou, ainda, Estrutural, Vicente Pires, Ceilândia e Gama. As palestras abordaram temas como os tipos de violência doméstica, empoderamento feminino, autonomia econômica, apoio psicossocial e jurídico às vítimas, além do papel fundamental da sociedade civil na prevenção. “Os Consegs têm se consolidado cada vez mais como a ligação entre o poder público e as comunidades, relação que é fundamental”, avaliou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Encontros como o desta quinta-feira convocam a população a contribuir para uma política de segurança mais humana, integrada e próxima da realidade de quem mais precisa. Proteger as mulheres é pauta prioritária para o Governo do Distrito Federal, e isso se torna possível  com o engajamento de todos os setores.” Políticas públicas “A responsabilidade é de todos nós. É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência”  Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, falou sobre a importância das políticas públicas voltadas à proteção e à segurança das mulheres: “A nossa missão é enfrentar a violência doméstica e de gênero, levando informação e prevenção por meio de diversas ações. Contamos com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento da mulher, distribuídos por todo o DF. É fundamental falar sobre os tipos de violência, que muitas ainda desconhecem”. As palestras foram proferidas por representantes das forças de segurança, do Ministério Público do DF, da Secretaria da Mulher (SMDF), do Sebrae, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de outras instituições. O ciclo também contou com apoio das administrações regionais e do setor empresarial local. “A responsabilidade é de todos nós”, resumiu o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. "É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência. A informação pode e salva vidas.” Por sua vez, o secretário-executivo institucional de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, reforçou: “Essa iniciativa expressa o verdadeiro espírito dos Consegs: atuar em rede, junto à comunidade, em pautas que transformam realidades e promovem mudanças concretas. Encerramos a última edição do ano com a certeza de que o conhecimento compartilhado fez a diferença na vida de muitas mulheres. A violência doméstica é um problema cultural — e só será superada com engajamento e ação em todos os níveis.” Impacto Para Kiara Carvalho, moradora de São Sebastião, essa iniciativa é fundamental. “Um evento como esse é muito importante para educar e conscientizar a mulher”, disse. “Muitas vezes ficamos presas em relações de subserviência, sem saber que podemos ser o que quisermos. Esse ciclo de palestras mostra que somos capazes e que temos apoio para romper com a violência”. [LEIA_TAMBEM]Aline Rayane, também moradora de São Sebastião, também gostou de participar. “Foram abordados vários temas sobre violência contra a mulher, sobre o direito que elas têm em relação a isso”, lembrou. “Foram palestras muito importantes, e eu estou aqui para falar para todas vocês que sofrem de violência, ou já sofreram, ou conhecem até alguém que sofre, para darmos apoio e sempre aconselhar essas mulheres a procurar os órgãos competentes”.   Participação popular O subsecretário dos Consegs, Gustavo Danzmann, lembrou que a mobilização comunitária é fundamental para a política pública de segurança. “Os encontros fortalecem a corrente do bem promovida pelos Consegs, que ampliam o diálogo com a sociedade e qualificam o debate sobre temas fundamentais”, enfatizou. “O ciclo de palestras foi criado como ferramenta prática de mobilização, incentivo à participação e promoção de mudanças reais”. Marcelo Zago, coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios e palestrante, ressaltou que o evento permite levar dados, evidências e conhecimento técnico para dentro das comunidades: “Quando falamos de violência doméstica, a informação salva vidas. Nosso papel, enquanto gestores da política pública, é garantir que essas informações cheguem de forma clara, acessível e transformadora. E isso só é possível quando a comunidade participa ativamente, como vimos ao longo deste ciclo”.   *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF

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Consulta pública sobre o Protocolo de Educação Antirracista termina nesta quarta (29)

A Secretaria de Educação (SEEDF) convida a comunidade escolar e a sociedade em geral para participar, até o fim desta quarta-feira (29), da consulta pública do Protocolo de Consolidação da Educação Antirracista. O formulário tem o objetivo de ouvir estudantes, famílias, profissionais da educação e movimentos sociais para ajudar a formular uma política pública permanente de combate ao racismo nas escolas do DF. Arte: SEEDF O protocolo foi feito para orientar, prevenir e agir de forma eficiente em casos de racismo e discriminação nas escolas”, explica Patrícia Melo, diretora de Educação em Direitos Humanos e Diversidade da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin). “Ele reforça o compromisso da rede com uma educação mais justa e inclusiva. Todas as sugestões enviadas serão analisadas e, quando forem pertinentes, incluídas na versão final.” [LEIA_TAMBEM]O documento reconhece que o racismo é um problema presente na sociedade e, por isso, propõe ações contínuas de formação e conscientização, que vão além de medidas isoladas. Veja, abaixo, os principais pontos do texto.  ⇒ Explica conceitos importantes, como branquitude, colonialidade e o mito da democracia racial, para ajudar a entender as origens do racismo ⇒ Diferencia o racismo do bullying, mostrando que a discriminação racial deve ser tratada com a seriedade prevista em lei ⇒ Traz orientações claras sobre como agir em casos de racismo, envolvendo estudantes, famílias e profissionais da educação.  Para participar, clique neste link.  *Com informações da Secretaria de Educação      

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Conselhos Comunitários de Segurança divulgam calendário semanal de reuniões

Com o objetivo de fortalecer o diálogo entre governo e sociedade e ampliar a participação cidadã nas decisões que impactam diretamente a segurança das comunidades, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) divulga o calendário semanal de reuniões dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). Os encontros são espaços abertos e participativos e permitem à população apresentar demandas, propor soluções e acompanhar as ações das forças de segurança em cada região administrativa do DF. O calendário semanal de encontros está disponível no portal oficial da SSP-DF.  As reuniões dos Consegs contam com representantes da SSP-DF, das forças de segurança e representantes de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Durante as reuniões, lideranças comunitárias e moradores têm a oportunidade de debater temas relacionados à segurança pública, como iluminação, ocupação de espaços públicos, patrulhamento, trânsito e prevenção da violência. “Os Conselhos Comunitários de Segurança são uma ponte essencial entre a gestão pública e as demandas da população. Essa aproximação fortalece a confiança, melhora o fluxo de informações e ajuda a planejar ações mais eficazes, voltadas à realidade de cada território. A escuta ativa e o diálogo direto com os gestores e autoridades permitem identificar com maior precisão as necessidades de cada comunidade”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “A participação popular é um instrumento poderoso de cidadania e um componente essencial da política de Segurança Integral que estamos consolidando no Distrito Federal”, completa Avelar. Durante os eventos, lideranças comunitárias e moradores têm a oportunidade de debater temas relacionados à segurança pública, como iluminação, ocupação de espaços públicos, patrulhamento, trânsito e prevenção da violência | Foto: Divulgação/SSP-DF O secretário executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, reforça que o fortalecimento dos Consegs é estratégico para a construção de políticas públicas de segurança mais eficientes e transparentes. “Nossa política de não deixar nenhuma demanda sem resposta tem ampliado, cada vez mais, a participação da comunidade nas reuniões mensais. Somente este ano, mais de seis mil pessoas participaram dos encontros realizados em todo o Distrito Federal. Essas reuniões são fundamentais não apenas para o surgimento de novas demandas, mas também para o acompanhamento das ações já em andamento junto aos órgãos de governo e às forças de segurança”. Os Consegs integram o eixo Cidadão Mais Seguro, dentro do Programa Segurança Integral, instituído pelo Decreto nº 45.165/2023, que busca articular ações entre governo e sociedade civil para promover ambientes seguros, participativos e orientados à garantia de direitos. “A participação nas reuniões é aberta a todos os moradores, sem necessidade de inscrição prévia. Os Consegs são a ligação entre o cidadão e o Estado. Quando a população participa, traz sua vivência e suas percepções, o planejamento se torna mais assertivo e o resultado aparece em mais tranquilidade e qualidade de vida para todos”, afirma o subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, Gustavo Danzmann. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF

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Contribuições para livro sobre a história de Sobradinho podem ser enviadas até o dia 31

Sobradinho, também conhecida como Cidade Serrana, fundada em 13 de maio de 1960, vai ganhar um livro dedicado à sua história. Com lançamento previsto para o dia 31 de outubro, a publicação vai reunir relatos, fotografias e memórias afetivas enviadas por pessoas que fizeram e ainda fazem parte da história de Sobradinho. O livro será o primeiro dedicado exclusivamente às memórias de Sobradinho; população pode enviar contribuições até o dia 31 de agosto | Foto: Arquivo/Agência Brasília Interessados podem enviar contribuições até o dia 31 de agosto pelo Instagram oficial do projeto @historiasdesobradinho. Com cerca de 68,5 mil habitantes, segundo a Codeplan, a cidade que nasceu junto com Brasília, berço de sonhos e recomeços, terá suas memórias resgatadas a partir das experiências de quem ajudou a construir sua identidade. O livro também trará dados gerais sobre a cidade, obtidos a partir de pesquisas em monografias, registros da imprensa e outras publicações já existentes. A iniciativa é do Instituto Latinoamérica (IL), com produção da LL Produções e parceria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). [LEIA_TAMBEM]Além de valorizar a oralidade e a experiência dos primeiros moradores e famílias tradicionais da cidade, o projeto também terá ações voltadas à acessibilidade. Está prevista a produção de uma versão pocket em braille, com trechos selecionados do conteúdo, além da adaptação parcial do livro para o formato de audiolivro, contemplando pessoas com deficiência visual. O livro terá distribuição gratuita em escolas, bibliotecas, centros culturais e espaços comunitários de Sobradinho e do DF. O Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) também participa da iniciativa, contribuindo com parte de seu acervo. A obra será a primeira dedicada exclusivamente às memórias de Sobradinho e marcará a entrada da cidade no acervo oficial da memória do DF, tornando-se uma das primeiras das 35 regiões administrativas a se figurar na gaveta do guardião da história da capital. Além de ser um importante instrumento para estudantes, professores e pesquisadores, o livro também representa um gesto de valorização da identidade cultural local. É uma maneira de preservar a memória coletiva e difundir conhecimentos sobre os fatos, desafios e conquistas que moldaram a comunidade de Sobradinho ao longo dos anos. Serviço Livro Histórias de Sobradinho → Envio de materiais: até 31 de agosto → O que pode ser enviado: relatos pessoais, fotografias antigas, memórias afetivas, poesias ou cartas → Onde enviar: via Instagram do projeto - @historiasdesobradinho → Lançamento do livro: previsto para 31 de outubro  → Distribuição gratuita: em escolas, bibliotecas, centros culturais e espaços comunitários de Sobradinho e outras regiões do DF. *Com informações da Secec-DF

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Comunidade acadêmica da UnDF recebe totem itinerante do Participa DF  

Nesta segunda-feira (4), a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) recebeu, durante a aula magna, no Campus do Lago Norte, uma unidade do totem itinerante do projeto Participe Aqui. A medida tem como objetivo facilitar o acesso da comunidade acadêmica aos serviços de ouvidoria do Governo do Distrito Federal (GDF), promovendo maior participação cidadã e transparência na gestão pública.  “É uma alegria esse espaço democrático dentro da universidade, de conversas efetivas que transformam realidades”, afirmou a reitora Simone Benck (centro) Com o novo totem na UnDF, estudantes e servidores podem registrar manifestações como sugestões, elogios, reclamações e denúncias de forma simples, rápida e sem burocracia. O equipamento possui tela sensível ao toque e interface intuitiva, conectando diretamente ao Participa DF - canal oficial de ouvidoria e acesso à informação do GDF.  [LEIA_TAMBEM]A ouvidora-geral do DF, Daniela Pacheco, esteve presente no evento e afirmou: “A participação da Ouvidoria aqui na UnDF é fundamental, porque estamos trazendo não só o Participa DF para perto da comunidade estudantil, mas também agregando ao sistema de ouvidorias do Distrito Federal”.   “A ouvidoria da UnDF está aqui para acolher a todos os estudantes, ouvir suas manifestações, sugestões e contribuições. A ouvidoria é um espaço de melhoria de serviço e estamos aqui para ouvir e ajudar a construir a universidade que queremos”, afirma a ouvidora da UnDF, Mariana Resende. A instalação do totem na universidade reforça o compromisso do GDF com a inclusão digital e o fortalecimento do controle social. A presença do equipamento em um espaço de formação e debate como a UnDF amplia as possibilidades de escuta ativa e participação direta da população jovem e acadêmica nas decisões públicas.  “É uma alegria esse espaço democrático dentro da universidade, de conversas efetivas que transformam realidades”, diz a reitora da UnDF, Simone Benck. A ação faz parte da expansão dos totens itinerantes, que já estão sendo levados a locais de grande circulação, como administrações regionais, estações de metrô, unidades de saúde e eventos públicos. A expectativa é que, com a ampliação do projeto, mais cidadãos tenham acesso facilitado aos serviços de ouvidoria e de pedido de acesso à informação, contribuindo para a melhoria contínua das políticas públicas no DF. *Com informações da UnDF

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Audiência pública final do Pdot reúne mais de mil pessoas

Mais de mil pessoas participaram, neste sábado (28), da audiência pública final da revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O objetivo foi apresentar a todos a versão final da minuta do Projeto de Lei Complementar (PLC) sobre o novo Plano Diretor. O evento reuniu ao longo do dia diversos movimentos sociais, parlamentares e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF). Para ampliar a participação social, o encontro foi transmitido pelo YouTube no canal Conexão Seduh. Audiência pública final da revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) ocorreu neste sábado (28), no auditório da CLDF | Fotos: Divulgação/Seduh-DF A audiência também foi a oportunidade da sociedade fazer novas contribuições à minuta do Plano Diretor. O evento marca mais um passo na construção coletiva do futuro do Distrito Federal com atualização do Pdot – lei que organiza o território, definindo onde estão e quais são as diretrizes e estratégias aplicadas às zonas urbanas e rurais do DF, às áreas ambientalmente sensíveis e quais locais podem ser destinados à moradia, por exemplo. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, reforçou a importância de entregar o Plano Diretor à população, uma vez que a lei vigente não reflete mais a realidade do território. Para isso, é essencial que a minuta seja aprovada pelos poderes Executivo e Legislativo até o final deste ano, já que 2026 é um ano eleitoral, o que dificultaria a deliberação e politizaria um assunto que é estritamente técnico. “Nesse sentido, precisamos concluir o processo no âmbito do Executivo, para conseguir entregar o Pdot. Há um planejamento que está sendo cumprido, atendendo a todos os preceitos legais. Inclusive, essa audiência pública foi realizada atendendo aos critérios da legislação vigente”, afirmou Marcelo Vaz. “Nós disponibilizamos todos os meios possíveis para ouvir e entender o que a sociedade quer sobre a proposta da Seduh”, completou. Parlamentares e representantes de movimentos sociais e do GDF acompanharam a audiência, que foi transmitida pelo YouTube no canal Conexão Seduh Na avaliação do secretário, o pior cenário possível é não ter um Plano Diretor aprovado a tempo. “Várias áreas dependem do Pdot para regularização, para que o Estado possa contribuir para que as pessoas tenham melhor qualidade de vida. Precisamos do Pdot aprovado, ou então, corremos o risco de ter um Plano Diretor com quase 20 anos de vigência, que só favorece a irregularidade”, destacou. Dinâmica Depois da abertura da audiência, a equipe técnica da Seduh apresentou a proposta da minuta do PLC, que possui mais de 300 artigos. Após a explanação sobre os princípios e objetivos estratégicos do Pdot, a população teve a chance de fazer elogios, críticas e sugestões ao texto. Entre eles, a líder comunitária do Guará e presidente da Associação dos Moradores das Ocupações Históricas das QE 38 e 40 e Inquilinos do Guará, Tereza Dias, que luta por mais moradias de habitação de interesse social na região. “Essa política precisa ser fortalecida, e o Pdot é uma ferramenta importante para isso”, comentou. Presente no evento, o presidente da CLDF, Wellington Luiz, elogiou a Seduh pela condução dos trabalhos e garantiu que as discussões sobre o Plano Diretor na Câmara Legislativa encontrarão a melhor resposta para os anseios da população. “Tenho certeza que daqui a alguns meses a Câmara estará votando esse projeto e dando a vocês o que é de vocês, que é o direito de ter tranquilidade, segurança e paz para poder viver no Distrito Federal”.  Histórico A norma vigente do Pdot é de 2009, sendo necessária uma revisão a cada dez anos. Ela foi iniciada em 2019, mas acabou suspensa devido à pandemia da covid-19. Os trabalhos continuaram nos anos posteriores, com o Plano Diretor sendo revisado pela Seduh, em conjunto com outras áreas do GDF e da sociedade civil. [LEIA_TAMBEM]As estratégias de mobilização social desenvolvidas pela Seduh resultaram na realização de 85 eventos públicos, abertos a toda a comunidade do DF, com a participação de mais de 12 mil cidadãos, o que gerou cerca de 16 mil contribuições. Também foi criada pela equipe técnica da pasta uma ferramenta virtual interativa no site do Pdot, que permitiu à população consultar a minuta e adicionar contribuições, gerando 5.005 participações. Além disso, foram realizadas diversas reuniões técnicas com os órgãos do GDF, para análises e ajustes nas propostas e, posteriormente, na proposta da minuta de lei. Tudo foi construído com base nas contribuições recebidas na ferramenta virtual, nas reuniões públicas, as encaminhadas por parlamentares, vindas por outros protocolos na Seduh,, de técnicos do GDF e membros do Comitê de Gestão Participativa (CGP) – colegiado responsável pela participação social na revisão do Pdot. Próximos passos Depois da análise de todas as contribuições apresentadas na audiência, a minuta do Projeto de Lei Complementar do Plano Diretor será consolidada. Na sequência, passará pela deliberação do pleno do Conplan, após conclusão dos trabalhos da câmara técnica. Então, o texto estará apto a ser enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Para mais informações sobre o Plano Diretor, a Seduh publicou a série Entendendo o Pdot para informar sobre as principais estratégias propostas na minuta para organizar e desenvolver o território do DF. *Com informações da Seduh-DF

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Saiba o que é PDTU e como a população pode transformar o transporte e a mobilidade urbana do DF

Tudo que o GDF precisa fazer ou construir para que as pessoas possam se deslocar com facilidade, segurança e conforto no Distrito Federal faz parte de um plano que está sendo elaborado com sugestões da população. O diagnóstico dos problemas já levantados será debatido na segunda audiência pública do projeto, marcada para o próximo dia 5 de julho. Ao participar dos debates, a população ajuda a atualizar o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do DF (PMUS). As decisões são transformadas em lei, que serve de planejamento para os investimentos do governo em infraestrutura de transporte, acessibilidade e mobilidade das pessoas. No PDTU são incluídas as obras, as ações e as regiões que serão beneficiadas. É um instrumento fundamental para o GDF organizar e aprimorar o sistema de transporte e a mobilidade. O plano que está em vigor foi elaborado em 2011 e precisa ser atualizado para se adequar à nova realidade de Brasília e Entorno, que desde então passaram por transformações significativas. O número de automóveis particulares no DF, por exemplo, saltou de 1,1 milhão em 2014 para mais de 1,4 milhão em 2024, um aumento de 30,45% em apenas uma década, enquanto a população cresceu cerca de 5% no mesmo período. Ao participar dos debates, a população ajuda a atualizar o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do DF (PMUS) | Foto: Divulgação/Semob-DF A expansão regional e a centralização de empregos no Plano Piloto sobrecarregam os eixos de transporte, gerando longos deslocamentos, congestionamentos e desigualdades. As novas tecnologias e mudanças de comportamento pós-pandemia também impactaram a forma como as pessoas se movem, exigindo um plano que reflita a realidade atual e futura da capital federal. Durante a audiência pública, será apresentado o diagnóstico que foi elaborado com base nas sugestões que a Semob recebeu nas oficinas que foram realizadas em todas as regiões administrativas nos meses de março e abril. Além das contribuições dos moradores, a equipe técnica realizou pesquisas de campo, estudando a demanda de passageiros e as rotas mais utilizadas, para compreender de forma detalhada os deslocamentos diários dentro das regiões administrativas e entre as RA’s. Todo esse material será apresentado na audiência para fomentar o debate e colher novas contribuições para aprimorar o projeto. [LEIA_TAMBEM]“Este é mais um momento da população fazer sua voz ser ouvida, e contribuir para a melhoria da mobilidade urbana no DF”, disse o titular da Semob, Zeno Gonçalves. Segundo ele, “o diagnóstico que será debatido revela um retrato fiel da situação do sistema de transporte público do DF e ajuda a repensar a operação das linhas de ônibus, para que sejam planejadas conforme as reais necessidades dos passageiros. Por isso, é de grande importância da presença dos cidadãos na audiência”, afirmou o gestor. Como participar da audiência O evento começa às 9h do sábado (5/7), no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), no Setor de Autarquias Norte (início da L2 Norte – Quadra 03, Lote A). Com duração de três horas, a audiência será transmitida ao vivo pela internet. A participação é aberta a todos: pessoas físicas, empresas e entidades. A reunião será consultiva, reunindo e compartilhando os resultados alcançados até agora, com o objetivo de reforçar a democratização do processo e tornar real a participação da população, especialmente dos usuários do transporte coletivo e defensores da mobilidade ativa. Durante o evento, os interessados poderão apresentar suas sugestões por escrito em um formulário próprio, distribuído no local, identificando-se como participantes. Todas as informações sobre os canais de transmissão e as instruções de acesso online estarão disponíveis no site sistemas.df.gov.br/PDTU e permanecerão acessíveis até o encerramento da audiência. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)

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Segunda audiência pública do PDTU é marcada para 28 de junho

Em 28 de junho, um sábado, a população terá mais uma oportunidade de debater e contribuir para a atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do DF (PMUS). O diagnóstico que compõe o projeto, elaborado a partir das pesquisas de campo e das oficinas realizadas em todas as regiões administrativas, será apresentado em audiência pública para a sequência dos debates e recebimento de novas contribuições. Temas relacionados a transporte público são o centro dos debates da audiência pública | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O aviso de consulta e audiência pública foi publicado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (22). “É muito importante que a população participe dessa audiência pública, para que possamos, juntos, avaliar tudo que foi diagnosticado até o momento sobre o transporte e a mobilidade do DF”, explicou o titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves. “Chegou a hora de aprofundar o debate e colher as contribuições populares para aprimorar o projeto do PDTU”. [LEIA_TAMBEM]A audiência pública será realizada a partir das 9h, no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), no Setor de Autarquias Norte. O evento terá duração de três horas e será transmitido em tempo real pela internet. Qualquer pessoa, empresa ou entidade poderá participar. De acordo com a equipe que elabora o projeto do PDTU, a audiência terá caráter consultivo. Será apresentado o resultado dos trabalhos executados até o momento, com objetivo de incentivar e democratizar a efetiva participação da sociedade em geral, sobretudo dos usuários do transporte público coletivo e adeptos da mobilidade ativa. Durante as três horas de audiência pública, as pessoas poderão apresentar suas contribuições, por meio de um formulário específico que deve conter também a identificação de quem encaminha a sugestão. Os canais de transmissão e instruções de acesso online serão divulgados na página nesta página e ficarão disponíveis até o encerramento da audiência pública. *Com informações da Semob-DF

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