Operação vai fechar Túnel de Taguatinga no dia 12
O Governo do Distrito Federal (GDF) realizará no segundo domingo (12) deste mês, das 9h às 12h, um simulado integrado de atendimento a emergências com produto perigoso no Túnel de Taguatinga — Túnel Rei Pelé. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a atividade mobilizará mais de 20 órgãos e instituições e poderá provocar alterações temporárias no trânsito da região. Por isso, a orientação é que os condutores evitem utilizar o túnel durante o período do treinamento, optando por rotas alternativas e, sempre que possível, antecipando ou adiando seus deslocamentos. Os impactos na mobilidade poderão ser sentidos principalmente por motoristas que circulam entre Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Águas Claras e demais regiões próximas. Intervenções momentâneas em vias de acesso, como a Avenida Comercial, Avenida Sandu, Pistão Norte, Pistão Sul, Avenida Elmo Serejo e acessos relacionados à EPTG poderão ocorrer. Durante a operação, vias auxiliares e rotas alternativas permanecerão disponíveis, conforme a sinalização implantada e as orientações de agentes de trânsito | Foto: Divulgação/SSP-DF A escolha do domingo pela manhã levou em consideração o menor fluxo de veículos, reduzindo os impactos à população e permitindo a realização segura do treinamento. Durante toda a operação, as vias auxiliares e rotas alternativas permanecerão disponíveis, conforme a sinalização implantada e as orientações dos agentes de trânsito. “Contamos com a colaboração da população para evitar a região durante o período do simulado, contribuindo para o bom andamento da operação e para a redução dos impactos no trânsito” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Para o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, a realização periódica de exercícios simulados é fundamental e amplia a capacidade de resposta em situações reais. “Treinar de forma integrada é uma das principais estratégias para garantir respostas rápidas, coordenadas e eficientes em situações de emergência”, observou. O exercício, completou o secretário, permite aperfeiçoar protocolos, testar sistemas, fortalecer a integração entre as instituições e preparar nossas equipes para atuar com ainda mais segurança em ocorrências de alta complexidade. “Ao mesmo tempo, contamos com a colaboração da população para evitar a região durante o período do simulado, contribuindo para o bom andamento da operação e para a redução dos impactos no trânsito”, complementou. Integração entre instituições O treinamento reproduzirá uma ocorrência simulada envolvendo produto perigoso no interior do túnel, exigindo a atuação coordenada das equipes responsáveis pelo atendimento, gestão do tráfego, operação dos sistemas de segurança da estrutura e atendimento às vítimas simuladas. A atividade exercitará, simultaneamente, dois protocolos permanentes institucionalizados pela SSP-DF: o Protocolo de Operações Integradas do Túnel de Taguatinga e o Protocolo P2R2, voltado para prevenção, preparação e resposta rápida a acidentes envolvendo produtos perigosos. Durante a atividade serão avaliados procedimentos relacionados ao acionamento das instituições, comunicação entre centros de comando e controle, coordenação operacional, operação dos sistemas de segurança do túnel, atendimento pré-hospitalar, transporte de vítimas simuladas, gerenciamento do tráfego, tomada de decisão em cenário complexo e restabelecimento das condições normais de circulação. Orientação à população Para reduzir os impactos na mobilidade, a SSP orienta os motoristas a evitar o Túnel de Taguatinga entre as 9h e as 12h do dia 12 deste mês, priorizando rotas alternativas e acompanhando a sinalização instalada no local, os painéis de mensagens e as orientações das equipes de trânsito. Segurança operacional Simulados dessa natureza fazem parte das medidas permanentes de segurança operacional adotadas para o Túnel de Taguatinga e seguem práticas consolidadas em grandes centros urbanos brasileiros e internacionais que possuem estruturas viárias semelhantes. *Com informações da SSP-DF
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Samu ganha centro moderno de treinamento no Guará para aperfeiçoar socorro nas ruas
As equipes que salvam vidas nas ruas do Distrito Federal agora contam com uma estrutura nova para treinar e aperfeiçoar os atendimentos de urgência. O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta terça-feira (23), a reforma do Núcleo de Educação em Urgência (NEU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no Guará. O prédio funciona no Parque de Apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF) e passou por mudanças físicas em todos os ambientes. A governadora Celina Leão participou da cerimônia de reabertura da unidade. A chefe do Executivo ressaltou que preparar as equipes reflete diretamente na assistência à população. "Investir na capacitação do servidor é investir no cuidado; a pessoa vai estar apta e qualificada para fazer os atendimentos", avaliou, ao destacar a especificidade e a alta pressão do trabalho diário de resgate. "Aqui é um atendimento especializado. Ninguém chama o Samu quando está tudo bem. O Samu é chamado na urgência, na emergência, nas dificuldades. Falar sobre saúde pública e abraçar essa bandeira é só para quem tem coragem, porque a saúde pública tem problema todos os dias. A educação e a preparação são tudo. O treinamento é tudo". Com investimento de R$ 575 mil, o local recebeu novos pisos, divisórias em drywall para reorganizar as salas, banheiros reformados e aparelhos de ar-condicionado. Para as dinâmicas práticas e o conforto das equipes, a unidade agora tem um auditório ampliado, nova sala de reuniões, espaço para os instrutores e copa integrada a uma área de convivência e descanso. A unidade de ensino funciona desde 2006. No dia a dia, o núcleo executa cursos de capacitação contínua para os profissionais de saúde e projetos de pesquisa. O local também abriga o Projeto Samuzinho, que ensina noções básicas de primeiros socorros para estudantes e orienta a população sobre a forma certa de acionar o serviço de emergência. O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta terça-feira (23), a reforma do Núcleo de Educação em Urgência (NEU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no Guará | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, pontuou a necessidade de preparo contínuo diante da tensão das ocorrências nas ruas. "Quem trabalha no Samu sabe o quanto é difícil, o tamanho da adrenalina e o quanto a gente necessita de treinamento constante. A equipe tem que estar muito treinada, cada um sabendo o que deve fazer. Cada minuto impacta. Isso reforça a necessidade de estarmos cada vez mais capacitando nossos servidores", concluiu. O suporte aos servidores do Samu, que lidam com milhares de ocorrências diariamente, é fundamental. Apenas no primeiro trimestre deste ano, o serviço de emergência prestou 83.925 atendimentos no DF. Para a enfermeira-chefe do NEU, Carolina Cunha, a reestruturação física assegura um melhor acolhimento aos profissionais e amplia a capacidade de ensino: "O espaço foi reestruturado com um piso totalmente novo e todas as divisórias foram trocadas por drywall, então ele tem um isolamento acústico entre salas, isso facilita a simulação realística", avalia. Ela ressalta a importância do ambiente para o treinamento contínuo: "Aqui é o local de errar, de acertar, de aprender para que a gente possa fazer o melhor para o nosso paciente na rua. Esse investimento em educação é primordial para os servidores e isso vai influenciar automaticamente no serviço prestado para os pacientes". O suporte aos servidores do Samu, que lidam com milhares de ocorrências diariamente, é fundamental; apenas no primeiro trimestre deste ano, o serviço de emergência prestou 83.925 atendimentos no DF Agora reformado, o espaço funciona como um centro voltado às necessidades pedagógicas atuais das equipes que atuam no atendimento pré-hospitalar. A nova estrutura amplia a capacidade de formação não apenas dos socorristas, mas dos servidores de toda a rede da SES-DF, com ambientes projetados para unificar o ensino teórico e o treinamento prático. Com a configuração física atual, o núcleo aumenta a oferta de simulações realísticas, uma técnica de aprendizado essencial que prepara as equipes para os cenários de alta complexidade encontrados nas ruas. O trabalho desenvolvido no local fortalece a qualificação técnica contínua, com reflexo direto e imediato na assistência oferecida aos pacientes do Distrito Federal.
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Formada primeira turma do treinamento em epidemiologia aplicada ao SUS
Profissionais de saúde que participaram do programa de treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde – nível fundamental (EpiSUS-Fundamental) encerraram as atividades da formação durante cerimônia promovida na sexta-feira (15) pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), da Secretaria de Saúde (SES-DF), no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília. Formação teve carga de 200 horas, envolvendo profissionais e servidores da Secretaria de Saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Nós capacitamos, buscamos resultados, mas quem ganha é o paciente e o Sistema Único de Saúde” Inocência Rocha, diretora-executiva da Fepecs O curso foi promovido em parceria com a Escola de Saúde Pública (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), e integra a estratégia nacional de fortalecimento da vigilância em saúde instituída pelo Ministério da Saúde. Com carga horária de 200 horas, distribuídas ao longo de três meses, a formação teve foco na capacitação técnico-prática de 20 profissionais que atuam na vigilância em saúde e na assistência no âmbito do SUS. Desta primeira turma de 2026, participaram servidores da SES-DF, profissionais da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Reveh) e trabalhadores das áreas de vigilância e assistência. Qualificação A programação contou com mesa de abertura composta por representantes do Ministério da Saúde, da SES-DF, da Fepecs e da ESP/DF. A diretora substituta da ESP/DF, Vanessa Campos, destacou a importância da formação para o fortalecimento do SUS e para a qualificação dos profissionais da rede pública. [LEIA_TAMBEM]“Queremos, em breve, ofertar turmas do EpiSUS Intermediário, e espero que os participantes aqui presentes também possam futuramente atuar como instrutores dos nossos cursos, já que agora estão capacitados”, declarou a diretora substituta da ESP/DF, Vanessa Campos. "O objetivo da Escola de Saúde Pública é exatamente formar servidores integrantes do SUS para discutir os problemas de saúde que acontecem no território, com uma abordagem aplicada às necessidades sociais da população.” A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha, parabenizou os participantes e ressaltou o impacto da qualificação profissional na assistência à população. “Nós capacitamos, buscamos resultados, mas quem ganha é o paciente e o Sistema Único de Saúde”, afirmou. “Contem comigo, com o EpiSUS, e seguimos em campo”, reforçou o subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Rodrigo Republicano. *Com informações da Fepecs
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1ª Corrida do Bope une segurança pública e esporte em percurso noturno
A noite deste sábado (16) foi marcada pelo espírito de superação e integração cívico-militar. O estacionamento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), no Setor Policial Sul, foi palco da largada da 1ª Corrida do Bope. A prova noturna desafiou os cerca de 3.000 participantes em um percurso de 6,2 km, e contou com uma temática repleta de símbolos ligados à caveira que é marca registrada da tropa de elite. Na largada, a governadora Celina Leão homenageou a categoria dos corredores: “O Bope é para quem escolheu o caminho mais difícil. Esses homens e mulheres são submetidos a grandes testes, porque eles precisam estar preparados” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Eu tenho convicção de que excelência é fazer o básico bem-feito. Nós queremos entregar um produto de qualidade e de excelência, que é a característica do do Batalhão de Operações Especiais” Tenente-coronel Zairo de Souza e Silva, comandante do Bope A governadora Celina Leão marcou presença na largada da corrida e exaltou a resiliência dos policiais: “O Bope não é para qualquer um. O Bope é para quem escolheu o caminho mais difícil. É para quem tem sangue nos olhos, é para quem quer estar lá no topo do topo. Esses homens e mulheres são submetidos a grandes testes, porque eles precisam estar preparados”. Dos 189 policiais do Bope, 18 são mulheres. A corrida, que contou com atrações musicais e um food truck nas imediações, também serviu como espaço de celebração. "Comemoramos 217 anos da PMDF em 13 de maio”, lembrou o comandante-geral da Polícia Militar do DF (PMDF), coronel Rômulo Palhares. “É a data de aniversário da nossa corporação e o fim da escravatura no nosso país”. Todos os participantes que finalizaram o percurso receberam uma medalha. A organização foi elogiada pelo comandante do Bope, tenente-coronel Zairo de Souza e Silva, que agradeceu o empenho da equipe: “Eu tenho convicção de que excelência é fazer o básico bem-feito. Nós queremos entregar um produto de qualidade e de excelência, que é a característica do Caveira, que é a característica do Batalhão de Operações Especiais: ser assertivo, ser eficiente na construção de uma sociedade mais segura”. Aproximação com a sociedade A policial militar Franciele Castro veio de São Paulo para acompanhar a corrida: “A gente precisa investir nessas atuações de esporte junto com segurança pública para unir a comunidade com a segurança” Um dos objetivos da corrida foi quebrar barreiras entre a tropa especializada e a população, o que atraiu até mesmo pessoas de fora do DF, como a militar Franciele de Souza Castro, moradora de São Paulo (SP) que veio a Brasília especificamente para o evento. [LEIA_TAMBEM]“A gente precisa investir nessas atuações de esporte junto com segurança pública para unir a comunidade com a segurança, para tirar aquela imagem muitas vezes deturpada da segurança pública, de que a gente é muito truculento, muito bravo, é até insensível”, avaliou. Esse senso de pertencimento alcançou civis de todas as idades e níveis de preparo físico. O analista de TI Paulo Oliveira escolheu a prova do Bope para a estreia em corridas, após cinco meses de treinamento. “É muito importante, porque abraça a comunidade local e traz esse senso de coletividade, que eu acho que é importante ainda mais na questão do esporte, que abraça diversos tipos de pessoas, de diferentes estilos”, enfatizou.
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Mais de mil rodoviários passarão por treinamento até o fim de fevereiro
As empresas de ônibus do Distrito Federal estão treinando os seus colaboradores com o objetivo de melhorar o atendimento aos usuários do transporte público coletivo do Distrito Federal. As capacitações tiveram início no período do Carnaval. Como parte do treinamento, a Secretaria de Transporte e Mobilidade ministrou palestra para cerca de 550 trabalhadores da empresa BsBus. Essa foi a primeira turma, quando a operadora aproveitou o ponto facultativo de Carnaval, no dia 17 de fevereiro, para realizar o evento. Outras turmas também passaram pelas orientações na mesma semana e um último grupo concluirá os exercícios no próximo dia 28 de fevereiro. Ao final, mais de mil cobradores e motoristas terão passado pela formação. A palestra "Qualidade no atendimento aos passageiros" foi realizada pelos auditores fiscais da Subsecretaria de Fiscalização, Auditoria e Controle da Semob. "O objetivo é alcançar a sensibilização dos profissionais para a sua importância na experiência dos passageiros. O momento também foi de reflexão e troca de conhecimentos entre a fiscalização e os profissionais da empresa”, destacou a subsecretária da área, Caroline Pimenta. Segundo a subsecretária, os colaboradores reagiram com elogios e agradeceram a oportunidade. “Eles também aproveitaram para exigir uma maior proximidade com a Gestão do serviço na solução dos problemas do dia a dia da operação”, acrescentou. Como parte do treinamento, a Secretaria de Transporte e Mobilidade ministrou palestra para cerca de 550 trabalhadores da empresa BsBus | Foto: Divulgação/Semob-DF Entre os temas abordados estão o tratamento com cortesia, condução segura, atendimento aos prioritários, conduta no serviço de transporte e compromisso com a boa prestação do serviço. Com o tema geral "Treinamento: excelência e qualidade no transporte público", a formação contou também com palestras ministradas pelo Sest/Senat, participação da Secretaria de Justiça e Cidadania e de instrutores da própria operadora. A BsBus atua no transporte da Bacia 5, que compreende as regiões do SIA, SAAN, SOF Norte, Estrutural, Vicente Pires, Taguatinga (ao norte da Hélio Prates – M Norte), Ceilândia Norte e Brazlândia. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)
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Parceria vai ampliar atendimento especializado a mulheres em situação de violência
A Secretaria da Mulher (SMDF) firmou, nesta quarta-feira (11), termo de colaboração com a Ação Social Renascer para fortalecer a gestão dos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs). A iniciativa representa um novo avanço na política de enfrentamento à violência contra a mulher no DF e prevê a prestação de aproximadamente 70 mil atendimentos ao longo de um ano, consolidando os centros como portas de entrada estratégicas da rede de proteção. Durante a assinatura do documento, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira (C), ressaltou: “O foco é assegurar o pleno funcionamento dos serviços de acolhimento e o acompanhamento integral às mulheres em situação de violência de gênero” | Foto: Divulgação/SMDF “Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade” Celina Leão, vice-governadora O acordo amplia e qualifica o atendimento humanizado e contínuo nas quatro unidades localizadas em São Sebastião, Sol Nascente, Sobradinho II e Recanto das Emas, inauguradas em 2025. A gestão compartilhada garantirá o fortalecimento da estrutura existente, a ampliação dos serviços ofertados e a qualificação da assistência prestada às mulheres em situação de violência. “Ao longo do trabalho realizado nas unidades, identificamos a necessidade de ampliar o acompanhamento psicológico contínuo e expandir as oportunidades de capacitação profissional em diversas áreas”, explica a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A assinatura deste termo nos auxilia justamente nesse contexto. O foco é assegurar o pleno funcionamento dos serviços de acolhimento e o acompanhamento integral às mulheres em situação de violência de gênero.” Acolhimento aprimorado A vice-governadora Celina Leão enfatiza: “Nos últimos anos, temos transformado o atendimento à mulher no Distrito Federal. Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade. Essas iniciativas são essenciais para reduzir os índices de violência”. [LEIA_TAMBEM]O reforço ocorre após os primeiros meses de funcionamento das unidades, período que possibilitou avaliar demandas prioritárias e identificar a necessidade de ampliação dos serviços. Os CRMBs também poderão ofertar novas ações, a serem definidas pela SMDF, com foco no fortalecimento da autonomia feminina e na qualificação profissional. O atendimento não se restringe às moradoras das regiões administrativas onde essas unidades estão instaladas, podendo contemplar mulheres de todo o Distrito Federal. A SMDF será responsável pelo treinamento e pela capacitação contínua da equipe envolvida na execução do termo de colaboração. A formação permitirá um atendimento com olhar especializado e sensível às especificidades da violência de gênero, além de assegurar o acompanhamento, o monitoramento e a presença ativa da SMDF durante toda a vigência da parceria, garantindo qualidade e alinhamento às diretrizes da política pública. A diretora financeira da Ação Social Renascer, Pamela Cristina Felix, lembra que a formalização da parceria amplia o suporte oferecido às vítimas, já que o acolhimento segue do primeiro contato com o Centro de Referência da Mulher Brasileira com o devido acompanhamento. “Estamos fortalecendo os serviços para nos tornarmos referência no atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade no DF”, aponta a gestora. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Capacitação reforça preparo de equipes e amplia a segurança no atendimento pediátrico do Hospital de Santa Maria
Com a chegada do período de maior circulação de vírus respiratórios, aumenta o número de crianças com quadros graves que exigem atendimento imediato, tornando ainda mais essencial o preparo das equipes de saúde. Diante desse cenário, a pediatria do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), promoveu, na última quinta-feira (22), uma tarde de capacitação voltada à atualização técnica e ao fortalecimento da assistência prestada à população infantil. A atividade foi realizada no Centro de Simulação Realística da unidade e reuniu médicos pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, com foco em dois temas decisivos para a segurança dos pacientes: intubação orotraqueal, procedimento utilizado para garantir a respiração da criança em situações graves, e parada cardiorrespiratória. De acordo com o chefe do Serviço de Pediatria, Fernando Martins, a iniciativa reforça o compromisso permanente com a qualificação das equipes e com a melhoria contínua do cuidado. “Temos profissionais experientes e engajados, mas a medicina está em constante atualização. Precisamos reciclar conhecimentos e incorporar novas diretrizes para garantir uma assistência cada vez mais organizada e segura, tanto para a equipe médica quanto para a enfermagem”, destaca. O primeiro bloco do treinamento foi conduzido pela pediatra Thais Mendonça, que abordou a intubação orotraqueal. Segundo ela, a capacitação é fundamental diante do perfil assistencial do hospital e da sazonalidade das doenças respiratórias, que ocorre entre os meses de março e agosto. A pediatra Maurisa Rosa abordou o tema da parada cardiorrespiratória (PCR) e ressaltou a importância do tempo de resposta para a sobrevivência das crianças | Foto: Divulgação/IgesDF “Temos um pronto-socorro pediátrico de alta complexidade e, nesta época do ano, há um aumento significativo de crianças com quadros graves, que podem evoluir rapidamente para a necessidade de ventilação invasiva e intubação. É essencial que o pediatra esteja preparado para manejar essas situações, especialmente em bebês menores de um ano, que são os mais vulneráveis”, explica. Na sequência, a pediatra Maurisa Rosa abordou o tema da parada cardiorrespiratória (PCR) e ressaltou a importância do tempo de resposta para a sobrevivência das crianças. “Quanto mais tempo a criança permanece em parada, maior é o risco de hipóxia cerebral, caracterizada pela redução do fornecimento de oxigênio ao cérebro, e de complicações graves. Quando conseguimos reverter rapidamente o quadro e restabelecer a circulação, reduzimos a mortalidade e melhoramos significativamente o prognóstico”, afirma. Após as aulas teóricas, os participantes avançaram para a etapa prática, com simulações de situações reais vivenciadas no pronto-socorro pediátrico. A pediatra Blenda Cunha acompanhou o treinamento e destacou a importância da capacitação para a rotina assistencial da unidade. “O que vemos aqui reflete exatamente o nosso dia a dia. Atendemos muitas crianças graves, tanto de Brasília quanto do Entorno Sul. Casos de parada cardiorrespiratória e necessidade de intubação são frequentes, principalmente no período sazonal, quando a demanda aumenta ainda mais. O curso está excelente e muito alinhado com a realidade do serviço”, avalia. Cuidado e prevenção Durante o primeiro semestre de 2025, o HRSM realizou 12.888 procedimentos de emergência pediátrica, volume que evidencia a alta demanda assistencial da unidade e reforça a importância de manter as equipes permanentemente preparadas, sobretudo nos meses de maior circulação de doenças respiratórias. Segundo a pediatra Thais Mendonça, a atenção deve ser redobrada para evitar complicações, especialmente durante esse período. “Esses quadros podem evoluir rapidamente, e agir no tempo certo impacta diretamente na recuperação do paciente. A orientação às famílias é evitar o contato com pessoas doentes, reforçar a higiene das mãos e ter atenção especial com recém-nascidos, que ainda não completaram o esquema vacinal”, reforça. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Cães de policiamento participam de ação na Rodoviária do Plano Piloto
Neste sábado (27), o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), promoveu ação preventiva de varredura na Rodoviária do Plano Piloto e na Rodoviária Interestadual de Brasília, no âmbito das operações permanentes de combate ao tráfico de drogas e de armas de fogo. Cães especialmente treinados fazem parte da equipe da PMDF que ajuda a garantr a segurança da população | Foto: Divulgação/PMDF Durante a operação, foram empregadas as cadelas Ipa, de quatro anos, já formada e plenamente operacional, e Shanté, de nove meses, ainda em fase de treinamento. A PMDF investe na capacitação dos policiais e na excelência do policiamento com cães. A atuação do BPCães integra o trabalho contínuo da PMDF, que mantém presença permanente e ações preventivas em todas as regiões administrativas, com o objetivo de antecipar ilícitos, desarticular práticas criminosas e reforçar a segurança da população. [LEIA_TAMBEM]Em locais de grande circulação, como a Rodoviária Interestadual, esse emprego estratégico se mostra importante para coibir o tráfico interestadual de drogas e armas, uma vez que os cães circulam pelo local e, com faro apurado, contribuem de forma decisiva para a detecção de substâncias entorpecentes e armas de fogo. O resultado reforça o caráter preventivo, ostensivo e dissuasório da atuação da PMDF, que segue empregando seus diversos batalhões e modalidades de policiamento de forma integrada, atuando em todo o Distrito Federal para garantir a ordem pública e a segurança da sociedade. *Com informações da Polícia Militar do DF
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Motoristas de ônibus participam de treinamento no Dia Nacional do Ciclista
No Distrito Federal, o Dia Nacional do Ciclista foi celebrado de maneira diferente: no lugar de ciclistas, motoristas. Neste 19 de agosto, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) promoveu a 4ª edição do treinamento Motorista Amigo do Ciclista, em parceria com o Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat) e com o jornalista e ciclista Afonso Morais. O evento reuniu motoristas das cinco operadoras do Sistema de Transporte Público Coletivo do DF para vivenciar, na prática, a realidade dos ciclistas no trânsito. O treinamento, que ocorreu na sede do Sest Senat, em Samambaia, teve como objetivo aproximar motoristas e ciclistas, incentivando a empatia e o respeito nas vias. “A proposta é que cada participante se coloque no lugar do outro e perceba a importância de manter distância e velocidade seguras. Essa conscientização contribui diretamente para a redução de acidentes e para um trânsito mais humano”, destacou o secretário executivo da Semob, Alex Carreiro, durante a abertura do evento. Treinamento teve como objetivo aproximar motoristas e ciclistas, incentivando a empatia e o respeito nas vias | Fotos: Divulgação/Semob Formação teórica e prática A programação começou com uma palestra do ciclista Afonso Morais, conhecido como Bikerrepórter, que abordou os desafios enfrentados por quem pedala no trânsito e explicou o que diz a legislação sobre a convivência entre veículos e bicicletas. De acordo com Morais, os ciclistas têm sentido no dia a dia o resultado desse tipo de treinamento. "Hoje não nos assustamos quando um ônibus se aproxima, pelo contrário, até nos sentimos seguros, pois, na maioria das vezes, eles nos protegem de outros perigos no trânsito. Já ouvi vários relatos de ciclistas afirmando o quanto melhorou a relação com os motoristas de ônibus. Retrato disso é que não temos registros de sinistros envolvendo esses dois veículos juntos há bastante tempo”, expôs. Programação contou com palestras e workshops Nesse momento, os rodoviários puderam tirar suas dúvidas e também fazer o relato de suas vivências no trânsito. Em seguida, o Sest Senat ministrou um minicurso reforçando boas práticas para os rodoviários. Após a formação teórica, os motoristas foram para a área externa e participaram de oficinas práticas. Uma delas abordou situações diversas em um simulador, com o objetivo de preparar os profissionais para enfrentar, com mais equilíbrio, os desafios do dia a dia no transporte coletivo. Outra oficina de destaque veio com a proposta de colocar o motorista no lugar do ciclista. No exercício, os rodoviários pedalaram na margem da pista, enquanto os ônibus passavam em alta velocidade a poucos metros. Uma das oficinas práticas contou com uso de simulador [LEIA_TAMBEM]A importância do treinamento Genival Gonzaga é motorista de ônibus há 11 anos, mas iniciou o trabalho nas operadoras como serviços gerais há mais de 25 anos. Para ele, o cuidado com o ciclista precisa ser permanente. "É muito diferente quando a gente está lá no segundo andar de quando a gente está embaixo. É mais vulnerável e pequeno e aí é que a gente vê que o negócio é complicado”, analisou o motorista. O secretário executivo da Semob ressaltou que ações de conscientização devem ser contínuas. “Quando os motoristas entendem os riscos e vivenciam a realidade do ciclista, passam a dirigir com mais cuidado, beneficiando a todos no trânsito”, arrematou. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
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Treinamento lúdico com luz negra conscientiza equipes de saúde sobre a técnica correta de lavagem das mãos
Uma ação educativa e interativa no centro obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) mostrou que a prevenção começa com um gesto simples, mas essencial para proteger pacientes e equipes: lavar as mãos. Nesta quinta-feira (7), uma capacitação promovida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reuniu profissionais de diversas áreas. A limpeza adequada das mãos é uma das principais medidas para evitar infecções dentro das unidades de saúde. Além de proteger os pacientes, ela também garante a segurança dos colaboradores, impedindo a disseminação de micro-organismos. Por isso, essa prática deve ser constantemente reforçada e atualizada. Na técnica, a tinta fluorescente indica os pontos onde há falhas na lavagem das mãos | Fotos: Divulgação/IgesDF Para facilitar o aprendizado, a oficina utilizou uma dinâmica lúdica, com luz negra e tinta fluorescente. Os participantes aplicaram a tinta nas mãos, simularam a lavagem com água e sabão e, em seguida, inseriram as mãos em uma caixa com luz negra. As áreas onde a tinta permanecia visível indicavam falhas na técnica, como falta de fricção, tempo insuficiente ou movimentos incorretos. A atividade foi conduzida pela enfermeira obstétrica Bruna Carolina Neves Ferreira, que ressaltou a importância do exercício prático. “Essa é uma simulação realística da nossa rotina. A ausência da higienização adequada facilita a proliferação de micro-organismos, o que pode aumentar o risco de infecções para nós, colegas de trabalho e pacientes”, explica. [LEIA_TAMBEM]Após a primeira aplicação da tinta, os profissionais repetiram o processo, seguindo o passo a passo recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por fim, voltavam à caixa com luz negra para verificar se ainda havia resíduos, confirmando se a limpeza estava completa. A fisioterapeuta Marianna Barbosa destacou como a capacitação impacta diretamente a rotina de quem cuida dos pacientes. “Na minha área, atendemos muitas gestantes. Vamos de um leito a outro fazendo massagem, acolhendo, segurando na mão. Então, mesmo usando luvas, é fundamental saber limpar corretamente as mãos”, afirma. Já a técnica de enfermagem Patrícia Borges da Silva reforçou a importância de manter o conhecimento sempre atualizado. “A higienização salva vidas. Muita gente acha que é só lavar, mas existe uma técnica. Por isso, é preciso revisar constantemente”. *Com informações do IgesDF
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Reforma de canil marca nova fase de projeto com cães-guia no DF
Entre latidos curiosos e passos animados, o clima é de entusiasmo no canil do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), no Setor Policial Sul. Com capacidade para acolher cerca de 40 cães, o espaço foi totalmente revitalizado para impulsionar uma iniciativa que alia cuidado, educação e inclusão. Trata-se do projeto da corporação voltado à formação de cães-guia e ao apoio a estudantes da rede pública do DF. O canil do Corpo de Bombeiros foi reformado para impulsionar o projeto da corporação voltado à formação de cães-guia e ao apoio a estudantes da rede pública do DF | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O canil já abriga oito filhotes da pastora alemã Gamboa, que serão preparados para atuar como cães-guia de pessoas com deficiência visual. Eles serão entregues em agosto a famílias cuidadoras voluntárias, atualmente selecionadas por meio de chamamento público. A triagem envolve entrevistas e visitas domiciliares conduzidas por dois especialistas em treinamento e uma psicóloga. Outra frente do projeto, desenvolvida em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), envolve a atuação de cães em escolas cívico-militar do CBMDF em duas áreas: o apoio a crianças com transtorno do espectro autista (TEA), com projeto-piloto no Centro de Ensino Fundamental 01 do Lago Norte (Celan), e a formação técnica em cinotecnia – área que envolve manejo e treinamento de cães –, com alunos do CEF 01 do Núcleo Bandeirante. Cada ação tem uma rotina própria de treinamento. “Os filhotes que nascem no canil vão para as famílias socializadoras, com quem passam cerca de dez meses. Depois retornam para o treinamento específico como cães-guia”, explica o coordenador do projeto, major João Gilberto Silva Cavalcanti. Já os cães voltados ao acolhimento de crianças com autismo integrarão o dia a dia escolar em atividades de socialização. “Durante o mês de agosto vamos estruturar a atuação dos cães também nas escolas cívico-militares. Alunos do 9 ano da escola do Núcleo Bandeirante participarão da formação inicial em cinotecnia, com apoio de organizações não governamentais [ongs] parceiras”, completa Gilberto. Segundo o coordenador-geral das escolas cívico-militares do CBMDF, coronel Luciano Paz, a ideia é ampliar os benefícios do projeto tanto para os estudantes atendidos quanto para a formação de novos profissionais. “Os cães atuam de forma muito positiva. A ideia é que fiquem disponíveis nas escolas, inclusive em salas de recursos, para auxiliar alunos durante crises ou dificuldades de interação”, detalha. “Também queremos formar mais instrutores, garantindo a continuidade e expansão do projeto”. Os filhotes da pastora alemã Gamboa serão preparados para atuar como cães-guia de pessoas com deficiência visual Famílias cuidadoras Na nova etapa do programa, oito famílias serão selecionadas para acolher os filhotes. Elas contarão com todo o suporte do CBMDF, incluindo assistência veterinária, alimentação, acompanhamento técnico e orientações para o desenvolvimento físico e emocional dos cães. A psicóloga voluntária Fernanda Debattisti destaca a importância do papel dessas famílias: “Além de acolherem o filhote, elas o apresentam a diferentes experiências – caminhar na rua, frequentar parques, metrô, ônibus, supermercados – tudo isso é essencial para a socialização do cão”. [LEIA_TAMBEM]A profissional de saúde já foi cuidadora três vezes e agora participa da seleção dos voluntários. “Durante esse período, a família recebe acompanhamento técnico dos treinadores e suporte psicológico para lidar com os desafios e garantir bem-estar ao animal, com alimentação adequada, higiene, passeios e acesso a diferentes ambientes”, explica. A previsão é que, em maio do próximo ano, os cães retornem ao canil para iniciar o treinamento oficial como cães-guia – processo que pode levar até dois anos e envolve comandos específicos, ambientação urbana e adaptação ao futuro tutor, pessoa com deficiência visual cadastrada na lista nacional de espera. A partir de agosto, uma nova cadela da raça labrador deve cruzar, iniciando uma nova geração de filhotes. O objetivo é tornar o projeto permanente, consolidando o DF como referência nacional na formação de cães-guia. O aposentado Justino Bastos conta com a ajuda do cão-guia Forró há sete meses: "Recomendo muito o cão-guia para outras pessoas com deficiência visual. É maravilhoso” Transformando vidas Há sete meses com o cão-guia Forró, o aposentado Justino Bastos, 53 anos, relata o impacto positivo do animal em sua vida: “Ele me dá mais mobilidade e segurança para andar pelas ruas, enfrentar calçadas irregulares, obstáculos. Recomendo muito o cão-guia para outras pessoas com deficiência visual. É maravilhoso”. Justino recebeu o cão pelo Programa Cão-Guia do Instituto Federal Goiano e comemora o retorno do DF à formação. “É muito importante ver esse projeto se fortalecer aqui. Dá esperança de que, em breve, mais pessoas terão acesso a um cão-guia vindo do nosso próprio Distrito Federal”.
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Projeto Samuzinho leva orientações sobre primeiros-socorros às escolas do Distrito Federal
O que fazer com uma vítima de parada cardiorrespiratória? Como agir em casos de engasgo? Essas situações podem ocorrer a qualquer momento e de forma inesperada. Na última terça-feira (1º), mais de 80 crianças da Escola Classe 01 do Paranoá aprenderam a lidar com ocorrências desse tipo por meio do projeto Samuzinho, uma iniciativa do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu) que promove a capacitação em primeiros-socorros em escolas públicas e privadas do Distrito Federal. Equipes do Samu desenvolvem trabalho de conscientização e ensino de práticas de primeiros-socorros nas escolas do DF | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde O projeto Samuzinho percorre as instituições de ensino do DF oferecendo treinamento básico em como atuar em situações de parada cardiorrespiratória, engasgo, identificação de sinais de um acidente vascular cerebral (AVC) e como acionar o Samu-DF em casos de urgências. A diretora da EC 1 do Paranoá, Patrícia Fonseca, elogiou a iniciativa: “Me surpreendi muito. Achei legal e muito importante ensinar isso para as crianças”. Os ensinamentos unem teoria à prática e possibilitam que as crianças treinem manobras de desengasgo e de reanimação cardiopulmonar em bonecos. Desde a implantação, o projeto já instruiu mais de 25 mil pessoas em instituições públicas e privadas, principalmente em escolas. Segundo a coordenadora do Samuzinho, Melline Resende, o programa tem a finalidade de ensinar e estimular a disseminação do conhecimento, levando-o para o interior dos lares: “Sempre quando terminamos as estações, perguntamos se eles conseguem ensinar aos pais ou avós, para que eles mostrem também o que aprenderam nas aulas”. Conscientização Estudantes aprendem a identificar situações de perigo e agir em tempo hábil; escolas interessadas devem agendar o trabalho A proposta surgiu da necessidade de conscientizar as crianças sobre a importância do serviço do Samu-DF. “Tínhamos uma grande porcentagem de trotes, de ligações indevidas, e percebemos que a maioria ocorria no horário de intervalo e das saídas das escolas; então, percebemos a necessidade de conscientizar essas crianças”, relembra Melline. Desde então, o projeto se tornou uma das principais estratégias de atuação em casos de urgência e emergência com as instituições de ensino. Apesar de o principal público ser de crianças e adolescentes, empresas também podem solicitar o treinamento. “Hoje, trabalhamos com qualquer população que não seja da área da saúde, mostrando estratégias de como atuar até o serviço de urgência e emergência chegar, para que a gente consiga salvar mais vidas e diminuir as sequelas desses pacientes”, pontua a coordenadora do projeto. As aulas são ministradas sempre às terças-feiras. No caso de treinamento nas escolas, é necessário que as crianças tenham a idade mínima de sete anos, e o público deve ter acima de 30 pessoas. Programe-se A agenda para 2025 já foi encerrada, mas as inscrições para as atividades do próximo ano estarão abertas a partir de novembro. Para as instituições que possuem acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI), basta elaborar um ofício, preencher o formulário modelo 81525374 e encaminhar para SES/CRDF/Samu – Diretoria do Samu 192. Já as instituições que não possuam acesso ao sistema podem enviar ofício aos cuidados do diretor do Samu-DF, Victor Leonardo Arimatea Queiroz, preenchendo e anexando o formulário disponível neste link e encaminhando para o e-mail df.samu192@gmail.com, ou pessoalmente, no endereço: SIA Trecho 3 lotes 2090/2100 – Brasília/DF – CEP: 71.200-033. Mais informações podem ser conferidas no site do Projeto Samuzinho. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Curso prepara profissionais da saúde dedicados ao cuidado materno-infantil
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) abriu inscrições para o curso Iniciativa Hospital Amigo da Criança (Ihac), capacitação essencial para profissionais de saúde que buscam aprimorar o atendimento materno-infantil. O treinamento é uma iniciativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF). Mães interagem com profissionais do HRSM; hospital é referência em acompanhamento de bebês e mães | Fotos: Divulgação/IgesDF O selo Ihac reconhece hospitais que adotam práticas voltadas ao bem-estar da mãe e do bebê, com foco especial no aleitamento materno. “Nós já atuamos com todo o cuidado, e agora queremos essa validação”, explica a coordenadora da Iniciativa Hospital Amigo da Criança do HRSM, Geisielle Cavalcante. [LEIA_TAMBEM]O curso é direcionado às equipes multiprofissionais que atuam direta ou indiretamente no atendimento de mães e bebês. Entre os temas abordados estão os dez passos para o sucesso do aleitamento materno, cuidado amigo da mulher, Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância e a importância da presença do acompanhante com o recém-nascido durante 24 horas por dia. A capacitação será ministrada em duas etapas. A primeira, teórica, terá formato na configuração Ensino a Distância (EaD), com previsão de ser concluída até 24 de julho. A segunda etapa será prática, com data e local a serem definidos em breve. Com carga horária total de 20 horas, o curso exige participação integral nas duas fases para a emissão do certificado. As inscrições podem ser feitas por este link. Rumo ao selo O curso integra os esforços institucionais para que o HRSM conquiste o selo Hospital Amigo da Criança, concedido pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). “Essa preparação é fundamental para que o hospital atenda a todos os critérios da Ihac e seja reconhecido como referência no cuidado humanizado e seguro”, reforça Geisielle Cavalcante. “Essa certificação reforçará a qualidade assistencial, o desenvolvimento institucional e, ainda, reafirmará nosso compromisso com a segurança, a equidade no cuidado e a defesa dos direitos das pacientes e de seus filhos”, reforça a superintendente do HRSM, Eliane Abreu. “Somos uma referência, e é justo que esse reconhecimento seja oficializado.”. Parto humanizado Práticas que asseguram todo conforto e autonomia à mulher antes, durante e depois do parto fazem parte das diretrizes do curso Um dos pilares da certificação é o Critério Global Cuidado Amigo da Mulher, que contempla um conjunto de práticas respeitosas e baseadas em evidências para o atendimento durante os períodos de pré-parto, parto e pós-parto. Entre as diretrizes, destacam-se práticas que garantem acolhimento, conforto e autonomia à mulher durante o trabalho de parto. Ela tem direito à presença de um acompanhante de sua escolha, à oferta de líquidos e alimentos leves e à liberdade para se movimentar e escolher a posição que preferir, salvo contraindicações médicas. O ambiente também deve ser acolhedor, com privacidade e iluminação suave, promovendo um clima tranquilo e respeitoso. Outro ponto fundamental é o acesso a métodos não farmacológicos de alívio da dor, como o uso do chuveiro, massagens, bola de Pilates e compressas. Devem-se evitar intervenções desnecessárias, como episiotomia, indução ou cesariana, exceto quando houver real necessidade clínica. Caso deseje, a parturiente também pode contar com o apoio de doulas comunitárias ou voluntárias, o que contribui para uma experiência mais positiva e humanizada. *Com informações do IgesDF
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Servidores do Samu se capacitam em preservação de cenas de crime
Cerca de 80 profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) participaram do Curso de Preservação de Cena de Crime. A capacitação – realizada na terça-feira (27), no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília, em parceria com a Polícia Civil –reuniu enfermeiros, técnicos de enfermagem, condutores socorristas e gestores da rede. Profissionais do participaram de curso sobre preservação de cena de crime, realizado em parceria com a Polícia Civil | Foto: Divulgação/SES-DF O objetivo é preparar as equipes para atuar de forma técnica em situações com indícios de violência. “A atuação do Samu em cenas de crime é pautada tanto pela necessidade de prestar um atendimento adequado à vítima quanto pela responsabilidade de preservar o local para investigações futuras", explica a chefe do Núcleo de Educação em Urgências (NEU) do Samu-DF, Carolina Cunha. Com carga horária de 10 horas, o curso abordou temas como local de crime, exame pericial, conceitos básicos de legislação, cadeia de custódia de vestígios e procedimentos de isolamento. [LEIA_TAMBEM]Atuação do Samu Na prática, ao chegarem ao local da ocorrência, as equipes do Samu-DF já são treinadas para identificar sinais que possam indicar a prática de um crime – como lesões por arma branca ou de fogo, agressões físicas, quedas suspeitas ou tentativa de autoextermínio. Quando há suspeita de violência, é solicitado o apoio policial e a Central de Regulação de Urgências é imediatamente acionada. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Técnicos das administrações regionais se preparam para a 6ª Conferência Distrital das Cidades
Técnicos das administrações regionais e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) participaram, nessa quarta-feira (28), de um treinamento na sede da pasta. A capacitação foi voltada aos profissionais que atuarão como moderadores e relatores nas reuniões preparatórias da 6ª Conferência Distrital das Cidades (CDC). Técnicos participam de treinamento para atuar como mediadores e relatores nas quatro reuniões preparatórias para a 6ª Conferência Distrital das Cidades | Foto: Divulgação/Seduh-DF “Além de mediar e relatar os debates, os técnicos vão auxiliar os participantes na formulação de propostas. Ou seja, vão traduzir os desejos da população em linguagem técnica, para serem encaminhados à Conferência Nacional das Cidades”, explicou a coordenadora-executiva da comissão organizadora da 6ª CDC e secretária adjunta de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tereza Lodder. As reuniões preparatórias contarão com a participação de técnicos das administrações regionais, da Seduh e de outros integrantes da comissão organizadora, composta por representantes do poder público e da sociedade civil. O objetivo é garantir que a população possa discutir, de forma ampla e democrática, questões centrais das políticas de desenvolvimento urbano do Distrito Federal e do país. “Esse foi um treinamento geral, para os técnicos entenderem os temas e a dinâmica dos encontros. O próximo será mais específico, voltado para os debates em sala, formulação e votação das propostas prioritárias, além do processo de indicação dos delegados”, informou a assessora da Coordenação de Gestão Urbana da Seduh, Juliana Lucas. O segundo treinamento será nesta sexta-feira (30), às 14h30, no auditório da Seduh, no 18º andar do edifício Number One, na Asa Norte. [LEIA_TAMBEM]Reuniões preparatórias Os encontros começam neste sábado (31), no Gama, e seguem em 7 e 14 de junho, em Taguatinga e Planaltina, respectivamente. A última reunião será em 5 de julho, no Plano Piloto. Todas ocorrerão das 8h às 13h. As regiões foram escolhidas com base em critérios como localização geográfica, estrutura do espaço e acessibilidade. Por isso, a população foi agrupada conforme a área de abrangência de cada local. Os encontros são abertos ao público. Durante as reuniões, serão aprovadas propostas e eleitos os delegados e delegadas que participarão da 6ª CDC, marcada para os dias 29, 30 e 31 de agosto, em local ainda a ser definido. Na conferência, serão eleitos os representantes do DF para a etapa nacional, prevista para outubro. Calendário das reuniões preparatórias Sábado (31) – Gama · Local: Auditório do Campus da UnB – Setor Leste, Projeção A · Abrangência: Gama, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Água Quente 7/6 – Taguatinga · Local: Auditório do Colégio Projeção – Área Especial nº 5 e nº 6, Setor C Norte, Samdu · Abrangência: Taguatinga, Samambaia, Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Guará, Riacho Fundo, Águas Claras, SCIA/Estrutural, SIA, Vicente Pires e Arniqueira 14/6 – Planaltina · Local: Auditório do Centro Educacional Delta – Quadra 1, Conjunto F, lotes 21 a 31, Buritis I, Setor Residencial Leste · Abrangência: Planaltina, Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Arapoanga 5/7 – Plano Piloto · Local: Auditório da ADUnB – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, Casa do Professor · Abrangência: Plano Piloto, Candangolândia, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Park Way, Varjão, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e Itapoã. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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Motoristas de ônibus do DF recebem treinamento sobre comunicação não violenta e conduta profissional
Nesta terça-feira (20), mais de 200 motoristas da Viação Marechal participam de um treinamento focado na melhoria da qualidade do atendimento ao público e no fortalecimento da postura profissional. A iniciativa inclui palestras sobre conduta ética e técnicas de comunicação não violenta, com o objetivo de preparar os rodoviários para enfrentar, com mais equilíbrio, os desafios do dia a dia no transporte coletivo. Auditores orientam os motoristas de ônibus sobre a importância da prestação de um serviço eficiente e humanizado | Foto: Divulgação/Semob-DF “A qualificação constante dos rodoviários é essencial para melhorar a experiência dos usuários. Sabemos que esses profissionais estão na linha de frente, lidando com horários apertados e diferentes perfis de passageiros. Ao oferecer esse tipo de treinamento, promovemos um serviço mais humano e acolhedor”, afirma o secretário de Mobilidade, Zeno Gonçalves. [LEIA_TAMBEM] Com turmas nos períodos da manhã e da tarde, o treinamento é realizado no auditório da garagem da Marechal e conta com a participação da Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF, por meio da Subsecretaria de Fiscalização, Auditoria e Controle (Sufisa). Os auditores da Sufisa estão orientando os profissionais sobre as regras de conduta dos prepostos e o papel dos motoristas na prestação de um serviço eficiente e humanizado. Na segunda parte da programação, o relações públicas César Franco conduz a palestra “Qualidade no Atendimento”, abordando a importância da comunicação não violenta, do cuidado nas relações interpessoais e da postura profissional frente aos usuários do transporte público. A proposta é oferecer ferramentas práticas para que os motoristas saibam como agir em situações de estresse ou conflito, comuns na rotina do transporte coletivo. A expectativa do diretor executivo da Marechal, Igor Taques, é que ações como essa se repitam ao longo do ano. "Queremos contemplar a maior quantidade de colaboradores e contribuir para um ambiente mais respeitoso, seguro e eficiente dentro dos ônibus do DF", finaliza. *Com informações da Semob-DF
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Brigadistas e técnicos de segurança da área de saúde são capacitados para resgate em áreas de alto risco
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nessa quinta-feira (15), um treinamento intensivo voltado ao aprimoramento das técnicas de resgate em áreas quentes — ambientes críticos, como aqueles afetados por incêndios ou explosões. Realizada no auditório do Hospital de Base (HBDF), a capacitação reuniu técnicos de segurança do trabalho e brigadistas de incêndio que atuam em unidades do instituto, incluindo o próprio HBDF e as unidades de pronto atendimento (UPAs). Técnicos de segurança do trabalho e brigadistas de incêndio que atuam em UPAs e em hospitais geridos pelo IgesDF participaram de treinamento para resgate em situações de emergência | Foto: Divulgação/IgesDF Com foco em situações de eventos inesperados e com grande potencial destrutivo, o treinamento teve como principal objetivo garantir uma resposta rápida, segura e eficaz durante esse tipo de emergência. Os participantes foram desafiados em simulações realistas, que exigiram aplicação prática das técnicas de resgate e trabalho em equipe. [LEIA_TAMBEM] “Essa preparação é fundamental para proteger a integridade física dos profissionais, dos pacientes e de terceiros. Saber agir no momento certo pode ser decisivo para salvar vidas. A aplicação correta das técnicas garante que ninguém fique desamparado em uma situação crítica”, destacou o engenheiro de segurança do trabalho, José Lucas, também coordenador do curso. A capacitação foi conduzida pelo líder da brigada de incêndio, Renato Gomes, com supervisão do técnico de segurança, Guilherme Campanella, e do próprio coordenador José Lucas. Juntos, eles acompanharam o desempenho dos participantes e orientaram a execução das etapas do protocolo de resgate em áreas de risco elevado. O treinamento contou com o apoio do Núcleo de Educação Corporativa (Nudec), ligado à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), que colaborou na organização da atividade e na adaptação dos conteúdos para a realidade das unidades do IgesDF. *Com informações do IgesDF
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Motoristas de ônibus participam de treinamento para melhorar o atendimento aos passageiros
A formação permanente é uma das premissas para qualificar o atendimento aos passageiros nos ônibus do Distrito Federal. Com esse objetivo, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) participa dos treinamentos de motoristas, apontando os principais pontos a serem melhorados na relação dos rodoviários com os usuários. No período de 5 a 14 de maio, o treinamento está sendo com motoristas da Piracicabana. Motoristas da Piracicabana participam de treinamento promovido pela Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF para aumentar a segurança no transporte de passageiros e no trânsito | Fotos: Divulgação/Semob-DF Desde 2024, mais de 3.200 rodoviários participaram dos treinamentos oferecidos pela equipe de fiscalização da Semob. O curso é ministrado nas garagens das empresas, que montam pequenas turmas por dia para que, nos intervalos da operação dos ônibus, esses profissionais possam participar da formação. “Nós temos o cuidado de verificar quais são as principais reclamações dos passageiros para criar palestras e debates com os motoristas e cobradores, buscando melhorar esse atendimento. Esse trabalho de esclarecer certas situações e quais são as regras ajuda na experiência dos rodoviários, para que saibam como agir diante dos passageiros”, ressaltou o titular da Semob, Zeno Gonçalves. Fábio Sales diz que o curso ajuda os motoristas a corrigir eventuais falhas Há 18 anos atuando como motorista, Fábio Sales destacou a importância de ter acesso a essas informações para conseguir prestar melhor serviço na prática. “A gente tem sempre que aprender. Muitas vezes a gente comete algum erro sem saber e esse curso aqui é maravilhoso para isso, para ver onde falhamos no dia a dia”, refletiu Sales. O motorista José Marcolino da Silva Filho diz que os treinamentos são importantes para se atualizar sobre regras de transporte no DF Com 40 anos de experiência,o motorista José Marcolino da Silva Filho vê os treinamentos como oportunidade de atualizar os conhecimentos de legislação e regras do transporte no Distrito Federal. Como exemplos de atualizações recentes, ele destacou normas como o desembarque fora de pontos de parada, entre 21h e 6h, para qualquer pessoa, bem como as regras para o transporte de animais domésticos. “É um atrito que você vai evitar com o usuário, por desconhecimento referente a essas regras”, explicou o motorista. [LEIA_TAMBEM] Durante o treinamento, os participantes também tiram dúvidas quanto ao embarque fora das baias e como proceder com os passageiros que reclamam se o motorista não permitir o acesso ao ônibus. Neste caso, foi esclarecido que, após o motorista fechar a porta para iniciar a manobra de saída do box, não é permitido reabrir a porta, por questões de segurança para os próprios passageiros. Além do treinamento oferecido pela Semob, as próprias operadoras realizam formações periódicas com seus colaboradores e promovem ações de reconhecimento pela boa conduta de seus profissionais. Um exemplo é a divulgação da imagem desses rodoviários na parte traseira dos veículos (busdoor) enaltecendo suas boas atuações. Os passageiros que desejarem elogiar a boa conduta de motoristas podem fazer um registro na ouvidoria, ligando no 162 ou pelo site do Participa DF, que são os mesmos canais para as reclamações. *Com informações da Semob-DF
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Simulado de emergência com participação do Corpo de Bombeiros é realizado no HRSM
Sirenes, fumaça, explosão, gritos, desespero, vítimas machucadas e muita correria. Esse é o cenário de situações de acidentes, explosões, incêndios e catástrofes que podem ocorrer em qualquer hora e lugar. Foi tudo fictício e encenado, mas poderia ser real. Nesta sexta-feira (9), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) foi palco de um simulado de emergência, conduzido pela brigada de incêndio da unidade e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), com o apoio da brigada voluntária e do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT). A finalidade é avaliar e aperfeiçoar a resposta da equipe diante de situações de emergências, tendo em vista que no hospital estão não só colaboradores, mas pacientes, acompanhantes, crianças e bebês, inclusive recém-nascidos e prematuros. A simulação de incêndio não envolveu pacientes, priorizando o treinamento das equipes | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “É uma simulação muito importante, para que todos estejam preparados e, no caso de alguma emergência, que consigam salvar vidas e evacuar o prédio rapidamente, acionando o Corpo de Bombeiros e salvando vidas de pessoas que trabalham aqui, acompanhantes, pacientes. No ano passado, fizemos o treinamento da brigada voluntária em todos os setores visando capacitar todos os colaboradores para saberem as rotas de fuga em casos de princípio de incêndio, como atuar, como evacuar as pessoas do local e salvar vidas que ali estão”, explica a engenheira de segurança do SESMT, Aléssia Silva. A simulação no HRSM foi de um incêndio no 4º andar do hospital, na ala da Maternidade, na Farmácia, Almoxarifado e no prédio anexo do hospital. Além de fumaça em todo o prédio. Com isso, todos os colaboradores dos setores tiveram que deixar rapidamente o prédio. A simulação não envolveu pacientes, ocorreu de forma parcial, priorizando o treinamento das equipes. A brigada de incêndio garante a evacuação segura de pacientes e funcionários O chefe de plantão da brigada de incêndio do HRSM, Lázaro Chaves, destaca que hospitais de grande porte apresentam riscos elevados, como vazamentos de gases medicinais, produtos químicos inflamáveis, curtos-circuitos e possibilidade de explosões em áreas técnicas. A brigada atua na prevenção e resposta rápida a emergências, realizando inspeções, treinamentos e simulados com apoio da brigada voluntária. “Nosso foco é garantir a evacuação segura de pacientes, principalmente os mais vulneráveis, e manter a segurança da edificação”, afirma. [LEIA_TAMBEM] No simulado, as vítimas foram resgatadas pela brigada de incêndio, brigada voluntária e Corpo de Bombeiros. “Para nós, a brigada voluntária é 50% do nosso serviço enquanto brigada, porque eles retiram toda a população. A gente fica bem tranquilo com a brigada voluntária do HRSM treinada hoje, pois eles levaram menos de dois minutos para evacuar os três pavimentos, o quarto andar, o almoxarifado e a farmácia, um tempo ótimo”, informa. Para o subtenente Juliano Souza, do 18º Grupamento de Bombeiro Militar do DF, o simulado foi muito positivo e tem melhorado a cada ano que acontece, apresentando equipes cada vez mais aprimoradas. “O mais importante é que a gente chegue aqui e salve o máximo de pessoas. Então, o treinamento é para qualificar cada vez mais o pessoal da Brigada e haver esse conjunto de atuação entre a Brigada e o Corpo de Bombeiros em prol da população. A cada ano a gente está fazendo esse treinamento e a cada dia está bem melhor, eles estão se aperfeiçoando e foi notória a melhora comparada com os simulados dos anos anteriores”, destaca. *Com informações do IgesDF
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Vigilantes do Hospital de Base são treinados sobre revista visual e uso de detector de metais
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, na terça (29) e quarta-feira (30), workshops sobre revista visual e uso de detector de metais para os vigilantes da unidade. Os participantes receberam as orientações sobre a importância da implementação da revista visual para a unidade, bem como treinamento sobre limites legais, técnicas de abordagem, procedimentos no caso de recusa, além de exemplos práticos. O supervisor de segurança, Silvio da Silva, apresentou a nova aparelhagem de detectores de metais e o seu uso por parte dos vigilantes | Foto: Divulgação/IgesDF O treinamento foi realizado por meio do Núcleo de Segurança Institucional (NUSHP) do Hospital de Base, com o apoio do Núcleo de Educação Corporativa (Nudec) vinculado à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). [LEIA_TAMBEM]O chefe do Núcleo de Segurança Institucional, Daniel Rabelo Santos, ressaltou todo o protocolo necessário para a abordagem tanto de colaboradores quanto do público em geral, além de repassar os itens permitidos e proibidos de entrada no Hospital. “A revista visual se torna necessária para garantir a segurança de todas as pessoas presentes dentro da unidade”, disse Daniel. Já o supervisor de segurança, Silvio da Silva, apresentou a nova aparelhagem de detectores de metais e o seu uso por parte dos vigilantes. “O uso do detector é para o caso de suspeita de porte de armas brancas ou de fogo”, ressaltou. Os vigilantes presentes no treinamento puderam treinar o uso correto do aparelho detector e tiraram suas dúvidas a respeito do uso do mesmo no dia a dia. Daniel destacou a importância do uso do detector de metais para a segurança de todos. “Com essa ferramenta será possível localizar de forma mais segura qualquer material perfurocortante ou arma de fogo que possa colocar em risco a integridade dos nossos colaboradores e pacientes”, contou. Segundo ele, o equipamento poderá ser utilizado pelos vigilantes nas portarias do ambulatório, pronto-socorro e internação. O workshop foi finalizado com a apresentação de vídeos captados por câmeras de segurança do Hospital de Base. Os casos foram repassados e analisados junto aos profissionais, que puderam tirar dúvidas. *Com informações do IgesDF
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