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Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses

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Campanha de vacinação antirrábica: mais de 23 mil doses já foram aplicadas em cães e gatos no DF 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Campanha de Vacinação Antirrábica de Cães e Gatos, no Distrito Federal, começou no último sábado (15/8). Realizada tradicionalmente no segundo semestre de cada ano, a imunização gratuita contra raiva é fundamental para proteger animais e prevenir a transmissão da doença para seres humanos. Somente no primeiro sábado da campanha, já foram aplicadas mais de 23 mil doses (23.390). A campanha conta com postos de vacinação em diferentes regiões administrativas aos sábados, além dos pontos fixos da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Dival) e das unidades do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental (Nuval), que permanecem em funcionamento nos dias úteis. A lista completa com os locais está disponível no site, neste link.  Cães e gatos podem tomar a vacina a partir dos três meses de idade: imunização evita o contágio com o vírus da raiva | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde A vacina pode ser aplicada em cães e gatos a partir dos três meses de idade e deve ser renovada a cada ano. A imunização evita o contágio com o vírus da raiva, que é extremamente letal tanto para os animais quanto para os humanos.  Proteção A campanha já estava prevista mesmo antes da confirmação de um caso de raiva em um cão na região do Lago Norte. Até então, o Distrito Federal não registrava casos da doença em cães desde 2000; e, em gatos, desde 2001. Apesar disso, o vírus continua circulando em animais silvestres, especialmente morcegos.  Após a confirmação do caso, equipes da Vigilância Ambiental em Saúde realizaram as medidas previstas nos protocolos, incluindo o bloqueio vacinal na área e a orientação dos moradores sobre os cuidados necessários. Em casos de acidentes com animais, a orientação é que a pessoa busque um hospital ou uma unidade básica de saúde (UBS). A lista completa com os locais para atendimento após acidentes com animais que possam transmitir o vírus da raiva está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF), neste link. *Com informações da SES-DF    

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Zoonoses disponibiliza mais de dez cães para adoção

Já pensou em começar o ano com um novo amigo dentro de casa? A Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses da Secretaria de Saúde (SES-DF) está com 17 cães disponíveis para a adoção. A maioria são cachorros machos e com idades acima de dois a três anos. Para levar o bichinho para casa, basta comparecer ao local, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É preciso ter mais de 18 anos, levar documento de identificação com foto e assinar um termo de responsabilidade. Os profissionais estão disponíveis para realizar uma visita guiada, ajudando a indicar o melhor pet para cada realidade familiar. A maioria dos cães disponíveis para a adoção são machos e acima de dois a três anos | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF Nas baias onde os cães esperam visita, há informações sobre cada um, como idade, características gerais, histórico, medicamentos e tratamentos. "Todos os animais já estão vacinados, vermifugados e castrados. Além disso, os animais possuem coleiras de repelente de mosquitos — para proteger contra a leishmaniose — e estão microchipados", reforça a gerente de Vigilância Ambiental de Zoonoses, Camila Cibeli. Os chips permitem controle e rastreabilidade, contendo um número de 15 dígitos que identifica o animal de maneira única. Os animais foram resgatados em 2025, da casa de uma pessoa acumuladora, na Candangolândia. Na época, a operação recuperou mais de 120 cachorros. Horário de funcionamento De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h Endereço: SHCNW — Setor de Habitações Coletivas Noroeste. Trecho 02, Lote 4 (Via de acesso ao Hospital da Criança) *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Recolhimento de animais mortos requer cuidados; veja como e quando acionar o GDF

O que fazer ao encontrar um animal morto em uma área pública do Distrito Federal? Essa é uma dúvida que muitos moradores têm ao se deparar com bichos sem vida em locais públicos. Na capital federal, dois órgãos são responsáveis pelo recolhimento. A maior parte deles é feita pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). No entanto, quando há risco epidêmico ou qualquer vulnerabilidade à saúde humana, a retirada é feita pela Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do DF (SES). A maior parte dos animais mortos encontrados em áreas públicas é recolhida pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) | Foto: Divulgação/SLU Animais de pequeno, grande e médio porte são recolhidos pelo SLU, por meio de uma empresa terceirizada que, este ano, fez 99 viagens para a realização do serviço. Animais muito pequenos, como roedores e pássaros, são recolhidos pelos próprios trabalhadores da limpeza urbana. Todos são enviados para o aterro sanitário, onde são enterrados. Segundo o órgão, capivaras e cachorros, normalmente vítimas de atropelamento nas vias do DF, são as espécies mais recolhidas pelos profissionais. O acionamento é feito pela própria população pelo telefone 162. É necessário informar a localização e a espécie do bicho. “O que pedimos é que a população nos ajude com o maior número de informações no acionamento, com a localização exata e até com imagens. Tudo isso facilita o nosso serviço”, revela o assessor especial da Diretoria de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo. O SLU conta com duas equipes específicas para o serviço. Cada uma tem um caminhão e dois profissionais que atuam de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h. Cuidado epidemiológico Duas espécies exigem um recolhimento diferenciado, feito pela Diretoria de Vigilância Ambiental por meio do programa de vigilância de raiva e febre amarela: morcegos e primatas não humanos, como macacos e micos. Este ano, o órgão recolheu 85 morcegos, dos quais seis apresentaram resultado positivo para teste de raiva, e 28 primatas não humanos. “É importante que esses animais epidemiológicos passem pelo programa da Vigilância Ambiental, porque os monitoramos com encaminhamento para o diagnóstico de vírus da febre amarela e da raiva para que, em caso de positividade, as equipes de saúde possam fazer ações de bloqueio da área, trabalhar a conscientização e desencadear ações de vacinação e detecção”, explica a bióloga Gabriela Toledo, da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses da SES. Por conta de risco à saúde humana, a retirada de duas espécies é feita pela Diretoria de Vigilância Ambiental: morcegos e primatas, como macacos e micos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As ações de vigilância ocorrem mediante acionamento da população pelos números 3449-4432 e 3449-4434 ou pelo e-mail zoonosesdf@gmail.com. “Orientamos que a população não manipule esses animais mortos. Se possível, apenas isolar a área e entrar em contato com a gente da forma mais rápida possível. Quanto mais rápido conseguirmos acessar o animal, melhor será a amostra e o diagnóstico”, comenta a bióloga. Localização, fotos e tipo do animal são informações essenciais para o atendimento. Os acionamentos via telefone podem ser feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, que é o mesmo horário dos recolhimentos. Nos horários em que não há atendimento ou no fim de semana, a recomendação é o contato pelo e-mail.

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Zoonoses tem 12 animais para adoção, e um deles pode ser seu!

Quem tem interesse em adotar um bichinho de estimação pode aproveitar a oportunidade e iniciar o ano com um novo membro na família. A Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, da Secretaria de Saúde, está com sete cães aptos para adoção. São três machos e quatro fêmeas. Também há cinco gatos disponíveis, sendo dois machos e três fêmeas. Os bichinhos estão disponíveis para adoção e aguardam ansiosamente por um novo lar. Os animais disponíveis para adoção já estão vacinados | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF “Os cães e gatos foram vacinados contra raiva. Além disso, os cães já realizaram exames para leishmaniose e foram tratados contra possíveis parasitas (pulgas e carrapatos). Todos os animais estão em excelentes condições para serem adotados”, informa o gerente de Zoonoses, Isaías Chianca. Cinco gatos estão disponíveis na Zoonoses Quem deseja adotar um bichinho deve comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), lote 4, estrada do Contorno Bosque, Noroeste. O horário de visitação é das 9h às 15h, de segunda a sexta-feira. Para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, comprovante de residência, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal. “No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto à guarda responsável de animais domésticos e às medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada animal fica em observação por dez dias”, explica. Quem tiver interesse em castrar seu animal é só avisar na hora da adoção, pois existe uma parceria da Zoonoses com o Instituto Brasília Ambiental, que faz castração gratuitamente. É só ligar e agendar”, explica Isaías Chianca. Dócil e brincalhona, a cachorrinha Vilma espera há oito meses por um novo lar Vilma é uma das cadelas que estão para adoção. Ela tem 1 ano e meio e chegou na Zoonoses em maio do ano passado. Há oito meses aguarda ansiosamente por um lar que a acolha com muito amor e carinho, e vai retribuir com muito companheirismo e brincadeiras. A fêmea é dócil e serelepe. Wagner chegou junto com Vilma no canil da Zoonoses. Os dois foram apreendidos no Parque Nacional devido ao risco que corriam estando junto com animais silvestres. Ele é mais quieto e arredio, mas não se esquiva quando recebe carinho. Além dos dois, têm ainda o Gigante, a Zara, o Zorro, a Liza e a Gardênia. Para quem prefere os felinos, há cinco gatos disponíveis para adoção. Todos adultos e saudáveis. Juma está na Zoonoses há quase um ano. Ela chegou com três meses e até hoje não foi adotada. Um pouco desconfiada, depois de algum tempo se acostuma e ativa seu ronronar. Controle de Zoonoses Antes de ser colocado para adoção, cada animal fica em observação por dez dias A Secretaria de Saúde não possui a competência de recolher animais abandonados. A Gerência de Controle de Zoonoses efetua o recolhimento de animais domésticos (cães e gatos) que possam oferecer risco à saúde da população, como disseminação de doenças. “O recolhimento precisa de vínculo epidemiológico. Em casos de políticas de desocupação em que somos notificados, nós não recolhemos animais saudáveis. Só agimos em situações que podem causar risco à saúde pública”, acrescenta o gerente de Zoonoses. Nos casos em que o animal apresenta comportamento agressivo e até mesmo tenha ocorrido o ataque, a Dival também faz o recolhimento do animal: basta ligar no número da Gerência de Zoonoses e informar o endereço da proximidade em que o animal está. O telefone é o 2017-1342. *Com informações da Secretaria de Saúde

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