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Setembro em Flor leva informação e acolhimento a pacientes do Hospital de Base

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Conversas sobre prevenção e felicidade fizeram parte de uma tarde diferente para cerca de 50 mulheres em tratamento contra o câncer no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Nesta quarta-feira (23/9), o Setembro em Flor abriu espaço para compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e falar sobre questões que fazem parte da vida das pacientes para além das consultas e dos procedimentos. O Setembro em Flor é uma campanha de conscientização sobre os cânceres ginecológicos, que incluem os tumores do colo do útero, endométrio, ovário, vulva e vagina. A mobilização busca ampliar o acesso à informação sobre prevenção, fatores de risco, sinais e sintomas dessas doenças. No Hospital de Base, a ação foi realizada em parceria pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Hospital Sírio-Libanês e Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), com conversas, dinâmicas, lanches e momentos de convivência. Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, os assuntos foram escolhidos por serem relevantes para as mulheres que participam da iniciativa. “Nós trazemos assuntos acessíveis, com uma didática tranquila, que foram escolhidos por serem relevantes para as pacientes. Falamos de felicidade, sexualidade, prevenção, tudo em um ambiente leve e cheio de afeto”, explica. O Setembro em Flor abriu espaço para compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e falar sobre questões que fazem parte da vida das pacientes para além das consultas e dos procedimentos | Foto: Divulgação/IgesDF   Cuidado além do tratamento A coordenadora de projetos do Sírio-Libanês, Thalita Aquino, explica que a proposta considera diferentes dimensões da vida das mulheres durante o tratamento oncológico. “É muito importante olhar para a paciente como um todo, e pensamos nessa iniciativa para que elas possam tirar o foco das frustrações causadas pela doença e consigam encarar a vida com um pouco mais de leveza”, conta. Entre as participantes estava Ana de Souza Barcelos, paciente do Hospital de Base desde 2017. No encontro, ela se identificou com experiências compartilhadas por outras mulheres. “Foi muito maravilhoso, fiquei emocionada. Pude ver que várias outras mulheres também sofrem o que eu sofro. Aprendi muito!”, relata.   *Com informações do IgesDF

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SUS completa 36 anos com histórias que mostram a importância da saúde pública

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Descobrir uma doença depois de meses buscando respostas. Fazer um exame que afasta a necessidade de uma cirurgia. Encontrar profissionais que oferecem atenção em meio a uma internação. Experiências como essas ajudam a traduzir, para além dos números, a presença do Sistema Único de Saúde (SUS) na vida dos brasileiros. Neste sábado (19/9), a Lei nº 8.080, que regulamentou a organização e o funcionamento do SUS, completa 36 anos. Sancionada em 19 de setembro de 1990, a legislação consolidou princípios e diretrizes do sistema de saúde previsto pela Constituição Federal de 1988. No Distrito Federal, unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) fazem parte dessa rede. No cotidiano dos serviços, histórias de pacientes e familiares mostram diferentes formas pelas quais a assistência se torna presente justamente quando alguém mais precisa. Waldemar Rodrigues de Rezende procurou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) depois de passar meses em tratamento na rede privada para uma suposta infecção urinária, mas uma investigação clínica mais aprofundada identificou um tumor na próstata | Fotos: Divulgação/IgesDF   Aos 68 anos, Waldemar Rodrigues de Rezende procurou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) depois de passar meses em tratamento na rede privada para uma suposta infecção urinária. Na unidade, uma investigação clínica mais aprofundada identificou um tumor na próstata, permitindo que ele recebesse o acompanhamento adequado. “Do administrativo à assistência, eu não tive problema algum, pelo contrário: encontrei pessoas carismáticas, prestativas, resolutivas e atenciosas. Se eu não tivesse vindo para este hospital, talvez não tivesse descoberto o tumor”, relata. João Carvalho, 48, morador de Sobradinho II, chegou a uma unidade de pronto atendimento (UPA) com dores na região abdominal e suspeita inicial de apendicite. Depois de permanecer internado por alguns dias, foi encaminhado ao HRSM para realizar uma tomografia do abdômen. O exame descartou a suspeita e afastou a necessidade de cirurgia. “Esta investigação foi importante para esclarecer a causa dos sintomas que eu sentia e evitar um procedimento desnecessário”, conta João. Jonatas Carvalho de Oliveira precisou do HBDF após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC)   Aos 31 anos, Jonatas Carvalho de Oliveira precisou do HBDF após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Ele permaneceu internado por duas semanas para observação e recebeu atendimento da equipe de neurologia. “Fui atendido pelos melhores neurologistas do país e, assim que subi ao quarto, tive um excelente tratamento. Percebi que, apesar de algumas mazelas, é possível, sim, contar com a saúde pública de Brasília”, relata. O alcance do SUS vai muito além da assistência hospitalar. O sistema reúne serviços que vão da atenção primária aos atendimentos de média e alta complexidade, além de ações de vacinação, vigilância em saúde, transplantes, urgência e emergência. Embora mais de 52 milhões de brasileiros tenham plano de saúde, a maior parte da população depende exclusivamente dos serviços públicos. Segundo estudo da República.org, elaborado com base em dados do DataSUS, 75,3% dos habitantes do país utilizam exclusivamente os serviços oferecidos pelo SUS. IgesDF é 100% SUS No Distrito Federal, o IgesDF integra a rede pública de saúde e realiza atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde. O Instituto administra o Hospital de Base do Distrito Federal, o Hospital Regional de Santa Maria, o Hospital Cidade do Sol e 13 unidades de pronto atendimento. Os serviços atendem usuários do SUS de acordo com os fluxos da rede pública e o perfil assistencial de cada unidade. É nessa estrutura que histórias como as de Waldemar, João e Jonatas ajudam a mostrar, para além dos números, como o sistema está presente na vida de quem precisa de assistência.   *Com informações do IgesDF

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Controle da asma vai além da medicação e começa dentro de casa

Assim que as temperaturas começam a cair, e o ar fica mais seco, Adelma Pereira da Silva já sabe que precisa redobrar os cuidados. Asmática desde a infância, ela convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada. A experiência da paciente reflete a realidade de milhões de brasileiros e reforça o alerta do Dia Nacional de Controle da Asma, celebrado neste domingo (21). A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo e afeta cerca de 10% da população. Embora não tenha cura, pode ser controlada com tratamento adequado, permitindo que os pacientes tenham qualidade de vida e mantenham suas atividades normalmente. A pneumologista Nancilene Melo, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que o acompanhamento correto faz toda a diferença. Adelma Pereira da Silva é asmática desde a infância e convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada | Foto:  Divulgação IgesDF “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte”, alerta. Entre os sintomas mais comuns da doença estão falta de ar, chiado no peito, sensação de aperto no tórax e respiração curta e acelerada. Segundo a especialista, fatores como mudanças climáticas, poeira, mofo, ácaros, fumaça e odores fortes podem desencadear ou agravar as crises. “Assim que esfria, a respiração piora muito. Quando estou usando a medicação corretamente, o impacto é menor, mas mesmo assim procuro evitar sair de casa nessas épocas”, relata Adelma. “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte” Nancilene Melo, pneumologista Como evitar as crises De acordo com Nancilene Melo, o tratamento inclui o uso regular de medicamentos inalatórios à base de corticoides, muitas vezes associados a broncodilatadores, que atuam diretamente no controle da inflamação e ajudam a prevenir agravamentos. Além da adesão ao tratamento medicamentoso, a médica destaca que o controle do ambiente é fundamental para evitar crises. “Não adianta tomar todos os medicamentos corretamente e conviver diariamente com mofo ou outras fontes de irritação respiratória. O tratamento e os cuidados com o ambiente precisam caminhar juntos”, afirma. Na rotina de Adelma, a limpeza da casa é uma das principais estratégias para reduzir os sintomas. “Preciso tirar a poeira e limpar as superfícies todos os dias. Troco a roupa de cama a cada três dias, mesmo quando não está suja, e ainda assim as crises costumam ser mais intensas durante a noite. Eu preciso dormir usando oxigênio”, conta. Entre as orientações dos especialistas para manter a doença sob controle estão: Utilizar a medicação conforme prescrição médica; Evitar contato com poeira, mofo e ácaros; Manter os ambientes limpos e ventilados; Não fumar e evitar exposição à fumaça; Realizar acompanhamento médico regular; Evitar o contato com produtos e odores que provoquem irritação respiratória. [LEIA_TAMBEM]Referência para casos de difícil controle O Hospital de Base oferece atendimento especializado para pacientes com asma de difícil controle. Essa classificação é destinada aos casos em que a doença permanece sem controle mesmo após o uso correto das medicações e a adoção das medidas recomendadas para reduzir os fatores de risco ambientais. “São situações em que, mesmo com ajustes no tratamento e aumento das doses dos medicamentos, ainda não se obtém um controle satisfatório da doença”, explica a pneumologista. Adelma está entre os pacientes acompanhados pelo serviço especializado do HBDF. Além dos medicamentos utilizados diariamente em casa, ela recebe mensalmente aplicações de medicamentos específicos para auxiliar no controle da doença. Atualmente, o Distrito Federal conta com cerca de 27 centros de referência para atendimento de pessoas com asma, distribuídos entre hospitais regionais e unidades de saúde. Esses serviços oferecem diagnóstico, acompanhamento especializado e acesso à medicação. Para ingressar na rede de atendimento, a porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento dos pacientes quando necessário. Para Adelma, o tratamento adequado representa muito mais do que o controle dos sintomas: significa qualidade de vida. “Sem os remédios é um sofrimento muito grande, fica difícil viver. Quando consigo seguir o tratamento completo, até o som da minha respiração melhora”, comemora. *Com informações do IgesDF

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Mega Bazar no Hospital de Base começa nesta terça com mais de 10 mil produtos

Mais de 10 mil produtos entre roupas, calçados, brinquedos, acessórios e artigos para o lar estarão à venda a partir desta terça-feira (16) no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, o Mega Bazar busca arrecadar recursos para apoiar as atividades desenvolvidas pela instituição. Coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra explica que o bazar foi organizado após o recebimento de um grande volume de doações nos últimos dias. Segundo ela, a escolha do local também foi pensada para ampliar o acesso dos pacientes. Entre os produtos disponíveis estão utilidades domésticas, casacos, roupas e acessórios em excelente estado de conservação | Fotos: Divulgação/IgesDF “Geralmente realizamos o bazar no ambulatório, mas desta vez optamos pelo jardim para facilitar a participação dos pacientes internados e de seus acompanhantes”, afirma. Além de contribuir para a manutenção das atividades da instituição, a iniciativa busca tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor. Um dos nossos objetivos é trazer mais movimento e energia para o jardim, tornando o espaço ainda mais agradável para quem passa por aqui”, destaca a coordenadora. Entre os produtos disponíveis estão utilidades domésticas, casacos, roupas e acessórios em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro, Pix, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros. “Um dos nossos objetivos é trazer mais movimento e energia para o jardim, tornando o espaço ainda mais agradável para quem passa por aqui” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer   Parte dos produtos à venda foi doada pelo mastologista do HBDF, Mauro Passos. O médico conheceu o trabalho da Rede Feminina em 2010, quando começou a atuar no hospital, e contribui com doações desde então. “Os pacientes se sentem muito acolhidos pelo trabalho da Rede. Poder contribuir de alguma forma é algo que me traz grande satisfação”, avalia. Larissa ressalta que os produtos serão repostos diariamente, garantindo novidades ao longo de toda a semana. “Vale a pena visitar o bazar mais de uma vez, porque vamos colocar produtos novos todos os dias”, comenta. Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro, Pix, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros O evento segue até sexta-feira (19), sempre das 8h às 17h, e é aberto ao público. Para acessar o local, é necessário realizar cadastro na entrada principal do prédio de internação do HBDF. Os produtos que não forem comercializados ao final da ação serão destinados a outras instituições.   *Com informações do Iges/DF

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