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Hospital Regional de Santa Maria (HRSM)

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Hospital de Santa Maria aplica 230 doses de vacinas em ação para colaboradores

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) aplicou 230 doses de vacinas em colaboradores durante uma ação especial realizada nos dias 3 e 4 de novembro. Organizada pela equipe de Vigilância Epidemiológica (VE), a iniciativa ampliou o atendimento até as 21h para facilitar o acesso dos profissionais do plantão noturno à imunização contra a covid-19 e à atualização da caderneta vacinal. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o hospital promoveu a vacinação no hall da recepção central, das 18h às 21h. O horário foi escolhido especialmente para atender os trabalhadores que nem sempre conseguem procurar a sala de vacinação durante o expediente regular. Das 230 doses aplicadas, 131 foram contra a covid-19 e 57 contra a influenza. Também foram administradas 14 doses de vacina dupla adulto, 12 contra a hepatite B e sete da tríplice viral, além de outros imunizantes previstos no calendário vacinal. A chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima, explica que a iniciativa busca ampliar a proteção dos trabalhadores e facilitar a atualização das doses pendentes. “A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção e proteção da saúde, especialmente no ambiente hospitalar, onde nossos profissionais estão diariamente expostos a diferentes riscos. Pensando nisso, ampliamos o horário de atendimento para alcançar também os colaboradores do plantão noturno, que muitas vezes encontram dificuldades para se vacinar durante o expediente regular”, explica. A mobilização reforça as estratégias de prevenção no ambiente hospitalar, onde a vacinação contribui para reduzir o risco de adoecimento e de complicações por doenças imunopreveníveis. A atualização da caderneta também permite identificar doses pendentes e orientar os profissionais conforme as recomendações de cada imunizante. “Precisamos fortalecer uma cultura de cuidado e segurança que beneficia não apenas os trabalhadores, mas também os pacientes e toda a comunidade hospitalar”, ressalta Larysse. A mobilização reforça as estratégias de prevenção no ambiente hospitalar, onde a vacinação contribui para reduzir o risco de adoecimento e de complicações por doenças imunopreveníveis | Foto: Divulgação/IgesDF Vacinação continua disponível Embora a ação especial tenha sido encerrada na quarta-feira (4), os colaboradores do HRSM ainda contam com o atendimento regular da Vigilância Epidemiológica. A sala da VE funciona de segunda a sábado, das 7h às 19h. No local, os profissionais podem verificar a situação vacinal e receber os imunizantes indicados, conforme a disponibilidade e os critérios estabelecidos para cada vacina. O atendimento regular mantém o acesso à imunização e incentiva os trabalhadores a manterem a caderneta vacinal atualizada.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Santa Maria orienta pacientes sobre horários, senhas e consultas de retorno

Precisa chegar muito antes do horário da consulta? Como funciona a retirada de senhas? Depois de passar pelo especialista, é necessário voltar ao hospital para marcar o retorno? Essas são algumas das dúvidas de quem procura o Ambulatório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Para facilitar o acesso e tornar o atendimento mais organizado, o ambulatório adota fluxos diferentes conforme a especialidade e o perfil de cada paciente. Há consultas realizadas em blocos de horários, atendimentos individuais com hora marcada, emissão eletrônica de senhas e solicitação antecipada de consultas de retorno, com confirmação posterior pela equipe. Para facilitar o acesso e tornar o atendimento mais organizado, o ambulatório adota fluxos diferentes conforme a especialidade e o perfil de cada paciente | Fotos: Divulgação/IgesDF Na prática, isso significa que nem todos os pacientes precisam chegar com muita antecedência ou seguir o mesmo procedimento. Conhecer as orientações de cada serviço ajuda a evitar esperas e deslocamentos desnecessários. “Nosso objetivo é que o paciente tenha clareza sobre cada etapa do atendimento, desde a chegada ao ambulatório até a marcação do retorno. Quando organizamos os horários e orientamos corretamente os usuários, conseguimos distribuir melhor a demanda, evitar filas desnecessárias e oferecer um atendimento mais acolhedor”, explica Raiane Alves, gerente de Cuidados Ambulatoriais do HRSM. Quando chegar e como retirar a senha? O horário de chegada depende da especialidade e da forma como o atendimento foi agendado. No Ambulatório Geral, parte das consultas médicas é organizada por blocos de horários, conforme a programação de cada especialidade. Já os atendimentos de enfermagem e odontologia são realizados em horários individuais previamente agendados. O horário de chegada depende da especialidade e da forma como o atendimento foi agendado No Ambulatório Funcional, que reúne fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, tanto as primeiras avaliações quanto os retornos também têm horários definidos. O mesmo vale para o acompanhamento de pacientes que receberam alta da Neonatologia, cujas consultas são organizadas individualmente. Para quem teve a primeira consulta autorizada pela Central de Regulação, a orientação é comparecer na data e no horário indicados na autorização, identificada pela chave de regulação. A regra vale para especialidades médicas e atendimentos multiprofissionais. “É importante que o usuário observe o horário informado no agendamento ou na autorização da regulação. Chegar com muita antecedência não significa que será atendido mais cedo, porque cada serviço possui uma organização própria. Seguir essas orientações contribui para um fluxo mais tranquilo para todos”, esclarece Raiane. Ao chegar ao hospital, o paciente deve procurar a recepção do ambulatório. A equipe está disponível para orientar sobre o atendimento e auxiliar na retirada da senha em um totem eletrônico. Depois de emitir a senha, basta aguardar a chamada para o guichê correspondente, onde são realizados os procedimentos de recepção e encaminhamento à especialidade. O atendimento respeita as prioridades previstas na legislação. “Nosso objetivo é que o paciente tenha clareza sobre cada etapa do atendimento, desde a chegada ao ambulatório até a marcação do retorno' Raiane Alves, gerente de Cuidados Ambulatoriais do HRSM   O sistema eletrônico também permite registrar as diferentes etapas da passagem do paciente pelo ambulatório, desde a retirada da senha até a conclusão dos procedimentos de recepção. Com essas informações, a unidade consegue acompanhar o fluxo de usuários e analisar os tempos de permanência. “O acolhimento começa na recepção. Temos profissionais para orientar quem chega, esclarecer dúvidas e auxiliar na utilização dos equipamentos. A ideia é que o paciente saiba para onde ir e não precise enfrentar dificuldades para acessar o atendimento”, destaca a gerente. Como solicitar a consulta de retorno? Uma orientação importante para quem precisa continuar o acompanhamento médico é que não é necessário voltar ao hospital em outro dia apenas para solicitar o agendamento do retorno. Quando o especialista indicar uma nova consulta, o paciente pode procurar a recepção logo após sair do consultório e registrar a solicitação, conforme o fluxo da especialidade. O serviço de pré-agendamento e confirmação funciona diariamente, das 7h às 18h45. Após o registro, a equipe organiza as agendas e entra em contato com o paciente para informar a data e o horário disponíveis. A confirmação pode ocorrer entre 15 e dois dias antes da consulta, conforme a organização do serviço. Por isso, é importante manter o telefone e os demais dados cadastrais atualizados. O pré-agendamento não significa que a consulta já está confirmada. O paciente deve aguardar o contato da unidade com as informações definitivas. “Queremos evitar que o paciente precise voltar ao hospital somente para solicitar uma consulta de retorno. Ele pode registrar essa necessidade logo após o atendimento e aguardar a confirmação da nossa equipe. Para que esse processo funcione, é fundamental manter o telefone e os demais dados de contato atualizados”, orienta Raiane Alves. Júlia Maria Rodrigues acompanhou o esposo, Jeremias Rodrigues, em duas consultas nesta terça-feira (3), com as equipes de nutrição e serviço social do HRSM. Apesar de relatar uma espera inicial na triagem, ela avaliou positivamente a experiência. “Gostei do atendimento. A triagem demorou um pouquinho, mas, depois, fomos chamados rapidamente. O retorno com a nutricionista ficou previsto para daqui a dois meses, e a equipe explicou que vai ligar para confirmar a data”, relata. O Ambulatório do HRSM reúne especialidades clínicas, cirúrgicas e multiprofissionais, como cardiologia, endocrinologia, nefrologia, reumatologia, ortopedia, cirurgia geral, ginecologia, nutrição, psicologia, fisioterapia e serviço social, entre outras. A unidade também oferece acompanhamento especializado em pré-natal de alto risco. Além das consultas, o serviço acompanha pacientes que receberam alta hospitalar e ainda precisam de cuidados especializados, em áreas como clínica médica, pediatria, neonatologia, neurologia e hematologia. Esta última também atende usuários encaminhados pela Central de Regulação. Orientações para quem vai ao ambulatório Primeira consulta regulada: compareça na data e no horário indicados na autorização da Central de Regulação. Consultas com hora marcada: respeite o horário informado no agendamento. Chegar muito antes não garante atendimento antecipado. Retirada de senha: procure a recepção do ambulatório e utilize o totem eletrônico, com auxílio da equipe, se necessário. Consulta de retorno: quando indicada pelo especialista, solicite o registro na recepção logo após a consulta. Confirmação do retorno: aguarde o contato da equipe com a data e o horário definitivos. O pré-agendamento não representa confirmação da consulta. Atualização cadastral: mantenha o telefone e os demais dados de contato atualizados para receber as informações sobre o agendamento.   *Com informações do IgesDF

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Apoio psicológico ajuda famílias a enfrentar momentos difíceis durante a internação

Receber a notícia de que alguém da família está internado em estado grave pode mudar a rotina e abalar emocionalmente todos ao redor. Medo, angústia, insegurança e a dificuldade de lidar com a possibilidade da perda fazem parte de uma experiência delicada. Nesse cenário, o apoio psicológico ajuda familiares a compreender o que está acontecendo, lidar com as emoções e encontrar formas de enfrentar cada etapa do processo. Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado começa ainda durante a internação. Os psicólogos acompanham pacientes e familiares, oferecendo suporte diante das incertezas do tratamento e, quando necessário, preparando os parentes para uma possível despedida. O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo | Foto: Divulgação/IgesDF   O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo. “Antes da visita ao leito, apresentamos o setor e explicamos a finalidade dos equipamentos utilizados no tratamento, como monitores de sinais vitais, aparelhos de ventilação mecânica e bombas de infusão, com o intuito de reduzir o impacto visual e sensorial”, explica. Os profissionais também acompanham os familiares durante os boletins médicos, facilitando a comunicação com a equipe assistencial. O objetivo é ajudar a esclarecer dúvidas, compreender as informações técnicas e acolher as reações emocionais diante do quadro clínico. Segundo Filipe, o agravamento do estado de saúde pode provocar diferentes reações emocionais, como choque, negação, culpa e sensação de desamparo. “Utilizamos recursos terapêuticos e técnicas de manejo de crise, como a validação emocional, que consiste em reconhecer as emoções dos familiares e mostrar que suas reações são compreensíveis diante da situação”, destaca. Quando o paciente não resiste, o acompanhamento não termina necessariamente com o falecimento. Na UTI do HRSM, a equipe mantém uma iniciativa de apoio às famílias enlutadas: o envio de cartas de condolências. Após um período, os profissionais entram em contato com a rede de apoio do paciente para expressar solidariedade e reconhecer a presença dos entes queridos durante a internação. “São gestos que ajudam a reconhecer que aquelas pessoas não são esquecidas pela equipe”, conta Filipe. Uma despedida que veio de longe Entre as experiências que marcaram sua atuação na UTI, Filipe relembra a história de um paciente internado em estado muito grave. Diante da possibilidade de morte nas horas seguintes, a equipe entrou em contato com a única filha que morava em Brasília. Os demais parentes viviam na Bahia. Durante uma videochamada, os familiares quiseram saber se haveria tempo para viajar até a capital federal e se despedir. Sem poder prever a evolução do quadro, os profissionais explicaram a situação com transparência. Mesmo diante da incerteza, cerca de 11 parentes decidiram enfrentar a viagem de carro. Sensibilizada com a situação, a equipe organizou uma visita em horário excepcional para que todos pudessem encontrar o paciente ainda com vida. “Conseguimos organizar a entrada de todos na UTI e foi possível que realizassem aquele último ritual de despedida”, recorda Filipe.   *Com informações do IgesDF

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Parto normal ou cesárea? Entenda quando cada um é indicado e quais são os riscos

A expectativa pela chegada de um bebê costuma vir acompanhada de uma pergunta comum entre as gestantes: afinal, parto normal ou cesariana? A resposta não é única. A definição depende das condições de saúde da mãe e do bebê, do andamento da gestação e, principalmente, da avaliação médica no momento do nascimento. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), referência na assistência obstétrica a gestantes de alto risco, esse cuidado começa muito antes do parto. O pré-natal é fundamental para monitorar a saúde materna e fetal, identificar possíveis intercorrências e avaliar, com segurança, a via de nascimento mais adequada. Quem conhece de perto a importância desse acompanhamento é Fernanda Vieira, grávida do quarto filho. Com 34 semanas de gestação, ela é acompanhada como gestante de alto risco por apresentar obesidade, diabetes e hipertensão crônica. “Nas minhas outras três gestações não tive nenhuma complicação. Desta vez, percebo ainda mais como o acompanhamento médico foi importante para identificar as condições que exigem mais cuidados. Nunca deixei de comparecer às consultas e isso me traz tranquilidade”, relata. “Nas minhas outras três gestações não tive nenhuma complicação. Desta vez, percebo ainda mais como o acompanhamento médico foi importante para identificar as condições que exigem mais cuidados", diz Fernanda Vieira, grávida do quarto filho | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo a ginecologista e obstetra Rafaella Torres, do HRSM, não existe uma fórmula pronta para determinar como cada bebê deve nascer. A decisão é individualizada e considera diferentes fatores observados ao longo da gestação e durante o trabalho de parto. “A escolha é individualizada e leva em consideração diversos fatores, como hipertensão, diabetes, localização da placenta, idade gestacional, desenvolvimento fetal, gravidez gemelar e a progressão do trabalho de parto. Os desejos da futura mãe também são considerados, desde que não haja contraindicações”, explica. Quando cada via de parto é indicada “A cesariana é uma cirurgia de grande porte e salva inúmeras vidas quando corretamente indicada. O problema ocorre quando ela é realizada sem necessidade clínica, pois isso aumenta o risco" Rafaella Torres, ginecologista e obstetra do HRSM Para mulheres sem complicações ou contraindicações, o parto vaginal é, em geral, a via de nascimento recomendada. Entre os benefícios estão a recuperação mais rápida e a redução dos riscos de infecção, sangramento e complicações em futuras gestações. A cesariana, por sua vez, tem papel fundamental quando existem condições que tornam o parto vaginal mais arriscado para a mãe ou para o bebê. Entre as principais indicações estão placenta prévia, quando a placenta se posiciona à frente do canal de parto; ruptura uterina; doenças maternas graves; sofrimento fetal persistente; prolapso do cordão umbilical, situação em que o cordão desce pelo canal de parto antes do bebê; e determinadas posições fetais que podem dificultar ou impedir o nascimento por via vaginal. O procedimento também pode ser necessário quando o trabalho de parto não evolui adequadamente ou surgem sinais de comprometimento fetal. “A cesariana é uma cirurgia de grande porte e salva inúmeras vidas quando corretamente indicada. O problema ocorre quando ela é realizada sem necessidade clínica, pois isso aumenta o risco de hemorragias, infecções, tromboses e complicações em futuras gestações”, alerta Rafaella. Pré-natal de alto risco O ambulatório do HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), recebe diariamente dezenas de mulheres encaminhadas para acompanhamento de pré-natal de alto risco. A porta de entrada para o serviço são as unidades básicas de saúde (UBSs), responsáveis pelas avaliações iniciais e pelos encaminhamentos para consultas e exames específicos. Após essa etapa, as solicitações são inseridas no Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde (SES-DF). Além dos atendimentos agendados, o pronto-socorro do Centro Obstétrico (CO) oferece assistência ginecológica em situações de urgência. Enquanto aguarda a chegada do quarto filho, Fernanda reforça a importância de manter o acompanhamento durante toda a gestação. “O pré-natal traz segurança. A gente consegue entender o que está acontecendo com a nossa saúde e com a do bebê. Isso faz toda a diferença durante a gravidez”, conclui.   *Com informações do IgesDF

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