Aberta seleção para reforma do ambulatório de hematologia do Hospital de Base
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu uma seleção de fornecedores para contratação de empresa especializada em engenharia responsável pela reforma do ambulatório do Serviço de Hematologia e Hemoterapia do Hospital de Base (HBDF). Caberá à empresa contratada toda a execução da obra, incluído o fornecimento de materiais e equipamentos | Foto: Divulgação/IgesDF A iniciativa integra o conjunto de melhorias estruturais da rede e tem como objetivo qualificar o ambiente de atendimento, com mais conforto, segurança e acessibilidade para pacientes e profissionais. [LEIA_TAMBEM]A empresa contratada será responsável pela execução completa da obra, incluindo fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra necessários. Os interessados podem consultar os critérios de participação, exigências técnicas e demais informações nos documentos oficiais disponíveis no site do IgesDF. O envio das propostas ficará aberto entre os dias 13 e 17 deste mês. O edital completo e seus anexos também estão disponíveis para consulta no site do IgesDF. *Com informações do IgesDF
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IgesDF completa sete anos e fortalece a urgência e emergência com modelo de gestão
Esperar menos por atendimento, encontrar unidades mais organizadas, realizar exames com mais rapidez e receber cuidado com mais respeito — essas mudanças ajudam a traduzir, no dia a dia da população, o impacto do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completa sete anos em 2026, consolidado como referência de um novo modelo de gestão na saúde pública e como um dos principais pilares da rede de urgência e emergência. Criado para dar mais agilidade, eficiência e capacidade de resposta à saúde pública, o instituto ampliou atendimentos, modernizou unidades, reorganizou fluxos assistenciais e fortaleceu o cuidado prestado à população. Ao longo desse período, também incorporou tecnologia para acelerar diagnósticos e ampliar a resolutividade do Sistema Único de Saúde (SUS) no DF. O presidente do instituto, Cleber Monteiro (primeiro à direita), ressalta: “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente” | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “A saúde não é estática; ela é dinâmica, urgente e lida com vidas”, enfatiza o presidente do instituto, Cleber Monteiro. “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente.” Instituída pela Lei Distrital nº 6.270, de 30 de janeiro de 2019, a organização surgiu a partir da transformação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), criado em 2017. A proposta foi garantir maior autonomia administrativa e financeira para unidades estratégicas da rede pública, permitindo mais rapidez em compras, contratações e na manutenção de serviços essenciais. Desde 2019, esse modelo passou a ser associado à reorganização de processos e ao fortalecimento de serviços em áreas críticas, com reflexos diretos na experiência do usuário e na capacidade de resposta da rede, especialmente em períodos de alta demanda. Expansão da rede Nos primeiros anos de atuação, a gestão do IgesDF foi ampliada para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e para as unidades de pronto atendimento (UPAs). A expansão fortaleceu a rede de urgência e emergência do Distrito Federal, com padronização de processos, reforço das equipes e melhorias na infraestrutura das unidades que funcionam como porta de entrada do SUS. A partir de 2021, novas UPAs passaram a operar em regiões como Ceilândia, Paranoá, Brazlândia e Riacho Fundo II. Com funcionamento 24 horas, essas unidades aproximaram o atendimento da população, reduziram a sobrecarga dos hospitais regionais e contribuíram para a diminuição do tempo de espera. “A ampliação das UPAs leva a assistência mais perto de quem precisa, com mais resolutividade para os usuários do SUS”, pontua o vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. Investimentos em tecnologia e infraestrutura marcaram a atuação do IgesDF logo após a fase mais crítica da pandemia Pouco tempo após sua criação, o instituto enfrentou um dos maiores desafios da história da saúde pública: a pandemia da covid-19. Nesse período, a unidade ampliou rapidamente leitos de UTI, contratou profissionais em caráter emergencial e adquiriu equipamentos essenciais, como respiradores e monitores. A capacidade de resposta ágil foi decisiva para garantir assistência à população em um cenário de colapso do sistema de saúde em todo o país. “Foi um momento de decisões difíceis e urgentes”, relembra Cleber Monteiro. “Cada leito aberto e cada profissional contratado representavam uma chance real de salvar vidas”. Com a superação da fase mais crítica da pandemia, o IgesDF intensificou os investimentos em tecnologia e infraestrutura. A aquisição de equipamentos de alta complexidade, como tomógrafos e ressonâncias magnéticas, ampliou a capacidade diagnóstica das unidades e contribuiu para a redução das filas por exames. Paralelamente, o IgesDF reforçou os programas de cirurgias eletivas para enfrentar a demanda reprimida, alcançando volumes históricos de procedimentos. “Mais tecnologia e melhores fluxos significam mais cirurgias realizadas, menos cancelamentos e mais qualidade no cuidado ao paciente”, explica o diretor de Atenção à Saúde, Edson Ferreira. Desempenho estratégico Em 2024, a incorporação do Hospital Cidade do Sol (HSol) marcou mais um avanço na expansão do instituto. A unidade passou a desempenhar papel estratégico no atendimento hospitalar, especialmente no suporte a pacientes clínicos e na retaguarda da rede, contribuindo para desafogar hospitais de maior complexidade. Sob a gestão do IgesDF, o hospital teve reorganização dos fluxos assistenciais, ampliação da capacidade de atendimento e fortalecimento das equipes multiprofissionais. Idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha (E), o programa Humanizar já fazia parte do instituto antes da Lei nº 15.126, que atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória Além das mudanças estruturais, a humanização do atendimento consolidou-se como eixo permanente da gestão. Projetos voltados ao acolhimento, à melhoria da ambiência hospitalar e à escuta qualificada dos pacientes passaram a integrar a rotina das unidades, impactando diretamente a forma como o cidadão é recebido no sistema público de saúde. Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória nos serviços de saúde. Quando a mudança entrou em vigor, o IgesDF já vivenciava essa realidade por meio do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Reorganização de fluxos “Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, ressalta: “O instituto estava à frente do seu tempo. Quando a lei mudou, o Humanizar já era uma realidade consolidada. Outras instituições nos procuram para entender como estruturamos esse modelo. Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado”. Ao completar sete anos no Distrito Federal, o instituto apresenta resultados que refletem modernização e reorganização da rede. Nos últimos dois anos, obras, novos equipamentos e ajustes nos processos assistenciais fortaleceram o atendimento no Hospital de Base (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Hospital Cidade do Sol (HSol) e nas 13 UPAs. No HBDF e no HRSM, a reorganização dos fluxos cirúrgicos aumentou a produtividade e reduziu cancelamentos. A instalação de equipamentos, como ressonância magnética, vídeo eletroencefalograma e angiógrafos, ampliou a autonomia das unidades e acelerou diagnósticos. Reformas modernizaram setores críticos, administrativos e refeitórios, preparando os hospitais para maior complexidade assistencial. No HRSM e no HSol, adaptações estruturais fortaleceram serviços existentes e ampliaram o escopo de atendimentos. [LEIA_TAMBEM]A tecnologia também ganhou protagonismo com a expansão da teleconsulta nas UPAs, encurtando encaminhamentos e elevando a resolutividade. Sistemas de videomonitoramento reforçaram a segurança, e o agendamento ambulatorial no HBDF tornou o fluxo mais organizado e previsível. Paralelamente, o Distrito Federal iniciou seu maior ciclo de expansão das UPAs, com seis unidades em obra e uma em contratação, totalizando 20 UPAs em funcionamento 24 horas em áreas de alta demanda. O cuidado humanizado seguiu avançando. Programas voltados à escuta e ao acolhimento de públicos sensíveis passaram a integrar a rotina assistencial. No HRSM, ambientes sensoriais melhoraram o atendimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Nas UPAs, o programa Humanizar aproximou equipes e usuários, enquanto a retaguarda psiquiátrica contribuiu para a redução do tempo de permanência em crises. Administração integrada Com isso, o IgesDF marca seu sétimo ano com uma rede mais estruturada, tecnológica e próxima da população. Os avanços se refletem no cotidiano de quem depende do SUS, com mais previsibilidade nas cirurgias, melhor distribuição das urgências pela cidade, ambientes mais adequados para públicos específicos e melhores condições de trabalho para os profissionais. “Quando falamos em sete anos do IgesDF, falamos de pessoas, de profissionais que sustentaram a saúde do DF nos momentos mais críticos e de pacientes que tiveram suas vidas transformadas por esse trabalho”, conclui Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF
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IgesDF encerra 2025 com avanços decisivos na rede pública de saúde
O ano de 2025 foi marcado por entregas históricas e recordes de cirurgias na saúde pública do Distrito Federal. À frente de três hospitais e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) encerra o período com investimentos robustos em tecnologia, obras estruturantes, avanços assistenciais e novas ações de acolhimento que colocam o usuário no centro do cuidado. O conjunto dessas iniciativas redesenhou fluxos assistenciais e ampliou o acesso dos pacientes a serviços especializados. No Hospital de Base (HBDF), por exemplo, foram registrados três recordes cirúrgicos consecutivos em 2025, chegando a 1.332 procedimentos em setembro, média de 44 cirurgias por dia. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o centro cirúrgico também alcançou o maior volume em dois anos, totalizando 502 cirurgias em outubro. A melhora nos fluxos é resultado direto do projeto Lean, que reorganizou o uso das 20 salas cirúrgicas sem ampliar a estrutura física. No Hospital de Base, foram registrados três recordes cirúrgicos em 2025 | Fotos Alberto Ruy/IgesDF A modernização também guiou o ano. No HBDF, foram instalados equipamentos inéditos e de alta precisão, como dois aparelhos de vídeo eletroencefalograma, entregues em dezembro. O vídeo EEG é um dos exames mais avançados para o diagnóstico de epilepsia e outras condições neurológicas. Esses equipamentos, assim como a ressonância magnética nuclear, são os únicos da rede pública do DF. Além disso, o novo angiógrafo do HBDF aumentou em 40% a capacidade de realização de procedimentos minimamente invasivos. Nas UPAs, os gasômetros de última geração — capazes de analisar, em poucos minutos, o estado respiratório e metabólico de pacientes em situação grave —, o reforço do videomonitoramento e as melhorias estruturais garantiram mais segurança e estabilidade assistencial. Dois aparelhos de eletroencefalograma agilizou e aperfeiçoou o atendimento no Hospital de Base Na atenção pré-hospitalar, 2025 consolidou a teleconsulta. Foram mais de 10 mil atendimentos nas UPAs, reduzindo o tempo de espera e aumentando a resolutividade. O projeto de retaguarda psiquiátrica também reduziu o tempo de permanência de pacientes em crise, de quatro dias para pouco mais de um. Ao mesmo tempo, o GDF iniciou a construção de sete novas UPAs de porte 3, ampliando a rede, que passará a contar com 20 unidades. [LEIA_TAMBEM]A humanização ganhou ainda mais força. No HRSM, o Espaço Humanizar TEA inaugurou o primeiro ambiente sensorial do Centro-Oeste para crianças com Transtorno do Espectro Autista. Nas UPAs, o Programa Humanizar ampliou acolhimento, escuta ativa e suporte em cuidados paliativos. No Hospital de Base, a Consulta com Hora Marcada organizou fluxos, eliminou aglomerações e garantiu previsibilidade ao usuário. “Este foi um ano de modernização profunda. Avançamos em tecnologia, ampliamos a rede e fortalecemos a humanização. Tudo isso só é possível porque temos equipes comprometidas e um governo que acredita em um SUS forte, eficiente e acessível”, comemora o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF
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IgesDF abre quatro editais para aquisição de equipamentos médico-hospitalares
Com o objetivo de fortalecer a rede pública de saúde do Distrito Federal e ampliar a capacidade diagnóstica e assistencial das unidades, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou quatro editais para a seleção de fornecedores de equipamentos médico-hospitalares. A ação integra a política de modernização tecnológica do Instituto e busca aprimorar a qualidade dos serviços prestados nas unidades que administra. Empresas interessadas podem enviar propostas até 3 de novembro, às 23h55, por meio da plataforma Apoio Cotações. “Estamos avançando com responsabilidade na renovação tecnológica da nossa rede, assegurando suporte adequado aos profissionais e mais qualidade aos pacientes atendidos em nossas unidades. Reforçamos que todas as empresas do ramo estão convidadas a participar do processo de seleção”, destaca a superintendente de Contratos do IgesDF, Lorraynne Pinheiro. Empresas interessadas podem enviar propostas até 3 de novembro, às 23h55, por meio da plataforma Apoio Cotações | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Equipamentos que serão adquiridos Dez arcos cirúrgicos móveis convencionais, sendo 8 para o Hospital de Base (HBDF) e 2 para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os equipamentos ampliam a segurança e a precisão em cirurgias ortopédicas, vasculares, neurológicas, urológicas e gerais, permitindo técnicas minimamente invasivas e redução do tempo de recuperação dos pacientes. Edital nº 70/2025 Quatro sistemas de vídeoendoscopia flexível para o HBDF. A tecnologia, utilizada em gastroenterologia, pneumologia e otorrinolaringologia, possibilita diagnósticos precoces com imagens de alta resolução, além de procedimentos terapêuticos mais seguros e menos desconfortáveis para os pacientes. Edital nº 72/2025 Um aparelho de bioimpedância para o ambulatório de gastroenterologia e hepatologia do HBDF. O equipamento aprimora o acompanhamento clínico de pacientes, com análises detalhadas da composição corporal, fundamentais para tratamentos nutricionais, oncológicos e de reabilitação. Edital nº 73/2025 Seis poltronas reclináveis para acompanhantes destinadas ao HRSM. A ação reforça as políticas de humanização no atendimento hospitalar e oferece mais conforto às famílias durante o período de internação. Edital nº 74/2025 *Com informações do IgesDF
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