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Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Aberto processo seletivo para cinco áreas de assistência, gestão e apoio hospitalar

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para cinco novos processos seletivos simplificados. As oportunidades são para analista I – humanização, analista de laboratório em anatomia patológica, enfermeiro regulador, técnico de enfermagem do trabalho e assistente administrativo. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 36 e 40 horas semanais. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio-maternidade e paternidade estendidos e auxílio-funeral. Para jornadas superiores a seis horas, há previsão de alimentação, conforme Acordo Coletivo de Trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento no local de trabalho. Os benefícios seguem os normativos internos e os acordos coletivos vigentes. Humanização Para quem atua com acolhimento e experiência do paciente, o Edital nº 110/2026 abre oportunidade para analista I – humanização, com remuneração bruta de R$ 4.451,35, e carga horária mínima de 40 horas semanais. Podem participar profissionais graduados em administração, gestão hospitalar, gestão pública, psicologia, serviço social, enfermagem, recursos humanos, comunicação social ou pedagogia. Também são exigidos curso de Atendimento Humanizado ou Política Nacional de Humanização, com carga horária mínima de 40 horas, e experiência mínima de seis meses em atendimento em ambiente hospitalar ou clínicas médicas. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado; as cargas horárias mínimas variam entre 36 e 40 horas semanais | Foto: Divulgação Entre os diferenciais estão pós-graduação em Gestão Hospitalar ou Gestão de Pessoas, cursos de Libras, Comunicação não Violenta e Atendimento ao Público na Saúde, além de experiência em atendimento humanizado, experiência do paciente, sistemas de gestão hospitalar e rotinas administrativas em saúde. Anatomia patológica Na área laboratorial, a seleção para analista de anatomia patológica oferece remuneração bruta de R$ 4.304,07, e jornada mínima de 36 horas semanais, conforme o Edital nº 111/2026. A oportunidade é destinada a profissionais formados em biologia, biomedicina ou farmácia, com registro ativo no respectivo conselho de classe e experiência mínima de um mês na área. Experiência na execução de macroscopia de biópsias e curso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) são considerados diferenciais. Regulação hospitalar O Edital nº 112/2026 é voltado a enfermeiro regulador, com remuneração bruta de R$ 4.894,57, e carga horária mínima de 36 horas semanais. Para concorrer, é necessário possuir graduação em enfermagem reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses em regulação hospitalar, envolvendo leitos, consultas, exames, transporte ou cirurgias. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação em Regulação em Saúde, Gestão de Leitos, Gestão Hospitalar ou Auditoria em Saúde, além de experiência em assistência hospitalar de média ou alta complexidade e curso de pacote Office. Enfermagem do trabalho Na área de saúde ocupacional, há oportunidade para técnico de enfermagem do trabalho, com remuneração bruta de R$ 3.405,40, e jornada mínima de 36 horas semanais. A seleção, prevista no Edital nº 113/2026, exige curso técnico completo em enfermagem, registro ativo no Coren e experiência mínima de seis meses na função. Curso livres, de extensão ou especialização técnica em Enfermagem do Trabalho, com carga horária mínima de 40 horas, serão considerados diferenciais. Área administrativa Para quem busca atuação na área administrativa, o Edital nº 114/2026 oferece oportunidade para assistente administrativo, com remuneração bruta de R$ 2.355,16, e carga horária mínima de 40 horas semanais. Os candidatos devem possuir ensino médio completo, curso em rotinas administrativas, com carga horária mínima de 20 horas, e experiência mínima de seis meses como assistente administrativo, auxiliar administrativo, auxiliar de escritório ou agente administrativo. Entre os diferenciais estão ensino superior em andamento e cursos de pacote Office e do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial, técnica e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais para fortalecer diferentes frentes de trabalho e contribuir para a qualidade dos serviços prestados à população do Distrito Federal.   *Com informações do IgesDF

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Aberta seleção para contratação de profissionais em medicina paliativa, reumatologia e radioterapia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para três novos processos seletivos simplificados nas áreas de medicina paliativa, reumatologia e radioterapia. As remunerações chegam a R$ 13.359,56, e todos os cargos têm carga horária mínima de 24 horas semanais. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo Instituto. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio-maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral. Para jornadas superiores a seis horas, há previsão de alimentação, conforme Acordo Coletivo de Trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento no local de trabalho. Os benefícios seguem os normativos internos e os acordos coletivos vigentes. Medicina paliativa Para médico paliativista, a remuneração bruta é de R$ 13.359,56. A oportunidade, prevista no Edital nº 107/2026, exige graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência ou certificado de área de atuação em Medicina Paliativa e experiência mínima de seis meses na área. Radioterapia Na área de radioterapia, a seleção é para tecnólogo em radiologia, com remuneração bruta de R$ 3.718,45. O Edital nº 108/2026 exige formação superior em Tecnologia em Radiologia reconhecida pelo MEC, registro ativo no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia (CRTR), na categoria de tecnólogo, e experiência mínima de seis meses como tecnólogo ou técnico em radioterapia. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação completa ou em andamento em Radioterapia e experiência mínima de seis meses em serviços da área no ambiente hospitalar. Reumatologia Já para médico reumatologista, a remuneração bruta é de R$ 13.359,56. O profissional deve possuir graduação em Medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM, residência ou título de especialista em Reumatologia emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e experiência mínima de seis meses na especialidade, conforme o Edital nº 109/2026. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais especializados para fortalecer as equipes e contribuir para a qualidade e a capacidade de atendimento à população do Distrito Federal.   *Com informações do IgesDF

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Diálise peritoneal traz conforto, liberdade e praticidade para pacientes renais

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A rotina de quem precisa fazer diálise costuma ser marcada por horários rígidos, deslocamentos e muitas horas dedicadas ao tratamento. Para Nelson Nedes Filho, a possibilidade de fazer a terapia em casa mudou essa realidade e trouxe de volta algo que ele considera essencial: liberdade. A relação de Nelson com os problemas renais começou cedo. Aos 27 anos, ele foi diagnosticado com insuficiência renal causada pela hipertensão arterial. Ao longo da vida, passou por cerca de oito anos de hemodiálise e chegou a receber um transplante de rim. O órgão, porém, deixou de funcionar adequadamente e foi necessário retomar a terapia renal substitutiva. Foi quando ele buscou no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), uma alternativa que pudesse se adaptar melhor à sua rotina. “A hemodiálise é muito necessária, mas ela acaba tomando um dia inteiro. Considerando os deslocamentos e a duração do tratamento, você sacrifica muito tempo da sua vida nisso e fica muito preso a essa rotina”, relata. A alternativa encontrada foi a diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue. Nelson realiza o procedimento há 12 anos e conta que a mudança trouxe mais autonomia para o dia a dia. Como funciona a diálise peritoneal A diálise é um tratamento que substitui parcialmente algumas funções dos rins, como a filtragem do sangue e a eliminação de toxinas e do excesso de líquidos do organismo. Ela é necessária para pacientes com insuficiência renal e pode ser realizada por diferentes modalidades, como a hemodiálise e a diálise peritoneal. Na DP, o peritônio, membrana que reveste internamente a cavidade abdominal, funciona como um filtro. Por meio dele, são retiradas substâncias que precisam ser eliminadas do organismo, além do excesso de líquidos. A diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue | Fotos: Divulgação/IgesDF Para realizar o tratamento, é necessário um cateter implantado na região do abdome por uma equipe especializada. Por isso, a possibilidade de utilização da técnica precisa ser avaliada individualmente. “Pacientes que têm histórico de procedimentos abdominais prévios ou presença de ostomias (bolsas), por exemplo, precisam ser avaliados caso a caso para verificarmos a possibilidade de realizar a diálise peritoneal”, explica a coordenadora de Diálise Peritoneal do HBDF, Caroline Silva Pimenta. Diferentemente da hemodiálise convencional, que normalmente exige que o paciente vá a uma unidade de saúde cerca de três vezes por semana, a diálise peritoneal pode ser realizada no próprio domicílio. O tratamento, porém, exige disciplina, cuidados de higiene e acompanhamento contínuo da equipe de saúde. “A hemodiálise tem duração de cerca de quatro horas por sessão, ou seja, aproximadamente 12 horas por semana. Já a diálise peritoneal pode durar entre oito e dez horas e, geralmente, é feita à noite, enquanto o paciente dorme. Dependendo da modalidade e da indicação, pode ser realizada diariamente. Cada tratamento tem suas particularidades, com vantagens e desafios, e a escolha deve considerar a realidade e as necessidades de cada paciente”, explica Caroline. Antes de iniciar a modalidade, o paciente e/ou um cuidador escolhido por ele, que pode ser um familiar ou acompanhante, recebe treinamento especializado. A capacitação ensina todas as etapas necessárias para a realização segura do procedimento em casa. Os equipamentos e insumos necessários para o tratamento são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A diálise peritoneal é um procedimento totalmente seguro, mas demanda uma manipulação cuidadosa e cuidados sanitários para evitar infecções. Por isso, os pacientes e cuidadores passam por um treinamento especializado junto à nossa equipe para garantir que tudo seja feito da forma correta”, completa a médica. Mesmo sendo realizado em casa, o tratamento não significa que o paciente fica sem acompanhamento. Quem faz DP mantém acompanhamento médico e realiza exames periódicos para avaliar a eficácia e a segurança da terapia. Atualmente, 157 pacientes realizam a modalidade domiciliar de diálise no HBDF. Mais acesso e autonomia Além de representar uma alternativa para os pacientes, a expansão da diálise peritoneal também contribui para ampliar a capacidade de atendimento do Serviço de Nefrologia do HBDF. Segundo o chefe do Núcleo de Nefrologia do hospital, Thiago Hayashida, nos últimos meses, a modalidade tem representado cerca de dois terços das vagas de diálise oferecidas pelo serviço. “Hoje, a diálise peritoneal é um dos pilares da nossa estratégia para ampliar o acesso à terapia renal substitutiva. Ao fortalecer a DP, conseguimos aumentar nossa capacidade assistencial e oferecer tratamento a mais pacientes, ao mesmo tempo em que otimizamos a utilização das vagas hospitalares de hemodiálise”, detalha. O dado mostra a relevância da modalidade na ampliação do acesso ao tratamento renal no hospital. De acordo com o especialista, esse resultado é fruto dos investimentos na estruturação do programa, na capacitação de pacientes e cuidadores e no acompanhamento contínuo. A proposta é unir expansão do acesso, segurança e maior autonomia para quem precisa do tratamento. Comodidade que gera qualidade de vida Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento. Como a diálise é realizada durante a noite, em casa, ele consegue aproveitar o dia para se dedicar aos hobbies e às atividades que gosta. Entre música, quebra-cabeças e atividades físicas, o paciente encontrou no ciclismo uma das principais formas de manter o corpo ativo. Ele conta que começou a pedalar também como uma maneira de cuidar da saúde circulatória e encontrou na atividade uma sensação de liberdade. “Me sinto muito livre quando estou pedalando, é uma sensação boa. Desde que comecei a diálise peritoneal, me sinto muito bem”, comemora. Serviço Pacientes com doença renal crônica que necessitam de terapia renal substitutiva podem conversar com seu médico nefrologista sobre a possibilidade de realizar diálise peritoneal. A indicação é individualizada e considera as condições clínicas, a capacidade para realização do tratamento no domicílio e a rotina de cada paciente. O acesso ao programa de diálise peritoneal do HBDF pode ocorrer de duas formas: por encaminhamento ambulatorial, via sistema de regulação, após indicação do nefrologista assistente; ou durante uma internação hospitalar, quando a equipe de Nefrologia identifica a diálise peritoneal como uma modalidade adequada para o paciente. Após a avaliação pela equipe de Nefrologia e a confirmação da indicação, o paciente segue para as etapas de preparação para o tratamento, que incluem a programação do implante do cateter peritoneal, orientações e treinamento do paciente e/ou de seus familiares para a realização segura da terapia em casa. Se você tem doença renal crônica e deseja saber se a diálise peritoneal é uma opção para o seu caso, consulte seu médico nefrologista.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base incorpora tecnologia para reforçar diagnóstico de morte encefálica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) ampliou os recursos disponíveis para a assistência a pacientes críticos com a aquisição de um doppler transcraniano, equipamento que reforça o diagnóstico de morte encefálica no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As equipes médicas responsáveis pelo manuseio do aparelho passaram por treinamento, e o equipamento começou a ser utilizado nesta quarta-feira (19/8). O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais. No contexto da investigação de morte encefálica, pode fornecer informações complementares sobre a circulação cerebral e contribuir para a conclusão do protocolo diagnóstico, que segue critérios médicos específicos. O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais | Foto: Divulgação/IgesDF O gerente do Cuidado ao Paciente Crítico do HBDF, Felipe Narciso, explica que o equipamento agrega segurança e agilidade ao atendimento, especialmente em um momento delicado para pacientes e familiares. “Se pudermos confirmar a morte encefálica de forma mais rápida, menos desgastante emocionalmente será esse processo para a família”, destaca. Além dessa função, o doppler transcraniano também é utilizado para auxiliar na identificação e no acompanhamento de complicações neurológicas, como as relacionadas a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e sangramentos intracranianos. “Detectando essas doenças antes, podemos tratar de forma mais célere e, consequentemente, reduzir o risco de sequelas para o paciente”, frisa. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, afirma que o aparelho fortalece a estrutura de atendimento da unidade, trazendo mais segurança à assistência e contribuindo para a otimização dos recursos hospitalares. “O equipamento é imprescindível em grandes centros de referência como o Hospital de Base. Ele veio para modernizar o nosso arsenal e nos qualificar ainda mais para tratar pacientes da melhor forma possível”, finaliza. *Com informações do IgesDF

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