IgesDF apresenta na CLDF balanço do abastecimento, das finanças e da assistência
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Para cada parte do recurso público que é destinado, existe a nossa responsabilidade de transformá-lo em assistência, segurança e qualidade no cuidado.” A frase da presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Eliane Souza de Abreu, resumiu o eixo da prestação de contas do primeiro quadrimestre de 2026, realizada nesta segunda-feira (28/9), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Durante audiência pública da Comissão de Saúde, o IgesDF mostrou resultados nas áreas de abastecimento, finanças, contratos e atendimento. Entre os destaques estão mudanças nos processos de compra e distribuição de medicamentos e materiais, redução de obrigações financeiras e medidas para melhorar o funcionamento das unidades. A audiência foi conduzida pela presidente da Comissão de Saúde da CLDF, deputada distrital Dayse Amarilio. Além de Eliane Souza de Abreu, também compuseram a mesa o promotor de Justiça Jairo Bisol, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e o presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Domingos de Brito Filho. Ao iniciar a exposição, Eliane ressaltou que prestar contas vai além de mostrar números e indicadores e exige reconhecer pontos que ainda precisam avançar. “Transparência também é reconhecer onde precisamos melhorar. A gente sabe que precisa evoluir. Isso é melhoria contínua, evolução constante, a gente não para”, afirma. Entre as medidas adotadas, esteve a criação de um Gabinete de Transição para garantir a continuidade dos processos durante a mudança de gestão, com foco no atendimento à população. A revisão da estrutura administrativa incluiu realocação de gerências e extinção de cargos e, segundo a presidente, gerou economia mensal de aproximadamente R$ 200 mil. Outra frente foi ampliar a presença da diretoria nas unidades e a escuta dos profissionais. “A gente precisa escutar para responder”, resume Eliane ao explicar a proposta de aproximar as decisões da realidade vivenciada pelas equipes. Eliane Souza de Abreu, presidente do IgesDF: “Transparência também é reconhecer onde precisamos melhorar. A gente sabe que precisa evoluir" | Foto: Divulgação/IgesDF Do estoque ao paciente Na área de administração e logística, a diretora Bárbara Lira Freitas Santos detalhou mudanças na compra, no armazenamento e na distribuição de medicamentos e materiais hospitalares. A migração de contratos para atas de registro de preços busca dar maior previsibilidade às aquisições e já considera a demanda das novas UPAs. No primeiro quadrimestre, 84% dos itens solicitados pela área de compras foram atendidos, com mais de mil produtos adquiridos. A integração dos sistemas tornou mais ágeis as negociações e reposições e permite identificar com antecedência riscos de desabastecimento. Uma equipe de farmacêuticos acompanha diariamente o consumo e os estoques de mais de 4 mil itens padronizados. Diante do risco de falta, podem ser adotadas alternativas como substituição terapêutica, movimentação de estoque entre unidades, empréstimos ou compra emergencial. O objetivo é evitar que medicamentos ou materiais necessários ao atendimento faltem ao paciente. A modernização do Centro de Distribuição ampliou ainda a rastreabilidade. Nas UPAs, os comprimidos passaram a chegar individualizados e identificados por código de barras, permitindo acompanhar a origem, a dose e a prescrição ao longo de todo o processo. Para Bárbara, o principal ganho está diretamente ligado a quem recebe o atendimento. “A segurança do paciente está em primeiro lugar, com certeza, entre os benefícios disso”, destaca. Entre as iniciativas está ainda um dispensário eletrônico em fase de teste na UPA de Ceilândia. Por meio de biometria, o equipamento libera apenas a gaveta e a quantidade do medicamento prescritos para o paciente, reduzindo deslocamentos da equipe e etapas manuais. Recursos com foco na assistência Na área financeira, o superintendente de Contabilidade, Finanças, Custos e Orçamento, Fabiano Batista Araújo, detalhou a evolução das receitas, despesas, custos e obrigações do IgesDF. Um dos resultados foi a redução das obrigações registradas. O valor, que estava em cerca de R$ 171,6 milhões em 2022, chegou a R$ 33,4 milhões em 2026. Segundo Fabiano, mais de 90% do saldo atual está relacionado a empresas com impedimentos para recebimento em razão de questões judiciais ou de controle. O acompanhamento diário dos recursos e a revisão dos valores previstos para contratos passaram a permitir que o orçamento não executado seja direcionado a áreas com maior necessidade. “A revisão do orçamento tem um foco maior, que é justamente fortalecer a assistência. A gente precisa ter o foco assistencial como ideia primordial do Instituto”, ressalta Fabiano. Outro ponto destacado foi a captação de recursos para a rede. O IgesDF informou novos convênios federais destinados à aquisição de equipamentos e ao fortalecimento da estrutura do Hospital de Base, do Hospital Regional de Santa Maria e das UPAs. Na área de contratos, foram apresentadas medidas de reorganização dos processos, com revisão de normas, acompanhamento dos instrumentos e ações voltadas ao aprimoramento das contratações. Ao longo da audiência, representantes da Comissão de Saúde, do Ministério Público, do Conselho de Saúde e da sociedade civil fizeram questionamentos e observações sobre os indicadores, o financiamento, o atendimento e os pontos que ainda precisam avançar nas unidades. No encerramento, Eliane reforçou o compromisso da gestão em transformar as cobranças recebidas em respostas concretas. “A gente tem trabalhado com muito afinco em tratar e entregar respostas. A gente sai daqui hoje mais provocados em voltar com as respostas que esta Casa nos cobra e a gente não tem a opção de não entregá-las”, conclui. *Com informações do IgesDF
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Servidores do SLU participam de atividade sobre separação correta de resíduos
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) participou de um ciclo de visitas técnicas promovido pela Assessoria de Gestão Sustentável (AGS) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), com o objetivo de orientar servidores, membros e colaboradores terceirizados sobre a separação correta dos resíduos e a importância da destinação adequada dos materiais recicláveis. Em série de encontros, servidores do SLU e do MPDFT conversam sobre temas como coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos e redução de impactos ambientais | Fotos: Divulgação/MPDFT Realizados entre abril e maio, os encontros ocorreram na sede e nas unidades descentralizadas do MPDFT. Os servidores do SLU levaram informações práticas sobre coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos, redução de impactos ambientais e responsabilidade compartilhada entre instituições públicas, trabalhadores e cidadãos. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado” Allyson Silva, gerente de Educação Ambiental do SLU Durante as atividades, o gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou que a separação correta começa no local onde o resíduo é gerado e tem impacto direto em toda a cadeia da reciclagem. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado”, afirmou. Segundo o presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, a atuação em órgãos públicos é estratégica. “Essas ações ampliam a consciência ambiental em ambientes com grande circulação de pessoas e fortalecem a coleta seletiva na origem. Quando os resíduos são separados corretamente, as cooperativas recebem materiais com maior qualidade, o que melhora o aproveitamento, reduz rejeitos e contribui para a geração de trabalho e renda”, afirmou. De acordo com a assessora de sustentabilidade do MPDFT, Rafaela Sol, as visitas tiveram como foco orientar as unidades sobre as formas adequadas de descarte dos resíduos gerados, além de esclarecer responsabilidades no processo de gestão e fortalecer a integração entre os setores descentralizados. “A iniciativa buscou aproximar as unidades da Assessoria de Gestão Sustentável, criando um canal permanente de diálogo, esclarecimento de dúvidas e aprimoramento dos fluxos internos”, destacou. Educação ambiental Nas visitas, o SLU contribuiu com orientações sobre a diferença entre resíduos secos, orgânicos e recicláveis, além da forma correta de identificação de lixeiras e contêineres. Também foram abordados temas como redução do uso de copos descartáveis, consumo consciente e reaproveitamento de materiais orgânicos, como a borra de café. Na série de encontros, servidores discutiram desde a coleta nas salas até a separação e destinação final dos resíduos recicláveis As ações também detalharam os fluxos de gerenciamento de resíduos no MPDFT, desde a coleta nas salas até a destinação final pelas cooperativas habilitadas. A proposta é garantir que os resíduos recicláveis sejam separados com mais qualidade, aumentando o potencial de reaproveitamento e reduzindo o volume encaminhado de forma inadequada para a disposição final. Responsabilidade compartilhada [LEIA_TAMBEM] Além das orientações técnicas, os encontros promoveram reflexões sobre responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos. O conceito envolve a participação de todos os atores da cadeia: cidadãos, instituições públicas, empresas, cooperativas, trabalhadores terceirizados e poder público. No encontro realizado na sede do MPDFT, Júlio Campos Alvarenga, representante do SLU, também destacou a importância da separação correta para reduzir os impactos ambientais e os custos do sistema público de destinação final. Segundo ele, grande parte dos materiais encaminhados aos aterros sanitários poderia ser reciclada ou reaproveitada caso fosse separada adequadamente ainda na origem. A iniciativa também contou com distribuição de materiais informativos e momentos de diálogo com os participantes, permitindo o esclarecimento de dúvidas sobre descarte correto, coleta seletiva e práticas sustentáveis no cotidiano institucional. * Com informações do MPDFT
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Ação coordenada do GDF acolhe população em situação de rua em Taguatinga
O Governo do Distrito Federal (GDF) realizou, nesta quinta-feira (11), nova ação coordenada para o acolhimento da população em situação de rua em nove pontos de Taguatinga. A operação marca a primeira iniciativa realizada fora do Plano Piloto desde a assinatura do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, formalizado com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em 27 de maio. Pela manhã, as equipes estiveram presentes nas quadras QNF 14, QNG 44, QNH 3 e QNF 16, além das proximidades do Parque do Cortado e do Centro Pop de Taguatinga | Fotos: Lúcio Bernardo/Agência Brasília As ações de acolhimento foram estabelecidas para ofertar assistência e abrigo àqueles que desejarem, além de promoverem a desobstrução de áreas públicas ocupadas. “Nosso compromisso com essa parcela da população é contínuo. Nosso foco é dar acolhimento e condições para que essas pessoas saiam das ruas. Nossas equipes circulam pelos locais das ações, conversam e mostram todas as opções que o Governo do Distrito Federal tem à disposição. Trabalhamos para que todos tenham vida digna na capital de todos os brasileiros”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Hoje nossa cidade está recebendo esse trabalho de acolhimento e zeladoria, oportunizando a essas pessoas voltarem aos seus estados, terem a sua casa, buscarem um emprego, cuidar da saúde” Renato Andrade, administrador regional de Taguatinga Durante a manhã, as equipes estiveram presentes nas quadras QNF 14, QNG 44, QNH 3 e QNF 16, além das proximidades do Parque do Cortado e do Centro Pop de Taguatinga. Ao todo, 14 pessoas receberam atendimentos e nove ocupações irregulares foram removidas das áreas públicas, totalizando três caminhões de entulho e materiais inservíveis. “Hoje nossa cidade está recebendo esse trabalho de acolhimento e zeladoria, oportunizando a essas pessoas voltarem aos seus estados, terem a sua casa, buscarem um emprego, cuidar da saúde. A ação segue ao longo desta sexta-feira e o local escolhido para ponto de partida foi esse em razão da proximidade com o Centro Pop, onde as pessoas vêm em busca de acolhimento”, explicou o administrador regional de Taguatinga, Renato Andrade. Ao todo, 14 pessoas receberam atendimentos e nove ocupações irregulares foram removidas das áreas públicas, totalizando três caminhões de entulho e materiais inservíveis A operação envolveu diversas secretarias, incluindo Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEE-DF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. DF é pioneiro O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua é uma referência nacional, sendo o Distrito Federal a primeira unidade da federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no ano passado. O administrador regional de Taguatinga, Renato Andrade, informou ainda que “a ação segue ao longo desta sexta-feira e o local escolhido para ponto de partida foi esse em razão da proximidade com o Centro Pop, onde as pessoas vêm em busca de acolhimento” Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel. Também são oferecidas políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e cadastramento para unidades habitacionais. O plano começou a ser implementado após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou ações na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Política pública Em 27 de maio, o GDF oficializou o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, marcando um avanço significativo na implementação de políticas públicas de atendimento e inclusão social para cidadãos em vulnerabilidade. A concretização do protocolo contou com a assinatura do governador Ibaneis Rocha em um acordo de cooperação técnica, incentivando o desenvolvimento e monitoramento das ações para as pessoas em situação de rua, além do decreto que regulamenta a reserva mínima de 2% das vagas de trabalho em serviços e obras públicas para este público.
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Visita do MPDFT constata bom andamento das obras no Teatro Nacional
Transparência, eficiência, comprometimento e segurança. São adjetivos que resumem a avaliação da visita de representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) às obras de restauração da Sala Martins Pena do Teatro Nacional. O encontro, na manhã desta quarta-feira (21), foi liderado pelo secretário de Cultura e Economia Criativa (Secec), Bartolomeu Rodrigues, acompanhado pelo secretário adjunto, Carlos Alberto Jr, e contou ainda com o presidente da Novacap, Fernando Leite. O secretário Bartolomeu Rodrigues e o presidente da Novacap, Fernando Leite, acompanharam a visita de representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) às obras de restauração da Sala Martins Pena do Teatro Nacional | Fotos: Caio Marins/Ascom Secec Na última segunda (19), um corpo técnico formado por membros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também vistoriou os trabalhos no espaço. “É importantíssimo para todos nós, para a sociedade, sobretudo, que uma obra dessa magnitude seja observada, fiscalizada pelos órgãos competentes”, destaca o secretário. “Mostra o esforço do Governo do DF em devolver esse equipamento que é não só um espaço importante da capital, mas um ícone da cultura nacional”, resume o gestor. Para o procurador distrital dos Direitos do Cidadão do MPDFT, Eduardo Sabo, os trabalhos de reforma da primeira fase do espaço seguem em ordem em todas as suas etapas. “Tem sido um trabalho conjunto da Secec e da Novacap e podemos verificar, inclusive até analisando não só o cronograma físico e financeiro, mas a própria obra, que felizmente os trabalhos estão tendo uma atenção especial em todas as fases”, observa. “Principalmente, gostaria de deixar claro, nas questões de infraestrutura e de segurança que foram determinadas pelo Corpo de Bombeiro no que diz respeito a energia e água”, reforça. De acordo com o procurador distrital dos Direitos do Cidadão, Eduardo Sabo, os trabalhos de reforma da primeira fase do espaço seguem em ordem em todas as suas etapas Readequação física Em janeiro de 2014, o Teatro Nacional Claudio Santoro foi fechado por recomendação do Corpo de Bombeiros e do Ministério Público, por não atender às normas de acessibilidade e segurança vigentes. A reforma da Sala Martins Pena teve início em dezembro de 2022 com a assinatura da ordem de serviço e, de lá para cá, as obras no local seguem em ritmo acelerado, com intervenções importantes de readequação física. “Estamos de mangas arregaçadas e literalmente com as mãos na obra. Que os deuses da Cultura nos ajudem!”, enfatiza o secretário Bartô. Entre as novidades do projeto, estão a construção de um reservatório de água para combate a incêndio, com capacidade para saídas de fuga e elevadores. O novo layout interno do espaço traz ainda o aumento da capacidade de público na Martins Pena, ampliada de 407 para 497 lugares. “Ou seja, o espaço está sendo bem dotado de infraestrutura adequada, considerando que estamos no ano de 2023 e não na década de 60, quando essa obra foi edificada”, salienta o procurador do MPDFT. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com investimento de R$ 49,7 milhões, a primeira fase da obra Teatro Nacional tem previsão de duração de 18 meses. A empresa responsável pelos serviços, a goiana Porto Belo Engenharia, conta com os serviços de cerca de 80 operários trabalhando no local direta ou indiretamente. Os serviços que estão sendo realizados, atualmente, na parte interna do espaço são o tratamento das armações expostas, remoção do forro da área da plateia, montagem dos dutos de ar-condicionado, montagem da estrutura metálica para construção de banheiros no foyer. Na parte externa, a concretagem das paredes do reservatório de incêndio – uma estrutura de 202 metros quadrados que servirá de imensa caixa d’água – e início da fundação da sala do gerador. *Com informações da Secec
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