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Oscar Niemeyer

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Exposição sobre a história e a arquitetura de Brasília chega a Paris neste mês

A cidade de Paris recebe, entre os dias 16 e 21, a exposição Brasília – Da Utopia à Capital. A mostra, sediada no Palais d’Iéna — sede do Conselho Econômico, Social e Ambiental da França (CESE) —, apresenta um panorama detalhado da história, da arquitetura e da dimensão simbólica da capital brasileira. Com curadoria de Danielle Athayde, o projeto conta com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e apoio institucional da Embratur. O acervo é composto por cerca de 300 itens, abrangendo maquetes de edifícios icônicos projetados por Oscar Niemeyer, além de desenhos e a maquete fotográfica do Plano Piloto de Lucio Costa. A narrativa expositiva percorre desde as ideias iniciais e personagens que viabilizaram a criação da cidade, inaugurada em 1960, até sua consolidação como um dos experimentos urbanos mais relevantes do século XX. A seleção inclui esculturas de artistas como Maria Martins e Alfredo Ceschiatti, além de registros fotográficos de nomes centrais do modernismo, a exemplo de Marcel Gautherot e Orlando Brito. A narrativa expositiva percorre desde as ideias iniciais e personagens que viabilizaram a criação da cidade | Foto: Divulgação/Secec-DF O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, ressaltou o valor da iniciativa para a diplomacia cultural e a preservação da memória. "Levar a história de Brasília ao Palais d’Iéna é uma oportunidade de compartilhar com o público internacional a audácia e a sensibilidade que moldaram a nossa capital. Esta exposição não celebra apenas o traço arquitetônico, mas o esforço coletivo de um país que projetou sua identidade no coração do Planalto Central. Para o Governo do Distrito Federal, fomentar esse intercâmbio é essencial para reafirmar Brasília como um patrimônio vivo e um espaço de constante diálogo entre a tradição modernista e as novas possibilidades de desenvolvimento social e cultural”, enfatizou. Um dos elementos centrais da mostra é uma maquete de 6 metros por 4,80 metros, confeccionada pelo arquiteto Antônio José de Oliveira a partir de imagens de satélite de alta resolução. O recurso permite uma compreensão didática do projeto urbanístico, delimitando áreas que vão desde o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek até a Torre de TV Digital. A exposição também estabelece conexões entre o pensamento de Lucio Costa e referências internacionais, como os princípios de Le Corbusier e a técnica em concreto armado de Auguste Perret. Com entrada gratuita, a exposição em Paris marca mais uma etapa da trajetória internacional do projeto, que já circulou por 15 capitais, incluindo Londres, Berlim, Nova Delhi e Roma, alcançando um público superior a 400 mil pessoas. O conteúdo detalhado, com textos e memorial documental, também está disponível em formato de catálogo digital bilíngue (português-francês) para acesso público. Informações Gerais Exposição: Brasília – Da Utopia à Capital Local: Palais d’Iéna 9 Place d’Iéna 7577 – Paris, França Período: 16 a 21 de março de 2026 Curadoria: Danielle Athayde Entrada gratuita - 9h às 19h   *Com informações da Secec-DF

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Ibaneis assina ordem de serviço e destrava obra histórica da nova sede do TRF1

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta terça-feira (3), a ordem de serviço que autoriza a retomada e a conclusão das obras da nova sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília. A iniciativa destrava um projeto que estava paralisado havia quase duas décadas. Projeto da nova sede foi criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 2006; área terá 165 mil metros quadrados, distribuídos em quatro blocos e três subsolos | Foto: Vinicius Saiki/VGDF A responsabilidade pela condução dos trabalhos está a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que retomou os projetos de engenharia, conduziu as licitações e contratou a empresa responsável pela finalização da obra. O edifício tem projeto assinado por Oscar Niemeyer. A construção da nova sede do tribunal foi interrompida ao longo dos anos por sucessivos problemas contratuais. Em 2023, o TRF1 firmou contrato com a Novacap, que passou a coordenar tecnicamente todas as etapas para viabilizar a conclusão do empreendimento. Posteriormente, em agosto de 2024, o Tribunal de Contas da União (TCU) validou o contrato entre o TRF1 e a Novacap, e autorizou a licitação direta da obra. A previsão é de que a nova sede seja concluída em 2030. Durante a assinatura do documento, o governador Ibaneis Rocha enfatizou:  “O Tribunal cresceu e precisa crescer ainda mais. Essa nova sede é fundamental para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à população” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Ao autorizar o prosseguimento das obras, o governador ressaltou sua trajetória na advocacia e a relevância histórica do TRF1, cuja jurisdição abrange grandes regiões do país. Ibaneis Rocha enfatizou ainda a parceria com a Novacap e avaliou que a nova sede será um marco cultural para Brasília, além de atender ao crescimento e às demandas atuais do tribunal.  “Hoje o tribunal enfrenta dificuldades de infraestrutura, e essa obra vai permitir a entrega de uma estrutura moderna para desembargadores, juízes e servidores, capaz de atender milhões de processos que tramitam anualmente”, declarou Ibaneis Rocha. “O Tribunal cresceu e precisa crescer ainda mais. Essa nova sede é fundamental para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à população.” A nova sede A obra se destaca pela arquitetura arrojada e pelos desafios de engenharia. Um dos principais é a passarela que conecta os blocos A e C do complexo: com 54 metros de extensão, a estrutura possui curvatura e inclinação variáveis e é sustentada por um único pilar, o que exige soluções inovadoras e alto grau de precisão técnica. “Aqui nesse prédio serão centralizadas todas as ações do TRF 1, que hoje está espalhado em muitos prédios pela cidade, então isso vai trazer muita funcionalidade” Fernando Leite, presidente da Novacap Quando finalizada, a nova sede do TRF1 contará com área total de 165 mil metros quadrados, distribuídos em quatro blocos e três subsolos. O complexo vai abrigar gabinetes de desembargadores, salas de sessão e áreas administrativas. “Essa é uma obra gigantesca que, por força de vários acontecimentos, está sem concluir desde o seu início, em 2006, quando o projeto foi entregue pelo arquiteto Oscar Niemeyer”, lembrou o presidente da Novacap, Fernando Leite. “Agora, 20 anos depois, nós pretendemos retomar e concluir essa obra. Aqui nesse prédio serão centralizadas todas as ações do TRF 1, que hoje está espalhado em muitos prédios pela cidade, então isso vai trazer muita funcionalidade, vai trazer possibilidades para o tribunal desenvolver todas as suas ações de uma forma mais econômica e com muito mais conforto.” Sobre o TRF1 O Tribunal Regional Federal da 1ª Região é um dos seis tribunais regionais federais do país e representa a 2ª instância da Justiça Federal, responsável por julgar recursos contra decisões proferidas em 1ª instância. [LEIA_TAMBEM]Instalado em 1989 em substituição ao extinto Tribunal Federal de Recursos, o TRF1 tem sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins. O desembargador federal João Batista Moreira é o atual presidente da Corte, eleito para o biênio 2024-2026, e tem defendido a importância da conclusão da nova sede para ampliar a capacidade da Justiça Federal na região. “Essa obra avança agora graças ao esforço conjunto de várias instituições”, pontuou. “Trata-se de um passo decisivo para o fortalecimento da Justiça Federal.” Durante o evento, o presidente do TRF1 afirmou ainda que será discutida internamente no tribunal a intenção de nomear a futura sede do TRF1 de Assusete Magalhães, em homenagem à ex-ministra do STJ, falecida em dezembro de 2025.

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Nova passarela do TRF1 será apresentada em evento na Bélgica

Com o artigo técnico Bridge connecting buildings A and C set of the headquarters of the TRF1 Brasília DF – traduzido para o português como Passarela de ligação dos Blocos A e C da sede do TRF1 em Brasília-DF —, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) ganha destaque internacional no IABSE Congress Ghent 2025 — The Essence of Structural Engineering for Society. Considerado um dos mais importantes encontros mundiais da engenharia estrutural, o congresso ocorre entre os dias 27 e 29 deste mês, em Ghent (Bélgica), e reúne engenheiros, arquitetos, pesquisadores, gestores públicos e privados, além de universidades e organizações internacionais. O trabalho é assinado por Pedro Afonso de Oliveira Almeida (USP), Gabriel Polanzzo Ribeiro Del Duca (TRF1), Maruska Holanda (Novacap) e Ronaldo Almeida (Novacap). Passarela do TRF1 foi erguida em concreto protendido e tem quase 6 metros de altura no seu ponto mais elevado | Foto: Kiko Paz/Novacap A obra que inspirou o artigo é uma passarela tubular de aproximadamente 50 metros, concebida pelo arquiteto Oscar Niemeyer e que, como indica o título do trabalho, conecta os blocos A e C da nova sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Em sua maior curvatura, a estrutura alcança quase 6 metros de altura no ponto mais elevado, no Bloco A, descendo suavemente até o ponto de junção com o Bloco C. Tudo isso apoiado em apenas um pilar – e é exatamente aí que está o grande desafio: sustentar toda a construção em apenas um ponto. Edificada em concreto protendido, a passarela se destacou pela adoção de soluções inovadoras de reforço estrutural, que representaram um desafio significativo para a equipe de engenheiros da Novacap. [LEIA_TAMBEM]De acordo com a coordenadora do Núcleo de Inovação da Diretoria de Planejamento e Projetos da Novacap, Maruska Holanda, a participação no congresso é um marco para a companhia. “É a oportunidade de projetar a engenharia pública de Brasília no cenário internacional, demonstrando a capacidade técnica da empresa na execução de obras de alta complexidade e relevância cultural”, destaca a especialista. Além do artigo brasileiro, o congresso conta com a apresentação de trabalhos de universidades, órgãos públicos e empresas de engenharia de todo o mundo, abordando temas como pontes, edifícios, estruturas em aço, concreto e madeira, sustentabilidade, manutenção e inovação tecnológica. Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, a participação nesse cenário global reforça o compromisso da companhia em adotar e compartilhar soluções inovadoras, fortalecendo o nome de Brasília e do Distrito Federal no cenário internacional da engenharia. “A Novacap é uma empresa de vanguarda. Sempre foi, e chegou a hora de mostrar para o mundo nossa capacidade e nossa qualificação técnica”, comemora o gestor. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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O tempo em infusão: redescobrindo a Casa de Chá aos 65 anos de Brasília

Em meio às curvas de concreto que deram forma à utopia modernista de Brasília, há um cantinho onde o tempo parece descansar. A Casa de Chá, discreta e elegante como a própria cidade, guarda histórias de encontros, contemplação e silêncios embalados pelo aroma de infusões delicadas – além de um cardápio repleto de referências ao Cerrado, vegetação que cerca e compõe o Quadradinho. Projetada entre 1965 e 1966 pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a Casa de Chá foi concebida para ser um ponto de encontro e um local para reuniões e descanso na monumental Praça dos Três Poderes. O “restaurante da Praça dos Três Poderes”, como o próprio arquiteto nomeou em seu livro Quase Memórias, reunia os trabalhadores da região que frequentavam o local após o dia de serviço, com rodas de violão e cantorias no lado de fora. O auge da movimentação foi nos anos 1970 e 1980. Reinaugurado em 2024 em formato de café-escola, o espaço busca retomar o propósito de Oscar Niemeyer e tem demonstrado fôlego para reunir tantas pessoas e memórias quanto em décadas passadas. Agora sob gestão do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF), o espaço se dedica à gastronomia e à qualificação profissional com a promoção de cursos. A Casa também funciona como Centro de Atendimento ao Turista (CAT), em uma cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Turismo (Setur-DF). Em tempos de cafés apressados e bebidas para viagem, a Casa de Chá resgata o ritual de saborear a bebida com calma em um refúgio especial, mantendo viva a tradição de servir, em xícaras de porcelana, memórias de uma cidade que completa 65 anos. “Há quase um ano anunciamos uma proposta robusta, por meio da Fecomércio, do Senac, que foi a reformulação do espaço. Em 70 dias, reinauguramos a Casa de Chá e entregamos um restaurante-escola de qualidade, um presente para a cidade. Já recebeu mais de 115 mil pessoas em menos de um ano e é exemplo para todo o país. Moradores e visitantes mereciam um espaço para alimentação, descanso e entretenimento no centro da Praça dos Três Poderes”, afirmou o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo. Projetada entre 1965 e 1966 pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a Casa de Chá foi concebida para ser um ponto de encontro e um local para reuniões e descanso na monumental Praça dos Três Poderes | Fotos: Divulgação/Setur-DF Essa não foi a primeira intervenção que este GDF fez no local. Em 2019, o espaço foi pintado, teve o mármore do piso polido e as paredes receberam limpeza específica para o mármore bruto. Além disso, o mapa localizado em frente ao CAT, que estava com a imagem apagada devido à ação do tempo, foi trocado. O mobiliário e decoração da unidade foram cedidos por designers da cidade, em parceria com a Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (Adepro-DF). Reconhecimento internacional A Casa de Chá atingiu mais de 115 mil atendimentos desde a reabertura, em julho de 2024. Atualmente, o espaço recebe uma média de 12,5 mil visitantes por mês, firmando sua posição como um dos principais pontos turísticos de Brasília. O reconhecimento não vem só de quem mora ou visita a capital. No ano passado, o local foi citado na lista 150 Tea House You Need to Visit Before You Die (150 casas de chá que você precisa visitar antes de morrer, em tradução livre), da jornalista britânica Léa Teuscher. Para o diretor do Senac-DF, Vitor Corrêa, os números e o reconhecimento refletem o quanto o café-escola tem se consolidado como um espaço de formação, acolhimento e experiências gastronômicas no DF. “Ter esse espaço é um orgulho para o Senac, especialmente ao celebrar os 65 anos de Brasília com chá, café, cerveja, drinks ou vinho — tudo com o DNA de Brasília, respeitando o Cerrado e o saber local. É um ambiente que homenageia os modernistas, construtores e idealizadores da cidade, mas também valoriza as gerações atuais, com designers, artesãos e produtores locais. A Casa de Chá é uma síntese de Brasília — e Brasília, uma síntese do Brasil”, destacou. Reinaugurado em 2024 em formato de café-escola, o espaço busca retomar o propósito de Oscar Niemeyer e tem demonstrado fôlego para reunir tantas pessoas e memórias quanto em décadas passadas Pelos olhos de um Niemeyer O fotógrafo carioca Kadu Niemeyer, 71, neto do símbolo da arquitetura brasileira com reconhecimento mundial, Oscar Niemeyer, tinha apenas 6 anos quando a família se mudou do Rio de Janeiro para viver na recém-capital do país, que completa 65 anos este ano. Acompanhando o trabalho do avô durante 54 anos, ele pôde registrar de perto cada nuance da fundação de Brasília e acumular memórias vivas em diferentes espaços. Entre eles, a Casa de Chá, que visitou em 2 de abril deste ano. À Agência Brasília, ele detalhou que estar no local foi como abrir um álbum de memórias que mistura arquitetura, cultura e convivência. “A relação da nossa família com a Casa de Chá e com todas as obras de meu avô é profundamente emocional e histórica. Meu avô sempre foi apaixonado por criar espaços que unissem beleza, simplicidade e funcionalidade, mas também que proporcionassem encontros e momentos de convivência. A Casa de Chá reflete isso: é um lugar onde arquitetura e vida se misturam de maneira única”, declarou. À frente da administração do escritório de Oscar Niemeyer, Kadu tem como objetivo preservar a imagem e o legado da família. Ele lembra das histórias sobre como o avô idealizou a Casa de Chá como um ponto de encontro e refúgio na Praça dos Três Poderes. “Ele queria que fosse um lugar onde as pessoas pudessem se conectar, refletir e apreciar a beleza de Brasília. Recentemente estive na Casa de Chá e a sensação de olhar pelas janelas, que oferecem uma vista livre do horizonte, é fantástica. É como se o espaço fosse uma extensão da própria cidade, com suas curvas ousadas e a integração harmoniosa com o Cerrado. Também me lembro das conversas sobre como a arquitetura pode transformar um espaço público em um lugar de pertencimento e identidade”, acrescentou. Durante a visita, um item que chamou a atenção de Kadu ao experimentar o cardápio, junto a esposa, foi o requeijão com sabor de pequi. “Os sabores do Cerrado são uma verdadeira celebração da biodiversidade brasileira. E conseguem realçar o sabor com delicadeza, vale a pena experimentar. Inclusive tem uma entrada com o nome de meu avô que é muito saborosa, mistura a simplicidade que ele tinha com a magnitude de ingredientes únicos”, recomendou. Funcionamento Para muitos que não conhecem Brasília – e até para os que muitas vezes passam por ali e não sabem onde fica – a Casa de Chá se situa no subsolo da Praça, com acesso por uma ampla escadaria, frontal ao Pavilhão Nacional. Funciona de quarta-feira a domingo, das 10h30 às 19h30 e, para quem pretende fazer a visita no domingo, pode usufruir do programa Vai de Graça, que garante a gratuidade do transporte público para a população. É possível fazer reservas online, para as quais são separadas 40% das mesas, mas também há atendimento por ordem de chegada. Às segundas, não há atendimento no café, mas, para quem desejar, é possível visitar o espaço e obter informações no CAT.

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