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Polícia Penal

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DF é reconhecido como a UF mais segura do país em redução histórica do número de crimes letais

Levantamento do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública colocou o DF na liderança, tanto entre as unidades da Federação quanto entre as capitais, com a menor taxa de criminalidade. A governadora Celina Leão afirmou, durante evento que homenageou as forças de segurança do DF, que a posição amplia a responsabilidade do GDF de manter os investimentos em pessoal, tecnologia e integração das forças de segurança. Em solenidade durante a qual as forças de segurança do DF foram homenageadas, a governadora Celina Leão declarou: “Queremos zerar o furto de celular, crimes violentos contra mulheres e feminicídio” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A gente não consegue ter a melhor segurança pública se não investir no capital humano, porque a segurança pública é feita por homens e mulheres”, pontuou a chefe do Executivo. “Vamos capacitar mais, colocar mais tecnologia, trabalhar para ter mais homens nas ruas e valorizar ainda mais o nosso efetivo.” O resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer por 100 mil habitantes, mostrando que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação. Santa Catarina aparece logo atrás, com 5,63.   Ranking nacional Entre as capitais, Brasília alcançou índice de 5,61 e liderou o ranking nacional, seguida por Curitiba-PR (10,05) e Campo Grande-MS (10,39). O levantamento também inclui os chamados casos de mortes a esclarecer —  situações em que ainda não foi definida a causa da morte. No DF há 42 homicídios e zero a esclarecer. “Hoje é um dia de gratidão à Polícia Militar, ao Corpo de Bombeiros, ao Detran, à Polícia Civil e à Polícia Penal” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Segundo a governadora, o resultado deve ser tratado como ponto de partida para novas reduções nos índices de criminalidade. “Nós não estamos satisfeitos em estar em primeiro lugar”, enfatizou. “Queremos zerar o furto de celular, crimes violentos contra mulheres e feminicídio. É difícil, sim, mas vamos trabalhar para reduzir cada dia mais os nossos índices no Distrito Federal”. Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, frisou que o reconhecimento é fruto da atuação integrada das forças de segurança e do esforço para manter o Distrito Federal no topo do ranking nacional. “O mais importante são as pessoas”, declarou. “Estamos diante daquelas que nos fizeram chegar ao primeiro lugar. Hoje é um dia de gratidão à Polícia Militar, ao Corpo de Bombeiros, ao Detran, à Polícia Civil e à Polícia Penal”. [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário, a liderança nacional amplia a responsabilidade de manter e melhorar os indicadores de segurança. “O primeiro lugar nos dá a possibilidade de turismo, nos dá a possibilidade de reconhecimento dos eventos, nos dá circulação da economia, nos dá tranquilidade”, destacou. Patury lembrou ainda que o DF apresenta a menor taxa de homicídios do país e também o menor índice agregado de crimes letais, que inclui homicídio, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes a esclarecer. Na solenidade, as forças de segurança do Distrito Federal foram homenageadas com a entrega da placa que reconhece Brasília como a capital mais segura do país. Receberam a condecoração representantes do Detran-DF, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Penal, em reconhecimento ao trabalho integrado que tem contribuído para a redução dos índices de criminalidade e o fortalecimento da segurança na capital.

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Comissão que coordena respostas emergenciais no sistema socioeducativo é reestruturada

Na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) publicou a Portaria nº 1.016, que reestrutura a Comissão Permanente da Central Integrada de Atendimento do Sistema Socioeducativo (Ciase), vinculada à Subsecretaria do Sistema Socioeducativo (Subsis). Comissão será dedicada ao planejamento e condução de estratégicas que garantam a segurança no ambiente socioeducativo | Foto: Divulgação/Sejus-DF A medida tem como objetivo aprimorar a gestão integrada das ações de segurança, apoio técnico e administrativo, garantindo mais eficiência na resposta a emergências e intercorrências nas unidades de atendimento socioeducativo do DF. De acordo com a portaria, a Ciase passa a ter entre suas atribuições a interlocução com órgãos da administração pública presentes no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), como as polícias Militar, Civil e Penal e o Corpo de Bombeiros Militar do DF. Essa integração permite respostas rápidas e coordenadas em situações críticas, como motins, incêndios, fugas, ameaças à integridade física de servidores e socioeducandos ou qualquer evento que comprometa a rotina das unidades. [LEIA_TAMBEM]Além da atuação emergencial, a Ciase é responsável por planejar estratégias preventivas, acompanhar deslocamentos externos, apoiar ações operacionais e produzir relatórios e análises estratégicas sobre a segurança socioeducativa. A comissão será composta por servidores da carreira socioeducativa, designados por ato específico, que atuarão em regime de escala conforme a necessidade da Subsis. A presidência da Ciase será exercida, em caráter rotativo, por um dos agentes socioeducativos da comissão, com mandato de três meses. Com a nova estrutura, a medida reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a segurança institucional, a proteção dos servidores e socioeducandos e a eficiência na gestão das unidades socioeducativas. A Portaria nº 1.016/2025 entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria nº 206, de 6 de março de 2023.   *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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GDF vai convocar mais 1.950 policiais em novembro

Governo do Distrito Federal · GDF VAI CONVOCAR MAIS 1.950 POLICIAIS EM NOVEMBRO O Governo do Distrito Federal vai nomear em novembro 1,2 mil policiais militares, 600 civis e 150 penais. A confirmação veio do secretário de Economia, Ney Ferraz, durante reunião com representantes das categorias, que aconteceu na tarde desta quarta-feira (30).  “É uma determinação do governador Ibaneis [Rocha] e estamos trabalhando para isso. Mas esse prazo é fundamental para dar tranquilidade à gestão orçamentária, além de toda segurança jurídica necessária para uma nomeação de quase 2 mil servidores”, esclareceu Ferraz.  O GDF vai nomear em novembro 1,2 mil policiais militares, 600 civis e 150 penais | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília  Segundo ele, será necessário enviar ao governo federal um pedido de ajuste à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2025) para constar o número total das novas convocações. "Na próxima semana, enviamos ao Ministério da Gestão e Inovação o pedido de adequação nas quantidades autorizadas de novas nomeações e, em seguida, esperamos que o Congresso referente esse ajuste", detalhou.  Mais de 10 mil policiais Ney Ferraz: "A população é quem mais ganhará com essas nomeações, que prefiro chamar de investimentos, porque não são gastos" | Foto: Divulgação/Secretaria de Economia  Para o secretário de Economia, o investimento na nomeação desses policiais vai resultar em mais qualidade de vida para todo o DF. “A população é quem mais ganhará com essas nomeações, que prefiro chamar de investimentos, porque não são gastos”, destacou. Ferraz lembrou que, mesmo sendo o DF a unidade da Federação com a melhor qualidade de vida do país, a intenção é aprimorar ainda mais a gestão nesta área específica. Ao longo do governo Ibaneis Rocha, a segurança pública já foi reforçada com 8.131 novos servidores. Destaque para a nomeação de 3.633 soldados da PMDF e 1.607 do Corpo de Bombeiros. Somente em 2024, foram nomeados 1.277 PMs; 683 agentes de polícia; 207 escrivães; e 326 policiais penais. Entre cargos e funções, há delegados, agentes, escrivães, papiloscopista, peritos criminais e médicos, praças (soldados, cabos e sargentos) e oficiais. Com as novas nomeações previstas para novembro, o governo vai contabilizar mais de 10 mil servidores reforçando a atuação das forças policiais. *Com informações da Seec-DF  

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Porte de arma para policiais penais do DF é regulamentado

A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) publicou a Portaria nº 55, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (25), com o objetivo de normatizar os procedimentos internos relacionados ao porte de arma de fogo por policiais penais do DF. De acordo com a Seape, a medida não amplia direitos, apenas regulamenta dispositivos legais já existentes. A secretaria promove reciclagem e treinamentos específicos para os servidores autorizados a portar armas de fogo. Além disso, em casos determinados, pode ser exigida uma avaliação psicológica para verificar a aptidão do profissional para o uso do armamento. A nova portaria não amplia direitos, apenas regulamenta dispositivos legais já existentes | Foto: Divulgação/Seape-DF Para os policiais penais aposentados, a portaria segue o que determina a Portaria Conjunta COLOG/C EX e DPA/PF nº 1, de 29 de novembro de 2024. A medida busca alinhar a regulamentação distrital com as normas estabelecidas em âmbito federal. Com essa regulamentação, a Seape reforça a importância da capacitação contínua dos policiais penais, garantindo que o uso de armamento seja realizado de forma segura e dentro dos parâmetros legais. *Com imagem da Seape-DF

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