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Programa Saúde na Escola (PSE)

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Peça teatral da UBS 1 da Candangolândia apresenta perigos escondidos por trás das telas

Os alunos da Escola Classe (EC) 2 da Candangolândia reuniram-se, nesta sexta-feira (19), para assistir à peça de teatro À Sombra da Tela. A obra é criada, produzida e encenada por profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da região e integra as ações realizadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE). O texto faz um alerta sobre os perigos escondidos por trás das telas de celulares, jogos infantis e plataformas digitais. De forma lúdica e com abordagem cuidadosa, a peça joga luz sobre a integridade dos jovens, alertando sobre os riscos de assédio e abuso virtual. Adaptar o conteúdo para crianças, especialidade do PSE, é o principal desafio dessa criação, conta o agente Comunitário de Saúde (ACS), Manoel Morais, roteirista, diretor e um dos atores da peça que conta com 12 profissionais de saúde no elenco. “Sabemos da dificuldade que é tratar um tema tão pesado como esse. Mas nosso trabalho é misturar elementos lúdicos para alcançar o público infantil e fazê-los entender”, explica o ACS. “Acho que demos o recado!”, avalia. A peça faz um alerta sobre os perigos escondidos por trás das telas de celulares, jogos infantis e plataformas digitais | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O assunto foi apresentado ao longo de todo o semestre, em debates com professores e em atividades com a comunidade escolar. A peça, encenada para 380 alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, complementa a abordagem e encerra o ciclo. Para o próximo semestre, já estão sendo preparados trabalhos direcionados à prevenção da dengue. Parceria  Para a vice-diretora da EC 2 da Candangolândia, Patrícia da Costa, o impacto do conteúdo sobre os estudantes é notável. “A gente vê que faz diferença, pois as crianças trazem esse retorno. Elas conseguem levar isso para casa e multiplicar a mensagem." Segundo a gestora, o resultado é fruto de parceria contínua. “Os profissionais da UBS são parceiros incríveis. Eles estão conosco em diversos momentos, desde palestras e apresentações, até atendimentos aos alunos e familiares”, agradece. Programa Saúde na Escola O PSE é uma estratégia de integração entre saúde e educação voltada ao desenvolvimento da cidadania e à qualificação das políticas públicas brasileiras. A articulação entre as escolas e a Atenção Primária à Saúde (APS) constitui a base do programa. Atualmente, o PSE no âmbito do Distrito Federal conta com 632 escolas pactuadas e 154 UBSs vinculadas. As ações contemplam todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino do Distrito Federal.   *Com informações da SES-DF

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Programa Saúde na Escola leva vacinação e cultura de paz ao CEF 5 de Taguatinga

O Centro de Ensino Fundamental (CEF) 5 de Taguatinga recebeu, nesta sexta-feira (17), ações do Programa Saúde na Escola (PSE). A iniciativa levou aos 469 alunos do 6º ao 9º anos verificação da situação vacinal, orientações de saúde bucal e atividades sobre prevenção da violência, cultura de paz e saúde mental. Criado em 2007, o PSE integra as redes públicas de Saúde e Educação para ampliar o acesso dos estudantes da educação básica a ações de prevenção e cuidado. Em 2026, a mobilização prioriza três temas: verificação e atualização vacinal, prevenção das violências com promoção da cultura de paz e saúde mental. O cronograma deste ano começou em março, teve lançamento nacional em abril e segue ao longo do ano letivo, com destaque para abril e maio. A ação levou aos 469 alunos do 6º ao 9º ano verificação da situação vacinal, orientações de saúde bucal e atividades sobre prevenção da violência, cultura de paz e saúde mental | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília No CEF 5, a programação foi montada em parceria com a Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Taguatinga Sul para encaixar as atividades na rotina das turmas. Segundo a diretora Iraildes Alves, o cronograma é definido com antecedência para preservar aulas e intervalos e permitir a participação dos estudantes sem prejuízo à rotina pedagógica. “A gente organiza um cronograma de forma que não atrapalhe nem os horários das aulas nem o intervalo”, afirmou. “Esse trabalho é cooperativo. A gente faz a nossa parte, também orienta os pais.” A articulação entre a escola e a UBS segue o desenho do programa no território. A enfermeira Layara Lisboa, coordenadora da equipe da UBS 5, explicou que as secretarias de Saúde e Educação pactuam a adesão no início de cada ciclo e depois definem, com a escola, os eixos prioritários e o cronograma das ações. “A unidade de saúde, de acordo com o seu território, assume aquela escola”, resumiu. “A gente leva um serviço para a escola para trazer essa comunidade mais perto do serviço de saúde.”   Além da vacinação, o programa trabalha outros temas ao longo do ano, como alimentação saudável, atividade física, prevenção das violências e saúde bucal. No CEF 5, a ação também inclui distribuição de kits de escovação e orientações aos alunos. Entre os estudantes, a vacinação dentro da escola foi apontada como um ganho prático para as famílias. Aluna de 14 anos, Ilana Ximendes contou que foi a primeira vez na vida que ela tomou a vacina na escola. Para ela, a medida ajuda quem tem dificuldade de ir ao posto de saúde. “Acaba facilitando bastante, porque minha mãe não precisa levar a gente para o posto”, afirmou. Sobre as palestras, ela destacou o espaço de diálogo com os alunos. “Eles tiram tempo para conversar com os alunos, e isso ajuda a gente a entender melhor.” “Eles tiram tempo para conversar com os alunos, e isso ajuda a gente a entender melhor", destaca a estudante Ilana Ximendes Também de 14 anos, Dafne Mendes destacou as conversas sobre convivência e bullying. Para a estudante, levar esse tipo de orientação para dentro da escola ajuda os alunos a rever comportamentos e melhora o ambiente entre os colegas. “Essas palestras ajudam a abrir a cabeça”, resumiu.

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Programa DNA do Brasil inicia ações de saúde preventiva em escolas públicas de Ceilândia

O Programa DNA do Brasil, no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE), iniciou suas ações em Ceilândia com atendimentos voltados à promoção da saúde preventiva e ao acompanhamento integral de crianças e adolescentes da rede pública de ensino. A iniciativa é da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento da Criança e do Adolescente pela Cultura e Esporte (Idecace). As atividades têm como base o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) da QNN 13, que funciona como polo de atendimento e articulação das ações na comunidade. A partir do espaço, uma equipe itinerante atua diretamente nas escolas públicas da região, atendendo estudantes de 5 a 18 anos. O programa realiza triagens de enfermagem, avaliações odontológicas não invasivas e ações educativas sobre higiene, alimentação, autocuidado e prevenção de doenças, fortalecendo o cuidado contínuo e a orientação às famílias. “Essa iniciativa fortalece a atuação integrada entre educação, saúde e assistência social. Quando o poder público e a sociedade civil caminham juntos, conseguimos ampliar o acesso a políticas públicas e consolidar uma rede de proteção mais eficiente para nossas crianças e adolescentes” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania do DF O atendimento é conduzido por uma equipe multidisciplinar, formada por dentista, enfermeiro, psicólogo, assistente social e pedagogo. Além da saúde física, os profissionais também identificam demandas emocionais, sociais e educacionais, com encaminhamentos à rede pública de saúde e aos serviços de proteção social sempre que necessário, garantindo a continuidade do acompanhamento. Para a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, a iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre diferentes políticas públicas. “Essa iniciativa fortalece a atuação integrada entre educação, saúde e assistência social. Quando o poder público e a sociedade civil caminham juntos, conseguimos ampliar o acesso a políticas públicas e consolidar uma rede de proteção mais eficiente para nossas crianças e adolescentes”, destaca. Segundo o presidente do Idecace, Wilson Cardoso, o diferencial do programa está no acompanhamento individualizado dos estudantes. “Para desenvolver a educação, precisamos entender o potencial e as necessidades de ajuste de cada criança e adolescente. A metodologia do DNA do Brasil permite identificar vulnerabilidades, acompanhar trajetórias e fortalecer a rede de proteção de forma contínua, indo além das ações pontuais nas escolas”, afirma. Um dos destaques da iniciativa é o uso de tecnologia nas avaliações odontológicas, com scanner intraoral, que torna os atendimentos mais rápidos, seguros e precisos, além da emissão de laudos digitais. “Com tecnologia de ponta, como o scanner intraoral utilizado nas avaliações odontológicas, conseguimos ampliar a capacidade de diagnóstico e tornar o cuidado mais eficiente e humanizado”, explica o coordenador do projeto, Samuel Suaid. A metodologia já beneficiou mais de 350 mil crianças e adolescentes em diferentes estados brasileiros | Foto: Jhonatan Vieira/Ascom Sejus-DF Todas as informações são registradas na Plataforma DNA do Brasil, sistema próprio de monitoramento que gera indicadores e permite avaliar os resultados ao longo do tempo. A metodologia já beneficiou mais de 350 mil crianças e adolescentes em diferentes estados brasileiros. Serviço Programa PSE – DNA do Brasil Mais informações: dnadobrasil.org.br/pse | idecace.org.br/psednadobrasil   *Com informações da Sejus-DF

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Mais de 600 escolas públicas do DF integram o Programa Saúde na Escola

O Distrito Federal atingiu a marca de 632 colégios inscritos no Programa Saúde na Escola (PSE), uma iniciativa conjunta dos ministérios da Educação e da Saúde para a promoção e prevenção em saúde. O número representa um aumento de 25% em relação ao biênio anterior, possibilitando beneficiar mais de 365 mil estudantes da Secretaria de Educação (SEEDF). O aumento no número de adesões de escolas da da rede pública de ensino do Distrito Federal ao PSE poderá beneficiar mais de 365 mil alunos | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Para a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, o programa é significativo, uma vez que existem alunos com problemas de saúde, que são atendidos pela Secretaria de Educação, e têm dificuldades de acessar uma unidade básica de saúde (UBS): “A grande potência desse programa é que, por meio de um aparelho público, o estudante tem acesso também a esses serviços que, às vezes, a família não consegue ter. O PSE traz esse cuidado e essa prevenção para dentro da escola”. “A vantagem do Programa Saúde na Escola é que com uma ação a gente consegue abordar temas que abrangem uma coletividade, e isso vai ajudar a desafogar os atendimentos de tratamentos específicos na UBS” Alana Siqueira, coordenadora do PSE da Secretaria de Saúde O programa, que já existe há 18 anos, visa estreitar os laços entre as unidades de saúde e de educação por meio de ações educativas, como campanhas de vacinação, escovação dentária, atividades de combate à dengue, palestras e outras atividades, sempre com uma linguagem adequada à faixa etária dos alunos. As ações são promovidas pelas secretarias de Educação e de Saúde, contribuindo para a formação integral e para a ampliação do acesso aos serviços de saúde pública. A adesão recorde para o biênio 2025-2026 deve-se, entre outros fatores, ao empenho dos profissionais das duas secretarias para promover a pactuação das escolas ao PSE por intermédio do projeto Café com Adesão, que realizou uma série de encontros em todas as Regionais de Ensino do DF em janeiro deste ano. Nas reuniões, além de incentivar os gestores a efetuar as inscrições, reforçou-se a relevância da integração entre as duas pastas para atender às demandas das escolas e facilitar o compartilhamento de informações essenciais sobre a saúde dos estudantes. “Esse aumento de escolas inscritas veio por um esforço coletivo. Atendemos todos os gestores das UBS e das escolas que participaram, e esse esforço todo impactou para o sucesso. Os gestores puderam tirar dúvidas no Café com Adesão, além de entender como o programa funciona e como trazer ações de saúde para dentro da escola é fundamental”, explica a coordenadora do PSE da Secretaria de Educação, Carla Dias. Multiplicação do conhecimento  A coordenadora do PSE da Secretaria de Saúde, Alana Siqueira, ressalta o poder de multiplicação do aprendizado que os estudantes têm dentro das escolas com o PSE. “A vantagem do Programa Saúde na Escola é que com uma ação a gente consegue abordar temas que abrangem uma coletividade, e isso vai ajudar a desafogar os atendimentos de tratamentos específicos na UBS”, relata. Em algumas atividades, como palestras e vacinação, as ações são estendidas direta e indiretamente às famílias. Outras vezes, os pais e responsáveis são impactados, porque os alunos tornam-se multiplicadores das informações sobre os cuidados com a saúde que recebem durante as ações do PSE, levando para casa o aprendizado.  “Por exemplo, se há uma ação de prevenção à dengue na escola, ele vai chegar em casa olhando os pratinhos de planta da mãe dele, tirando os lixos que estão jogados, e a mãe vai falar isso para o vizinho. Então, isso acaba se replicando na comunidade onde ele vive”, conta Alana. A coordenadora do PSE da Secretaria de Saúde, Alana Siqueira (à esquerda), e a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, ressaltam a importância da parceria entre as pastas Vacinação nas escolas Dentro do PSE, uma importante parceria entre Saúde e Educação é a campanha de vacinação nas escolas. Na última quarta-feira (9), os ministros da Educação, Camilo Santana, e da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram, na Escola Classe Beija Flor, na 316 Norte, o lançamento das ações de mobilização deste ano para promover a vacinação de crianças e adolescentes entre os meses de abril e novembro. A iniciativa tem o intuito de atualizar a situação vacinal de meninos e meninas  com menos de 15 anos, intensificar a vacinação de rotina e reduzir o risco de ocorrências de doenças imunopreveníveis, além de reduzir a hesitação vacinal. A vice-diretora da Escola Classe Beija Flor, Luzia Lavendowski Lazzari, afirma que essas ações são positivas por beneficiarem os alunos com vacinação e encaminhamentos para especialistas, como pediatras, psicólogos e dentistas, entre outros. “Os programas de saúde escolar têm muita importância, principalmente para as famílias carentes, porque muitas delas não têm uma rede de apoio tão completa, alguém que leve a criança ao médico. Então, a escola, por intermédio dessa parceria com a Saúde, acaba tornando-se essa rede de apoio”, conclui. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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