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Residencial Tamanduá

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Cartão Material de Construção dá a chance de 250 famílias em situação de vulnerabilidade reconstruírem seus lares

Dois quartos, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e garagem: esta será a composição da casa nova do porteiro João Batista Carvalho, de 40 anos, morador do bairro Santa Luzia, na Estrutural. A residência está sendo erguida graças ao Cartão Material de Construção, criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para possibilitar que famílias em situação de vulnerabilidade social possam reconstruír ou reformar seus lares. João Batista com a família, nas obras da primeira residência própria: “Fiquei muito feliz quando soube que ia receber o cartão, porque chegou a hora de fazer a minha casa” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Desde a criação do cartão, em maio de 2025, até o momento, 249 famílias receberam o benefício, dos quais 197 são do Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, e 52 da Comunidade Santa Luzia. Cada família recebeu R$ 15 mil para a aquisição dos insumos necessários às obras. O total empenhado pelo programa, gerido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), ultrapassa R$ 3,7 milhões.   “Fiquei muito feliz quando soube que ia receber o cartão, porque chegou a hora de fazer a minha casa”, comemora João, que executa a obra com apoio de um familiar. “Nunca tive essa condição; já tentei de tudo, mas o dinheiro não dava. Esses R$ 15 mil foram uma bênção de Deus. Deu para comprar tijolo, cimento, tudo. Só tenho a agradecer mesmo porque nunca tive a oportunidade de construir.”  “O Cartão Material de Construção transforma a vida de quem o recebe. Isso é dignidade”  Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab Natural do Maranhão, ele chegou ao DF em 2007 e, desde então, residia na Estrutural, em estruturas de madeirite. Em maio de 2014, mudou-se para a Rua 64 de Santa Luzia e, agora, está construindo cada parede do seu novo lar, onde vai morar com os dois filhos. “Ter um lugarzinho é um sonho que todo mundo tem”, afirma. “Não vejo a hora de colocar o telhado e vir morar”. O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, ressalta que o principal objetivo do programa é garantir moradia digna à população. “O Cartão Material de Construção transforma a vida de quem o recebe”, aponta. “O antigo barraco de madeirite passa a ser de tijolos, o buraco na parede vira uma porta ou uma janela, o piso de terra batida passa a ser de cimento; o desespero de morar de maneira quase insalubre e improvisada, de um momento para o outro, se transforma no sonho de iniciar a construção de uma verdadeira casa própria. Isso é dignidade”. Critérios R$ 100 milhões Total de investimentos feitos pelo GDF no projeto de saneamento integrado de Santa Luzia Entre as emergências atendidas pelo projeto, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas elas devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias. [LEIA_TAMBEM]Mais informações podem ser obtidas no site da Codhab. Saneamento integrado Considerada uma das regiões mais vulneráveis do DF, Santa Luzia está em obras. Em novembro do ano passado, o GDF autorizou a construção de um sistema de saneamento integrado na comunidade, beneficiando mais de 20 mil pessoas. Com investimento de R$ 100 milhões, o projeto engloba construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções. Os serviços já foram executados na Rua 64 e seguem em andamento em outras áreas. O objetivo é oferecer água limpa, coleta e tratamento de esgoto, além de estruturas de captação e escoamento de águas pluviais para os moradores. O valor do sistema de saneamento básico foi financiado junto a um banco privado, aprovado pelo PAC Financiamentos, e será pago pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), responsável também por fiscalizar a empresa contratada.    

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Cinquenta moradores do Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, recebem escrituras gratuitas

Esta quinta-feira (26) foi recheada de muita gratidão para 50 moradores do Residencial Tamanduá, situado no Recanto das Emas. Graças à Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), eles conquistaram a tão sonhada escritura pública, totalmente gratuita.  Em 2025, 198 famílias foram contempladas com lotes urbanizados doados. Todas viviam em situação de ocupação em locais impróprios para moradia. Parte delas perdeu suas casas em um incêndio que atingiu a Ocupação da Quadra 406 do Recanto das Emas — conhecida como Favelinha — e outras foram realocadas da comunidade do Bananal, localizada na Fercal.  Os lotes do Residencial Tamanduá foram entregues com toda a infraestrutura necessária, com sistemas complementares de distribuição de água e de engenharia de drenagem pluvial e pavimentação instalados, além de pavimentação de vias, estacionamentos, ciclovias, sinalização viária, calçadas, meios-fios, cordões de concreto e gramado nas quadras 7 e 8. Os lotes do Residencial Tamanduá foram entregues com toda a infraestrutura necessária | Fotos: Kemilly Menezes/Codhab Na época, além do lote, elas receberam o Cartão Material de Construção, um auxílio financeiro no valor de R$ 15 mil para que essas pudessem reescrever suas histórias. E, desta vez, foram beneficiadas com a escritura do lote, tendo assim o sossego de saber que ninguém poderá tomá-lo.  “Essa entrega me contempla como ser humano, como pai e como figura política. É motivo de muita alegria, vocês têm que comemorar sim, mas não é motivo de nós pararmos, temos muito o que avançar”, afirmou o presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz. Essas 50 famílias foram as primeiras a receber o documento, correspondentes à Quadra 07 do residencial, conjuntos A e B. A Codhab irá realizar a entrega da escritura aos demais moradores da Quadra 08, para assim garantir a tranquilidade e dignidade que merecem.  “Quando os gestores, todos aqueles que estão à frente, têm a boa intenção, cuidado no coração e olhar para quem mais precisa, as coisas acontecem e cada um de vocês é a prova viva disso. Não foi fácil, mas aconteceu”, disse o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes.  Sentimento de gratidão  A moradora Jessica Jordana, dona de casa, conta que só tem motivos de alegria por essa conquista. “Se você tem um sonho, não desista, porque hoje concretizei o meu, a escritura da minha casa”, afirmou. Com a escritura em mãos, Sara Kelli não esconde a felicidade de estar com o documento que garante que o imóvel é dela: “Eu só gostaria de agradecer a todos que fizeram esse momento acontecer, porque era muito esperado pela gente e só tenho que dizer obrigada mesmo”. *Com informações da Codhab  

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Novos terrenos e recursos do Programa Material de Construção transformam a vida de cerca de 200 famílias atingidas em incêndios

Agência Brasília · NOVOS TERRENOS E RECURSOS DO PROGRAMA MATERIAL DE CONSTRUÇÃO TRANSFORMAM A VIDA DE CERCA DE 200 FAMÍLIAS Uma chance para recomeçar. É o que as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) representam para 198 famílias atingidas por incêndios em duas comunidades. Além de novos terrenos, no Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, antigos moradores da Favelinha, no mesmo Recanto, e do Bananal, na Fercal, receberam cartões do Programa Material de Construção, com R$ 15 mil para iniciar obras de novas moradias. Um passo concreto rumo a mais dignidade, segurança e esperança de um novo lar. Os lotes e os cartões foram entregues em junho pelo governador Ibaneis Rocha, e o sonho de ter um lar para chamar de seu já começa a tomar forma em cada parede erguida pelas famílias. Jacqueline de Sousa: "É uma realidade totalmente diferente de onde eu morava, com esgoto e rato. Aqui é um sonho realizado" | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A garçonete Jacqueline de Sousa, de 43 anos, era uma das moradoras da Favelinha. Ela lembra sem saudades da antiga casa e agora faz planos para a nova moradia, cujo projeto foi feito pelos servidores da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), com três quartos e mais espaço para os três filhos e dois netos. “É uma realidade totalmente diferente de onde eu morava, com esgoto e rato. Aqui é um sonho realizado, com mais dignidade, segurança e proteção para minha família”, diz. Para Jacqueline, a expectativa é de viver momentos de felicidade e alegria no novo lar. “O governo não só entregou o lote, mas também nos ajudou com o cartão. É uma ajuda muito grande e que transforma nossas vidas”.   Os recursos do Programa Material de Construção foram fundamentais para os planos da garçonete. “Estava ansiosa por esse momento, e agora conseguimos graças ao governo. Recebi o cartão no valor de R$ 15 mil e já comecei a investir na minha casa. Fiz o muro e já estamos iniciando a construção das paredes. Se não fosse essa ajuda, não teria condições de começar”, afirma. Robervania Pereira comemora: "Aqui é diferente: temos dignidade, segurança e estrutura" Em uma casa vizinha, a aposentada Robervania Pereira, 53, celebra a nova fase, e conta que usou o benefício para levantar o muro da casa onde já vive com o esposo e dois sobrinhos. Antes, morava na Favelinha, em condições precárias. “Lá não tinha paz nem sossego. Quando eu trabalhava, tinha muito medo de andar, ninguém dormia tranquilo. Além da insegurança, faltava água e saneamento. Aqui é diferente: temos dignidade, segurança e estrutura. É um sonho realizado”, afirma. O benefício de R$ 15 mil foi o ponto de partida para ela erguer a tão sonhada moradia. “Essa ajuda foi o início da minha construção. Agradeço, em primeiro lugar, a Deus, e em segundo lugar ao governo e a todos que nos ajudaram a sair de lá. Minha família está feliz demais, porque esse cartão trouxe esperança e recomeço”, conta. Rápida resposta O governo ofereceu não só os lotes urbanizados e o projeto arquitetônico, mas também esse apoio emergencial, que garante dignidade e cidadania Segundo o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, a iniciativa nasceu de uma decisão rápida do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, após o desastre que atingiu a região: “Ele percebeu que aquelas famílias, além de perderem as casas, não teriam como começar uma nova moradia, mesmo sendo transferidas para uma área da Codhab. No dia seguinte ao incêndio, o governador determinou a criação do cartão, no valor de R$ 15 mil, para que essas pessoas pudessem erguer as casas. Foi um sucesso: entregamos 198 cartões no Residencial Tamanduá, e todas as famílias já começaram a adquirir material de construção. O governo ofereceu não só os lotes urbanizados e o projeto arquitetônico, mas também esse apoio emergencial que garante dignidade e cidadania”. Marcelo explica que o programa prevê novas etapas. “Já conseguimos aprovar, junto ao Conplan [Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal], a criação de 1.571 lotes ao lado das quadras 7 e 8 do Recanto das Emas, que serão doados gratuitamente a famílias em situação de vulnerabilidade. Essas pessoas terão acesso a moradia com infraestrutura, transporte público e segurança, ou seja, condições reais para recomeçar a vida”. De acordo com ele, os critérios para acessar o benefício são definidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e pela Defesa Civil. “São contempladas famílias em extrema vulnerabilidade, atestada pela Sedes, ou vítimas de calamidades, como enchentes e incêndios. Foi o caso dos moradores da Favelinha e também de famílias do Sol Nascente”, explica. O benefício é restrito a itens de obra Marcelo reforça que o benefício é restrito a itens de obra: “As famílias só podem comprar materiais de construção em empresas credenciadas. Tijolos, areia, ferro, cimento e tudo aquilo necessário para erguer a moradia. Não é permitido usar o recurso para bens supérfluos”. O programa, segundo ele, tem orçamento de R$ 30 milhões para este ano e continua aberto para situações emergenciais. “O cartão é voltado para casos de desastres naturais ou desocupações de áreas de risco. O governador já anunciou, por exemplo, que pretende atender Santa Luzia, onde cerca de 3 mil famílias vivem em área de extremo risco, em cima de um lixão. Nessas situações, o cartão será utilizado conforme a demanda”, afirma. Mais moradias [LEIA_TAMBEM]Além dos benefícios emergenciais, o GDF fortaleceu a política habitacional com mais recursos para o programa Morar DF, que teve o valor do subsídio reajustado para R$ 16 mil nesta quinta-feira (21).  O objetivo do programa é facilitar o acesso à moradia para quem não tem condições de arcar com a entrada do financiamento. O benefício é destinado às famílias cadastradas na Codhab e que possuem renda bruta de até cinco salários mínimos. Até o momento, foram emitidos 4.190 passaportes, beneficiando mais de 13,4 mil pessoas.  

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Recanto das Emas terá área habitacional para 10,6 mil pessoas 

O Conselho de Planejamento Territorial Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (24), o parcelamento do solo denominado Residencial Tamanduá, referente às quadras 1 a 6 e 9 a 11, no Recanto das Emas. O projeto foi desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) e integra o planejamento urbano da região da Vargem da Benção, com previsão de oferecer lotes urbanizados para uma população estimada em 10.640 habitantes. A área, pertencente à Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), foi destinada à Codhab para atender principalmente famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o Distrito Federal, que há anos aguardam a oportunidade de uma moradia regularizada. O terreno possui 947.404,85 m² — o equivalente a 94 campos de futebol —, divididos em 1.623 lotes. De acordo com a Codhab, 1.541 lotes serão doados aos cadastrados na companhia que estão em situação de vulnerabilidade social. Os lotes serão urbanizados, e as residências serão construídas pelos próprios contemplados, que serão beneficiados com o Cartão Material de Construção — auxílio financeiro de R$ 15 mil oferecido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) a famílias de baixa renda em situação de emergência ou calamidade. A área, pertencente à Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), foi destinada à Codhab para atender principalmente famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seduh-DF “Esse projeto é muito importante para ampliar a oferta de habitação de interesse social no DF, sobretudo atendendo à população que mais precisa, em um local totalmente planejado, que oferece mais qualidade de vida”, afirmou o presidente do Conplan e secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. Além dos lotes destinados aos candidatos da Codhab, o projeto prevê um percentual de 26,82% da área parcelável à implantação de equipamentos públicos e Espaços Livres de Uso Público (Elups) — acima do que é estabelecido pelo Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (Pdot). Nesses espaços, está prevista a construção de um parque urbano e ciclovias, além de 11 Elups. O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, destacou que a aprovação dessas novas quadras no Residencial Tamanduá reforça o compromisso do GDF em oferecer dignidade e uma nova vida a milhares de pessoas. “As famílias que serão destinadas ao residencial deixarão de viver em condição de extrema vulnerabilidade e terão a sua moradia própria, com toda a infraestrutura necessária, dotada de espaços para equipamentos públicos vitais à boa qualidade de vida. É mais que um loteamento, estamos falando em mudança de vida para mais famílias”, ponderou. Presente na votação, o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Wellington Luiz, lembrou que trabalhou no projeto quando esteve à frente da Codhab, entre 2019 e 2022. “É uma área que será usada prioritariamente para mulheres vítimas de violência, idosos e pessoas com deficiência (PCDs). Isso demonstra claramente a nossa tentativa de atender aqueles que, ao longo de décadas, foram esquecidos. Com mais essa aprovação, se dá um passo importante para que essas famílias tenham suas prerrogativas atendidas.” Além dos lotes destinados aos candidatos da Codhab, o projeto prevê um percentual de 26,82% da área parcelável à implantação de equipamentos públicos e Espaços Livres de Uso Público (Elups) | Imagem: Google Maps Para o Residencial Tamanduá, foram realizados todos os estudos urbanísticos, ambientais, viários e consultas às concessionárias de serviços públicos. Após ser aprovado pelo Conplan, a Codhab deverá apresentar o projeto urbanístico executivo do parcelamento, que passará por análise final da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) para, então, ser aprovado por decreto e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A partir disso, a Codhab terá 180 dias para requerer a expedição da licença urbanística e dar início aos procedimentos para o registro cartorial. DF Log O Conplan também aprovou, de forma unânime, o parcelamento do solo denominado DF Log, localizado em Santa Maria, às margens da DF-290. Por estar situado em uma área de indústrias e oficinas, o terreno de 152.369,39 m² será destinado aos usos comercial, de prestação de serviços, institucional e industrial. “É um polo de logística em uma zona de desenvolvimento econômico prevista no Pdot, justamente para atender essa demanda planejada há anos. Não é proposto nenhum uso habitacional, consolidando-se como atividade econômica”, explicou o relator do projeto no Conplan e representante do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), João Accioly. Pdot Os conselheiros também continuaram as discussões sobre o anteprojeto de Lei Complementar de revisão do Pdot. Nesse sentido, fizeram recomendações ao texto e decidiram deliberar sobre a matéria na próxima reunião do Conplan, agendada para o dia 31 de julho. *Com informações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab)

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