Saúde abre novo edital para realização de cirurgias ortopédicas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) publicou, nesta segunda-feira (19), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), aviso de abertura de credenciamento para a realização de cirurgias ortopédicas. A medida visa fortalecer a rede de assistência e garantir agilidade no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Parte de um conjunto de ações estratégicas do Governo do Distrito Federal (GDF), a iniciativa busca suprir demandas represadas e expandir a capacidade operacional das unidades de saúde. O edital permite que instituições privadas e entidades sem fins lucrativos se habilitem para ofertar procedimentos sob a regulação direta da SES-DF, funcionando como um reforço imediato à estrutura pública. “Nossa prioridade é garantir que o cidadão seja atendido com dignidade e no menor tempo possível. A abertura deste edital é um passo fundamental para eliminarmos gargalos e garantirmos que a tecnologia e o cuidado cheguem a quem mais precisa. Estamos em um processo de melhoria contínua”, afirma o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. O edital permite que instituições privadas e entidades sem fins lucrativos se habilitem para ofertar procedimentos sob a regulação direta da SES-DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília Destinação dos serviços A contratação de cirurgias na área de ortopedia atenderá pacientes que precisam de procedimentos articulares, correções de fraturas, reconstruções ortopédicas e tratamentos cirúrgicos na coluna, joelho, quadril, ombro, entre outros. A medida faz parte do Programa Opera DF, que já viabilizou mais de 20 mil cirurgias em toda a rede desde que foi lançado em 2025. A governadora Celina Leão comemorou a publicação. “Hoje é um dia muito importante: saiu a publicação das cirurgias ortopédicas no DODF. Serão mais de 3 mil cirurgias de pessoas que estavam esperando há anos em uma fila que nunca andava. Isso, para nós, é muito importante. A gente acompanha essas cirurgias eletivas bem de perto e a demanda ortopédica era uma das mais solicitadas”, afirmou. Segundo o titular da pasta, o credenciamento não é apenas uma ferramenta administrativa, mas um “braço estendido da SES-DF” para oferecer exames, cirurgias e consultas especializadas de forma rápida, evitando que o paciente aguarde meses por um procedimento. "Serão mais de 3 mil cirurgias de pessoas que estavam esperando há anos. A gente acompanha essas cirurgias eletivas bem de perto e a demanda ortopédica era uma das mais solicitadas” Governadora Celina Leão Como participar As instituições interessadas devem ficar atentas aos prazos e requisitos previstos no edital. As propostas e a documentação de habilitação devem ser encaminhadas conforme as instruções do aviso publicado no DODF e também disponibilizado no site oficial da SES-DF. Para mais informações sobre este e outros editais vigentes, os interessados podem acessar o site da SES-DF. Clique aqui e confira o edital completo. *Com informações da SES-DF
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DF amplia imunização para idosos a partir de 85 anos e atualiza critérios
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A vacinação contra o pneumococo (Streptococcus pneumoniae) é uma das principais estratégias para prevenir infecções que vão desde quadros comuns, como otite e sinusite, até doenças pneumocócicas graves e invasivas, como pneumonia, meningite e sepse. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) segue as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e atualizou as diretrizes para a utilização da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20). Atualmente, o Distrito Federal passa por um processo de transição para o uso da VPC20. As vacinas VPC13 e VPP23, anteriormente utilizadas na rede pública no combate a essas doenças, não estão mais disponíveis para aplicação geral. Durante o período de transição, a VPC10 ainda integrará o esquema de vacinação infantil. A indicação da VPC20 varia conforme a idade, a condição de saúde e o histórico vacinal de cada pessoa. A VPC20 estará disponível em todas as salas de vacina do DF para o público maior de 85 anos | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Idosos com mais de 85 anos Em uma das principais atualizações normativas, a VPC20 passa a ser disponibilizada em todas as salas de vacina do DF para idosos a partir de 85 anos. Para este público, não é necessária a apresentação de prescrição médica, bastando comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS) com documento oficial que comprove a idade. Para definir se o idoso de 85 anos ou mais precisa receber a dose, a equipe de saúde avalia o histórico registrado na caderneta vacinal, conforme as regras estabelecidas: ► Nenhuma dose prévia: administra-se dose única de VPC20; ► Apenas uma dose prévia de VPC13 ou VPC15: administra-se uma dose de VPC20, respeitando o intervalo mínimo de dois meses após a dose anterior; ► Apenas uma dose prévia de VPP23: uma dose de VPC20, respeitando o intervalo mínimo de um ano após a dose de VPP23; ► Duas doses prévias de VPP23 ou uma dose de VPC13/15 + uma dose de VPP23: não há indicação para receber a VPC20; ► Entre 60 e 84 anos, a vacina também é indicada para pessoas ainda não vacinadas que estejam acamadas ou vivam em instituições. Vacinação infantil Na rotina de imunização das crianças, o esquema básico recomendado começa aos 2 meses de idade, com a aplicação de uma dose da VPC20. A segunda dose é administrada aos 4 meses, com a VPC10, e o reforço é feito aos 12 meses, novamente com a VPC20. O intervalo recomendado entre as doses do esquema básico é de 60 dias. Crianças com o esquema em atraso podem atualizar a vacinação até os 4 anos, 11 meses e 29 dias, a depender das doses já recebidas. Aquelas que já completaram o esquema básico e o reforço com as vacinas pneumocócicas anteriores não precisam receber doses adicionais de VPC20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Grupos especiais e outros públicos A VPC20 também integra as estratégias da Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (RIE), voltada a indivíduos com comorbidades ou condições que aumentam o risco de doença pneumocócica grave — como imunossupressão, cardiopatias, doenças pulmonares crônicas, asma moderada ou grave, diabetes e certas condições neurológicas. Nesses casos, a aplicação depende de avaliação clínica e, quando necessário, de autorização prévia do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Na rotina de imunização, a VPC20 também é indicada para populações indígenas a partir de 5 anos de idade que não tenham histórico de vacinação prévia com vacina pneumocócica conjugada. Importância da vacina Usuários devem levar a Carteira de Vacinação para os locais onde estão sendo aplicados imunizantes | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A VPC20 é uma vacina conjugada, tecnologia que favorece uma resposta imunológica mais duradoura e robusta. O imunizante amplia a proteção contra um maior número de sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, reduzindo significativamente complicações, internações e óbitos. A orientação da Secretaria de Saúde é que a população procure o local de vacinação mais próximo, levando documento de identificação e a Caderneta de Vacinação. A população também pode aproveitar para checar e atualizar as demais vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação do Idoso e do Adulto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Maio Laranja: Hospital da Criança fortalece rede de proteção contra o abuso e a exploração sexual
Durante o Maio Laranja — campanha nacional de conscientização e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, instituída pela Lei nº 14.432/2022 — o debate em torno da saúde pediátrica ganha ainda mais visibilidade. Inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) consolida sua atuação institucional como estratégica para a proteção da infância e da adolescência. Hospital da Criança de Brasília atua com protocolos que priorizam segurança, escuta protegida e responsabilização adequada dos casos | Foto: Divulgação/HCB Isso se dá por meio da estruturação de fluxos assistenciais e de governança voltados à identificação, acolhimento e encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual de pacientes. O HCB compõe a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) e opera com protocolos técnicos que priorizam a segurança, a escuta protegida e a responsabilização adequada dos casos. A identificação dessas situações ocorre, em grande medida, a partir da sensibilidade clínica e social das equipes assistenciais, que estão capacitadas para reconhecer sinais físicos, comportamentais e contextuais compatíveis com situações de violência. O atendimento desses casos no HCB é conduzido de forma multiprofissional, com o protagonismo das áreas assistenciais — como o serviço social e a psicologia hospitalar — e administrativa, por meio do Departamento Jurídico, que desempenham papel central na avaliação, acolhimento e encaminhamento. Identificação de violência Para que esse ecossistema de cuidado e proteção das crianças e adolescentes atendidos funcione com eficácia, a premissa reside na agilidade da identificação de violência por qualquer profissional de saúde, atuando em conjunto e considerando que não é preciso ter certezas ou comprovações jurídicas para se dar início à notificação. O fluxo institucional do HCB foi desenhado a partir do princípio de proteção integral de pessoas menores de idade previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A supervisora do serviço social do HCB, Damares Santos, lembra que a suspeita, por si só, é o gatilho necessário para a ação. “A gente não precisa comprovar ou confirmar que realmente a violência aconteceu”, explica. “A partir de uma suspeita, a gente já dá início ao processo de notificação”. O primeiro profissional a receber o relato ou notar a evidência preenche a ficha de notificação compulsória, um documento que preserva a identidade do notificador e exige o preenchimento detalhado de todos os campos para alimentar o sistema de proteção. A psicologia hospitalar também desempenha um papel fundamental no acolhimento e na escuta qualificada das possíveis vítimas e de suas famílias. “A escuta deve ser cuidadosa, sem induções, respeitando o tempo e a condição emocional da criança”, pontua o psicólogo João Lucas Assunção, do HCB. “A prioridade é preservar sua integridade psíquica e contribuir com informações técnicas que subsidiem a rede de proteção”. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica” Damares Santos, supervisora do serviço social do HCB No cotidiano hospitalar, explica ele, os sinais de alerta e de risco podem surgir de diferentes formas. Algumas situações são identificadas por exames físicos; outras, por mudanças de comportamento, desenhos, brincadeiras ou relatos feitos por crianças e adolescentes durante o vínculo com as equipes da unidade de saúde. “Às vezes, o paciente consegue estabelecer uma relação de confiança com um profissional e verbaliza o que está acontecendo; em outros casos, o comportamento já desperta atenção da equipe”, relata o psicólogo. “A gente vai fortalecendo esse vínculo e trabalhando com a criança ou adolescente, ou mesmo com o familiar, para que eles consigam compreender o que estão vivendo e possam acessar apoio.” Atuação coordenada O HCB possui fluxos próprios para lidar com quaisquer suspeitas de violência e violações de direitos que possam causar impactos e sequelas à saúde dos pacientes atendidos. “A violência também precisa ser notificada, da mesma forma que outras doenças e agravos à saúde”, lembra Damares Santos. “O hospital não atua apenas no atendimento clínico”, detalha a gestora. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica.” A produção de informações qualificadas é o que permite ao poder público mapear o crescimento das demandas e estruturar políticas públicas direcionadas e eficientes para o combate e tratamento dessas situações. “Se a gente não notificar, o Estado não sabe que precisa cuidar disso”, pontua Damares. Assim, a notificação interna cumpre um papel estratégico na saúde coletiva, servindo de base para o planejamento de ações de prevenção e assistência em larga escala. A notificação compulsória de violência do HCB não tem a atribuição de ser um registro de ocorrência policial: seu objetivo é o monitoramento epidemiológico e geração de dados quantitativos e qualitativos; além de configurar uma evidência importante para o acionamento dos equipamentos públicos de proteção da infância. Conforme dados do serviço social da unidade de saúde, de 2024 a 2025, houve a redução de aproximadamente 35,8% no número de notificações de violência a pacientes atendidos no HCB; no entanto, de janeiro a março deste ano, 35% das notificações de violência contra os pacientes se referem a situações de abandono e negligência; e outros 30% de ordem psicológica e moral. “Nós só procuramos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece com aquela família” Priscila Lima, gerente jurídica do Hospital da Criança A partir da formalização da suspeita de violência, o hospital adota dois caminhos simultâneos e complementares para garantir a segurança da criança ou do adolescente. No primeiro, o serviço social e a psicologia hospitalar encaminham a ficha de notificação compulsória ao Serviço de Vigilância Epidemiológica do HCB, que se encarrega de encaminhá-la ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), responsável pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória. O segundo caminho foca a proteção imediata e direta do paciente, mobilizando o departamento jurídico do hospital para acionar os órgãos externos competentes. “Nós só procuramos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece com aquela família”, explica a gerente jurídica do hospital, Priscila Lima. A articulação com a rede de proteção externa é o que viabiliza a interrupção do ciclo de violação de direitos, pois o ambiente hospitalar não possui o escopo para conduzir investigações ou acompanhamentos sociais de longo prazo. “Quando acontece a situação de violência, a gente não tem nem braço, nem expertise para poder atender o caso em toda sua complexidade e especificidade; por isso é que a gente precisa fazer esse contato com a rede de proteção da infância, porque ela tem instituições que são específicas para tratar de violência”, enfatiza Damares Santos. Esse acionamento ocorre de maneira territorializada, ou seja, o caso é direcionado para equipamentos públicos próximos à residência da família, como o Conselho Tutelar e as unidades dos centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav), de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado. Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde” João Lucas Assunção, psicólogo do HCB O hospital mantém um canal de comunicação imediato com órgãos essenciais, por meio do qual aciona instituições como a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde 2022, o HCB possui um Termo de Colaboração com a 1ª Vara da Infância e Juventude (VIJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que visa dar celeridade na comunicação de casos suspeitos e à criação de mecanismos de proteção dos pacientes e famílias. Para Priscila Lima, a interlocução que o HCB conduz, de forma estruturada e contínua com outras instituições, assegura que as autoridades competentes disponham das informações necessárias para a defesa dos direitos dos pacientes atendidos, incluindo o afastamento do possível agressor, o acompanhamento familiar e a responsabilização criminal, quando necessário. Conscientização e vigilância coletiva A educação em saúde é outro foco do HCB, que busca orientar pais, mães, responsáveis e cuidadores sobre a importância da prevenção. Para João Lucas Assunção, é fundamental que as famílias estejam atentas a mudanças bruscas no comportamento das crianças, como isolamento excessivo, regressão de marcos do desenvolvimento, medo inexplicável de pessoas específicas ou alterações no padrão de sono, comunicação e alimentação. [LEIA_TAMBEM]O olhar atento para essas situações faz parte da compreensão de que saúde infantil envolve aspectos físicos, emocionais e sociais. Violências e violações de direitos impactam diretamente a adesão ao tratamento, a recuperação clínica e a qualidade de vida dos pacientes. “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado”, ressalta o psicólogo. “Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde”. Os especialistas do hospital recomendam que, diante de qualquer suspeita de abusos contra crianças e adolescentes, é importante não silenciar. A atuação responsável da sociedade, aliada ao trabalho técnico das instituições, é determinante para interromper situações de violência e garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento infantil. Os profissionais lembram ainda que o Disque 100 é um serviço nacional gratuito e anônimo, disponível para qualquer pessoa que presencie ou suspeite de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de qualquer telefone fixo ou móvel (celular). *Com informações do Hospital da Criança de Brasília
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Saúde apresenta experiências bem-sucedidas e fortalece troca de conhecimento com outros estados
Nesta terça-feira (20), representantes da Secretaria de Saúde (SES-DF) apresentaram experiências exitosas por meio do Colabora APS, evento promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa tem como objetivo promover a troca de aprendizados na Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o país. Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos ganhou destaque nas apresentações do encontro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados” Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP A proposta do encontro é fortalecer as conexões, reconhecer os esforços e contribuir para o fortalecimento contínuo da APS por meio do intercâmbio das estratégias adotadas por diferentes unidades da Federação. A rede também atua na identificação, sistematização e apoio à qualificação de experiências inovadoras, ampliando sua visibilidade e potencial de replicação em diferentes contextos. Durante a abertura do encontro, o gerente de Estratégia de Saúde da Família da SES-DF, Virgílio Marques, reforçou a importância dessa interação para o fortalecimento da inovação na gestão e na assistência em saúde: “Temos núcleos de experiências exitosas sensacionais, que são muito importantes para manter uma saúde da família mais unida e mais alinhada”. [LEIA_TAMBEM]Uma das experiências inovadoras do DF destacada foi a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb). O gerente de Práticas Integrativas da SES-DF, Marcos Trajano, falou sobre o protagonismo da capital federal na consolidação de iniciativas inovadoras: “O Distrito Federal tem uma característica de ser pioneiro. Temos orgulho de ter esse espaço muito especial para inovação, um ambiente muito favorável. Posso com orgulho apontar que a oferta de plantas medicinais no SUS [Sistema Único de Saúde] começou no DF, também nas práticas integrativas”. Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP, ressaltou: “Mais de 400 experiências se candidataram para mostrar projetos inovadores, e, dessas, pudemos acompanhar com orgulho os resultados. Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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