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Diagnóstico precoce reduz a gravidade da insuficiência cardíaca e melhora qualidade de vida

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   "Ficava a noite toda com falta de ar, sem conseguir dormir e sem poder nem conversar", conta Antônio Vanderley, de 54 anos, ao relembrar os sintomas da insuficiência cardíaca. O relato ilustra uma doença que pode comprometer significativamente a qualidade de vida. No Dia Nacional de Alerta à Insuficiência Cardíaca, celebrado nesta quinta-feira (9/7), especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) reforçam que reconhecer os sinais e buscar diagnóstico precoce pode salvar vidas. A insuficiência cardíaca é uma síndrome relativamente comum e não tem cura, mas pode ser controlada com medicação adequada. Ela ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente para todo o organismo, provocando aumento da pressão no órgão e retenção de líquidos. Antônio Vanderley, paciente com insuficiência cardíaca: "Ficava a noite toda com falta de ar, sem conseguir dormir e sem poder nem conversar" | Foto: Divulgação IgesDF O cardiologista do HBDF, Matheus Cunha, explica que a condição provoca sintomas como falta de ar, inchaço nas pernas, mal-estar e sensação de fadiga. "É uma doença extremamente debilitante, que afeta diretamente a qualidade de vida. O objetivo principal do tratamento sempre é aliviar os sintomas e garantir que a pessoa possa voltar a trabalhar, fazer exercícios e continuar a viver normalmente", resume. Segundo o especialista, a doença costuma surgir como consequência de um infarto, em decorrência das lesões deixadas no coração, e apresenta maior risco em pessoas com fatores como diabetes, hipertensão arterial e sedentarismo. Outra causa importante da insuficiência cardíaca é a doença de Chagas, transmitida pelo protozoário Trypanosoma cruzi por meio do inseto conhecido popularmente como barbeiro. Se não tratada, ela pode provocar complicações graves no coração e no sistema digestivo. Necessidade de tratamento A insuficiência cardíaca apresenta elevada mortalidade, podendo superar a de alguns tipos de câncer. O tratamento adequado ajuda a retardar a progressão da doença, tornando o diagnóstico precoce um dos principais aliados para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Antônio reconhece que demorou a procurar atendimento médico, o que pode ter contribuído para o agravamento do quadro. "Eu sempre esperava que a minha condição piorasse mais antes de ir ao médico, então, quando percebia, já estava muito mal", comenta. A chefe da Cardiologia do HBDF, Gabriela Thevenard, destaca que a busca por atendimento médico e a realização de exames simples de rastreio, como o eletrocardiograma, podem fazer toda a diferença. "Existem opções de tratamentos avançados disponíveis para os pacientes em casos mais graves, como o transplante cardíaco. É uma doença extremamente grave e exige atenção, pois não pode ser subestimada" Gabriela Thevenard, chefe da Cardiologia do HBDF "Existem opções de tratamentos avançados disponíveis para os pacientes em casos mais graves, como o transplante cardíaco. É uma doença extremamente grave e exige atenção, pois não pode ser subestimada", completa. O HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realiza, em média, 50 atendimentos especializados em insuficiência cardíaca por semana. Em caso de sintomas, a recomendação é procurar uma unidade básica de saúde (UBS) quando o quadro for crônico, ou uma unidade de pronto atendimento (UPA), em situações agudas. O paciente será avaliado e, se necessário, encaminhado para atendimento especializado.   *Com informações do IgesDF

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Teleconsulta em UPAs do DF amplia atendimentos e reduz tempo de espera

Mais de 18,9 mil atendimentos por teleconsulta foram registrados nas unidades de pronto atendimento (UPAs) desde 13 de maio de 2025, quando o modelo remoto foi instituído, até 25 de março deste ano. O serviço é uma estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para agilizar o atendimento à população e reduzir o tempo de espera nas unidades. Pacientes classificados como de baixo risco (pulseira verde) são atendidos por médicos à distância, enquanto as equipes presenciais ficam direcionadas aos casos mais graves. Atualmente, a teleconsulta está disponível em dez UPAs: Vicente Pires, Gama, Ceilândia II, Samambaia, Paranoá e Brazlândia oferecem o serviço para adultos; Recanto das Emas e Sobradinho atendem crianças e adolescentes; enquanto Ceilândia I e São Sebastião contemplam todas as faixas etárias. Nas próximas semanas, o modelo será ampliado para unidades do Núcleo Bandeirante e do Riacho Fundo. A implantação do modelo tem apresentado resultados positivos. Dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) mostram que a adesão entre pacientes de baixo risco é de cerca de 31,6%. Desse total, mais de 87% dos casos atendidos remotamente são resolvidos sem necessidade de encaminhamento para consulta presencial. De 13 de maio de 2025 até 25 de março deste ano, mais de 18,9 mil atendimentos por teleconsulta foram registrados nas UPAs do DF | Foto: Divulgação/IgesDF A chefe do Núcleo de Inovação e Saúde Digital do IgesDF, Amandha Roberta, explica que a teleconsulta foi pensada para enfrentar um comportamento recorrente da população, que busca atendimento diretamente nas UPAs mesmo em situações de menor gravidade. “A gente sabe que existe uma cultura de procurar a UPA mesmo para casos leves. Esses pacientes, classificados como verdes, acabavam aguardando por horas e, muitas vezes, desistiam do atendimento”, afirma. Segundo ela, esse cenário pode contribuir para o agravamento dos quadros clínicos e a sobrecarga do sistema. “O paciente com pulseira verde que não é atendido pode voltar depois com uma condição mais grave, sendo reclassificado como amarelo. Isso gera um consumo muito maior de recursos. Com a teleconsulta, conseguimos garantir o atendimento desses casos leves e liberar a equipe presencial para situações mais críticas”, destaca. “Quando atendemos um paciente remotamente, com quadros de cefaleia, dor abdominal ou dor leve, o médico que está na unidade pode atender o paciente mais grave, que está convulsionando ou tendo um AVC, por exemplo”. [LEIA_TAMBEM]A médica de família e comunidade Mônica Montenegro integra a equipe da central de atendimento remoto, localizada no Setor de Indústrias de Abastecimento (SIA). “Temos acesso ao sistema completo, desde o que foi verificado na triagem até os sinais vitais aferidos. No teleatendimento, conversamos com o paciente sobre as queixas e avaliamos a conduta, como solicitação de exames laboratoriais e prescrição de medicamentos”, explica. Segundo ela, os principais atendimentos envolvem sintomas respiratórios leves, diarreia e lombalgia mecânica relacionada a esforço, entre outros. Na prática, o paciente passa pela triagem na UPA com a equipe de enfermagem e, se for classificado como de baixo risco e o quadro permitir, pode optar pela teleconsulta. Com o consentimento formal, é encaminhado a uma sala específica dentro da própria unidade, onde ocorre o atendimento por vídeo com um médico da central remota. Um técnico de enfermagem permanece com o paciente durante a chamada para auxiliar no uso da tecnologia e no acompanhamento clínico. Quando há necessidade de medicação ou avaliações complementares, o profissional presta suporte e o fluxo é ajustado dentro da própria unidade. A teleconsulta está disponível em dez UPAs do Distrito Federal; nas próximas semanas, o modelo será ampliado para unidades do Núcleo Bandeirante e do Riacho Fundo Quando procurar UBS ou UPA Com funcionamento 24 horas, as UPAs atendem urgências e emergências de média gravidade, com oferta de exames laboratoriais, raio-x, medicação e acompanhamento clínico. Quando necessário, estabilizam o paciente e o encaminham para hospitais. Desde 2019, sete UPAs foram construídas pelo GDF e outras seis estão em construção. Já as unidades básicas de saúde (UBSs) são a porta de entrada do sistema. Com equipes da Estratégia Saúde da Família, concentram ações de prevenção, promoção da saúde, controle de doenças crônicas e atendimento a casos não urgentes. Pelo portal InfoSaúde DF, é possível identificar a UBS de referência e acessar serviços como pré-natal, vacinação e acompanhamento de hipertensão e diabetes.

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UBS, UPA ou hospital: Saiba quando procurar cada uma dessas unidades

No Distrito Federal, a rede pública de saúde é organizada para garantir que cada pessoa receba o atendimento certo, no lugar certo e na hora certa. Por isso, é muito importante que a população saiba a diferença entre as unidades básicas de saúde (UBSs), as unidades de pronto atendimento (UPAs) e os hospitais. Para celebrar o Dia Nacional da Saúde, em 5 de agosto, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) e a Secretaria de Saúde (SES-DF) se juntaram para esclarecer esse caminho e ajudar as pessoas a usarem melhor os serviços disponíveis. As 176 UBSs do DF são a porta de entrada do cidadão no sistema público de saúde, com prevenção e atendimentos sem urgência | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Atualmente, na rede de saúde pública do DF, existem 16 hospitais no âmbito do SUS: são 11 hospitais regionais e cinco unidades de referência distrital. Há 176 UBSs e o número de UPAs subiu para 13 unidades, atendendo 24 horas, com infraestrutura para urgências e emergências — outras sete estão em construção. Segundo o coordenador da Atenção Primária da SES-DF, Fernando Erick, as UBSs são a porta de entrada do sistema. É nelas que o cuidado começa, com ações de prevenção, promoção da saúde, controle de doenças crônicas e atendimento a casos que não são urgentes. Esse é o nível que organiza toda a rede de atendimento. As UBSs funcionam com equipes da Estratégia Saúde da Família, que atuam em áreas específicas. Pelo portal InfoSaúde DF, dá para saber qual UBS atende sua região e acessar serviços como pré-natal, vacinação, controle de pressão alta e diabetes, entre outros cuidados que acompanham a pessoa ao longo da vida. “Investir na atenção primária é essencial para que o SUS funcione melhor e responda ao que a população realmente precisa”, destaca Fernando Erick. Quando procurar a UPA As UPAs atendem urgências e emergências de média gravidade e oferecem exames laboratoriais, raio-x, remédios e acompanhamento clínico | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Se a situação precisa de atenção rápida, como febre alta que não passa, dor forte ou dificuldade para respirar, o melhor é ir a uma UPA 24 horas, explica a superintendente substituta das UPAs no DF, Marina Santos. As unidades atendem urgências e emergências de média gravidade. Elas têm exames laboratoriais, raio-x, remédios e acompanhamento clínico. Quando preciso, estabilizam o paciente e encaminham para algum hospital com segurança. Marina lembra que ainda há dúvida sobre o que é emergência. A UPA não substitui o hospital, mas ajuda a evitar que o hospital fique cheio de casos que podem ser resolvidos ali. Casos de cortes leves, infecções e picos de pressão alta podem ser tratados na Unidade de Pronto Atendimento. “Ao chegar, o paciente passa pela classificação de risco. Assim, os mais graves são atendidos primeiro”, afirma. Hospitais: casos graves e tratamentos complexos Hospitais cuidam de casos de alta complexidade, como infarto, AVC, traumas graves, cirurgias, internações e exames avançados | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Quando a situação é mais séria, entram os hospitais. O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, explica que eles cuidam de casos de alta complexidade, como infarto, AVC, traumas graves, cirurgias, internações e exames avançados. Se o problema não for grave, a pessoa pode ser encaminhada a outro serviço da rede. O encaminhamento entre os níveis é organizado pelo Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde, que usa critérios clínicos para garantir que os leitos dos hospitais sejam usados por quem realmente precisa, otimizando os recursos e melhorando o atendimento. [LEIA_TAMBEM]Os hospitais contam com tecnologia moderna e equipes multidisciplinares. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), são feitos procedimentos de alta complexidade, como cirurgias especializadas, incluindo cirurgias bucomaxilofaciais, atendimento a vítimas de acidentes graves, além de exames avançados, como tomografia e endoscopia. O HBDF é referência em transplantes de rim e córnea, e está implantando o transplante de medula óssea. Já o HRSM é destaque no atendimento a partos de alto risco. Fazer a escolha certa faz toda a diferença Allan Montalvão, 27 anos, usa a rede pública do DF e já passou por todas as etapas do sistema. Ele conta que, uma vez, foi direto ao hospital por uma dor no estômago, mas descobriu que poderia ter resolvido o problema na UPA. “A gente fica com medo e acaba indo direto para o hospital, mas lá me explicaram que é melhor procurar a UPA primeiro e só ir ao hospital se for algo realmente grave”, diz. Casos como o de Allan mostram como é importante a população entender como funciona a rede pública. Usar o serviço certo evita que os hospitais fiquem lotados, garantindo que quem está mais grave receba atendimento rápido. Também ajuda a aproveitar melhor os recursos públicos e a melhorar a qualidade do atendimento. Neste Dia Nacional da Saúde, IgesDF e SES-DF reafirmam o compromisso com a educação em saúde e o fortalecimento do SUS no DF. Uma população bem informada ajuda a tornar o sistema mais rápido, eficiente e humano. “Cada um de nós tem um papel nessa construção”, finaliza o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF e da SES-DF

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Construção de paradas de ônibus e calçadas reforça infraestrutura para mais qualidade de vida em Água Quente

“Agora está tudo se encaminhando, temos um belo futuro aqui.” Essas são as palavras do empresário Naldo Pereira, morador de Água Quente, uma das mais novas regiões administrativas do DF, junto ao Arapoanga, ambas criadas em dezembro de 2022. Naldo se diz satisfeito com as obras que este Governo do Distrito Federal (GDF) vem realizando para melhorar a qualidade de vida na região. Novas paradas de ônibus oferecem mais conforto a usuários de transporte coletivo na região de Água Quente | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Às margens da DF-280, o governo implantou 2,8 km de calçadas compartilhadas com meios-fios. Os novos passeios receberam investimento de R$ 1 milhão, fruto de emenda parlamentar do deputado distrital Jorge Vianna. A obra foi executada pela Administração Regional de Água Quente em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Os órgãos também atuaram juntos na aplicação de uma camada de material asfáltico para facilitar a locomoção e a segurança de pedestres e ciclistas na área comercial. Segundo a Administração Regional de Água Quente, a ação demandou 15 dias de trabalho intenso, tempo durante o qual foram utilizados 11 caminhões de fresado (pavimento asfáltico) e 14 toneladas de areia para garantir mais segurança e melhores condições para quem passa e trabalha no local. Além disso, a região ganhou 20 novas paradas de ônibus, instaladas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). O serviço visa a dar mais conforto aos usuários do transporte público. ‘Uma cidade de verdade’ "A gente tem se beneficiado dessa transformação", afirma Gilvan Oliveira da Silva O serralheiro Gilvan Oliveira da Silva diz que tem se beneficiado das obras de várias maneiras. “Sou motorista e uso o asfalto, sou ciclista e pedestre e uso essas calçadas. Tem ficado muito bom. [Água Quente] virou realmente uma cidade. Uma cidade de verdade. Antigamente a gente percebia um pouco de abandono, né? Mas logo após a administração ter chegado, eu já percebi de imediato que começaram as melhorias. E a gente tem se beneficiado dessa transformação”, comenta. Silva também afirma que o transporte público melhorou na cidade. “Agora tem bastante ônibus. Eu mesmo vou agora para a parada e pegar meu ônibus. Antes, o que que acontecia? A gente teria aqui duas opções, ou pedir um carro de aplicativo ou ir até a BR para pegar um ônibus”, exemplifica. Uma das mais novas regiões administrativas do DF recebe obras de infraestrutura O motorista de aplicativo Damião Alexandre de Araújo comemora as melhorias. Ele lembra que a população ficava debaixo de sol ou de chuva esperando o transporte público. “Hoje em dia já estão conseguindo ficar no abrigo”, observa. [LEIA_TAMBEM]Para ele, a chegada de equipamentos públicos também vai ajudar as famílias mais necessitadas. Araújo cita, por exemplo, o Restaurante Comunitário, um dos espaços previstos para serem construídos na região administrativa. “Vai ter alimentação próxima, um custo-benefício bem mais em conta, do que muitas vezes até o de fazer a comida dentro de casa. É mais fácil comprar ali do que fazer. E também tem a questão do posto policial que está chegando. Com os postos policiais vamos ter mais segurança e atendimento mais rápido”, prevê. Equipamentos públicos Além das melhorias em infraestrutura, o GDF está investindo R$ 60 milhões na construção de um centro administrativo que contará com equipamentos públicos, como uma unidade de pronto atendimento (UPA), uma unidade básica de saúde (UBS), três escolas, um batalhão da Polícia Militar, um Restaurante Comunitário, um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e uma rodoviária. “Antes, tudo que precisávamos resolver, tínhamos que ir até o Recanto das Emas. Eram muito difíceis as coisas aqui. A questão da saúde, por exemplo: a gente tinha que se deslocar para Brasília, para outros cantos”, relata o empresário Naldo Pereira. A área onde será construída a UPA já foi cercada com início da fixação das estruturas para a base do prédio. A região também recebeu investimentos em outras áreas, como em iluminação pública, com a troca de lâmpadas de vapor de sódio por luminárias de LED. De olho no público do novo centro de saúde, Pereira está construindo uma farmácia ao lado da obra. “Acho que é uma boa oportunidade. A hora de investir é agora. Minha dica é investir aqui, porque vai valer a pena”, afirma.

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