7º Encontro Distrital da Agroindústria debate inovação e desenvolvimento do setor no DF
Teve início nesta terça-feira (10) o 7º Encontro Distrital da Agroindústria, que reúne produtores rurais, agroindustriais, técnicos, pesquisadores e representantes de instituições parceiras para discutir os desafios e as oportunidades da agroindustrialização no Distrito Federal. A programação segue até quinta-feira (12), com palestras, painéis e debates voltados para o fortalecimento das agroindústrias locais. A abertura do evento contou com a participação de mais de 150 pessoas, entre produtores rurais, técnicos, pesquisadores, estudantes, autoridades e representantes de instituições ligadas ao setor agroindustrial. Entre os temas abordados estão regularização sanitária, acesso a mercados, empreendedorismo, agregação de valor à produção rural e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento do setor. O objetivo é promover a qualificação dos produtores, incentivar a inovação e fortalecer a cadeia produtiva no DF. Como parte das ações voltadas para o fortalecimento da agroindústria local, o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, assinou, durante o evento, norma que estabelece regras complementares para o registro provisório de unidades de beneficiamento de ovos e derivados de pequeno porte e de granjas avícolas de pequeno porte no âmbito do Serviço de Inspeção Distrital (SID). A iniciativa amplia as oportunidades de regularização sanitária para pequenos produtores e contribui para o desenvolvimento da cadeia produtiva avícola no Distrito Federal. Produtores rurais, agroindustriais, técnicos, pesquisadores e representantes de instituições parceiras na abertura do 7º Encontro Distrital da Agroindústria | Foto: Divulgação/Seagri-DF Durante a abertura do encontro, Rafael Bueno destacou a importância da agroindustrialização para o desenvolvimento econômico das áreas rurais. “A agroindústria é um dos caminhos para agregar valor à produção rural e ampliar a renda dos produtores. Este encontro foi pensado justamente para promover a troca de experiências, apresentar novas oportunidades e aproximar quem faz parte dessa cadeia tão importante para o desenvolvimento do Distrito Federal”, afirmou. A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo, ressaltou a importância da qualificação técnica e da regularização sanitária para ampliar a competitividade das agroindústrias. "Quando trabalhamos a regularização e a qualificação técnica, contribuímos para a segurança dos alimentos e para a ampliação das oportunidades de mercado” Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária "Nosso objetivo é orientar e apoiar os produtores para que as agroindústrias atuem cada vez mais alinhadas às exigências sanitárias. Quando trabalhamos a regularização e a qualificação técnica, contribuímos para a segurança dos alimentos e para a ampliação das oportunidades de mercado”, destacou. Além da atualização técnica, o encontro promove a integração entre produtores, agroindústrias, instituições de pesquisa e órgãos de assistência técnica. A programação também inclui a apresentação de experiências bem-sucedidas e iniciativas inovadoras que podem servir de referência para o crescimento sustentável do setor no Distrito Federal. *Com informações da Seagri
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Produção agrícola do DF é destaque em evento nacional
Quinze produtores do Distrito Federal participam, até esta quinta-feira (26), da Fruit Attraction São Paulo 2026, em São Paulo. Com apoio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), a comitiva busca ampliar mercados, fortalecer parcerias e impulsionar a presença dos produtos do Cerrado no cenário internacional. Comitiva do DF é formada por produtores independentes, representantes de cooperativas e de agroindústrias | Foto: Divulgação/Seagri-DF Considerada uma das principais feiras do setor de frutas e hortaliças no mundo, a Fruit Attraction São Paulo 2026 reúne representantes de toda a cadeia produtiva, com foco na geração de negócios, inovação e expansão comercial. A participação dos produtores do DF integra as políticas públicas do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas ao fortalecimento do setor rural. “O objetivo é que os produtores conheçam mais sobre exportação, comércio exterior e ampliem o volume de vendas não apenas no Brasil, mas também no mercado internacional” Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF A comitiva do DF na Fruit Attraction São Paulo 2026 reúne representantes de cooperativas, agroindústrias e produtores independentes, como Global Cooperativas, Unium, Coperceie Cootaquara, além de marcas como Imperador do Cerrado, Cerrado Blue, Amigos do Cerrado, Brazplant, Cacau Candango, Morango Brasil, Feel Berry, Caliman Frutas, Sustentagro, Vinícola Brasília e Pimentas do Will, apresentando um portfólio diversificado de produtos do Cerrado. Comércio exterior A iniciativa conta com recursos provenientes de emenda parlamentar do deputado distrital João Cardoso, com execução viabilizada por meio de fomento da Sempre Fidelis, ampliando o alcance das ações de incentivo à comercialização e à inserção dos produtos brasilienses em novos mercados. “O objetivo é que os produtores conheçam mais sobre exportação, comércio exterior e ampliem o volume de vendas não apenas no Brasil, mas também no mercado internacional”, afirma o titular da Seagri-DF, Rafael Bueno, que acompanha a comitiva no evento. Do estande do DF, que conta com 195 metros quadrados, também participam representantes da Rota das Frutas Ride-DF e da Emater-DF. “Estamos proporcionando aos produtores o acesso ao mercado nacional e internacional, com perspectivas de melhoria da qualidade e aumento da produção”, ressalta o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. Exportações “É aqui que fortalecemos conexões, ampliamos oportunidades e mostramos a força das empresas que representamos” Gleice Rocha, representante da Ceasa-DF A Ceasa-DF também marca presença no evento. Segundo sua representante, Gleice Rocha, o espaço é estratégico: “É aqui que fortalecemos conexões, ampliamos oportunidades e mostramos a força das empresas que representamos”. A diversidade da produção do Cerrado é um dos destaques do estande do DF, com frutas frescas, derivados e produtos típicos que agregam valor e identidade regional. A presença na feira também possibilita a divulgação de práticas sustentáveis adotadas no campo, alinhadas às exigências do mercado internacional. A participação na Fruit Attraction São Paulo 2026 reforça a estratégia de internacionalização da agroindústria do DF, aproximando produtores de compradores e investidores estrangeiros. A iniciativa contribui para o fortalecimento da economia rural, com potencial de geração de emprego, aumento da renda e ampliação das exportações. Resultados positivos Na edição de 2025 da Fruit Attraction São Paulo, os produtores do DF participaram de cerca de 50 rodadas de negócios, o que resultou em conexões estratégicas, abertura de novos mercados e avanço nas negociações com compradores nacionais e internacionais. A experiência também deu maior visibilidade à produção do Cerrado, consolidando o DF como um polo competitivo no setor hortifrutícola. [LEIA_TAMBEM] Para este ano, a expectativa da Seagri-DF é repetir e ampliar esses resultados, com novas oportunidades de negócios e expansão de mercado — agora ainda mais fortalecidas pelo apoio da Sempre Fidelis. Além das rodadas de negócios, a feira promove o acesso a tendências como rastreabilidade, sustentabilidade e inovação tecnológica, funcionando como uma vitrine estratégica para o agronegócio no hemisfério sul. *Com informações da Seagri-DF
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Estrutura real de entreposto de ovos para legalização da produção é destaque na Expoabra 2025
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) apresenta, na 33ª edição da Expoabra, uma maquete em tamanho real de um entreposto de ovos. A iniciativa, em exposição até domingo (7) no Parque de Exposições Granja do Torto, busca mostrar de forma prática como deve ser a estrutura exigida pela legislação sanitária. O objetivo é orientar os produtores, já que não é mais permitido comercializar ovos de forma improvisada. Para isso, a Emater-DF desenvolveu, em parceria com órgãos fiscalizadores, plantas pré-aprovadas para pequenas agroindústrias. Paulo Álvares, técnico em agroindústria da Emater-DF, orienta: “Não é mais possível comercializar ovos diretamente do ninho para o mercado sem atender aos requisitos sanitários” | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Segundo o técnico em agroindústria Paulo Álvares, da Emater-DF, a demanda por ovos sempre foi forte no Brasil, mas, nos últimos anos, houve aumento significativo tanto na produção quanto na tecnologia utilizada. Diante desse cenário, cresce também a necessidade de formalização da atividade. “Não é mais possível comercializar ovos diretamente do ninho para o mercado sem atender aos requisitos sanitários”, ressalta o técnico. “O desafio, porém, é que muitos produtores rurais desconhecem como deve ser um entreposto adequado”. Lei e investimento R$ 60mil Preço médio estimado para a construção de um entreposto de ovos A legislação estabelece que, para o quantitativo de até 999 aves, a produção pode ser destinada ao consumo próprio. A partir de mil aves, é obrigatória a estrutura para comercialização. “O limite para o pequeno produtor é de 3.600 ovos por dia, quantidade que corresponde a cerca de 4 mil aves”, explica Paulo Álvares. “A planta apresentada foi pensada para atender esse perfil, com o menor investimento possível e de forma compacta, mas com capacidade de manipular até quatro vezes esse volume, caso haja necessidade de expansão. Assim, o produtor pode começar pequeno e adaptar a estrutura conforme cresce, sem necessidade de construir tudo novamente”, complementa. O investimento estimado para a construção é de até R$ 60 mil, considerando os melhores materiais e equipamentos. No entanto, esse valor pode cair significativamente, já que muitos produtores, se construírem por conta própria, aproveitam materiais mais simples e baratos. Dessa forma, segundo Paulo, o custo pode ser reduzido em até 60%, pois mesmo no cenário mais caro o retorno financeiro é rápido: com 3.600 ovos/dia, o produtor alcança cerca de 180 mil ovos por ano, o que representa um valor de aproximadamente R$ 54 mil, suficiente para praticamente pagar o investimento inicial já no primeiro ano. [LEIA_TAMBEM]Outro aspecto ressaltado pelo técnico é que a estrutura não é destinada a todos os produtores individualmente, mas pode atender também a uma comunidade, que processa não apenas a produção própria, mas a de uma região inteira. Isso fortalece o desenvolvimento local e garante mercado para quem produz. “Para o pequeno produtor, soluções simples e bem-planejadas são suficientes para garantir a formalização, a qualidade e a competitividade no mercado”, afirma o técnico. Modelo acessível O modelo em tamanho real permite visualizar ainda a simplicidade da operação. Os equipamentos básicos são acessíveis: bancadas, pias, lixeiras, pallets, bandejas de coleta e ovoscópio para seleção dos ovos. Há também salas de recepção, manipulação, classificação, armazenamento e expedição, sempre com atenção às práticas de higiene, como barreira sanitária e lavagem de mãos. Não é necessário investir em máquinas complexas, a não ser que o volume de produção o justifique. Segundo o zootecnista Ricardo Magalhães, da Emater-DF, o entreposto de ovos apresentado é um dos melhores projetos desenvolvidos atualmente, pois permite que o produtor visualize, de forma prática, todos os aspectos exigidos pela legislação sanitária e tributária e os procedimentos necessários para legalizar a atividade. “Depois de mais de 30 anos de discussões, foi possível transformar a legislação em algo palpável e acessível”, relata. O zootecnista Ricardo Magalhães explica: “Ao visitar a estrutura, muitos produtores se surpreendem ao perceber que montar um entreposto não é tão complicado como imaginavam” A ideia, pontua ele, é mostrar que, embora o processo seja complexo, não é complicado. Basta seguir um checklist que orienta cada etapa: “Ao visitar a estrutura, muitos produtores se surpreendem ao perceber que montar um entreposto não é tão complicado como imaginavam. A construção, que custa entre R$ 30 mil e R$ 60 mil, pode ser financiada por meio de linhas de crédito específicas. Dessa forma, a Emater auxilia na transição da informalidade para a legalidade, e garante que o produtor esteja apto a comercializar em qualquer lugar, com respaldo técnico tanto no campo quanto na agroindústria”. O apoio da instituição começa desde o primeiro dia em que as pintainhas ou frangos de corte chegam à propriedade. A assistência envolve o manejo alimentar, sanitário e gerencial, até culminar na comercialização do produto. Assim, há um ciclo que assegura fiscalização, qualidade e aceitação no mercado, com o diferencial de se tratar de ovos originários da agricultura familiar, produzidos em sistemas mais soltos e tranquilos nos quais o foco é o bem-estar animal, um aspecto cada vez mais valorizado.
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Fiscalização de produtos de origem animal garante segurança alimentar ao consumidor
Cerca de 3.200 kg de produtos de origem animal foram apreendidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) de janeiro a julho deste ano. As mercadorias foram recolhidas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e incluem principalmente carne bovina e suína, além de aves, ovos, pescados, leite e derivados. “A fiscalização ocorre 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo finais de semana e feriados, já que precisamos acompanhar todas as fases do produto. Inspecionamos os abatedouros, onde avaliamos a situação do animal antes de ser abatido e durante o abate, e ainda fiscalizamos os estabelecimentos de corte e processamento, além de fazermos o controle do produto em trânsito” Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária A pasta é responsável por registrar, inspecionar e fiscalizar a fabricação, embalagem, rotulagem, armazenamento e o transporte dos produtos que saem das agroindústrias para o comércio. O objetivo é coibir irregularidades prejudiciais à saúde do consumidor, como falhas nos procedimentos, baixa qualidade da matéria-prima e ausência de boa estrutura física para os processos que envolvem a manipulação. “A fiscalização ocorre 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo finais de semana e feriados, já que precisamos acompanhar todas as fases do produto. Inspecionamos os abatedouros, onde avaliamos a situação do animal antes de ser abatido e durante o abate, e ainda fiscalizamos os estabelecimentos de corte e processamento, além de fazermos o controle do produto em trânsito”, explica a subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri, Danielle Araújo. A Seagri-DF é responsável por registrar, inspecionar e fiscalizar a fabricação, embalagem, rotulagem, armazenamento e o transporte dos produtos que saem das agroindústrias para o comércio. O objetivo é coibir irregularidades prejudiciais à saúde do consumidor, como falhas nos procedimentos, baixa qualidade da matéria-prima e ausência de boa estrutura física para os processos que envolvem a manipulação | Fotos: Divulgação/Seagri-DF As atividades de controle em trânsito seguem rotas pré-definidas, com visita a locais estratégicos, mas também atendem denúncias recebidas da população em geral. Os fiscais vistoriam caminhões boiadeiros, caminhões-baús e pick-ups, além veículos de passeio, observando documentos sanitários obrigatórios, estado clínico dos animais, acondicionamento de produtos e outros quesitos exigidos pelas normas vigentes. Caso seja verificada alguma irregularidade, os itens são recolhidos pelos fiscais e encaminhados para destruição ou direcionados à câmara fria da Seagri, onde ficam armazenados aguardando o trâmite processual obrigatório. Tanto a apreensão como a destruição dos itens são penalidades aos infratores, que também podem receber advertência e multa. No ano passado, foram apreendidos 6.177 kg de mercadoria, nos meses de abril, maio, agosto e setembro. A Seagri-DF faz, ainda, o registro das agroindústrias para que recebam e possam utilizar no rótulo o selo de inspeção, que mostram que o item atende às exigências da legislação sanitária e não acarretará riscos à saúde da população. “Seja um estabelecimento que faz apenas o abate do animal, seja um que faz os cortes da carne ou que produz linguiças, todos precisam ser registrados na secretaria para que sejam constantemente fiscalizados e, assim, possam entregar produtos de qualidade e seguros aos cidadãos”, defende a subsecretária. Os fiscais vistoriam caminhões boiadeiros, caminhões-baús e pick-ups, além veículos de passeio, observando documentos sanitários obrigatórios, estado clínico dos animais, acondicionamento de produtos e outros quesitos exigidos pelas normas vigentes Alimentos desenvolvidos por indústrias registradas no DF recebem o selo da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova) da Seagri. Aqueles que são trazidos de outras unidades da federação podem ser certificados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), gerenciados pelo Ministério de Agricultura e Pecuária. “Temos várias modalidades de registro, atendendo as indústrias de pequeno porte e as maiores”, relata a subsecretária. “Nós buscamos desburocratizar os processos para trazer as indústrias para a legalidade, fazendo com que possam ganhar mercado e, ao mesmo tempo, garantir ao consumidor que está entregando um produto de qualidade.” Veja como fazer o registro de agroindústria de produtos de origem animal neste site. As atividades de controle em trânsito seguem rotas pré-definidas, com visita a locais estratégicos, mas também atendem denúncias recebidas da população em geral Atenção, consumidor! Ao adquirir produtos de origem animal, o consumidor deve estar de olho nos selos de inspeção, que indicam que o item atende a legislação sanitária. Também é preciso ficar de olho nas condições de armazenamento, indicadas no rótulo dos industrializados. Itens frescos, como pescados e carnes bovina e suína, precisam estar refrigerados na temperatura adequada, assim como iogurtes, queijos e outros derivados do leite. “Se o rótulo do produto fala que ele deve ser mantido sob refrigeração, ele não pode ser vendido em uma prateleira comum. Assim como uma carne que é vendida congelada não pode estar mole, precisa estar efetivamente congelada. Nesses casos, a orientação é que o consumidor não faça a compra e evite eventuais danos à própria saúde”, enfatiza Danielle Araújo.. Também é importante que o cidadão observe a coloração das carnes e pescados. Cortes suínos e bovinos em tons alaranjados, marrons ou esverdeados, ou quando parecem manchados, devem ser evitados. O mesmo vale para os peixes com cheiro forte e olhos ou guelras acinzentados e opacos. No caso dos congelados, tanto para carne quanto para pescados, prefira pacotes que não estejam amolecidos ou com acúmulo de líquido. Ao adquirir produtos que não foram fiscalizados e que estejam em condições inadequadas, o consumidor coloca a saúde em risco. Produtos de origem animal sem registro podem estar contaminados por bactérias como Salmonella, Streptococcus, E. coli, entre outras, além de poderem causar problemas gastrointestinais e doenças mais graves, como botulismo, tuberculose, brucelose, toxoplasmose. Denuncie Os consumidores que tenham conhecimento de abates clandestinos, transporte ou armazenamento irregular podem denunciar os casos para a Ouvidoria-Geral do Distrito Federal. A situação pode ser comunicada pelo site Participa DF, a qualquer momento, ou pelo telefone 162, disponível de segunda a sexta-feira das 7h às 21h, e, no sábado, domingo e feriado, das 8h às 18h. A ligação é gratuita para telefone fixo e celular.
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