Prazo para atualização de rebanhos no DF é ampliado até 5 de outubro
Os produtores rurais do Distrito Federal terão mais uma oportunidade para poder atualizar as informações de seus rebanhos. O prazo da campanha de atualização de rebanhos 2026 foi prorrogado até 5 de outubro, conforme a Portaria nº 334, publicada em 14 de setembro. A ampliação do prazo busca garantir uma participação maior dos criadores e permitir que aqueles que ainda não realizaram o procedimento tenham uma nova oportunidade para manter seus dados em dia. A medida é importante para que o Distrito Federal tenha um retrato mais preciso da sua produção pecuária e esteja melhor preparado para enfrentar eventuais situações de emergência sanitária. A atualização cadastral é obrigatória para criadores de espécies de interesse pecuário, como bovinos, bubalinos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes, abelhas e outras espécies de produção. O produtor que deixar de atualizar o rebanho e os respectivos dados cadastrais dentro dos prazos estabelecidos estará sujeito às medidas e penalidades previstas na legislação distrital e federal aplicável. As informações atualizadas permitem conhecer com maior precisão a realidade da pecuária local, incluindo a quantidade e a distribuição dos animais. Esses dados são fundamentais para a vigilância sanitária e podem auxiliar na adoção de medidas rápidas e direcionadas em caso de emergência sanitária. O acompanhamento dos animais é crucial para a capacidade de prevenção, identificação e respostas diante de possíveis doenças | Foto: Divulgação Na prática, esse controle também representa uma medida de proteção para toda a população do DF. A sanidade dos rebanhos está diretamente relacionada à produção de alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos. Quanto mais eficiente for o acompanhamento dos animais, maior será a capacidade de prevenção, identificação e resposta diante de possíveis doenças. Além de contribuir para a proteção dos rebanhos, a atualização dos dados é uma exigência prevista na legislação de defesa sanitária animal e está alinhada às diretrizes dos programas sanitários nacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária. O procedimento também fortalece a rastreabilidade da produção pecuária, permitindo identificar com mais precisão os animais e as propriedades envolvidas em uma eventual ocorrência sanitária. Esse acompanhamento é essencial para reduzir a possibilidade de disseminação de doenças, proteger a produção e preservar a segurança dos alimentos. A prorrogação do prazo representa uma oportunidade para ampliar a adesão dos criadores e fortalecer o sistema de defesa sanitária do Distrito Federal. Manter os dados atualizados é uma responsabilidade do produtor e uma medida que beneficia toda a sociedade. Como declarar ⇒ A atualização pode ser feita pela internet, por meio deste endereço eletrônico ou presencialmente nos escritórios da Defesa Agropecuária. ⇒ Para obter informações e esclarecer dúvidas, os criadores podem entrar em contato pelos telefones 3340-3862 ou 3051-6421. ⇒ Confira a portaria clicando neste link.
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GDF reforça importância da vacinação de rebanhos contra raiva após mais de um ano sem casos da doença
Governo do Distrito Federal · GDF REFORÇA IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO DE REBANHOS CONTRA RAIVA APÓS MAIS DE UM ANO SEM CASOS DA DOENÇA Sem casos de raiva em bovinos, bubalinos e equídeos há mais de um ano, o Governo do Distrito Federal (GDF) destaca a importância da vacinação dos rebanhos para a saúde pública. O último registro da doença ocorreu em fevereiro de 2024, na área rural de Ceilândia. Desde então, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) passou a orientar os responsáveis pelos animais sobre a necessidade de imunização antirrábica dos rebanhos em áreas de risco com ocorrência de mordidas de morcegos hematófagos, que deve ser informada pelos produtores na atualização cadastral junto ao serviço de Defesa Agropecuária da pasta. A compra e a aplicação da antirrábica são responsabilidades do produtor rural. Para animais que vão receber a primeira dose ou têm menos de 2 anos, deve ser aplicada uma dose de reforço 30 dias após a inicial. Considera-se que há maior risco de ataques de morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue, quando contaminados com o vírus, em áreas próximas a cavernas e grutas, entre outros abrigos. A vacinação passa a ser obrigatória quando há casos da doença próximos ao rebanho | Foto: Divulgação/MAPA O chefe do Núcleo de Sanidade dos Ruminantes, Animais Aquáticos e Saúde das Abelhas da Seagri-DF, Ricardo da Silva Raposo, explica que a vacinação passa a ser obrigatória quando há casos da doença próximos ao rebanho. “Quando ocorre um caso de raiva em bovinos, búfalos ou equídeos em uma propriedade, as demais propriedades localizadas no raio de 12 km devem obrigatoriamente vacinar e declarar a vacinação contra a raiva ao serviço de defesa agropecuária”, explica Ele acrescenta: “A Seagri-DF pode aplicar sanções administrativas para penalizar o produtor que não vacinar o rebanho, porque é uma doença que tem sérias repercussões na saúde pública. Para as demais regiões onde não há histórico de mordidas de morcegos, não há obrigatoriedade, mas há recomendação de proteção do rebanho. Sabemos que a vacinação é a principal estratégia de controle da doença, uma vez que o animal que é imunizado passa a ter anticorpos que o protege contra o vírus da raiva.” O especialista explica, ainda, que os produtores também devem comunicar eventuais sinais da doença para evitar a propagação do vírus. “O criador deve notificar a Seagri-DF sempre que um animal apresentar sinais clínicos neurológicos como cegueira provisória, perda de equilíbrio, andar cambaleante, trombando em outros animais ou na cerca do curral, ou caído sem conseguir mexer as patas”, salienta Raposo. Técnicos da Seagri vacinam os animais e colhem material encefálico para análise laboratorial, caso necessário | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A partir disso, a Defesa Agropecuária da Seagri-DF realiza o atendimento desses animais e fornece orientações aos cidadãos sobre como proceder com o rebanho. Na mesma visita, também realiza a coleta de material encefálico para análise laboratorial. “Se o animal for positivo para raiva, as pessoas que tiveram contato com o animal são encaminhadas para atendimento pelo serviço de saúde para receberem doses de vacina ou de soro antirrábico, dependendo do nível de exposição ao animal doente”, completa Raposo. Neste ano, a Campanha de Atualização de Rebanhos vai até 15 de junho, sendo obrigatória para animais de produção como bovinos, suínos, aves, peixes, caprinos, ovinos, equídeos, crustáceos e abelhas, entre outros animais de produção. Os criadores devem informar a quantidade, o sexo e a faixa etária dos animais que possuem, além de manter atualizados os dados da propriedade, como endereço, telefone e e-mail. Essas informações são essenciais para o controle sanitário e podem ser atualizadas pela internet, por meio do sistema Siagro-DF, disponível no site da Seagri-DF, ou presencialmente em uma das unidades locais de Defesa Agropecuária. A iniciativa também integra o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), que visa reforçar a prevenção e o monitoramento da doença no país. Após o fim do prazo da declaração, os produtores que não cumprirem a exigência estarão sujeitos às penalidades previstas na legislação, incluindo multas administrativas aplicadas pela Seagri-DF, além da impossibilidade de emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA). Dúvidas e orientações técnicas podem ser esclarecidas pelo telefone (61) 3340-3862 ou pelo site. Brucelose Também está em andamento a campanha de vacinação contra a brucelose, doença infectocontagiosa crônica que pode acometer humanos e diversas espécies de animais. Os produtores devem administrar o imunizante, obrigatoriamente, em fêmeas de bovinos e bubalinos entre 3 e 8 meses de idade até 30 de junho. Para comprovar a medida, o criador deve apresentar atestado do médico veterinário e nota fiscal da vacina à Defesa Agropecuária até a data limite. A lista de veterinários cadastrados e outras informações estão disponíveis no site da Seagri-DF.
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DF inicia Campanha de Atualização de Rebanhos 2025
Começa nesta quinta-feira (1°) a Campanha de Atualização de Rebanhos 2025 no Distrito Federal. A ação, que vai até o dia 15 de junho, é obrigatória para todos os produtores que criam animais de produção, como bovinos, suínos, aves, peixes, caprinos, ovinos, equídeos, crustáceos e abelhas. Durante a campanha, os criadores devem informar, obrigatoriamente, a quantidade, o sexo e a faixa etária dos animais que possuem, além de manter atualizados os dados da propriedade, como endereço, telefone e e-mail. Essas informações são essenciais para o controle sanitário e podem ser atualizadas pela internet, por meio do sistema Siagro-DF, disponível no site da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri), ou presencialmente em uma das Unidades Locais de Defesa Agropecuária. Campanha de Atualização de Rebanhos incentiva a atualização cadastral dos produtores, contribuindo para respostas rápidas diante de emergências sanitárias | Foto: Divulgação/Emater-DF A iniciativa integra o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), que visa reforçar a prevenção e o monitoramento da doença no país. “O Governo do Distrito Federal está atuando de forma firme e coordenada para fortalecer a saúde animal e garantir a segurança do rebanho no DF. Esta é mais uma ação concreta que reafirma nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do setor agropecuário. A atualização de dados dos rebanhos é uma prioridade estratégica, fundamental para o controle sanitário, a rastreabilidade e a prevenção de doenças. Por isso, o GDF convoca todos os produtores a atualizarem suas informações, demonstrando que, juntos, podemos avançar rumo a uma pecuária cada vez mais forte, segura e reconhecida mundialmente”, afirma o secretário de Agricultura, Rafael Bueno. O gerente de Saúde Animal da Seagri, Pablo Marsiaj, destacou a importância da campanha: “Por meio da atualização cadastral dos produtores e da estratificação dos rebanhos, o serviço oficial consegue manter um banco de dados confiável, que sustenta a emissão de documentos zoossanitários, como a Guia de Trânsito Animal (GTA), e permite respostas rápidas diante de emergências sanitárias. Além disso, a campanha fortalece o monitoramento de doenças de interesse, contribuindo para a segurança da produção pecuária e a credibilidade sanitária do DF.” “É uma oportunidade de otimizar a coleta de informações e elevar nossos índices de vacinação contra outras doenças importantes para a saúde animal e humana”, explica a subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri, Danielle Araújo. Penalidades Após o fim do prazo da declaração, os produtores que não cumprirem a exigência estarão sujeitos às penalidades previstas na legislação, incluindo multas administrativas aplicadas pela Seagri-DF, além da impossibilidade de emissão da GTA. A expectativa da Secretaria é incrementar significativamente o percentual de produtores que realizam a atualização cadastral de seus rebanhos dentro do prazo estabelecido, contribuindo para o fortalecimento da vigilância e da sanidade animal no Distrito Federal. *Com informações da Seagri-DF
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Aumento de apreensões de animais de grande porte reforça cuidado do GDF com equinos e bovinos vítimas de maus-tratos
O número de apreensões de animais de grande porte no Distrito Federal saltou de 260, em 2023, para mais de 420, em 2024, um crescimento de 61%, segundo a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Nesta sexta-feira (10), a governadora em exercício Celina Leão visitou o local onde os equinos e bovinos recolhidos de ações de fiscalização são acolhidos, tratados e posteriormente encaminhados para adoção. A governadora em exercício Celina Leão e o secretário Rafael Bueno visitaram o curral da Seagri-DF, para onde são encaminhados equinos e bovinos recolhidos de ações de fiscalização | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Durante a visita, Celina destacou o papel do governo no acolhimento desses animais, muitos deles vítimas de maus-tratos ou abandono. “Esses animais de grande porte estavam soltos ou em situações inapropriadas. Aqui, garantimos todo o cuidado sanitário necessário para que eles possam ser tratados e, eventualmente, adotados por quem deseja oferecer um novo lar”, afirmou a governadora em exercício. O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, detalhou os processos realizados no espaço: “Recebemos os animais para inspeção veterinária, realizamos exames para identificar doenças e garantimos os cuidados necessários na sala de tratamento. Nosso objetivo é acolher e ajudar o indivíduo para, então, ser adotado”. O projeto Quem tiver interesse em adotar um dos animais apreendidos deve comparecer à sede da Seagri e preencher formulários de responsabilidade, juntamente com informações detalhadas sobre a propriedade e finalidade da adoção Criado em 2020, o projeto Adote um Animal busca dar uma destinação aos equinos e bovinos apreendidos em ações de fiscalização desenvolvidas pela Seagri, garantindo o bem-estar e a segurança dos animais recolhidos. A população desempenha papel importante nas apreensões ao denunciar eventuais casos de abandono envolvendo animais de grande porte. Uma vez demandada, a pasta envia equipes ao local com maquinário adequado e servidores qualificados para fazer o recolhimento dos bichos. Os proprietários têm até 30 dias para reivindicar a posse dos animais. Caso não o façam, o bicho é direcionado à Gerência de Apreensão. Nessa fase, eles passam por inspeções veterinárias detalhadas e por períodos de quarentena, a fim de monitorar possíveis manifestações clínicas de doenças. Saiba como adotar Quem tiver interesse em adotar um dos animais apreendidos deve comparecer à sede da pasta – Setor Terminal Norte (STN), s/nº, Asa Norte – com comprovante de residência, identidade (RG) e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). É preciso, também, preencher formulários de responsabilidade, juntamente com informações detalhadas sobre a propriedade e finalidade da adoção. A relação documental completa está disponível no site da pasta. Todos os dados fornecidos serão checados por servidores. Caso o cadastro seja aprovado, a adoção é autorizada e o adotante terá direito a três visitas de veterinários da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) para garantir que o animal esteja recebendo os cuidados adequados em seu novo lar.
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