Printer Chef 2026 leva criatividade e gastronomia ao Conjunto Nacional
Brasília recebe, nos dias 28 e 29 deste mês, mais uma edição do Printer Chef 2026, competição que une gastronomia, criatividade e tecnologia, dentro da programação do Geek Prime, no espaço Jardim Urbano, do Conjunto Nacional. O evento reunirá chefs, entusiastas da culinária e apaixonados por inovação em uma experiência que mistura arte, cultura e novas formas de criação. Criatividade no preparo dos petiscos é o ponto que une os participantes da competição | Foto: Divulgação/FAPDF Promovido pelo Instituto Inovatec, com suporte institucional da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e apoio tecnológico da 3DBS, o Printer Chef 2026 se consolida como um dos pontos altos do Geek Prime. A proposta central é explorar como a ciência e a tecnologia, especialmente a impressão 3D de alimentos, podem revolucionar a culinária, promovendo a sustentabilidade e a nutrição. “Brasília tem um enorme potencial criativo, e trazer o Printer Chef para dentro do Geek Prime é uma forma de conectar talentos, incentivar a inovação e mostrar que a criatividade pode estar em todos os lugares, inclusive na cozinha” Tonico Novaes, CEO do Print Chef 2026 Esta edição mergulha no tema da gastronomia do futuro, destacando a pesquisa científica, a experimentação e o desenvolvimento de novas soluções com Pancs (plantas alimentícias não convencionais) como base culinária obrigatória. Talentos reunidos Durante os dois dias de evento, haverá workshops e palestras, além de desafios que estimulam a inovação, o pensamento criativo e a experimentação, aproximando áreas como design, gastronomia e cultura maker. A competição, que ocorre ao vivo, valoriza não apenas o sabor e a apresentação dos pratos, mas também o conceito científico e a história por trás de cada criação, muitas delas utilizando Pancs do Cerrado e técnicas de bioimpressão. “O Printer Chef nasceu com a ideia de mostrar que criatividade não tem limite e que, quando juntamos gastronomia, design e tecnologia, surgem experiências surpreendentes e inspiradoras”, resume uma das idealizadoras da competição, Angela Oliveira. O CEO do evento, Tonico Novaes, reforça que o encontro também tem o objetivo de estimular o ecossistema criativo do Distrito Federal. “Brasília tem um enorme potencial criativo, e trazer o Printer Chef para dentro do Geek Prime é uma forma de conectar talentos, incentivar a inovação e mostrar que a criatividade pode estar em todos os lugares, inclusive na cozinha”, enfatiza. Interação [LEIA_TAMBEM]Além da competição, o público que visitar o Geek Prime poderá acompanhar de perto as apresentações do Printer Chef, interagir com os participantes e conhecer tendências que unem arte, tecnologia, criatividade e gastronomia. O Geek Prime tem como foco a cultura pop, geek e nerd, reunindo atrações como atores, dubladores, ilustradores, influenciadores, bandas, e-sports, cosplay, ambientes temáticos, stands interativos, vila dos artistas e gastronomia temática. E, com o Printer Chef 2026, a expectativa é transformar o Jardim Urbano do Conjunto Nacional em um grande laboratório de ideias, onde criatividade e experimentação serão os principais ingredientes. Printer Chef 2026 – Geek Prime → Data: dias 28 e 29 deste mês → Local: Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional → Mais informações neste site. *Com informações da FAPDF
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Delegação do DF estreia com medalha no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares
A delegação do Distrito Federal começou com destaque sua participação no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas na capital paulista. Em um dia marcado por superação, técnica e espírito esportivo, os estudantes-atletas do DF conquistaram resultados expressivos e mostraram a força da rede pública. O grande momento veio no tatame, quando o estudante Patrick Araujo, 12 anos, da Escola Classe Paraná (Planaltina), garantiu a medalha de prata no judô, colocando o DF no pódio logo na estreia das competições. “Eu estou muito feliz com a minha medalha”, comemorou Patrick. Patrick Araujo, estudante de Planaltina, conquistou a primeira medalha da delegação do DF no segundo bloco da competição | Foto: Fernanda Feitoza/SEEDF Na natação, os representantes do DF tiveram atuações consistentes e festejaram a melhora de seus tempos, resultado direto de meses de preparação intensa. A evolução das marcas individuais reforça o potencial do grupo para os próximos dias de competição. “Estou bastante satisfeita porque consegui baixar minha marca e estou curtindo muito estar aqui“, declarou a nadadora Júlia Moura, 13 anos. Os atletas da bocha, do tênis de mesa e do parabadminton também estrearam com vitória, dando ao DF um início promissor nas três modalidades. As disputas foram equilibradas, mas os estudantes demonstraram foco e confiança para alcançar as primeiras conquistas. [LEIA_TAMBEM]“Eu fui a primeira atleta do DF a jogar (parabadminton) hoje e comecei vencendo. Estou muito feliz!”, celebrou Evelyn Andrade, 16 anos, estudante do CEM 01 do Riacho Fundo. Seu parceiro de equipe, David Lima, 15 anos, do Centro Olímpico de Samambaia, também estreou com vitória no parabadminton. “Eu joguei contra um atleta do Espírito Santo e consegui vencer“, comentou. No futebol PC (paralisia cerebral), o time do Distrito Federal entrou em quadra mostrando entrosamento, garantindo a vitória expressiva por 5 x 0, logo no primeiro confronto, contra o Pará. As competições seguem até sexta-feira (28), e a delegação do DF está confiante de que irá ampliar o número de medalhas. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Delegação do DF estreia com vitórias no primeiro dia das Paralimpíadas Escolares 2025
As Paralimpíadas Escolares de 2025 começaram com muita disposição, velocidade e entrosamento. Na manhã dessa quarta-feira (19), as primeiras provas do atletismo foram realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em São Paulo. A pista do espaço, onde são realizadas as maiores competições paralímpicas do país, foi palco da estreia brilhante dos estudantes-atletas do Distrito Federal, que se destacaram nos 100 metros, nos 1.500 metros e nos arremessos de peso e de disco. Ao todo, foram 19 medalhas conquistadas pela delegação no primeiro dia da competição, sendo seis de ouro, cinco de prata e oito de bronze. Além dos resultados expressivos, os estudantes relatam uma experiência social positiva e enriquecedora, marcada pelo surgimento de laços de amizade, colaboração mútua e forte torcida entre os diferentes integrantes das equipes. Em primeiro ciclo de corridas e arremessos atléticos, equipes do atletismo do Distrito Federal fazem estreia vitoriosa nas Paralimpíadas Escolares 2025 | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF Superar barreiras e desafiar a si mesmo é uma das maiores riquezas proporcionadas pela prática desportiva. No caso da estudante Anny Luiza Rocha, 15 anos, do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN), a superação estabeleceu um novo marco para os outros competidores na paralimpíada. Com a conquista de um novo recorde no arremesso de peso, atingindo 5,40 m de distância na prova, a estudante levou para casa a medalha de ouro. Além da conquista do recorde no arremesso de peso, a atleta também garantiu duas medalhas de bronze, sendo uma nos 100 m rasos e outra no lançamento de dardo. A multimedalhista, que pratica atletismo desde 2023, diz estar muito contente e emocionada em sua primeira vez competindo em uma paralimpíada em São Paulo. “Estou orgulhosa de mim. Quase perdi um arremesso, mas deu tudo certo. Não só deu tudo certo, como bati o recorde”, celebrou. Anny Luiza conseguiu uma medalha de ouro e uma de bronze no primeiro dia da competição, além de quebrar o recorde da prova de arremesso de peso Prodígios da rede pública de ensino Alguns dos atletas competiram em mais de uma prova e se destacaram, como é o caso de Ketlyn Ferreira, 15, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 02 do Paranoá. A estudante da rede pública do DF competiu na prova de salto em distância, na qual foi vice-campeã, e na prova de 100 metros rasos, na qual conquistou o primeiro lugar do pódio com o tempo de 13 s. A jovem ainda vai competir em outras provas ao longo da competição, como a de 400 metros. [LEIA_TAMBEM]Após a premiação, a estudante afirma estar vivenciando uma excelente experiência na competição e relata a alegria com a conquista do pódio em sua primeira competição paralímpica. “Eu compito desde os 6 anos, mais ou menos, só que esse é meu primeiro ano no paralímpico, porque meu laudo saiu esse ano”, destacou a estudante. Além do aspecto competitivo, Ketlyn também relata estar fazendo boas amizades no decorrer da experiência. “É minha primeira vez em São Paulo, então estou conhecendo o pessoal ainda, mas já fiz amizades. Estou gostando de conhecer o pessoal da delegação, conhecer gente de outras escolas, eles são muito legais”, relatou. Ketlyn Ferreira competiu nas modalidades de salto em distância e 100 metros rasos e ainda vai disputar outras provas do atletismo na competição Segurança e apoio fisioterapêutico Para prestar suporte às equipes presentes na competição, a dupla de fisioterapeutas da delegação brasiliense marcou presença, permanecendo à disposição dos estudantes para atuar no atendimento de lesões e desconfortos e fazer a liberação da musculatura, proporcionando melhores condições competitivas e segurança para os competidores. Os profissionais reafirmam a importância da presença de equipes qualificadas de atenção à saúde dos atletas, considerando que o atendimento pode prevenir lesões e proporcionar maior conforto para esses competidores. “Os atletas estão bem empenhados e a gente montou uma estrutura específica de fisioterapia caso algum atleta se lesione. Nesses eventos, é muito comum ocorrer torções de tornozelo, algum tipo de luxação. Então a gente trouxe aparelhos de liberação, kinesio tape, ventosas, pensando em dar o maior suporte possível para nossos atletas”, explicou Braian Lezna, fisioterapeuta da delegação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Gêmeos de escola pública de Santa Maria fazem história no taekwondo
Os irmãos gêmeos Rafaela e André Luiz Gramajo, de 17 anos, estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) 404 de Santa Maria, encerraram o mês de setembro com uma conquista importante nos Jogos da Juventude 2025. As medalhas de bronze no taekwondo — ela no individual feminino até 49 kg e ele na disputa por equipes no masculino — são fruto de uma trajetória construída em família e marcada pelo apoio mútuo dentro e fora do tatame. Os irmãos Gramajo conquistaram medalhas de bronze no taekwondo, no individual feminino e masculino por equipe | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF A relação dos Gramajos com o taekwondo começou antes mesmo do nascimento dos gêmeos. O pai, Pedro Gramajo, praticou a modalidade na adolescência e chegou à faixa vermelha. Valorizando lições como disciplina e obediência, decidiu matricular o filho mais velho, João Victor, que também brilhou ao subir ao pódio nos Jogos Escolares 2023, realizados no Distrito Federal. Seguindo os passos do irmão, Rafaela iniciou no esporte aos 9 anos, incentivada pelo pai e por João Victor. A atleta reconheceu o impacto que o taekwondo teve em sua formação. “Acho importante que os jovens conheçam o esporte, porque, às vezes, na escola, temos amizades que podem nos levar para o caminho errado. O esporte mostra que existem amizades que ajudam no desenvolvimento do nosso futuro, trazendo disciplina e conhecimento”, disse. Rafaela também foi a principal motivação para André Luiz seguir firme na prática esportiva. No início, ele pensou em desistir após perder diversas lutas, mas a evolução da irmã o inspirou. “Na academia, minha irmã é meu incentivo. Ela começou a ganhar em todos os lugares que ia, e todo mundo falava sobre isso. Eu queria ser igual. Hoje, minha maior motivação é ela”, contou André. Rafaela Gramajo (de vermelho) levou a melhor na competição contra uma amazonense Resultados A persistência trouxe frutos. André foi campeão da Copa do Brasil 2024, conquistou o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro no mesmo ano e, em 2025, já soma nove títulos consecutivos em competições do Distrito Federal e do Centro-Oeste. “Se eu pudesse dar um conselho, diria para colocar Deus à frente de tudo. Mesmo sem ter ganhado individualmente, agradeci a Ele, porque tem planos melhores para cada um de nós", disse. No esporte, os planos incluem abrir a própria academia. "O nome será ‘Os Gramajos’", revelou. Pedro Gramajo e Célia Alves, pais dos atletas, veem o taekwondo como uma oportunidade para que os jovens aprendam sobre foco, disciplina e respeito às regras. “Eu agradeço muito nossos filhos pelo esforço. É a primeira vez que eles estão nos Jogos da Juventude, então agora é só alegria. Eles se dedicam muito à escola, tiram notas boas, e de noite eles treinam”, contou Pedro. O estudante André Luiz Gramajo (de vermelho) se inspirou na irmã para continuar no esporte Apoio técnico O sucesso dos irmãos também é resultado do trabalho de treinadores dedicados. Conceição de Maria Miranda, conhecida como Ceiça Ximenes, técnica da equipe feminina de taekwondo do Distrito Federal, acompanha os Jogos da Juventude há quatro anos e destacou a importância do evento. “Os Jogos da Juventude permitem que estudantes que não têm condições participem de um evento dessa proporção. Como o Estado patrocina, eles têm a oportunidade de viajar e competir com atletas de outros estados. Isso transforma vidas. Imagine quem nunca andou de avião viajando pela primeira vez”, comentou. [LEIA_TAMBEM]Além da medalha de bronze por equipes, o time masculino garantiu a prata com Gustavo Pereira, de 15 anos, do CEM 01 de Brazlândia, na categoria até 48 kg. O jovem recebeu apoio do técnico Miguel Gonçalves Neto, diretor da Federação de Taekwondo do Distrito Federal, que ressaltou o impacto do esporte. “A competição tira o jovem das ruas. Ele precisa controlar o peso, deixar de tomar refrigerante ou beber álcool, e muitas vezes até parar de fumar. O taekwondo deixou de ser apenas um esporte de pancadaria. Hoje, vencer depende de estratégia e controle”, explicou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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