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Museu do Catetinho estreia experiência em realidade virtual com inspiração em Tom Jobim e Vinicius de Moraes

O Museu do Catetinho, espaço gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), inaugura neste sábado (25) a exibição do curta-metragem Água de Beber em realidade virtual. A experiência estará disponível ao público até setembro, com seis óculos instalados em pontos fixos do museu para uso dos visitantes. Curta condensa memória, música e patrimônio histórico em uma imersão de oito minutos | Foto: Divulgação Com oito minutos de duração, o filme recria a inspiração da canção homônima de Tom Jobim e Vinicius de Moraes a partir da fonte localizada no próprio Catetinho. Dirigido por Filipe Gontijo e Henrique Siqueira, o curta propõe uma imersão sensorial que conecta memória, música e patrimônio histórico em um dos espaços simbólicos da capital federal. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), instrumento público de fomento que viabiliza projetos culturais em diferentes linguagens e territórios. No caso da produção audiovisual, o recurso permite ampliar o acesso da população a novas formas de fruição cultural, incorporando tecnologias como a realidade virtual ao circuito de visitação. Para o secretário interino de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, a ação evidencia o papel das políticas públicas no fortalecimento da cultura e na valorização dos espaços históricos. “Ao ocupar o Museu do Catetinho com uma experiência que dialoga com a história da música brasileira e com a identidade do espaço, ampliamos as possibilidades de fruição cultural e reforçamos o compromisso do poder público com a democratização da cultura”, afirma. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Cine Brasília celebra legado de Vladimir Carvalho com exibição e lançamento de livro

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o Coletivo Editorial Maria Cobogó prestam homenagem ao cineasta Vladimir Carvalho um ano após sua morte. O Cine Brasília, cuja sala de exibição leva o nome do documentarista, reunirá amigos, admiradores e o público em geral para uma sessão do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória, produzido pelo Sesc-DF em parceria com a jornalista Marcia Zarur, nesta quarta-feira (5). O filme traz a última entrevista do cineasta, que faleceu dias depois da gravação, em 24 de outubro do ano passado, vítima de um infarto. Nascido em Itabaiana, na Paraíba, o documentarista se mudou para Brasília, onde viveu por mais de 50 anos. Vladimir foi professor da Universidade de Brasília (UnB), onde deu aulas de cinema até a aposentadoria. Também foi presença constante no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e um incentivador de iniciativas voltadas à valorização da cultura local. O cineasta Vladimir Carvalho, falecido há um ano, será homenageado nesta quarta (5), no Cine Brasília | Foto: Divulgação/Secec-DF “Vladimir Carvalho é um dos pilares da cultura brasiliense. Sua obra ajudou a construir o olhar cinematográfico sobre a nossa cidade e o Brasil, sempre com sensibilidade, coragem e compromisso com a verdade. Celebrar sua memória é reconhecer um artista que transformou Brasília em cenário e personagem, e que inspirou gerações a fazer da arte um instrumento de reflexão e pertencimento”, destacou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. A jornalista Marcia Zarur completou: “Essa homenagem é uma forma de celebrarmos a memória de Vladimir e de chamarmos a atenção para o rico acervo do Cinememória, que deve ganhar um local de exposição permanente na Casa da América Latina, no Setor Comercial Sul”. O acervo, reunido por Vladimir ao longo de cinco décadas, inclui uma infinidade de equipamentos, como câmeras, moviolas e projetores, além de fotos, cartazes, livros e documentos que contam a história do cinema mundial — especialmente do cinema de Brasília. [LEIA_TAMBEM]O curta-metragem foi gravado no Cinememória e, na ocasião, ele mostrou peças como a câmera usada na 2ª Guerra Mundial e a Moviola utilizada por Glauber Rocha para montar Terra em Transe e por Joaquim Pedro de Andrade para editar Macunaíma. “Ele tinha um amor imenso por esse museu que ele construiu, e o maior desejo de Vladimir era que o acervo do Cinememória permanecesse em Brasília. Ele certamente está feliz, porque estamos conseguindo realizar esse sonho”, afirmou Marcia. Homenagem a Vladimir Carvalho Exibição do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória e relançamento do livro Vladimir Carvalho, da coleção Mestres Cobogós · Local: Cine Brasília · Data: quarta-feira (5) · Hora: a partir das 18h30 · Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Viver 60+ oferece aulas de bicicleta e cuidados com a saúde para idosos no Eixão do Lazer neste domingo (17)

Neste domingo (17), a partir das 9h30, o Eixão do Lazer, na altura das quadras 107/108 Sul, será palco da terceira edição do Movimente-se: Viver 60+, programa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). O evento é gratuito, aberto ao público em geral, e integra o programa Viver 60+, com atividades que incentivam o envelhecimento ativo, saudável e participativo. O curta-metragem Lulu vai de bike, dirigido pela brasliense Luiza Davidson, é uma das atrações; evento também comemora antecipadamente o Dia Nacional do Ciclista | Foto: Divulgação   [LEIA_TAMBEM]Nesta edição, o encontro celebra também o Dia Nacional do Ciclista — comemorado em 19 de agosto —, em parceria com as ONGs (organizações não governamentais) Rodas da Paz e Bike Anjo. O espaço exclusivo das entidades vai oferecer aulas para quem quer aprender a pedalar, empréstimo de bicicletas, orientações de segurança, distribuição de brindes e atividades interativas. No local, também será possível doar bicicletas para a campanha que reforma e entrega os equipamentos a quem precisa. Uma das atrações especiais será a exibição do curta-metragem Lulu vai de bike, dirigido por Luiza Davison, filha do biólogo e ciclista Pedro Davison, que morreu aos 25 anos após ser atingido por um motorista bêbado enquanto pedalava em Brasília. A obra reforça a visão de Pedro de que a bicicleta é “liberdade e futuro”. Para Raphael Dorneles, coordenador-geral da Rodas da Paz, a iniciativa é um passo importante para a mobilidade inclusiva. “A bicicleta é uma atividade física que pode ser levada até altas idades, ainda mais com os recursos das bikes elétricas. Queremos uma cidade segura para todos, e garantir que pessoas idosas possam pedalar significa criar um trânsito melhor para mulheres, crianças e toda a população”, afirmou. Tratamento gratuito Há diversas atividades previstas para o encontro, todas relacionadas a saúde e bem-estar | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF “O Distrito Federal está envelhecendo rapidamente, e nosso compromisso é garantir que esse público viva com dignidade, saúde, respeito e oportunidades para se manter ativo e integrado à comunidade” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Além das atividades sobre ciclismo, a programação inclui aferição de pressão arterial, teste de glicemia, auriculoterapia, alongamento, dança, shows e lanche. Uma das novidades na área da saúde será o teste rápido para avaliar risco de infarto e AVC. Os participantes que apresentarem risco serão acompanhados pelo laboratório Sabin, que oferecerá tratamento gratuito. Também estão previstas atrações como dança charme, apresentação artística do grupo cigano Deusas da Lua e show de Nilberto dos Teclados. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça que o objetivo é cuidar de forma integral da população idosa: “O Distrito Federal está envelhecendo rapidamente, e nosso compromisso é garantir que esse público viva com dignidade, saúde, respeito e oportunidades para se manter ativo e integrado à comunidade”. Sobre o Viver 60+ Instituído como programa de governo pelo Decreto nº 47.275/2025, o Viver 60+ é uma iniciativa da Sejus-DF que atende hoje mais de 7 mil pessoas idosas em 34 polos espalhados pelo DF. As atividades incluem oficinas gratuitas de dança, yoga, ginástica, inclusão digital, rodas de bate-papo, atendimentos de saúde e ações educativas. O Movimente-se: Viver 60+ integra essa proposta e já reuniu mais de 3 mil pessoas em suas duas primeiras edições. A primeira ocorreu em junho de 2024, no Parque da Cidade, com cerca de mil participantes. A segunda, em junho deste ano, levou mais de 2 mil pessoas ao Eixão do Lazer Norte. Para esta terceira edição, a expectativa é reunir mais de duas mil pessoas, reafirmando o compromisso do programa com um envelhecimento digno, ativo e participativo. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Cine Brasília abre chamada pública para exibição de curtas-metragens

Com o objetivo de selecionar produções locais e nacionais para integrarem a programação regular, o Cine Brasília abriu uma chamada pública para exibição de curtas-metragens. Cada curta selecionado será exibido ao longo de uma semana, abrindo as sessões de um longa-metragem em cartaz. Ao todo, até maio de 2027, serão exibidas até 150 obras, sendo metade desse total destinada a produções do Distrito Federal. Cine Brasília divulga chamada pública para valorizar produções locais e nacionais de curtas-metragens | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Todos os filmes escolhidos receberão um cachê de R$ 1.000 para trabalhos finalizados a partir de 2025 e R$ 500 para produções concluídas até 2024. As inscrições podem ser realizadas até 1º de abril de 2027 em formulário online, que está disponível, com o edital completo, no site do equipamento público. Podem se inscrever produtoras e distribuidoras brasileiras, não havendo limite de obras inscritas por proponente – desde que estas tenham duração máxima de até 25 minutos. A seleção e a curadoria serão feitas pela equipe de programação do Cine Brasília. De acordo com a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a chamada de curtas-metragens foi implementada com o objetivo de proporcionar a exibição do gênero nos cinemas, expandindo o acesso às obras exibidas em festivais mais restritos e fortalecendo o cinema independente. “O curta é um formato de obra audiovisual importantíssimo que forma grandes talentos e tem uma repercussão muito positiva, ficando cada vez mais vista com essa possibilidade de acesso. Há uma safra esplêndida de filmes que são produzidos e exibidos majoritariamente no circuito restrito a festivais com uma competitividade muito alta e, em alguns casos, muito proeminentes para plataformas de streaming, que acabam não tendo a função primordial de chegar no público que vai aos cinemas”, detalhou. A proposta seguirá aberta até o final da gestão do equipamento público e é pioneira no país, com um formato de apresentação em conjunto com longas na programação comercial que permite um contato direto com narrativas mais experimentais, inovadoras e regionais, ampliando a representatividade cultural nas telonas. “É uma iniciativa que o Cine Brasília tem muito orgulho de ter implementado e que hoje a gente vê já sendo replicada em outros cinemas públicos do país”, observou a gestora do espaço público. O Cine Brasília possui outras três chamadas abertas e em atividade: a Chamada Pública de Obras Produzidas com FAC-DF, a de Escolas e Projetos Educacionais e a Chamada Pública para Credenciamento de Entidades do Audiovisual.

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