Dia Nacional da Pessoa Idosa é celebrado com atividades de convivência, cultura e protagonismo no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa é celebrado nesta quinta-feira, 1º de outubro. E, nessa data, as unidades socioassistenciais da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prepararam atividades especiais para homenagear esse público e mostrar a importância de garantir dignidade, autonomia, proteção e convivência. No Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) Mozart Parada, na CNL 1, em Taguatinga, as celebrações começaram cedo. Às 8h30, 63 pessoas idosas já estavam lá no ginásio, animadas e prontas para a esperada atividade de Ritbox, modalidade de aula coletiva que trabalha lateralidade, coordenação motora e exercícios funcionais ao som de músicas. “Esta aula aqui, para nós, está sendo um benção, porque somos muito sedentários, e aqui a gente se diverte. Já tem uns três anos que eu venho, sempre participo. Eu sou muito caseira, então, eu não tenho pra onde ir e me divertir. E o nosso professor é nota 10”, comemora Inês da Silva, de 66 anos, que convidou as duas netas, de 18 e 13 anos para participar da comemoração pelo Dia Nacional da Pessoa Idosa. Um dia especial No Cecon Mozart Parada, em Taguatinga, as celebrações começaram cedo. Às 8h30, 63 pessoas idosas já estavam no ginásio, animadas e prontas para as atividades | Fotos: Divulgação/Sedes-DF “Olha, eu não perco um dia, só falto se estiver doente. Aqui, fazemos muita amizade. Somos uma família” Alaene Souza da Rocha, frequentadora do Cecon Mozart Parada, em Taguatinga Inês frequenta o Cecon Mozart Parada há 3 anos, assim como as colegas Alaene, de 70 anos, e Sueleide, 63 anos. “Olha, eu não perco um dia, só falto se estiver doente. Todos os dias que tem exercício, eu venho. Aqui, fazemos muita amizade. Somos uma família”, conta Alaene Souza da Rocha. “Se preciso faltar, sinto muita saudade da turma, do professor”, complementa a colega Sueleide da Conceição, de 63 anos. A aula foi animada e estava cheia, também, porque a unidade recebeu o grupo de pessoas idosas atendidas no Cecon Bernardo Sayão, que fica na M Norte. Como Maria Aparecida Alves da Silva, de 77 anos, que fez questão de aproveitar o dia especial. “Faz apenas dois anos que frequento o Cecon, mas minhas filhas cresceram fazendo atividade lá no Bernardo Sayão, no contraturno. Eu trabalhava fazendo faxina, e elas ficavam lá. Aí minha irmã de coração me inscreveu depois, e eu estou aqui. É muito bom, sempre participo de tudo”, relata Maria Aparecida. Após a aula de Ritbox, o grupo dançou, fez alongamento e participou de café da manhã especialmente preparado para comemorar o Dia Nacional da Pessoa Idosa. “Trabalhar com a pessoa idosa é renovador, traz vitalidade a alegria delas, especialmente aqui no grupo Mais Vida do Cecon Parada. Elas colaboram com tudo. Trouxeram toalha, lanche, sugeriram atividades. Isso mostra muito o que a gente faz aqui no serviço de convivência, que é estimular o protagonismo da pessoa idosa, fortalecer os vínculos, e criar novos vínculos", destaca o educador social de referência do grupo de pessoas idosas atendidas no Cecon Mozart Parada, Thiago Aguilar. "Hoje também temos aqui o grupo do Cecon Bernardo Sayão, e elas estão estreitando esses laços", observa Aguilar. "Estamos reforçando a importância do envelhecimento ativo, que é envelhecer bem, com autonomia, com independência, desenvolvendo esse protagonismo e esse convívio social.” Acolhimento institucional Comida, bingo, dança e concurso literário movimentaram o dia no Serviço de Acolhimento Institucional para Pessoas Idosas Casa Viva Nesta quinta-feira (1/10), o Serviço de Acolhimento Institucional para Pessoas Idosas (Saipi) Casa Viva, na QNF, em Taguatinga, também preparou atividade especial em alusão ao Dia Nacional da Pessoa Idosa. Cerca de 20 acolhidos atendidos na unidade participaram pela manhã de um concurso literário, que premiou as melhores histórias e poesias. Dez pessoas se inscreveram participar da premiação e expor seus trabalhos, mas todos os 35 acolhidos na unidade receberam um caderno e, durante um mês, desenvolveram trabalhos individuais, com tema livre, e suporte dos profissionais da equipe socioassistencial. “Fizemos um concurso literário hoje e distribuímos o certificado para todo mundo que participou. O retorno deles tem sido maravilhoso. Esse concurso de poesia foi trabalhado durante um mês, não foi uma coisa pontual, eles receberam um caderno para desenvolver o projeto e muitos escreveram, mesmo sem participar do concurso. Também foi organizado um bingo, uma das atividades mais esperadas por eles”, destaca a gerente do Saipi Casa Viva, Marcelle Pucci. “Eu fiz um relato de quando cheguei aqui a esta casa maravilhosa. Eu não tenho família, não tenho ninguém. Então, aqui é minha casa. Sinto que essa é a minha família” Sérgio Fernando Puch, peruano que mora na Casa Viva e vencedor do concurso literário Quem recebeu o primeiro lugar no concurso literário foi o peruano Sérgio Fernando Puch, de 61 anos, que está acolhido há cerca de dois meses no Saipi Casa Viva. Ele ganhou o prêmio com o relato que fez contando a trajetória dele quando estava em situação de rua, passando pelo atendimento no Centro de Atendimento Especializado para Pessoa em Situação de Rua (Centro Pop) até chegar ao acolhimento institucional da Sedes. “Eu fiz um relato de quando cheguei aqui a esta casa maravilhosa. É linda, todo mundo é bom, os diretores, os cuidadores, seguranças. Para mim, é o melhor que tem na minha vida. Eu não tenho família, não tenho ninguém. Então, aqui é minha casa. Sinto que essa é a minha família”, conta emocionado. Ao longo da semana, os acolhidos no Saipi Casa Viva participaram de atividade coletivas e lúdicas, com ações que destacam a importância do envelhecimento saudável, da autonomia e da garantia de direitos da pessoa idosa. “Além das comemorações, neste Dia Nacional da Pessoa Idosa, nós relembramos aos acolhidos que eles são cidadãos, que têm direitos, que têm deveres e que há vida na terceira idade. Lembramos que ainda tem muita coisa para descobrir, para fazer. É o momento de a gente poder conversar com mais calma, de socializar mesmo, nós e os idosos”, conclui a gerente da unidade, Marcelle Pucci. *Com informações da Sedes-DF
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Programa Absorva o Bem completa 1 ano e consolida rede de cuidado e dignidade no DF
Há projetos que nascem como política pública. Outros, como gesto. O Absorva o Bem, da Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF), nasceu dos dois e, ao completar um ano, se firma como uma das iniciativas mais sensíveis e transformadoras da pasta. Criado em maio de 2025, o projeto disponibiliza pontos solidários (caixas de acrílico) instalados em banheiros públicos de órgãos parceiros e oferece absorventes gratuitos. A rede do Absorva o Bem conta, atualmente, com 200 pontos solidários; órgãos que quiserem participar podem procurar a Seac | Foto: Foto: Divulgação/Seac-DF Um ano depois, o que começou como um gesto se tornou rede. Já são mais de 200 pontos solidários espalhados por todas as regiões administrativas do Distrito Federal, em órgãos públicos, administrações regionais e espaços de grande circulação. Cada ponto é abastecido tanto pela atuação da secretaria quanto pelas doações da própria comunidade, uma engrenagem coletiva que transforma usuários em participantes ativos da política pública. “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela" Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela. Quando a menstruação chega de surpresa, ter um ponto de apoio vai além do cuidado, é um gesto de respeito e acolhimento”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. Ao longo desse primeiro ano, o projeto, que tem como lema “Se precisar, pegue! Se puder, doe!”, também ampliou o alcance para além dos pontos físicos. A iniciativa promove ações educativas sobre saúde menstrual, reforçando a importância do autocuidado, da informação e da quebra de tabus que ainda cercam o tema. Qualquer pessoa pode contribuir com o projeto doando diretamente nos pontos solidários instalados nos órgãos participantes. As doações são simples, espontâneas e não exigem cadastro. Cada contribuição ajuda a manter a rede ativa e a ampliar o alcance da iniciativa. Órgãos interessados em aderir ao projeto podem entrar em contato com a Seac para orientações sobre a instalação de novos pontos. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)
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Casa nova, vida nova: GDF leva dignidade a famílias que viviam em situação precária
Depois de mais de duas décadas convivendo com a precariedade e a insegurança, a aposentada Helena Leandro, 75 anos, finalmente conquistou algo que sempre pareceu impossível: uma casa em alvenaria. Natural da Bahia, ela chegou na capital em 2002 e, desde então, vivia com a família em um barraco de madeira. Sem condições financeiras de mudar aquela realidade, Helena confiou o sonho a este Governo do Distrito Federal (GDF), que reconstruiu o lar em 2022 por meio do programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). “Era um barraco de madeira, com três quartos, sala, cozinha e um banheiro. Era bem feito, mas eu sonhava com a minha casa arrumada, construída, para sair e ficar mais tranquila. Antes, sempre precisava ficar alguém aqui, por causa da segurança. Hoje isso não acontece mais”, relata Helena, que agora sente orgulho do lugar em que reside com o esposo, o filho e a nora. “Esse programa da Codhab é bom demais para a gente que não tem uma casa e não pode construir; eles vêm e constroem.” Desde 2019, o programa Melhorias Habitacionais beneficiou mais de 860 pessoas com a reforma e reconstrução de 216 residências em situações precárias com investimento superior a R$ 8 milhões. A política atende famílias de baixa renda que vivem em moradias improvisadas, sem ventilação, com infiltrações ou risco estrutural, localizadas em Áreas de Regularização de Interesse Social (Aris). “Não se trata de tijolo, de cimento, de telha: a gente transforma a vida e realiza sonhos de famílias que viviam em situações precárias, em casas inabitáveis”, reforça o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. Depois de mais de duas décadas convivendo com a precariedade e a insegurança, a aposentada Helena Leandro, 75 anos, finalmente conquistou algo que sempre pareceu impossível: uma casa em alvenaria | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ele, a iniciativa é apenas um dos braços do Executivo para garantir moradia digna para a população, promover inclusão social e reduzir o déficit habitacional. “O governador determinou que nós zerássemos a fila da vulnerabilidade e nós vamos fazer isso. Vai ser um grande avanço e este, certamente, será o governo que mais investiu na parte habitacional de interesse social”, observa o presidente. Sonho realizado Inspirado em diretrizes nacionais e no Plano Distrital de Habitação de Interesse Social, o programa Melhorias Habitacionais surgiu para requalificar lares já existentes, reduzindo vulnerabilidades, prevenindo riscos e garantindo dignidade. Neste ano, o valor atribuído a cada modelo de obra foi ampliado, passando de R$ 35 mil para R$ 50 mil no caso de reformas, e de R$ 75 mil para R$ 100 mil para reconstruções. Os casos são analisados conforme as necessidades de cada família. “Avaliamos a segurança da casa, a insalubridade, e no caso da dona Helena, a casa era totalmente insalubre, insegura, composta de madeirite. Todo o processo tentamos fazer junto com o morador, então muitas opções de layout para a casa foram conversadas com ela”, explica o arquiteto da Codhab Leandro Fernandes. “A reforma envolve pintura, ampliação, janela, colocar o piso, mexer um pouco na parte hidráulica, elétrica e tudo mais, enquanto a reconstrução tem todos esses aspectos mais a questão estrutural da casa.” Para a assistente social Marilurde Lago, o programa pode ser resumido em uma palavra: dignidade. “Nas visitas, nos deparamos com situações de extrema vulnerabilidade, pessoas que não possuem banheiro, que fazem as suas necessidades em baldes e sacolas plásticas, que são deficientes físicas e não têm acessibilidade nenhuma, que não têm uma porta adequada ou uma rampa, um banheiro para fazer a sua higiene. Esse é um dos programas mais bonitos do GDF. É a realização de um sonho que eles nunca conseguiram ter por conta das dificuldades da vida. É algo fundamental e muito gratificante de fazer parte.” “Avaliamos a segurança da casa, a insalubridade, e no caso da dona Helena, a casa era totalmente insalubre, insegura, composta de madeirites. Todo o processo tentamos fazer junto com o morador, então muitas opções de layout para a casa foram conversadas com ela”, explica o arquiteto da Codhab Leandro Fernandes Esforço contínuo Em junho deste ano, o GDF doou lotes a 198 famílias que perderam suas casas em um incêndio que atingiu a Ocupação da Quadra 406 do Recanto das Emas — conhecida como Favelinha — e também famílias da comunidade do Bananal, na Fercal. As famílias também receberam os primeiros cartões do programa Material de Construção, auxílio financeiro lançado em maio no valor de R$ 15 mil. O recurso é destinado a pessoas desabrigadas em situação de emergência ou que estejam passando por estado de calamidade para que possam adquirir materiais de construção civil. Também neste ano, ocorreu o reajuste do Cheque Moradia, política pública pensada para reduzir os custos de entrada e facilitar o financiamento de imóveis. O valor foi ampliado para R$ 16.079,27 para acompanhar o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que mede a evolução dos custos da construção no Brasil. Além disso, já foram entregues 11.335 unidades habitacionais pelo programa Morar Bem desde 2019, beneficiando mais de 36 mil pessoas em diversas regiões administrativas. O Itapoã concentra o maior número de moradias entregues — 6.912 unidades, seguido por São Sebastião e Sol Nascente, com 1.962 e 1.008 apartamentos, respectivamente. Também foram construídos residenciais no Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia e Sobradinho. Acesse o site da Codhab para verificar o regulamento das políticas públicas.
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Aluguel Social completa um ano garantindo dignidade e um novo começo para mulheres e seus filhos
Agência Brasília · ALUGUEL SOCIAL COMPLETA UM ANO GARANTINDO DIGNIDADE E UM NOVO COMEÇO PARA MULHERES E SEUS FILHOS Criado em 2024 pela Secretaria da Mulher (SMDF), o Programa Aluguel Social — que atualmente garante o benefício mensal de R$ 600 a 536 mulheres atendidas — sela o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com o acolhimento e apoio a vítimas de violência doméstica. Além do auxílio de R$ 600, programa encaminha beneficiárias a serviços de saúde e psicossociais | Foto: Divulgação/SMDF “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A assistência oferecida vai além do apoio financeiro: as beneficiárias também são acompanhadas nas unidades da secretaria, onde recebem avaliação detalhada das demandas emocionais e sociais, permitindo o direcionamento para serviços que contribuem para a reconstrução da autonomia e do bem-estar. Libertação Moradora de Planaltina e mãe de cinco filhos, Ana Karina é a voz de uma entre várias mulheres que enfrentaram a difícil decisão de romper com um ciclo de violência. “Para mim, o Aluguel Social foi um ato extraordinário, porque garante que mulheres assim como eu não precisem mais se submeter à violência doméstica”, relata. “Foi uma libertação muito grande”, enfatiza. “Sou acompanhada em todas as áreas, e todos os profissionais me tratam bem — desde o recepcionista até a psicóloga. Me sinto segura. Se não fosse a Secretaria da Mulher, eu ainda estaria em um grande quadro de depressão e sozinha. Foi a equipe que me ajudou.” “Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres” Celina Leão, vice-governadora A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembra que o benefício traduz a sensibilidade e o compromisso da gestão pública com a garantia dos direitos humanos: “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno”. A vice-governadora Celina Leão reforça a importância da iniciativa: “O Aluguel Social representa o compromisso do GDF com a dignidade das mulheres que enfrentam situações difíceis. Ao completar um ano, o programa se consolida como uma iniciativa humanizada que transforma vidas. Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres”. Encaminhamentos [LEIA_TAMBEM]O Aluguel Social também estimula o acesso a programas sociais complementares e ao cadastro em programas habitacionais, fortalecendo a rede de proteção e apoio. Entre as ações disponibilizadas estão a análise da composição familiar, o agendamento de consultas de acompanhamento, a elaboração do chamado mapa da vida e o suporte jurídico e assistencial. Conforme a necessidade de cada caso, o acompanhamento pode ser feito de forma mensal ou quinzenal, garantindo um suporte contínuo e personalizado. Para ter acesso ao benefício, é fundamental que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum dos equipamentos da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da SMDF. Têm prioridade os casos de mulheres acolhidas na Casa Abrigo e na Casa da Mulher Brasileira, assim como aquelas com filhos de até cinco anos, desde que atendam aos critérios exigidos para o recebimento do benefício. *Com informações da Secretaria da Mulher
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