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Exposição leva experiências imersivas sobre exploração espacial ao Planetário de Brasília

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) abre ao público a exposição Universo Espacial — A Terra é Azul, uma experiência que transforma o Planetário de Brasília Luiz Cruls em uma verdadeira viagem pela história da exploração espacial. A mostra, que celebra os 20 anos da Missão Centenário, ficará aberta para visitação até o fim do ano, convidando crianças, jovens e adultos a conhecerem de perto os caminhos da ciência brasileira rumo ao espaço. Com uma programação gratuita e interativa, a exposição apresenta ao público a trajetória do astronauta Marcos Pontes e os principais momentos da missão que, em 2006, levou o primeiro brasileiro ao espaço. Os visitantes poderão conferir objetos que fizeram parte dessa conquista, como a bandeira do Brasil, uma bola de futebol e o tradicional chapéu Panamá, levado em homenagem a Santos Dumont. Pela primeira vez, também será possível conhecer os trajes históricos utilizados pelo astronauta durante sua permanência na Estação Espacial Internacional (ISS). A experiência vai além da história: o público terá contato com meteoritos, modelos espaciais, peças relacionadas à exploração espacial mundial, foguetes lançados a partir da Base de Alcântara e projetos universitários premiados em competições internacionais. A programação inclui ainda vídeos inéditos sobre os bastidores da Missão Centenário, oficinas educativas, desafios de conhecimento e atividades que aproximam a ciência do cotidiano das pessoas. O astronauta Marcos Pontes destaca que a trajetória até o espaço é resultado de dedicação, preparação e perseverança | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, a exposição é uma oportunidade de despertar a curiosidade e mostrar que a ciência está ao alcance de todos. “Quando aproximamos a população da ciência, criamos novas possibilidades para o futuro. Essa exposição mostra que grandes conquistas começam com conhecimento, criatividade e incentivo. Queremos que crianças e jovens do Distrito Federal se inspirem nessa história e percebam que também podem fazer parte dos avanços científicos e tecnológicos”, afirma o secretário. O astronauta Marcos Pontes destaca que a trajetória até o espaço é resultado de dedicação, preparação e perseverança. “Acredite nos seus sonhos. Você pode ser o que quiser, basta estudar, trabalhar duro, se preparar e nunca desistir. O conhecimento é o caminho para transformar possibilidades em realidade”, afirma. A Missão Centenário representou um marco para o país ao levar Marcos Pontes à Estação Espacial Internacional, tornando-o o primeiro brasileiro, sul-americano e lusófono a participar de uma missão espacial. O nome da missão homenageia os 100 anos do voo do 14-Bis, de Alberto Santos Dumont, reforçando o legado brasileiro de inovação e pioneirismo. Mais do que uma exposição, Universo Espacial — A Terra é Azul reforça o compromisso da Secti-DF em democratizar o acesso ao conhecimento e incentivar a formação de novas gerações de cientistas, pesquisadores e profissionais ligados à tecnologia e inovação. A iniciativa fortalece a educação científica no Distrito Federal e transforma o Planetário de Brasília em um espaço de descoberta, aprendizado e inspiração para toda a população. Universo Espacial — A Terra é Azul Período: Até o final de 2026 Local: Planetário de Brasília Luiz Cruls – Eixo Monumental, Brasília (DF) Entrada: Gratuita *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)

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Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)

A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão. Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria” Mandí Cintra, artista plástica Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa. Aquarelas inéditas Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF. [LEIA_TAMBEM]Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.” O encerramento da mostra ocorre neste domingo, a partir das 16h, na Casa Aerada Varjão (Q. 1, Conjunto B, Casa 6). Aberta ao público, a programação inclui um momento com a artista sobre os bastidores do processo criativo das obras e uma partilha coletiva sobre as sensações despertadas pela exposição. Em seguida, o público poderá assistir a um pocket show com canções autorais de Mandí Cintra, acompanhada por Anco Marcos, além de uma apresentação do percussionista Lucas Ramalho, artista residente do Varjão. 

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Exposição 'A Mulher em sua Essência' segue no Espaço Lúcio Costa até 10 de maio

A exposição A Mulher em sua Essência permanece em cartaz no Espaço Lúcio Costa, na Praça dos Três Poderes, até o dia 10 de maio. A prorrogação marca as celebrações do Dia das Mães e amplia o acesso do público à mostra, que reúne cerca de 24 obras voltadas para a valorização do feminino e para a reflexão sobre igualdade de gênero. Com um percurso sensível e poético, a artista Valeria Teixeira Lima aborda na exposição temas como identidade, diversidade cultural, território e protagonismo feminino. As obras utilizam elementos como flores secas do Cerrado, estabelecendo conexões entre corpo, natureza e memória. A mostra também reúne representações de mulheres de diferentes culturas — como muçulmanas, africanas e indígenas —, além de referências à artista Frida Kahlo e homenagens a Sarah Kubitschek. A iniciativa já passou por espaços como o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília, consolidando uma trajetória institucional vinculada a ações públicas voltadas à promoção dos direitos das mulheres. Agora, ocupando um dos locais mais simbólicos do país, reforça o conceito de presença feminina em espaços de relevância histórica e política. Além do conteúdo artístico, a exposição cumpre um papel social ao estimular o debate sobre prevenção da violência contra a mulher, respeito e dignidade | Foto: Divulgação/Secec-DF Além do conteúdo artístico, a exposição cumpre um papel social ao estimular o debate sobre prevenção da violência contra a mulher, respeito e dignidade. A série Mulher: Poder Gerador, incorporada nesta etapa, aprofunda essa abordagem ao retratar o corpo feminino como símbolo de criação e vínculo afetivo, com obras que dialogam com memórias e experiências familiares. O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, destaca o papel da arte na construção de uma sociedade mais justa. “Ao abrir espaço para uma exposição que trata do protagonismo feminino em um local de grande relevância histórica e política, reforçamos o compromisso do poder público com a valorização das mulheres e com o enfrentamento à violência de gênero. Cultura também é política pública de cidadania e respeito”, afirma. A exposição está aberta ao público, com entrada gratuita, convidando visitantes a refletir sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea e sobre sua presença em diferentes espaços de construção social e cultural. Serviço Exposição A Mulher em Sua Essência, de Valeria Teixeira Lima Onde: Espaço Lúcio Costa (Conjunto Cultural Três Poderes) Quando: até 10 de maio Horário: de terça a sexta, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 9h às 17h *Com informações da Secec-DF

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Estruturas invisíveis de Brasília são destaque em exposição dos 36 anos do Museu Vivo da Memória Candanga

O Museu Vivo da Memória Candanga, equipamento cultural vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), celebra, neste mês, 36 anos. Como parte da programação comemorativa, o espaço recebe a exposição Concreto Invisível, do artista Elmmiro, em cartaz até o dia 5 de maio, com entrada gratuita. Obra de Elmmiro abrange pintura, escultura e instalação | Foto: Divulgação “O Museu Vivo da Memória Candanga cumpre um papel fundamental ao manter viva a história de quem construiu Brasília e ao promover reflexões contemporâneas sobre esse processo”  Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa interino Reconhecido por preservar a memória dos trabalhadores candangos e os processos que deram origem à capital federal, o museu reafirma seu papel como espaço de reflexão sobre a construção da cidade, não apenas em sua dimensão física, mas também simbólica e social. A exposição se insere nesse contexto ao propor um olhar sensível sobre os elementos estruturais que sustentam Brasília, muitas vezes invisíveis na paisagem urbana e na narrativa histórica. Inspirada no conceito do concreto armado, em que a estrutura metálica assegura resistência sem estar aparente, a mostra desloca o foco do resultado final para aquilo que o sustenta. Ao articular pintura, escultura e instalação, Elmmiro desenvolve uma pesquisa visual baseada em princípios como tensão, compressão, equilíbrio e direção de forças, estabelecendo um diálogo entre arte, arquitetura e engenharia. [LEIA_TAMBEM]A proposta também dialoga com a tradição da arte concreta e neoconcreta brasileira, ao mesmo tempo em que se conecta diretamente com o território e a vocação do museu — instalado em um espaço histórico da construção de Brasília. Concreto Invisível amplia a leitura sobre essas camadas ao evidenciar processos e estruturas que permanecem ocultos. “O Museu Vivo da Memória Candanga cumpre um papel fundamental ao manter viva a história de quem construiu Brasília e ao promover reflexões contemporâneas sobre esse processo”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto. “Ao celebrar seus 36 anos com uma exposição que dialoga com a essência da cidade, reafirmamos nosso compromisso com a valorização da memória, da arte e da identidade cultural do Distrito Federal.” Exposição Concreto Invisível → Local: Museu Vivo da Memória Candanga → Visitação: até 5 de maio, com entrada gratuita.    *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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