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Governadora defende Brasília como hub tecnológico em reunião do Lide

A governadora Celina Leão defendeu, nesta quarta-feira (17), que Brasília tem condições de se consolidar como um dos principais polos tecnológicos do país. A declaração foi feita durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado”, declarou a chefe do Executivo. “Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende.” Com o tema “Inteligência artificial e o impacto na gestão pública e privada”, o encontro reuniu autoridades, especialistas e empresários para discutir o uso da tecnologia na tomada de decisões, na gestão de recursos e na prestação de serviços à população. Atualização constante A Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada em janeiro para coordenar todas as ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do DF Durante o discurso, Celina afirmou que o poder público precisa acompanhar as mudanças tecnológicas para não perder capacidade de resposta: “Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar”. A governadora também citou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada como uma das primeiras medidas da gestão na área. A pasta foi lançada em abril para coordenar ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do Distrito Federal. Segundo Celina, a centralização das soluções digitais permite reduzir compras duplicadas, integrar sistemas e usar dados para orientar decisões em diferentes áreas do governo. “Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro”, apontou. “Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema”. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo” Governadora Celina Leão A saúde pública também foi destaque no encontro. Por meio do programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, que conta com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), utilizam-se dados em tempo real e inteligência artificial para acompanhar a trajetória do paciente dentro da unidade de saúde, da entrada no hospital até a alta. “Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas”, garantiu Celina. “Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer.” Inteligência artificial e segurança pública Na segurança pública, Celina apontou o programa DF 360° como um dos exemplos do uso de inteligência artificial pelo governo. A plataforma integra videomonitoramento, dados operacionais e câmeras públicas e privadas para apoiar o trabalho das forças de segurança. “A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O DF 360° reúne recursos como leitura de placas, reconhecimento facial e compartilhamento de imagens entre Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF). A plataforma também permite o cadastramento voluntário de câmeras privadas, ampliando a capacidade de monitoramento em áreas comerciais, residenciais e de grande circulação. Outro ponto destacado foi o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic. Celina lembrou que o GDF trabalha na assinatura que deve permitir a instalação de 65 empresas no espaço destinado ao setor de inovação. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz”, resumiu. “A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo”. 

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Rede nacional amplia apoio à educação especial inclusiva

A Secretaria de Educação (SEEDF) participou, nesta quinta-feira (30), de uma reunião técnica sobre a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, iniciativa do Ministério da Educação que busca alinhar diretrizes e fortalecer a atuação de estados e municípios. Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão:  “Com a rede, conseguimos alinhar diretrizes, ampliar a formação de profissionais e oferecer suporte técnico qualificado às redes de ensino, respeitando as especificidades de cada território” | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Para a Secretaria de Educação, é fundamental contar com diretrizes claras, apoio técnico e formação continuada, garantindo que nossas escolas estejam preparadas para atender, com qualidade e equidade, todos os estudantes” Iêdes Braga, secretária interina de Educação O encontro apresentou a estrutura da nova rede e suas bases de funcionamento. A proposta é aprimorar a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, atualizada por decretos publicados em 2025, com foco na ampliação do atendimento e na qualificação das redes de ensino. “A consolidação dessa rede nacional representa um avanço estratégico para a educação inclusiva”, avaliou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “Para a Secretaria de Educação, é fundamental contar com diretrizes claras, apoio técnico e formação continuada, garantindo que nossas escolas estejam preparadas para atender, com qualidade e equidade, todos os estudantes.” Fortalecimento da educação inclusiva A rede nasce com o propósito de integrar esforços, fortalecer as capacidades locais e assegurar que nenhuma estudante ou nenhum estudante fique à margem do processo educacional”, enfatizou Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão. “Estamos falando de garantir direitos e transformar realidades por meio da educação.” Segundo ela, a articulação entre os entes federativos é central para o funcionamento da política: “A construção dessa política é coletiva e exige articulação permanente entre os entes federativos. Com a rede, conseguimos alinhar diretrizes, ampliar a formação de profissionais e oferecer suporte técnico qualificado às redes de ensino, respeitando as especificidades de cada território”. Política nacional e investimentos A política nacional tem como eixo assegurar o acesso à educação sem discriminação, com igualdade de oportunidades para estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades. A base legal inclui a Constituição, a Lei de Diretrizes e Bases e a Lei Brasileira de Inclusão. Lançado na reunião, o primeiro volume dos Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais tem orientações para apoio aos gestores na formulação de políticas públicas Desde 2023, o Ministério da Educação destinou R$ 2,3 bilhões à área, com investimentos para estruturação do atendimento educacional especializado e formação de professores. Entre as ações, está o repasse de recursos para salas de recursos multifuncionais, que somaram mais de R$ 650 milhões no período, com nova previsão de investimento para 2026. A estratégia também prevê a atuação de centros de referência em todos os estados e o apoio de articuladores intersetoriais na implementação das políticas e na formação de profissionais. Cadernos de gestão [LEIA_TAMBEM]Durante a reunião, foi lançado o primeiro volume dos Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, voltado para a educação especial inclusiva. O material reúne orientações para apoiar gestores na formulação e implementação de políticas públicas com foco na equidade. Os cadernos organizam diretrizes em sete dimensões da gestão educacional, como planejamento, financiamento, formação de profissionais e monitoramento. Elaborados com a colaboração de especialistas, foram criados para traduzir conceitos técnicos em instrumentos aplicáveis ao dia a dia das redes de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação     

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Governadora Celina Leão cria Secretaria de Governança Digital e Integração

O Governo do Distrito Federal deu um passo na modernização dos serviços públicos com a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração, que será responsável pela área de tecnologia e inovação do governo. A criação da pasta foi assinada pela governadora Celina Leão, por meio do Decreto nº 48.467 publicado nesta sexta-feira (10), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Clemilton Oliveira Rodrigues Junior vai comandar a nova Secretaria de Governança Digital e Integração | Foto: Arquivo pessoal “Estou desmembrando a Setic [Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação] para criar a Secretaria de Governança Digital e Integração. A ideia é, por meio dela, disponibilizar ferramentas de gestão para todo o GDF e, então, não ter sistemas sobrepostos. A partir de agora, estamos todos integrados em um governo que vai ser 100% digital”, explicou a chefe do Executivo. [LEIA_TAMBEM]Para comandar a nova pasta, foi nomeado Clemilton Oliveira Rodrigues Junior. Segundo o governo, a expectativa é tornar os serviços públicos mais rápidos, integrados e fáceis de acessar. “Nos próximos meses, teremos muito trabalho. Queremos implementar um sistema em que o cidadão terá acesso a todas as suas informações em um só lugar. A pessoa vai abrir, colocar o CPF e a biometria e terá acesso às consultas marcadas, às bolsas que recebe, à frequência das crianças na escola e aos prontuários disponíveis, por exemplo”, esclareceu Celina Leão. Com a mudança, a antiga Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação, que fazia parte da Secretaria de Economia, foi extinta.

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Encontro pedagógico integra educação ambiental e patrimonial no DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) iniciou, neste mês, o I Encontro Pedagógico de Educação Ambiental e Educação Patrimonial, reunindo educadores, especialistas e parceiros institucionais em uma agenda de formação e intercâmbio pedagógico. A abertura ocorreu na Escola da Natureza, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, com a participação de educadores das Escolas Parque da Natureza e representantes de instituições parceiras. A programação segue com palestras, formações, visitas técnicas e atividades de integração em diferentes territórios culturais e ambientais do Distrito Federal, ampliando as possibilidades de aprendizagem fora da sala de aula. Encontro se divide em atividades diversificadas, com foto em educação ambiental e patrimonial | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Momentos como esse reafirmam a relevância da integração entre a educação patrimonial e a ambiental”, pontuou a chefe do Núcleo de Educação Ambiental, Cibele Lima. “Quando articulamos essas duas frentes, fortalecemos a compreensão do território, da identidade, da sustentabilidade e do pertencimento, garantindo que as ações dialoguem de forma estratégica com as políticas públicas educacionais já em andamento.” Fazem parte da programação visitas ao Parque Ecológico Sucupira, à Estação Ecológica de Águas Emendadas, ao Museu Nacional da República, ao Memorial dos Povos Indígenas, ao Museu do Catetinho, ao Cine Brasília e ao Monumento Natural Dom Bosco, além dos parques ecológicos de Águas Claras e Saburo Onoyama e dos parques Três Meninas e Riacho Fundo. Vivências pedagógicas  A participação dos pontos focais das coordenações regionais de ensino (CREs) foi um dos eixos centrais do encontro. “A presença dos pontos focais é imprescindível para apoiar, acompanhar e potencializar esse trabalho”, explicou Cibele. “Eles garantem o alinhamento e a continuidade das ações, com iniciativas mais adequadas às suas realidades”. O encontro também apresentou experiências pedagógicas desenvolvidas pelas escolas parque da Natureza do Núcleo Bandeirante e de Brazlândia. O destaque foi uma oficina vivencial de reconhecimento do espaço da Escola da Natureza, marcando o início das atividades práticas da semana pedagógica, que seguirá com visitas técnicas e intercâmbios em parques ecológicos, unidades de conservação e espaços culturais do DF. Educação patrimonial Durante a programação, a chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação, Michelle Cheibub, apresentou a cartilha do projeto Territórios Culturais, iniciativa desenvolvida em parceria entre as secretarias de Educação e de de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Michelle Cheibub, chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação: “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive” O projeto amplia o uso pedagógico de equipamentos culturais da cidade, transformando esses espaços em ambientes de aprendizagem por meio de visitas mediadas com estudantes da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, as atividades ocorrem em espaços como o Cine Brasília, o Museu do Catetinho, o Museu Nacional da República e o Memorial dos Povos Indígenas. “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive”, ressaltou Michelle. Parceiros institucionais O encontro também promoveu diálogo com parceiros estratégicos que desenvolvem ações junto à rede pública de ensino. Participaram representantes da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Neoenergia Brasília, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Instituto Alana. Representantes de outras instituições acompanharam a programação, como o Jardim Botânico de Brasília, o Sesi Lab e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Quando trabalhamos de forma integrada, ampliamos o impacto dessas iniciativas e consolidamos uma política pública mais efetiva e transformadora”, avaliou Cibele Lima. Durante o encontro também foi anunciada a abertura da consulta pública para contribuições ao documento Diretrizes Pedagógicas para Educação Ambiental. A participação está aberta até o dia 15, envolvendo profissionais da educação, estudantes e a comunidade escolar a colaborar com o aprimoramento do material.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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