Projeto do FAC leva concertos e oficinas de percussão afro-brasileira para três regiões administrativas
Fortalecer a cena musical local e aproximar o público das sonoridades afro-brasileiras são os principais objetivos do projeto Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF, promovido pela Orquestra Percussiva Batukenjé com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h. A participação é livre e gratuita. “Projetos como o Batukenjé Orquestrado mostram a importância de levar a política cultural para diferentes regiões do DF, criando oportunidades de formação artística e de encontro entre as comunidades e os nossos patrimônios culturais”, salienta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. “Com isso, o Governo do Distrito Federal contribui para ampliar o acesso à cultura e valorizar expressões que fazem parte da identidade afro-brasiliense e da diversidade cultural da nossa cidade”, completa. Depois do Varjão, o grupo passará em Ceilândia e Paranoá, nos dias 18 de julho e 15 de agosto, respectivamente. Os locais e horários de cada etapa vão ser divulgados no Instagram do projeto. As ações contam com intérpretes de Libras e atuação de pessoas com deficiência na equipe, demonstração de que a cultura é espaço de convivência, diversidade e inclusão social. A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h | Foto: Cristiano Costa/Divulgação As atividades são conduzidas pelo Mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. Cada oficina tem 20 vagas, com foco em jovens e adultos interessados em aprender sobre ritmo, prática coletiva e instrumentos percussivos, como timbais, surdos, caixas e repiques. Os participantes terão contato com o samba-reggae, samba afro, capoeira e outras manifestações artísticas que compõem a diversidade sonora do DF. “A nossa orquestra percussiva tem a missão de valorizar esses ritmos de matriz africana, além de promover o acesso e o desenvolvimento da sensibilidade das comunidades com esses sons, que dizem tanto de onde viemos e quem somos”, afirma o mestre, que fundou o grupo percussivo em 2006. Depois das três regiões administrativas, o Batukenjé Orquestrado levará os ritmos afro-brasileiros para uma turnê na Europa, com o mesmo formato de apresentações e oficinas, na França e na Alemanha.
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Oficina conecta artesanato, criatividade e empreendedorismo
No próximo dia 31, das 9h às 12h30, o Espaço Cultural do Turismo e Artesanato do DF (506 Sul) recebe a oficina “Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções”, voltada a artesãos e profissionais criativos que desejam fortalecer sua atuação no mercado sem abrir mão da identidade, da autoria e da cultura presentes em cada criação. Com três horas e meia de duração, oficina vai aprimorar as reflexões de produtores de arte | Foto: Divulgação/Setur-DF O projeto é uma realização do Instituto ACDD, com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur-DF), por meio do Termo de Colaboração nº 3/2025. Com três horas e meia de duração e vagas limitadas a 21 participantes, a oficina propõe uma imersão prática para quem já produz, ou deseja produzir, com mais clareza sobre os próximos passos do próprio negócio criativo. A iniciativa conecta saberes e experiências do fazer artesanal a uma visão mais estruturada de empreendedorismo, ajudando os participantes a transformar talento em soluções com maior consistência, valor percebido e sustentabilidade. [LEIA_TAMBEM]Os participantes serão convidados a refletir sobre posicionamento, comunicação de valor e tomada de decisões mais seguras para crescer, vender e se manter relevantes no mercado. A oficina também aproxima o artesanato e a criação autoral das oportunidades ligadas ao turismo, valorizando o DF como território de cultura, identidade e produção criativa. A condução da oficina ficará a cargo dos facilitadores Andrea Judice, Marcelo Judice e Wagner Alves, com apoio de profissionais responsáveis pelas estações de trabalho temáticas: Alessandra Pinheiro, na área de branding; Claudia Pires El-Moor, com foco em embalagem; e Eduardo Meneses, responsável pela estação de precificação. Essa dinâmica permite que os participantes tenham contato direto com ferramentas práticas e orientações aplicáveis ao seu próprio negócio criativo. Serviço Oficina Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções → Data: dia 31 deste mês, das 9h às 12h30 → Local: Espaço Cultural do Turismo e Artesanato do DF (506 Sul) → Vagas: 21 participantes → Inscrições por este formulário. *Com informações da Secretaria de Turismo
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Oficinas de pastel do programa Viver 60+ já capacitaram mais de 150 pessoas no DF
Aprendizado, acolhimento e união entre pessoas idosas. Essa é uma das propostas do programa Viver 60+, que proporcionou a 50 participantes uma oficina especial de produção de pastéis, nesta quarta-feira (27). O encontro aconteceu no salão de festas do Santuário Dom Bosco, na Asa Sul. A atividade foi conduzida pela chef de cozinha Renata La Porta, que além de ensinar o preparo do pastel, também orientou sobre boas práticas de higiene e conservação de alimentos. Essa foi a terceira edição da oficina de pastel promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A primeira ocorreu em agosto de 2024, na Estrutural, e a segunda, em maio deste ano, em São Sebastião. As capacitações também já foram realizadas em parceria com o Direito Delas, programa da Sejus que oferece apoio integral a mulheres vítimas de violência, por meio da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav). Ao todo, mais de 150 pessoas já participaram das oficinas. Para a aposentada Maria Isabel Viveiros, de 64 anos, as atividades do programa têm sido transformadoras. “É sempre bom ocupar a cabeça aprendendo algo. Eu faço dança, fisioterapia, caminhada… E tanto minha saúde física quanto mental melhoraram 100% desde que comecei a participar das aulas. Hoje, tenho disposição até para correr”, contou a moradora da Asa Norte. Já Arminda Otília Costa, de 67 anos, moradora do Sudoeste, começou a frequentar o Viver 60+ após o convite de amigas. Ela acredita que o programa deveria chegar a mais localidades do DF. “É uma maravilha! Além das aulas, a interação com outros grupos é muito importante, e eu vejo essa troca de conhecimentos como um investimento para manter o nosso corpo e mente ativos”, destacou. “Cuidar dos nossos idosos é um compromisso que firmei desde que assumi a secretaria, e projetos como o Viver 60+ devem ser fomentados porque geram um impacto positivo e real na qualidade de vida de todas as pessoas ao nosso redor”. Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Qualidade de vida é foco do Viver 60+ O Viver 60+ é um programa criado pela Sejus-DF em 2021 e recentemente instituído como programa de governo, garantindo sua continuidade e ampliação. Coordenado pela Subsecretaria de Políticas para o Idoso (Subidoso), a iniciativa atua com foco em três eixos principais — saúde, cultura e bem-estar — promovendo atividades físicas, culturais e de convivência. O objetivo é fortalecer vínculos, oferecer acolhimento e garantir apoio psicossocial à população idosa do DF. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Saúde discute consolidação da Política Distrital de Atenção Ambulatorial Especializada
A Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu, nesta terça-feira (8), uma oficina sobre a Política Distrital de Atenção Ambulatorial Especializada (PDAAE). O objetivo é organizar a leitura crítica dos capítulos do documento e facilitar a consolidação do conteúdo discutido. O DF é a primeira unidade federativa a construir uma política própria de fortalecimento da atenção especializada no sistema público de saúde. A secretária adjunta de Assistência à Saúde, Edna de Oliveira, reforçou a importância da política distrital de atenção especializada: “Isso é muito importante para o paciente, pois evita internações e fornece resposta à atenção primária" | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde “A SES-DF possui uma atenção especializada robusta e precisava desse fortalecimento que integra os diferentes tipos de cuidado”, afirma a secretária adjunta de Assistência à Saúde, Edna de Oliveira. “Isso é muito importante para o paciente, pois evita internações e fornece resposta à atenção primária. Essa discussão vai resultar em um produto que trará fluidez aos níveis de atenção.” O próximo passo é uma consulta pública com duração de 30 dias para que os usuários tenham a oportunidade de participar; seguida por reuniões de validação técnica. Após essas fases, a PDAAE será lançada oficialmente, com previsão em agosto. Elaboração da política Desde 2023, vêm sendo realizados fóruns distritais e regionais para as diretrizes e formas de organização da atenção secundária. Com a nova política, a SES-DF pretende qualificar os serviços ambulatoriais especializados, além de substituir a Portaria nº 773, de 19 de julho de 2018, atualmente vigente. “A construção dessa política é fruto de um processo amplo, participativo e intersetorial, que integra gestores e trabalhadores da saúde em todas as suas esferas”, explica a coordenadora do grupo de trabalho, Izabella de Morais. Ela lembra que a PDAAE será alinhada à Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde (Pnaes), instituída pelo Ministério da Saúde. O diagnóstico situacional da Atenção Ambulatorial Secundária (Aase) no DF, que deu base à modelagem, contou com eixos como oferta de serviços, fluxos de acesso, estrutura física e força de trabalho. “A escolha das prioridades a serem executadas é um fator preponderante para que a política chegue ao usuário; isso se traduz em serviços mais ágeis e saúde aplicada com continuidade de tratamento”, avalia o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Robinson Parpinelli. *Com informações da Secretaria de Saúde
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