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Lançado edital com 80 vagas para três novos cursos de pós-graduação

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), lançou edital para o ingresso em três cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades de educação a distância (EaD) e híbrida, para o período letivo de 2026/2027. Ao todo, são oferecidas 80 vagas distribuídas entre as especializações em Doenças Raras, Autismo na Atenção Psicossocial e Enfermagem Obstétrica. As inscrições podem ser realizadas entre os dias 5 e 27 de agosto, por meio do site do Instituto ACCES, responsável pela organização do processo seletivo. Podem participar profissionais da saúde, educação e áreas afins. Nos três cursos há vagas reservadas para pessoas negras, pessoas com deficiência (PcD) e candidatos em situação de hipossuficiência, conforme previsto no edital. O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica oferece 20 vagas e tem como objetivo qualificar enfermeiros para a atenção integral à saúde da mulher com base em evidências científicas, nas diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e nas políticas públicas vigentes. A formação é destinada a enfermeiros graduados interessados na área obstétrica e combina aulas presenciais, atividades em ambiente virtual, palestras com especialistas, treinamento em laboratório de simulação realística e prática clínica supervisionada em unidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). A previsão é que o resultado final do processo seletivo e a convocação para matrícula sejam divulgados a partir de 20 de outubro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Já a especialização multiprofissional em Doenças Raras disponibiliza 30 vagas e busca formar profissionais da saúde para atuação multiprofissional, ética e humanizada no cuidado integral às pessoas com doenças raras. Podem participar médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, gestores em saúde e outros profissionais de áreas afins. Também com 30 vagas, a especialização em Autismo na Atenção Psicossocial é voltada a profissionais das áreas de saúde, educação e áreas correlatas. O objetivo é capacitar os participantes para o cuidado de pessoas autistas em sofrimento mental e de seus familiares, com foco no modelo da atenção psicossocial. O público-alvo inclui enfermeiros, médicos, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, profissionais de educação física e demais interessados. Prazos e orientações A previsão é que o resultado final do processo seletivo e a convocação para matrícula sejam divulgados a partir de 20 de outubro. A orientação é que os candidatos façam a leitura completa do edital antes de efetuar a inscrição. O documento reúne todas as informações sobre requisitos de participação, datas importantes, documentação exigida, etapas do processo seletivo, critérios de classificação, reserva de vagas e demais informações necessárias para concorrer às especializações. Clique aqui e confira o edital.   *Com informações da Fepecs

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Polícia Judiciária Militar: pós-graduação destaca equilíbrio entre técnica, ética e justiça

Nesta sexta-feira (24), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deu início ao programa de pós-graduação lato sensu em Polícia Judiciária Militar (PJM) – 2025, em cerimônia realizada no Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP). A iniciativa, que contempla 31 alunos, tem como objetivo capacitar profissionais de segurança pública para a condução de investigações de crimes militares com base em rigor técnico, legal e ético. O curso é promovido pelo Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP, mantido pela PMDF) e integra as ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao fortalecimento da segurança pública e ao aperfeiçoamento do trabalho policial militar. A formação busca preparar os alunos para os desafios contemporâneos da investigação criminal, ampliando a integração entre o conhecimento jurídico e as práticas investigativas. Durante a abertura, o subcomandante-geral da PMDF, coronel Fabrício Boechat de Camargos, destacou que a vida militar é marcada por coragem e renúncia, exigindo compromisso com a ética, a disciplina e a defesa da vida. Ele ressaltou que o investimento contínuo em qualificação e inovação reflete a dedicação dos profissionais da corporação e é essencial para enfrentar desafios como os crimes cibernéticos e o uso crescente da inteligência artificial, sem perder a essência de servir e proteger a sociedade. Evento contou ainda com a presença de diversas autoridades civis e militares | Foto: Divulgação/PMDF  Em seguida, o promotor de Justiça Antônio Henrique Graciano Suxberger ministrou a palestra inaugural e defendeu a valorização dos saberes técnicos da investigação criminal. Segundo ele, é necessário resgatar a autonomia e a especialização da atividade investigatória, muitas vezes reduzida ao campo jurídico desde a Constituição de 1988. O palestrante destacou que o equilíbrio entre o respeito às garantias legais e a eficiência técnica é fundamental para assegurar investigações eficazes, justas e comprometidas com os direitos humanos. O evento contou ainda com a presença de diversas autoridades civis e militares, entre elas representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). *Com informações da PMDF

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Bolsistas de iniciação científica da UnDF apresentam trabalhos em encontro de pesquisa

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) apresenta, de quarta-feira (18) ao dia 27 deste mês, os 28 trabalhos acadêmicos produzidos no âmbito do Programa Institucional de Iniciação Científica (PIC) e do Programa Institucional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIDTI). Para a UnDF, a 1ª Semana de Iniciação Científica é um marco na consolidação da pesquisa | Foto: Divulgação/UnDF As iniciativas serão exibidas durante a 1ª Semana de Iniciação Científica, no Campus Norte, localizado no Lago Norte. As áreas pesquisadas são diversas, indo de ferramentas de inteligência artificial à crise climática. Os trabalhos refletem o compromisso da universidade com a produção de conhecimento relevante para a sociedade. Para Maria Veralice Barroso, chefe da Unidade de Curso de Pós-Graduação da UnDF, o encontro representa um marco na consolidação da pesquisa científica na UnDF. “A 1ª Semana de Iniciação Científica é um momento histórico, porque, além de apresentar ao público os primeiros 28 trabalhos desenvolvidos no âmbito dos Programas de Iniciação Científica, o evento reforça a importância que a instituição atribui ao trabalho científico e à formação de pesquisadores desde a graduação”, afirma a gestora. “A iniciação científica é também um espaço fundamental para fortalecer a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.” Teoria em prática Iniciações científicas têm o potencial de colocar a teoria em prática, reforçando as metodologias de ensino aplicadas na instituição. O professor da UnDF Rodrigo Meneses de Barros, relata sua experiência orientando os trabalhos. “Neste primeiro ano da iniciação científica na UnDF, tive o privilégio de orientar estudantes que enfrentaram com seriedade os desafios da pesquisa, desde a articulação institucional e aprovação ética até a apresentação dos resultados em um congresso nacional”, relata. “Mesmo em um curso tecnológico, vi nascer uma postura investigativa admirável. Em tempos de incerteza, a ciência segue sendo nossa melhor luz contra as sombras, e testemunhar esse despertar científico na UnDF reforça o papel essencial da universidade como farol do pensamento crítico”, acrescenta Rodrigo. Confira a programação da 1ª Semana de Iniciação Científica.   *Com informações da UnDF

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Professores da rede pública de ensino participam da primeira pós-graduação da UnDF

Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal participaram, nesta segunda-feira (24), da aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Práticas Interdisciplinares e Metodologias Ativas no Contexto da Educação Básica, oferecida pela Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). A palestra de abertura abordou o tema “Aprendizagem ativa e colaborativa, para além do conteúdo”, ministrada por Ricardo Fragelli, pesquisador e professor da Universidade de Brasília (UnB). Para Maria Gabriela Teixeira, professora de Artes do Centro Educacional (CED) 06 de Ceilândia, a especialização na UnDF será uma oportunidade valiosa para o aprimoramento profissional. “É excelente poder nos qualificar e aprimorar nosso trabalho pedagógico. A formação continuada é fundamental para o nosso ofício, e esse curso vem ao encontro das exigências do ensino médio, que demanda interdisciplinaridade e uma maior conexão entre as áreas do conhecimento”, destacou. Professores da rede pública do DF na aula inaugural da pós-graduação em Práticas Interdisciplinares e Metodologias Ativas no Contexto da Educação Básica, oferecida pela UnDF | Fotos: Bruno Grossi/SEEDF Já Samella Sampaio, professora do Ensino Fundamental II em Sobradinho, reforçou a importância de seguir aprendendo ao longo da carreira. “É essencial que a gente continue o nosso processo de aprendizagem, sem se limitar apenas à graduação. A formação continuada nos ajuda a romper vícios adquiridos em sala de aula e a aprimorar a forma como nos relacionamos com os alunos. Além disso, estudar em um ambiente universitário diverso, com diferentes ideias e metodologias, amplia a nossa visão e qualifica a nossa prática pedagógica”, pontuou a docente. As inscrições para o curso foram lançadas em janeiro pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UnDF, que ofertou 42 vagas a professores da rede pública do DF e aos demais profissionais da educação com formação em licenciatura. Das 42 vagas, 22 foram reservadas para os professores da SEEDF. A coordenadora da especialização, professora Emanuelle Santos, destaca o impacto do curso na formação dos educadores da rede pública. Para Maria Gabriela Teixeira, professora de Artes do CED 06 de Ceilândia, a especialização na UnDF será uma oportunidade valiosa para o aprimoramento profissional “A formação continuada é de suma importância, uma das missões da Universidade do Distrito Federal – uma semente que pode trazer grandes frutos para a nossa sociedade. A grande perspectiva é de que realmente possa ser algo inovador, que possa somar e unir esforços a toda essa caminhada que os professores já vêm trilhando dentro da Secretaria de Educação. A ideia é abrir possibilidades, mergulhar nesse universo das metodologias ativas e trazer uma nova roupagem para a educação no Distrito Federal”, afirmou. Metodologias premiadas A iniciativa tem como objetivo formar educadores com domínio de práticas inovadoras de ensino, estimulando metodologias que valorizam a interdisciplinaridade e a construção coletiva do conhecimento, tornando as aulas mais colaborativas e atrativas para os estudantes. Durante a palestra inaugural, Ricardo Ramos Fragelli apresentou metodologias ativas que já foram premiadas nacionalmente e vêm sendo aplicadas com sucesso em diferentes níveis de ensino. Durante a palestra inaugural, Ricardo Ramos Fragelli apresentou metodologias ativas que já foram premiadas nacionalmente O palestrante ressaltou a importância da interação e do engajamento dos estudantes no processo de ensino. “A aprendizagem ativa e colaborativa vai além do conteúdo. Trata-se de criar ambientes que incentivem a participação, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento, permitindo que os alunos sejam protagonistas da sua própria formação”, destacou o doutor em Ciências Mecânicas pela UnB. Fragelli tem ampla trajetória na pesquisa de novas metodologias ativas, reconhecidas nacionalmente e adotadas por professores em diversas instituições de ensino do Brasil. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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