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GDF inaugura Cepi Inspira, em Ceilândia, com 188 vagas para primeira infância em tempo integral

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou mais um Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) em Ceilândia. Localizado na QNO 18, o Cepi Inspira foi construído com investimento de R$ 5,7 milhões e já está em funcionamento. Com dez salas de aula e estrutura moderna, a unidade tem capacidade para 188 crianças de 4 meses a 3 anos completos em período integral. A inauguração oficial ocorreu nesta sexta-feira (20), em cerimônia com presença do governador Ibaneis Rocha. “A gente tem que colocar cada vez mais escolas e creches próximas dos locais onde as famílias moram. Com isso, a gente dá mais carinho para as nossas crianças e dá atenção às mães que têm a oportunidade de sair para trabalhar, porque as crianças aqui ficam das 7h às 17h e recebem cinco refeições em um ambiente extremamente saudável. Elas deixam as crianças com a certeza de que as coisas vão melhorar e que muitas podem sair para trabalhar e melhorar a renda das suas famílias. Então, creche é um investimento direto na criança, na educação, mas também nas mães que têm essa tranquilidade para sair para o trabalho”, destacou o chefe do Executivo. Ibaneis Rocha: "A gente tem que colocar cada vez mais escolas e creches próximas dos locais onde as famílias moram" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A obra foi executada pela empresa Sagres Engenharia, com fiscalização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida do GDF. A creche tem área construída de 1.311 m², com planta moderna e arejada, para oferecer conforto e segurança aos estudantes. A estrutura conta com salas de aula, espaço multiúso, sala de professores, cozinha, vestiários, banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PcD), lavanderia, rouparia, sala da secretaria, almoxarifado, lactário, fraldários, sala da direção, playground e pátio. Além disso, há um parquinho coberto com brinquedos em madeira e chão emborrachado. A secretária Hélvia Paranaguá ressaltou que o DF é a única unidade da Federação com 100% das creches públicas ou conveniadas com funcionamento em tempo integral “É um investimento de quase R$ 6 milhões e a gente fica muito feliz, porque são 188 crianças sendo assistidas aqui em uma região que precisava muito desse equipamento público”, exaltou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que ainda comentou a redução da fila por vagas em creches no Distrito Federal: “Os dados de hoje mostram que nós temos mais vaga do que meninos na fila e isso para a gente é uma grande satisfação.” Ainda conforme a secretária, hoje, o DF é a única unidade da Federação com 100% das creches públicas ou conveniadas com funcionamento em tempo integral. Aprendizado e diversão     Assim como as outras creches públicas, o Cepi Inspira funciona em tempo integral, das 7h30 às 17h30. No período, os alunos têm acesso a cinco refeições e diversas atividades lúdicas e educativas, com o intuito de fomentar o desenvolvimento motor-cognitivo de cada um. As aulas na unidade iniciaram em novembro do ano passado. No Cepi Inspira, os alunos têm cinco refeições, atividades lúdicas e educativas | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Segundo a diretora do Cepi Inspira, Armesinda Santos, no local, as crianças participam de projetos pedagógicos que estimulam o aprendizado dentro e fora de sala de aula. Ela cita o Janela do Saber, em que a criança leva livros para ler com a família em casa. “Nosso objetivo é, desde cedo, proporcionar às crianças o contato com a leitura, com menos telas e mais coisas importantes para o aprendizado delas”, afirma. “Acredito que a comunidade está feliz com a creche, que é muito importante para educar e cuidar das crianças.” [LEIA_TAMBEM]As atividades têm estimulado o desenvolvimento da filha da monitora Jéssica Dantas, 30 anos. Ela conta que estava ansiosa pela abertura da creche, localizada a poucos metros da casa dela. “Não gasto nem dez minutos de lá para cá e tem sido muito bom para a Eloá na questão da fala, de dividir brinquedos, da alimentação, que aqui é bem saudável. Tem contação de história, hora do sono, e em casa a gente não consegue ter uma rotina tão certinha assim, em que ela faz atividades que são boas para o desenvolvimento dela.” Mãe da pequena Maria Cecília, 3, a auxiliar de limpeza Larissa Gomes, 30, também comemorou a construção do Cepi Inspira. “Está sendo ótimo para a rotina dela. Ela chega em casa cansadinha, toma banho e dorme tranquila. No outro dia, acorda pedindo para vir de novo porque aqui tem uma rotina muito boa. Aqui ela brinca, dorme, come, faz atividades”, comentou.  

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Creches parceiras do GDF levam educação infantil a crianças do Recanto das Emas, de Brazlândia e de Água Quente

A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, participou, na manhã desta sexta-feira (6), da recepção das sete unidades mantidas por organizações parceiras responsáveis pelo atendimento à educação infantil no Recanto das Emas, Água Quente e Brazlândia. A visita à Associação Beneficente Coração de Cristo (Cocris) teve como objetivo fortalecer a parceria com as organizações da sociedade civil (OSCs), e conhecer de perto o atendimento ofertado às crianças. “As creches públicas e parceiras são fundamentais para garantir o direito à educação desde os primeiros anos de vida. Elas acolhem as crianças, apoiam as famílias e contribuem diretamente para o desenvolvimento integral, permitindo que pais e responsáveis tenham segurança para trabalhar e planejar o futuro”, afirmou a gestora. Hélvia Paranaguá: "As creches públicas e parceiras são fundamentais para garantir o direito à educação desde os primeiros anos de vida" | Fotos: Marco Delgado/SEEDF Atualmente, seis unidades são mantidas pela Cocris e uma pela Associação Filantrópica Pai Abraão, responsável pela Creche Rouxinol, localizada na região da Água Quente. Já as unidades da Cocris, são as creches Arara Canindé, Sabiá do Campo, Beija-Flor e Creche Cocris, no Recanto das Emas; Creche Pelicano, na Água Quente; e Creche Flamboyant, em Brazlândia. Juntas, elas atendem mais de 1.600 crianças da educação infantil, em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). Credenciada junto à SEEDF desde fevereiro de 2014, a Cocris realiza atendimento em tempo integral, das 7h às 17h, com quatro refeições planejadas por nutricionistas. O serviço é totalmente gratuito e inclui a oferta de agenda escolar e uniformes viabilizados por meio de repasses da Secretaria de Educação às OSCs. Em cada Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), são atendidas, em média, 191 crianças. Nas unidades em prédios próprios, são 320 crianças na matriz e 374 na unidade Pelicano.  Reconhecimento ao trabalho desenvolvido A coordenadora administrativa da Cocris, Analécia Loiola, ressaltou o reconhecimento e a valorização das OSCs parceiras na atual gestão. “Nosso evento de hoje foi exatamente para agradecer à secretária Hélvia Paranaguá pela parceria na educação e pela importância que ela tem dado à educação infantil e às OSCs parceiras. Nunca fomos tão respeitados como estamos sendo agora, o que é um marco na história da educação”, destacou. A visita à Cocris teve como objetivo fortalecer a parceria com as organizações da sociedade civil  Segundo Analécia, o encontro simboliza a gratidão pelo trabalho conjunto desenvolvido ao longo dos anos. “Hoje fizemos um singelo gesto de agradecimento pelo trabalho prestado à educação, em nome da Associação Beneficente Coração de Cristo, que atende seis unidades, mais de 1.600 famílias e conta com mais de 300 colaboradores no Recanto das Emas, Água Quente e Brazlândia”, completou. [LEIA_TAMBEM]Educação infantil como base do desenvolvimento Considerada a primeira etapa da educação básica, a educação infantil é um direito de todas as crianças de zero a cinco anos e tem como foco o desenvolvimento integral desde os primeiros anos de vida. A Secretaria de Educação do Distrito Federal compreende que cuidar e educar caminham juntos, integrando aspectos físicos, emocionais, sociais, culturais e cognitivos no cotidiano escolar. O trabalho pedagógico desenvolvido nas creches públicas e parceiras é orientado pelo Currículo em Movimento da Educação Infantil, que reconhece bebês e crianças como sujeitos de direitos e protagonistas de suas aprendizagens. As práticas educativas são norteadas por três eixos fundamentais: o brincar, como direito e forma de aprendizagem; a interação e o cuidado, presentes desde a alimentação escolar até o acolhimento afetivo; e o protagonismo infantil, que estimula a exploração, a imaginação e a escuta sensível das crianças. A SEEDF mantém diferentes formas de atendimento à educação infantil, incluindo instituições educacionais públicas da própria rede, Cepis geridos por OSCs, instituições educacionais parceiras que ofertam atendimento gratuito por meio de termos de colaboração, além do Cartão Creche. O compromisso da pasta é garantir uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa, com ambientes seguros e acolhedores, pensados para o bem-estar das crianças e de suas famílias.  *Com informações da Secretaria de Educação  

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Plenarinha Distrital promove protagonismo infantil e reflexão sobre cidadania

A XIII Plenarinha Distrital, realizada na última sexta-feira (7), no auditório da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), celebrou o compromisso da rede pública do Distrito Federal com a participação das crianças nos processos educativos e nas discussões sobre cidadania. O encontro reuniu estudantes, professores e gestores para refletir sobre práticas pedagógicas que fortalecem o respeito, a inclusão e o diálogo desde a primeira infância. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância da iniciativa como espaço de aprendizagem cidadã e valorização das vozes infantis. Segundo ela, as discussões promovidas durante o evento extrapolam o ambiente escolar e contribuem para a formação de indivíduos mais conscientes e empáticos. “A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro, que não pratica violência, que tem cuidado com os animais e que entende o sentido da inclusão e da empatia”, afirmou. Hélvia Paranaguá: "A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro" | Fotos: Mary Leal/SEEDF A secretária também destacou que o protagonismo das crianças é o maior resultado desse processo educativo. “Os professores fortalecem a convivência e o respeito. O resultado está nos quatro temas debatidos: empatia, inclusão, cuidado e harmonia. Quando começamos a tratar dessas questões na primeira infância, formamos uma sociedade muito melhor”, completou. Participação e cidadania Durante a abertura, estudantes das coordenações regionais de ensino do Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Sobradinho, Santa Maria, São Sebastião e Samambaia compuseram simbolicamente a mesa, representando a diversidade da rede pública e a força da infância como agente de transformação social. Estudantes de diferentes coordenações regionais de ensino participaram da composição simbólica da mesa  “Estamos trazendo o resultado de uma prática que valoriza a ação e a participação dos pequenos em atividades lúdicas voltadas à aprendizagem, um momento importante para mostrar que as crianças exercem sua cidadania”, disse a chefe da Unidade Regional de Educação Básica da CRE do Plano Piloto, Juciele Rosa. Ela também falou sobre o compromisso das escolas em promover experiências educativas que unem afeto, intencionalidade pedagógica e escuta ativa. “Temos uma educação infantil com esse foco em brincar e aprender como parte de uma rotina que desenvolve habilidades e valores fundamentais para a vida em sociedade”, completou. Escuta e compromisso As demandas das crianças foram encaminhadas a autoridades da Secretaria de Educação O encontro foi marcado por momentos de reflexão. As apresentações dos comitês mirins revelaram o resultado de meses de pesquisa, diálogo e criação coletiva. As crianças investigaram temas de interesse comum e elaboraram propostas para aprimorar os espaços escolares e fortalecer o vínculo com as comunidades onde vivem. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Olhos d’Água, Sara Ledo, explicou que o projeto envolveu as crianças em ações que reuniram cuidado, criatividade e responsabilidade social. “As crianças foram protagonistas de ações para a melhoria da escola. Criaram uma horta, plantaram alface e cenoura, montaram o Jardim Arco-Íris para deixar o ambiente mais bonito e perfumado, além de promoverem passeatas para conscientizar a vizinhança sobre o cuidado com os pets e o espaço ao redor da escola”, contou. Ao final, as propostas elaboradas pelos comitês mirins foram entregues às autoridades educacionais, simbolizando o reconhecimento da importância da escuta infantil nos processos de decisão. Cada documento reuniu reivindicações, sonhos e ideias construídas a partir das experiências e dos olhares das próprias crianças, tornando um exercício concreto de cidadania desde a primeira infância. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Projeto Bebê que Lê incentiva leitura desde a primeira infância

Instigar a imaginação, a curiosidade e, acima de tudo, o gosto pela leitura é o principal objetivo do projeto Bebê que Lê, promovido pela Biblioteca Escolar Comunitária Professora Tatiana Eliza Nogueira, na SQS 108/308. As oficinas ocorrem desde 2023, às terças e quintas-feiras, com participação de 30 crianças de 4 meses a 2 anos, divididas em três turminhas. Não há vagas abertas no momento, mas os interessados podem se inscrever na lista de espera. O formulário está disponível no Instagram da biblioteca. Ana Neila Torquato idealizou o projeto Bebê que Lê para incentivar a leitura desde a primeira infância | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Aqui falamos sobre escritores, ilustradores, literatura, pensando em incentivar a leitura desde a primeira infância, mas também trazer a família para a biblioteca e instrumentalizar os pais a fazerem a mesma mediação em casa”, explica a idealizadora do projeto, Ana Neila Torquato, que também é professora e escritora de títulos infantis. “Com os encontros, o nosso número de leitores cresceu, já que os pais vêm para trazer as crianças e acabam pegando livros não só para os filhos, mas para eles mesmos.” Em cerca de 30 minutos, duração média das atividades, as crianças são imersas em um mundo cheio de aventuras que só a leitura é capaz de proporcionar. “Começamos com músicas e brincadeiras relacionadas aos livros, que é o objeto central da mediação, e depois tem a socialização das crianças e dos pais ou responsáveis, com o manuseio dos livros e a escolha de quais vão levar para casa. A intenção é que a mediação de leitura continue em casa, já que não adianta que a criança tenha contato com os livros apenas uma vez por semana”, esclarece Torquato. Camila Souto percebe impactos positivos do projeto nos filhos Mateus e Maria Teresa, como concentração e o interesse pela leitura em casa Os encontros fazem parte da rotina da estatística Camila Souto, 36, há cerca de seis meses. Mãe de Maria Teresa, 2, e de Matheus, 1, ela comenta os benefícios que as atividades promovem para o desenvolvimento infantil: “Eles ficam muito concentrados na apresentação e já percebi mudanças em casa também. Nós levamos alguns livros toda semana e eles têm gostado de ler durante o dia e, principalmente, à noite”. O pequeno Rafael, de 11 meses, foi recentemente contemplado com uma vaga no projeto. A mãe dele, a arquiteta Isadora Banducci, 35, conta que estava ansiosa pelos encontros. “A leitura tem que vir em primeiro lugar mesmo. Aqui temos um momento muito especial, em que a contadora consegue envolver as crianças e despertar o interesse na história com músicas e brincadeiras”, diz ela. Reduto cultural “A contadora consegue envolver as crianças e despertar o interesse na história com músicas e brincadeiras”, diz Isadora Banducci, mãe de Rafael, de 11 meses Além do Bebê que Lê, a Biblioteca Escolar Comunitária Professora Tatiana Eliza Nogueira promove diversas atividades durante o ano. Em janeiro e fevereiro, ocorre o Férias na Biblioteca, com contação de histórias e outras atrações para a criançada. Em abril, ocorre a Semana do Livro Infantil, que neste ano vai homenagear o escritor Monteiro Lobato, com ações voltadas às crianças de até 2 anos. Esses dois eventos são abertos ao público. O mês mais caipira do ano tem uma programação especial para os leitores: o Cordel Junino recebe escritores e músicos de Brasília para um dia inteiro dedicado à expressão cultural, com participação livre. Em maio e setembro, é a vez de a Piqueteca encher a área verde da unidade. Os visitantes levam o próprio lanche e participam de atividades culturais, como apresentações de mágica, de palhaçaria, entre outras. As datas dos projetos são divulgadas no Instagram, conforme revela a articuladora do equipamento escolar, Diane Gregory Mee. Para ela, os eventos são uma forma de estreitar a relação com a comunidade e aumentar o número de empréstimos. “A leitura eleva o nível de escrita, independentemente da idade. Quando você lê, passa também a ser um bom escritor. E começando desde cedo, podemos despertar o amor das crianças pela leitura, que é o maior objetivo de qualquer biblioteca”, define. “Começamos com músicas e brincadeiras relacionadas aos livros, que é o objeto central da mediação, e depois tem a socialização das crianças e dos pais ou responsáveis, com o manuseio dos livros e a escolha de quais vão levar para casa”, relata Ana Neila Torquato Reservados para as escolas públicas, são promovidos o Hora do Conto, que ocorre ao longo do ano, e o Contos Assombrosos, previsto para agosto. Instituições interessadas devem procurar a biblioteca pelo Instagram, e-mail biblioteca108.308s@gmail.com ou pelos telefones (61) 3318-2627 e (61) 99331-9638 (Diane Mee). Para pegar livros emprestados, basta fazer o cadastro na unidade. É preciso apresentar um documento oficial com foto e um comprovante de residência. A associação é válida por um ano e é sugerida a contribuição anual de R$ 50, revertidos na compra de novas obras. O prazo é de 15 dias, sendo possível pegar até três títulos por vez, com renovação por e-mail. O acervo conta com mais de 7 mil títulos, incluindo poesia, crônicas, ficção, literatura brasileira, portuguesa, francesa, italiana e muito mais. O espaço funciona de segunda a quinta, das 8h às 22h, e às sextas, das 8h às 18h. A redução do horário ocorre devido à coordenação coletiva dos professores.  

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