Na Festa do Morango, você também poderá degustar tecnologia, games e experiências imersivas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quem visitar a 30ª Festa do Morango, em Brazlândia, até este domingo (13), na Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), poderá encontrar muito mais que sabores, produtos do campo e shows de grandes artistas. Entre os espaços que movimentam a programação está o Morango Game Experience, área dedicada aos games e às experiências imersivas, com atrações que aproximam o público de diferentes idades do universo digital de maneira leve, interativa e divertida. Instalado dentro da Festa do Morango, o espaço conta com o Museu do Videogame, experiências de realidade virtual, simuladores e atividades que envolvem música e dança. A proposta é oferecer ao visitante diferentes formas de interação com a tecnologia que podem ser aproveitadas por crianças, jovens, adultos e famílias. A programação voltada à inovação conta ainda com a carreta Tech Arena, que oferece videogames e oficinas práticas de robótica e fabricação digital, realizadas nos períodos da manhã e da tarde. A iniciativa amplia o contato do público com ferramentas e possibilidades do universo tecnológico, de forma prática e acessível. Espaço instalado dentro da Festa do Morango conta com Museu do Videogame, experiências de realidade virtual, simuladores e atividades que envolvem música e dança | Foto: Divulgação Para quem gosta de games, o Morango Game Experience é uma oportunidade de experimentar novas formas de jogar e interagir, além de conhecer diferentes gerações dos videogames. O espaço se torna mais uma opção de lazer dentro da Festa, com atrações gratuitas e abertas a públicos de diferentes idades. Além das atrações tecnológicas, a 30ª Festa do Morango reúne uma programação diversificada, com shows, gastronomia, artesanato, flores e plantas ornamentais, exposição agrícola, atividades para crianças e espaços dedicados à comercialização de produtos do campo. Ao integrar inovação, entretenimento e tradição em um mesmo ambiente, o Morango Game Experience amplia as possibilidades oferecidas pela Festa do Morango e cria uma experiência diferente para o público, aproximando a tecnologia do cotidiano de forma descontraída e acessível. Serviço: ⇒ 30ª Festa do Morango de Brasília ⇒ Data: até domingo (13) ⇒ Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF ⇒ Horários: A partir das 18h (sexta) e a partir das 10h (sábado e domingo) ⇒ Entrada: gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível ⇒ Classificação: livre. Menores de 16 anos devem estar acompanhados dos responsáveis.
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Programação especial do Planetário de Brasília atrai crianças com brincadeiras que unem ciência e imaginação
O Dia das Crianças foi de descobertas e muita diversão no Planetário de Brasília neste domingo (12). A programação especial organizada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) reuniu famílias de várias regiões em atividades que uniram lazer, tecnologia e ciência. No sábado (11), o local recebeu mais de 800 visitantes, e a expectativa é que o público no feriado ultrapasse as 1,2 mil pessoas. Durante todo o dia, o público pôde participar de oficinas criativas, observar o Sol por meio de telescópios e vivenciar experiências em realidade virtual. A ação fez parte das comemorações do mês das crianças e contou com o apoio do Clube de Astronomia de Brasília (CAsB), da startup Ideia Space e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF). As crianças puderam se divertir e aprender com as atividades no Planetário de Brasília | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O Governo do Distrito Federal tem focado bastante nas crianças e no incentivo à ciência. O Planetário ficou muitos anos fechado e, desde a reabertura, buscamos trazer esse espaço para perto das famílias, especialmente das crianças, que são o futuro da inovação e do conhecimento”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Segundo o chefe da pasta, as oficinas foram pensadas para despertar o interesse pela ciência de forma lúdica. “Hoje temos o lançamento de foguetes, a oficina da nebulosa, as atividades de inteligência artificial e várias experiências que conectam o público com a astronomia e a tecnologia. E o mais bonito é ver que os pais também participam — metade do público das oficinas são adultos voltando a ser crianças junto com os filhos”, completou Rafael Vitorino. Os filhos de Chavelly Feijó Galvagni adoraram o passeio, especialmente a montagem de foguetes A programação incluiu oficinas de lançamento de foguetes de garrafa PET, montagem de nebulosas em potes e atividades com caneta 3D, além de sessões na cúpula sobre o universo e a exploração espacial. No espaço externo, as famílias também acompanharam a observação solar, guiada por astrônomos do CAsB. Para a auxiliar de secretaria Chavelly Feijó Galvagni, 40 anos, que veio de Luziânia (GO) com os dois filhos, o passeio foi uma oportunidade de aprendizado. “Sempre que podemos, participamos das atividades do Planetário. É a terceira vez que viemos e, a cada visita, tem algo novo para conhecer. Hoje o que mais nos encantou foi o lançamento dos foguetes. Eles mesmos montaram e lançaram o foguetinho”, contou. Thiago Nascimento: "É um espaço de descoberta, de aprendizado e também de diversão. Aqui é ótimo porque pais e filhos aprendem juntos" O servidor público Thiago Nascimento, 45 anos, também aproveitou o dia ao lado das filhas de 7 e 3 anos. “Queríamos comemorar o Dia das Crianças de uma forma diferente, e nada melhor do que o Planetário, que desperta o gosto pela ciência desde cedo. É um espaço de descoberta, de aprendizado e também de diversão. Aqui é ótimo porque pais e filhos aprendem juntos”, disse. A pequena Catarina, de 7 anos, aprovou a experiência: “É minha primeira vez aqui e quero vir mais vezes. Está sendo muito divertido”. Tecnologia e futuro [LEIA_TAMBEM]Além das atividades comemorativas, o Planetário se prepara para receber, a partir do dia 20 deste mês, o projeto IA nas Escolas, uma parceria entre a Secti-DF e o Instituto Integra Mais Um. A iniciativa vai oferecer uma imersão em inteligência artificial, com museu tecnológico, quiz interativo, área gamer e estações de realidade virtual voltadas para estudantes da rede pública. As visitas ocorrerão de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino (8h30) e vespertino (14h30). As escolas interessadas em participar podem agendar pelo e-mail integramaisum@gmail.com ou pelo telefone (61) 98594-9556.
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Pixel Show fomenta economia criativa no DF
O subsolo da Arena BRB Mané Garrincha recebe milhares de pessoas de todas as idades para interagir com as mais de 160 atrações do Pixel Show. Na 19ª edição, mas a primeira em Brasília, o festival visa democratizar a economia criativa, ao mostrar o quanto ela é acessível. De acordo com pesquisa de mestrado da Universidade Católica de Brasília, 3,5% do PIB do DF (mais de R$ 9 bilhões) foram gerados por 130 mil agentes criativos locais. Segundo o governo federal, 7% dos trabalhadores no Brasil atuam em áreas como produções artísticas e culturais, desenvolvimento de games, artes visuais e plásticas, mídias audiovisuais e interativas, design e serviços criativos. Especificamente sobre o mercado de games, o último estudo da Associação Brasileira de Games (Abragames), realizado em 2023, revela que o Brasil conta com 1.042 estúdios ativos. Desses, 17% operam há mais de 10 anos, enquanto 19% têm menos de dois anos de atividade. Além disso, 85% dos estúdios já fazem parte da economia formal. Aliada à ciência e à tecnologia, a economia criativa encontra, em Brasília, espaço para atuar no campo de serviços | Foto: Divulgação/Secti-DF “Hoje em dia, a economia criativa está integrada à ciência e tecnologia. No país, e especialmente em Brasília, além dos setores públicos, esse segmento tem se destacado como o maior gerador de empregos e impulsionador da economia local e nacional. A chegada do Pixel Show à capital federal fortalece ainda mais a contribuição para o PIB do Brasil e, como Brasília não possui indústrias, o fortalecimento de setor de serviços, especialmente os ligados à economia criativa, representa a oportunidade ideal para toda a sociedade brasiliense”, explica Tonico Novaes, sócio do Pixel Show. O festival mostra o quanto um hobby pode se transformar em profissão e se tornar a principal fonte de renda das pessoas. “Depois eu comecei a faculdade, parei de jogar. Com a pandemia, muitas obras em São Paulo foram paralisadas e precisei buscar uma renda extra. Foi quando descobri os jogos de realidade virtual, como o laser tag, em que os jogadores usam óculos de VR. Formei uma parceria com um estúdio vietnamita e trouxe essa tecnologia para o Brasil”, conta o arquiteto Wilker Marcelino, 31 anos, sócio e proprietário da Virtual Arenas. Criada há dois anos, com um investimento de R$ 50 mil, a empresa tem faturamento de R$ 400 mil. “O Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) trouxe o Pixel Show à capital federal por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. Segundo o secretário da pasta, Leonardo Reisman, “o Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games. Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas, experiências. Sem dúvida ele pode se tornar referência em economia criativa da nossa cidade”. Não é só em devices que a economia criativa se manifesta e o Pixel Show mostra essa mescla. Em tamanho natural (5 metros de altura por 3 metros de largura), um dos espaços mais visitados do evento é o Sobradinho, do artista plástico Sérgio Free. Quem passa por lá está posando para fotos na janela, ao lado do palhaço Bozo. Nascido em Jequié (BA), Sérgio foi com a família para São Paulo com 4 anos de idade e sofreu bullying na escola por causa do sotaque. A família se instalou no Tucuruvi, bairro da capital paulista, onde fez amigos com o grupo de pichadores. Foi assim que ele começou a expressar a sua arte, aos 11 anos. “Fazer essa instalação no Pixel Show foi muito importante, porque me remete à memória de infância, aos primeiros sobradinhos que vi quando cheguei em São Paulo. Há 7 anos eu vivo da minha arte e estar aqui é uma forma de mostrar a evolução do meu trabalho. O convite de expor em um festival dessa magnitude valoriza o currículo. Para mim, o evento traz um mar de inspiração, criatividade e novas informações”. Nascida em Brasília, Maira Amaro, de 24 anos, foi conhecer o Pixel Show. “Estou amando, por ser um evento ainda maior do que eu imaginava, e com muitos nomes importantes como o do David Carson, que por sinal foi uma das palestras a que mais gostei de assistir. Estou ansiosa para vir conferir a programação do último dia”. Além dos brasilienses, pessoas de vários estados vieram à capital federal para curtir o festival. Camila Maximo, empreendedora, e seu filho Caio, vieram de São Carlos (SP), a 10 horas de viagem de Brasília, só para prestigiar o evento e aproveitar os conteúdos das palestras. “Essa é a minha terceira vez no Pixel. Eu participei de duas edições em São Paulo e agora estou aqui em Brasília. Nós viemos para aprender, ver as tendências e novidades. A participação no evento sempre é uma oportunidade única de se abastecer com ideias, como o slogan do festival diz. Sempre levamos muita informação, e isso significa muito. Todas as palestras têm sido muito boas, inclusive essa é a segunda vez que consigo assistir ao conteúdo do David Carson, e é sempre incrível saber a visão dele e a forma como trabalha.” *Com informações da Secti-DF
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Concurso de cosplay e workshops gratuitos são destaque do Pixel Show DF neste sábado
A programação do Pixel Show continua encantando os brasilienses neste sábado (23). Além das atrações de realidade virtual com games interativos e pinturas que se transformam em animações, é dia de performances artísticas, feitas por criativos nacionais e internacionais e de as bandas locais subirem ao palco. O Pixel Show traz 160 atrações e vai até domingo, das 9h às 21h, na Arena BRB Mané Garrincha. Quem quiser participar, é só chegar e entrar pelo portão 14 (em frente aos arcos olímpicos). Entre os destaques da programação de sábado está o paraense Luan Rodrigues. As obras dele mesclam a pintura tradicional à realidade aumentada. Luan nasceu em uma comunidade ribeirinha e retrata as cenas cotidianas locais por meio do kambô art (arte da floresta). Com a ajuda de um aplicativo, as obras ganham vida e se transformam em outras formas de arte. A realidade virtual dá o mote para as 160 atrações que compõem a programação do Pixel Show | Fotos: Divulgação/Secti-DF Já a paulistana Catarina Gushiken, que realiza “caligrafias sensitivas”, vai reproduzir as artes de painéis pintados em frente ao público no corpo de modelos, que farão performances, combinando pintura, dança e escrita. Haverá, ainda, uma mesa redonda sobre economia criativa, com debatedores do Brasil e do exterior. O dia termina com o concurso de cosplay. A programação vai até domingo na Arena BRB Mané Garrincha No Pixel Show, as pessoas só ficam paradas se for para desenhar por telepatia. Pela primeira vez em Brasília, o participante que quiser curtir a experiência vai usar uma tiara que mede as ondas cerebrais. Quanto maior a capacidade de concentração, mais desenhos vão surgir no telão. Confira as principais atrações ⇒ Sobradinho de Brasília: Na medida de 3m x 5m, Sérgio Free, artista que transitou das pichações nas ruas de São Paulo nos anos 1990 para exposições em galerias e museus, fará uma representação em tamanho real e em formato de um sobrado de suas pinturas que contam de uma forma divertida as histórias locais que hoje dão lugar aos bairros dormitórios e ao novo estilo arquitetônico nas grandes cidades. Os visitantes poderão entrar no “sobradinho” construído em madeira para verificar toda a obra de Sérgio Free. ⇒ O game Arkave, criação do artista digital Daniel Dek, é uma plataforma de jogos em realidade virtual inédita no Brasil. Em suas arenas, a plataforma Arkave permite que até três jogadores tenham os corpos mapeados e se movimentem livremente pelo ambiente sem estar conectados por fios. ⇒ A parede de Colorir, outra atração de DekWilde, pela primeira vez no Pixel Show, é uma projeção interativa que proporciona uma vivência única e envolvente, permitindo aos participantes explorarem a criatividade ao pintar desenhos. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela. ⇒ Ringue dos Robôs, uma mistura brincadeira com a prática de robótica, muita diversão e um desafio entre 2 e 4 pessoas, em que o objetivo é estourar a bexiga que o outro robô está segurando. ⇒ Expo Games, com a exposição Meu Primeiro Videogame, de David Rayel, empreendedor com ampla experiência no mundo dos jogos e da cultura geek. Com mais de 250 consoles de diversas gerações em seu acervo, o espaço trará os games mais antigos criados no mundo todo, além de permitir jogá-los. ⇒ Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um ipad e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer pequenas e simples animações usando aplicativo na tablet para depois projetá-las. ⇒ Neon Space, espaço onde os visitantes poderão desenhar, escrever e pintar usando tintas fluorescentes que em ambiente com luz negra, deixa o espaço super instagramável. O artista e professor de ilustração, que também estuda e aplica em seu trabalho essa técnica utilizada no espaço vai ensinar como fazer. ⇒ Kinect Vibes: utilizando um sensor kinect, os participantes poderão transformar a imagem em um avatar digital que se altera de três em três minutos. ⇒ Festival de animação: Animações dos estúdios mais consagrados do planeta, criados e produzidos nos últimos 12 a 15 meses. Workshops O Pixel Show traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de renomados artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até 3 horas, com temas que vão desde diagramação e ilustração até aquarela, graffiti, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. No Workshop de Origami, por exemplo, Marcio Okabe irá ensinar nesta oficina de origami – arte milenar japonesa de dobrar papéis. Os participantes irão aprender a fazer a peça chamada Torus de Origami a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm e marcado na cortadora laser. Domingo (24), às 18h. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Informação
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