Resultados da pesquisa

Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Thumbnail

GDF nomeia 2.681 professores e encerra cadastro reserva

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) nomeou 2.681 professores de educação básica aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (2/9) e representam um novo reforço para o quadro efetivo da rede pública de ensino. O destaque da nova rodada de nomeações foi o alcance da especialidade atividades, que teve 2.560 professores nomeados e, com isso, chamou todo o cadastro de reserva. Além de atividades, as nomeações contemplaram outras 27 especialidades como informática, com 24 professores; radiologia, com 13; LEM/francês, com 11; administração, com dez; letras/Libras e nutrição, com oito cada; e língua portuguesa, com seis. Também foram nomeados profissionais para ciências naturais, artes, educação física, biologia, contabilidade, enfermagem, história, matemática, química e áreas específicas de música, entre outras. A medida integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do magistério público. O chamamento do cadastro de atividades representa uma conquista importante e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal de seguir avançando. A chegada dos novos professores fortalece as unidades escolares e amplia a capacidade da rede de contar com profissionais efetivos em diferentes áreas do conhecimento. A distribuição dos servidores considera as necessidades da Secretaria de Educação (SEEDF) e das unidades escolares. O GDF nomeou 2.681 professores de educação básica aprovados no concurso público da carreira do Magistério | Foto: Divulgação/SEEDF Nomeações desde 2019 Como parte da política de fortalecimento da rede pública de ensino, o GDF nomeou, desde 2019, 19.405 candidatos aprovados em concursos públicos para o provimento de cargos nas carreiras do Magistério Público e de Políticas Públicas e Gestão Educacional (PPGE). Reforço para diferentes áreas da rede A lista publicada no DODF desta quarta (2) contempla profissionais aprovados no concurso público realizado a partir do Edital Normativo nº 31, de 30 de junho de 2022, posteriormente homologado pelo resultado final, publicado em julho de 2023. Os nomeados passam a integrar a Carreira Magistério Público do Distrito Federal. As nomeações são provenientes das necessidades de recomposição do quadro efetivo da SEEDF. Em diferentes especialidades, os atos indicam que o provimento ocorre em decorrência de aposentadorias, permitindo a reposição de profissionais e a manutenção da capacidade de atendimento da rede. O chamamento desta quarta-feira marca, assim, o encerramento de uma etapa importante do concurso de 2022, especialmente para a especialidade atividades, e abre caminho para um novo ciclo de ingresso na carreira do magistério público do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Resultado da primeira chamada do processo seletivo para cursos de educação profissional e tecnológica é divulgado

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) divulgou, nesta sexta-feira (10/7), o resultado da primeira chamada do processo seletivo para ingresso nos cursos de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) da rede pública de ensino, referentes ao segundo semestre letivo de 2026. As vagas estão distribuídas entre as unidades de Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Santa Maria, Taguatinga e Plano Piloto, ampliando as oportunidades de formação profissional em diferentes regiões administrativas da capital.  Os candidatos contemplados na primeira chamada deverão efetuar a matrícula entre os dias 13 e 17 de julho na secretaria da instituição para a qual foram selecionados, respeitando o horário de funcionamento de cada unidade. Caso permaneçam vagas remanescentes, haverá convocação dos candidatos do cadastro de reserva, cujas matrículas estão previstas para os dias 23 e 24 de julho. Confira aqui o resultado. Ao todo, são ofertadas 5.943 vagas para cursos técnicos de nível médio, de especialização técnica e de qualificação profissional, distribuídas entre centros de educação profissional e outras instituições da rede pública de ensino. As oportunidades contemplam ampla concorrência e reserva de 20% das vagas para pessoas com deficiência (PcD). Vagas contemplam cursos nas áreas de saúde, tecnologia, gestão, indústria e serviços, incluindo Enfermagem, Saúde Bucal, Análises Clínicas, Desenvolvimento de Sistemas e Eletrotécnica | Foto: André Amendoeira/SEEDF Entre os cursos técnicos ofertados estão enfermagem, informática, desenvolvimento de sistemas, redes de computadores, radiologia, administração, logística, recursos humanos, nutrição e dietética, análises clínicas, saúde bucal, edificações, design de móveis, desenho da construção civil, eletrônica, eletrotécnica, telecomunicações, infraestrutura escolar, alimentação escolar e diversos cursos técnicos da Escola de Música de Brasília. Já na modalidade de qualificação profissional, os candidatos encontram opções em áreas como Libras (básico, intermediário e avançado), operador de computador, programador web, assistente administrativo, auxiliar de produção farmacêutica, auxiliar de prótese dentária, massagem, cabeleireiro, barbeiro, costureiro industrial, eletricista instalador predial, marceneiro, mecânico de motores, robótica, cuidador de idosos, agente comunitário de saúde, além de cursos na área musical ofertados pela Escola de Música de Brasília. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Pontes para o Mundo aplica provas que definirão 400 intercambistas da rede pública

O programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), deu mais um passo para levar estudantes da rede pública a uma experiência internacional. Neste fim de semana, candidatos da segunda edição participaram das provas de proficiência em língua estrangeira, etapa decisiva do processo seletivo que escolherá 400 intercambistas para estudar no Canadá, França, Espanha e Reino Unido. Em 2025, a primeira edição beneficiou 101 estudantes, que realizaram intercâmbio no Reino Unido. Neste ano, a Secretaria ampliou o programa, quadruplicando o número de vagas e expandindo os destinos oferecidos. As provas foram aplicadas simultaneamente em 13 das 14 coordenações regionais de ensino (CREs), mobilizando milhares de candidatos. De acordo com o coordenador do programa Pontes para o Mundo, David Nogueira, 1.127 estudantes realizaram o exame no primeiro dia, o equivalente a 99,8% dos inscritos nesta etapa. "Hoje é uma prova de língua estrangeira, então temos exames de inglês, francês e espanhol, a depender da escolha que o estudante fez. É uma prova de proficiência que mede a capacidade de leitura, de fala, de escrita e de interpretação. São quatro habilidades nas quais o estudante é testado durante uma hora para sabermos o nível em que ele está. Aqueles que obtiverem as melhores notas serão os escolhidos", explicou Nogueira. As provas foram aplicadas simultaneamente em 13 das 14 coordenações regionais deensino (CREs), mobilizando milhares de candidatos | Foto: Jotta Casttro/SEEDF O coordenador ressaltou ainda que estudantes com necessidades educacionais especiais, que necessitam de tempo extra, ou que precisaram justificar a ausência, realizaram a avaliação no dia seguinte, em polo concentrado no Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Cruzeiro. Preparação e suporte integral O Pontes para o Mundo é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal executada pela Secretaria de Educação (SEEDF) para ampliar as oportunidades educacionais dos estudantes da rede pública por meio de uma experiência internacional de formação acadêmica e cultural. Além da bolsa de estudos, os intercambistas recebem suporte completo, incluindo preparação antes do embarque, acompanhamento pedagógico e psicológico e todo o apoio necessário durante a experiência no exterior. Presente nos locais de aplicação para dar as boas-vindas aos candidatos, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, destacou a ampliação do programa e procurou tranquilizar os jovens. "Estamos hoje aqui acompanhando o primeiro dia de prova de proficiência dos nossos estudantes, candidatos a participar da segunda edição do Pontes para o Mundo. Este ano, vamos levar nossos alunos para países como Canadá, França, Espanha e Reino Unido, ampliando o alcance do programa e as oportunidades para os estudantes de nossa rede", celebrou a secretária. A gestora aproveitou o momento para oferecer apoio emocional aos alunos momentos antes do exame. "Desejamos muito sucesso, porque essa é, de fato, uma experiência transformadora na vida de cada um. É natural que a gente fique tenso ao ser avaliado, mas não se preocupem. É uma avaliação como a da escola. Fiquem tranquilos para fazerem uma boa prova e que saiam daqui muitos selecionados", incentivou Iêdes. Expectativas e mobilização escolar O engajamento das unidades escolares tem sido um diferencial na preparação dos candidatos. Nas escolas, professores de idiomas e equipes gestoras organizaram grupos de estudo e horários dedicados para auxiliar os estudantes. Pedro Miguel Sales Rocha, de 16 anos, aluno do Centro Educacional do Lago (CEL), concorre a uma vaga para o Canadá e relatou o clima de colaboração. "Os professores vêm nos cobrando para estudar e, às vezes, disponibilizam horários para conseguirmos praticar nossa língua, seja inglês, espanhol ou francês. Toda a escola está empenhada nisso porque, no ano passado, uma aluna conseguiu passar para o Reino Unido e influenciou a escola toda. A direção e a coordenação estão sempre nos ajudando", contou Pedro. Colega de regional, Matheus Ribeiro, de 16 anos, também estudante do Centro Educacional do Lago (CEL), destacou o apoio recebido durante a preparação. "Vim me preparando há uns dois meses, mas peguei firme mesmo na última semana. Tivemos muita influência e vários professores ajudando, principalmente os de línguas. Conheço muita gente da minha escola que está aqui fazendo a prova e estou confiante de que vai dar certo", afirmou. Ao fim da avaliação, o sentimento predominante entre os candidatos era de alívio e expectativa pelo resultado. Para a estudante Luana Sousa, a prova esteve de acordo com o conteúdo estudado. "Achei a prova muito bem explicada e num nível razoável. A parte de fala e a de escrita também achei muito tranquilas. Tirei um peso das costas depois de ter feito a prova. Estou muito feliz de ter conseguido responder tudo e estou confiante", avaliou a jovem.  *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Seminário debate governança e integridade na rede pública de ensino

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, na terça-feira (16), o II Seminário de Governança Pública, reunindo gestores escolares, coordenadores regionais, chefes de assessorias e servidores da administração central para discutir práticas voltadas para o fortalecimento da gestão educacional. O encontro teve como foco a transparência, a integridade institucional, a proteção de dados e o planejamento estratégico, pilares que contribuem para o aprimoramento dos serviços prestados à comunidade escolar. Durante a abertura, a secretária de Educação, Iêdes Soares, destacou que a qualidade da gestão impacta diretamente o funcionamento da rede e os resultados alcançados pelas escolas. "A qualidade da educação que entregamos aos nossos estudantes começa, sobretudo, pela qualidade da gestão que realizamos todos os dias", afirmou.  O II Seminário de Governança Pública reuniu gestores e servidores da SEEDF para debater melhorias e inovações na gestão educacional do Distrito Federal | Foto: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Pilares para uma gestão de excelência A programação foi estruturada em três eixos centrais: Integridade Institucional, Governança Estratégica e Proteção de Dados Pessoais. As palestras buscaram aproximar esses temas da realidade das escolas, das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) e das áreas administrativas da secretaria. A chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica (Asgov), Tânia de Ávila, ressaltou que a iniciativa reforça o compromisso da SEEDF com o aperfeiçoamento contínuo da gestão pública. "O II Seminário de Governança Pública da SEEDF foi concebido com o propósito de aproximar os conceitos e instrumentos de governança da realidade vivenciada diariamente pelos servidores", explicou. Segundo ela, a proposta foi demonstrar que a governança está presente nas decisões e processos que sustentam o funcionamento da rede pública de ensino, desde a administração central até as unidades escolares. Integridade e saúde no ambiente de trabalho Um dos destaques do seminário foi a palestra da advogada e servidora da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), Michelle Heringer, sobre prevenção e enfrentamento ao assédio moral no ambiente de trabalho. A valorização das relações interpessoais e a promoção de um ambiente de trabalho saudável e ético foram destaques durante as palestras do evento Ao abordar a importância das relações interpessoais para o fortalecimento das instituições, a especialista destacou que a construção de ambientes saudáveis é fundamental para a qualidade dos serviços públicos. "Como falar em gestão, em boa governança, integridade, proteção, sem a gente investir nas relações do dia a dia? Nada disso faria sentido", observou. Michelle também apresentou iniciativas voltadas à promoção de ambientes éticos e respeitosos, incluindo ações de capacitação oferecidas pela Escola de Governo (Egov-DF) e ferramentas de orientação disponibilizadas pelo Governo do Distrito Federal. Compromisso com o futuro da educação pública Ao longo do seminário, especialistas da CGDF, da Casa Civil e da Secretaria de Economia compartilharam experiências e estratégias voltadas para o aprimoramento da gestão pública. A iniciativa integra o conjunto de ações da SEEDF para fortalecer o planejamento, a transparência e a tomada de decisões baseadas em evidências. Ao encerrar o evento, Iêdes Soares reforçou que a governança tem papel essencial no funcionamento da rede e na implementação de políticas públicas educacionais. "Este seminário é mais que um momento de formação. É um convite ao fortalecimento de uma cultura de governança que deve estar presente em todas as nossas decisões, impactando diretamente o funcionamento da nossa rede", disse. A Secretaria de Educação segue investindo na qualificação de gestores e servidores, fortalecendo práticas que contribuem para uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e alinhada às necessidades das escolas e dos estudantes do Distrito Federal. *Com informações da SEEDF

Ler mais...

Thumbnail

Pontes para o Mundo 2026 tem nova data para prova de línguas estrangeiras

Atenção, estudantes inscritos no Pontes para o Mundo 2026. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou, nesta quarta-feira (17), a retificação do cronograma do processo seletivo do programa de intercâmbio estudantil do Governo do Distrito Federal (GDF). Com a alteração, a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras será realizada nos dias 27 e 28 de junho. O documento, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), também atualiza os prazos das próximas etapas da seleção. A atualização foi oficializada por meio da retificação do Edital nº 14/2026, que regulamenta a seleção de estudantes do ensino médio regular e do ensino médio integrado ou concomitante à Educação Profissional e Tecnológica (EPT). A iniciativa faz parte dos investimentos do GDF na ampliação de oportunidades educacionais para jovens da rede pública de ensino. "Entendemos que esse prazo adicional é importante para que as escolas envolvidas possam se organizar com mais segurança. Queremos que os estudantes façam a prova em um ambiente bem preparado e que todo o processo ocorra da melhor forma possível para todos os participantes", explica o coordenador do programa, David Nogueira. Com a mudança na avaliação de conhecimentos em inglês, espanhol e francês, as próximas etapas do processo seletivo também tiveram as datas ajustadas. O cronograma atualizado inclui novos prazos para divulgação de resultados, apresentação de recursos e entrega da documentação exigida dos candidatos classificados. Prova de conhecimentos em línguas estrangeiras do Pontes para o Mundo 2026 será realizada nos dias 27 e 28 de junho | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Os demais critérios e regras previstos no edital permanecem inalterados. A orientação da SEEDF é que os estudantes acompanhem os canais oficiais da secretaria para não perder os prazos das próximas etapas da seleção. Atravessar fronteiras O Pontes para o Mundo é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal executada pela Secretaria de Educação para proporcionar aos estudantes da rede pública uma experiência acadêmica e cultural no exterior. Os participantes selecionados terão uma imersão de 13 a 16 semanas, com atividades desenvolvidas integralmente na língua do país de destino e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades. Em 2025, 101 estudantes participaram do intercâmbio no Reino Unido. Na edição atual, foram ampliadas para 400 as vagas ofertadas, além da expansão dos destinos. Os selecionados poderão realizar a vivência acadêmica na Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte, Espanha, Canadá ou França. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Documento que debate educação digital da rede pública é lançado no DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) lançou o documento Competências Digitais no Currículo em Movimento, um conjunto de cinco volumes que visa a consolidar a educação digital em todas as etapas de ensino da rede pública. O material é fruto de um trabalho coletivo que revisita os objetivos de aprendizagem da rede para garantir o protagonismo de professores e estudantes na era da tecnologia e assegurar o exercício pleno da cidadania digital. Os cinco volumes foram estruturados para atender às especificidades de cada público da SEEDF. O material também inclui quadros-síntese e ferramentas práticas para auxiliar os docentes no planejamento pedagógico, permitindo a realização de atividades tanto com internet quanto com uso de equipamentos offline. Acesse os cadernos da coleção Competências Digitais no Currículo em Movimento neste link. Alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC Computação) e à Política Nacional de Educação Digital (PNED), o novo documento fornece as bases para o desenvolvimento de habilidades essenciais para o século XXI. A implementação ocorrerá de forma transversal em toda a educação básica, integrando a tecnologia às diversas áreas do conhecimento. Cinco volumes do documento "Competências Digitais no Currículo em Movimento" estão disponíveis no site da Secretaria de Educação do DF | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Para orientar o trabalho pedagógico, os documentos organizam as competências em três eixos fundamentais estabelecidos pela BNCC: - Pensamento computacional: focado na resolução de problemas de forma lógica, utilizando processos como algoritmos e reconhecimento de padrões. - Mundo digital: aborda o funcionamento técnico das tecnologias (hardware e software) e o entendimento da rede mundial de computadores. - Cultura digital: promove a participação ética, crítica e segura no ambiente virtual, combatendo a desinformação e incentivando a autoria. Com esse lançamento, a SEEDF reforça seu compromisso com uma educação inovadora, democrática e preparada para os desafios da sociedade conectada. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Iniciado o treinamento do Educacenso para fortalecer planejamento da rede

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) iniciou, nesta segunda-feira (1º), na Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), o Treinamento Educacenso 2026. Promovida pela Assessoria de Relações Institucionais (ARI), a formação segue até quarta-feira (3) e reúne mais de mil servidores das unidades escolares e das coordenações regionais de ensino (CREs), responsáveis pelo registro das informações que orientam o planejamento e a gestão da rede pública de ensino. Principal instrumento de coleta de dados da educação básica brasileira, o Educacenso reúne informações sobre estudantes, turmas, profissionais da educação, gestores e infraestrutura escolar. Coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o levantamento subsidia a formulação, o monitoramento e o aperfeiçoamento das políticas educacionais em todo o país. Durante a abertura, o secretário-executivo substituto da SEEDF, Jean François, destacou a importância da qualificação dos profissionais responsáveis pelo preenchimento do sistema. “A Secretaria de Educação, em parceria com o Inep, realiza esse treinamento do Educacenso pelo segundo ano consecutivo, um trabalho essencial, pois são essas informações que possibilitam a aplicação das nossas políticas públicas educacionais no Distrito Federal.” O gestor também ressaltou a dimensão do trabalho realizado pelos servidores da rede pública. “Esse momento possibilita reunir cerca de mil servidores da Secretaria de Educação, distribuídos nos três dias de formação. Cada matrícula feita, cada turma registrada e cada dado lançado sobre a infraestrutura mostram a secretaria real que nós precisamos conhecer para tomar decisões estratégicas e garantir uma educação pública de qualidade para todos os estudantes”, afirmou. Durante a abertura do evento, o secretário-executivo substituto da SEEDF, Jean François, destacou a importância da qualificação | Fotos: Mary Leal/SEEDF Dados que orientam políticas públicas O Censo Escolar da Educação Básica é uma pesquisa estatística anual realizada em parceria com secretarias estaduais, municipais e instituições de ensino públicas e privadas. O preenchimento é obrigatório e deve retratar a realidade observada na data de referência estabelecida pelo Inep. Responsável pela palestra de abertura, o técnico em informações educacionais do Inep, Henrique Santos, ressaltou que a qualidade dos registros influencia diretamente a construção das políticas educacionais. “O Censo Escolar é o principal levantamento estatístico educacional brasileiro. Por isso, é fundamental que ele seja realizado com informações verídicas das escolas, pois esses dados servirão de subsídio para a formulação e o acompanhamento das políticas na área da educação.” Henrique também apresentou as principais novidades da edição 2026. “Temos novos campos relacionados às dependências físicas das escolas e algumas modificações no formulário de turma para contemplar as novas diretrizes do novo ensino médio. Entre as novidades, está a inclusão dos campos referentes às salas de robótica e aos laboratórios dos cursos técnicos”, explicou. Informações que garantem inclusão Com mais de dez anos de experiência no preenchimento do sistema, a chefe de secretaria do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 de Brazlândia, Micheli Alencar, destaca que a precisão dos registros impacta diretamente o atendimento aos estudantes. “O que eu vejo como mais importante é a fidedignidade das informações que colocamos no Censo, principalmente em relação à quantidade de alunos e aos estudantes da educação especial. Esses dados ajudam a direcionar monitores, educadores sociais voluntários, pedagogos, psicólogos e outros profissionais necessários para atender essa demanda”, explicou. Segundo Micheli, o levantamento também contribui para garantir recursos e adaptações que ampliam a inclusão na rede pública. “As informações sobre os alunos são muito importantes para garantir, por exemplo, provas adaptadas nas avaliações de larga escala, materiais ampliados para estudantes com baixa visão e provas em Braille para alunos cegos. Tudo isso contribui para que esse público seja atendido de forma adequada.” O responsável pela palestra de abertura, 'O Retrato Oficial da Educação Brasileira', foi o técnico em informações educacionais do Inep, Henrique Santos Qualidade da informação O diretor de Informações Educacionais da Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Subtic/SEEDF), Alex Neviton, agradeceu o empenho das equipes envolvidas e reforçou a importância do trabalho colaborativo para a qualidade do levantamento. “O comprometimento de todos é essencial para garantir a qualidade dos dados coletados, algo que faz toda a diferença para o diagnóstico real das nossas escolas e para a formulação de políticas públicas mais eficientes.” Segundo o diretor, a responsabilidade dos profissionais envolvidos vai além do preenchimento dos formulários. “A precisão das informações inseridas no Educacenso é fundamental, pois serve de base para indicadores como o Ideb, além de orientar o repasse de recursos e a avaliação de programas educacionais. Nenhum sistema substitui o cuidado e a responsabilidade de cada profissional nesse processo.” Os dados produzidos pelo Educacenso são utilizados para orientar investimentos, acompanhar indicadores e apoiar ações voltadas à melhoria da educação. No Distrito Federal, a formação promovida pela SEEDF busca garantir que essas informações retratem com precisão a realidade das escolas, fortalecendo o planejamento, a gestão e a oferta de ensino para mais de 450 mil estudantes da rede pública. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Estudantes dos CILs do Guará e Taguatinga participam de encontro com cônsul da Irlanda

Estudantes dos centros interescolares de línguas (CILs) do Guará e de Taguatinga receberam, na última terça-feira (26), a cônsul da Irlanda, Sophie Mc Guirk. O encontro, realizado no CIL do Guará, promoveu o intercâmbio cultural e fortaleceu a prática da língua inglesa entre a comunidade escolar da rede pública. O evento foi promovido pelo Núcleo de Língua Estrangeira (Nele), subordinado à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), da Secretaria de Educação (SEEDF). Um dos integrantes da equipe técnica do Nele, Pedro Reis esteve presente no encontro e acompanhou a troca de experiências entre a cônsul e os alunos. Ele ressaltou a importância do momento para a vida acadêmica e pessoal dos discentes. "Quando eu era estudante de inglês, nunca tive oportunidade de falar com pessoas de outros países, ainda mais da qualidade da Sophie, que conhece bastante da própria cultura, capaz de incentivar de forma tão didática e interessante. Aproveitem esse momento”, celebrou Pedro. A cônsul da Irlanda, Sophie Mc Guirk, palestrou sobre a história e cultura irlandesa para os estudantes do CIL | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Há dois anos, Sophie reside no Distrito Federal a serviço da Embaixada da Irlanda. Apesar de morar no Quadradinho, ela já conheceu diversos estados brasileiros, como Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Goiás, Maranhão, Pará, entre outros. O intuito da conversa foi proporcionar uma breve imersão na cultura irlandesa, pouco conhecida pelos brasileiros, e incentivar a conversação em outro idioma entre os estudantes. “É uma boa oportunidade para os alunos poderem ouvir sobre um país que é um pouco diferente dos países maiores que falam inglês, como os Estados Unidos ou a Inglaterra. A Irlanda não é tão conhecida aqui no Brasil, e queríamos mostrar nossa cultura única e nossas tradições para os alunos”, afirma Sophie. Com a palestra em inglês, do começo ao fim, a cônsul falou sobre a capital da Irlanda, Dublin, e mostrou que as línguas oficiais faladas são o irlandês/gaélico, enquanto o inglês é a segunda língua oficial do país. A população é composta por mais de cinco milhões de pessoas, e um dos grandes festivais culturais do local, Saint Patrick’s Day, é comemorado em 17 de março. Diferenças culturais e curiosidades Ao responder às perguntas dos estudantes, a irlandesa falou um pouco sobre a diferença culinária entre os dois países. “Aqui no Brasil, eu gosto muito das frutas, de farofa, caipirinha e de churrasco. Da Irlanda, eu sinto falta dos queijos e também de alguns restaurantes muito bons”, contou. A vice-diretora do CIL do Guará, Príscila Mesquita, aproveitou cada momento com os estudantes Sophie explicou sobre a geografia irlandesa, como as províncias são divididas, e mostrou como a horticultura é forte no país, além de expor as paisagens naturais fascinantes. A cônsul também trouxe uma curiosidade sobre a Irlanda, um marco importante: a nação foi a primeira a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo por meio de um referendo popular, em 2015. A população votou majoritariamente a favor da mudança na constituição do país. Mudança de perspectiva Orgulhosa da participação dos estudantes, a vice-diretora do CIL do Guará, Príscila Mesquita, destacou a importância do evento: “É incrível ver que a língua estrangeira pública, gratuita e de qualidade faz com que os alunos mudem a perspectiva completamente, mudem a visão de mundo. Agora, eles estão escutando a cônsul da Irlanda e pensando: 'quando eu for lá'”. O Centro Interescolar de Línguas do Guará completou 30 anos, e, atualmente, oferece os idiomas inglês, espanhol, francês, japonês e português para estudantes migrantes internacionais. A diretora do CIL de Taguatinga, Monike Nascimento, surpreendeu-se com a simpatia da irlandesa. “A cônsul é jovem, acessível, educada, carismática, já é quase brasileira. Obrigada à Príscila, aos meus alunos por estarem aqui; nós estamos trabalhando e nos esforçando por vocês e para vocês, para que tenham oportunidades que não tivemos”, disse. Uma das discentes presentes no encontro e que também está na luta por uma das vagas do programa Pontes para o Mundo, Clara Maracaípe, 16 anos, aluna do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (CEMTN), salientou: “Eu já tinha muito contato com a cultura irlandesa, porque eu consumo muita mídia de outros países, então sei bastante sobre a história do país. Atualmente, eu faço inglês e espanhol, e acredito que, para todas as pessoas, é muito importante saber mais de uma língua; não só abre mais portas, mas dá facilidade de se comunicar com outras pessoas”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Aluna da rede pública do DF celebra título internacional de capoeira

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) comemora mais uma conquista da rede pública de ensino. A estudante Karine Rodrigues Macedo, de 16 anos, aluna Centro de Ensino Médio 417 e treina no Centro de Ensino Fundamental 316 de Santa Maria, conquistou, no último fim de semana, o título do Campeonato Volta ao Mundo Bambas (VMB 11), considerado o maior torneio internacional de capoeira do mundo, realizado em Brasília. Conhecida nas rodas como Tigresa, a estudante venceu a categoria destinada a atletas de 16 e 17 anos após superar uma adversária de São Paulo na grande final. A trajetória até o título foi marcada por persistência e evolução dentro das competições. Antes da conquista inédita, Karine acumulou participações com eliminações nas quartas de final, semifinal e um vice-campeonato na edição anterior. O resultado também evidencia o trabalho desenvolvido por servidores da rede pública de ensino do Distrito Federal. Responsável pela formação da atleta, o professor de educação física João Paulo Araújo Barbosa, servidor da SEEDF desde 2014, acompanha Karine no projeto de capoeira desde 2017, iniciativa realizada no contraturno escolar no CEF 316 de Santa Maria. “A Karine está comigo no projeto desde 2017. Hoje, com 16 anos, ela se tornou referência para muitos jovens de Santa Maria, do DF e do Entorno. Foi um processo construído com dedicação, amadurecimento e muito treino”, destaca o professor. Karine se tornou uma referência para muitas meninas e meninos capoeiristas em Santa Maria, no DF e no entorno | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a estudante, a capoeira representa mais do que resultados esportivos. “Gosto das medalhas, claro, mas gosto mais da adrenalina de competir e de poder conquistar meu espaço. A capoeira traz benefícios para a saúde e para a mente”, afirma Karine. Além do título internacional conquistado neste ano, a estudante também acumula outros resultados expressivos na modalidade. Em 2025, venceu a Copa Brasil de Capoeira. Em 2024, foi vice-campeã da mesma competição e conquistou o primeiro lugar nos Jogos Internacionais de Capoeira Axé Dendê, realizados em Paracatu (MG). Atualmente no 2º ano do ensino médio da rede pública do DF, Karine já projeta o futuro ligado ao esporte. “Quero fazer uma faculdade que consiga agregar no meu esporte, talvez educação física ou fisioterapia, e continuar praticando capoeira”, completa. A conquista reforça o papel da rede pública de ensino do Distrito Federal no incentivo ao esporte, à formação cidadã e ao desenvolvimento de talentos dentro e fora das salas de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Espaço de Leitura do programa Um DF que Lê estimula o contato com livros

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) inaugurou o Espaço de Leitura, iniciativa que integra o programa Um DF que Lê. Localizado no mezanino da entrada principal da sede do órgão, o ambiente oferece aos servidores e visitantes um acervo vasto composto por obras de autores consagrados e estreantes, pertencentes a diferentes gêneros literários. A ação é voltada para a promoção do livro e para a formação de leitores no âmbito da rede pública de ensino. Com proposta acolhedora e funcional, o Espaço de Leitura foi pensado para ampliar o acesso a diferentes tipos de literatura e materiais técnicos, além de incentivar ações culturais e pedagógicas voltadas a professores, profissionais da educação e à comunidade em geral. O acervo com mais de 800 obras é formado, principalmente, por doações de servidores e reúne gêneros diversos, como literatura infantojuvenil, romances, ficção, quadrinhos e obras técnicas da própria Secretaria de Educação, além de títulos de autores locais. A servidora da Gerência de Evolução Funcional (Gevof), Thaise da Costa Freitas, aprovou a ideia. “Com a crescente digitalização e a consequente diminuição do contato com livros impressos, esta iniciativa é particularmente importante, pois nos proporciona a oportunidade de revisitar e valorizar o livro, permitindo-nos imergir na história e cultivar a imaginação, algo que considero fundamental”, declarou. Localizado no mezanino da sede da SEEDF, o Espaço de Leitura é composto por um acervo com mais de 800 títulos e engloba vários gêneros literários | Foto: André Amendoeira/SEEDF O ambiente também foi planejado para receber atividades como oficinas, palestras e debates sobre livros, em consonância com os objetivos do programa Um DF que Lê, que busca fortalecer práticas de mediação de leitura e ampliar a circulação do conhecimento dentro da rede pública. Para a titular da Gerência das Políticas da Leitura, do Livro e das Bibliotecas (Gplei), Anelise Tonel Barcelos, o espaço representa uma ação estratégica dentro das políticas educacionais da pasta. “O Espaço de Leitura, no âmbito do Programa Um DF que Lê, constitui ação estratégica voltada à promoção do livro, da leitura e da formação de uma cultura leitora no ambiente institucional, em consonância com as diretrizes pedagógicas da rede pública de ensino e com as políticas públicas de incentivo à leitura. A iniciativa reafirma o compromisso da SEEDF com a valorização da leitura, da escrita e das expressões educacionais e artísticas, promovendo o acesso à cultura, estimulando a formação de leitores e incentivando a produção literária de autores locais”, afirmou. Conheça o espaço O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Ele é aberto a servidores, visitantes e à comunidade. No caso do público externo, a leitura é realizada exclusivamente no local. Já os servidores podem realizar empréstimos de obras, com prazo inicial de 15 dias, renovável por igual período. Além disso, o local dispõe de uma mesa de estudos individual com computador, mesas coletivas e pode ser utilizado para reuniões mediante agendamento, conforme regras disponíveis no repositório do programa. A SEEDF informa ainda que o acervo pode ser ampliado por meio de doações, desde que os materiais estejam em bom estado de conservação e se enquadrem nos gêneros aceitos pelo espaço: educação, ficção, poesia, literatura brasileira, infantojuvenil, entre outros. Participante de dois clubes de leitura, a servidora Lívia Barros ressaltou a diversidade de gêneros literários como um dos pontos fortes da iniciativa. “Eu adoro ler, faço parte de clubes de livros. Então, ter esse espaço com obras tão ecléticas, com um acervo diversificado, dentro do meu espaço de trabalho, me deixou muito satisfeita e orgulhosa”, disse. O catálogo completo do Espaço de Leitura pode ser conferido clicando aqui. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Caic de Brazlândia apresenta projeto de oralitura a representantes de todo o país

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, na terça-feira (5), um grupo de professores-pesquisadores de diferentes estados brasileiros para uma agenda de intercâmbio pedagógico promovida pela Rede de Trocas de Educação Integral, iniciativa do Ministério da Educação (MEC). O principal destaque da programação foi a apresentação do projeto “Quando as palavras criam o mundo: oralitura e identidade nos anos iniciais”, desenvolvido no Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Professor Benedito Carlos de Oliveira, em Brazlândia, onde a visita ocorreu. A proposta idealizada pelo coordenador do Caic, Antônio da Silva Junior, resgata metodologias de ensino do povo iorubá, grupo étnico africano que compõe a cultura afro-brasileira. Aplicado aos estudantes do Ensino Fundamental I, o projeto utiliza narrativas orais conhecidas como itans, histórias tradicionais da cultura iorubá que abordam valores como justiça, honestidade e respeito. Durante as atividades, os discentes escutam atentamente os relatos feitos pelo professor, refletem sobre os ensinamentos e, posteriormente, reescrevem as histórias a partir de suas próprias vivências. Para conhecer mais sobre a iniciativa, participaram representantes do Rio Grande do Norte, Maranhão e Pernambuco, todos envolvidos em projetos reconhecidos nacionalmente por práticas de excelência em educação integral em tempo integral. O encontro teve como objetivo fortalecer políticas públicas voltadas à educação integral, além de promover a troca de experiências entre redes de ensino de diferentes regiões do país. Apresentação do projeto “Quando as palavras criam o mundo: oralitura e identidade nos anos iniciais”, desenvolvido pelo coordenador do Caic, Antônio da Silva Junior | Fotos: Mary Leal/SEEDF Resposta às demandas pedagógicas O docente Antônio da Silva Júnior explicou que a proposta nasceu como uma resposta prática às demandas pedagógicas e sociais identificadas na unidade. “Tínhamos um índice muito baixo em proficiência de leitura e escrita, principalmente na escrita, por conta ainda das dificuldades da pandemia. Ao mesmo tempo, precisávamos responder à legislação vigente e enfrentar a tendência que a escola tem de tratar culturas não hegemônicas como menores. O projeto nasce para resolver essas questões”, afirmou. Ao abordar o conceito de itã, base da proposta pedagógica, o professor ressaltou a importância da oralidade como forma de preservação da memória e da identidade cultural do povo iorubá. Antônio observou que, historicamente, essas narrativas foram reduzidas apenas ao campo da mitologia africana, o que contribuiu para o seu afastamento dos espaços escolares. “A palavra itã significa narrativa, história. A função do itã é guardar a memória de um povo, mostrar a compreensão de mundo desse povo. É isso que mantém viva a identidade da minha comunidade e diz quem eu sou. No Brasil, essas narrativas foram vistas apenas como mitologia africana e, muitas vezes, associadas apenas à religião, enquanto outras mitologias são aceitas normalmente na escola”, pontuou Antônio. Dessa forma, a nova metodologia desenvolvida pelo educador busca fortalecer habilidades de escuta, interpretação e escrita, além de ampliar o repertório cultural dos alunos. A iniciativa também valoriza a oralidade como ferramenta pedagógica e elemento de construção da identidade cultural afro-brasileira. Resultados positivos no desempenho dos estudantes A experiência apresentou avanços significativos no desempenho dos discentes ao longo de 2025. Entre abril e outubro, período em que o protótipo do projeto foi aplicado às turmas do 5º ano, houve aumento expressivo nas notas dos participantes. A média das turmas envolvidas passou de 3,3 para 8,1, resultado que motivou a ampliação da proposta para todos os alunos do fundamental I, entre 6 e 11 anos de idade. Os docentes Elvis Vilela Rodrigues, Vinicius de Oliveira Mota e Antônio da Silva Junior na final da 3ª edição do Prêmio Educador Transformador | Foto Divulgação Sebrae/DF Segundo os dados apresentados pela escola, os estudantes passaram a produzir textos autorais com maior clareza estrutural e desenvolvimento narrativo, refletindo diretamente os impactos da metodologia aplicada em sala de aula. Antônio destacou que a prática busca aproximar os saberes presentes no currículo escolar das experiências culturais trazidas pelos próprios discentes. “O que a escola precisa é de uma comunicação entre os saberes garantidos no currículo e os saberes que essas crianças trazem das suas culturas. Em vez de tratar certas práticas como problema, nós incorporamos isso nas cartas produzidas pelas próprias crianças”, explicou o docente. O Caic Professor Benedito Carlos de Oliveira atende atualmente mais de 700 estudantes em regime 100% integral. A unidade é referência em educação integral na rede pública de ensino do Distrito Federal e desenvolve projetos voltados para o fortalecimento das aprendizagens, da convivência e da valorização da diversidade. Formação e intercâmbio de experiências A visita das delegações integrou as ações de formação continuada da SEEDF. A coordenadora de Educação Integral da Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Brazlândia, Juçara Roque, destacou a relevância do encontro. “Educação integral em tempo integral é a humanização dessa aprendizagem, porque o currículo não fica fechado, não é um currículo estanque. É uma educação humanizadora que dá oportunidade ao estudante de ampliar sua visão de mundo”, afirmou. Durante a visita, a coordenadora municipal das escolas de tempo integral de Olinda (PE), Magda Gonçalves, destacou a importância da Rede de Trocas. “Estamos conhecendo novas experiências e aprendendo com os projetos de outras redes. Acho que esse é o grande objetivo da Rede de Trocas: a cada lugar que a gente vai, aprendemos e também compartilhamos um pouco do que temos de mais rico nas nossas experiências”, afirmou. Destaque em prêmio nacional de educação Além de representar o Distrito Federal no encontro da Rede de Trocas, o docente Antônio da Silva Junior também esteve entre os três educadores do DF selecionados para a fase final da 3ª edição do Prêmio Educador Transformador, realizada na última semana, em São Paulo. Ao todo, 235 professores do Distrito Federal participaram da seleção. Em âmbito nacional, a premiação reuniu 6.639 docentes de todo o país com projetos voltados à inovação pedagógica, à formação profissional e à valorização de grupos historicamente minorizados. A iniciativa é promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com instituições educacionais. Outro participante, o professor Vinicius de Oliveira Mota foi o vencedor do prêmio Destaque DF na etapa nacional, na categoria Inclusão e Sustentabilidade na Educação. O educador apresentou o programa “Educação que Acolhe e TRANSforma”, iniciativa que promove uma rede de apoio para garantir a permanência de estudantes transexuais em três escolas da região do Guará. Também representou o DF o educador Elvis Vilela Rodrigues, do Recanto das Emas, que desenvolveu um aplicativo voltado aos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A proposta busca combater a evasão escolar por meio do monitoramento da frequência dos alunos e da oferta de cursos profissionalizantes e oportunidades de emprego. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

GDF orienta população sobre inscrição em creches no Riacho Fundo II

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) está presente na terceira edição do programa itinerante GDF na sua Porta, que começou nesta segunda-feira (4) e segue até sexta (8), no quadradão cultural do Riacho Fundo II, ao lado do restaurante comunitário. Durante a semana, a população poderá acessar diversos serviços, incluindo os educacionais, e receber orientações diretamente no local. A abertura da ação contou com a presença da governadora Celina Leão, da secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, além de outras autoridades, que acompanharam o início dos atendimentos e serviços públicos da comunidade. No local, a SEEDF disponibiliza diversos serviços por meio da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Núcleo Bandeirante, com orientações e encaminhamentos voltados à comunidade escolar. Entre os atendimentos oferecidos está o suporte para inscrição em creches públicas. Famílias que não conseguiram realizar o cadastro pelo telefone 156 podem fazer a solicitação diretamente no local. Após o registro, a etapa de validação documental deve ser concluída presencialmente na CRE. "O GDF na sua Porta é um programa muito singular, que vai resolver a questão de zeladoria, daquilo que incomoda o cidadão, com a presença do governo na cidade, ouvindo as demandas, dando ordens de serviço. E, por onde nós passamos, há transformação, aconteceu no Paranoá e no Itapoã. É também uma oportunidade de ouvir a população, as informações vão chegando e você vai dando gestão", destacou a governadora Celina Leão. "O GDF na sua Porta é, realmente, o governo com o olhar do cidadão", disse. SEEDF oferece atendimento à população com serviços de auxílio para inscrições em creche, orientações sobre programas estudantis e apoio da rede pública às famílias | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “Participar desta ação é uma forma de aproximar ainda mais a educação da comunidade. Esse espaço permite que a população tenha acesso facilitado a serviços essenciais, como inscrições em creche, orientações sobre assistência estudantil e informações sobre programas da rede pública. Nosso objetivo é garantir acolhimento, escuta e atendimento de qualidade, fortalecendo o vínculo entre a Educação e as famílias”, disse a secretária interina de Educação, Iêdes Soares Braga. Outros serviços educacionais Além disso, a equipe realiza consultas sobre lista de creches, verificação de vagas e informações sobre o programa Pé-de-Meia. A população também recebe orientações sobre assistência estudantil, como o Programa de Saúde do Estudante (PSE), Cartão Uniforme e Material Escolar, Programa de Transporte e Alimentação Escolar. Quando necessário, os cidadãos podem deixar o contato e aguardar a resposta da equipe técnica. Outro destaque da participação da SEEDF é a ação de busca ativa de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O trabalho tem como objetivo localizar alunos que interromperam os estudos, compreender os motivos da evasão e buscar alternativa para possibilitar o retorno à rede pública de ensino. Nesta edição, os atendimentos estão concentrados no Riacho Fundo II. No entanto, a Coordenação Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante atende também outras quatro regiões administrativas: Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Parkway e Riacho Fundo.  Todas as demandas registradas durante o evento são organizadas em formulário próprio, com dados básicos de atendimento. Depois dessa etapa, o acompanhamento das solicitações deve ser feito diretamente junto à Coordenação Regional de Ensino responsável. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Selecionado para participar de programa na Suíça, professor de escola pública do DF é recepcionado com festa na volta

Famosa pelos Alpes, chocolates e relógios, a Suíça também é lar de muito conhecimento e tecnologia. É no pequeno país europeu que está o maior acelerador de partículas do planeta, o Grande Colisor de Hádrons (LHC), na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern). E um professor da rede pública do Distrito Federal teve a chance de conhecê-lo pessoalmente. Felipe Lemos, que leciona física no Centro Educacional do Lago (CEL), no Lago Sul, foi escolhido para representar o DF em um programa que levou docentes de todo o país para o Cern. Nesta quarta-feira (29), ele retornou à escola com uma recepção especial. "O Cern é um sonho dos físicos, é talvez o laboratório mais avançado do mundo. Eu me inscrevi, deu certo e foi muito interessante, porque a gente se aprofundou no funcionamento do acelerador de partículas. Então, eu tive a oportunidade de estudar mais a fundo um tema que é parte do currículo, física de partículas, mas que ainda é pouco divulgado no ensino médio, pouco discutido", contou Felipe Lemos. Felipe Lemos, que leciona física no Centro Educacional do Lago (CEL), no Lago Sul, foi escolhido para representar o DF em um programa que levou docentes de todo o país para a Suíça | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo o professor, a experiência vai contribuir para o dia a dia em sala de aula, não apenas nos conhecimentos sobre física, mas na ideia de que, estudando, é possível chegar longe. "Acho que fica como um exemplo de que o estudo e a ciência podem te levar a lugares que talvez você nem imaginou", afirmou. Os estudantes já captaram essa percepção. "Tenho aula com o professor Felipe desde o meu 1º ano, e ele sempre foi um professor que focou em nos ensinar algo muito além da física. Então, sempre foi algo que ajudou a nos formar como cidadãos, como alunos, e com certeza essa bagagem internacional vai agregar pontos inimagináveis para o CEL. Quando a gente volta do exterior, e eu sei por experiência própria, a gente volta muito mais evoluído", apontou Giovanna Borba, 17 anos, aluna do 3º ano, que participou da primeira edição do programa Pontes para o Mundo. "Saber que um professor foi [para o exterior] me motiva muito. Se ele foi, significa que a gente pode conseguir também. Ele pode explicar o que a gente precisa saber, porque tem muita gente que fica insegura sobre ir, mas ele nos traz essa segurança por já ter ido", emendou Ana Clara Rodrigues, 16, estudante do 1º ano que sonha participar do Pontes para o Mundo. Felipe Lemos: "Acho que fica como um exemplo de que o estudo, a ciência podem te levar a lugares que talvez você nem imaginou" E a experiência de Felipe Lemos pode ainda ser um estímulo para outros docentes. "A gente é uma escola bilíngue, então tem essa valorização de experiências internacionais, e dentro do Brasil também. Então, só a possibilidade de ele ir já foi uma coisa que inspirou os professores a ficarem de olho em programas, em editais", ressaltou o diretor do CEL, Vitor Rios. "Para nós, é motivo de muito orgulho, porque a gente vê um professor nosso, da rede pública, que está procurando, que está buscando se qualificar e ter experiências que aprofundem o seu conhecimento. É uma oportunidade, inclusive, para a gente estimular outros profissionais. Quando um professor se habilita, a gente tem certeza de que isso vai repercutir, que vai voltar nas nossas escolas", arrematou a secretária de Educação, Iêdes Braga.

Ler mais...

Thumbnail

Dia Mundial da Educação é comemorado com ampliação de políticas públicas no DF

Compromisso, planejamento e investimento educacional. Nesta terça-feira (28), Dia Mundial da Educação, a rede pública de ensino do Distrito Federal celebra a data que reforça a importância da escola como espaço de aprendizagem, inclusão e transformação social. Em sintonia com essa premissa, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem ampliando políticas públicas e ações estratégicas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino, a permanência dos estudantes e a redução das desigualdades educacionais. Entre as principais ações desenvolvidas pela SEEDF estão programas como Alfaletrando, destinado à alfabetização; SuperAção, de recomposição das aprendizagens; Vozes das Infâncias; Horizontes Digitais; além da ampliação da educação em tempo integral e da educação profissional. As iniciativas são acompanhadas por políticas próprias de avaliação educacional, que ajudam a orientar decisões e a melhorar os resultados da rede. “A educação pública se transforma quando há planejamento, continuidade e responsabilidade com cada estudante. No Distrito Federal, temos trabalhado para fortalecer políticas que garantam mais aprendizagem, inclusão e oportunidades para nossos jovens e crianças”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga. Em 2025, o Distrito Federal alcançou 65% das crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, superando a meta prevista de 63% | Foto: André Amendoeira/SEEDF Resultados positivos A qualidade do ensino também é monitorada por avaliações como a ProvaDF, que permite identificar desafios e apoiar o planejamento pedagógico das escolas. Esse acompanhamento fortalece uma gestão baseada em evidências e na melhoria contínua. Os resultados positivos já aparecem em indicadores importantes. Em 2025, o Distrito Federal alcançou 65% das crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, superando a meta prevista de 63%. Em 2024, o índice havia sido de 59%. Também houve avanços no desempenho em língua portuguesa nos anos iniciais, além de melhorias na inclusão, no transporte escolar, na entrega de novas unidades e na modernização dos sistemas de gestão. Mesmo com os avanços, a secretaria reconhece desafios importantes, como a recomposição das aprendizagens após a pandemia da covid-19, a correção da distorção idade-ano, a ampliação da educação integral e o fortalecimento da formação continuada dos professores. Para os próximos anos, a SEEDF mantém uma agenda estratégica voltada para a alfabetização na idade certa, a expansão da educação infantil, o fortalecimento da educação profissional e tecnológica, a modernização da infraestrutura escolar, a valorização dos profissionais da educação e a preparação dos estudantes para o mundo do trabalho e para as novas tecnologias. “No Dia Mundial da Educação, reafirmamos que uma escola pública forte se constrói com políticas permanentes e olhar humano”, conclui Iêdes Braga. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

CED Gisno celebra 55 anos de educação pública do DF

O Centro Educacional (CED) Gisno reuniu estudantes, professores, gestores e ex-integrantes da comunidade escolar em uma série de atividades que marcaram as comemorações pelos 55 anos da instituição, na Asa Norte. A programação resgatou a trajetória da escola na rede pública do Distrito Federal e evidenciou sua atuação na formação de diferentes gerações. A participação da comunidade aparece como um traço constante ao longo da história do Gisno. Estudantes, profissionais da educação e ex-alunos mantêm presença ativa no cotidiano escolar e contribuem para um ambiente diverso e aberto ao diálogo. A cerimônia de abertura das comemorações foi realizada no último dia 24 e reuniu a comunidade escolar no auditório da unidade. No dia 25, as atividades ocuparam diferentes espaços da escola e também chegaram a outros ambientes de debate. O Encontro de Gerações reuniu ex-estudantes, professores e servidores que fizeram parte da trajetória da unidade. A programação contou ainda com a Noite Cultural da Educação de Jovens e Adultos e uma audiência pública na Câmara Legislativa, ampliando a discussão sobre educação pública. Representantes da gestão, estudantes e professores durante as comemorações | Foto: João Pedro Eliseu/SEEDF Comunidade como base Para o vice-diretor, Pedro Lopes, a identidade da escola se constrói na convivência com diferentes visões. “Nossa escola não tem medo das contradições. Queremos continuar sendo um espaço de diálogo, de pluralidade de ideias e, acima de tudo, um espaço onde o Brasil se constrói todos os dias”. Entre os estudantes, a participação também ganha destaque. O Grêmio Estudantil tem ampliado o diálogo com a gestão e fortalecido o protagonismo juvenil. “É fundamental para nós, estudantes, termos voz e sermos ouvidos. Com o grêmio, o acesso à gestão e à coordenação tornou-se mais simples para toda a comunidade. No Gisno, contamos com o apoio dos professores e mantemos uma relação de grande reciprocidade”, disse a discente Ana Clara Soares, de 16 anos. Olhar para frente Enquanto celebra a sua história, o CED Gisno passa por mudanças estruturais. A unidade está em processo de manutenção, com instalação de novos pisos e reforma dos laboratórios. A construção de quadras cobertas está em fase final de licitação e deve ampliar as possibilidades para atividades esportivas e pedagógicas. A escola também trabalha na implantação de um projeto de agrofloresta. A proposta integra educação ambiental e práticas pedagógicas, utilizando uma área de conservação existente no terreno da unidade. Aos 55 anos, o Gisno mantém a participação da comunidade como pilar e segue em processo de atualização, acompanhando as demandas da educação pública. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Em encontros, gestores são avaliados por ação feita nas escolas do DF

A Corregedoria da Secretaria de Educação (SEEDF) promoveu, na última sexta-feira (24), a culminância do projeto "De Ponta a Ponta...De Ponto a Ponto...Um Encontro!", parte do programa Corregedoria em Ação. O evento reuniu gestores das escolas que participaram dos encontros para um momento de escuta, troca e avaliação dos resultados. "Primeiro, a gente foi à casa deles — a gente chama de chão da escola. Agora, eles vêm aqui para conhecer a nossa equipe, trazer o que tiraram de proveito dessa ação e, caso tenham algo a apontar, que nos digam", explicou Ana Paula Gadelha, chefe da Corregedoria da SEEDF. A ação nasceu com um propósito claro de prevenir irregularidades antes que elas aconteçam. Desde outubro de 2025, a equipe da corregedoria visitou 18 escolas classes do DF durante os horários de coordenação coletiva, levando informações acessíveis sobre o regime disciplinar previsto na Lei nº 840/2011. Ao todo, 582 servidores foram atendidos — entre professores, coordenadores pedagógicos, diretores, vice-diretores, orientadores educacionais e outros profissionais da rede pública. A ação nasceu com o propósito de prevenir irregularidades antes que elas aconteçam | Foto: Felipe Noronha/SEEDF Nos encontros, é reforçado o diálogo. Nas visitas, a equipe apresentou os casos mais frequentes apurados pela Corregedoria, escutou relatos dos servidores e promoveu reflexões sobre conduta e responsabilidade profissional — sempre com respeito ao sigilo necessário. O retorno foi positivo. Paula Augusto da Silva, gestora da Escola Classe 502 do Itapoã Parque, descreveu o impacto da visita como um alerta necessário. "A gente se atentou a vários detalhes que estava deixando passar. Eu sabia, mas já não estava praticando. Foi muito esclarecedor, tanto para a equipe gestora quanto para os professores", contou. Ela chegou a pedir uma nova rodada do encontro com todos os funcionários da escola, incluindo terceirizados. A reunião marcou o fechamento do primeiro ciclo de visitas, mas não o fim do projeto. A intenção da Corregedoria é expandir a ação para os centros de ensino fundamental, ensino médio e demais segmentos da rede pública de educação do DF. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Iniciativa educacional amplia debate sobre povos indígenas e itinerantes na rede

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, na última semana, o Encontro Formativo Povos Indígenas e Itinerantes, reunindo pontos focais em direitos humanos das Coordenações Regionais de Ensino (CREs). A atividade ocorreu na sede da pasta e integrou a agenda de formação continuada voltada à inclusão e à valorização da diversidade cultural nas escolas. Conduzido pelo técnico da Gerência de Diversidade e Inclusão (GDIN), Erick das Neves, o encontro abordou fundamentos da educação escolar indígena, a chamada pedagogia da retomada, e o uso de referências e materiais produzidos por povos originários. A proposta foi alinhar práticas pedagógicas à realidade de estudantes indígenas e itinerantes presentes na rede pública. Educação e direitos humanos Para a diretora de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade, Patrícia Melo, a formação cumpre papel estratégico no enfrentamento de desigualdades dentro do ambiente escolar. “O ambiente escolar, muitas vezes, reflete as violências sistêmicas existentes na sociedade. Por essa razão, esses espaços de formação continuada e de letramentos em direitos humanos que promovemos, orientam e norteiam os profissionais da SEEDF no acolhimento aos estudantes e na garantia de seus direitos”, afirmou. A Secretaria de Educação do Distrito Federal realizou, na sede da pasta, o Encontro Formativo “Povos Indígenas e Itinerantes” | Foto: Mary Leal/SEEDF A gestora também destacou a necessidade de atualização permanente dos profissionais da educação. “São fundamentais e cada vez mais necessários para o conhecimento acerca da legislação vigente e das estratégias pedagógicas que promovem a inclusão e a equidade. Ainda há muito a avançar, mas essa formação de hoje sobre os Povos Indígenas e Povos Itinerantes nos alimenta a esperança no potencial de transformação das nossas instituições educacionais e no atendimento adequado e culturalmente sensível aos nossos estudantes indígenas”. Formação além do calendário Ao conduzir o encontro, Erick das Neves chamou a atenção para a importância de tratar o tema de forma contínua ao longo do ano letivo. “A pauta indígena não pode ficar restrita a abril. Ela deve ser um eixo permanente em todo o período letivo. Por meio desses ciclos formativos, nossa diretoria busca sensibilizar o olhar pedagógico, conferindo subjetividade e humanidade às normas técnicas que orientam o sistema educacional”, ressaltou. A programação ocorreu de forma concomitante ao Acampamento Terra Livre (ATL) 2026, que é a 22ª edição da maior mobilização indígena do Brasil, realizada entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano, em Brasília. Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o evento reuniu cerca de sete mil indígenas vindos de todo o Brasil, com foco nas demarcações de terras e no enfrentamento da crise climática. Diálogo ampliado Como desdobramento da programação, os participantes foram convidados a acompanhar o seminário “Cultura e pensamento indígenas: saberes que resistem, palavras que persistem”, realizado no Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. O encontro reuniu colaboradores da Revista Pihhy, educadores, pesquisadores e interessados na temática indígena, incluindo nomes de destaque, como Daniel Munduruku, Vangri Kaingang e Ana Maria Kariri. A publicação já conta com 12 edições online, além de minidocumentários e cerca de 20 audiolivros produzidos a partir de conteúdos de autoria indígena. A iniciativa também reforçou a importância de reconhecer e valorizar a produção intelectual indígena nos campos educacional e político. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

CIL 01 de Brasília recebe prêmio Colegio del Año 2025, da Embaixada da Espanha

O Centro Interescolar de Línguas (CIL) 01 de Brasília foi um dos premiados na 7ª edição do Concurso Colegio del Año en español, promovido pela Consejería de Educación da Embaixada da Espanha no Brasil em reconhecimento às instituições que se destacam na promoção da língua e da cultura hispânica em 2025. Escolas de todo o país participam da disputa dividida em três categorias: Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Centros de Línguas. O CIL 01 de Brasília conquistou o segundo lugar na categoria Centro de Línguas. O bom desempenho em sua primeira participação no certame é resultado da dedicação de um grupo formado por docentes de espanhol do centro. O projeto vencedor foi concebido pelas professoras Tatiane de Cássia Farias Brito, Fanny Guadalupe Mattos Carneiro e Adriana Ribeiro Magnone Ottoni. “Foram dias intensos de trabalho até a consolidação da proposta, com o apoio da direção do CIL 01 de Brasília em uma construção conjunta marcada por dedicação, parceria e muitos momentos de troca”, contou Adriana. A professora Tatiane de Cássia Farias Brito celebrou a conquista. “Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo da equipe de espanhol, que acredita em um ensino integrado entre língua e cultura, promovendo o uso significativo do idioma como ferramenta para ampliar experiências e atravessar fronteiras", disse. A honraria foi recebida pelos vencedores durante cerimônia realizada em 27 de março no Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, durante a abertura do 33º Seminário Espanhol no Brasil. O evento foi composto pela embaixadora da Espanha no Brasil, María del Mar Fernández-Palacios Carmona; o embaixador do Peru, Rómulo Fernando Acurio Traverso; a conselheira de Educação da Embaixada da Espanha no Brasil, Yolanda Rodríguez García; e o diretor-gerente do Colégio Miguel de Cervantes, Luis Alberto Rascado Iglesias. Uma comissão do CIL 01 compareceu à cerimônia para receber o prêmio. Além das professoras responsáveis pelo projeto selecionado, estiveram presentes, representando a instituição, a diretora, Dóris Scolmeister da Silva; a vice-diretora, Harumi Shimizu, e a docente Maria Letícia Silva Borges. Comissão formada pela direção e professoras de espanhol do CIL 01 de Brasília foi receber o prêmio em São Paulo | Foto: Divulgação/CIL 01 de Brasília Segundo a diretora Dóris, a premiação foi um momento de grande emoção e celebração. “Após o segundo lugar no concurso, o CIL 01 de Brasília passa a integrar uma rede de centros de espanhol no Brasil, reforçando o trabalho desenvolvido e renovando o entusiasmo para ampliar, cada vez mais, as experiências dos alunos com a língua espanhola”, apontou. Concurso Colegio del Año O concurso foi criado em 2019 com o objetivo de reconhecer o compromisso e as boas práticas de instituições públicas e privadas no ensino de espanhol no Brasil. Na edição de 2025, entre os seis finalistas, destacaram-se o CIL 01 de Brasília e o CIL de Ceilândia. Essa foi a primeira vez que o CIL 01 de Brasília participou da disputa. Entre os vencedores, estavam também o Centro Cearense de Idiomas, de Fortaleza (CE), que ficou em primeiro lugar, e o Centro de Estudo de Línguas (CEL) Benedito Fagundes Marques, de Franco da Rocha (SP), que conquistou a terceira colocação. Embora seja uma iniciativa de âmbito nacional, há critérios específicos para participar. Podem concorrer escolas públicas e privadas de educação básica que ofereçam ensino de espanhol em seu currículo, bem como centros de línguas vinculados às secretarias de Educação. Todavia, não podem participar instituições que já tenham sido premiadas em edições anteriores. Prêmios Os cursos vencedores recebem uma bolsa de formação docente, com destaque para a participação na Semana del Español Excelente, curso de atualização realizado na Universidade de Salamanca, na Espanha. Além da formação, os centros premiados também recebem cursos de formação online para professores, acesso a plataformas e bibliotecas digitais, materiais didáticos e recursos pedagógicos (livros, videotecas, ambientes virtuais etc.), participação em ações formativas e seminários de editoras especializadas, e participação na Rede de Centros de Excelência, promovendo intercâmbio e cooperação entre instituições, além do reconhecimento institucional, com a entrega de uma placa oficial do concurso. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Educação e PMDF realizam IV Seminário de Segurança Pública Escolar

Um ambiente escolar mais seguro será o foco do IV Seminário de Segurança Pública Escolar, programado para a próxima terça-feira (14), no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A iniciativa, fruto de parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), é da Polícia Militar (PMDF), por meio do Batalhão de Policiamento Escolar (Bpesc). O público-alvo são professores, orientadores e gestores da educação. As inscrições são gratuitas mediante preenchimento deste formulário. Com o tema “Proteger, prevenir e educar”, o seminário reunirá profissionais da educação, segurança pública e justiça para discutir estratégias de prevenção à violência nas escolas e fortalecimento da cultura de paz no ambiente escolar. A programação terá início às 8h30, e, logo pela manhã, haverá a palestra “Segurança pública preventiva no ambiente escolar: a escola como território de promoção da cultura de paz”, ministrada pela chefe da Assessoria Especial de Paz nas Escolas, professora Ana Beatriz Goldstein. “Esse seminário mostra que o trabalho de prevenção ao bullying e à violência nas escolas acontece o ano todo. A Assessoria de Cultura de Paz da Secretaria de Educação desenvolve ações contínuas, em parceria com outros órgãos, para promover a cultura de paz e tornar o ambiente escolar cada vez mais seguro”, destacou Ana Beatriz Goldstein. Com o tema “Proteger, prevenir e educar”, o seminário reunirá profissionais da educação, segurança pública e justiça para discutir estratégias de prevenção à violência nas escolas | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Ainda pela manhã, o major Leandro Lima da Silva, subcomandante do Colégio Militar Tiradentes (CMT), apresentará a estrutura, as estratégias operacionais e os resultados do Batalhão de Policiamento Escolar na promoção da segurança nas unidades de ensino. Ambiente digital e seus riscos No período da tarde, os debates abordarão os desafios contemporâneos enfrentados pela comunidade escolar. O delegado da Polícia Civil do DF, Fabrício Augusto M. Borges, falará sobre os riscos do ambiente digital e as implicações do anonimato. Encerrando a programação, as especialistas Lívia Borges Lopes e Rachel Heringer Salles conduzirão a palestra sobre bullying e cyberbullying. A atividade integra as ações do Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, celebrado em 7 de abril e instituído pela Lei nº 13.277/2016. A iniciativa também faz parte das ações articuladas pela Assessoria de Cultura de Paz da SEEDF, que desenvolve atividades voltadas à prevenção da violência e à promoção de um ambiente escolar mais seguro, respeitoso e acolhedor ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Desafio Liga Jovem mobiliza estudantes do DF a criarem com inovação

A Secretaria de Educação (SEEDF) lançou, nesta quarta-feira (8), a 4ª edição do Desafio Liga Jovem, uma das principais competições estudantis de empreendedorismo do país. O lançamento reuniu gestores, coordenadores regionais de ensino e representantes da pasta no auditório do Sebrae-DF, no SIA. Voltado a estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental, do ensino médio e da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), o desafio propõe que jovens criem soluções tecnológicas para problemas reais do cotidiano escolar ou da comunidade. Aplicativos, jogos, produtos ou serviços estão entre as possibilidades. "É uma alegria imensa fazer o lançamento da quarta edição do Desafio Liga Jovem. O programa busca desenvolver competências nos jovens, enxergar as suas realidades e criar ideias que façam um mundo melhor", destacou a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga. As equipes, formadas por dois a cinco estudantes e um professor orientador, terão como missão desenvolver e apresentar um protótipo funcional. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto Ideias do Futuro e o Sebrae-DF, que oferecerá oficinas, palestras e mentorias presenciais e online ao longo da competição. O desafio Liga Jovem, uma das maiores competições educacionais de empreendedorismo do país | Foto: Mary Leal/SEEDF Além da inovação, os projetos deverão dialogar com o currículo escolar e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O histórico do programa mostra o alcance da iniciativa. Na última edição, foram cerca de 55 mil inscritos em todo o Brasil. No Distrito Federal, participaram 17 escolas públicas, com 63 equipes, sendo 12 do ensino fundamental e 51 do ensino médio. Para 2026, a expectativa é ampliar a adesão e alcançar ainda mais unidades da rede. Fernando Leite, gestor do Sebrae para o ensino médio, EPT e EJA, destacou o impacto do projeto na trajetória dos estudantes. "Na segunda edição, levamos uma equipe que nunca tinha viajado de avião para São Paulo, onde os alunos conheceram startups e uma feira de inovação. A ideia deles era reaproveitar cadernos usados para fabricar novos. Isso os levou a um universo que eles nem imaginavam que existia", contou. A premiação também chama a atenção. A equipe vencedora ganhará uma viagem internacional, prevista para o primeiro semestre de 2027. O segundo lugar será contemplado com um notebook, e o terceiro, com um celular. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Museu da Educação é inaugurado na sede da SEEDF

Criado para preservar e difundir a memória da educação local, o Museu da Educação do Distrito Federal (Mude) foi inaugurado na última quarta-feira (1º) no Shopping ID, local da sede da Secretaria de Educação do DF (SEEDF). Com o objetivo de fortalecer identidade da escola e do professor, e a contribuição para a qualidade e a renovação dos processos educativos, o espaço reúne um acervo de objetos e documentos preservados pela Universidade de Brasília (UnB). Estiveram presentes na cerimônia de abertura a então secretária de Educação, Hélvia Paranaguá; o secretário-executivo da SEEDF, Isaias Aparecido; a então subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga; a professora da SEEDF e presidente da Comissão de Criação, Implantação e Implementação do Museu da Educação do Distrito Federal (Ceme), Martita Icó; a professora aposentada e coordenadora do projeto, Eva Waisros Pereira; o membro da Ceme, Wagner Barja, além de outros colaboradores e servidores da pasta. De acordo com Hélvia Paranaguá, a inauguração do espaço foi um momento histórico para o Distrito Federal e a realização de um sonho antigo. “É uma oportunidade de reconhecer valores e preservar a trajetória de quem constrói todos os dias a educação pública do DF”. A cerimônia de abertura do Museu da Educação ocorreu na última semana de março | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Os objetos e documentos que compõem a exposição de longa duração do museu foram preservados pela UnB, que abrigou o Mude por mais de 30 anos. A coleção apresenta um recorte da história da educação no Distrito Federal desde 1957. Em 2015, foi criado o banco de dados, abastecido com conteúdos referentes à história da educação de Brasília, permitindo o acesso remoto ao acervo via internet. Colaboração Qualquer pessoa física ou jurídica pode colaborar com a iniciativa na condição de voluntário ou parceiro. Quem quiser doar algum material relacionado à memória da educação no DF pode contatar o museu, onde a doação será analisada conforme alguns critérios, inclusive o estado de conservação. O acervo reúne documentos históricos, vídeos, fotografias, mobiliário das escolas, materiais didáticos, diplomas, lousas, canetas, cartilhas de alfabetização, livros didáticos, livros infantis, livros de leitura, cadernos, ábaco, jogos pedagógicos, pastas escolares, merendeiras, cartazes, mimeógrafos, projetores, boletins, cadernetas escolares e outros. A respeito dos recursos oferecidos pelo local, a professora da SEEDF e presidente do Ceme, Martita Icó, informou que a proposta é tornar o museu cada vez mais inclusivo. “O museu é de todos e para todos. Museu tem essa característica de abarcar todos os tipos de público. Hoje ele conta com audiodescrição, mas vamos implementar outras ferramentas para ampliar a acessibilidade”, declarou. O acervo é formado por objetos, documentos e outros itens que contam a história da educação do DF Outro desejo é desenvolver o projeto Mude Móvel para levar parte da exposição para as escolas e espaços culturais. “A ideia é garantir que todos possam conhecer a exposição e torná-la mais interativa”, apontou. O museu está aberto ao público em geral, a entrada é gratuita e o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, no 2º subsolo do Shopping ID. Gestores escolares que desejem levar os alunos para conhecer a exposição podem entrar em contato pelo e-mail portalmude@gmail.com para agendar a visita. Outras informações sobre o Museu da Educação podem ser obtidas pelo site: http://www.museudaeducacao.com.br. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Secretaria tem novo comando com educação em tempo integral como uma das prioridades

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) tem uma nova secretária. Nomeada nesta quinta-feira (2), Iêdes Soares Braga assume o lugar da professora Hélvia Paranaguá, que ficou na gestão da pasta nos últimos cinco anos. Graduada em letras, com especializações em educação especial e língua portuguesa e mestrado em psicologia pela Universidade Católica de Brasília, Iêdes, assim como Hélvia, é professora da rede pública. Na última quarta-feira (1º), uma cerimônia marcou a transmissão de cargo entre as gestoras.  "Não encerramos apenas uma gestão. Encerramos um ciclo de transformação profunda, estruturada e comprometida com resultados", declarou Hélvia durante o evento. Ela relembrou que assumiu a educação pública do DF em plena pandemia e que, ainda assim, a rede avançou em frentes estruturais. "Precisávamos enfrentar com coragem as desigualdades históricas, recompor aprendizagens e reposicionar a escola pública como espaço de oportunidade real. E fizemos isso com ação concreta", afirmou. Entre os marcos da gestão que se encerra estão a consolidação de programas de alfabetização na idade certa, como o Alfaletrando e o SuperAção, a expansão do ensino técnico para mais de 16 mil estudantes, a entrega de 17 novas escolas, a construção de 1.257 salas de aula e a conquista do índice de 100% de unidades escolares conectadas à internet — feito inédito entre os estados brasileiros, segundo dados do Inep. Hélvia Paranaguá passa o cargo de secretária de Educação para Iêdes Braga | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Além disso, outro marco importante foi a criação do programa de intercâmbio estudantil, que, em 2025, enviou 102 alunos ao Reino Unido. Este ano, o programa quadruplicou as oportunidades e levará 400 jovens para sete países, incluindo agora França, Canadá e Espanha. Hélvia também destacou avanços na alimentação escolar — o cardápio saltou de 28 para 83 itens —, na valorização dos profissionais da educação, com a nomeação de 15.360 servidores, e na ampliação das creches, com a construção de 27 novas unidades. "Nada disso foi improviso. Foi decisão política, foi planejamento, foi execução e, acima de tudo, compromisso com a educação pública", ressaltou. Continuidade e ampliação como marcas do novo começo Ao receber a missão de comandar a SEEDF, Iêdes Braga deixou claro que a gestão que se inicia não pretende romper com o que foi construído. "Recebo esse legado com respeito institucional e compromisso ético — não para substituí-lo, mas para honrá-lo, preservá-lo e levá-lo ainda mais longe", disse a nova secretária. Entre as prioridades anunciadas estão a ampliação da educação em tempo integral para crianças do 1° e 2° período da educação infantil e a expansão do atendimento em creches em regiões de maior vulnerabilidade do DF. "Estamos chegando nas comunidades que mais precisam", afirmou Iêdes, citando regiões periféricas que estão na fila para receber novas estruturas. A nova secretária também anunciou que vai encaminhar a solicitação de assento no Conselho de Educação no DF para representantes de instituições parceiras que ofertam atendimento educacional em creches. Ao longo de 30 anos de carreira dentro da educação pública do Distrito Federal, ocupou cargos que vão da vice-direção do Centro de Ensino Especial 01 de Taguatinga à Diretoria de Ensino Especial, passando pela Coordenação-Geral de Acessibilidade na Escola no Ministério da Educação e pela Assessoria Especial da Secretaria da Mulher do DF. Mais recentemente, atuava como subsecretária de Educação Básica da SEEDF. Sobre o tom da nova gestão, Iêdes afirmou: "Assumo com um compromisso objetivo: continuidade com responsabilidade, estabilidade com firmeza e avanço com confiança. Educação não admite descontinuidade. Exige coerência, consistência e visão de longo prazo". Ao lado dela na nova gestão permanecerá o secretário-executivo Isaias Aparecido, parceria que a própria Iêdes definiu como indispensável. "Você reúne algo raro: conhecimento técnico, leitura estratégica e experiência concreta de execução. Seguimos juntos", declarou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Dez horas dentro de uma creche do DF: a única UF que tem 100% das creches com tempo integral

À primeira vista, a entrada do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Flor de Magnólia, no Riacho Fundo II, pode parecer uma creche comum: colunas de ferro entrelaçadas por grades de alumínio. Mas para as 188 crianças e bebês matriculados no local, ela é muito mais do que isso: é por lá que os pequenos passam, de segunda a sexta-feira, às 7h30, para iniciar uma jornada diária de aprendizado e descobertas. Ao chegar às salas, tiram os sapatos e seguem com as tias, como as professoras são chamadas pelas crianças, para o refeitório. Entre risadas e brincadeiras animadas, é ali que é servido o café da manhã. O cardápio, elaborado por uma nutricionista da rede, é passado semanalmente às famílias. Entre os alimentos oferecidos nessa primeira refeição estão mingau, cuscuz, frutas e bolo. A rotina nas creches do DF combina alimentação balanceada, atividades pedagógicas e convivência com os colegas. Depois de fazerem a primeira refeição do dia, as crianças voltam às salas para dar início às atividades pedagógicas. Um dos momentos mais aguardados é a chamada “rodinha”. Sentados em círculo, os pequenos participam de cantigas, musicalização, conversas em grupo e contação de histórias. É ali que surgem as primeiras interações do dia e onde muitos começam a se soltar — e também onde se revela a forma como o aprendizado ocorre nas creches. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos. Isso não significa que temas como cores, números e letras fiquem de fora da rotina, mas eles aparecem de forma indireta, sempre adaptados à idade de cada turma e mediados por brincadeiras, objetos, tintas, papéis, músicas e histórias. Na prática, um mesmo tema pode mobilizar toda a creche, que atende crianças de 4 meses a 4 anos, mas com propostas diferentes para cada faixa etária. O objetivo, segundo a equipe pedagógica, é fortalecer o desenvolvimento sensorial, cognitivo, motor e social. A ideia é que as experiências ajudem a formar repertório, memórias e bases mais sólidas para a etapa seguinte da vida escolar, quando começa a alfabetização propriamente dita. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na sequência, logo após a “rodinha”, as atividades seguem com pintura, colagem, modelagem com massinha e jogos educativos. Ao longo da manhã, os pequenos ainda têm um intervalo para explorar o parquinho e os espaços externos da creche. É justamente nesse convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos. A servidora pública Sthephanie Ribeiro matriculou a filha de 11 meses na unidade há poucas semanas e diz que a adaptação já trouxe resultados. “Foi uma decisão difícil no início, porque a gente gostaria de ficar sempre com os filhos. Mas eu percebo que ela já está mais sociável, começou a dar beijinhos e está quase andando. A convivência com outras crianças ajuda muito”, diz. Enquanto a manhã avança, “o dia letivo” segue movimentado. Depois das atividades e das brincadeiras no parquinho, chega a hora da segunda refeição: um lanche leve, geralmente uma fruta fresca. Em seguida, os pequenos voltam às atividades lúdicas, com brinquedos de montar, jogos coletivos e novas explorações pelo pátio da unidade.   Segundo os pais, essas experiências ajudam a desenvolver a coordenação motora e estimulam a curiosidade das crianças. Para o empresário Rodrigo Matos, foi esse cuidado que chamou sua atenção ao matricular o filho, diagnosticado com autismo. “No começo, ficamos apreensivos. Mas logo percebemos que ele foi acolhido. Hoje ele pede para vir para a escola. A evolução é visível. Ele está mais tranquilo, mais sociável e a adaptação foi muito positiva”, relata o pai. “Até o remédio que ele toma está diminuindo por causa da convivência com a escola”, completa. É no convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Chegou a hora do almoço Por volta das 11h, o movimento no refeitório recomeça. É hora do almoço. O cardápio, também planejado por nutricionista da rede, inclui pratos balanceados, como arroz, feijão, carnes ou frango, além de legumes e verduras. Os bebês mais novos fazem a refeição nas próprias salas, acomodados em cadeirinhas apropriadas. Já as crianças maiores seguem para o refeitório, onde mesas e cadeiras foram pensadas para o tamanho de cada faixa etária. Depois de uma manhã cheia de atividades, chega o momento de desacelerar. É a hora do descanso. O período de sono costuma se estender até 13h30. Ao acordarem, as crianças passam por uma nova rotina de cuidados. Penteiam o cabelo, tomam banho e se preparam para as atividades da tarde. Em seguida, é servida a quarta refeição, com frutas, biscoitos ou lanches leves. O restante da tarde costuma ser marcado por atividades mais livres e recreativas, muitas vezes ao ar livre. Rodas de música, jogos coletivos e brincadeiras com bola ajudam a manter o ritmo até o fim do dia. Por volta das 16h acontece a última refeição: o jantar. Depois da alimentação, as equipes organizam a higienização das crianças, trocam roupas quando necessário e registram na agenda escolar as atividades do dia para compartilhar com as famílias. A partir das 17h, os portões começam a abrir novamente. Pais e responsáveis chegam para buscar os filhos, que aos poucos deixam a creche depois de mais um dia de aprendizado, brincadeiras e convivência. Dez horas nas creches do DF A cena se repete em todas as creches públicas do Distrito Federal. Atualmente, a rede pública e as parcerias com instituições privadas atendem crianças em regime integral, sendo a capital federal a única UF que tem 100% das creches com essa carga horária. Ao todo, a rede do DF tem 41.741 vagas e 36.402 crianças já matriculadas, fora as que estão encaminhadas às creches. Ao todo, são 73 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), estruturas construídas ou administradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), além de 72 instituições parceiras, 133 unidades particulares atendidas pelo Cartão Creche e duas escolas da rede pública distrital. Segundo a ex-secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o atendimento nas creches faz parte do processo educacional das crianças desde os primeiros anos de vida. “Durante muito tempo a creche foi vista apenas como assistencialismo, mas desde a Constituição de 1988 e a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional] ela passou a ser educação. É ali que a criança começa a ser estimulada, conviver com outras crianças e aprender a socializar”, afirma. De acordo com a ex-secretária, o investimento na ampliação da rede permitiu expandir o acesso das famílias ao atendimento em tempo integral. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal construiu 28 Cepis, dos quais mais de 20 já foram oficialmente inaugurados. “Esse estímulo e esse cuidado são fundamentais nessa fase da vida. A criança fica bem assistida, aprende, evolui e a família pode trabalhar com tranquilidade”, acrescenta Hélvia Paranaguá. Todas as creches vinculadas ao órgão funcionam em período integral de 10 horas diárias e dispõem de cinco refeições por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Para a ex-secretária, o modelo também tem impacto social. “Na creche em tempo integral, a criança tem cinco refeições. Ela aprende mais, está mais protegida e vai para casa bem alimentada”, afirma. A diretora do Cepi Flor de Magnólia, Tatiane Maria de Jesus, conta ainda que as equipes acompanham diariamente a evolução de cada aluno. “Existe uma observação contínua. Temos um diário de bordo onde são registradas as atividades e o desenvolvimento das crianças. Assim conseguimos acompanhar o progresso e compartilhar essas informações com os pais.” Expansão da rede A ampliação da rede de creches tem sido uma das estratégias para ampliar o acesso ao atendimento na primeira infância no Distrito Federal. Em 2019, a fila de espera por uma vaga em creche era de 24 mil crianças. Nesses sete anos, o GDF construiu 27 Cepis distribuídos pelas regiões administrativas — além de ampliar a lista de creches conveniadas. Com isso, hoje, há mais vagas abertas do que crianças aguardando.

Ler mais...

Thumbnail

Estudantes do CEF 102 Norte visitam a exposição Universo Espacial — A Terra é Azul

Cerca de 70 estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 102 Norte participaram, nessa terça-feira (24), da inauguração da exposição Universo Espacial — A Terra é Azul, no Brasília Shopping. A visita começa no hall das torres do shopping, com uma linha do tempo sobre a história do Programa Espacial Brasileiro, e segue para um espaço com atividades práticas, como jogos e simulações. O público também pode ver de perto trajes espaciais, entender como funciona a rotina dos astronautas no espaço, além de conferir uma réplica do foguete Saturno V, um dos marcos da corrida espacial. Os alunos se encantaram com a experiência. Kevin Sousa dos Santos, de 12 anos, visitou pela primeira vez uma exposição desse tipo. “Estou achando muito legal. Gostei dos jogos, das atividades e, principalmente, da roupa do astronauta que foi para a lua”, disse. Ele também comentou sobre a possibilidade de, no futuro, viajar para o espaço. “Não sei se eu iria, mas seria muito bom ter essa oportunidade”, completou. Já Luiz Henrique Nunes, de 11 anos, contou que tinha interesse pelo tema antes mesmo da visita. “Eu já pesquisei várias coisas sobre o universo. O que mais me chamou atenção foi descobrir como é a Lua e entender melhor sobre o astro”, explicou. A mostra oferece uma experiência acessível, com mediação de monitores e conteúdos autoexplicativos | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Aprender na prática A professora de geografia Carine de Andrade Silva acompanhou a turma e falou sobre a importância da atividade para o aprendizado. Segundo ela, a exposição ajuda a tornar o conteúdo mais concreto para os estudantes. “É muito interessante, porque eles conseguem ver na prática o que a gente ensina. Fica mais fácil entender sobre o sistema solar, as viagens espaciais e até a participação do Brasil nesse cenário”, explicou. A educadora também afirmou que o tema será trabalhado em sala após a visita. “Vamos abordar assuntos como gravidade, satélites e a história do Marcos Pontes, reforçando o que eles aprenderam aqui”, disse. Em 2026, o Brasil celebra duas décadas de um dos momentos mais marcantes de sua história científica, a Missão Centenário. Em 29 de março de 2006, o astronauta e senador da República Marcos Pontes levou a bandeira nacional ao espaço a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, com destino à Estação Espacial Internacional. Ao lado dos cosmonautas Pavel Vinogradov e Jeffrey Williams, ele tornou-se o primeiro brasileiro a participar de uma missão espacial. Alunos participam de atividades interativas durante a exposição, descobrindo na prática como funciona o universo espacial O nome “Missão Centenário” homenageia os 100 anos do voo do 14-Bis, de Santos Dumont, conectando o passado pioneiro da aviação ao futuro da exploração espacial. Segundo um dos organizadores da mostra, José Victor Cruz, a iniciativa também marca os 32 anos da Agência Espacial Brasileira e os 20 anos da viagem histórica. “Aqui, o público pode conhecer objetos utilizados em missões, entender como é a vida dos astronautas e aprender mais sobre a trajetória do Brasil no setor espacial”, afirmou. O organizador explica ainda que a proposta é aproximar a ciência do público de forma prática e envolvente. Os visitantes, especialmente estudantes, participam de atividades interativas, como jogos educativos e simulações. A exposição fica aberta ao público gratuitamente até 12 de abril. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Programa Pontes para o Mundo chega à segunda edição com mais vagas e mais países

As portas do planeta, mais do que nunca, voltarão a se abrir aos estudantes da rede pública do Distrito Federal. A segunda edição do programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação (SEEDF), foi lançada oficialmente nesta segunda-feira (23), em cerimônia no Cine Brasília, com presença do governador Ibaneis Rocha. “Quando a Mayara [Noronha Rocha, primeira-dama do DF] e a Hélvia [Paranaguá, secretária de Educação] me apresentaram esse programa no ano passado, eu disse: ‘olha que maravilha, isso vai ser um grande sucesso, vai gerar para esses adolescentes uma oportunidade que pouquíssimas pessoas no país têm’. Vocês têm que olhar para esse programa e pensar em quantos gostariam de estar nesse lugar, quantos precisariam dessa experiência para poder crescer na vida. Então, é um programa realmente belíssimo”, exaltou o chefe do Executivo, em discurso a jovens da rede pública. Ibaneis Rocha: "Vocês têm que olhar para esse programa e pensar em quantos gostariam de estar nesse lugar, quantos precisariam dessa experiência para poder crescer na vida. Então, é um programa realmente belíssimo” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Esse é um dos programas que investem diretamente na qualificação dos nossos estudantes. Vocês vão acabar sendo referência, exemplos para os colegas que estão nas escolas de vocês, para os jovens que estão na mesma rua brincando com vocês, acompanhando ali a sua trajetória de vida”, completou a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha.   Criado no ano passado, o Pontes para o Mundo levou 102 estudantes da rede pública para um intercâmbio de até três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa será ampliado. O número de alunos participantes subirá para 400, e, além das quatro nações que compõem o Reino Unido, serão incluídas instituições no Canadá, na França e na Espanha. “Esse é um dos programas que investem diretamente na qualificação dos nossos estudantes. Vocês vão acabar sendo referência, exemplos para os colegas que estão nas escolas de vocês, para os jovens que estão na mesma rua brincando com vocês, acompanhando ali a sua trajetória de vida”, destacou a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha “Se eu estou eufórica, imagina os estudantes da rede pública de ensino, porque agora nós ampliamos o Pontes para o Mundo. Então, meninos, a oportunidade está batendo na porta de vocês. Abracem, estudem, leiam o edital quando sair, e vamos voar, viajar, sonhar e conhecer um mundo que está se descortinando diante dos olhos dos nossos estudantes”, convidou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Mudança de vida Giovanna Borba, estudante do 3º ano no Centro Educacional do Lago (CEL), foi uma das participantes em 2025 e exaltou a experiência. “Eu nunca tinha saído do país antes, então, o Pontes realmente abriu essa porta enorme na minha vida”, definiu. “Quando descobri que ia participar, a expectativa foi muito alta, porque era a realização de um grande sonho não só meu, mas de muitos estudantes. Eu fui para um college chamado NPTC, no País de Gales, onde consegui estudar geopolítica, ciência, em uma infraestrutura muito incrível. Também tive uma família lá muito acolhedora e consegui aproveitar o máximo da cultura do Reino Unido, porque a gente se imerge de todas as formas”, acrescentou. "Abracem, estudem, leiam o edital quando sair, e vamos voar, viajar, sonhar e conhecer um mundo que está se descortinando diante dos olhos dos nossos estudantes”, convidou Hélvia Paranaguá, secretária de Educação do DF Testemunho semelhante ao de Hugo Galdino, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, que, no ano passado, foi para a Inglaterra: “É um choque cultural muito grande ir para fora, você tem a oportunidade de ver pessoas diferentes, histórias diferentes. É algo fantástico". Já as amigas Ana da Cruz e Joana de Andrade, ambas com 17 anos, vivem a expectativa de conquistar uma das vagas deste ano. “Participar desse processo não é nada fácil, mas, quando você vê pessoas ao seu redor, pessoas que são próximas de você, vivenciando um sonho que é seu, você se imagina naquele cenário. E eu sempre sonhei. Entrei no CIL [Centro Interescolar de Línguas] no 6º ano, então já tem muito tempo que eu estudo outra língua, e receber essa oportunidade nesse momento é como uma luz”, pontuou Ana, que estuda no Centro de Ensino Médio (CEM) 3 do Gama. "É uma experiência que é um sonho. Acho que eu não teria uma oportunidade dessa de passar três meses. É muita coisa e não é algo muito dentro da minha realidade. Então, quando eu fiquei sabendo do Pontes para o Mundo, foi uma porta realmente que se abriu para mim e eu pensei ‘preciso muito ir’”, emendou Joana, aluna do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama. “Eu nunca tinha saído do país antes, então, o Pontes realmente abriu essa porta enorme na minha vida”, afirma a estudante Giovanna Borba Revista Quando retornarem ao Brasil, os estudantes selecionados descreverão os aprendizados em artigos a serem publicados na revista Com Censo Jovem, projeto de iniciação científica para adolescentes da Secretaria de Educação. Uma prova de que a experiência não acabará na volta para casa. “Nós firmamos uma parceria com o Pontes para o Mundo, então é algo a mais nessa volta dos meninos da segunda edição dos países em que eles vão fazer o intercâmbio. É a publicação de um dossiê temático, com a experiência retratada na revista. Porque é uma experiência enriquecedora, e a revista tem essa parceria com o programa no protagonismo estudantil, que é um pilar importantíssimo no ensino médio e que eles vão continuar exercendo mesmo após o retorno”, destacou a professora Daphne Leandro, editora-chefe da publicação.

Ler mais...

Thumbnail

GDF lança atualização revisada do Manual da Secretaria Escolar

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) lançou, na última quinta-feira (19), o Manual da Secretaria Escolar 2026, em cerimônia realizada no Auditório Neusa França. O documento marca a primeira atualização do manual desde 2018 e reúne orientações sobre procedimentos administrativos, escrituração escolar e a aplicação da legislação educacional vigente. O evento reuniu os titulares das 14 coordenações regionais de ensino e os chefes de unidades regionais de planejamento educacional e de tecnologia da educação da SEEDF. O documento reúne orientações atualizadas sobre procedimentos administrativos, escrituração escolar e aplicação da legislação educacional vigente | Fotos: Mary Leal/SEEDF A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou o significado da data para a pasta. "Hoje é um dia muito importante. A última vez que esse movimento foi realizado foi em 2018, e muita coisa mudou desde então. A casa avançou", afirmou, acrescentando que o momento também reflete o esforço coletivo de construção de um sistema de gestão mais sólido. "Tudo o que está em construção precisa de ajuste, de correção de rumos, e é exatamente para isso que estamos aqui." O manual tem como objetivo orientar, padronizar e sistematizar os procedimentos das secretarias escolares, garantindo a regularidade dos registros acadêmicos e a validade dos atos educacionais. Para a subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF, Francis Ferreira, o documento é peça central na defesa do direito à educação. "A escrituração escolar e a gestão adequada dos registros acadêmicos são dimensões centrais da garantia do direito à educação. É por meio desses registros que se asseguram a trajetória escolar do estudante, a validade dos atos educacionais e a integridade das informações que compõem sua vida escolar", disse. O documento reúne orientações atualizadas sobre procedimentos administrativos, escrituração escolar e aplicação da legislação educacional vigente A gerente de Supervisão da Rede Pública, Rosane Simões de Almeida, explicou que o alcance da publicação vai além das escolas públicas. "Esse manual é tanto para a rede pública quanto para a rede privada. O Conselho de Educação também o utiliza como referência para as instituições privadas — a cada abertura, credenciamento e recredenciamento, as escolas receberão essas orientações", relatou. Rosane ressaltou ainda a utilidade prática do guia no cotidiano das secretarias escolares. Segundo ela, o documento reúne um compilado atualizado das legislações relacionadas ao funcionamento das secretarias e serve de apoio em situações específicas, como matrículas, atestados médicos, reclassificações e classificações de estudantes. "É um guia que ajuda muito na rotina do secretário escolar", resumiu. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Unidades prisionais do DF recebem 7.311 obras literárias

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) entregou 7.311 livros para o Centro Educacional (CED) 01 de Brasília, instituição educacional responsável pelo atendimento educacional no sistema prisional. A aquisição dessas obras visa a possibilitar a ampliação da Política de Remição de Pena pela Leitura, composta por 400 títulos atualmente e realiza cerca de 32 mil atendimentos por ano, em oito unidades prisionais. A política pública é uma cooperação mútua entre a Secretaria de Educação, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), a Polícia Militar (PMDF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), estabelecida pela Portaria Conjunta n° 11, de setembro de 2022. Começou como projeto Ler Liberta em 2018, e a meta é alcançar, anualmente, até 10% das pessoas privadas de liberdade nos estabelecimentos penais do sistema penitenciário. A diretora da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da SEEDF, Lilian Sena, destacou: “Garantir o acesso aos livros literários às pessoas privadas de liberdade é uma responsabilidade da gestão pública e um compromisso da Secretaria de Educação com o direito à aprendizagem e à inclusão social. A aquisição de obras literárias nesse contexto fortalece a Educação de Jovens e Adultos e contribui para ampliar oportunidades de formação, reflexão e reintegração social”. A política prevê que, para cada obra lida, a pessoa privada de liberdade reduza quatro dias de pena, podendo chegar a um total de 40 dias de remição pela leitura por ano. São dez ciclos de leitura, compostos por 21 dias para o custodiado realizar a leitura do livro e, posteriormente, até dez dias para a  produção de um relatório de leitura em que o participante deve apresentar clareza do texto, conforme tema e assunto da obra lida. Atualmente, a Secretaria de Educação disponibiliza 230 profissionais de educação para o Centro Educacional 01 de Brasília. Esses profissionais atuam na Educação de Jovens e Adultos e na remição de pena pela leitura. São 21 professores que atuam exclusivamente nessa política. Em 2025, foram realizados 31.765 atendimentos. Mais de sete mil obras literárias foram entregues, na primeira semana de março, para pessoas privadas de liberdade | Foto: Patrícia Galieta/SEEDF A supervisora da Política de Remição de Pena da SEEDF, Patrícia Galieta, explica a importância da leitura na busca pela dignidade da pessoa humana. “A remição pela leitura contribui para o desenvolvimento intelectual dos leitores, que aprendem por meio da experiência do autor e se apropriam de conhecimentos produzidos ao longo da história da humanidade, tornando-se, assim, pessoas mais aptas à reflexão e ao enfrentamento dos desafios da vida em sociedade. Nesse sentido, a literatura influencia diretamente na construção e na evolução do ser humano, favorecendo a promoção de diversos direitos, entre eles o respeito à dignidade da pessoa humana. Além disso, para muitos, os livros representam liberdade, não só pela remição de pena, mas pela possibilidade de transcender as grades por meio do pensamento, da imaginação e dos sonhos despertados pela leitura, já que o ser humano se relaciona com o mundo a partir das múltiplas formas de interpretar o que lê”. A participação dos custodiados ocorre de forma voluntária, obedecendo alguns critérios, como o nível de escolaridade, mediante inscrição. Plano Distrital Para definir a oferta de educação básica e de práticas sociais não escolares para pessoas em situação de prisão nos estabelecimentos penais, a SEEDF e a Seape/DF definiram, em maio de 2025, o Plano Distrital de Educação para Pessoas Privadas de Liberdade do Sistema Prisional, com validade para o ciclo 2025-2028. O plano define o conjunto de políticas públicas a serem implementadas nas unidades prisionais, com o objetivo de garantir o direito à educação formal, não formal, qualificação profissional e ações culturais e esportivas a pessoas em situação de prisão. A medida está em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com o Plano Nacional de Educação e com as normativas do Conselho Nacional de Justiça. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Educação e Segurança Pública firmam parceria para cultura de paz nas escolas do DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal e a Secretaria de Segurança Pública formalizaram, nesta sexta-feira (13), uma parceria para ampliar ações de prevenção à violência e promoção da cultura de paz nas escolas públicas do DF. A iniciativa foi oficializada por meio de portaria conjunta assinada pela secretária de Educação, Hélvia Miridan Paranaguá Fraga, e pelo secretário de Segurança Pública, Sandro Torres Avelar. O ato ocorreu no auditório da IESB, no SGAS 613/614, L2 Sul. Cerca de 400 estudantes do ensino médio da rede pública participaram da atividade, que, nesta etapa, contempla a Coordenação Regional de Ensino do Guará. As ações já vêm sendo desenvolvidas em outras regionais do Distrito Federal. A parceria prevê a implementação, nas unidades escolares da rede pública, de dois programas voltados à formação cidadã dos estudantes: o Programa Turminha Mais Segura, direcionado aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, e o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, voltado aos estudantes do ensino médio. As ações incluem palestras educativas, apresentações teatrais e atividades formativas que abordam temas como prevenção à violência, bullying, cidadania, direitos humanos e segurança no trânsito. A proposta é fortalecer o ambiente escolar como espaço de diálogo, respeito e convivência. Cerca de 400 estudantes do ensino médio da rede pública participaram da atividade, que, nesta etapa, contempla a Coordenação Regional de Ensino do Guará. As ações já vêm sendo desenvolvidas em outras regionais do Distrito Federal | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a secretária de Educação, a iniciativa reforça a importância da atuação conjunta entre as áreas de educação e segurança pública na prevenção à violência e no fortalecimento da convivência escolar. “O trabalho que a Secretaria de Educação vem desenvolvendo em parceria com a Secretaria de Segurança Pública tem justamente esse objetivo: enfrentar questões como o bullying e o cyberbullying dentro das escolas. Ficamos muito felizes em saber que essas informações e orientações estão chegando aos nossos estudantes”, afirmou Hélvia Paranaguá. “A rede pública tem desenvolvido diversos projetos voltados à convivência e à cultura de paz, e essa cooperação técnica fortalece esse trabalho. Já alcançamos cerca de 2 mil estudantes com essas ações, e a nossa expectativa é ampliar ainda mais esse alcance, levando essas iniciativas para cada vez mais escolas da rede”, completou. As ações do programa Turminha Mais Segura serão realizadas principalmente com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, utilizando linguagem lúdica e atividades educativas para tratar temas relacionados à cidadania e à prevenção de acidentes e violências. Já o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã terá foco em estudantes do ensino médio, com palestras e encontros formativos voltados à conscientização sobre segurança, prevenção e convivência. A proposta é que os jovens atuem como multiplicadores dessas práticas em suas comunidades escolares. Hélvia Paranaguá e Sandro Torres Avelar assinam portaria conjunta que amplia ações de prevenção e cultura de paz nas escolas da rede pública do DF Para o secretário de Segurança Pública, a iniciativa fortalece a atuação preventiva e aproxima as forças de segurança da comunidade escolar. “A prevenção é uma das prioridades da segurança pública. Ao levar ações educativas para dentro das escolas, conseguimos dialogar diretamente com os estudantes e contribuir para a construção de ambientes mais seguros e conscientes”, destacou Sandro Torres Avelar. A portaria estabelece que as ações serão realizadas de forma articulada entre as duas secretarias e as Coordenações Regionais de Ensino, com apresentações, encontros formativos e atividades educativas ao longo do calendário escolar. A parceria terá vigência inicial de dois anos. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Novo lote do Cartão Material Escolar beneficia mais de 6 mil alunos

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou nesta quarta-feira (11) o pagamento de mais um lote do Cartão Material Escolar (CME). Nesta etapa, 6.033 estudantes que já eram da rede pública de ensino e se tornaram beneficiários do CME neste ano passam a ser contemplados, ampliando o alcance da iniciativa que tem previsão de beneficiar 172 mil alunos da rede pública em 2026. A retirada do cartão, já carregado com os créditos, está disponível a partir de quarta-feira (11). A consulta do local da retirada deve ser feita pelo aplicativo ou site do GDF Social. Já a entrega do cartão para estudantes que entraram na rede em 2026 será divulgada em breve. O crédito disponibilizado às famílias deve ser utilizado até o final do primeiro trimestre, exclusivamente para a compra de materiais escolares em estabelecimentos credenciados. Ao todo, o investimento estimado no programa neste ano é de R$ 52 milhões. Instituído pela Lei nº 6.273/2019, o Cartão Material Escolar atende estudantes de 4 a 17 anos, regularmente matriculados e frequentes na rede pública de ensino do Distrito Federal, cujas famílias sejam beneficiárias do Programa Bolsa Família. Novos beneficiários do Cartão Material Escolar receberam os créditos nesta quarta (11/3)| Foto: André Amendoeira/SEEDF O valor do auxílio varia conforme a etapa de ensino. Estudantes da educação infantil, ensino fundamental e educação especial recebem R$ 320, enquanto alunos do ensino médio contam com R$ 240 para aquisição de itens escolares. O benefício é concedido uma vez por ano por família, mesmo quando há mais de um estudante matriculado. A iniciativa busca garantir que crianças e adolescentes tenham acesso aos materiais necessários para o aprendizado, ao mesmo tempo em que reduz o impacto das despesas no orçamento familiar. Criado em 2019, o programa substituiu o antigo modelo de entrega de kits padronizados e passou a oferecer maior autonomia às famílias, que podem escolher os itens diretamente nas papelarias credenciadas. Desde a implantação, o número de estudantes atendidos tem crescido gradualmente. No primeiro ano, foram 64.652 beneficiados. Em 2020, o atendimento alcançou 101.223 alunos; em 2021, 96.405; em 2022, 117.161; em 2023, 142.822; e em 2024, 175.623 estudantes. No ano passado, o programa contemplou 167.042 alunos. Até 2026, o investimento acumulado no Cartão Material Escolar já soma cerca de R$ 320 milhões. A SEEDF também orienta que responsáveis por estudantes com deficiência ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) procurem a unidade escolar antes de realizar as compras. Nesses casos, a escola fornece uma lista específica de materiais, adequada às necessidades de cada estudante, conforme determina a Portaria Conjunta nº 10, de 13 de novembro de 2019. Veja a lista de materiais de cada etapa e as papelarias credenciadas *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Programa Jovem Senador 2026 abre inscrições para estudantes do DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) convida gestores, professores e estudantes do ensino médio da rede pública a participar da edição 2026 do Programa Jovem Senador. A iniciativa, idealizada pelo Senado Federal, incentiva o protagonismo juvenil e desperta o interesse dos jovens pela política e pela democracia. As escolas públicas do DF já podem inscrever seus alunos no programa, que neste ano propõe como tema de redação “Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”. Os textos devem ser produzidos nas escolas e encaminhados às coordenações regionais de ensino (CREs) até 17 de abril. O regulamento, o guia da redação e a ficha de inscrição estão disponíveis no site oficial do programa. O Jovem Senador vem para aproximar os estudantes do funcionamento do Poder Legislativo, estimular o pensamento crítico e fortalecer a participação social dos estudantes do ensino médio. A participação acontece por meio de um processo pedagógico que culmina na produção de uma redação autoral. A proposta convida os estudantes a refletirem sobre o papel das redes sociais, da informação e do diálogo responsável na vida democrática. Ao longo das etapas do programa: escolar, regional, distrital e nacional, os alunos concorrem com textos desenvolvidos com orientação de professores da própria escola. Ao final do processo, um jovem será selecionado para representar o DF na Semana de Vivência Legislativa, quando terá a oportunidade de conhecer, na prática, a rotina parlamentar como jovem senador ou jovem senadora. A atividade está prevista para ocorrer entre 17 e 21 de agosto de 2026. Etapas nas escolas Para participar, cada unidade escolar deve organizar um processo pedagógico interno, formar uma comissão julgadora e selecionar a redação que representará a escola na etapa seguinte. Estudante selecionado vai representar o DF na Semana de Vivência Legislativa, no Senado Federal | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A orientação dos estudantes pode ser realizada por professores de qualquer componente curricular. A proposta incentiva uma abordagem interdisciplinar, com debates em sala de aula sobre temas como cidadania digital, direitos e deveres, democracia, desinformação e discurso de ódio. Após as etapas regional e distrital, as três melhores redações do Distrito Federal seguirão para a etapa nacional, coordenada pelo Senado Federal. O anúncio do estudante vencedor pela escola deverá ocorrer até 26 de junho. Formação cidadã O Jovem Senador é uma experiência formativa que incentiva o pensamento crítico, o diálogo respeitoso e a consciência democrática, além de promover o protagonismo estudantil e valorizar o papel do professor como mediador do processo educativo. As informações completas, regulamento, guia da redação e ficha de inscrição estão disponíveis no site oficial do programa Jovem Senador. Programa Jovem Senador 2026 Quem pode participar: estudantes do ensino médio da rede pública do Distrito Federal Tema da redação: Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável Envio da redação pelas escolas às CREs: até 17 de abril de 2026 Divulgação do estudante vencedor pela escola: até 26 de junho de 2026 Semana de Vivência Legislativa: de 17 a 21 de agosto de 2026, em Brasília Contato para dúvidas (SEEDF): gcpem.subeb@se.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Observatório terá dados e estudos sobre educação inclusiva na rede pública do DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) lançou, na segunda-feira (9), o Observatório da Educação Inclusiva e Integral, um portal que reúne dados, estudos e informações sobre as políticas de inclusão e educação integral na rede pública de ensino. A plataforma tem como objetivo apoiar o acompanhamento das ações da secretaria, fortalecer a produção de conhecimento e ampliar o diálogo com pesquisadores e a sociedade. A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros, destacou que a criação do observatório representa um marco para a rede pública do Distrito Federal, ao consolidar um espaço voltado à gestão estratégica de dados e ao fortalecimento das políticas educacionais. “Estamos falando de um trabalho estruturado de gestão de dados, importante para olhar as políticas públicas que já implementamos e orientar novas ações. O observatório nasce para dar visibilidade aos nossos estudantes e às iniciativas da rede, reunindo informações, pesquisas e publicações que contribuem para o avanço da educação inclusiva e integral”, afirmou. Segundo a subsecretária, o observatório também foi concebido como um espaço de diálogo com a sociedade. “O portal abre caminhos para a participação social, permitindo que pesquisadores, universidades, organizações do terceiro setor e associações de pais contribuam com estudos, reflexões e propostas. É um ambiente de escuta e colaboração que nos ajuda a aprimorar as políticas públicas e ampliar, com ainda mais efetividade, o trabalho de inclusão que a Secretaria de Educação já desenvolve no Distrito Federal”, completou. Inclusão Presente no evento, o secretário da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, Willian Ferreira, falou sobre a importância do observatório como ferramenta estratégica para a formulação e o aprimoramento de políticas públicas voltadas à inclusão. O evento também contou com apresentações culturais de estudantes da rede pública de ensino, incluindo o Coral da Educação em Tempo Integral da Escola Classe (EC) Alto Interlagos | Foto: Mary Leal/SEEDF Segundo ele, a produção e a integração de dados são fundamentais para orientar ações governamentais e ampliar a efetividade das iniciativas destinadas às pessoas com deficiência. “Não é possível construir políticas públicas sem dados. Por isso, quero parabenizar toda a equipe da Educação que se dedicou a estudar, analisar e estruturar esse trabalho. O observatório será mais um mecanismo de acesso à informação e de garantia de direitos”, afirmou o secretário. Ferreira também ressaltou o papel de diálogo e de acolhimento que a SEEDF tem mantido com os órgãos de acompanhamento das políticas voltadas às pessoas com deficiência na capital. “Sabemos o quanto a Secretaria de Educação é acolhedora. Sempre que uma demanda chega ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, encaminhamos à Secretaria de Educação para avaliar a viabilidade das adequações necessárias, e nunca ficamos sem uma resposta”, destacou. Sistematização de informações Entre as atribuições do observatório está a sistematização de informações relacionadas às práticas pedagógicas inclusivas e às iniciativas de educação integral implementadas nas escolas públicas. A iniciativa busca fortalecer a tomada de decisões baseada em evidências e ampliar a visibilidade de experiências desenvolvidas nas unidades escolares. A proposta também prevê a divulgação de estudos, pesquisas e publicações voltadas às áreas da educação inclusiva, da educação especial, dos direitos humanos e da educação integral, promovendo o compartilhamento de conhecimento entre gestores, educadores, pesquisadores e a comunidade escolar. Planejamento O desenvolvimento do observatório é resultado de um planejamento iniciado em 2019, com a criação da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin). A proposta de estruturar um portal institucional voltado à organização e à análise de dados educacionais passou por diferentes etapas até a consolidação do projeto. Após a elaboração de uma prova de conceito do portal e a apresentação ao comitê de governança da secretaria, a iniciativa avançou para sua institucionalização. O observatório foi oficialmente instituído em setembro de 2025, com a criação de três câmaras temáticas responsáveis por organizar as áreas de atuação da subsecretaria: educação inclusiva e atendimentos especializados, educação inclusiva em tempo integral e educação inclusiva voltada aos direitos humanos e à diversidade. Além das câmaras temáticas, o observatório conta com um Comitê de Interlocução Pedagógica, formado pelas diretorias da Subin e pela equipe responsável pelo observatório. O grupo define as prioridades de estudo, articula as demandas pedagógicas e estabelece a ponte entre as áreas técnicas da secretaria e a equipe responsável pelas análises e pesquisas. Gestão de dados O funcionamento do observatório também envolve etapas estruturadas de coleta, organização e análise de dados estratégicos da educação inclusiva e integral. A coleta e o tratamento inicial das informações são realizados em parceria com a Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Subtic), responsável por consolidar as bases de dados que posteriormente são analisadas pela equipe do observatório. A partir dessas bases, são produzidos estudos que utilizam metodologias e ferramentas estatísticas para orientar o acompanhamento das políticas educacionais e apoiar a tomada de decisões da gestão pública. Os resultados são compartilhados com as equipes responsáveis pelo monitoramento das políticas da Subin e também disponibilizados no portal do observatório. O portal também disponibiliza um canal de contribuições, permitindo que cidadãos, pesquisadores e instituições enviem propostas e participem da construção coletiva de políticas educacionais mais inclusivas e integradas. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

GDF e Senado firmam acordo para formação de professores em educação cidadã

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) firmou, nesta sexta-feira (6), na sede da SEEDF, o Acordo de Cooperação com o Senado Federal para implantar a Oficina Legislativa em toda a rede pública de ensino. O projeto visa a capacitar os profissionais da educação para levarem a vivência democrática e o aprendizado prático de cidadania para dentro da sala de aula.  Estiveram presentes na reunião a secretária de Estado de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, a diretora da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), Linair Moura, além de representantes das Diretorias de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, da Diretoria da Educação de Jovens e Adultos e da Diretoria de Modalidades Especiais. Do Senado Federal, marcaram presença a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, o secretário-geral da Mesa, Danilo Aguiar, o diretor da Secretaria de Comissões, Marcos Melo, o coordenador-geral do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), Nilo dos Santos, e o coordenador do programa e-Cidadania, idealizador do projeto Oficina Legislativa e ex-aluno da rede pública do DF, Alisson Bruno. A Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Senado Federal assinam o Acordo de Cooperação para a oferta do projeto Oficina Legislativa | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Prevista para iniciar no primeiro semestre de 2026, a Oficina Legislativa tem como objetivo capacitar os docentes a transformar as respectivas aulas e incentivar os estudantes a pensar em soluções para os problemas do cotidiano que afetam a população. A iniciativa busca auxiliar os professores na preparação dos jovens para o debate cívico e respeitoso, bem como estimular o desenvolvimento do senso crítico.  A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, agradeceu a parceria e abordou alguns programas que já fazem parte do cotidiano da rede pública. “A Secretaria preza muito pelas parcerias, pois ninguém faz educação sozinho. Nós sabemos que para construir uma sociedade que gere bons frutos é necessário passar pela educação. Então aqui nós já trabalhamos diversas questões étnico-raciais, além de educação para a integridade com o Programa NaMoral, no qual abordamos honestidade, ética e cidadania, valores e virtudes. Tudo isso é importante para criar bons cidadãos e a gente abraça esses projetos com muita alegria”. A subsecretária Iêdes Braga reforçou o papel da formação continuada e também relembrou outros programas realizados em parceria com o Senado. “A formação não se esgota, precisamos formar nossos estudantes e continuamente formar nossos profissionais de educação. Construir um cidadão eticamente e politicamente correto. Essa parceria tende a se expandir e a se relacionar com os outros projetos da casa. Hoje, por exemplo, já temos Jovens Senadores que são vereadores e seguiram a carreira política”, disse ao fazer menção ao Programa Jovem Senador. Com a Subsecretaria de Educação Básica em peso na reunião, a subsecretária agradeceu a professora Susley, já aposentada, que iniciou a tratativa da parceria com o Senado, sendo de responsabilidade agora da professora Divaneide. Exemplo O coordenador do programa e-Cidadania, idealizador do projeto Oficina Legislativa, e ex-aluno da rede pública do DF, Alisson Bruno, explicou que a partir dessa vivência prática do processo legislativo, o estudante poderá elaborar ideias em sala de aula que podem ser transformadas em projeto de lei. Por meio do portal e-Cidadania, os estudantes podem cadastrar as ideias, que serão analisadas pelos professores da oficina, e talvez até virarem projeto de lei. A proposta é abarcar estudantes a partir dos 12 anos, sem limite de idade, pois a oficina será destinada também aos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Especial.  Estudante da Escola Classe (EC) 4, EC 6, Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 e Centro de Ensino Médio (CEM) 2 do Gama, o idealizador do projeto e servidor do Senado Federal, Alisson Bruno, ressalta a importância de iniciativas como essa. “Isso é uma grande oportunidade para os alunos terem contato direto com o Senado Federal. Eles serão partícipes do projeto. Meu sonho é ver a ideia de um aluno virar lei e colocarmos uma placa na escola - Lei idealizada pelo aluno tal -”.  A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, já está no posto de comando da Casa há 11 anos. Ela destaca a valorização da cidadania em todos os ambientes. “A cidadania é fundamental para que tenhamos um estado democrático de direito, a proteção do nosso espaço público e a valorização do serviço público, e o agente de tudo isso é o professor. Então, instrumentalizar professores e disseminar conteúdo, não há momento mais adequado de fazer isso do que em ano de eleição”, disse, entusiasmada a diretora-geral, que agradeceu a recepção e a parceria com a Secretaria de Educação do DF. *Com informação da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Palestra debate cyberbullying com alunos do Gama

Cerca de mil estudantes do ensino médio da rede pública de ensino do Distrito Federal participaram, nesta quinta-feira (5), de uma palestra sobre prevenção a crimes cibernéticos e cyberbullying no Centro de Ensino Médio (CEM) 02 do Gama. A atividade ocorreu nos turnos matutino e vespertino e reuniu alunos de 14 a 18 anos, matriculados na 1ª, 2ª e 3ª séries. A iniciativa integra o projeto Guardiões da Infância, desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e a Polícia Federal. No âmbito da rede pública de ensino, as ações são coordenadas pela Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF e têm como objetivo orientar estudantes sobre segurança digital, responsabilidade nas redes sociais e formas de prevenir a violência no ambiente virtual. O Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF também esteve presente. A palestra foi conduzida pelo delegado da Polícia Federal, Thiago Rodrigues, que abordou situações reais envolvendo crimes praticados na internet, além de explicar aos estudantes as consequências legais de condutas como ameaças, exposição indevida de imagens e ataques virtuais. “Quando falamos de internet, falamos de um espaço que também é regido por leis. Muitas vezes, o jovem acredita que aquilo que acontece no celular ou nas redes sociais não tem consequências, mas tem. Nosso objetivo é orientar, prevenir e mostrar que respeito e responsabilidade também precisam existir no ambiente digital”, destacou o delegado. Parceria e fortalecimento De acordo com a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da Secretaria de Educação, Ana Beatriz Goldstein, a parceria com a Polícia Federal fortalece as ações de prevenção nas escolas. Estudantes do ensino médio lotaram o auditório do CEM 02 do Gama para palestra da Polícia Federal sobre prevenção ao cyberbullying | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “A escola é um espaço de formação cidadã. Quando levamos esse debate para dentro das unidades escolares, ajudamos os estudantes a compreender os riscos da internet, mas também a usar a tecnologia de forma consciente e responsável”, afirmou. Além das orientações sobre legislação e segurança digital, os estudantes puderam relatar situações do cotidiano e tirar dúvidas sobre o uso das redes sociais. Para muitos, o encontro trouxe reflexões sobre comportamentos que, muitas vezes, são naturalizados no ambiente virtual. A estudante Maria Valentina (nome fictício), 16 anos,  do 2º ano do ensino médio, que participou da atividade, afirmou que a palestra ajudou a ampliar a compreensão sobre os impactos do cyberbullying. “A gente vê muita coisa acontecendo nas redes e, às vezes, acha que é só brincadeira, como já aconteceu comigo. Hoje deu para entender que isso pode machucar muito alguém e até virar crime”, relatou. Guardiões da Infância  O projeto Guardiões da Infância é uma iniciativa da Polícia Federal voltada à prevenção de crimes contra crianças e adolescentes, com foco na conscientização sobre segurança na internet, combate ao abuso e exploração sexual online e promoção de uma cultura de proteção no ambiente digital. As ações incluem palestras, atividades educativas e orientação para estudantes, professores e famílias. Por meio de palestras e atividades socioeducativas, o programa leva informação, orientação e apoio a estudantes, educadores, famílias e integrantes da rede de proteção. Durante os encontros, são abordados temas como cyberbullying, exposição nas redes sociais, prevenção à violência e uso seguro e responsável da internet. A partir dessas discussões, os participantes aprendem a reconhecer situações de risco, reduzir vulnerabilidades e fortalecer a rede de proteção de crianças e adolescentes. O combate à violência sexual é um dos eixos centrais da iniciativa, que utiliza o ambiente digital como ponto de partida para promover conscientização e prevenção. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, a proposta tem sido levada a diferentes escolas como parte das estratégias de promoção da cultura de paz e de enfrentamento às diversas formas de violência que impactam o ambiente escolar. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Profissionais da Educação vão às ruas em ação de busca ativa para a EJA

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) levou a Educação de Jovens e Adultos (EJA) para as ruas com uma mobilização voltada à ampliação do acesso e à garantia do direito à escolarização. Em uma ação de busca ativa, coordenada pela Diretoria de Educação de Jovens e Adultos (Dieja), equipes percorreram diferentes regiões administrativas para dialogar com a população, divulgar vagas e incentivar o retorno de quem interrompeu os estudos. Com panfletagem e conversas diretas, os servidores reforçaram que nunca é tarde para concluir a educação básica. A iniciativa visa a aproximar a escola da comunidade e a ampliar o alcance das informações sobre matrículas, que na EJA permanecem abertas ao longo de todo o ano. Entre as pessoas abordadas, Thaynara Alves destacou a importância da conclusão dos estudos para ampliar as oportunidades profissionais. “Para prestar um concurso, ter o ensino médio já completo no nosso currículo, vamos colocar assim. E que é bom estudar, tem que voltar a estudar. Eu já estava querendo voltar a estudar mesmo, e hoje encontrei vocês aqui. Então, vou entrar em contato para colocar em prática esse pensamento que já estava”, afirmou. A relevância da escolarização também foi ressaltada por Bianca Pereira, que enxerga na educação um instrumento de transformação. “O estudo hoje em dia é essencial, né? Pra a gente ter uma profissão melhor, a gente tem que estudar, realmente. Minha mãe é desistente, e eu também tenho vizinhos que realmente são jovens. A gente vê que teriam um futuro brilhante pela frente, e infelizmente desistiram do estudo”, relatou. Thaynara Alves recebeu orientações da equipe da Dieja durante a ação de busca ativa, e manifestou interesse em retomar os estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) | Foto: André Amendoeira/SEEDF Direito garantido e prioridade da gestão Para a diretora da Dieja, Lilian Sena, a busca ativa é um compromisso coletivo da rede pública. “Essa ação na EJA é um dever de todos nós: gestão central, coordenações regionais, escolas e professores. Nossa meta é tornar o Distrito Federal um território livre do analfabetismo, e a capital do país ganha muito com isso”, destacou. Ela reforçou que a escolaridade impacta diretamente a empregabilidade e a qualidade de vida. “Os trabalhadores passam a exercer o seu direito à educação, sentem-se mais preparados e seguros no trabalho e ampliam as possibilidades de ocupar vagas que exigem a conclusão do ensino médio. Nossas matrículas são realizadas a qualquer momento, e essa informação precisa chegar até a população”, afirmou. Com fluxo de entrada contínuo e vagas disponíveis em todas as regiões administrativas, a EJA é apontada pela secretaria como uma das prioridades da atual gestão. “A EJA é uma das prioridades da Secretaria de Educação. Não faltam vagas e estamos prontos para acolher cada cidadão que deseja transformar sua vida por meio do conhecimento”, concluiu a diretora. Matrículas abertas Diferente do ensino regular, a EJA possui um fluxo de entrada contínuo, permitindo que o estudante se matricule conforme a sua disponibilidade e necessidade. A SEEDF garante que há estrutura pronta para receber novos alunos em todas as regiões administrativas. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

DF assume presidência inédita do Consed na primeira reunião ordinária de 2026

Brasília recebe, até esta terça-feira (3), a primeira reunião ordinária de 2026 do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). O encontro reúne gestores estaduais, equipes técnicas e parceiros institucionais para alinhar estratégias e discutir pautas estruturantes para o fortalecimento das redes públicas de ensino. A abertura do evento foi marcada por um momento histórico para o Distrito Federal: a primeira vez que Brasília passa a liderar o conselho, com a transferência da presidência do colegiado para a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. A gestora destacou que o encontro representa um marco institucional: “Estamos sediando a primeira reunião ordinária do Consed aqui em Brasília. É uma honra que o Distrito Federal, pela primeira vez, tenha essa liderança nacional.” O fato de a capital federal sediar a reunião justamente no início desse novo ciclo reforça o papel do DF no cenário educacional brasileiro e amplia sua participação nas decisões que impactam diretamente as políticas públicas da área. Os secretários de Educação de todo Brasil participaram da I reunião ordinária do Consed | Fotos: Mary Leal/SEEDF Durante a sessão de abertura, o momento de transição da presidência do Consed foi marcado por reconhecimento institucional e balanço da gestão. Ao transmitir o cargo à secretária Hélvia, o ex-secretário de Educação de Sergipe e vice-governador de Sergipe, Zezinho Sobral, ressaltou o caráter coletivo do trabalho desenvolvido no Consed. “A experiência vivida aqui no conselho foi muito rica e próspera. Tivemos o objetivo de mostrar ao MEC e ao Brasil que o Consed tem um propósito maior e reúne algumas das melhores mentes do país para pensar e executar o processo educacional”, afirmou. O gestor também enfatizou que as decisões construídas de forma conjunta contribuíram para fortalecer a atuação do conselho como espaço de definição de prioridades e de articulação política na área educacional. Segundo ele, o diálogo permanente entre os membros foi essencial para consolidar o reconhecimento institucional do Consed. “Fico muito feliz ao saber que a secretária Hélvia dará continuidade a essa missão”, celebrou. Debates estruturantes Ainda no primeiro dia, a programação contemplou discussões sobre o avanço do Sistema Nacional de Educação (SNE) e a apresentação das Diretrizes Operacionais do Ensino em Tempo Integral, pelo Ministério da Educação. A proposta do SNE busca consolidar um modelo integrado de acompanhamento da trajetória educacional dos estudantes em todo o país. A secretária Hélvia Paranaguá ressaltou a relevância do tema para a consolidação de políticas públicas mais articuladas: “O Sistema Nacional de Educação vem sendo debatido há mais de uma década e pode representar um avanço semelhante ao que o SUS promoveu na saúde, permitindo acompanhar o percurso dos estudantes em qualquer lugar do país”, explicou a gestora. Ao transmitir o cargo à secretária Hélvia, o secretário de Estado de Educação de Sergipe, Zezinho Sobral, ressaltou o caráter coletivo do trabalho desenvolvido no Consed Nesta terça-feira, a agenda prossegue com o debate sobre o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), com participação da Secretaria do Tesouro Nacional. Também está prevista a apresentação do cronograma de formação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para 2026, conduzida pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Colaboração federativa A realização da reunião na capital federal evidencia a importância do diálogo entre os entes federados para a construção de soluções conjuntas. O encontro busca fortalecer a cooperação entre estados e Distrito Federal, contribuindo para o desenvolvimento de políticas que ampliem a equidade e elevem a qualidade da educação básica em todo o país. Criado em 1986, o Consed reúne as secretarias estaduais de Educação e atua como instância permanente de articulação federativa. Ao longo de sua trajetória, o colegiado consolidou-se como espaço de cooperação institucional, promovendo o alinhamento entre diferentes realidades educacionais e fortalecendo a participação dos estados na formulação das políticas nacionais. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Estudante da rede pública do DF conquista ouro em olimpíada de educação financeira

O estudante Isaac Bertão, do Centro de Ensino Médio Integral (Cemi) do Gama, conquistou a medalha de ouro na Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) 2025 e representará o Distrito Federal na cerimônia nacional de premiação, em São Paulo. O aluno participará do evento acompanhado do diretor da escola, Carlos Lafaiete Formiga. A conquista é resultado de um trabalho coletivo desenvolvido pela unidade escolar, que mobilizou professores de diferentes áreas em ações de incentivo às olimpíadas do conhecimento. Dentro desse conjunto de atividades, o bloco de educação financeira ficou sob a responsabilidade do professor Getúlio Dias Malfeira, que coordenou as estratégias pedagógicas voltadas ao tema. Nas semanas que antecederam a prova, a escola promoveu encontros e oficinas abertas aos estudantes, com foco em conteúdos de economia e matemática financeira. “A gente fez um convite aberto. Cerca de 40 alunos compareceram. Quando não era economia, era matemática financeira”, lembrou o professor. Com mais de 30 premiações científicas no currículo, Isaac Bertão é medalhista de ouro nas Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira 2025| Foto: Mary Leal/SEEDF Para a gestão da unidade, o desempenho do estudante reflete a política pedagógica de incentivo à participação em competições acadêmicas como ferramenta de aprendizagem e ampliação de oportunidades educacionais. “Vamos eu e o Isaac a São Paulo, com hospedagem, transporte e alimentação pagos pela Olitef. Vai ser um momento único. Os outros alunos já ficam empolgados e falam: 'também quero ir'”, afirmou o diretor. Isaac conta que a participação em olimpíadas começou ainda no ensino fundamental e, com o tempo, passou a fazer parte da rotina. “Hoje virou um hobby”, disse. Segundo o estudante, o apoio da escola tem sido fundamental para a preparação e para a continuidade dos estudos. A Olitef é uma iniciativa nacional voltada à promoção da educação financeira nas escolas e reconhece estudantes que se destacam em temas como planejamento financeiro, consumo consciente e organização do dinheiro. A medalha reforça o protagonismo da rede pública de ensino do DF em iniciativas de formação acadêmica e desenvolvimento de competências para a vida. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Nova logística do Cartão Uniforme Escolar amplia retirada nas agências

A Secretaria de Educação do Distrito Federal definiu uma nova estratégia para a entrega do Cartão Uniforme Escolar, com o objetivo de agilizar o atendimento e facilitar o acesso das famílias ao benefício. A partir da próxima segunda-feira (23), os responsáveis pelos estudantes poderão retirar os cartões diretamente nas agências do Banco de Brasília (BRB). A mudança foi definida em reunião realizada nesta sexta-feira (20) entre a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a equipe do banco. Segundo a gestora, a nova logística amplia a capilaridade do serviço e reduz o tempo de espera, permitindo que a retirada seja feita em unidades próximas à residência ou ao local de trabalho dos responsáveis. “Ao todo, 27 agências do BRB, distribuídas em todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, estarão disponíveis para a entrega dos cartões”, destaca. Retirada dos cartões remanescentes Os responsáveis que já foram convocados e ainda não retiraram o cartão podem consultar, a partir de agora, o site do programa para verificar em qual agência o benefício estará disponível. A retirada começa na segunda-feira (23), e os cartões já contam com saldo liberado para a compra dos uniformes. A subsecretária Fernanda Mateus reuniu-se com a equipe do Banco de Brasília (BRB) para definir a nova logística de entrega do Cartão Uniforme Escolar | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o encontro também foram definidos os últimos ajustes para o pagamento do terceiro lote, que deve contemplar mais de 8 mil responsáveis. Desse total, cerca de 5 mil já possuem o cartão e aguardam apenas a liberação do crédito. Os demais serão emitidos até 9 de março. A consulta do local de retirada desse lote estará disponível a partir de 26 de fevereiro, com saque liberado em 9 de março. Os remanescentes do terceiro lote e o quarto lote, destinado aos estudantes que ingressaram na rede pública em 2026, serão divulgados após a primeira quinzena de março. A previsão é que o programa siga ativo até atender todos os alunos regularmente matriculados. Benefício substitui entrega direta de uniformes Instituído por lei como política de permanência escolar, o Cartão Uniforme Escolar substituiu o antigo modelo de distribuição direta das peças. A iniciativa garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição. O valor disponibilizado corresponde ao conjunto padrão de sete peças da rede pública, sendo três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão | Foto: Felipe Noronha/SEEDF A operacionalização do programa ocorre em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, responsável por credenciar e fiscalizar os estabelecimentos fornecedores, no âmbito das políticas sociais do Governo do Distrito Federal. Uso responsável do benefício Além da reunião com o BRB, a Suape também se reuniu com a equipe responsável pelo programa junto à Sedes, que fiscaliza o cumprimento do edital e notifica as malharias que não estejam em conformidade com os padrões estabelecidos. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão. Em caso de dúvidas, pais e responsáveis devem procurar a unidade escolar ou os canais oficiais da Secretaria de Educação. O uso correto do benefício é essencial para assegurar que o programa continue atendendo quem realmente precisa. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Volta às aulas reforça ações contra abandono digital na rede pública

O retorno às aulas marca um momento de reencontro entre estudantes, professores e o ambiente escolar após semanas de descanso. Mas, para educadores, esse início de ano letivo também exige atenção especial à retomada de rotinas e ao engajamento pedagógico, sobretudo diante de um fenômeno cada vez mais observado nas férias: o chamado abandono digital, quando alunos se afastam das plataformas e práticas de aprendizagem desenvolvidas ao longo do ano. Embora o descanso seja parte importante do calendário escolar, a interrupção total da rotina de estudos e o aumento do tempo de tela voltado exclusivamente ao entretenimento podem influenciar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas de aula. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o retorno é um momento estratégico para reconectar os estudantes ao processo educativo. “A volta às aulas é sempre uma oportunidade de retomada. Trabalhamos para que esse reencontro com a escola seja acolhedor, organizado e pedagógico. A recomposição das aprendizagens é uma prioridade da nossa rede, especialmente após períodos de afastamento da rotina escolar”, afirma. A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), Ana Beatriz Goldstein, que atua na prevenção de conflitos e na promoção da convivência respeitosa nas escolas, destaca que o período pós-férias exige atenção redobrada à convivência e à segurança no ambiente escolar. “O abandono digital também dialoga com a segurança nas escolas. Com a mudança de rotina e o aumento da exposição às telas sem orientação, é fundamental que, no retorno, a escola fortaleça o diálogo sobre respeito, responsabilidade e uso consciente das redes, aliando o trabalho pedagógico ao acolhimento e ao cuidado emocional”, afirmou. A interrupção total da rotina de estudos e o aumento do tempo de tela voltado exclusivamente ao entretenimento podem influenciar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas de aula | Foto: Felipe Noronha/SEEDF Segundo Goldstein, integrar ações pedagógicas às iniciativas de cultura de paz é essencial no início do ano letivo, para reforçar vínculos e promover um ambiente seguro para a aprendizagem. Ações e projetos no retorno Na rede pública do Distrito Federal, o retorno às aulas também reforça, neste início de ano, programas estruturantes voltados à aprendizagem e à formação integral dos estudantes. Entre os projetos em curso, está o Programa Alfaletrando, que visa a garantir a alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental e a reforçar o letramento nos anos iniciais, com apoio pedagógico e ações formativas voltadas a professores e estudantes. Outra ação que ganha destaque é o NaMoral, programa focado em valores éticos, respeito e convivência, com expansão prevista para ampliar a sua atuação em mais escolas da rede. “A recomposição da aprendizagem e o fortalecimento da convivência são prioridades neste retorno. O abandono digital durante o período de férias é uma grande preocupação para nós e seguirá como ponto de atenção nas nossas estratégias”, afirma a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, destacando a importância do uso consciente da tecnologia e do engajamento escolar logo nas primeiras semanas de aula. A rede também organiza oficinas e formações para professores no decorrer do ano escolar, com foco em práticas pedagógicas que favoreçam o acolhimento, o uso das ferramentas digitais em contextos educativos e a mediação de conflitos. Pais e responsáveis são orientados a auxiliar os discentes nessa transição, retomando gradualmente rotinas de estudo, incentivando a leitura e a participação em projetos escolares, além de estabelecer limites saudáveis para o uso recreativo das telas antes do início das aulas. Ao longo do ano letivo, a rede também promove oficinas e atividades formativas e culturais voltadas à convivência escolar e à segurança nas redes. As ações envolvem professores e estudantes e reforçam práticas de acolhimento, mediação de conflitos e uso responsável da tecnologia no ambiente escolar. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Formação Sabor de Escola prepara merendeiros para o ano letivo

Antes do início das aulas, em 12 de fevereiro, 2,6 mil merendeiros da rede pública são convidados para participar, nesta semana, da formação Sabor de Escola. A iniciativa reúne orientações sobre boas práticas de alimentação, organização da rotina nas cozinhas escolares e apresentação de novos preparos que farão parte do cardápio do primeiro bimestre letivo. Assista ao programa no canal do YouTube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape).   A programação ocorre de terça a sexta-feira, sempre das 9h ao meio-dia. Além das orientações teóricas, a formação contará, na sexta-feira à tarde, das 14h às 17h, com um momento prático, com a apresentação ao vivo de novas receitas e proteínas que passarão a integrar o cardápio escolar, preparadas por merendeiros vencedores do concurso Sabor de Escola. O encontro desta manhã contou com debate idealizado pela subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a presença de convidados da G&E Serviços Terceirizados, empresa responsável pela gestão das cozinhas escolares, entre eles o coordenador de Operações, Saulo Freitas, e as nutricionistas Vitória Carolina e Janaína Oliveira. “Todo início de ano, antes das aulas começarem, realizamos essa formação com todos os merendeiros. É um momento importante para alinhar orientações, acolher quem está chegando e reforçar temas essenciais, como as boas práticas de alimentação, o cuidado no preparo e a dinâmica de trabalho ao longo do ano”, explica a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus. Alimentação segura Durante a formação, nutricionistas da G&E reforçaram a importância de seguir corretamente as boas práticas de fabricação na alimentação escolar. As orientações apresentadas durante a live destacaram que os cuidados adotados nas cozinhas impactam diretamente a saúde dos estudantes e também dos profissionais, ampliando o entendimento sobre segurança alimentar e nutricional. Debate desta terça-feira (3) contou com a presença da subsecretária Fernanda Mateus e de representantes da G&E Serviços Terceirizados, responsável pela gestão das cozinhas escolares | Foto: Mary Leal/SEEDF “Essas orientações precisam ser seguidas com atenção, porque na alimentação escolar estamos lidando com vidas. As boas práticas ajudam a prevenir riscos e garantem mais segurança. Esse cuidado vai além da escola e contribui para mais qualidade de vida e segurança no consumo de alimentos em diferentes ambientes”, disse a nutricionista Vitória Carolina. Segurança no trabalho A nutricionista Janaína Oliveira também ressaltou a importância do uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) no dia a dia das cozinhas escolares. Segundo ela, o uso adequado desses equipamentos ajuda a evitar acidentes de trabalho, melhora a organização das atividades e contribui para mais segurança e bem-estar das merendeiras da rede pública. “Quando usamos os EPIs corretamente, prevenimos acidentes e garantimos mais segurança na cozinha. Um exemplo é a luva térmica: ao manusear uma panela quente sem esse equipamento, o risco de queimaduras é maior. Por isso, é importante identificar quais EPIs estão disponíveis e utilizá-los da forma correta”, explica. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Escola de Música celebra encerramento do 47º Curso de Verão com espetáculos

A música tomou conta do Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música de Brasília (EMB) na noite desta sexta-feira (23). Com a casa cheia e uma atmosfera de entusiasmo, a unidade escolar da rede pública de ensino do Distrito Federal celebrou o encerramento da 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebra). O evento, que continua neste sábado (24), às 19h, reuniu apresentações da Banda Sinfônica e um Recital de Canto Erudito, consolidando semanas de intenso aprendizado e troca de experiências. Ao longo de todo o mês de janeiro, a EMB se transformou em um canteiro de obras artísticas, com cursos realizados nos turnos matutino, vespertino e noturno. As atividades foram realizadas diariamente, ocupando inclusive os fins de semana, o que reforçou o papel da escola como um polo de efervescência cultural para todo o Distrito Federal. Mais do que técnica, o Civebra reafirmou a função social da EMB na democratização do acesso à cultura ao ensino e à produção musical. Como unidade da rede pública de ensino, a escola cumpre o papel de oferecer à comunidade não apenas o consumo de cultura, mas a capacidade de produzi-la. Esse movimento é fundamental para o desenvolvimento da economia local, oportunizando que novos talentos se destaquem e se profissionalizem. Para Jean Figueiredo, servidor da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), o evento já é parte da identidade da cidade. "O Civebra já faz parte do que podemos chamar de patrimônio imaterial de Brasília, sendo o momento em que consolidamos todo o aprendizado desenvolvido pela Escola de Música e reafirmamos sua relevância para a capital. A Secretaria de Educação tem investido profundamente nesse incentivo à musicalização, fruto de um trabalho conjunto entre a equipe gestora, professores e estudantes para oferecer esse fomento à cultura para a sociedade de Brasília em geral", destacou Jean. Mais do que técnica, o Civebra reafirmou a função social da EMB na democratização do acesso à cultura, ao ensino e à produção musical l Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Intercâmbio e vivência prática Para quem esteve nos palcos, a experiência foi definida como "transformadora". Luís Mário, músico amador que participou do curso de Big Band, focado em orquestração e arranjos de jazz, ressaltou o ambiente colaborativo e a conexão entre os participantes. "Foi incrível estar em contato com músicos de excelência. Geralmente, o patamar de qualidade eleva todo mundo: todos se ajudam, criando uma conexão muito forte entre os alunos", relatou o estudante. A importância da EMB como unidade singular no Distrito Federal também foi destacada por Sandra Cristina de Brito, da coordenadora da Regional de Ensino do Plano Piloto. "É um orgulho para nossa rede. A coordenação procura estar sempre junta, pois sabemos da relevância que a musicalização tem na vida de todo cidadão. Não existe outra escola com esse perfil na nossa região", afirmou. O despertar de novos sonhos Para as famílias, o Civebra é um espaço de inspiração e resgate de esperanças. Wilton César de Santos Moreira acompanhou orgulhoso a apresentação de seu filho, Caio César, estudante regular de percussão erudita na EMB. “É uma satisfação enorme ver meu filho conseguindo alcançar o que ele quer, que é seguir na música. Eu sempre o acompanhei e incentivei desde que ele nasceu”, contou.  Wilton, que toca cavaquinho de forma amadora e vem de uma família com veia musical, revelou que estar na escola para a vivência musical despertou um desejo antigo: "Sempre quis estudar na Escola de Música de Brasília, mas pela correria do trabalho nunca consegui. Hoje, pela primeira vez, estou aqui dentro para ver meu filho. Quem sabe isso não abre a minha mente? Ainda estou novo, quem sabe eu não consiga entrar aqui também", comentou Wilton. Plateia diversa  O evento também atraiu quem nunca havia tido contato próximo com uma orquestra. Luiz Eduardo Ribeiro Guerra, espectador que prestigiava o evento pela primeira vez, destacou a importância do apoio governamental. "Gosto de música clássica, bossa nova e blues, mas nunca tinha assistido a uma orquestra presencialmente. No Brasil, o estudo da música ainda é muito desvalorizado, por isso é essencial que existam escolas públicas que ensinem todas as modalidades", defendeu. O encerramento do 47º Civebra reafirma o compromisso da SEEDF em investir na cultura como ferramenta de formação integral, provando que a educação musical é uma chave poderosa para transformar trajetórias de vida e fortalecer o patrimônio cultural de Brasília. *Com informaçôes da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador