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UPA de Ceilândia

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UPA de Ceilândia I mantém certificação nacional e segue referência no Centro-Oeste

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia I manteve a certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e segue como a única do Centro-Oeste a conquistar esse reconhecimento. O resultado coloca a unidade entre apenas 24 UPAs brasileiras certificadas, em um universo de mais de 700 serviços em funcionamento no país. A homologação, divulgada após avaliação realizada entre os dias 9 e 10 de junho, confirma que a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), continua atendendo aos rigorosos padrões exigidos pela instituição certificadora. Durante a visita, a equipe avaliadora analisou critérios relacionados à segurança do paciente, organização dos serviços, gestão da qualidade e padronização dos processos assistenciais. Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, a manutenção da acreditação demonstra que a cultura da qualidade está incorporada à rotina da unidade e reflete um modelo de gestão pautado pela Governança Clínica. “Segurança é inegociável, e ver esse compromisso sendo vivido no dia a dia da UPA faz toda a diferença”, afirma. “Segurança é inegociável, e ver esse compromisso sendo vivido no dia a dia da UPA faz toda a diferença”, afirma Eliane Abreu, presidente do IgesDF | Fotos: Divulgação/IgesDF A presidente também destacou o orgulho pelo reconhecimento obtido durante a avaliação e agradeceu o empenho das equipes. “O trabalho desenvolvido por cada profissional faz diferença para quem precisa dos nossos serviços”, ressalta. Reconhecimento nacional De acordo com o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, esta é a segunda manutenção da certificação e representa a confirmação de que a unidade segue evoluindo. "O reconhecimento demonstra o compromisso institucional com uma cultura permanente de melhoria contínua e evidencia o amadurecimento dos processos e das equipes. O maior beneficiado é o cidadão, que encontra uma unidade cada vez mais preparada para oferecer um atendimento seguro, qualificado e resolutivo", pontua. Na rotina da unidade, o resultado foi celebrado como uma conquista coletiva. Para a gerente da UPA de Ceilândia I, Graziela Faria, a manutenção da certificação é resultado do empenho diário de profissionais comprometidos em manter elevados padrões de qualidade. "Sou muito grata a todo o meu time pelo esforço diário para alcançarmos esse resultado. É impossível construir uma conquista como essa sozinho. Por isso, agradeço o empenho de todos que trabalharam incansavelmente para conquistarmos, mais uma vez, esse reconhecimento", comemora. “O trabalho desenvolvido por cada profissional faz diferença para quem precisa dos nossos serviços” Eliane Abreu, presidente do IgesDF A gerente-geral de Qualidade e Processos do Instituto, Marina Rocha, destaca que a acreditação representa muito mais do que um reconhecimento institucional. "Essa conquista reflete o compromisso diário das equipes com a qualidade assistencial, a melhoria contínua e a padronização dos processos, sempre com foco em oferecer uma assistência mais eficiente, humanizada e segura para a população", enfatiza. Segundo Clayton Sousa, mais do que manter uma certificação, a homologação fortalece um movimento que vem sendo ampliado em toda a rede administrada pelo IgesDF. Para ele, as práticas desenvolvidas na UPA de Ceilândia I têm servido de referência para outras unidades da rede, que também avançam na implantação dos mesmos padrões de qualidade, segurança e organização como parte do planejamento estratégico institucional. "A homologação da manutenção da certificação confirma que a busca pela excelência não acontece apenas durante as avaliações, mas faz parte da rotina de quem trabalha para oferecer uma assistência pública cada vez mais segura, acolhedora e eficiente. É um reconhecimento que valoriza as pessoas, fortalece os processos e, principalmente, se traduz em mais confiança para os milhares de usuários que procuram diariamente a UPA de Ceilândia I", finaliza. *Com informações do IgesDF

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UPA de Ceilândia I se prepara para manter reconhecimento nacional por qualidade e segurança

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia I, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), receberá nos dias 9 e 10 de junho a segunda visita de manutenção da certificação concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), processo que avalia padrões de qualidade, segurança assistencial e organização dos serviços de saúde. Em um universo de mais de 700 UPAs em funcionamento no Brasil, apenas 24 conquistaram a certificação. Entre elas está a unidade de Ceilândia, primeira do Centro-Oeste a alcançar o reconhecimento e que segue entre os serviços de pronto atendimento reconhecidos nacionalmente pela organização dos processos, segurança do paciente e gestão assistencial. Legenda Como parte da preparação para a avaliação, gestores e lideranças do IgesDF participaram, nesta terça-feira (2), de uma reunião estratégica realizada no auditório do PO700, sede administrativa do instituto. O encontro reuniu representantes de diversas áreas para alinhar ações, reforçar boas práticas e consolidar o compromisso institucional com a melhoria contínua. Durante a abertura do evento, a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, destacou que o processo representa mais do que uma certificação. “A acreditação representa muito mais do que um reconhecimento externo. É a evidência de uma organização que investe em segurança, excelência, padronização e valorização dos profissionais”, ressalta. Segundo ela, o crescimento do instituto passa necessariamente pela capacidade de pensar grande e construir estratégias que fortaleçam todas as unidades da rede. A importância desse movimento também foi ressaltada pelo vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. “Iniciativas de preparação e qualificação são fundamentais para uma unidade que atende diariamente um grande volume de pacientes e que desempenha papel estratégico na assistência à população do Distrito Federal”, destaca. Gestão integrada em prol do resultado Responsável por conduzir o encontro, o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, lembrou que a avaliação vai além da verificação de documentos e protocolos. “A acreditação é um processo de amadurecimento organizacional que incentiva a aprendizagem contínua, a padronização de práticas e o fortalecimento da cultura da qualidade de todos os setores que fazem parte do instituto”, afirma. “A acreditação representa muito mais do que um reconhecimento externo. É a evidência de uma organização que investe em segurança, excelência, padronização e valorização dos profissionais” Eliane Abreu, presidente do IgesDF Clayton também ressaltou que a UPA de Ceilândia I ocupa posição de destaque no cenário nacional e que a manutenção da certificação representa apenas mais uma etapa de um planejamento maior, que prevê avanços futuros nos níveis de reconhecimento da unidade e da rede. O diretor de Atenção à Saúde (Diase), Edson Gonçalves, destacou que a experiência construída na UPA de Ceilândia I tem servido como referência para outras unidades. “Considerada a UPA de maior complexidade e volume assistencial da rede, a unidade demonstra que é possível alcançar elevados padrões de qualidade mesmo diante dos desafios de uma demanda intensa. A consolidação da acreditação fortalece o caminho para que outras UPAs avancem no mesmo processo”, frisa. A diretora de Infraestrutura, Logística e Obras (Dilog), Barbara Santos, ressaltou a importância da capacidade de transformar boas práticas em processos replicáveis. “A padronização da comunicação, dos fluxos de trabalho e da gestão documental permite que experiências bem-sucedidas sejam compartilhadas entre as unidades, fortalecendo a assistência prestada em toda a rede”, reforça. Para o superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, o reconhecimento é resultado do empenho coletivo das equipes. “Mais do que um reconhecimento formal, a acreditação deve ser percebida pelos usuários na qualidade do atendimento recebido, refletindo o compromisso dos profissionais em oferecer uma assistência segura, eficiente e acolhedora”, completa. Às vésperas da nova visita dos avaliadores, a mobilização das equipes reforça um compromisso que vai além da manutenção da certificação. Segundo a gerente da UPA de Ceilândia I, Graziele de Faria, o objetivo é consolidar uma cultura permanente de qualidade. “Em Ceilândia, esse compromisso continua sendo renovado todos os dias, por profissionais que transformam qualidade em cuidado e planejamento em resultados concretos para quem mais precisa”, finaliza.   *Com informações do IgesDF

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UPA de Ceilândia passa a oferecer teleconsulta pediátrica

Com a chegada das temperaturas mais baixas, sintomas como tosse, febre e dificuldade para respirar voltam a levar crianças às unidades de saúde. Para dar mais agilidade a esse atendimento, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia passou a oferecer teleconsulta pediátrica e se torna a quarta unidade do Distrito Federal com o serviço voltado exclusivamente para o público infantil. Situações como essa já fazem parte da rotina da unidade. A auxiliar de serviços gerais Laura Pereira da Silva viveu essa experiência ao levar o filho de 2 anos para atendimento. Em poucos minutos, ele foi atendido por vídeo, com acompanhamento da equipe de enfermagem. “Eu cheguei preocupada, como toda mãe fica. Quando falaram da teleconsulta, confesso que fiquei na dúvida, mas foi muito rápido. Saí mais tranquila”, conta. Laura Pereira da Silva, auxiliar de serviços gerais, aprovou o atendimento remoto para o filho: "Quando falaram da teleconsulta, confesso que fiquei na dúvida, mas foi muito rápido. Saí mais tranquila" A teleconsulta pediátrica começou a ser oferecida na unidade nesta quarta-feira (1º) e integra a estratégia do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) para ampliar a capacidade de resposta da rede em períodos de maior procura por atendimento. Nesse contexto, a ampliação do serviço acompanha um comportamento já conhecido nesta época do ano, quando a queda das temperaturas costuma aumentar a demanda por atendimentos respiratórios infantis. "O atendimento se torna mais organizado, o tempo de espera diminui e a experiência de quem procura a unidade melhora" Juliete Souza, gerente da UPA do Paranoá Rede amplia teleconsulta nas UPAs O Distrito Federal conta atualmente com 11 UPAs com teleatendimento, número ampliado recentemente com a implantação do serviço na UPA do Paranoá, inaugurada no dia 31, fortalecendo a cobertura em diferentes regiões administrativas. Além disso, quatro unidades oferecem atendimento remoto voltado exclusivamente para o público infantil: Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e, agora, Ceilândia. Dentro dessa estratégia, a organização do atendimento é um dos principais ganhos apontados pelas equipes. De acordo com a gerente de Assistência das UPAs do IgesDF, Adriana Gonçalves, a ampliação do serviço contribui diretamente para esse processo. “A teleconsulta pediátrica garante mais agilidade aos casos de menor complexidade e permite que a equipe presencial concentre esforços nos atendimentos mais graves”, explica. Atualmente, o Distrito Federal conta com 11 UPAs com teleatendimento; dessas, quatro são voltadas exclusivamente para o público infantil: Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia Como funciona o atendimento Na prática, o atendimento segue um fluxo estruturado dentro da própria unidade, mesmo sendo realizado por vídeo. Tudo começa na classificação de risco. Pacientes com pulseira verde, que indica menor gravidade, podem optar pela teleconsulta. Antes do atendimento, é apresentado o termo de consentimento à família. Em seguida, a criança é encaminhada para uma sala preparada para o atendimento remoto. No local, um profissional de enfermagem permanece ao lado durante toda a consulta, auxiliando no que for necessário e garantindo que a comunicação com o médico ocorra de forma adequada. [LEIA_TAMBEM]Durante a teleconsulta, o médico faz perguntas, avalia o quadro clínico e orienta o tratamento. Ao final, a família já sai com orientações, encaminhamentos e, quando necessário, prescrição médica. Com o serviço em funcionamento, os impactos já começam a ser percebidos no dia a dia das unidades. Para a gerente da UPA do Paranoá, Juliete Souza, a teleconsulta contribui para melhorar o fluxo desde a chegada do paciente. “O atendimento se torna mais organizado, o tempo de espera diminui e a experiência de quem procura a unidade melhora”, afirma. Na rotina das equipes, a mudança também é significativa. “A implantação representa um avanço na forma de cuidar, trazendo mais agilidade e resolutividade para o atendimento”, destaca a supervisora de Enfermagem da unidade, Roberta Seabra. Segundo a gerente da UPA de Ceilândia, Graziele Faria, a aceitação do serviço tem crescido entre os pacientes. “Já observamos mais agilidade no atendimento dos casos de menor complexidade. Isso ajuda a reduzir o tempo de permanência e manter o fluxo mais organizado”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Humanização e eficiência marcam quatro anos da UPA de Ceilândia II

Referência em Clínica Médica para a população local, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II celebra quatro anos nesta quarta-feira (24). A unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), atendeu, desde a inauguração, em 2021, mais de 640 mil pessoas, sendo 102.166 atendimentos até setembro de 2025, reforçando a importância para a comunidade. A unidade conta com 167 colaboradores do Instituto, entre médicos clínicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais, farmacêuticos, analistas e técnicos de laboratório e radiologia. Além disso, 46 profissionais terceirizados atuam em vigilância, limpeza, hotelaria e manutenção, garantindo o funcionamento completo da UPA. Desde sua inauguração, em 2021, UPA de Ceilândia atendeu mais de 640 mil pessoas | Foto: Alberto Ruy/IgesDF  Atendimento humanizado Ivair Campos de Souza, 65 anos, é um dos pacientes que destacam a atenção da equipe. Internado após um infarto, ele relata: "Fiquei alguns dias na sala amarela e não tenho palavras para expressar minha gratidão. Desde o primeiro instante, fui bem assistido por toda a equipe. São pessoas acolhedoras, que, além dos cuidados com a minha saúde, também transmitem carinho. Só posso agradecer e parabenizar por esse trabalho humanizado." Geruza Silva Camelo, acompanhando a sogra de 93 anos, Mirta Araújo do Carmo, que esteve internada no início de setembro, reforça a qualidade do serviço. "Já precisei várias vezes de atendimento; quando trouxe meus pais e agora, com minha sogra, não foi diferente. Recebemos um tratamento muito bom e só temos a agradecer." Erick Cardoso, 23 anos, internado com pneumonia, também elogia a assistência. "A UPA está de parabéns, a empatia de toda a equipe ajuda muito quem chega passando mal. A forma de falar com os pacientes é algo que me chamou a atenção e me ajudou bastante." Dignidade e cuidado Para Adriana Aires de Melo, enfermeira que atua na UPA há três anos, o foco do trabalho é sempre o bem-estar dos pacientes. "Estamos sempre nos atualizando para que o serviço seja um referencial na vida da população. A prioridade é oferecer qualidade de vida aos usuários." Unidade conta com 167 colaboradores do Instituto, entre médicos clínicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais, farmacêuticos, analistas e técnicos de laboratório e radiologia A gerente da UPA, Patrícia Martins, que iniciou na unidade como coordenadora multiprofissional, mantém o compromisso com o atendimento humanizado e os valores do IgesDF, baseados no respeito à dignidade da pessoa humana. "A dedicação do corpo de colaboradores abrange todos os setores da unidade, que atuam incansavelmente para responder à alta demanda de atendimentos, garantindo qualidade e cuidado à população." *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital de campanha para reforço em casos de dengue ficará em Ceilândia

A região de Ceilândia foi escolhida para receber o hospital de campanha das Forças Armadas que ajudará a ampliar o acesso ao atendimento médico aos pacientes com dengue. A unidade será estacionada entre o Hospital Cidade do Sol e a UPA de Ceilândia a partir da próxima semana. O Hospital Cidade do Sol terá o reforço do hospital de campanha das Forças Armadas, que ficará estacionado entre a unidade de saúde e UPA de Ceilândia | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília “Hoje, 40% dos casos de dengue do DF estão no Sol Nascente/Pôr do Sol e em Ceilândia. Então, ficou definido que os oito módulos ficarão na cidade”, afirmou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A estrutura será cedida pela Aeronáutica. Serão sete módulos de células e um laboratório para compor a Rede Pública de Saúde. Efetivos, equipamentos e insumos das forças também serão concedidos ao DF. O hospital terá funcionamento de 24 horas, com cadeiras de hidratação e leitos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Queremos levar o atendimento para mais perto da população. O GDF está atento e preocupado com a situação da dengue”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. A medida é mais uma parceria do GDF com o Ministério da Defesa, que também cedeu nos últimos dias 247 militares para atuarem nas ações do governo. Os militares estão nas ruas, nas vistorias às casas, como motoristas de fumacê e atuando nas ambulâncias, além de cederem camas de campanha.

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Áreas de Ceilândia ficam sem água nesta quinta-feira (26)

Nesta quinta-feira (26), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) dará andamento a mais uma etapa das obras de setorização em Ceilândia. Será feita a interligação de redes de distribuição de água da região. [Olho texto=”“Temos caixa com capacidade para um longo período sem abastecimento. Porém, já deixamos a Caesb de sobreaviso para fazer o abastecimento com caminhão pipa, em caso de necessidade”” assinatura=”Graziele da Silva, gerente da UPA de Ceilândia” esquerda_direita_centro=”direita”] Para a execução dos serviços, será necessário interromper o fornecimento de água, das 8h às 23h59, em alguns endereços da região. Entre eles estão a UPA  e os hospitais de Campanha e o São Francisco. As unidades da rede pública garantem que o desabastecimento não afetará os serviços. “Temos caixa com capacidade para um longo período sem abastecimento. Porém, já deixamos a Caesb de sobreaviso para fazer o abastecimento com caminhão pipa, em caso de necessidade”, informa a gerente da Unidade de Pronto Atendimento de Ceilândia, Graziele da Silva. Ainda ficarão sem água as QNNs 28, 30, 32 e 34 de Ceilândia Sul, as QNPs e entrequadras de 1 a 36, em todo o Pôr do Sol, as QNNs 27, 29, 31, 33, 35 e 37 de Ceilândia Norte, além das áreas especiais. No Sol Nascente, o desligamento afetará a VC 311, chácaras 2, 7, 55, 55B, 57, 58, 61, 91, 92, 92A, 92B, 94 a 96; residencial Rio Verde, 96A, 97, 98, 98A, 99, 101, 107, 108B, 109, 109B, 109/110, 110, 110A, 111D, 122, 126ª; QCS 2 chácaras 111D, 121, 121A, 75 São Marcos; N. S. Aparecida chácara 98A; Residencial Eldorado, chácaras 81, São Raimundo, São Francisco nº 100, 411 T. Irmãos, Nova Canaã; Residencial Pinheiro, Chácara Boa Vista e Condomínio Brasil, chácara 89, além da Q 204. Ainda no Sol Nascente, ficam sem água os trechos 1 e 2. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Caesb sugere que a população faça o consumo consciente de água até o retorno dos serviços. A companhia informa, ainda, que toda unidade usuária deve contar com reserva de volume mínimo correspondente ao consumo médio diário. Com essa reserva, os usuários são menos afetados com a interrupção no fornecimento de água.   *Com informações da Caesb

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Mais de 2 mil pessoas já foram vacinadas no DF

Secretaria de Saúde orienta a população: neste momento, será imunizado somente o público-alvo da primeira fase da campanha| Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde No primeiro dia de vacinação contra a Covid-19 no Distrito Federal, foram imunizadas 2.063 pessoas que compõem a primeira fase da campanha. O grupo abrange profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de combate ao coronavírus, idosos a partir de 60 anos que vivem em unidades de acolhimento e seus cuidadores, bem como indígenas. A aplicação da primeira dose da vacina CoronaVac ocorreu em 12 hospitais e, de forma volante, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia e em duas unidades de acolhimento para idosos. Os dados são parciais e foram apurados até às 19h desta terça-feira (19). Algumas unidades começaram a vacinar no período da tarde ou continuaram a vacinação após às 19h. Veja, abaixo, os números por Região de Saúde. Região de Saúde Central: asas Sul e Norte, lagos Sul e Norte, vilas Planalto e Telebrasília, Varjão, Cruzeiro, Noroeste, Sudoeste/Octogonal. Locais de vacinação: Hospital Regional da Asa Norte, equipes volantes em unidades de acolhimento e hospitais Materno Infantil e Apoio. Número de vacinados: 200. Região de Saúde Centro-Sul: Guará, Estrutural, SIA, SCIA, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II. Locais de vacinação: Hospital Regional do Guará e equipes volantes em unidades de acolhimento. Número de vacinados: 452. Região de Saúde Norte: Planaltina, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal. Locais de vacinação: Hospitais regionais de Planaltina e Sobradinho. Número de vacinados: 375. Região de Saúde Oeste: Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. Locais de vacinação: Hospitais regionais de Brazlândia e Ceilândia e UPA de Ceilândia (vacinação volante feita por equipe da Secretaria de Saúde). Número de vacinados: 474. Região de Saúde Sudoeste: Samambaia, Taguatinga, Recanto das Emas, Vicente Pires, Águas Claras e Arniqueira. Local de vacinação: Hospital Regional de Samambaia. Número de vacinados: 173.  Região de Saúde Sul: Gama e Santa Maria. Locais de vacinação: Hospital Regional do Gama e Hospital Regional de Santa Maria (Iges-DF). Número de vacinados: 301. Região de Saúde Leste: Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico. Local de vacinação: Hospital da Região Leste. Número de vacinados: 88. Todos os 15 hospitais que aplicam a vacina na primeira fase já receberam as doses da Rede de Frio. A logística de distribuição se dá de acordo com o número de unidades de cada região, sendo, por isso, realizada conforme a realidade local e o quantitativo de doses entregues. Ao todo, o Distrito Federal recebeu 106.160 doses de vacina que irão imunizar 53.080 pessoas em duas doses administradas no intervalo de 14 a 28 dias. A Secretaria de Saúde reforça a recomendação de que a população não procure as unidades de vacinação, porque neste momento será imunizado somente o público-alvo da primeira fase. [Numeralha titulo_grande=”106.160″ texto=”doses da vacina vão imunizar, em duas etapas, 53.080 pessoas no DF” esquerda_direita_centro=”centro”] Lares de idosos Nesta terça-feira (19), também começou a imunização nas instituições de longa permanência. Na Casa do Vovô, na 603 Norte, foram vacinados 34 idosos e todos os profissionais de saúde e cuidadores que trabalham na instituição. A cuidadora de idosos da instituição, Maria Princesa da Costa, 60 anos, diz sentir-se honrada de tomar a vacina no primeiro dia, pois ela utiliza o transporte coletivo e já faz parte do grupo de risco. “Essa vacina é uma esperança de dias melhores, uma vitória para nós que estamos na linha de frente desta pandemia”, comemora. Para o engenheiro Antônio Eduardo Reis, 69 anos, é um privilégio estar no primeiro grupo prioritário da vacinação. “Tendo em vista o pequeno número de doses recebidas no Distrito Federal, estar incluso no primeiro dia é algo muito positivo, pois essa vacina é algo que prolonga a vida do idoso e nos dá mais tranquilidade”, afirma. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Espaços de atendimento a casos suspeitos de dengue recebem visita

As salas oferecem atendimento de segunda-feira a domingo, das 8 às 17h | Foto: Divulgação Acompanhado pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, o vice-governador Paco Britto visitou, na manhã deste sábado (22), as salas de acolhimento para casos suspeitos de dengue em Taguatinga e Ceilândia. Montadas no estacionamento do Hospital Regional de Taguatinga e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia, as salas são utilizadas no primeiro atendimento ao paciente com suspeita da doença. Em ambas as salas, no período matinal, o movimento estava tranquilo. O atendimento é prestado de segunda-feira a domingo, das 8h às 17h. A previsão inicial era de que as salas funcionassem pelos próximos 30 dias, mas o prazo pode ser estendido, a depender da demanda de cada região. Nesses espaços, o paciente suspeito de estar infectado pela doença é atendido por uma equipe da qual fazem parte um enfermeiro e um técnico de enfermagem. Se houver necessidade de exames laboratoriais, a pessoa é encaminhada ao hospital, para dar início ao processo de hidratação. Casos não confirmados seguem acompanhados nas unidades básicas de saúde (UBSs). Nessas salas, os pacientes são classificados como A e B, quando há liberação para continuarem o tratamento em suas residências; C, se for preciso encaminhamento a um hospital da rede, e D, nos casos considerados mais graves. De acordo com dados da Secretaria de Saúde (SES), até a última semana de janeiro deste ano, foram registrados 1.419 casos da doença no DF, com um óbito. Campanha prossegue O Governo do Distrito Federal está empenhado no combate à dengue no DF. Reuniões constantes com os órgãos do governo têm sido feitas para acabar com os focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor dessa doença e de zika e chikungunya. As ações também focam em um atendimento de excelência aos pacientes que procurarem com suspeitas de infecção de algumas dessas doenças. Cinco ações foram elencadas como urgentes: levantamento das paradas de ônibus que precisam de limpeza, de imóveis abandonados e de sucatas nas ruas, manejo do lixo e montagem de tendas para atendimento aos doentes. Com a ajuda do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), uma sala de crise será instalada o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), na sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP), para reunir todos os mapeamentos feitos pelas administrações e as ações que estão sendo realizadas em cada cidade. Também serão atualizados os números de atendimentos nas quase 100 salas de hidratação montadas pela SESe em todas as cidades do DF.

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Promotores de Justiça visitam UPAs do DF

Promotores e representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizaram, nesta sexta-feira (29), uma visita às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal. Elas têm recebido inúmeras melhorias após passarem a ser administradas pelo Instituto de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Em poucos meses, as estruturas ganharam mais de R$ 1,5 milhão em investimentos na infraestrutura. Também receberam reforço de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Muitos equipamentos foram consertados, substituídos. E o abastecimento de insumos e medicamentos foi devidamente regularizado. As UPAs também receberam reforço de cadeiras de rodas, de banho, além de novas longarinas e cadeiras assistenciais para substituir aquelas que estão em mal estado de conservação.  Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF A UPA de Sobradinho ganhou 10 leitos com a reabertura da Sala Amarela na UPA de Sobradinho e obras estão sendo finalizadas para a abertura de mais 10 leitos. Ceilândia também 10 leitos.  A visita do MPDFT ocorreu simultaneamente em todas as UPAs, com dois a três promotores em cada uma delas. Eles se dividiram em equipes para analisar a infraestrutura e os recursos humanos.  Trabalho intenso O foco foi verificar itens como funcionamento de equipamentos, estoques de medicamentos e cumprimento da carga horária dos médicos. As UPAs estavam com cinco profissionais médicos cada para atender a população. “O trabalho intenso desenvolvido pelo Iges-DF permitiu gerar todos esses avanços que estão sendo reconhecidos pela população e, hoje, os promotores também puderam perceber todas as melhorias que permitem que a população tenha mais dignidade e seja atendida com qualidade”, ressaltou a diretora de Atenção Pré-hospitalar, Nadja Vieira, que acompanhou a inspeção. Para o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo, o trabalho do MPDFT é muito bem-vindo porque comprova o que está sendo feito e orienta acerca dos ajustes que, porventura, sejam necessários fazer.  As melhorias realizadas permitiram, ainda, ao Iges-DF iniciar o processo de reabilitação das UPAs junto ao Ministério da Saúde. Com isso, cada UPA poderá receber recursos na ordem de R$ 500 mil mensais do órgão federal, que interrompeu o repasse das verbas em razão do sucateamento das estruturas e recursos humanos, principalmente, em razão da falta de médico. * Com informações do Iges-DF

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Iges-DF presta contas à população sobre gastos com UPAs

Para aumentar a transparência dos gastos públicos com as seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF, o Instituto de Saúde do DF (Iges-DF) realizou nesta quinta-feira (29) uma prestação de contas. Aberto à população, o evento foi realizado na unidade de Ceilândia: os moradores foram convocados por um carro de som, que passou por várias ruas da região administrativa. “A partir de agora, trimestralmente vamos prestar contas aos usuários de quanto gastamos com medicamentos, equipamentos, pessoal, infraestrutura. São poucos meses à frente das UPAs, mas tenho convicção de que as pessoas que vêm aqui recebem atendimento, medicamentos e dignidade. Hoje a escala de médicos está completa”, comemorou o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Oliveira. Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Ele ressaltou, ainda, que a prestação de contas está em consonância com as medidas para aumentar a transparência das informações já adotadas pelo Iges-DF, como a publicação periódica dos gastos e da folha de pessoal no site da instituição. “Mas como nem todo mundo tem acesso à internet, faremos também pessoalmente”, completou. Repasses O relatório de 2019 apresentado pelo superintendente Financeiro do Iges-DF, João Carlos Aguiar, mostra que o repasse anual previsto para ser pago até dezembro pela Secretaria de Saúde do DF ao Iges-DF pela gestão das seis UPAs é de R$ 67.146.829,86. Para o período de 27 de maio, quando o contrato de gestão foi assinado, até 31 de julho deste ano, o repasse previsto foi de R$ 19.524.964,71. Porém, o valor líquido recebido pelo Iges-DF foi apenas de R$ 3.723.815,51 no período. “Isso porque foram descontados pela Secretaria de Saúde para pagamento da folha de pessoal dos servidores que trabalham nessas unidades R$ 14.712.669,75, que representam 75,35% dos R$ 19 milhões. Mais R$ 1.088.479,45 (5,57%) foi abatidos em razão de contratos da Secretaria ainda vigentes para a compra de medicamentos”, explicou Aguiar. Segundo ele, com o valor líquido restante de R$ 3.723.815,51, que representou apenas 19,07% do montante inicial, o Iges-DF gastou R$ 998.320,99 para pagamento da folha de pessoal contratado sob regime de carteira assinada para repor a mão de obra.  Outros R$ 401.679,88 foram gastos com medicamentos, R$ 1.489.000,12 em infraestrutura e R$ 35.615,24 em hotelaria. Com isso, o saldo de custeio atual restante é de R$ 799.199,19. Acima da média Aguiar explicou que, apesar do saldo de custeio atual ainda ser de quase R$ 800 mil do montante para serem usados nas seis UPAs, em uma avaliação individual, duas UPAs ficaram com o saldo no vermelho após a dedução dos valores da SES e das despesas que o Iges-DF teve com elas. A primeira foi a de Ceilândia, que recebeu o valor líquido de repasse de R$ 846.893,99 após os descontos da Secretaria de Saúde.  Porém, os gastos somaram R$ 237.497,28 para pagamento da folha de celetistas, R$ 135.500,13 para repor medicamentos em falta, R$ 560.860,06 em infraestrutura e R$ 10.035,70 em hotelaria. Com isso, o saldo ficou negativo em R$ 96.999,18. [Numeralha titulo_grande=”1.330 profissionais” texto=”possuem as seis UPAs, sendo 980 servidores e 350 com carteira assinada” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Esse investimento acima da média que gastamos e ainda vamos receber da Secretaria de Saúde permitiu que a UPA de Ceilândia tivesse um incremento de 92 funcionários, mais R$ 135 mil em medicamentos e  manutenção completa da infraestrutura e equipamentos”, ressaltou o superintendente. A segunda unidade com saldo negativo foi a do Recanto das Emas: R$ 48.999,09. Neste caso, o valor inicial era de R$ 343.463,75, mas foram gastos R$ 194.102,78 para pagamento de celetistas, R$ 42.581,28 para medicamentos, R$ 150.209,18 em infraestrutura e R$ 5.569,60 em hotelaria. Volume superior O recurso que está sendo aplicado em volume superior ao saldo de custeio do período também é com objetivo de cumprir as exigências do Ministério da Saúde para habilitação das UPAs, o que permitirá o recebimento de aproximadamente R$ 500 mil por unidade, equilibrando as contas e oferecendo serviços de qualidade para a população do DF. “Quando recebemos a missão de assumir as UPAs, identificamos a que mais precisava de investimentos, que foi a de Ceilândia. Nossa atuação foi nos pisos, na infraestrutura, na recomposição de estoques de medicamento. Essa UPA virou modelo para aplicarmos o que fizemos aqui em outras UPAs. Nossa resposta foi à altura do que precisava, mas não vamos parar”, disse o diretor Operacional do Iges-DF, general Manoel Pafiadache. “Vocês conseguiram fazer, em poucos dias o que não fizeram há anos”, comentou o morador de Ceilândia, Rubens Estevão. Quanto ao custeio líquido recebido do Iges-DF para as demais UPAs, o valor foi de R$ 1.001.092,07 para a de São Sebastião, R$ 406.945,34 para a do Núcleo Bandeirante, R$ 483.027,72 para a de Sobradinho e R$ 642.392,58 para a de Samambaia. * Com informações do Iges-DF

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